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Prof.Jerry Willom Mestrando ciências da saúde e esporte UERJ Pós graduado em reabilitação cardíaca UGF Pós graduado em grupos especiais UNESA Bacharel educação física UNIVERSO Coordenador da pós graduação e docente da UNISAUDE Palestrante e docente do GEEF Membro do grupo de estudos e pesquisas da UFRJ Membro do grupo de estudos pesquisas da UERJ Segundo a OMS, cerca de 80% da população mundial terá, pelo menos uma vez na vida, dor na coluna Problemas na coluna, como dores na lombar, são reclamações constantes em consultórios médicos. A Organização Mundial da Saúde (OMS)tem a estimativa de que aproximadamente 80% da população mundial sofrerá pelo menos um episódio de dor na coluna durante a vida. Proteção da medula espinhal e nervos espinhais Suportar o peso do corpo e estabilização Fornece um eixo parcialmente rígido e flexível para o corpo e um pivô para cabeça Exerce um papel importante na postura e locomoção Serve de ponto de fixação para as costelas,cintura pélvica,e músculos dorsais Poolmann, Been e Ubags 2002 Ricard (1999) classificou a escoliose em quatro graus: 1º angulação inferior a 20º não há necessidade de fisioterapia 2º angulação 20º a 30º tratamento fisioterapeutico 3º angulação 31º a 50º tratamento fisioterapeutico e uso de colete 4º angulação acima de 50º tratamento cirurgico O método Neiderhoffer baseia-se no princípio que não é suficiente realizar exercícios de alongamento da coluna ou dos músculos de um lado • Vício postural – corrigido voluntariamente em nível psicomotor; • Desvio Postural – pode ser corrigido com exercícios de mobilização e força muscular; • Desvio Estrutural – pode ser contido ou no máximo reduzido, mas normalmente é dificilmente corrigido. Decorrente de pressões exercidas sobre o disco ou do envelhecimento do núcleo pulposo e do anel fibroso,onde as camadas se separam causando as rupturas circuferenciais 1ª Fase – Abaulamento Discal: quando o disco intervertebral começa a apresentar fissuras nas suas fibras, ficando em forma de arco. Isto deve-se ao envelhecimento natural e outros fatores de risco modificáveis, como movimentos repetitivos, tabagismo, sedentarismo e obesidade. 2ª Fase – Protusão Discal: Nesta fase o abaulamento é maior e pode atingir o canal medular (nervos, medula e o saco dural). É neste momento também que normalmente ocorre o início da degeneração discal. 3ª Fase – Hérnia Discal: Quando ocorre a extrusão discal. O núcleo pulposo migra da sua posição normal no centro do disco para a periferia, levando à compressão das raízes nervosas. 4ª Fase – Sequestro: Etapa mais rara, mas também mais grave. Ocorre quando parte do disco que se encontrava extruso se separa do disco, comprometendo ainda mais as estruturas nervosas. Maior incidência de hérnias de disco lombar L5/S1 OU L4/L5 95% L3/L4 4% L2/L3 E L1/L2 1% AVALIAÇÃO POSTURAL A postura pode ser definida como,uma posição ou atitude do corpo,o arranjo relativo das partes do corpo para uma atividade especifica,ou uma maneira caracteristica de alguem sutentar seu corpo.(kisner e colby,1987). Porém o termo postura também é usado para descrever o alinhamento do corpo, bem como a orientação do corpo no ambiente(Shumway-Cook 2000). Cada indivíduo apresenta características individuais de postura que podem vir a ser influenciada por vários fatores: Anomalias congênitas e/ou adquiridas. Má postura, obesidade, alimentação inadequada. Atividades físicas sem orientação e/ou inadequadas. Distúrbios respiratórios, desequilíbrios musculares. Frouxidão ligamentar e doenças psicossomáticas. Em 1954 Brunnstrom já descrevia que a boa postura é aquela em que as articulações que suportam peso estão em alinhamento e o minimo de ação muscular é necessario para manter a postura ereta. (Gangnet et al 2003), descreve a postura como sendo a composição do posicionamento de todos os segmentos corporais num determinado momento.Na postura ereta a referencia é definida pela relação entre a linha da gravidade e os segmentos do corpo. Boa postura Menor desgaste articular Equilíbrio Menor cansaço Qualidade de Movimento Proteção Arranjo corporal Conser- vação do material orgânico Bem-estar físico No plano antero posterior, o centro da gravidade passa aproximadamente na altura da S2, anterior ao sacro, e projeta dentro da base de suporte, de 1 a 5 cm dos tornozelos. No plano sagital a linha de gravidade passa sob o lóbulo da orelha, em frente da articulação atlanto occipital,posterior a art. Do quadril,um pouco anterior ao eixo de rotação do joelho e entre o maléolo e a cabeça dos metatarsos. MÉTODOLOGIA POR SIMETROGRAFIA Inseridos nos programas de avaliação física em academias; Protocolos adaptados dos exames clínicos protocolo de Hoppenfeld. Protocolo de kendal VISTA ANTERIOR VISTA ANTERIOR ALTURA E SIMETRIA DOS OMBROS VISTA ANTERIOR ALTURA E SIMETRIA DOS OMBROS ALINHAMENTO DA CRISTA ILÍACA VISTA ANTERIOR ALTURA E SIMETRIA DOS OMBROS ALINHAMENTO DA CRISTA ILÍACA ALINHAMENTOS DOS JOELHOS VISTA ANTERIOR ALTURA E SIMETRIA DOS OMBROS ALINHAMENTO DA CRISTA ILÍACA ALINHAMENTOS DOS JOELHOS ALINHAMENTO DOS PÉS VISTA LATERAL VISTA LATERAL HIPERLORDOSE VISTA LATERAL HIPERLORDOSE HIPERCIFOSE VISTA LATERAL HIPERLORDOSE HIPERCIFOSE COSTAS PLANAS VISTA LATERAL HIPERLORDOSE HIPERCIFOSE COSTAS PLANAS JOELHOS( HIPEREXTENDIDOS OU GENO FLEXO) VISTA POSTERIOR VISTA POSTERIOR ALTURA E SEMETRIA DOS OMBROS VISTA POSTERIOR ALTURA E SEMETRIA DOS OMBROS TRIÂNGULO DE TALES VISTA POSTERIOR ALTURA E SEMETRIA DOS OMBROS TRIÂNGULO DE TALES CONDIÇÕES DAS ESCÁPULAS VISTA POSTERIOR ALTURA E SEMETRIA DOS OMBROS TRIÂNGULO DE TALES CONDIÇÕES DAS ESCÁPULAS CURVAS DA COLUNA VISTA POSTERIOR ALTURA E SEMETRIA DOS OMBROS TRIÂNGULO DE TALES CONDIÇÕES DAS ESCÁPULAS CURVAS DA COLUNA JOELHOS VISTA POSTERIOR ALTURA E SEMETRIA DOS OMBROS TRIÂNGULO DE TALES CONDIÇÕES DAS ESCÁPULAS CURVAS DA COLUNA JOELHOS PÉS Obrigado! jerrywillom@hotmail.com Face book jerry willom