Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

AVALIAÇÃO POSTURAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Belo Horizonte 
 
 
 
IPEMIG - Instituto Pedagógico de Minas Gerais www.ipemig.com.br 
(31) 3270-4500 
SUMÁRIO 
 
 
INTRODUÇÃO...................................................................................................03 
 
1 POSTURA...................................................................................................05 
 
2 AVALIAÇÃO ESTÁTICA..............................................................................09 
 
3 AVALIAÇÃO POSTURAL............................................................................22 
 
4 REFERÊNCIAS...........................................................................................38 
 
 
 
 
 3 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
INTRODUÇÃO 
 
Prezados alunos, 
 
 
Nos esforçamos para oferecer um material condizente com a 
graduação daqueles que se candidataram a esta especialização, procurando 
referências atualizadas, embora saibamos que os clássicos são indispensáveis 
ao curso. 
 
As ideias aqui expostas, como não poderiam deixar de ser, não são 
neutras, afinal, opiniões e bases intelectuais fundamentam o trabalho dos 
diversos institutos educacionais, mas deixamos claro que não há intenção de 
fazer apologia a esta ou aquela vertente, estamos cientes e primamos pelo 
conhecimento científico, testado e provado pelos pesquisadores. 
 
Não obstante, o curso tenha objetivos claros, positivos e específicos, 
nos colocamos abertos para críticas e para opiniões, pois temos consciência que 
nada está pronto e acabado e com certeza críticas e opiniões só irão acrescentar 
e melhorar nosso trabalho. 
 
Como os cursos baseados na Metodologia da Educação a Distância, 
vocês são livres para estudar da melhor forma que possam organizar-se, 
lembrando que: aprender sempre, refletir sobre a própria experiência se somam 
e que a educação é demasiado importante para nossa formação e, por 
conseguinte, para a formação dos nossos/ seus alunos. 
 
Nesta primeira apostila introduzimos conceitos pertinentes a Avaliação 
Postural e discorreremos sobre o conhecimento a respeito dos fundamentos, 
objetivos e métodos utilizados, com objetivo de atualizar o perfil do profissional 
pós-graduando nesta especialização. 
 
A postura do ser humano pode ser definida como a posição que nosso 
corpo adota no espaço, bem como a relação direta de suas partes com a linha 
do centro de gravidade. Segundo Magee (2002), “postura é um composto das 
posições das diferentes articulações do corpo num dado momento”. Para que 
possamos estar em boa postura, é necessária uma harmonia/equilíbrio do 
sistema neuro músculo esquelético. 
 
Trata-se de uma reunião do pensamento de vários autores que 
entendemos serem os mais importantes para a disciplina. Para maior interação 
 
 
 4 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
com o aluno deixamos de lado algumas regras de redação científica, mas nem 
por isso o trabalho deixa de ser científico. 
 
Desejamos a todos uma boa leitura e caso surjam algumas lacunas, ao 
final da apostila encontrarão nas referências consultadas e utilizadas aporte para 
sanar dúvidas e aprofundar os conhecimentos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 5 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
Tópico I: Postura 
 
Palmer & Apler (2000) definem a postura correta como o “alinhamento 
do corpo com eficiências fisiológicas e biomecânicas máximas, o que minimiza 
os estresses e as sobrecargas sofridas ao sistema de apoio pelos efeitos da 
gravidade”. 
 
Cada indivíduo apresenta características individuais de postura que 
podem vir a ser influenciada por vários fatores: anomalias congênitas e/ou 
adquiridas, má postura, obesidade, alimentação inadequada, atividades físicas 
sem orientação e/ou inadequadas, distúrbios respiratórios, desequilíbrios 
musculares, frouxidão ligamentar e doenças psicossomáticas. 
 
A análise da postura envolve a identificação e a localização dos 
segmentos corpóreos relativos à linha de gravidade. É importante lembrar que a 
avaliação postural deve determinar se um segmento corporal ou articulação 
desvia-se de um alinhamento postural ideal. Portanto, podemos entender que na 
avaliação postural o paciente deve sentir-se à vontade e evitar rigidez e posições 
não-naturais. Há a necessidade de ser visualizado o equilíbrio global do corpo. 
 
Quando falamos da Postura Padrão, nos referimos a uma postura 
“ideal” ao invés de uma postura média. O alinhamento esquelético ideal utilizado 
como padrão consiste nos princípios científicos válidos, envolvendo uma 
quantidade mínima de esforço e sobrecarga, e conduz à do corpo. 
 
 
AULA 1: Importância da avaliação postural 
 
 
A boa postura é aquela que melhor ajusta 
nosso sistema musculoesquelético, equilibrando e distribuindo todo o esforço de 
nossas atividades diárias, favorecendo a menor sobrecarga em cada uma de 
suas partes. 
 
 A avaliação postural se faz importante para que possamos mensurar 
os desequilíbrios e adequarmos a melhor postura a cada indivíduo, possibilitando 
a reestruturação completa de nossas cadeias musculares e seus 
posicionamentos no movimento e/ou na estática. A partir deste procedimento, 
estaremos com certeza promovendo a prevenção de muitos males causados 
inicialmente pela má postura, fruto de ausência de controle e informação. 
 
 
 6 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 
 Para a avaliação postural podemos utilizar alguns materiais para 
melhor avaliar os alunos/clientes submetidos ao programa de atividades 
reeducativas: 
 Objetivos: uso de radiografia (solicitada pelo médico que acompanha o 
programa), fotografia. 
 Subjetivos: uso do tato e da visão, observando o aluno/cliente de costas, 
perfil direito, perfil esquerdo, frente e antero-flexão, à frente do 
simetrógrafo. O aluno/cliente deverá estar em traje de banho, de maneira 
a favorecer a visão do observador para uma melhor visualização das 
alterações posturais. 
 
Devemos observar nosso aluno/cliente globalmente como um todo, 
pois um desequilíbrio postural jamais se apresenta de forma isolada, portanto, 
devemos estabelecer critérios de adaptação morfológica e funcional quanto ao 
equilíbrio e a coordenação dos movimentos do corpo. Não importando o plano 
que estaremos analisando, devemos estar associando sempre a linha de 
gravidade. Os segmentos que não estiverem compatíveis com o eixo 
perpendicular ao solo estarão em desequilíbrios. 
 
No plano sagital, devemos considerar o corpo como duas metades 
simétricas anterior e posteriormente em relação à linha da gravidade, esta deve 
passar anterior ao ouvido externo, face anterior da coluna cervical, anterior a 
coluna dorsal, cruzar a coluna vertebral em L1, L2 e L3, porção média do osso 
sacro, posteriormente a articulação coxofemoral, posterior ao longo do eixo 
femural, nível médio da articulação do joelho, cruze a tíbia em quase toda a 
extensão, anterior a articulação do tornozelo, pela articulação de Chopart 
(calcâneo-cubóide e talonavicular) e finalmente atinja o solo. 
 
Neste plano, estaremos observando se há acentuação das curvaturas 
fisiológicas, joelhos em hiperextensão ou em semiflexão, projeção dos ombros à 
frente, projeção da cabeça à frente, proeminência abdominal, se ocorre 
anteversão ou retroversão da pelve e se o corpo apresenta alguma rotação para 
a direita ou para a esquerda. 
 
Posteriormente, deveremos observar o nível da cintura escapular e 
pélvica para verificar se há basculamento lateral. Um ombro mais baixo que o 
outro e proeminências ósseas na escápula, acusam um desnivelamento 
escapular.Pregas glúteas e triângulo de Tales em desigualdade, acusam um 
desnivelamento da cintura pélvica. Observar se há inclinação lateral da cabeça, 
existência de pregas lombares, se tendão calcâneo estará valgo ou varo, 
aproximação medial do joelho ou afastamento lateral dos joelhos. 
 
 
 7 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 
No plano frontal, se há assimetria torácica, assimetria facial e conferir 
as observações feitas posteriormente. 
 
As verificações, citadas acima, são feitas de forma estática, porém, 
devemos realizar um exame dinâmico, para observar a marcha e como o corpo 
se comporta no momento de sua realização. É muito importante que seu 
aluno/cliente não saiba que você estará observando-o na marcha, pois isto 
poderá estar interferindo em uma marcha mais natural e seu aluno acabar 
escondendo, mesmo que inconsciente algum problema que possa estar 
iniciando. 
 
Todas estas alterações posturais correspondem ao desequilíbrio do 
sistema dinâmico e estático, muitas vezes acarretando desconforto, algias e 
incapacidades funcionais. 
 
O padrão respiratório deverá ser avaliado no plano sagital, 
classificando em apical ou diafragmático durante a respiração normal e verificar 
se há hipertonicidade ou hipotonicidade através da palpação muscular. 
 
Atenção especial devemos dar ao ambiente escolar onde encontramos 
crianças e adolescentes, desenvolvendo hábitos posturais incorretos e 
praticando atividades físicas não compatíveis com o seu desenvolvimento, 
quando na verdade deveriam estar num programa de exercícios específicos 
individualizado. 
 
Neste caso, se faz muito importante a avaliação postural para estarmos 
detectando os desequilíbrios posturais e estar encaminhando nossos alunos 
para as atividades de maior benefício a cada um sem oferecer riscos. Sem a 
avaliação podemos estar acentuando os desequilíbrios na aplicação de 
atividades sem orientação. 
 
É com base nesses fatos que vemos a importância da educação 
postural nas escolas, prevenindo e orientando os desequilíbrios posturais. Afinal, 
é na escola que encontramos o maior número de crianças reunidas, local propicio 
para informar pais e alunos da importância de melhores posicionamentos da 
postura, prevenir desequilíbrios, diagnosticar precocemente, e orientar com 
eficiência, afim de combater o aparecimento e desenvolvimento de alterações 
posturais. 
 
Estudos realizados em uma escola pública do Estado de São Paulo - 
em crianças de 9 a 12 anos, no ano de 1996, pôde-se mensurar estes resultados: 
 
 
 8 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
de 100 crianças avaliadas, 80% apresentaram alterações posturais. A escoliose 
foi encontrada em 30% dos resultados (2% escoliose estrutural - desse 
resultado, 52% convexa à direita, 22% convexa à esquerda e 26% escoliose 
mista), 19% apresentavam hiperlordose associada a escoliose, 22% hipercifose 
associada a escoliose. A hiperlordose encontramos em 16%, a hipercifose em 
10% e, representando 18% encontramos desequilíbrios na assimetria de 
ombros, cintura pélvica, joelhos e pés. 
 
Quando realizamos a avaliação de acordo com o sexo, observamos 
que os meninos apresentaram 4% de incidência nos desequilíbrios a mais que 
as meninas. 
 
Podemos perceber após este relato que, as alterações posturais são 
ocorrências significativamente presentes entre as crianças de 9 a 12 anos, daí a 
necessidade de estar avaliando. Outro fato importante, é a presença significativa 
da escoliose idiopática não estrutural. 
 
Diante destas informações, podemos concluir a necessidade da 
implantação de um setor de avaliação e acompanhamento do desenvolvimento 
motor da criança dentro das escolas, onde os professores possam desenvolver 
programas de orientação e intervenção imediata em atividades físicas corretivas 
para os desequilíbrios posturais, avaliações periódicas, orientação para a 
importância de bons hábitos posturais nas atividades diárias, possibilitando uma 
boa biomecânica. 
 
Utilizar-se da ergonomia ao sentar à frente do computador, nas 
carteiras de sala de aula, no transporte do material escolar, na realização das 
tarefas de casa, enfim, em todas as atividades diárias. 
 
No entanto, após realizada a avaliação postural, se faz necessário que 
os pais tomem conhecimento dos resultados e que se necessário, seja orientado 
a procurar um ortopedista, para um melhor acompanhamento da criança. 
 
Tópico II: Avaliação Estática 
 
Na avaliação postural estática observamos somente os pontos 
anatômicos de forma estática. Só depois juntamos todos nossos achados à 
avaliação dinâmica, entrevista, testes específicos, dentre outros. 
 
 
 
 9 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 
AULA 1: Critérios para a avaliação postural 
 
 
 
A avaliação postural estática deve seguir alguns critérios importantes: 
 Posição do indivíduo: posicionaremos o indivíduo de forma que 
consigamos dar a volta por seu corpo. Não devemos mexe-lo durante a 
avaliação para não alterarmos suas influencias tônicas. 
 Posição do profissional: devemos nos posicionar exatamente na linha 
média do avaliado para que não haja nenhum tipo de interferência visual. 
 Início: começamos com o indivíduo em pé, da maneira mais confortável 
possível e sempre começamos nossa análise de baixo para cima. 
 Duração: devemos ser o mais rápido possível em nossa análise. Também 
é preciso explicar ao avaliado que todos temos assimetrias, nosso objetivo 
é tentar deixar o avaliado o menos constrangido possível. 
 Vestimenta: a vestimenta ideal para a avaliação para as mulheres é um 
biquíni, já para os homens sunga. É impossível se realizar uma boa 
avaliação de top (que esconde parte dos processos espinhosos) ou de 
bermudas, no caso dos homens (a observação dos joelhos é 
imprescindível para nossa análise). 
 Mãos: a apresentação das nossas mãos ao avaliado é muito importante, 
portanto elas devem estar aquecidas e serem firmes, para gerar 
segurança. Sobretudo, quando formos toca-lo devemos pedir sua 
permissão. 
 Maneira de falar: fale tranquilamente com o avaliado, mas com firmeza, 
explicando a necessidade de cada manobra da avaliação que será 
realizada. 
 
 
AULA 2: Unidades corporais importantes na avaliação 
 
Antes de começarmos a avaliação estática faz-se necessário alguns 
conhecimentos anatômicos de cada unidade corporal: 
O membro inferior é formado por três unidades de coordenação 
segundo Bézieres e Piret: 
 O pé, que dirige o movimento; 
 A unidade ilíaca, que se divide entre o papel de apoio ligado ao tronco e 
o papel dinâmico do membro. Ou seja, faz o membro inferior participar do 
tronco. 
http://www.janainacintas.com.br/madame-mezieres-e-philippe-souchard/
http://www.janainacintas.com.br/madame-mezieres-e-philippe-souchard/
http://www.janainacintas.com.br/madame-mezieres-e-philippe-souchard/
 
 
 10 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 É a perna, que transmite a tensão e movimento ao pé. 
 
Estas três unidades citadas acima caracterizam na realidade a única 
Unidade de Membro Inferior. 
 
A base do esqueleto do membro inferior é formada pelos dois ossos do 
quadril, sendo os ilíacos (direito e o esquerdo) que são unidos então pela sínfise 
púbica e pelo sacro. O cíngulo do membro inferior e o sacro formam juntos a 
Pelve Óssea. 
 
Os ossos do membro inferior podem ser divididos em quatro 
segmentos: 
 Cintura pélvica: ilíacos direito e esquerdo 
 Coxa: fêmur e patela 
 Perna: tíbia e fíbula 
 Pé: ossos do pé 
 
 
AULA 3: Funções do membro inferior 
 
O membro inferior tem função de sustentação do peso corporal, da 
locomoção e a manutenção do equilíbrio. Também tem a função de transferência 
estável de peso durante a marcha ou corridapor exemplo. 
 
Mais precisamente falando dos joelhos, esta é considerada a mais 
complexa articulação do corpo humano do ponto de vista anatômico e funcional. 
É formada pela articulação Tibiofemoral e Patelofemoral. 
 
Na articulação Tibiofemoral em sua extremidade distal do fêmur 
encontram-se os côndilos, que se articulam com: 
 Tíbia; 
 Grandes; 
 Convexos. 
 
São divididos por um sulco central que forma a superfície articular da 
patela. Os côndilos são cobertos por cartilagem hialina espessa. Assim eles são 
capazes de suportar as forças extremas sobre as superfícies articulares durante 
a descarga de peso. 
 
 
 
 11 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
Na porção proximal da tíbia, conhecida como “platô tibial”, encontram-
se duas conchas achatadas que são niveladas anteriormente pela diáfise da 
tíbia. Esta superfície está alinhada com cartilagem hialina onde se acomodam os 
côndilos femorais. Na divisão entre os platôs medial e lateral, encontra-se a 
região intercondilar. 
 
Já a articulação patelofemoral é formada pela cavidade troclear e as 
facetas posteriores da patela (o maior osso sesamóide), onde se interpõem o 
quadríceps. Do vértice inferior da patela até a tuberosidade anterior da tíbia, 
encontra-se o tendão patelar. 
 
Por sustentar altas forças e estar situada entre os dois braços de 
alavanca mais longos do corpo, sendo estes, fêmur e tíbia, torna esta articulação 
particularmente mais suscetível a agravos. 
 
Em flexão de joelho, sendo esta a posição de movimento de maior 
instabilidade, esta articulação está sujeita a lesões ligamentares e meniscais. 
 
Em extensão de joelho, sendo esta a posição de movimento onde há 
maior estabilidade, torna esta articulação mais sujeita, mais vulnerável a fraturas 
e rupturas ligamentares. 
 
 
AULA 4: Relação do joelho com exercícios 
 
 
Tratando-se de joelhos e sua relação com exercícios, alguns estudos 
mostram que em um agachamento, por exemplo, existe a co-contração dos 
músculos isquiotibiais e quadríceps. Em pequenos ângulos de flexão, essa 
cocontração diminui a translação anterior da tíbia e a rotação interna causada 
pelo quadríceps. 
Contudo, em ângulos acima de 60º essa co-contração faz com que a 
tíbia se desloque posteriormente e rode externamente. Esse deslocamento 
posterior e a rotação externa aumentam a pressão na patela. Também 
aumentam a força de contato articular é maior acima de 50º e a co-contração 
dos isquiotibiais aumenta a pressão a partir de 60º. 
 
Powers et al analisou exercícios de agachamento para análise de onde 
haveria maior estresse da articulação femoropatelar. Mostrou que as 
angulações que produziram maior força de estresse desta articulação acima 
citada significativamente foram nas seguintes angulações de flexão de joelho: 
 
 
 12 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 90º; 
 75º; 
 60º. 
 
Sendo assim concluíram pela pesquisa realizada que para minimizar o 
estresse femoropatelar, os dados sugerem que o exercício de agachamento 
deve ser realizado de 45 ° a 0 ° de flexão do joelho e não chegando a flexão de 
90º onde há grande compressão articular. 
 
 
AULA 5: Desequilíbrios nos membros inferiores 
 
O membro inferior pode ser considerado como uma cadeia cinética. 
Como tal, pressupõe-se que uma alteração biomecânica em um dos complexos 
articulares dessa cadeia pode influenciar negativamente a biomecânica e função 
dos demais complexos. 
 
O alinhamento do joelho no plano frontal tem sido alvo de pesquisas, 
principalmente por conta de sua importância clínica. A incongruência dos 
membros inferiores, em especial a do joelho, pode estar relacionada com 
instabilidades e dores articulares. 
 
Desordens nessas estruturas podem trazer, ainda, problemas na: 
 Sustentação muscular; 
 Tendões; 
 Ligamentos; 
 Retináculos. 
Assim ocorrem alternações do joelho em varo ou valgo. Portanto, altera 
a função dos joelhos e sobrecarga compressiva em algum ponto da articulação 
dependente de qual desalinhamento apresentar. 
 
A literatura tem demonstrado que um moderado desalinhamento frontal 
do joelho piora o prognóstico de doenças degenerativas, como a osteoartrite por 
exemplo. Dependendo da orientação do desvio do joelho, se em valgo ou em 
varo, mesmo que de apenas 10 (dez) graus, as forças articulares tanto estática 
quanto dinâmica não mais homogeneamente distribuídas favoreceriam o 
surgimento de processos disfuncionais e até mesmo patológicos desta 
articulação. Articulações próximas também seriam afetadas. 
 
 
 
 13 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
Sabemos que o corpo tem unidades de cadeias musculares separadas 
didaticamente. Na verdade, elas se complementam na realidade corporal 
perante um desarranjo, seja articular, seja fascial, muscular e/ou outros tecidos 
moles. 
 
 
AULA 6: Os pés 
 
 
A frente de nosso avaliado iniciamos a nossa busca por: 
 Artelhos em flexão; 
 Cravados ao solo; 
 Indicativo de uma cadeia de flexão; 
 Artelhos em extensão. 
 
Ao contrário: 
 Indicativo de uma cadeia de extensão; 
 Indicativo de halux valgos (cadeia de abertura dos membros inferiores); 
 Indicativos de possíveis doenças reumatológicas. 
 
Além, de calosidades que nos guiarão por pontos de maior apoio 
desses pés ao solo. Porém, nesse caso, devemos ficar bem atentos por conta 
da má ergonomia proporcionada pelos sapatos. Em geral, são de bicos finos 
gerando uma força externa capaz de gerar essa alteração. Isso é especialmente 
comum em mulheres com o advento do salto alto que diminui o polígono de 
sustentação consideravelmente. 
 
 
AULA 7: Membros inferiores 
 
 
Analisamos as tíbias, se são varas ou ligeiramente valgas. Ande 
avaliaremos: possíveis questões racionais, indicativas de uma tíbia mais vara, 
no caso dos orientais, patelas, se estão em rotação externa, cadeia de abertura 
dos membros inferiores, ou se elas se encontram em rotação interna. 
 
Esse sinal nos dá indícios de uma cadeia de fechamento dos membros 
inferiores. Seguimos nossa busca por uma possível tensão excessiva do 
 
 
 14 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
quadríceps, indicativo de uma patela trabalhando em alta, sendo uma das 
possíveis causas de dores fêmuro-patelares. 
 
 
AULA 8: Pelve 
 
Na pelve buscaremos os seus pontos ósseos através da palpação. 
Identificaremos qual lado da crista ilíaca e da Espinha ilíaca Antero superior se 
encontram mais altos comparativamente ao lado oposto. A crista ilíaca é 
subcutânea, sendo ponto de origem e de inserção de vários músculos. Nenhum 
músculo a cruza o que torna a crista facilmente palpável. 
 
Devemos nos posicionar agachados a frente do avaliado onde 
repousaremos nossas mãos paralelamente ao solo, na altura da cintura do 
avaliado. Caso o paciente seja obeso e tenhamos dificuldade de encontra-las 
solicitamos que o indivíduo tussa acionando o músculo transverso. 
Seguidamente penetramos com nossas mãos por sobre a crista ilíaca, no 
momento do relaxamento muscular. Apoiamos firmemente nossas mãos sobre 
as cristas onde buscaremos encontrar qual dos lados encontra-se mais alto. 
 
Para um exame normal as cristas devem estar na mesma altura. A 
partir desse ponto ósseo deslizamos nossos polegares ao redor da crista onde 
encontraremos uma discreta depressão óssea. Encaixamos nossos polegares 
nessa depressão aí estaremos nas espinhas ilíacas Antero superiores (EIAS) 
que para um exame normal devem estar alinhadas. Caso não estejam 
anotaremos qual EIAS encontra-se mais alta em comparação ao lado oposto. 
 
 
AULA 9: Unidade Tronco 
 
 
Pela vista frontal buscaremos em nossa análise por: 
Pregas cutâneas abdominais, indicativas de uma possíveltensão dos 
retos abdominais, pertencentes a cadeia muscular de flexão do tronco. 
 
Subindo nosso olhar analisaremos o ângulo de Tales. Buscaremos num 
exame normal a simetria dos ângulos, caso um deles encontre-se mais agudo 
(menor que 90 graus). Pode nos suscitar a pensar numa possível escoliose de 
 
 
 15 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
concavidade para esse lado. Essa análise deverá ser confirmada na vista 
posterior. 
 
Devemos também observar a articulação dos ombros, buscando por 
possíveis enrolamentos internos. Eles nos apontam encurtamento dos músculos 
acessórios (peitorais maior e menor, e rotadores internos). Devemos analisar na 
altura dos ombros qual das articulações acrômio-claviculares encontra-se mais 
alta. Nesse momento faz-se necessário seguirmos uma boa metodologia. Esse 
ponto articular é fundamental para definirmos se estamos diante de uma lesão 
que ascende ou descende. 
 
Para palpar a articulação acrômio-clavicular posicionamos nossos 
dedos na porção média da clavícula e caminhamos cerca de 2 cm lateralmente. 
Nesse ponto encontraremos a articulação acrômio clavicular, para confirmarmos 
se estamos no lugar exato do ponto articular buscado. 
 
Solicitamos que o indivíduo flexione e estenda seu membro superior 
algumas vezes. Certificando-nos de estarmos corretos em nossa análise com a 
movimentação desse ponto, pois o mesmo é articular. A partir de então, também 
de forma comparativa anotaremos qual das articulações encontra-se mais alta, 
indícios de escolioses ou translações de tronco. 
 
Seguimos nosso olhar em busca de rotações de pelve e tronco (indícios 
de cadeias cruzadas na unidade pelve e tronco respectivamente). 
 
 
AULA 10: Unidade Cervical 
 
 
Na unidade cervical, observamos se existem desvios laterais na 
cervical. Eles nos indicam possíveis compensações compensatórias na busca 
do equilíbrio corporal em função de escolioses, além do posicionamento da 
cabeça. 
 
 
 
AULA 11: Pés 
 
 
 
 16 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
Começaremos nossa análise pela avaliação dos arcos plantares que 
são dois: 
 Arco longitudinal; 
 Arco transversal, que devem estar preservados para um exame normal. 
 
Na flexão plantar: a combinação da flexão plantar do tornozelo se dá 
em conjunto pela supinação da borda interna do pé e pela supinação do arco 
plantar. Isso acontece porque grande parte dos músculos que realizam a flexão 
plantar são também supinadores. 
 
A organização dos pés é fundamental para nosso equilíbrio estático, 
nossa marcha, e para toda a construção da nossa postura. A tíbia leva sozinha 
o peso do corpo ao pé e é desprovida de músculos. A fíbula conduz a maior parte 
dos músculos que seguem até o pé. Os fibulares passam por detrás dos 
maléolos, e realizam por direcionamento trações para trás e para fora, para que 
essas trações musculares não gerem o deslocamento gravitacional para fora o 
retropé se basculará em direção ao halux contribuindo para a formação do arco 
anterior do pé. 
 
Em contrapartida todas as trações sobre a cabeça femoral acionam o 
polígono de sustentação e asseguram ao mesmo tempo: 
 Flexão e extensão; 
 Tração de inversão de rotação externa dada pelos glúteos. 
O Sartório será responsável por girar a tíbia em rotação interna 
colocando os tibiais em ação, levando o pé para a adução. O quadril girará para 
fora e essa sincronia mecânica muscular: 
 Sartório; 
 Tibiais; 
 Fibulares. 
 
Esses são condutores do movimento gera um tensionamento de todo 
membro inferior, mantendo sua forma, organizando a flexão e extensão do 
quadril, joelho e tornozelo. Sendo os responsáveis pela formação do arco 
longitudinal do pé. 
 
Em resumo, o mecanismo de enrolamento das metas do primeiro ao 
quinto constitui a formação do arco anterior do pé. Já o arco longitudinal (arco 
plantar) é formado pela mecânica de tensionamento do arco anterior e pelo 
sistema de flexãoextensão-torção que reduz a ação do arco anterior, alinhando 
e organizando os pés. 
 
 
 
 17 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
A partir de então avaliaremos a angulação tíbia társica que para um 
exame normal deverá estar próxima a 90 graus. Caso esteja diminuída, indicativo 
de uma possível propulsão corporal, que pode ser gerado pelo encurtamento dos 
músculos isquiotibiais. Caso esteja acima de 90 graus já pensaremos em uma 
retro pulsão corporal indicativo de um possível encurtamento do tríceps sural. 
 
 
AULA 12: Membros inferiores 
 
 
Seguimos analisando o posicionamento dos membros inferiores, se 
estão em extensão (cadeia de extensão dos membros inferiores) gerando falsos 
varos ou falsos valgos. 
 
Caso estejam em flexão fator preponderante para a indicação de que 
os membros inferiores funcionam em solidariedade a cadeia muscular de flexão 
originando verdadeiros varos ou valgos. Lembrando que podemos encontrar 
então quatro tipos de joelhos: 
 Verdadeiro varo: uma cadeia de flexão + uma cadeia de abertura, ou 
seja, um flexo de joelho associado a uma rotação externa do fêmur e 
demais conformações ao longo do membro inferior. 
 Verdadeiro valgo: uma cadeia de flexão + uma cadeia de fechamento, 
ou seja, um flexo de joelho associado a uma rotação interna do fêmur e 
demais conformações ao longo do membro inferior. 
 Falso varo: uma cadeia de extensão + uma cadeia de fechamento, ou 
seja, uma hiperextensão de joelho associada a uma rotação interna de 
fêmur e demais conformações ao longo do membro inferior. 
 Falso valgo: uma cadeia de extensão + uma cadeia de abertura, ou seja, 
uma hiperextensão de joelho associada a uma rotação externa do fêmur 
e demais conformações ao longo do membro inferior. 
 
 
Unidade Pelve 
Precisaremos observar o posicionamento da unidade pélvica, que deve 
apresentar a conservação da curvatura lordótica na vista lateral. Caso ela esteja 
ausente, excesso de tensão dos isquiotibiais e abdominais geram uma 
retroversão. No caso da curvatura aumentada, excesso de tensão dos 
quadrados lombares e quadríceps gerando a hiperlordose lombar. 
 
 
 
 18 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
É preciso observar o posicionamento do sacro. Se estivermos diante 
de um aumento da curvatura lordótica encontrar-se-á horizontalizado. Esse é o 
indicativo de uma tensão em toda cadeia de extensão unidade tronco que se 
insere no sacro. 
 
Unidade Tronco 
Seguiremos nossa observação em busca da preservação ou não das 
curvaturas vertebrais esperadas: cifose torácica, lordose lombar, e cifose 
craniana. 
 
Unidade Cabeça 
Analisaremos aqui o posicionamento da cabeça, se a mesma se 
encontra em protrusão, indicativo de uma cadeia muscular de flexão na unidade 
cervical. 
 
Unidade Pé 
Começamos nossa análise pelo posicionamento do retro pé do 
indivíduo, e pela busca de possíveis varos ou valgos de tornozelo que podem 
ser compensatórios ou não. 
Unidade membros inferiores 
Somente confirmaremos as conformações já destacadas 
anteriormente, de possíveis varos ou valgos de joelhos. 
 
Unidade Pelve 
Subimos nossa visão até a prega glútea, que em caso de 
desalinhamentos poderão estar ligadas a diferenças reais de comprimentos dos 
membros inferiores ou fraqueza muscular, gerada pelo desequilíbrio pélvico. 
Além da palpação do posicionamento da espinha ilíaca póstero superior (EIPS), 
onde o profissional se posicionara atrás do avaliado, as EIPS são facilmente 
palpáveis, pois repousam imediatamente abaixo das depressões circulares 
encontradas logo acima das nadegas. Palparemos comparativamente a direita e 
a esquerda, em seguida anotaremos qual dos lados encontra-se as EIPS mais 
altas. 
 
 
 
 19 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com(31) 3270 4500 
Unidade Cervical 
O exame se conclui pelo posicionamento da coluna cervical, se a 
mesma se encontra translada, ou inclinada para alguns dos lados. 
 
Cicatrizes no corpo 
Ainda na avaliação estática nossos olhos atentos percorrerão pelo 
corpo do avaliado buscando por cicatrizes. Barral foi o primeiro a afirmar em suas 
pesquisas que uma cicatriz de má formação em sua teia de matriz cicatricial 
poderá alterar o funcionamento mecânico de um corpo. Logo se faz de extrema 
necessidade que em nossa avaliação busquemos por essas cicatrizes que 
podem estar intoxicando o sistema musculoesquelético. 
 
As cicatrizes tóxicas, estas que são capazes de alterar o funcionamento 
mecânico corporal, são formadas depois de um ferimento ou intervenção 
cirúrgica. 
 
Elas ficam em constante reação com estímulos internos e externos. 
 
Identificando cicatrizes tóxicas 
Uma cicatriz tóxica pode induzir uma contratura muscular do músculo 
em questão, pode também por vez, modificar o tecido conjuntivo e o líquido 
extracelular que o circunda, comportando-se como uma área reativa, 
denominada “campo perturbador”. 
 
As cicatrizes da face, as laterais de tronco e as medianas da parede 
anterior do abdômen são as mais reativas. As cicatrizes horizontais são as mais 
nocivas para o desarranjo biomecânico. 
 
Podemos ter uma cicatriz grande em sua extensão e não representar 
nenhuma disfunção corporal, bem como podemos ter uma pequena cicatriz e ser 
esta a desencadear modificações teciduais no conjuntivo, causar também uma 
desregulação exteroceptiva, implicando um obstáculo na correção postural. 
 
A pele é o maior órgão do corpo humano, esta dotada de muitas 
terminações nervosas livres, dentre elas encontramos grande quantidade de 
exteroceptores como por exemplo, os órgãos de Ruffini e Discos de Merkel 
atuando também como mecanorreceptores, eles são extremamente sensíveis. 
Por exemplo em uma cicatriz anterior de tronco provoca uma projeção anterior 
 
 
 20 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
do corpo buscando relaxar o estiramento do exteroceptor, a fim de que haja um 
ajustamento no tônus muscular. 
 
A pele é um dos maiores órgãos do corpo humano exposto ao meio 
ambiente, está sujeita a uma troca continua de informações. Quanto este sistema 
de entrada é perturbado por uma cicatriz, sua função e capacidade de interação 
com o ambiente interno e externo ficam prejudicadas. 
 
Algumas dicas podem ser importantes no momento de avaliar se a 
cicatriz é tóxica (patologica) ou não. 
Aspectos de uma cicatriz normotrófica: 
 Coloração: próxima ao tom da pele. 
 Textura fina. 
 Aspectos de uma cicatriz tóxica: coloração: tons de vermelho, variando 
entre tons claros e escuros – e acastanhado; 
 Retrações; 
 Quelóides; 
 Alto relevo; 
 Trofismo: atrófica, hipertrófica. 
Tópico III: Avaliação Postural 
 
 
AULA 1: Desenvolvimento Postural 
 
 
 
 Curvas primárias da coluna vertebral; 
 Curvas Secundárias da coluna vertebral; 
 Alterações posturais com a idade. 
 
 
 
 21 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 
 
Figura 1 - Alterações Posturais com a idade 
 
 
 
Figura 2 
 
 
AULA 2: Definição de Postura / Postura Padrão 
 
 
 “Postura é um composto das posições das diferentes articulações do 
corpo num dado momento. A postura correta é a posição na qual um 
mínimo de estresse é aplicado em cada articulação” (Magee, 2002). 
 
 
 22 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 “A postura correta consiste no alinhamento do corpo com eficiências 
fisiológica e biomecânicas máximas, o que minimiza os estresses e as 
sobrecargas sofridas ao sistema de apoio pelos efeitos da gravidade” 
(Palmer & Apler, 2000). 
 A “Postura Padrão” refere-se a uma postura “ideal” ao invés de uma 
postura média; 
 O alinhamento esquelético ideal utilizado como padrão é consiste com 
princípios científicos válidos, envolve uma quantidade mínima de esforço 
e sobrecarga, e conduz à eficiência máxima do corpo. 
 
 
 
Figura 3 - Alinhamento Esquelético Ideal 
 
 
AULA 3: Análise da Postura 
 
 
 Envolve a identificação e a localização dos segmentos corpóreos relativos 
a linha de gravidade; 
 A avaliação postural deve determinar se um segmento corporal ou 
articulação desvia-se de um alinhamento postural ideal. 
 
 
 
 23 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 
Figura 4 - Planos Sagital / Frontal / Transversal 
 
Tipos Corporais 
 
 Ectomórfico; 
 Mesomórfico; 
 Endomórfico. 
 
Vista Lateral: Alinhamento ideal 
 Na vista lateral, a linha de referência vertical, divide o corpo em secções 
anterior e posterior de igual peso; 
 Na vista lateral, o ponto de referência fixo é levemente anterior ao maléolo 
externo e representa o ponto básico do plano médio-coronal do corpo em 
alinhamento ideal. 
 
 
 
 24 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 
 
 
 Figura 5 - Vista Lateral 
 
 
Vista Posterior: Alinhamento ideal 
 
 Na vista posterior, a linha de referência vertical, divide o corpo em secções 
direita e esquerda; 
 Na vista posterior, o ponto fica a meio caminho entre os calcanhares e 
representa o ponto básico do plano médio sagital do corpo em 
alinhamento ideal. 
 
 
 
 25 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 
 
 Figura 6 - Vista Posterior 
 
História Clínica 
 Qual é a idade do paciente? Qual é a ocupação? 
 Há um histórico de traumatismo? 
 Se houver um histórico de trauma, foi uma postura específica, postura 
sustentada ou uma postura repetitiva? 
 A família tem qualquer histórico de problemas na coluna? 
 Existe antecedente de doença, cirurgia ou lesões graves que tenham 
ocorrido com o paciente? 
 O sapato faz diferença para a postura ou os sintomas do paciente? 
 Se uma deformidade estiver presente, ela é progressiva ou estacionária? 
 Qual é a natureza, extensão, tipo e duração da dor? 
 Existem posturas ou ações que aumentam ou diminuam a dor? 
 O que o paciente é capaz de fazer funcionalmente? 
 Qual a atividade ou lazer habitual do paciente? Que atividades agravam 
e aliviam a dor? 
Avaliação Postural 
 
 Abordagem organizada e sistemática; 
 O paciente deve sentir-se à vontade e evitar rigidez e posições não-
naturais; 
 Deve ser visualizado o equilíbrio global do corpo; 
 O fio de prumo situa-se no ponto ântero-posterior anterior ao maléolo 
lateral e, para os desvios laterais, entre os calcanhares. 
 
 
 26 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 É importante verificar as alterações de tempos em tempos para certificar-
se dos dados, se a posição não mudou, porque o paciente pode "corrigir" 
sua alteração momentaneamente. 
 
Vista Lateral 
Articulações dos tornozelos:( ) Preservado; ( ) Aumentado D/E; ( ) Diminuído D 
/ E. 
 
Articulações dos joelhos: 
( ) Alinhados; 
( ) Fletidos D / E; 
( ) Hiperestendidos D / E. 
 
Articulações dos quadris: 
( ) Alinhada; 
( ) Fletida D / E; 
( ) Estendida D / E. 
 
Pelve: 
( ) Alinhada; 
( ) Com anteversão; 
( ) Com antepulsão; 
( ) Com retroversão; 
( ) Com retropulsão. 
 
Alinhamento do Tronco: 
( ) Alinhado; 
( ) Rotação de cintura escapular D / E ; 
( ) Rotação de cintura pélvica D / E; 
( ) Rotação de cintura escapular e pélvica D / E. 
 
Coluna Lombar: 
( ) Curvatura normal; 
( ) Aumento da lordose; 
( ) Retificação da lordose; 
( ) Aumento da lordose toráco-lombar. 
 
Coluna Torácica: 
( ) Curvatura normal; 
( ) Aumento da cifose; 
 
 
 27Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
( ) Retificação da cifose. 
 
Articulação do cotovelo: 
( ) Alinhada; 
( ) Aumento da flexão D / E 
 
 Articulações dos ombros: 
( ) Alinhados; 
( ) Com protração D / E; 
( ) Com retração D /E; ( ) Com rotação medial D / E; 
( ) Com rotação lateral D / E. 
 
Coluna Cervical: 
( ) Curvatura normal; 
( ) Aumento da lordose; 
( ) Retificação da lordose. 
 
Cabeça: 
( ) Alinhada; 
( ) Com protração; 
( ) Com retração. 
 
 
Figura 7 - Protração / Retração 
 
Vista Posterior 
Articulações dos tornozelos: 
( ) Alinhadas; 
( ) Com varo D / E; 
 
 
 28 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
( ) Com valgo D / E. 
 
Retropé: (Tendão de Aquiles) 
( ) Alinhado; 
( ) Desalinhado. 
 
Apoio do retropé: 
( ) Apoio homogêneo no bordo medial e lateral; 
( ) Maior apoio em bordo medial D / E; 
( ) Maior apoio em bordo lateral D / E. 
 
Articulações do joelho 
( ) Alinhadas; 
( ) Com valgo D / E; 
( ) Com varo D / E. 
 
 
 
 
 
 Figura 8 - Joelho Varo / Valgo 
 
Espinhas ilíacas pósterosuperiores (EIPS): 
( ) Alinhadas; 
( ) Desalinhadas mais alta D / E; 
 
Altura das cristas ilíacas: 
( ) Alinhadas; 
 
 
 29 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
( ) Desalinhadas mais alta D / E. 
 
Coluna Lombar: 
( ) Alinhada; 
( ) Convexidade D / E. 
 
 
Coluna Torácica: 
( ) Alinhada; 
( ) Convexidade D / E. 
 
Ângulos inferiores da escápula: 
( ) Alinhados; 
( ) Desalinhados mais alto D / E. 
 
Posição das escápulas: 
( ) Alinhadas; 
( ) Alada (s) D / E; 
( ) Abduzida D / E; 
( ) Aduzida D / E. 
 
 
 
 
 
 Figura 9 - Escoliose 
 
 
 30 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
Fig 
ura 
10 
 
 
 
Dist ânci a entr e bordo medial da escápula e coluna vertebral: 
( ) Simétrica; 
( ) Assimétrica (D: .......cm e E: cm). 
 
Triângulo de Tales: 
( ) Simétrico; 
( ) Maior D / E; 
 
Articulações dos ombros: 
( ) Alinhados; 
( ) Ombro mais alto D / E; 
 
 
 
 
 Figura 11 
 
Coluna Cervical: 
( ) Alinhada; 
( ) Convexidade D / E. 
 
 
 
 
 31 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
Cabeça: 
( ) Alinhada; 
( ) Inclinação lateral D / E; 
( ) Rotação D / E; 
 
Vista Anterior: 
Hálux: 
( ) Alinhado; 
( ) Valgo D / E; 
 
Antepé: 
( ) Alinhado; ( ) Abduzido D / E, 
( ) Aduzido D / E. 
 
Arco longitudinal medial: 
( ) Plano D / E; 
( ) Cavo D / E; 
 
Apoio do antepé: 
( ) Apoio homogêneo no bordo medial e lateral; 
( ) Maior apoio em bordo medial D / E; 
( ) Maior apoio em bordo lateral D / E. 
 
 
Articulações dos joelhos: 
( ) Alinhada; 
( ) Valgo D / E - Distância entre maléolos internos: cm; 
( ) Varo D / E - Distância entre côndilos internos .. cm; 
 
Patelas: 
( ) Alinhadas; 
( ) Patela mais alta D / E; 
( ) Patela rodada lateralmente (rotação lateral do fêmur); 
( ) Patela rodada medialmente (rotação medial do fêmur). 
 
Espinhas ilíacas ântero-superiores (EIAS): 
( ) Alinhadas; 
( ) Desalinhadas mais alta D / E; 
 
Alturas das cristas ilíacas: 
( ) Alinhadas; 
( ) Desalinhadas mais alta D / E; 
 
 
 32 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 
Alinhamento do Tronco: 
( ) Alinhado; 
( ) Rotação de cintura escapular D / E ; 
( ) Rotação de cintura pélvica D / E; 
( ) Rotação de cintura escapular e pélvica D / E. ( ) Inclinação lateral D 
/ E. 
 
Tórax: 
( ) Simétrico; 
( ) Assimétrico. 
 
Articulações dos ombros: 
( ) Alinhados; 
( ) Ombro mais alto D / E ; 
( ) Rotação medial D / E; 
( ) Rotação lateral D / E. 
 
Cotovelos: 
( ) Alinhados; 
( ) Aumento da flexão D / E; 
( ) Hiperextensão D / E. 
 
Clavículas: 
( ) Simétricas; 
( ) Clavícula mais horizontalizada D/E; 
( ) Clavícula mais verticalizada D/E. 
 
Fossas Supraclaviculares: 
( ) Simétricas; 
( ) Assimétricas - aumentada D / E; 
 
Cabeça: 
( ) Alinhada; 
( ) Inclinação lateral D / E; ( ) Rotação D / E. 
 
Flexão de Tronco: 
 Teste de Flexibilidade: Schober e Stibor / 3° dedo ao chão. 
 Medição de Comprimento de Membros Inferiores. 
 
 
 33 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 
 
 Figura 12 
 
 
 
 Figura 13 - Flexão de Tronco 
 
Principais causas de uma postura incorreta 
 Traumatismo; 
 Patologias que limitam a perda funcional da força muscular e a 
mobilidade; 
 Hábitos de postura viciosa; 
 Fraqueza muscular; 
 Atitude Mental; 
 Hereditariedade; 
 Indumentária Inadequada 
 
Alterações Posturais / Desvios do Alinhamento Ideal 
 Hiperlordose / Retificação da Lordose; 
 Aumento da Cifose Torácica / Retificação da Cifose; 
 
 
 34 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 Escoliose. 
 
 
 
 Figura 14 
 
Podemos concluir que o objetivo principal da avaliação postural é 
identificar os desequilíbrios mais evidentes a fim de evitar prescrição de 
exercícios que possam vir a acentuar esses desequilíbrios. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 35 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 
REFERÊNCIAS 
 
 
Lapierre, A. A reeducação física: cinesiologia, reeducação postural, reeducação 
psicomotora. v. II. São Paulo: Manole; 1982. 
 
Asher, C. Variações de postura na criança. São Paulo: Manole; 1976. 
 
Braccialli, l. M.; Vilarta, r. Aspectos a serem considerados na 
elaboração de programas de prevenção e orientação de problemas posturais. 
Revista Paulista de Educação Física, São Paulo; 2000. v. 14, n.1, p. 16-28, 
jan./jun. 
 
Tribastone F. Tratado de exercícios corretivos aplicados à reeducação 
motora postural. São Paulo: Manole; 2001. 
 
Kisner C, Colby LA. Exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas. 
4a ed. 
São Paulo: Manole; 2005. 
 
Kendall FP, McCreary EK, Provance PG. Músculos: provas e funções. 
4a ed. 
São Paulo: Manole; 1995. 
 
Gomes de Sá S. A. Biometria em educação física. São Paulo: McGraw-
Hill do Brasil; 1975. 
 
Bricot B. Posturologia. São Paulo: Ícone; 1999. 
 
Madeira F. Análise do comportamento postural: Estudo posturográfico 
ortostático da influência de diferentes tipos de indução sensorial em indivíduos 
com experiência motora diferenciada. Lisboa: ISEF; 1996. 
 
 
 
 36 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
Knoplich J. Viva bem com a coluna que você tem: dores nas costas, 
tratamento e prevenção. São Paulo: Ibrasa; 1995. 
 
Magee D J. Avaliação Postural In: Magee DJ. Disfunção 
Musculoesquelética. 
3ª edição, São Paulo: Manole:, 2002, p.105-157. 
 
 
Kendall FP; McCreary EK; Provance PG. Postura: alinhamento e 
equilíbrio muscular. In: Kendall FP; McCreary EK; Provance PG. Músculos 
Provas e Funções. 4ªedição, São Paulo: Manole,1995, p.69-118. 
 
 
Kendall FP; McCreary EK; Provance PG. Escoliose. In: Kendall FP; 
McCreary EK; Provance PG. Músculos Provas e Funções. 4ªedição, São Paulo: 
Manole,1995, p.121-129. 
 
 
Bienfait M. Fisiologia, patologia e tratamento fisioterápico. São Paulo: 
Summer, 1995. 
 
 
Daniel L, Worthingham C. Análise e avaliação do alinhamento 
corporal. In: Daniel L.; Worthingham C. Exercícios terapêuticos para 
alinhamento e função corporal. 2ª edição, SãoPaulo: Manole, 1983, p.1-36. 
 
 
Palmer, LM.; Epler, ME. Postura. In: Palmer, LM; Epler, ME. 
Fundamentos das Técnicas de Avaliação Musculoesquelética. 2 edição, São 
Paulo: 
Guanabara Koogan, 2000, p.42-62., pp.195- 212. 
 
Guyton AC, Hall JE. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan; 2002. 
 
 
 37 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 
Magazoni VS. Estudo correlacional entre a expansibilidade da caixa 
torácica e a capacidade vital pulmonar nos indivíduos portadores e não 
portadores de espondilite anquilosante [Dissertação]. Uberlândia: UNIT (Centro 
Universitário do Triângulo); 2000. 
 
Ricieri DV. Quantificação angular do movimento tóraco-abdominal, 
durante a ventilação tranquila, através da Fotogrametria Computadorizada. 
[Dissertação]. 
Uberlândia: UNIT (Centro Universitário do Triângulo); 2000. 
 
Kendall F, McCreary EK, Provance PG. Músculos provas e funções. 
São Paulo: 
Manole; 1995. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 38 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
 
SUA ATIVIDADE 
 
 
 
1) ‘’cada indivíduo apresenta características individuais de postura que podem 
vir a ser influenciada por vários fatores: anomalias congênitas e/ou adquiridas, 
má postura, obesidade, alimentação inadequada, atividades físicas sem 
orientação e/ou inadequadas, distúrbios respiratórios, desequilíbrios 
musculares, frouxidão ligamentar e doenças psicossomáticas’’. Essa afirmativa 
está: 
a) correta 
b) incorreta 
 
2) para a avaliação postural podemos utilizar alguns materiais para melhor 
avaliar os alunos/clientes submetidos ao programa de atividades reeducativas: 
a) objetivos: uso de US (solicitada pelo médico que acompanha o programa), 
fotografia. Subjetivos: uso do tato e da visão, observando o aluno/cliente de 
costas, perfil direito, perfil esquerdo, frente e antero-flexão, à frente do 
simetrógrafo. 
b) objetivos: uso de radiografia (solicitada pelo médico que acompanha o 
programa), fotografia. Subjetivos: uso somente da visão, observando o 
aluno/cliente de costas, perfil direito, perfil esquerdo, frente e antero-flexão, à 
frente do simetrógrafo. 
c) objetivos: uso de radiografia (solicitada pelo médico que acompanha o 
programa), fotografia. Subjetivos: uso do tato e da visão, observando o 
aluno/cliente de costas, perfil direito, perfil esquerdo, frente e antero-flexão, à 
frente do simetrógrafo. 
d) objetivos: uso de eletrocardiograma (solicitada pelo médico que acompanha o 
programa), fotografia. Subjetivos: uso somente do tato, observando o 
aluno/cliente de costas, perfil direito, perfil esquerdo, frente e antero-flexão, à 
frente do simetrógrafo. 
 
3) complete as lacunas abaixo: 
‘’ devemos observar nosso aluno/cliente _______________ como um 
todo, pois um desequilíbrio postural ____________ se apresenta de forma 
isolada, portanto, devemos estabelecer critérios de adaptação morfológica e 
 
 
 39 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
funcional quanto ao _____________ e a coordenação dos movimentos do 
corpo’’. 
a) globalmente; jamais; equilíbrio 
b) isoladamente; sempre; desequilíbrio 
c) globalmente; jamais; desequilíbrio 
d) isoladamente; sempre; equilíbrio 
 
4) ‘’ é muito importante que seu aluno/cliente saiba que você estará observando-
o na marcha, pois isto poderá estar interferindo em uma marcha mais natural e 
seu aluno acabar escondendo, mesmo que inconsciente algum problema que 
possa estar iniciando’’. Essa afirmativa está: 
a) correta 
b) incorreta 
 
5) quais das alternativas abaixo NÃO fazem parte dos critérios para uma a 
avaliação postural estática: 
a) posição do indivíduo: posicionaremos o indivíduo de forma que consigamos 
dar a volta por seu corpo. Não devemos mexe-lo durante a avaliação para não 
alterarmos suas influencias tônicas. 
b) posição do profissional: devemos nos posicionar exatamente na linha média 
do avaliado para que não haja nenhum tipo de interferência visual. 
c) início: começamos com o indivíduo em pé, da maneira mais confortável 
possível e sempre começamos nossa análise de baixo para cima. 
d) tempo: devemos demorar o tempo necessário, sem se preocupar com 
horários. Também é preciso explicar ao avaliado que todos temos assimetrias, 
nosso objetivo é tentar deixar o avaliado o menos constrangido possível. 
 
6) a análise da postura envolve: 
a) a identificação e a localização dos segmentos corpóreos relativos a linha de 
gravidade 
b) posicionarmos o indivíduo de forma que consigamos dar a volta por seu 
corpo 
c) posicionar exatamente o cliente na linha média do avaliado para que não haja 
nenhum tipo de interferência visual 
d) posicionamento da coluna cervical, se a mesma se encontra translada, ou 
inclinada para alguns dos lados. 
 
7) quais são os 3 tipos corporais? 
a) ectomórfico; mesomórfico e perimórfico 
b) ectomórfico; mesomórfico e endomórfico 
c) ectomórfico; anomórfico e endomórfico 
 
 
 40 
 Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com 
(31) 3270 4500 
d) mórfico; mesomórfico e endomórfico 
 
8) dentre as alternativas abaixo qual NÃO faz parte das principais causas de uma 
postura incorreta: 
a) traumatismo 
b) patologias que limitam a perda funcional 
c) fraqueza muscular 
d) atividade física 
 
9) na avaliação dos pés começaremos nossa análise pela avaliação dos arcos 
plantares que são dois: 
a) arco longitudinal e arco medial 
b) arco longitudinal e arco transversal 
c) arco proximal e arco transversal 
d) arco distal e arco transversal 
 
10) ‘’ será responsável por girar a tíbia em rotação interna colocando os tibiais 
em ação, levando o pé para a adução’’. Qual dos músculos abaixo é responsável 
por essa ação: 
a) sartório 
b) tibiais 
c) fibulares 
d) quadriceps

Mais conteúdos dessa disciplina