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LISTA DE MEDICAMENTOS PADRONIZADOS PELO SUS. MEDICAMENTOS: Analgésicos E Antipiréticos DIPIRONA O que é? Analgésico, antipirético, antitémico, Nome Similar ou genérico: Dipirona sódica; dipirona magnesiana; metamizol(outro nome genérico); pirazolona] Para que serve? Dor e febre Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Uso Oral: Adultos e adolescentes acima de 15 anos De 500 mg a 75 mg por dose, até 4 doses por dia Crianças ( atenção: crianças com menos de 3 meses de idade ou com menos de 5 kg de peso não devem receber dipirona). 10 mg por kg de peso corporal por dose, até 4 doses por dia. Uso Retal: (supositórios) Adultos e adolescentes acima de 15 anos 1000 mg por dose, até 3 vezes por dia. Uso Injetável: Adultos e adolescentes acima de 15 anos 500 mg a 750 por dose, até 4 doses por dia; para administração via intramuscular ou intravenosa lenta (1 ml/ minuto). Crianças acima de 1 ano de idade (Atenção: crianças acima de 3 meses e com menos de 1 ano de idade não devem receber dipirona por via intravenosa). 10 mg por kg de peso corporal por dose, até 4 doses por dia, para administração via intramuscular ou intravenosa lenta ( 1 ml/minuto). Forma de ação no organismo: É o sulfonato sódico da aminopirina e tem propriedades semelhantes. A aminopirina é um antiinflamatório não esteróide. Cuidados Especiais: Gravidez:Não usar Amamentação: não amamentar até 48 horas após o uso do produto. Não usar o produto nas seguintes condições: Asma , deficiência de glicose-6-fosfato-desidrogenase; crianças com menos de 3 meses de idade ou com menos de 5 kl de peso; crianças com menos de 1 ano de idade (intravenosa); crianças com menos de 4 anos ( supositório); hipersensibilidade a derivados pirazolônicos; infecção respiratória crônica; porfíria; reação alérgica a drogas. Avaliar riscos x Banefícios Problemas no sangue Reaçõe que podem ocorrer Ataques de asma em pacientes predispostos, diminuição acentuada de células sanguineas denominadas granulócitos; Atenção com outros medicamentos. Este produto: Pode aumentar a ação do álcool; Pode diminuir a ação de: ciclosporina; Pode sofrer ou provocar aumento das reações adversas com: clorpromazina. Outras considerações importantes: Não ingerir bebida alcoólica; Cuidado ao dirigir ou executar tarefas que exijam atenção; Não usar a solução oral em diabéticos, por conter açúcar; Durante o tratamento a urina adquire um tom avermelhado; Não deve ser tomada em altas doses ou por períodos prolongados, sem controle médico; O uso em casos de amigdalite ou qualquer outra afecção da bucofaringe deve merecer cuidado redobrado: esta afecção pré existente pode mascarar os primeiros sintomas de diminuição acentuada de células sanguíneas denominadas granulócitos( angina agranulocítica), ocorrência rara, mas possível, quando se faz uso de produto que contenha dipirona. Procedimentos de Enfermagem: A medicação deve ser administrada conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento médico, ainda que o cliente alcance melhora. A medicação não deve ser usada em doses altas ou durante períodos prolongados sem controle médico. A resposta terapêutica, nos casos de dor ou febre, pode ser observada geralmente em 30min., após a administração. Informe ao cliente as reações adversas mais freqüentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante a ocorrência de qualquer uma delas, principalmente desconforto respiratório como também aquelas incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Recomende que o cliente informe ao médico o esquema de medicação anterior ao tratamento ou à cirurgia. PARACETAMOL O que é? É um analgésico e antitérmico . Nome similar ou genérico: Acetofen, Calpol, Dôrico, Dorico Flash, Emsgrip, Febralgin, Paralgen, Sonridor, Tylenol, Vick Pyrena Para que serve? Dor ; dor pós cirúrgica (em odontologia); febre. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Via Oral Adultos e crianças acima de 12 anos: 500 a 1000 mg, 3 ou 4 vezes por dia. Atenção: não ingerir mais do que 4g por dia. Em tratamento prolongado a dose diária não deve ser maior do que 2,6 g. Crianças acima de 12 anos: 10mg por kg de peso corporal (máximo de 230 mg por dose) 3 ou 4 vezes por dia, com intervalos de 4 a 6 horas. Forma de ação no organismo: Reduz a febre por ação no sistema nervoso central( no centro hipotalâmico da febre) Bloqueia a dor por ação periférica, inibindo a ciclo-oxigenase (COX) prostaglandinas. Não tem ação antiinflamatória. Cuidados Especiais: Amamentação: excretados em pequenas quantidades no leite; problemas não documentados. Avaliar riscos x Benefícios: Alcoólatras; anemia; doenças cardiovascular; doenças gastrintestinal; diminuição da função do fígado; diminuição da função renal; idosos; infecção viral. Efeitos Colaterais: Alterações do humor; anemia hemolítica; cansaço; coceira; cólica abdominal; confusão mental; dano ao fígado; diarréia; dificuldade dificuldade ou dor para urinar; diminuição da quantidade de urina;dor abdominal; febre; fraqueza; diminuição da glicose no sangue; cor amarelada na pele ou nos olhos; inflamação da garganta sem causa aparente; náusea; paralisia repentina; perda do apetite; sangramento; urina escura ou com sangue; urticária; vermelhidão na pele; vômito. Atenção com outros medicamentos: Este produto: Pode ter sua ação diminuída por: carvão ativado. Pode sofrer ou provocar aumento das reações adversas com:álcool; barbiturado; carbamazepina; hidantoina; rifampicina; sulfimpirizona. Pode aumentar o risco de problemas no fígado com o uso crônico de álcool. Procedimento de Enfermagem: Instrua o paciente a tomar a medicação exatamente como recomendado e a não interromper o tratamento, sem o conhecimento do médico. Anteriormente à administração , verifique se o paciente apresenta qualquer reação de hipersensibilidade à droga, ao acido acetilsalicílico ou aos outroa AINEs, como também disfunções hepática e renal e história de alcoolismo. Certifique-se de que a paciente não esteja grávida ou amamentando. Informe ao paciente as reações adversas mais frequentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante da ocorrência de qualquer uma delas, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Durante a terapia, observe se o paciente apresenta reações adversas e, diante da ocorrência de qualquer uma delas, suspenda o uso da medicação e comunique imediatamente o médico. ANTIÁCIDOS OMEPRAZOL O que é? Antiulceroso; Nome Similar ou genérico: Bioprazol, Estomepe, Fegran, Gasec, Gaspiren, Gastriun, Gastrozol, Klispel, Lomepral,Loprazol, Losaprol,Losar, Losec, Lozap,Mepraz, Meprazan, Mezopran, Omep, Omeprasec,Omeprazin, Omepratec, Peprazol, Pepsicaps, Ulcefor, Ulcozol Ulgastrin, Victrix Para que serve? Esofagite de refluxo; síndrome de Zöllinger-Ellison; úlcera duodenal e úlcera do estômago Como deve ser usado, ou seja , vias de administração; Uso Oral Imediatamente antes das refeições Doses superiores a 80 mg por dia devem ser dividas em duas tomadas Engolir inteiro; não mastigar ou abrir as cápsulas. Procurar tomar sempre a mesma hora , todos os dias Adultos: Úlcera ou esofagite de refluxo; 20 mg, uma vez por dia, ante do café da manhã Ùlcera duodenal : tomar o produto durante duas semanas podendo continuar se houver necessidade. Esofagite de refluxo: Tomar o produto durante 4 semanas podendo continuar por mais 4 semanas se houver necessidade. Se necessário, a dose diária inicial poderá ser aumentada para 40 mg em dose única e a duração do tratamento dobrada(4 semanas para úlcera duodenal e 8 semanas para úlcera gástrica e esofagite de refluxo). A dose de manutenção é de 20 mg por dia ( úlcera do estomago) e 10 mg por dia (úlcera duodenal e esofegite de refluxo). Sindrome de Zöllinger – Ellison: Iniciar com 60 mg por dia , em dose única, antes do café da manhã, pelo tempo que for clinicamente necessário . Prevenção( ùlcera péptica ou esofagite de refluxo): 10 mg por dia antes do cafpe da manhã. Crianças: Eficáciase segurança não estabelecidas. Uso Injetável: Adultos 40 mg por via intravenosa proporcionará uma redução de cerca de 90% da acidez gástrica durante 24 horas Crianças: eficácia e segurança não estabelecidas Administação: Via intravenos direrta; infusão intravenosa Forma de ação no organismo: È um inibidor seletivo e irreversível da bomba do prótons . Inibe a secreção ácida mediada por estímulos centrais e periféricos. Cuidados especiais: Gravidez: não há estudos adequados em mulheres. Amamentação: não se sabe se é excretado no leite; pelo risco potencial de efeitos adversos nas crianças, não amamentar. Não usar o produto nas seguinte condições: Cancer de estômago Avaliar riscos X benefícios Disfunção hepática e disfunção renal Atenção com outros medicamentos: Este produto: Pode aumentar a ação de : diazepam; fenitoina; anti coagulantes orais; varfarina Efeitos colaterais: Constipação intestinal, diarréia, dor abdominal;dor de cabeça; náuseas; tonturas , vômitos . Procedimentos de enfermagem: Instrua o paciente a tomar a medicação exatamente conforme recomendado e a não interromper o tratamento, sem conhecimento do médico, ainda que alcance melhora. A medicação não deve ser usada durante a gestação. Recomende à paciente o emprego de métodos contraceptivos durante a terapia. Hidróxido de alumínio O que é? Antiácido Nome similar ou genérico: Aziran; fluagel Para que serve? Acidez gástrica; duodenite; esofagite; gastite; hérnia de hiato; úlcera péptica Como deve ser usado, ou seja, vias de administação: Uso Oral No intervalo entre as refeições e ao deitar. Adultos: 300 a 600 mg 4 a7 vezes por dia. Forma de ação no organismo Neutraliza a acidez gástrica. Cuidados especias: Risco na gravidez: não há estudoscontrolados Amamentação: Problemas não documentados; embora os antiácidos possam passar para o leite materno,geralmente as concentrções não prejudica a criança. Não usar o produto nas seguintes condições: Crianças menor de 6 anos; diminuição de fosfato no sangue; obstrução intestinal Avaliar riscos X benefícios; Apendicite; constipação; diarréia crônica; doença de Alzheimer; hemorróidas insuficiência renal; obstução gástrica e sangramento gastrintestinal. Efeitos Colaterais: Constipação intestinal. Procedimentos de Enfermagem: Instrua o cliente a tomar a medicação, exatamente conforme recomendado, e a não interromper o tratamento, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance melhora. Informe ao cliente as reações adversas mais freqüentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante a ocorrência de qualquer uma delas, principalmente aquelas incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser comunicado imediatamente. A medicação pode causar constipação. Relate a quantidade e a consistência das fezes. Solicite ao médico, conforme necessário, a prescrição de um laxativo. Recomende ao cliente que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento do médico, durante a terapia. Durante terapias prolongadas, monitorize:os níveis de fosfato; os sintomas de hipofosfatemia (anorexia, fraqueza muscular). Interações medicamentosas: atenção durante o uso concomitante de outras drogas. Via Oral: comprimidos – ingerir com meio copo de água, entre as refeições e ao deitar; suspensão – agite bem antes de usar. Ranitidina O que é? Antiulceroso Nome similar ou genérico: Label; logat; piloride; ranindin; ranitil; ucoren; zadine; zylium; Para que serve? Esofagite de refluxo; síndrome Zöllinger –Ellison; úlcera do estômago; ùlcera duodenal Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Uso Oral: Não tomar antiácido que contenha magnésio junto com a ranitidina Comprimido esfervecente : dissolver completamente em água antes de ingerir Adultos Ùlceras do estomago; úlcera pós- operatório:150 mg 2 vezes por dia, ou 300 mg em dose única a noite.Prevenção da úlcera duodenal: 150 mg 2 vezes por dia, junto com a medicação antiinflamatória não esteróide. Ùlcera Duodenal 300 mg 2 vezes por dia durante 4 semana. Depois 150 mg ao deitar, como manutenção ,por mais 4 semanas. Esofagite de refluxo 150 mg, 2 vezes por dia ou 300 mg a noite nos casos mais severos, 150 mg, 4 vezes por dia durante 8 semanas. Sindrome de Zöllinger – Ellison: 150 mg 3 vezes por dia se necessário, aumentar a dose 6 g por dia. Idosos: Problemas específicos não documentados Crianças: Ùlcera gástrica ou duodenal:2 a 4 mg por kg de peso por dose, 2 vezes por dia não ultrapassar 300 mg por dia. Esofagite de refluxo:2 a 8 mg por kg de peso por dose, 3 vezes ao dia. Uso injetável: Administração:via intramuscular; via intravenosa direta; e infusão intavenosa. Forma de ação no organismo: Inibe a produção de secreção ácida, ligando-se aos receptores H2 da histamina nas células parientais do estomago. Cuidados especias: Risco na gravidez:não há estudos adequedos em mulheres Amamentação:excretado no leite; problemas não documentados Não usar o produto nas seguintes condições: dieta restritiva de sal (no caso de comprimidos esfervescente). Avaliar risco X benefícios: Debilitados; idosos; insuficiênsia hepática; insficiencia renal; pacientes que esteja sob diálise; pacientes que façam o uso de drogas antiinflamatórias não esteróides ( especialmente idosos) Reações que pode ocorrer:(avise seu médico) Coceira ou queimação no local da injeção: dor de cabeça; e dor no local da injeção. Atenção com outros medicamentos: este produto: Pode ter sua ação diminuída por: antiácido, sucralfato. Pode aumentar a ação de : procainamida; sulfonilureia; varfarina; álcool; fenitoina; nifedipina; teofilina Pode diminuir a ação de : cetoconazol, itraconazol. Pode ocorrer ou provocar aumento nas reações adversae com: depressores da medula óssea Outras considerações importante : Evitar fumar; bebidas alcoólicas, alimentos que irritem o aparelho digestivo; ácido acetilssalicilico ; bebidas que contenham cafeína. Efeitos colaterais. Distúrbios do sangue e sistema linfático Muito raro: leucopenia, trombocitopenia. Usualmente reversíveis. Agranulocitose ou pancitopenia, algumas vezes com hipoplasia medular ou aplasia medular. Distúrbios do sistema imune Raro: reações de hipersensibilidade (uricária, edema angioneurótico, febre, broncoespasmo, hipotensão e dor no peito). Muito raro: choque anafilático. Esses eventos foram relatados após uma única dose. Distúrbios psiquiátricos Muito raro: confusão mental, depressão ou alucinação (reversiveis). Estes sintomas foram relatados predominantemente por pacientes gravemente enfermos e idosos. Distúrbios do sistema nervoso Muito raro: cefaléia (por vezes severa), vertigem e movimentos involuntários reversíveis. Distúrbios oculares Muito raro: visão turva reversível. Distúrbios cardíacos Muito raro: assim com outros receptores antagonistas H2 , bradicardia, bloqueio átrio-ventricular. Distúrbios vasculares Muito raro: vasculite. Distúrbios gastrointestinais Muito raro: pancreatite crônica, diarréia. Distúrbios hepato-biliares Raro: mudanças transitórias e reversíveis nos exames de função hepática. Muito raro: hepatite (hepatocelular, hepatocanalicular ou mista), com ou sem icterícia. Esses sintomas são normalmente reversíveis. Distúrbios da pele e tecidos subcutâneos Raro: erupções cutâneas. Muito raro: eritema multiforme, alopecia. Distúrbios músculo-esqueléticos e articulares Muito raro: dores articulares e mialgia. Distúrbios renais e do trato urinário Muito raro: nefrite aguda intersticial. Distúrbios do sistema reprodutor e da mama Muito raro: impotência reversível, e alterações no peito (nos homens). Procedimentos de enfermagem: Instrua o paciente a tomar a medicação conforme recomendado e a não interromper o tratamento, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance melhora; A medicação não deve ser administrada durante a lactação; A medicação deve ser administrada durante as refeições e antes de dormir; Durante a terapia, o paciente deverá receber hidratação adequada; Na presença de reações adversas hepáticas ou renais, a dosagemdeverá ser reduzida; Informe ao paciente sobre o possível ocorrência de alopecia . Informe ao paciente as reações adversas mais freqüentemente relacionadas ao uso da medicação e que, durante da ocorrência de qualquer uma delas, o médico deverá ser comunicado imediatamente; Recomende que o paciente evite tabagismo para evitar para evitar qualquer interferência na cicatrização ou diminuição do efeito da droga; Pode causar tontura e sonolência. Recomende que o paciente evite dirigir e outras atividades que requerem estado de alerta, durante a terapia; Recomende que o paciente evite o consumo de bebidas alcoólicas ou cafeinados ( chá,café e refrigerantes), como também de medicamentos que contenham ácido acetilsalicílico, durante terapia. Dilua 50mg em 20ml de soro fisiológico 0,9% e infunda em 5min; infusão continua: dilua 50mg em 100ml de soro glicosado 5% e infunda em 15-20min; após a diluição (soros fisiológico 0,9% ou glicosado 5%), a solução se mantém estável durante 48h ( temperatura ambiente). Antialégicos Dexclorfeniramina O que é? antihistamínico. Nome similar ou genérico: Alermine, Expectamin F, Polaramine Para que serve? Atua competitivamente com a histamina, bloqueando os receptores histaminérgicos H, das células efetoras. Efeitos antiprutídicos e sedativos. Como deve ser usado? Uso Via Oral. Início da ação: 15-30min.; nível sanguíneo: 3h; distribuição: atravessa a barreira placentária e é excretada no leite materno; metabolismo: fígado; eliminação:urina; meia-vida: 12-15h. Alivio dos sintomas associados com renite alérgica perene e sazonal. Renite vasomotora. Conjuntivite alérgica. Angioedema e urticária. Eczemas alérgicos, dermatite atópica e de contato e pruridos de origem não-específica. Reações a drogas, soros, sangue e picadas de insetos.Terapia adjuvante em reações anafiláticas. Via Oral:(adultos e crianças > 12 anos):2mg ou 5ml, 4/4h ou 6/6h; ou 6mg pela manhã e ao deitar, casos mais resistentes-6mg, 8/8h. VO(crianças de 6-12 anos): 1mg ou 2,5ml, 4/4h ou 6/6h Via Oral:(crianças de 2-5 anos): 0,5mg ou 1,25ml, 4/4h ou 6/6h; não usar a apresentação. Formas de ação no organismo: Liga-se aos receptores H1 da histamina, antagonizando os seus efeitos. Cuidados Especiais: Riscos na gravidez: Não há estudos adequados em mulheres Amamentação:Excretado no leite em pequenas quantidades; risco de reações adversar na criança( irritabilidade, excitação); não amamentar. Não usar o produto na seguintes condições: Crianças com menos de 2 anos de idade; insuficiência hepática; história de intervalo QT prolongado (eletrocardiograma); pacientes que receberam IMAO ( inibidor da monoamina-oxidase) durante as 2 semanas anteriores. Avaliar riscos x benefícios: Diminuição de potássio no sangue, glaucoma de ângulo aberto ou fechado, hipertrofia potássica, idosos, ostrução da bexiga, retenção urinaria. Reações que podem ocorreravise seu médico): Alteração na mentruação; alucinação, aumento dos batimentos cadíacos, boca seca, cansaço ou fraqueza incomuns,,constipação intestinal,convulção,desordens de sono, diarréia, dor ao urinar; erupção na pele; estimulação; falta de apetite; fraqueza, inflamação na garganta ou febre,náusea, paupitação, pontada no peito, queda de pressão arterial, respiração curta, retenção urinária, sangramento ou hematoma incomum,sensibilidade a luz, sonolência, tontura, urina excessiva, urticária, vermelhidão no rosto, visão borrada, vomito, zumbido nos ouvidos. Atenção com outros medicamentos: Este produto pode: Pode aumentar os riscos de depressão do sistema nervoso central com: álcool, Pode aumentar a ação de: anticolinérgicos, outros medicamentos com atividade anticolinérgica. Pode aumentar intolerância a luz Outras considerações importantes: Cuidados ao dirigir ou executar tarefas que exijam atenção; Não ingerir bebida alcoólica Ingerir grande quantidade de liquidos. Para secura da boca, usar gomas ou chicletes sem açúcar. Efeitos colaterais: hipotensão, palpitação, bradicardia, taquicardia, extra-sistolia. Dermatológicas: urticária, rash, fotossensibilidade, sudorese. desconforto epigástrico, boca seca, aumento de apetite,náuseas, vômitos, diarréia ou constipação. freqüência ou retenção urinaria, disuria, alteração do ciclo menstrual, diminuição da libido. Hematológicas: anemia hemolítica, anemia hipoplástica, trombocitopenia, leucopenia, agranulocitose, pancitopenia. Metabólicas: aumento do peso. Respiratórias: espessamento de secreções bronquiais, tensão torácica, respiração ofegante, obstrução nasal, secura de garganta e nariz, dor de garganta. SNC: anorexia, sonolência, sedação, confusão, agitação, euforia, nervosismo, tontura, distúrbios da coordenação, fadiga, tremor, cefaléia, visão borrada, diplopia, vertigem, zumbido, labirintite aguda, histeria. Outras: choque anafilático. Procedimento de enfermagem: Recomende ao cliente o uso de protetores solares e de roupas mais adequadas para prevenir reações de fotossensibilidade. Diante o desenvolvimento de fotossensibilidadedurante a terapia. Instrua o cliente a tomar a medicação, exatamente conforme recomendado, e a não interromper o tratamento, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance melhora. Interações medicamentosas: atenção durante o uso concomitante de outras drogas. Informe ao cliente as reações adversas mais freqüentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante a ocorrência de qualquer uma delas, principalmente dificuldades respiratórias, alucinações, tremores, perda de coordenação, equimoses ou sangramento anormal, distúrbios visuais, batimentos cardíacos irregulares, retenção urinaria ou constipação, como também aquelas incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Os clientes idosos são mais suscetíveis à tontura, sedação, síncope e hipotensão. A medicação não deve ser usada em crianças prematuras ou recém-nascidas nem durante a gestação ou lactação. No caso de gravidez, ou, ainda, se a cliente estiver amamentação, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Recomende à cliente o emprego de métodos contraceptivos seguros e adequados, durante a terapia. Pode causar boca seca. Higiene oral freqüente e pastilhas ou balas sem açúcar podem minimizar esse efeito. Recomende ao cliente que evite o uso consumo de álcool e o uso concomitante de outros depressores do SNC, como também de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento do médico, durante a terapia. Pode causar tontura, sedação e sonolência. Recomende que o cliente evite dirigir e outras atividades que requerem estado de alerta, durante a terapia. Durante a terapia, avalie: a resposta terapêutica e, conforme necessário, ajuste a dose até a menor dose efetiva. Via Oral: a medicação pode ser administrada com alimentos diante desconforto GI;apresentação em xarope pode ser administrada em clientes com dificuldade de engolir os comprimidos. Loratadina O que è? Antialérgico;[anti-histaminico;inibidor dos receptores H1 da histamina; piperidina(derivado)] Nome similar ou genérico: Alergaliv, cloratadd, Histardin, loralerg, loranil, claritin Para que serve? Afecção dermatológica alérgica; rinite alérgica; Como deve ser usado, ou seja, vias de administração. Uso Oral: Adultos e crianças acima de 12 anos 10mg, em dose única diária Crianças de 2 a 11 anos Com mais de 30 Kg: 10mg em dose única diária Com menos de 30kg: 5 mg em dose única diária Forma de ação no organismo: Liga-se os receptores H1 da histamina antagonizando os seus efeitos. Cuidados Especiais: Riscos na gravidez: não há estudos adequados em mulheres Amamentação:Excretado no leite em pequenas quantidades; risco de reações adversar na criança( irritabilidade, excitação); não amamentar. Não usar o produto nas seguintes condições: Crianças com menos de 2 anos de idade; insuficiência hepática; história de intervalo QT prolongado( eletrocardiograma). Avaliar riscos x benefícios: Diminuição do potássio no sangue; glaucoma de ângulo aberto ou fechado; hipertofia potássica; idosos; obstruçãoda bexiga; retenção urinária. Reações que podem ocorrer(avise seu médico): Adultos e crianças a partir de 12 anos : dor de cabeça; fadiga; boca seca; sonolência. Crianças 6 a 12 anos: nervosismo; fadiga; dor na barriga; conjuntivite; infecção respirtória; respiração difícil; excesso de movimentação; alteração da voz; Crianças 2 a 5 anos: diarréia; faringite; sintomas como resfriado; fadiga; inflamação na boca; dor de ouvido; infecção viral; erupção na pele; problemas dentários; sangramento nasal. Atenção com outros medicamentos. Este produto: Pode aumentar os riscos de depressão do sistema nervoso central com: álcool, ourtos medicamentos que produzem depressão do sistema nervoso central. Pode aumentar a ação de : anticolinérgicos; outros medicamentos com atividade anticolinégica. Pode ter seus efeitos anticolinérgicos e depressores do sistema nervoso central aumentados com: IMAO(inibidores da monoamina-oxidase),incluindo furazolidona e procarbazina. Pode mascarar os efeitos tóxicos auditivos de: medicamentos ototóxicos. Pode aumentar a intolerância à luz de : medicamentos denominados fotossensibilizantes. Pode ter sua ação aumentada por: antifúngicos tipo azol (fluconazol,cetoconazol,itraconazol,miconazol) Outra considerações importantes: Cuidado ao dirigir ou execultar tarefas que exijam atenção; Não ingerir bebida alcoólica. Ingerir grande quantidade de liquidos Para secura da boca, usar gomas ou chicletes sem açúcar Procedimentos de Enfermagem: Instrua o paciente a tomar a medicação exatamente conforme recomendado e a não interromper o tratamento, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance melhora. A medicação não deve ser usada durante a lactação. Informe ao paciente as reações adversas mais frequentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante da ocorrência de qualquer uma delas, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Recomende ao paciente o uso de protetores solares e de roupas mais adequadas para evitar reações de fotossensibilidade durante a terapia. Pode causar tontura e sonolência. Recomende que o paciente evite dirigir e outras atividades que requerem estado de alerta, durante a terapia. Recomende que o paciente evite consumo de álcool durante a terapia. Via Oral: a medicação deve ser administrada 1 hora antes ou 2 horas após as refeições. Antianêmicos Acido Fólico O que é? Antianêmico Nome similar ou genérico: Endofolin, enfol,folacin, folital Para que serve? Anemia mega-loblástica, anemia macrocítica. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Uso Oral : Adultos: deficiência de acido fólico 0,25 a 1mg por dia. Anemia mega-loblastica :(prevenção durante a gestação):0,2 a 0,5mg por dia. Idosos: a mesma dose de adultos. Crianças (apresentação de gotas 0,2mg /1ml): Prematuros e lactentes: 0,25 a 0,50 ml por dia. 2 a 4 anos: 0,5 a 1ml por dia Acima de 4 anos: 1 a 2ml por dia. Forma de ação no organismo: Essencial para a síntese de núcleo proteínas e par a formação normal de hemácia (glóbulos vermelhos). Na anemia mega-loblastic estimula a produção de glóbulos vermelhos , brancos e plaquetas. Cuidados especias: Riscos na gravidez: não há evidencias de riscos em mulheres. Amamentação:Excretado no leite, problemas não documentados. Não usar o produto nas seguintes condições: Anemia normocitica, aplastica ou perniciosa. Reações que podem ocorrer: praticamente não há Atenção com outros medicamentos: Este produto: Pode ter sua ação diminuída por: acido para aminosalicilico; anticoncepcional oral; fenitoína; perimetamina; primidona; sulfasalazina; triantereno; trimetoprima. Pode diminuir a ação de fenitoína. Efeitos colaterais: Dermatológicas: rash Outras: febre Procedimentos de Enfermagem: Instrua o paciente a tomar a medicação exatamente conforme recomendado e a não interromper o tratamento, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance melhora Recomende que o paciente siga as recomendações da dieta propostas pelo médico. Explique que a melhor fonte de vitaminas é uma dieta bem balanceada com alimentos pertencentes a 4 grupos básicos. Os alimentos ricos em ácido fólicos incluem os vegetais, as frutas e as carnes; o calor destrói o acido fólico cintidos nos alimentos. O paciente que se automedica com suplementos de vitaminas deve ser prevenindo para não exceder os limites aprovados das doses. A eficácia do uso de megadoses no tratamento de várias condições clinicas não está comprovada e pode causar efeitos colaterais. Informe o paciente que o acido fólico pode tornar a cor da urina mais intensamente amarelada. Recomende que o paciente comunique imediatamente ao médico a ocorrência de rash, poi pode ser um indicativo de hiperssenssibilidade Infatize a importância da realização dos exames de acompanhamento para avaliar o progresso do tratamento. Sulfato Ferroso O que é? Antianêmico;[ ferro quelato glicinato; gliconato ferroso; sulfato ferroso; complexo coloidal de sacarato de hidróxido de ferro; hidróxido de ferro polimaltosado; hematinico]. Nome similar ou genérico: Fer-in-sol, ferrin, neltrofer, noripurum. Para que serve? Anemia ferropriva; deficiência de ferro. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Uso Oral: Adultos : Anemia ferropriva(prevenção): 300mg por dia Anemia ferropriva(tratamento): 300mg duas vezes por dia, podendo chegar, gradativamente, a 300mg 4 vezes por dia, de acordo com a necessidade ou a tolerância do paciente.No caso de comprimidos de ação prolongada, a dose é de 160 a 525mg, 1ou 2 vezes por dia. Crianças: anemia ferropriva: (prevenção) 5mg por Kg de peso corporal por dia, em doses divididas. Anemia ferropriva (tratamento): 10mg por Kg de peso corporal 3 vezes por dia. Uso injetável: doses Exije determinações laboratorias prévias que comprove as necessidades do ferro injetável. Seguir instuções do fabricante. Cuidados especiais: Risco na gravidez: Classificação não disponibilizada Amamentação: problemas não foram documentados. Não usar ao produto nas seguintes condições: Outras anemias que não sejam acompanhadas por deficiência de ferro( como anemia hemolítica ou talassemia que podem acumular ferro); hemocromatose ou hemossiderose(podem agravar o aumento de ferro); porfíria cutânea (pode ser causada por acumulo de ferro no fígado); sensibilidade aos componentes do produto Reaçõe que devem ocorrer: avise o médico; Com o uso oral: constipação intestinal; diarréia ; dor na barriga ou no estomago; fezes enegrecidas, náuseas. Com o uso injetável: náusea; vomito; queda de pressão ; dor e vermelhidão no local da injeção; diarréia; câimbras nas pernas; cólica abdominal. Atenção com outros medicamentoe: Este produdo : Pode ter sua absorção diminuída por; antiácidos; colistiramina; extratos pancreáticos; doxaciclina; clorafenicol. Pode ter aumentado o risco de toxidade com : álcool( quando a ingestão de álcool é grande e o ferro é usado grandes períodos. Pode diminuir a ação de : penicilamina; tetraciclinas orais; flurquinolonas; etidronato. Pode formar um complexo tóxico com: dimercaprol Efeitos colaterais: Constipação ; irritação gástrica; náuseas; cólicas abdominais; vômitos; fezes escuras; anorexia e escurecimento dos dentes (solução oral). Procedimentos de Enfermagem: Instrua o paciente a tomar a medicação exatamente conforme recomendado e a não interromper o tratamento, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance melhora. Anteriormente a administração da medicação, avalie a necessidade de reposição de ferro. Durante a terapia, monitorize hemoglobina e hematócrito. Na presença de desconforto, avalie a dosagem da medicação. Monitorize as fezes Via Oral: A medicação não deve ser usada com anti- ácidos ou tetraciclinas; a medicação deve ser administrada com alimentos ( exceto leite, ovos, café e chá) para tornar seu gosto mais agradável a solução poderá ser misturada com água ou suco de frutas; a solução causa manchas nos dentes, portanto, recomende ao paciente o uso de um canudo para beber a solução. Antibióticos Ampicilina O queé? Antibacteriano Nome similar ou genérico: Amplacilina, binotal Para que serve? Endocardite bacteriana; infecção biliar; infecção ginecológica; infecção intestinal; infecção obstétrica; infecção respiratória; infecção urinária; meningite bacteriana; septicemia; febre tifóide. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Doses em termos de ampicilina: Uso Oral: com estomago vazio ( pelo menos 1 hora antes ou 2 horas depois das refeições) Adultos: Em infecção em geral: 250 a 500 mg cada 6 horas Febre tifóide: 25mg por Kg de peso a cada 6 horas Limite de doses para adultos: 4 g por dia Idosos: Podem exigir doses menores em função da condição renal Crianças: Suspensão oral: nfecção em geral: Com menos de 20kg de peso: 50 a 100mg por kg de peso por dia, divididos em doses a cada 6 ou 8 horas. Com 20kg ou mais: mesma dose do adulto. USO INJETÁVEL: Administração: Via intramuscular; via intravenosa direta; infusão intravenosa. Formas de ação no organismo. Inibe a síntese da membrana celular da bactéria; é bactericida. Biotranformação do fígado( menos de 30%). Eliminação principalmente na urina; bile/ fezes. Cuidados especiais: Risco na gravidez: Não há estudos adequados em mulheres. Amamentação: concentrado no leite em concentrações . Não usar o produto nas seguintes condições Alergia a penicilina ou a cefalostorina. Avaliar riscos x benefícios: Antecedentes alérgicos;( asma, febre do feno e urticária)historia de doença gastrintestinal, particularmente colite associada com antibióticos pode ocorrer colite pseudomembranas); diminuição da função renal ( pode ser necessário diminuição das doses ou aumento de intervalo sobre elas.Mononucleose ( pose ocorrer erupção na pele num percentual alto de pacientes- de 43 a 100%). Reações que podem ocorrer: Efeitos gastrintestinais ( diarréia , náuseas) erupção na pele. Procedimento de enfermagem : Instrua o paciente a tomar a medicação exatamente conforme recomendado e a não interromper o tratamento, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance melhora.. A medicação deve ser administrada 1 h antes de outro antibiótico. Informe ao paciente as reações adversas mais freqüentemente relacionadas ao uso da medicação e que diante da ocorrência de qualquer uma delas , principalmente rash, febre e diarréia, como também se , após 72 h não houver melhora da infecção, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Anteriormente a administração, verifique os antecedentes de hipersensibilidade a droga. Durante terapias prolongadas e de doses altas, os pacientes idosos podem apresentar debilidade e imunodepressão. Via Oral: a medicação deve ser administradas durante as refeições. Intramuscular ou Intravenosa : administre com soluções fisiológicas( IM ou IV) OU glicosada 5% (iV): infunda em 15 a 30 min; monitorize os sinais de feblite, não misture com outras drogas. Amoxilina O que é? Antibacteriano[ aminopenicilina] Nome similar ou genérico? AMOX-SEM, AMOXI-PED, AMOXIFAR,AMOXINA, AMPLAMOX, HICONCIL, MOXIPLUS, NOVOCILN, VELAMOX, UNIAMOX, POLIMOXIL, VELAMO PYLORI Para que serve? Amigdalite, endocardite bacteriana, gonorreia, infecção da pele e dos tecidos moles, infecção odontogenica, infecção respiratória, infecção urinaria , otite m´[edia, sinusite, infecção por chlamydia em gravidas doença de lyme, gastrite por helicobacter pylori, ulcera péptica por helicobacter pylori. . Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Com ou sem alimento Adultos: Infecção leve a moderadas dose usuai de 250 mg a cada 8 horas ou 500 mg a cada 12 horas. Infecção grave: dose usuais de 500mg a cada 8 horas ou 875 mg a cada 12 horas Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Risco B: Não há estudos adequados em mulheres Amamentação: Excretado no leite. Não Usar o Produto Alergia a penicilina ou a cefalosporina Efeitos colaterais: Efeitos gastrintestinais reações de hipersenssibilidade; Procedimento de Enfermagem: Instrua o cliente a tomar a medicação, exatamente conforme a recomendação, e a não interromper o tratamento, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance melhora. A medicação não deve usada durante a gestação ou lactação. No caso de gravidez, ou, ainda, se a cliente estiver amamentação, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Recomende à cliente o emprego de métodos contraceptivos seguros e adequados, durante a terapia. Recomenda-se cautela também nos casos de lúpus eritematoso e em clientes imunodeprimidos. Informe ao cliente as reações adversas mais freqüentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante a ocorrência de qualquer uma delas, principalmente aquelas incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Os clientes idosos são mais suscetíveis aos efeitos hipotensivos da medicação. Durante a terapia, o cliente deverá receber hidratação adequada. Recomende que o cliente monitorize regularmente a PA e que, diante a observação de qualquer alteração significativa, comunique imediatamente ao médico. O cliente também deve evitar locais quentes e a prática de exercícios durante o verão. Pode causar cefaléia ou hipotensão postural, principalmente durante os primeiros dias de terapia. Recomende que o cliente mude de posição ou levante-se da cama ou de cadeiras lentamente para minimizar esses efeitos. Pode causar tontura. Recomende que a cliente evite dirigir e outras atividades que requerem estado de alerta, até que a resposta à medicação seja conhecida. Recomende ao cliente que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento do médico, durante a terapia. Interações medicamentosas: atenção durante o uso concomitante de outras drogas. VO: a medicação deve ser administrada 1h antes ou 2h após as refeições ou do uso de antiácidos. Benzilpenicilina O que é? Antibacteriano Nome similar ou genérico: Logacilin, Para que serve? Febre reumática , glomerulonefrite, infecção estreptocócica, sífilis, Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: USO INJETÁVEL: Administração: Via intramuscular; Formas de ação no organismo. Inibe a síntese da membrana celular da bactéria; é bactericida. A penicilina G faz concentrações menores mas mais prolongadas entre as penicilinas parententerais . Biotransformação : no fígado Eliminação> principalmente urina, bile/ fezes. Cuidados especiais: Risco na gravidez: Não há estudos adequados em mulheres. Amamentação: excretado no leite. Avaliar riscos x benefícios: Antecedentes alérgicos;( asma, febre do feno e urticária)historia de doença gastrintestinal, particularmente colite associada com antibióticos pode ocorrer colite pseudomembranas); diminuição da função renal ( pode ser necessário diminuição das doses ou aumento de intervalo sobre elas. Efeitos Colaterais: Reações de hipersensibilidade, efeitos locais. .Cuidados de Enfermagem: A medicação deve ser administrada exatamente conforme a recomendação, e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance melhora. Recomende ao cliente que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento do médico, durante a terapia. Interações medicamentosas: atenção durante o uso concomitante de outras drogas. IM: a droga deve ser administrada somente por esta via; administre profundamente no musculo glúteo. Cefalexina O que é? Antibacteriano Nome similar ou genérico: CEFAGRAN, CELEXIN, CEPOREXIN Para que serve? Amigdalite, faringite, infecção articular, infecção da pele e dos tecidos moles, infecção orofacial por anaeróbicos,infecção orofacial por coco Gran- positivos, infecção óssea otite média e pneumonia. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Uso Oral: Com ou sem alimentos Cuidados Especiais: Riscos na gravidez: Não há estudos adequados em mulheres. Amamentação: excretado no leite, em pequena porção. Problemas não documentados. Forma de açaõ no organismo: Inibe a síntese da membrana celular da bactéria; é bactericida. Absorção: boa e rápida; alimento praticamente nãointerfere. Biotransformação: não sofre. Eliminação: principalmente urina, como droga inalterada. Efeitos colaterais: Diarréia , má digestão, gastrite, dor na barriga. Procedimento de Enfermagem: Instrua o paciente a tomar a medicação exatamente conforme recomendado e a não interromper o tratamento, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance melhora.. A medicação não deve usada durante a gestação ou lactação. No caso de gravidez, ou, ainda, se a cliente estiver amamentação, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Recomende à cliente o emprego de métodos contraceptivos seguros e adequados, durante a terapia. Recomenda-se cautela também nos casos de disfunção e renal e antecedentes de alergia a penicilina ou a cefalosporina Informe ao cliente as reações adversas mais freqüentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante a ocorrência de qualquer uma delas, principalmente aquelas incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Os clientes idosos são mais suscetíveis aos efeitos hipotensivos da medicação Cefalotina O que é? Antibacteriano Nome similar ou genérico: Keflin pAra que serve? Endocardite bacteriana, infecção da pele e dos tecidos moles, infecção ossea, infecção urinaria , pneumonia, septicemia. Como deve ser usado, ou seja ,vias de administração: Uso injetável: Via intrmuscular, via intravenosa direta, infusão intravenosa. Antibioticos como as penicilinas e cefalosporinas não deve ser misturados com aminoglicosideos pos pode haver precipitação desses produtos. Forma de ação no organismo: Inibe a síntese da membrana celular da bactéria; é bactericida. Biotransformação : no fígado Eliminação> principalmente urina, como droga inalterada. Efeitos colaterais: Efeitos gastrintestinais ( diarréia , náuseas). Reação no local da injeção. Procedimento de Enfermagem: A medicação deve ser administrada exatamente conforme a recomendação, e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance melhora. Recomende ao cliente que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento do médico, durante a terapia. Informe ao paciente as reações adversas mais freqüentemente relacionadas ao uso da medicação e que diante da ocorrência de qualquer uma delas , principalmente rash, como também aquelas incomuns ou intoleraveis , o médico deverá ser comunicado imediatamente Ceftriaxona O que é? Antibacteriano Nome similar ou genérico: CEFITRIAX IM, CEFTRIAX IV, KEFTRON ( abl) Para que serve? Gonorréia, endocervical,gonorreia uretral,infecção articular, infecção intrabdominal, infecção da pele e dos tecidos moles, infecção ossea, infecção urinaria , pneumonia,meningite, septicemia. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Via intrmuscular, infusão intravenosa. Antibacterianos como as penicilinas e cefalosporinas não deve ser misturados com aminoglicosideos porque pode haver precipitação desses produtos Forma de ação no organismo: Inibe a síntese da membrana celular da bactéria; é bactericida. Biotransformação: não sofre. Eliminação: principalmente urina, como droga inalterada. Cuidados Especiais: Riscos na gravidez: Não há estudos adequados em mulheres. Amamentação: excretado no leite, em pequena porção. Problemas não documentados. Efeitos colaterais: Reações alérgicas reações no local da administração, alterações no sangue. Procedimento de Enfermagem: A medicação deve ser administrada exatamente conforme a recomendação, e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance melhora. A medicação não deve usada durante a gestação ou lactação. No caso de gravidez, ou, ainda, se a cliente estiver amamentação, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Recomende à cliente o emprego de métodos contraceptivos seguros e adequados, durante a terapia Informe ao cliente as reações adversas mais freqüentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante a ocorrência de qualquer uma delas, principalmente aquelas incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser comunicado imediatamente Despacilina O que é? Antibiótico Nome similar ou genérico? Despacilina Para que serve? Infecções das vias aéreas superiores e inferiores, pneumopatias e infecções de pele de leve a moderada gravidade, sensíveis à penicilinoterapia que respondem aos níveis séricos obtidos pela aplicação diária de 1 ampola cada 12 a 24 horas. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Despacilina é para exclusivo uso intramuscular profundo, preferivelmente deve ser aplicada no quadrante superior externo da nádega. Parar de injetar se o paciente apresentar dor abrupta de grande intensidade. Forma de ação no organismo? Reações cutâneas adversas decorrentes de hipersensibilidade: exantema, erupções maculopapular ou esfoliativa, urticária. Reações sistêmicas tais como: febre, calafrios, edema, artralgia, desconforto respiratório, edema angioneurótico (choque anafilático de evolução imprevisível), podem ocorrer em pacientes muito alérgicos ou nos com sensibilidade prévia à penicilina, seus derivados ou cefalosporinas. Cuidado especiais? Risco na gravidez: não há estudos adequados em mulheres. Amamentação: É excretada no leite em pequena proporção. Problemas não documentados. Efeitos colaterais? Reações cutâneas adversas decorrentes de hipersensibilidade: exantema, erupções maculopapular ou esfoliativa, urticária. Reações sistêmicas tais como: febre, calafrios, edema, artralgia, desconforto respiratório, edema angioneurótico (choque anafilático de evolução imprevisível), podem ocorrer em pacientes muito alérgicos ou nos com sensibilidade prévia à penicilina, seus derivados ou cefalosporinas. Procedimentos de enfermagem? As penicilinas devem ser usadas com cuidado nos indivíduos com história ou antecedentes alérgicos cutâneos ou respiratório (asma). O uso prolongado e com doses elevadas de antibióticos poderá provocar exacerbação do crescimento de fungos e cepas resistentes, nestes casos tratamento complementar deverá ser instituído. gentamicina O que é? A gentamicina é antibacteriano [aminoglicosídeo; sulfato de gentamicina]. Nome similar ou genérico? Sulfato de gentamicina equivalente a gentamicina. Para que serve? infecção grave quando outros bacterianos menos tóxicos são ineficientes ou estão contraindicados; atua geralmente contra bacilos aeróbicos Gram-negativos e algumas bactérias Gram-positivas; não atua contra germes anaeróbicos]. Infecção do trato biliar; infecção óssea; infecção articular; infecção do sistema nervoso central; infecção intra-abdominal; pneumonia; septicemia; infecção da pele e dos tecidos moles; infecção urinária. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Estabilidade após aberto Não usar se a solução contiver alteração de cor ou precipitado. Usar imediatamente. Descartar sobras. Administração: em adultos, nas nádegas (quadrante superior externo); em crianças, na face lateral da coxa. Forma de ação no organismo? A gentamicina interfere com a síntese de proteínas da bactéria. É bactericida (os aminoglicosídeos são bactericidas, enquanto outros antibióticos que interferem com a síntese de proteína são geralmente bacteriostáticos). Absorção: rápida e completa por via intramuscular. Biotransformação: não é metabolizado. Tempo para a concentração máxima (pico): 0,5 a 1,5 horas. Eliminação: urina (na sua forma original); pequena quantidade via bile/fezes Cuidado especiais? Referem-se à apresentação injetável da Gentamicina. Efeitos colaterais?GENITURINÁRIO: toxicidade renal. ÓTICO: toxicidade auditiva. Procedimentos de enfermagem? O paciente deve ser mantido bem hidratado. metronidazol O que é? O metronidazol vaginal é antibacteriano; tricomonicida; [antiprotozoário; 5-nitroimidazol (derivado)]. Nome similar ou genérico? CANDERME Para que serve? Tricomoníase vaginal. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Vaginal: Adultos: 1 aplicador cheio (5 g) ao deitar, durante 10 a20 dias seguidos. Forma de ação no organismo? O metronidazol vaginal intefere com o DNA de bactérias e protozoários, levando as células à morte. Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres Amamentação: Não se sabe se o metronidazol vaginal é excretado no leite após aplicação vaginal; não amamentar. Efeitos colaterais? DERMATOLÓGICA: vermelhidão; pele seca; queimação leve; agulhadas. GENITURINÁRIA: inflamação uterina; inflamação na vagina; corrimento vaginal. Procedimentos de enfermagem? Se ocorrer irritação local, utilizar com menor frequência ou interromper o uso. neomicina O que é? A Neomicina é antibacteriano tópico [aminoglicosídeo tópico; sulfato de Neomicina]. Nome similar ou genérico? Para que serve? Infecção bacteriana. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Tópico: (na pele) Atualmente a Neomicina é utilizada em associações. Veja as instruções dos laboratórios fabricantes. Forma de ação no organismo? A Neomicina inibe a síntese de proteínas na célula bacteriana. Cuidado especiais? Risco na gravidez: Não há estudos adequados em para mulheres. O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Efeitos colaterais? DERMATOLÓGICO: alergia por contato. Procedimentos de enfermagem? Não associar com outro aminoglicosídeo por via sistêmica (oral ou injetável). sulfadiazina O que é? A Sulfadiazina é antibacteriano [sulfonamida (derivado)]. Nome similar ou genérico? SULADRIN Para que serve? Malária (tratamento adjunto); toxoplasmose (tratamento adjunto); febre reumática (prevenção). Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Adultos e Adolescentes: Toxoplasmose (em mulheres grávidas): 1 g de Sulfadiazina a cada 6 horas; associar com 25 mgpirimetamina por dia, após a 16ª semana de gestação. Administrar ainda 5 a 15 mg de leucovorina por dia; toxoplasmose (pacientes com AIDS): 1 a 2 g de Sulfadiazina a cada 6 horas; associar com 50 a 100 mg pirimetamina por dia. Administrar ainda 10 a 25 mg de leucovorina por dia. Infecção bacteriana; malária (por Plasmodiumfalciparum resistente à cloroquina):inicialmente 2 a 4 g; a seguir 1 g cada 4 a 6 horas. Febre reumática (prevenção): 1 g em dose única diária. Idosos: Podem ser mais propensos a reações adversas. Forma de ação no organismo? A Sulfadiazina inibe uma enzima bacteriana necessária para a produção de ácido fólico, o que acarreta problemas para o DNA da bactéria. É bacteriostático. Absorção: rápida e boa. Biotransformação: no fígado. Eliminação: urina (60 a 85% como droga inalterada). Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres . O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Amamentação A Sulfadiazina é excretada no leite; não amamentar. Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: diarreia; náusea; vômito. DERMATOLÓGICA: erupção cutânea generalizada Procedimentos de enfermagem? Orientar aos pacientes quanto ao Uso deroupas que protejam bem a pele e bloqueadores solares, além de óculos escuros. sulfametoxazol + trimetropina O que é? Sulfametoxazol + trimetoprima é antibacteriano; antiprotozoário [trimetoprima (antifólico) + sulfametoxazol (sulfonamida)]. Nome similar ou genérico? ASSEPIUM ; BENECTRIN ; BENECTRIN F ; DIAZOL ;DIENTRIN ; ECTRIN ; ESPECTRIM ; ESPECTRIM D ; INFECTRIN ; INFECTRIN F ; TRIMEXAZOL Para que serve? Bronquite crônica; infecção genital; infecção renal; infecção respiratória; infecção urinária; otite média; toxoplasmose (prevenção); pneumonia por Pneumocystiscarinii. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Tomar o medicamento após refeição. Adultos e Adolescentes (dose calculada considerando o sulfametoxazol) 800 mg cada 12 horas. Pneumonia (por Pneumocystiscarinii) - tratamento: 18,75 a 25 mg por kg de peso cada 6 horas, durante 14 a 21 dias; prevenção: 800 mg em dose única diária (alternativa: 800 mg, 3 vezes por semana; ou 400 mg em dose única diária). Toxoplasmose (prevenção): 800 mg em dose única diária; (alternativa: 800 mg, 3 vezes por semana; ou 400 mg em dose única diária). Forma de ação no organismo? Trimetoprima e sulfametoxazol têm efeitos sinérgicos prejudicando a produção de folatos e levando a uma queda da síntese de proteínas pelas bactérias. Absorção: boa. Eliminação: urina (como drogas inalteradas e metabólitos). Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres . O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Amamentação: Sulfametoxazol + trimetoprima são excretados no leite; não amamentar. Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: diarreia; náusea; vômito. DERMATOLÓGICA: erupção na pele. Procedimentos de enfermagem? Durante o tratamento deve-se orientar ao paciente a Ingerir grande quantidade de água. Ácido acetilsalicilico O que é? O Ácido Acetilsalicílico é um analgésico; anti-inflamatório; antitérmico; antiagreganteplaquetário [salicilato; anti-inflamatório não esteroide]. Nome similar ou genérico? AAS (Sanofi-Aventis); AAS INFANTIL (Sanofi-Aventis); AAS Protect (Sanofi-Aventis);ALIDOR (Sanofi-Aventis); BUFFERIN (Novartis); CAAS (EMS); CARDIO AAS (Sigma Pharma);MELHORAL INFANTIL (HYPM); SOMALGIN (Sigma Pharma); SOMALGIN CARDIO (Sigma Pharma) Para que serve? Dor; dor pós-cirúrgica; febre; agregação plaquetária (inibidor). Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Com alimento, para diminuir a irritação do estômago. Tomar com 1 copo de água; não deitar nos 30 minutos após a tomada (para diminuir risco de irritação gastrintestinal). Adultos: Analgésico; antitérmico: 325 a 650 mg cada 4 a 6 horas, enquanto necessário. Anti-reumático: 3,5 a 5,5 g por dia, em doses divididas. Antiagreganteplaquetário: 80 a 325 mg por dia (dose não está bem definida). Idosos: São mais propensos à toxicidade pelo produto. Usar doses menores. Crianças: Analgésico; antitérmico: 10 a 15 mg por kg por dose a cada 4 a 6 horas, enquanto necessário. Anti-reumático: 80 a 100 mg por kg de peso por dia, em doses divididas. Forma de ação no organismo? Os anti-inflamatórios não esteroides, de um modo geral, inibem a atividade da enzima ciclo-oxigenase (COX), levando a uma diminuição da síntese de prostaglandinas. Parte da ação anti-inflamatória é justificada por essa diminuição das prostaglandinas nos tecidos inflamados; a ação analgésica também se deve em parte a essa diminuição da atividade das prostaglandinas e por uma ação central possivelmente hipotalâmica; a ação antitérmica por ação central no centro hipotalâmico de regulação do calor; a ação anti-reumática por mecanismos anti-inflamatórios e analgésicos (não há estimulação do eixo hipófise-supra-renal e nem ação corretora da hiperuricemia); a ação antiagreganteplaquetária pela inibição da enzima (prostaglandina ciclo-oxigenase) nas plaquetas impedindo assim a formação do tromboxane A2 (agente agregante). A ação antiagreganteplaquetária é irreversível, persistindo pelo tempo de vida das plaquetas expostas. Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício potencial justificar o risco potencial, em situações de risco de vida ou em casos de doenças graves para as quais não se possa utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes.Anti-inflamatórios não esteroides não são recomendados na segunda metade da gravidez pela possibilidade de defeitos circulatórios no feto e aumento do tempo de gestação. Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: náusea. ÓTICO: barulho no ouvido; perda de audição. HEMATOLÓGICO: tempo de sangramento prolongado. DERMATOLÓGICO: erupção na pele. Procedimentos de enfermagem? Monitorizar eficácia mediante a determinação do tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPA) por meio da estimulação por caolim, daí se originando a sigla mais conhecida (KTTP). heparina O que é? Anticoagulante Para que serve? Prevenção primária detrombose venosa profunda em pacientes submetidos a cirurgias de grande duração ou com imobilização prolongada. Tratamento de trombose venosa profunda e embolia pulmonar. Tratamento adjuvante no infarto agudo de miocárdio com e sem supradesnível de segmento ST. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Injetável: Administração:Via subcutania, intravenosa direta, infusão intravenosa Adultos Profilaxia de Trombose Venosa Profunda Esquema de minidoses 5.000 UI, por via subcutânea profunda, 2 horas antes da cirurgia e, depois, a cada 8 ou 12 horas, por 7 dias, até que o paciente esteja deambulando. Tratamento de Trombose Venosa Profunda e Embolia Pulmonar Esquema de doses plenas: Dose inicial de 5.000-10.000 UI, por via intravenosa, seguida por infusão contínua intravenosa de 15-25 UI/kg/hora (preferível) diluída em soro glicosado, por 5 a 6 dias. Dose de 24.000 UI/dia a 32.000 UI em 24 horas. Pode ainda ser administrada em injeções intravenosas intermitentes de 5.000 a 10.000 UI a cada 4 horas. Forma de ação no organismo? Heparina inibe a secreção endógena de aldosterona, resultando em hipercalemia. Aumento do risco de hemorragia com uso concomitante de: ácido acetilsalicílico e outros antiplaquetários, anticoagulantes orais, trombolíticos, dextrano, anti-histamínicos, tetraciclina, penicilinas injetáveis, nicotina e glicosídeos cardíacos. Diminuição de efeito de heparina com uso concomitante de altas doses de nitroglicerina. Cuidado especiais? Evitar esportes ou outras atividades que possam causar lesões; Tomar muito cuidado ao escovar os dentes ou se barbear. Se possível, usar escova macia e barbeador elétrico. Efeitos colaterais? Trombocitopenia (0,3% e 2,4% com esquemas de minidoses e de doses plenas, respectivamente), geralmente 6 a 10 dias após iniciada a terapia, requerendo imediata suspensão de heparina. Hemorragia (20% em esquema de doses plenas: 6,8% e 14,2% com infusão contínua e administração intermitente, respectivamente), grave em aproximadamente 1/4 dos pacientes, geralmente controlada por suspensão da heparina, mas antagonizada por protamina (1 mg antagoniza 100 UI de heparina), se for necessária rápida reversão do sangramento. Procedimentos de enfermagem? Monitorizar eficácia mediante a determinação do tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPA) por meio da estimulação por caolim, daí se originando a sigla mais conhecida (KTTP). Antidepressivo/ansiolíticos/antipsicótico/analgésico Ácido valpróico O que é? O ácido valpróico é um agente antiepiléptico maior, que se emprega em diferentes formas clínicas da enfermidade convulsiva: pequeno mal, crises de ausência, e como adjuvante nas crises mistas. Nome similar ou genérico? Acido valproico. Para que serve? DEPAKENE está indicado como monoterápico e adjuvante no tratamento de pacientes com crises parciais complexas que ocorrem isoladamente ou com outros tipos de crises. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? A dose usual para adultos é de 5 a 15mg/kg/dia por via oral; a dose é aumentada semanalmente em 5 a 10mg/kg/dia conforme a tolerância, até um máximo de 60mg/kg/dia. A dose usual pediátrica (para crianças de 1 a 12 anos) é de 15 a 45mg/kg/dia. Forma de ação no organismo? A hipoprotrombinemia induzida pelo ácido valpróico pode aumentar a atividade dos derivados cumarínicos e da indandiona, e aumentar o risco de hemorragias em pacientes que recebem heparina ou trombolíticos. Cuidado especiais? A administração deste fármaco em crianças deve ser cuidadosa (apresentam um maior risco de desenvolver hepatoxicidade grave), em presença de discrasias sanguíneas, patologias cerebrais, insuficiência hepática e disfunção renal. Efeitos colaterais? Hepatotoxicidade grave ou fatal (risco maior em crianças que recebem outros anticonvulsivos de forma simultânea), cãibras abdominais, alterações intestinais, diarréia, tremores, náuseas, vômitos, rash cutâneo, sonolência, inibição da agregação plaquetária, trombocitopenia, hemorragias, hematomas. Procedimentos de enfermagem? Na associação com outros antiepilépticos é necessário ajustar a dose de cada um, para evitar a aparição de efeitos indesejáveis. divalproato de sódio O que é? O Valproato é anticonvulsivante; antiepiléptico [ácido carboxílico (derivado)]. Nome similar ou genérico? EPILENIL ; VALPAKINE ; ZYVALPREX Para que serve? Epilepsia (ausência simples); epilepsia (ausência complexa); epilepsia mioclônica. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Com alimento para diminuir irritação gastrintestinal. Não deve ser mastigado para evitar irritação local da boca ou garganta. As doses referem-se ao ácido valpróico, ao Valproato de sódio ou ao divalproato de sódio. Adultos e Adolescentes: Iniciar com 5 a 15 mg por kg de peso corporal por dia. Se a dose total diária for superior a 250 mg, ela deverá ser dividida em 2 ou 3 tomadas. A dose pode ser aumentada em intervalos semanais (5 a 10 mg por kg de peso corporal por dia) até que se obtenha o controle das convulsões ou até onde os efeitos colaterais permitirem. Idosos Podem necessitar de doses menores que adultos. Forma de ação no organismo? O Valproato disponibiliza maiores quantidades no cérebro do neurotransmissor inibitório ácido gama-aminobutírico (GABA). Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício potencial justificar o risco potencial, em situações de risco de vida ou em casos de doenças graves para as quais não se possam utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes. O Valproato cruza a placenta; no primeiro trimestre pode causar má-formações no feto. Amamentação: O Valproato é excretado no leite em concentrações de até 10% da concentração sanguínea materna; não amamentar. Não Usar o Produto: Doença do fígado ou diminuição da função do fígado (pode agravar). Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: azia; constipação; diarreia; náusea; vômito. DERMATOLÓGICO: erupção na pele. SISTEMA NERVOSO CENTRAL: sedação; sonolência; tontura. Procedimentos de enfermagem? Não descontinuar o tratamento nem alterar as doses por conta própria. Pode ser necessário descontinuação gradual. amitriptilina O que é? A Amitriptilina é um antidepressivo [amina terciária; antidepressivo tricíclico; cloridrato de Amitriptilina]. Nome similar ou genérico? Amytril; NEO AMITRIPTILIN ; NEUROTRYPT ;TRISOMATOL Cloridrato de Amitriptilina. Para que serve? Depressão mental; tem sido também utilizada para tratar: dor neurogênica crônica grave; bulimia. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Com alimento, para reduzir irritação gastrintestinal. Adultos: Depressão mental: iniciar com 25 mg, 2 a 4 vezes por dia; ajustar a dose de acordocom a resposta clínica. LIMITE DE DOSE PARA ADULTOS (em casa): 150 mg por dia; adultos (hospitalizados): 300 mg por dia; idosos: 100 mg por dia. Adolescentes: Depressão mental: iniciar com 10 mg, 3 vezes durante o dia e 20 mg à noite (ao deitar); ajustar a dose de acordo com a resposta clínica até um máximo de 100 mg por dia, em doses divididas ou em dose única à noite (ao deitar). Idosos: Iniciar com doses menores e promover aumentos mais graduais das doses, para evitar toxicidade. Crianças: Não usar em crianças até 12 anos de idade. Forma de ação no organismo? A Amitriptilina aumenta as concentrações sinápticas de norepinefrina e/ou serotonina no sistema nervoso central; a longo prazo parece haver também maior resposta aos estímulos adrenérgicos e serotoninérgicos. Apresenta efeitos anticolinérgicos e sedativos altos. Absorção: gastrintestinal, boa e rápida. Biotransformação: no fígado. Início da ação: 2 a 3 semanas. Eliminação: urina (como metabólito). Cuidado especiais? Riscos na gravidez: Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício potencial justificar o risco potencial, em situações de risco de vida ou em casos de doenças graves para as quais não se possa utilizar drogas mais seguras,ou se estas drogas não forem eficazes. Amamentação: A Amitriptilina é excretada no leite; não amamentar. Não Usar o Produto: Durante o período de recuperação aguda após infarto do miocárdio; glaucoma de ângulo fechado não tratado. Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: boca seca. SISTEMA NERVOSO CENTRAL: fraqueza; sonolência. CARDIOVASCULAR: queda de pressão ao se levantar. Procedimentos de enfermagem? Orientar os pacientes quanto ao uso deroupas que protejam bem a pele, além de cremes protetores. biperideno O que é? O Biperideno é um antiparkinsoniano; antidiscinético [amina terciária sintética; anticolinérgico; cloridrato de Biperideno]. Nome similar ou genérico? CINETOL ,Cloridrato de Biperideno. Para que serve? Parkinsonismo; reações extrapiramidais induzidas por medicamentos. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Com alimento, para aliviar irritação do estômago. Adultos: Parkinsonismo: 2 mg, 3 ou 4 vezes por dia; ajustar de acordo com a necessidade. LIMITE DE DOSE PARA ADULTOS: 16 mg em 24 horas. Reações extrapiramidais (induzidas por medicamentos): 2 mg, 1 a 3 vezes por dia. Crianças: Eficácia e segurança não estabelecidas. Forma de ação no organismo? O Biperideno age centralmente antagonizando competitivamente os receptores da acetilcolina. Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres. O benefício potencial do Biperideno pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Amamentação: Não se sabe se o Biperideno é excretado no leite; mas pode inibir a lactação. Não Usar o Produto: Condições em que efeitos anticolinérgicos são indesejáveis; hipersensibilidade ao produto. Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: boca seca; constipação. Procedimentos de enfermagem? Orientar o paciente a não ingerir bebida alcoólica durante o tratamento. carbonato de lítio O que é? O Carbonato de Lítio é um antidepressivo; antimania [lítio]. Nome similar ou genérico: Cloridrato de Biperideno. Para que serve? Doença bipolar (tratamento da mania aguda e episódios de hipomania); doença bipolar (prevenção dos episódios de mania); doença bipolar (prevenção dos episódios de depressão). Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Comprimido: Tomar o medicamento após refeição. ADULTOS: Mania aguda: iniciar com 300 a 600 mg, 3 vezes por dia; ajustar a dose de acordo com a resposta clínica a cada 7 dias. Manutenção: 300 mg, 3 ou 4 vezes por dia; ajustar a dose de acordo com a resposta clínica. LIMITE DE DOSE PARA ADULTOS: 2,4 g por dia. IDOSOS OU PACIENTES DEBILITADOS Doses menores. CRIANÇAS E ADOLESCENTES 12 e 18 anos de idade: mesmas doses de adultos. Abaixo de 12 anos: eficácia e segurança não estabelecidas. Forma de ação no organismo? Na mania, talvez por redução das concentrações de catecolaminas neurotransmissoras (epinefrina, norepinefrina, dopamina); na depressão, talvez por mecanismos serotoninérgicos. Absorção: gastrintestinal, rápida. Biotransformação: não sofre. Ação - início: 1 a 3 semanas. Concentração terapêutica na doença bipolar (fase aguda): 0,8 a 1,2 mEq por litro de soro; na fase de manutenção: 0,5 a 1,0 mEq por litro de soro. Eliminação: urina (95% como Carbonato de Lítio); fezes (menos de 1%); suor (4 a 5 %). Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício potencial justificar o risco potencial, em situações de risco de vida ou em casos de doenças graves para as quais não se possa utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes. Amamentação: O Carbonato de Lítio é excretado no leite (em concentração de 50% do soro materno); não amamentar. Não Usar o Produto: História de leucemia (pode ser reativada). Efeitos colaterais? Aumento da frequência ou incontinência urinária; náusea; sede; tremores das mãos. Procedimentos de enfermagem? Fazer uma avaliação completa da função renal antes de iniciar a terapia com o produto e periodicamente após o início do uso do produto. clomipramina O que é? A Clomipramina é um antidepressivo [amina terciária; antidepressivo tricíclico; cloridrato de Clomipramina]. Nome similar ou genérico? CLO ;CLOMIPRAN ; FENATIL ;Cloridrato de Clomipramina. Para que serve? Depressão mental; dor crônica; enurese; fobia; síndrome obsessivo-compulsiva; síndrome do pânico. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Com alimento, para reduzir irritação gastrintestinal. Adultos: Depressão; síndrome obsessivo-compulsiva; fobia: iniciar com 25 mg, 3 vezes por dia; ajustar a dose de acordo com a resposta clínica. Uma vez estabilizada, a dose total diária pode ser administrada à noite (podendo-se utilizar o comprimido de liberação prolongada). Dor crônica: de 10 a 150 mg por dia. Síndrome do pânico: iniciar com 10 mg, em dose única diária (geralmente associado a um benzodiazepínico); ajustar a dose de acordo com a resposta clínica, descontinuando gradualmente o benzodiazepínico. O tratamento requer pelo menos 6 meses e durante o período de manutenção tenta-se reduzir progressivamente a dose. LIMITE DE DOSE PARA ADULTOS: pacientes em casa: 250 mg por dia; pacientes hospitalizados: até 300 mg por dia. Idosos: Iniciar com 10 mg por dia e ir gradualmente aumentando a dose até atingir 30 a 50 mg por dia, dentro de aproximadamente 10 dias (mantida até o final do tratamento). Crianças: 5 a 7 anos: iniciar com 10 mg por dia e ir aumentando a dose até atingir 20 mg por dia, dentro de aproximadamente 10 dias. 8 a 14 anos: iniciar com 10 mg por dia e ir aumentando a dose até atingir 20 a 50 mg por dia, dentro de aproximadamente 10 dias. Acima de 14 anos: iniciar com 10 mg por dia e ir aumentando a dose até atingir 50 mg por dia (ou mais), dentro de aproximadamente 10 dias. Forma de ação no organismo? A Clomipramina aumenta as concentrações sinápticas de norepinefrina e/ou serotonina no sistema nervoso central; a longo prazo parece haver também maior resposta aos estímulos adrenérgicos e serotoninérgicos. Apresenta efeitos anticolinérgicos altos e sedativos moderados. Absorção: gastrintestinal, boa e rápida. Biotransformação: no fígado. Início da ação: 2 a 3 semanas. Eliminação: urina, como metabólito. Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres. O benefício potencial da Clomipramina pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Amamentação: A Clomipramina é excretada no leite; não amamentar. Não Usar o Produto: Durante o período de recuperação aguda após infarto do miocárdio; pacientes em tratamento com IMAO (inibidor da monoamina-oxidase, incluindo furazolidona, procarbazina e selegilina) (aguardar pelo menos 14 dias de intervalo entre antidepressivo tricíclico e IMAO); crianças com menos de 5 anos. Efeitos colaterais? Aumento de peso; aumento do apetite; boca seca; constipação; dificuldade para urinar; náusea; nervosismo; sonolência; suores; tremores; fadiga; perda do apetite; tontura; alteração na visão; má digestão; alteração do desejo sexual; impotência; falha na ejaculação; contração muscular. Procedimentos de enfermagem? Pacientes com tendência suicida não devem ter acesso a grandes quantidades do medicamento e devem iniciar tratamento preferentemente em hospital. clonazepam O que é? O Clonazepam é antiepiléptico; anticonvulsivante [benzodiazepina]. Nome similar ou genérico? CLONOTRIL ; CLOPAM; EPILEPTILB ; NAVOTRAX ; UNI CLONAZEPAX Para que serve? Crise epiléptica focal; crise tônico-clônica generalizada (primária ou secundária); epilepsia do adulto; síndrome de Lennox (ausência atípica); síndrome de West. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: A dose inicial deve ir sendo aumentada progressivamente (no período de 1 a 3 semanas) até atingir a dose de manutenção. Uma vez atingida a dose de manutenção, a dose total diária poderá ser administrada em uma única tomada, à noite. Adultos e Crianças: Acima de 10 Anos (ou com mais de 30 kg de peso corporal) Doseinicial: 1 a 2 mg por dia Manutenção: 2 a 4 mg por dia para adultos e 1,5 a 3 mg por dia para crianças dos 10 aos 16 anos (ou com mais de 30 kg de peso corporal). Crianças até 10 Anos (ou com menos de 30 kg de peso corporal) Dose inicial: 0,01 a 0,03 mg por kg de peso corporal por dia. Manutenção: 0,05 a 0,1 mg por kg de peso corporal por dia. Forma de ação no organismo? O Clonazepam age como depressor do sistema nervoso central. Acredita-se que aumenta ou facilita a ação do GABA (ácido gama-aminobutírico) (o GABA é o maior neurotransmissor inibidor no sistema nervoso central). Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício potencial justificar o risco potencial, em situações de risco de vida ou em casos de doenças graves para as quais não se possam utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes. Amamentação: O Clonazepam é excretado no leite; não amamentar. Efeitos colaterais? SISTEMA NERVOSO CENTRAL: sonolência Procedimentos de enfermagem? Contatar o médico antes de suspender a medicação; pode ser necessária a retirada gradual do produto. CLOPROMAZINA O que é? Antidepressivo Nome similar ou genérico? Clopromazina Para que serve? É indicado como neuroléptico, para o tratamento de pacientes com distúrbios psicóticos ou outras enfermidades neuropsiquiátricas; como: antiemético, antinauseante, anti-histamínico, e como potencializador de analgésicos, sedativos e anestésicos gerais. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Forma de ação no organismo? A Clorpromazina é um derivado alifático, seus efeitos são evidentes em todos os níveis do sistema nervoso. Embora as ações subjacentes aos efeitos antipsicóticos e a muitos dos agentes antipsicóticos ainda não tenham sido esclarecidas, as teorias baseadas na capacidade de antagonizar as ações da dopamina como neurotransmissor nos gânglios da base e nas regiões límbicas do proencéfalo tornaram-se mais proeminentes e são apoiadas por inúmeras evidências. Cuidado especiais? É contra-indicado em casos de hipersensibilidade ao fármaco ou a qualquer outro componente da fórmula; no coma; depressão do SNC; para pacientes idosos e debilitados. Efeitos colaterais? As doses terapêuticas de Clorpromazina podem provocar desmaios, palpitações e efeitos anticolinérgicos, incluindo: congestão nasal, xerostomia (boca seca), visão obscurecida, turvação visual, constipação, icterícia e, nos homens com prostatismo, retenção urinária. Procedimentos de enfermagem? Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. DIAZEPAM O que é? O Diazepam é um tranquilizante; ansiolítico [benzodiazepina]. Nome similar ou genérico? ANSILIVE ; CALMOCITENO ; DIENPAX ; KIATRIUM ; UNI DIAZEPAX Para que serve? Ansiedade; crise convulsiva; estado epiléptico; sedação antes de exames ou procedimentos médicos. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Adultos: Ansiolítico: 2 a 10 mg, 2 a 4 vezes por dia. Anticonvulsivante: 2 a 10 mg, 2 a 4 vezes por dia. Relaxante muscular esquelético (tratamento adjunto): 2 a 10 mg, 3 ou 4 vezes por dia . Forma de ação no organismo? O Diazepam age como depressor do sistema nervoso central. Acredita-se que aumenta ou facilita a ação do GABA (ácido gama-aminobutírico) (o GABA é o maior neurotransmissor inibidor no sistema nervoso central). Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício potencial justificar o risco potencial, em situações de risco de vida ou em casos de doenças graves para as quais não se possam utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes. Amamentação: O Diazepam é excretado no leite; não amamentar. Não Usar o Produto: Crianças com menos de 6 meses de idade (apresentação oral); crianças com menos de 30 dias (nenhuma apresentação: seja oral ou injetável). Efeitos colaterais? SISTEMA NERVOSO CENTRAL: sonolência; fraqueza; fadiga. LOCAL DA INJEÇÃO: reações no local da injeção. Procedimentos de enfermagem? Administrar o Diazepam injetável o mais próximo possível da agulha, pois o produto pode aderir ao equipo plástico. HALOPERIDOL O que é? O Haloperidol é antipsicótico [butirofenona; neuroléptico; Haloperidol decanoato] Nome similar ou genérico? DECAN HALOPER; HALO DECANOATO ; UNI HALOPER Para que serve? Desordens psicóticas; síndrome de Tourette (tratamento de tics e pronúncia vocal); delírio; distúrbio de comportamento e déficite de atenção e hiperatividade em crianças. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Desordem psicótica (com sintomatologia moderada): 0,5 a 2 mg, 2 ou 3 vezes por dia. Desordem psicótica (com sintomatologia acentuada): 3 a 5 mg, 2 ou 3 vezes por dia. Paciente crônico ou resistente: 3 a 5 mg, 2 ou 3 vezes por dia. Síndrome de Tourette: 0,5 mg a 5 mg, 2 ou 3 vezes por dia. Forma de ação no organismo? A ação antipsicótica parece devida ao bloqueio dos receptores pós sinápticos da dopamina no sistema nervoso central. Aumenta o denominado “turnover” de dopamina pelo cérebro. Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres (em experimentos animais ocorreram alguns efeitos adversos para o feto). O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Amamentação: O Haloperidol é excretado no leite. Não amamentar. Não Usar o Produto: Alterações no sangue; colapso circulatório; coma; criança menor de 3 anos (forma oral); crianças de qualquer idade não devem receber a forma injetável; depressão da medula óssea; depressão endógena; desordem cerebral ou depressão do sistema nervoso central; doença cardíaca grave; em crianças (forma injetável); encefalopatia orgânica grave; problema grave nos rins; problema neurológico. Efeitos colaterais? Alteração do tônus muscular; impossibilidade de permanecer quieto; pseudoparkinsonismo. Procedimentos de enfermagem? Não ingerir bebida alcoólica. Cuidado ao dirigir ou executar tarefas que exijam atenção. SERTRALINA O que é? A Sertralina é antidepressivo [inibidor seletivo da recaptação da serotonina; cloridrato de Sertralina]. Nome similar ou genérico? ASSERT; DIELOFT; SERENATA; SERONIP; ZOLTRALINA; Cloridrato de Sertralina equivalente a Sertralina. Para que serve? Desordem obsessivo-compulsiva; depressão mental; síndrome do pânico. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Doses em termos de Sertralina. Forma de ação no organismo? A Sertralina inibe seletivamente e de forma potente a captação da serotonina nos neurônios. Inibe o citocromo P 450 2D6. Tem efeitos anoréticos. Absorção: gastrintestinal, lenta mas boa. Alimentos melhoram a velocidade da absorção. Biotransformação: no fígado; metabólito pouco ativo. Ação - início: 2 a 4 semanas na depressão e pânico; mais demorada na obsessão. Eliminação: urina (40 a 45%, menos de 0,2% como Sertralina); fezes (40 a 45%, 12 a 14% como Sertralina). Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres. O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Amamentação: A Sertralina é excretada no leite; reações adversas não documentadas Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: diarreia; náusea; sonolência; suores; tontura; tremor; má digestão, boca seca. OUTROS: disfunção sexual; insônia. Procedimentos de enfermagem? Supervisão constante particularmente no início do tratamento; não devem ter acesso a grandes quantidades do produto. LEVOMEPROMAZINA O que é? A Levomepromazina é antipsicótico; sedativo; antiálgico [fenotiazina propilamina; neuroléptico; analgésico de ação central; anticolinérgico; cloridrato de Levomepromazina; maleato de Levomepromazina; metotrimeprazina (outro nome genérico)]. Nome similar ou genérico? LEVOZINE; MEPROZIN (Maleato de Levomepromazina equivalente a Levomepromazina) Para que serve? Ansiedade; dor; estados de excitaçãopsicomotora; psicose; sedação. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Doses em termos de Levomepromazina. Forma de ação no organismo? Como antipsicótico, a Levomepromazina bloqueia os receptores D2 pós-sinápticos da dopamina. Como antiálgico, aumenta o limiar para a dor. Tem também fortes efeitos antiemético, hipotensor e sedativo; tem efeito extrapiramidal fraco ou médio e efeito anticolinérgico médio ou forte. As fenotiazinas diminuem o limiar convulsivo, suprimem o reflexo da tosse e aumentam a concentração de prolactina. Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Classificação atualmente não disponibilizada; não usar pelos riscos potenciais de problemas neurológicos para a criança. Amamentação: A Levomepromazina é excretada no leite; não amamentar. Efeitos colaterais? Alteração no peso corporal; alterações no sangue; amenorreia (parada da menstruação); amnésia (perda da memória); arrepios; aumento de prolactina no sangue; aumento ou diminuição do diâmetro das pupilas; aumento das mamas; aumento dos batimentos cardíacos; boca seca; congestão nasal; constipação intestinal; cor amarelada na pele ou nos olhos; depósitos escuros no segmento anterior dos olhos; desconforto na barriga; desmaio; desorientação; dificuldade de movimentação (precoce e tardia); diminuição ou aumento da temperatura corporal; dor de cabeça; escoamento de leite pelas mamas; euforia; fala enrolada; falta de desejo sexual na mulher; impotência; inchaço; inflamação ou dor no local da injeção; náusea; palpitação; positividade para anticorpos nucleares (sem lúpus eritematoso diagnosticado); problemas de acomodação da visão; queda de pressão ao se levantar; reações alérgicas na pele; reações extrapiramidais (ver índice); rebaixamento do tônus muscular; retenção urinária; sedação; sensibilidade à luz; síndrome neuroléptica maligna (ver apêndice); sonolência; tontura; vômito Procedimentos de enfermagem? Pelo risco de tontura: levantar devagar da cama ou da cadeira. Evitar mudanças bruscas de posição. Cuidado ao subir ou descer escadas. IMIPRAMINA O que é? A Imipramina é um antidepressivo [amina terciária; antidepressivo tricíclico; cloridrato de Imipramina; pamoato de Imipramina]. Nome similar ou genérico? DEPRAMINA ; MEPRAMIN; PRAMINAN ; UNI IMIPRAX Para que serve? Depressão mental; dor crônica; enurese; incontinência urinária; síndrome do pânico. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Com alimento, para reduzir irritação gastrintestinal. Forma de ação no organismo? A Imipramina aumenta as concentrações sinápticas de norepinefrina e/ou serotonina no sistema nervoso central; a longo prazo parece haver também maior resposta aos estímulos adrenérgicos e serotoninérgicos. Apresenta efeitos anticolinérgicos e sedativos moderados. Absorção: gastrintestinal, boa e rápida. Biotransformação: no fígado. Início da ação: 2 a 3 semanas. Eliminação: urina (como metabólito). Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício potencial justificar o risco potencial, em situações de risco de vida ou em casos de doenças graves para as quais não se possam utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes. Amamentação: A Imipramina é excretada no leite; não amamentar. Efeitos colaterais? SISTEMA NERVOSO CENTRAL: cansaço; fraqueza; sedação. CARDIOVASCULAR: queda de pressão ao se levantar. OUTROS: efeitos anticolinérgicos (boca seca, visão borrada, constipação intestinal). Crianças com enurese: nervosismo; alterações do sono; cansaço; distúrbios gastrintestinais leves. Procedimentos de enfermagem? Não ingerir bebida alcoólica. Cuidado ao dirigir ou executar tarefas que exijam atenção. MIDAZOLAN O que é? Midazolam é um agente indutor do sono, caracterizado pelo rápido início de ação, breve permanência no organismo, eficácia constante e facilidade posológica. Nome similar ou genérico? DORMIRE (Cristália); DORMIUM (União Química); HIPNAZOLAM (Sigma Pharma) Cloridrato de Midazolam equivalente a Midazolam. Para que serve? Sedação pré-cirúrgica ou prévia a procedimentos diagnósticos curtos (broncoscopia, gastroscopia, citoscopia, cateterismo cardíaco); coadjuvante da anestesia geral. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Adultos: Pré-anestesia De 0,07 a 0,08 mg/kg (aproximadamente 5 mg), por via intramuscular, 1 hora antes da cirurgia. Indução de Anestesia Geral De 0,3 a 0,35 mg/kg, por via intravenosa, durante 20 a 30 segundos, aguardando 2 minutos para indução. Se necessário, para completar a indução, incrementar com 25% da dose inicial (até o máximo de 0,6 mg/kg) ou utilizar anestésicos inalatórios. Forma de ação no organismo? O Midazolam aumenta a atividade do neurotransmissor inibitório ácido gama-aminobutírico (GABA). Deprime o sistema nervoso central. Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício potencial justificar o risco potencial, em situações de risco de vida ou em casos de doenças graves para as quais não se possam utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes. Amamentação: O Midazolam é excretado no leite; não amamentar . Efeitos colaterais? Hipotensão, parada cardíaca, mudança na freqüência cardíaca, trombose. Distúrbios gastrintestinais, aumento de apetite, icterícia, mudanças na salivação. Anafilaxia, reações na pele, reações no local da injeção, laringoespasmo, broncoespasmo. Depressão e parada respiratória (com altas doses ou sobre rápida injeção), sonolência, confusão, ataxia, amnésia, enxaqueca, euforia, alucinações, convulsões (mais comum em neonatos), vertigem, tontura, movimentos involuntários, excitamento e agressão paradoxal (especialmente em crianças e idosos), distúrbios visuais, disartria, fraqueza muscular. Retenção urinária, incontinência. Mudanças na libido. Desordens sangüíneas. Procedimentos de enfermagem? Cautela em doenças cardíacas, respiratórias, histórico de abuso de fármacos ou álcool, choque, coma, desequilíbrio hidreletrolítico. Reduzir a dose em pacientes debilitados. Evitar uso prolongado e posterior retirada abrupta. Evitar administração intra-arterial e extravasamento. Crianças com cardiopatias necessitam de maiores cuidados, pelo risco de hipotensão e risco de apnéia. Neonatos apresentam toxicidade e risco de morte associada a álcool benzílico. Em idosos pode ser necessário ajuste de doses. Pacientes com dano hepático (ver apêndice C). Pacientes com dano renal grave (ver apêndice D). Lactação (ver apêndice B). Categoria de risco gestacional (FDA): D (ver apêndice A). NORTRIPTILINA O que é? A Nortriptilina é antidepressivo [antidepressivo tricíclico; amina secundária; cloridrato de Nortriptilina]. Nome similar ou genérico? NORTRIP ;Cloridrato de Nortriptilina equivalente a Nortriptilina. Para que serve? Depressão mental. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Doses em termos de Nortriptilina. Com alimento, para reduzir irritação gastrintestinal. Adultos: 25 mg, 3 ou 4 vezes por dia; ajustar a dose de acordo com a resposta clínica. Doses diárias acima de 100 mg deverão ser monitoradas laboratorialmente. LIMITE DE DOSE PARA ADULTOS: 150 mg por dia. Forma de ação no organismo? A Nortriptilina aumenta as concentrações sinápticas de norepinefrina e/ou serotonina no sistema nervoso central; a longo prazo parece haver também maior resposta aos estímulos adrenérgicos e serotoninérgicos. Apresenta efeitos anticolinérgicos baixos e sedativos moderados. Absorção: gastrintestinal, boa e rápida. Biotransformação: no fígado. Início da ação: 2 a 3 semanas. Eliminação: urina (como metabólitos). Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício potencial justificar o risco potencial, em situações de risco de vida ou em casos de doenças graves para as quais não se possam utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes. Amamentação: A Nortriptilina é excretadano leite; não amamentar. Efeitos colaterais? CARDIOVASCULAR: queda de pressão ao se levantar. GASTRINTESTINAL: boca seca; constipação intestinal. SISTEMA NERVOSO CENTRAL: fraqueza; sonolência; fadiga; sonolência. OFTÁLMICO: visão borrada. Procedimentos de enfermagem? Evitar exposição ao sol e aos raios ultravioleta; evitar bronzeamento artificial. Usar roupas que protejam bem a pele, além de cremes protetores. PIMOZIDA O que é? A Pimozida é antipsicótico [difenilbutilpiperidina (derivado); neuroléptico] Nome similar ou genérico? Pimozida Para que serve? Tratamento de manutenção em: esquizofrenia crônica (sem sintomas de agitação, excitação e hiperatividade); síndrome de Tourette (supressão dos tics motores e vocais, em pacientes que não se deram bem com o haloperidol). ATENÇÃO: pelos riscos cardiovasculares e extrapiramidais, não usar em outros tipos de tics (não relacionados à sindrome de Tourette); o produto não é indicado para tratamento de mania ou esquizofrenia aguda. Como deve ser usado, ou seja vias de administração?Uso Oral Tomar o medicamento pela manhã. No início do tratamento, para prevenir tonturas, deitar por 30 minutos após tomar o produto. Como deve ser usado, ou seja , vias de administração: Uso oral: Tomar o medicamento pela manhã No inicio do tratamento, para prevenir tonturas , deitar por 30 minutos após tomar o produto. Adultos: esquizofrenia crônica: iniciar com 2 a 4 mg em dose única diária (pela manhã); de acordo com a resposta clinica, aumentos de 2 a 4 mg dia podem ser feitos com intervalos de 1 semana. A dose média de manutenção é de 6 mg por dia ( variando entre 2 e 12 mg por dia). A dose máxima permitida é de 20 mg por dia ( ou 0,3 mg por kg de peso por dia; escolher a que for menor. Idosos: podem ser mais propensos aos efeitos adversos do produto. Devem começar com doses reduzidas e que serão aumentadas com cuidado.Inicia se com 1/3 a ½ da dose de adultos. Crianças com 12 anos ou mais anos de idade: Sídrome de Tourette: iniciar com0,05 mg por kg de peso, em dose única diária; aumentar as doses gradativamente de acordo com a resposta clinica. Crianças até 12 anos de idade: doses não estabelecidas Forma de ação no organismo? A Pimozida age no sistema nervoso central bloqueando os receptores da dopamina. Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres (em experimentos animais ocorreram alguns efeitos adversos para o feto). O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Amamentação: Não se sabe se a Pimozida é excretado no leite; por prevenção, não amamentar. Não Usar o Produto: Arritmia cardíaca; depressão do sistema nervoso central; em crianças com outras doenças que não a Síndrome de Gilles de la Tourette; estado comatoso; hipersensibilidade às fenotiazinas, tioxantenos, haloperidol e molindrona; síndrome do Q-T longo congênito. Efeitos colaterais? Acatisia (incapacidade de permanecer sentado devido à ansiedade); boca seca; constipação; sonolência; queda de pressão ao mudar de posição; fraqueza; sedação; reações extrapiramidais; alteração comportamental; perda ou diminuição dos movimentos voluntários. Procedimentos de enfermagem? Descontinuar imediatamente o uso do produto: se o paciente apresentar hipersensibilidade ou síndrome neuroléptica maligna (ver apêndice); se severos sintomas extrapiramidais aparecerem, mesmo após diminuir a dose do produto; se ocorrerem arritmias ventriculares ou se houver prolongamento do intervalo Q-T acima do normal. PERICIAZINA O que é? A Periciazina é um antipsicótico (tratamento adjunto) [fenotiazina piperidina; neuroléptico; propericiazina (outro nome genérico)]. Nome similar ou genérico? Periciazina Para que serve? Distúrbios do comportamento, com agressividade; psicose de longa evolução (esquizofrenia, delírios crônicos). Como deve ser usado, ou seja , vias de administração: Uso Oral: Antiácidos e antidiarréicos não devem ser tomados até 12 depois deste produto. Adultos: distúbios de comportamento( com agressividade): 10 a 60 mg por dia, divididos em 2 ou 3 tomadas. Psicoses( de longa evolução): iniciar com 100 a 200 mg por dia., em 2 ou 3 tomadas , passando depois para 50 a 100 mg por dia ( em 2 ou 3 tomadas) na fase de manutenção. Idosos: distúrbios do comportamento( com agressividade0: 5 a 15 mg por dia ,em 2 ou 3 tomadas. Crianças: Distúrbos com comportamento(com agressividade): 1 mg por ano de idade, por dia, divididao em 2 ou 3 tomadas. Forma de ação no organismo? A Periciazina bloqueia os impulsos gerados pela dopamina nas sinapses, parecendo ser este o mecanismo antipsicótico. Tem também fortes efeitos antiemético, anticolinérgico, hipotensor e sedativo; tem efeito extrapiramidal médio. As fenotiazinas diminuem o limiar convulsivo, suprimem o reflexo da tosse e aumentam a concentração de prolactina Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Classificação não disponibilizada; não recomendada a utilização durante a gravidez pelos riscos potenciais de problemas neurológicos para a criança. Amamentação: A Periciazina é excretada no leite; não amamentar. Não Usar o Produto: Coma; dano cerebral ou depressão do sistema nervoso central; depressão da medula óssea; discrasia sanguínea; doença cardiovascular grave; doença cerebrovascular; pacientes com hipersensibilidade às fenotiazinas. Efeitos colaterais? CARDIOVASCULAR: queda de pressão ao se levantar. ENDÓCRINO: amenorreia (parada da menstruação); aumento de peso; aumento das mamas; escoamento de leite pelas mamas hiperprolactinemia. GASTRINTESTINAL: boca seca; constipação intestinal. GENITURINÁRIO: retenção urinária. HEMATOLÓGICO: alterações no sangue. MUSCULO-ESQUELÉTICO: dificuldade de movimentação. Procedimentos de enfermagem? Cuidado com cirurgias, inclusive procedimentos odontológicos (necessário avaliar os medicamentos a serem utilizados). TRIFLUOPERAZINA O que é? A Trifluoperazina é antipsicótico [fenotiazina piperazina; neuroléptico; cloridrato de Trifluoperazina]. Nome similar ou genérico? Trifluoperazina Para que serve? Ansiedade não psicótica; esquizofrenia. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Doses em termos de Trifluoperazina. Com alimento. Antiácidos e antidiarréicos não devem ser tomados até 2 horas depois deste produto. Forma de ação no organismo? A Trifluoperazina bloqueia os impulsos gerados pela dopamina nas sinapses, parecendo ser este o mecanismo antipsicótico. Tem também fortes efeitos antiemético e extrapiramidal; tem efeitos fracos anticolinérgico, hipotensor e sedativo. As fenotiazinas diminuem o limiar convulsivo, suprimem o reflexo da tosse e aumentam a concentração de prolactina. Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Classificação não disponibilizada; mas não é recomendada a utilização durante a gravidez pelos riscos potenciais de problemas neurológicos para a criança. Amamentação: A Trifluoperazina é excretada no leite; não amamentar. Não Usar o Produto: Crianças com menos de 6 anos de idade; doença cardiovascular grave; doença cerebrovascular; coma; dano cerebral ou depressão do sistema nervoso central; depressão da medula óssea; discrasia sanguínea; pacientes com hipersensibilidade às fenotiazinas. Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: boca seca; constipação intestinal; falta de apetite; náusea. SISTEMA NERVOSO CENTRAL: dor de cabeça; reações extrapiramidais (ver apêndice); sonolência. Procedimentos de enfermagem? Cuidado com cirurgias, inclusive procedimentos odontológicos (necessário avaliar os medicamentos a serem utilizados). TIORIDAZINA O que é? A Tioridazina é antipsicótico; sedativo [fenotiazina piperidina; neuroléptico; cloridrato de Tioridazina]. Nome similar ou genérico? UNITIDAZIN ,Cloridrato de Tioridazina Para que serve? Demência (em idosos); depressão neurótica; dependência alcoólica; distúrbio do comportamento (em crianças); psicose. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Com alimento. Antiácidos e antidiarréicos, se necessários,devem ser tomados pelo menos 1 hora antes ou depois desse produto. Não partir nem mastigar os comprimidos retard; eles são administrados 2 vezes por dia. Forma de ação no organismo? A Tioridazina bloqueia os impulsos gerados pela dopamina nas sinapses, parecendo ser este o mecanismo antipsicótico. Tem fracos efeitos antiemético e extrapiramidal; tem efeitos moderados a fortes anticolinérgico, hipotensor e sedativo. As fenotiazinas diminuem o limiar convulsivo, suprimem o reflexo da tosse e aumentam a concentração de prolactina. Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Classificação não disponibilizada; não usar. Amamentação: Não amamentar. Não Usar o Produto: Doença cardiovascular grave; doença cerebrovascular; coma; dano cerebral ou depressão do sistema nervoso central; depressão da medula óssea; discrasia sanguínea; em pacientes com hipersensibilidade às fenotiazinas. Efeitos colaterais? DERMATOLÓGICO: erupção na pele. GASTRINTESTINAL: boca seca; constipação intestinal; falta de apetite; náusea; vômito. SISTEMA NERVOSO CENTRAL: dor de cabeça. Procedimentos de enfermagem? Informar ao paciente quanto a Não se expor a produtos pesticidas ou inseticidas durante o tratamento. O produto causa alteração na coloração da urina do paciente. Fentalina O que é? É um analgésico narcótico que se caracteriza pelas seguintes propriedades: rápida ação, curta duração e elevada potência (100 vezes maior do que a da morfina) Nome similar ou genérico? Fentanil Para que serve? Está indicado: - para analgesia de curta duração durante o período anestésico (pré-medicação, indução e manutenção) ou quando necessário no período pós-operatório imediato (sala de recuperação). - para uso como componente analgésico da anestesia geral e suplemento da anestesia regional. - para administração conjunta com neuroléptico, como o droperidol, na prémedicação, na indução e como componente de manutenção em anestesia geral e regional. - para uso como agente anestésico único com oxigênio em determinados pacientes de alto risco, como os submetidos a cirurgia cardíaca ou certos procedimentos neurológicos e ortopédicos difíceis. - para administração espinhal no controle da dor pós-operatória, operação cesariana ou outra cirurgia abdominal. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? 50 mcg = 0,05 mg = 1 mL A dose deve ser individualizada. Alguns dos fatores que devem ser considerados na determinação adequada da posologia devem incluir a idade, peso corporal, estado físico, condição patológica concomitante, uso de outros fármacos, tipo de anestesia a ser utilizado e o procedimento cirúrgico envolvido. Forma de ação no organismo? administração conjunta com neuroléptico, como o droperidol, na prémedicação, na indução e como componente de manutenção em anestesia geral e regional. - para uso como agente anestésico único com oxigênio em determinados pacientes de alto risco, como os submetidos a cirurgia cardíaca ou certos procedimentos neurológicos e ortopédicos difíceis. - para administração espinhal no controle da dor pós-operatória, operação cesariana ou outra cirurgia abdominal. Cuidado especiais? Distúrbios no sistema respiratório Freqüentes: apnéia, depressão respiratória. Infreqüentes: laringospasmo. Distúrbios no sistema gastrintestinal Muito freqüentes: náusea, vômito. Organismo como um todo - distúrbios gerais Infreqüentes: reações alérgicas (tais como anafilaxia, broncospasmo, prurido, urticária) Efeitos colaterais? Os eventos adversos relatados associados ao uso de Fentanil intravenoso nos estudos clínicos estão mencionados a seguir: Distúrbios no sistema nervoso central e periférico Freqüentes: rigidez muscular (que pode também envolver os músculos torácicos), movimentos mioclônicos, vertigem. Procedimentos de enfermagem? A duração de ação do efeito analgésico é de 30 a 60 minutos após uma administração IV de 100 mcg. Após administração IM, o início de ação é de 7 a 8 minutos e a duração de ação entre 1 a 2 horas. Verificou-se ainda que a sensibilidade diminuída à estimulação pelo dióxido de carbono pode durar mais que a depressão da freqüência respiratória. CITALOPRAM O que é? O Citalopram é antidepressivo [inibidor seletivo da recaptação da serotonina; serotoninérgico]. Nome similar ou genérico? ALCYTAM, CITTA , DENYL ; MAXAPRN ; ZOXIPAN Para que serve? Depressão mental maior. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Tomar o medicamento com ou sem alimento. Adultos: Iniciar com 20 mg, em dose única pela manhã ou ao anoitecer; a dose pode ser aumentada para 40 mg por dia após pelo menos 1 semana de intervalo. Dose máxima diária: 60 mg. Idosos ou Pacientes com Diminuição da Função do Fígado: niciar com 20 mg, em dose única pela manhã ou ao anoitecer; apenas se estritamente necessário chegar a 40 mg por dia. Crianças: Eficácia e segurança não estabelecidas. Forma de ação no organismo? O Citalopram inibe a recaptação da serotonina, aumentando a atividade serotoninérgica no sistema nervoso central. As captações da norepinefrina e da dopamina são pouco afetadas. Absorção: gastrintestinal, boa; alimentos não interferem. Biotransformação: no fígado; metabólitos pouco ativos. Ação - início: 1 a 4 semanas. Eliminação: fezes (65%); urina (12% como Citalopram e mais de 12% como metabólitos). Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres . O benefício potencial do Citalopram pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Amamentação: O Citalopram é excretado no leite; não amamentar. Não Usar o Produto: Hipersensilidade ao produto, a escitalopram ou a algum dos seus componentes. Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: boca seca; náusea. SISTEMA NERVOSO CENTRAL: insônia; sonolência. OUTRO: disfunção sexual. Procedimentos de enfermagem? São necessárias cerca de 4 semanas para obtenção de resultados terapêuticos. Suspensão gradativa do tratamento não é geralmente necessária. QUELICIN O que é? O cloreto de suxametônio é um relaxante muscular esquelético despolarizante de ação breve, destinado para administração por via intravenosa ou intramuscular. Nome similar ou genérico? Quelicin Para que serve? Quelicin (cloreto de suxametônio) é indicado como adjuvante em anestesia geral, para facilitar entubação traqueal e promover relaxamento da musculatura esquelética durante cirurgia ou ventilação mecânica Como deve ser usado, ou seja vias de administração? A dosagem de Quelicin (cloreto de suxametônio) deve ser individualizada e sempre determinada pelo médico após avaliação cuidadosa do paciente Forma de ação no organismo? O início e a duração da ação podem ser alterados pelo uso de outros medicamentos tais como anticolinesterases, relaxantes musculares despolarizantes ou não-despolarizantes, desidratação, desequilíbrio eletrolítico, certos antibióticos não-penicilínicos e anestésicos locais tipo procaína. O bloqueio neuromuscular com suxametônio é potencializado pela quinina e por sais de magnésio e prolongado na hipopotassemia e na hipocalcemia. Cuidado especiais: Esta contra indicado para pessoas com hipersenssibilidade conhecida ao ao cloreto de suxametonio com dosagens geneticamente determinadas de pseudocolinesterseplasmática e com miopatias assossiadas com valores elevados de CPK . Sua administração é também contra- indicada em pacientes durante a fase aguda de lesão em queimaduras graves, traumatismo múltiplo, desnervação músculo-esquelética externa ou lesão de neurônio motor superior, a menos que circunstancias clinicas requeiram imediata das vias aéreas Efeitos colaterais? As reações adversas ao suxametonio consistem primeiramente de uma extenção de suas ações farmacológicas.O suxametonio causa profundo relaxamento muscular, resultando em depressão respiratória e apnéia. Procedimentos de enfermagem? Administração Usar somente soluções de suxametônio preparadas recentemente. Antipiléticos carbamazepina O que é? É um dos principais fármacos utilizados no tratamento da epilepsia. Nome similar ou genérico? CarbamazepinaPara que serve? Crises convulsivas parciais simples e complexas (primeira escolha) e secundariamente generalizadas. • No transtorno bipolar, durante a latência ou em ausência de resposta ou intolerância ao lítio. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Adultos: Convulsões Parciais Simples e Complexas e Secundariamente Generalizadas • Iniciar com 100 a 200 mg, por via oral, duas ou três vezes ao dia. • Aumentar a dose conforme a resposta; doses de 5 a 9 mg/kg/dia determinam níveis efetivos. • Dose de manutenção: 400 a 2.400 mg/dia, fracionada em 3 tomadas. Forma de ação no organismo? Níveis plasmáticos estáveis são atingidos em 2-10 dias. • Meia-vida de eliminação: 12 horas. • Excreção renal do metabólito (72%) e da forma ativa (menos de 3%). Parcialmente excretada nas fezes após administração oral (28%). Cuidado especiais? Antecedentes de mielossupressão. Pacientes com alterações hematológicas, como agranulocitose, leucopenia e porfiria. Pacientes com anomalias na condução atrioventricular. Hipersensibilidade a Carbamazepina ou a antidepressivos tricíclicos. Efeitos colaterais? Náuseas e vômitos (acima de 10%), diarréia (1 a 10%). Sonolência, vertigens, cefaléia, ataxia, diplopia, nistagmo, confusão, tremor prejuízo cognitivo (acima de 10%) Hipertermia e síndrome neuroléptica maligna (abaixo de 1%). Procedimentos de enfermagem? Monitorar concentrações plasmáticas cuja medida deve ser realizada em jejum, pela manhã, antes da ingestão da dose matinal. fenitoína O que é? A Fenitoína é anticonvulsivante; antiepiléptico; antinevrálgico [difenil-hidantoína]. Nome similar ou genérico? DANTALIN ,DIALUDON; EPELIN ;UNIFENITOIN. Para que serve? Convulsão; epilepsia; estado epiléptico; nevralgia do trigêmeo. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Com alimento. Adultos: Anticonvulsivante: dose inicial de 125 mg, 3 vezes por dia. As doses são ajustadas a cada semana. Nevralgia do trigêmeo: 200 a 600 mg por dia, em doses divididas. Idosos: Anticonvulsivante: dose inicial de 3 mg por kg de peso corporal por dia, em doses divididas. As doses são ajustadas de acordo com a resposta clínica. Crianças: anticonvulsivante: dose inicial de 5mh por kg de peso corporalpor dia, divididos em 2 ou 3 tomadas. As doses são ajustadas quando necessário(não ultrapassar 300mg por dia) Forma de ação no organismo? A Fenitoína age no córtex motor cerebral, inibindo a propagação da atividade epiléptica Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres .O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Amamentação: A Fenitoína é excretada no leite; criança pode ingerir grandes quantidades; não amamentar. Efeitos colaterais? GASTRITESTINAL: constipação; náusea; vômito. SISTEMA NERVOSO CENTRAL: tontura; sonolência. Procedimentos de enfermagem? Orientar ao paciente para Descontinuar o uso se houver erupção na pele, sinais de toxicidade no fígado, discrasia sanguínea ou gânglios. fenobarbital O que é? O Fenobarbital é anticonvulsivante; sedativo [ácido barbitúrico (derivado); barbitúrico; hipnótico barbitúrico]. Nome similar ou genérico? BARBITRON ; CARBITAL ; EDHANOL ; GARBITAL ; UNIFENOBARB Para que serve? Convulsão febril,(em crianças), epilepsia, hiperbilirrubinemia do recém-nascido. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Misturar a solução oral com água ou suco de frutas para melhorar o sabor. Adultos 100 a 200 mg por dia, em dose única, ao deitar, ou divididos em 3 tomadas. Crianças 4 a 6 mg por kg de peso corporal por dia, divididos em 2 tomadas, a cada 12 horas (ou tomado em dose única) Forma de ação no organismo? O Fenobarbital é um depressor do sistema nervoso central. Como anticonvulsivante, parece poder aumentar ou imitar a ação inibitória do ácido gama-aminobutírico (GABA) nas sinapses. Cuidado especiais? Risco na Gravidez Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício potencial justificar o risco potencial, em situações de risco de vida ou em casos de doenças graves para as quais não se possam utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes. Efeitos colaterais? SISTEMA NERVOSO CENTRAL: dor de cabeça; letargia; sonolência; vertigem; sedação. GASTRINTESTINAL: náusea; vômito. Procedimentos de enfermagem? Durante tratamentos prolongados (anticonvulsivante), pode ser necessária a suplementação de ácido fólico. Antifungicos cetoconazol O que é? É uma substância pertencente ao grupo dos azóis, ou seja, é um fármaco antimicótico ou antifúngico que pode ser utilizado por via oral ou topicamente (cremes e xampus) Nome similar ou genérico? Nizoral Para que serve? Nizoral creme é indicado para aplicação tópica no tratamento de micoses superficiais incluindo dermatofitoses (Tinea corporis, Tinea cruris, Tinea manum e Tinea pedis), candidíase cutânea e pitiríase versicolor. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso tópico:(na pele) Adultos e Adolescentes Aplicar o creme nas áreas afetadas, 1 vez por dia, até o desaparecimento dos sintomas ou das lesões (em média: 2 a 4 semanas). Crianças: Eficácia e segurança não estabelecidas. Forma de ação no organismo? Propriedades farmacodinâmicas Nizoral creme apresenta atividade antimicótica potente contra dermatófitos, tais como Trichophyton sp, Epidermophyton floccosum e Microsporum sp, e também contra leveduras. Cuidado especiais? Nizoral creme é contra-indicado aos pacientes com hipersensibilidade ao cetoconazol ou aos excipientes da formulação. Efeitos colaterais? Como Nizoral creme não é absorvido, os efeitos colaterais, raramente observados, têm se restringido à área cutânea onde é aplicado, tais como irritação, sensação de ardor, dermatite de contato associados ao Nizoral creme ou a um de seus componentes: sulfito de sódio ou propilenoglicol. Procedimentos de enfermagem? Abrir o tubo desrosqueando a tampa. Furar o tubo com a ponta que está na própria tampa. Nizoral creme não deve ser aplicado somente na área infectada, mas também ao redor dela. Lavar as mãos cuidadosamente após aplicar o creme. nistatina O que é? A Nistatina é antifúngico [macrolídeo]. Nome similar ou genérico? CANDISTATIN; CANDITRAT ; INOFUNGIN ; NISTATEC Para que serve? Candidíase (monilíase) oral; candidíase vaginal. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Com estômago vazio ou com algum alimento. A suspensão oral deve ser bem agitada. A suspensão oral deve ser bochechada e mantida na boca por algum tempo antes de ser engolida. Nas crianças e nos lactentes :colocar meia dose em cada lado da boca. Adultos: 500.000 a 1.000.000 UI, 3 ou 4 vezes por dia. O esquema posológico deve ser mantido no mínimo por 48 horas após o desaparecimento dos sintomas ou da negativação das culturas. Crianças: Prematuros e crianças de baixo peso: 100.000 UI, 4 vezes por dia. Lactentes: 100.000 a 200.000 UI, 4 vezes por dia. Crianças de peso normal: 100.000 a 600.000 UI, 4 vezes por dia. Manter o esquema posológico por no mínimo 48 horas após o desaparecimento dos sintomas ou da negativação das culturas. Forma de ação no organismo? A Nistatina liga-se à membrana celular do fungo, alterando a permeabilidade e fazendo extravazar componentes celulares. Cuidado especiais? Risco na Gravidez Uso Vaginal Não há evidências de risco em mulheres (estudos bem controlados não revelaram problemas no 1º trimestre de gravidez e não há evidências de problemas nos 2º e 3º trimestres). Uso Oral: Não há estudos adequados em mulheres (em experimentos animais ocorreram alguns efeitos adversos para o feto). O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: náusea, vômito, diarreia, dor abdominal. Procedimentos de enfermagem? Atentar ao paciente a Evitar relação sexual durante o tratamento de infecção vaginal ou usar camisinha. Antiinflamatóriosestróides Prednisona O que é? É um fármaco corticóide sintético Nome similar ou genérico? Prednisona Para que serve? É um potente glicocorticóide de ação diminuta mineralocorticoide. Também é usada em medicina veterinária. Ainda não possui mecanismo de ação totalmente elucidado. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? É administrada oralmente mas pode ser administrada também através de injeção intra-muscular e pode ser usada para um grande número de doenças diferentes. Forma de ação no organismo? O complexo receptor-glucocorticoide vai para o núcleo celular e provoca algumas alterações no DNA, que estimulam ou reprimem determinadas sínteses de proteínas dos órgãos Cuidado especiais? administração do medicamento contendo prednisona pode esconder infecções já existentes ou novas infecções, por deixar o organismo e suas defesas debilitado. Efeitos colaterais? SISTEMA NERVOSO CENTRAL: euforia; insônia. GASTRINTESTINAL: úlcera no estômago. Procedimentos de enfermagem? Evitar imunizacões (vacinas) enquanto sob o uso do produto; Checar periodicamente: altura; peso; sangue (função hematopoiética, eletrólitos, tolerância à glicose); pressão ocular e do sangue; função da supra-renal (em casos de uso prolongado ou de doses altas); perda óssea; sangue oculto nas fezes. decadron O que é? Decadron comprimidos/elixir é um glicocorticóide sintético usado principalmente por seus potentes efeitos antiinflamatórios. Nome similar ou genérico? Decadron Para que serve? Alergopatias: controle de afecções alérgicas graves ou incapacitantes, não- suscetíveis às tentativas adequadas de tratamento convencional em: rinite alérgica sazonal ou perene, asma brônquica, dermatite de contato, dermatite atópica, doença do soro, reações de hipersensibilidade a medicamentos. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração? A dose inicial usual varia de 0,75 a 15 mg por dia, dependendo da doença que está sendo (para os lactentes e demais crianças as doses recomendadas terão, usualmente, de ser reduzidas, mas a posologia deve ser ditada mais pela gravidade da afecção que pela idade ou peso corpóreo. Forma de ação no organismo? corticosteróides na hipoprotrombinemia. A difenil-hidantoína (fenitoína), o fenobarbital, a efedrina e a rifampicina podem acentuar a depuração metabólica dos corticosteróides, suscitando redução dos níveis sanguíneos e diminuição de sua atividade fisiológica, o que exigirá ajuste na posologia do corticosteróide. Essas interações podem interferir nos testes de inibição da dexametasona, que deverão ser interpretados com cautela durante a administração destas drogas. Foram relatados resultados falso-negativos no teste de supressão da dexametasona em pacientes tratados com indometacina. Cuidado especiais? DEVE-SE UTILIZAR A MENOR DOSE POSSÍVEL DE CORTICOSTERÓIDES PARA CONTROLAR AFECÇÃO EM TRATAMENTO E, QUANDO POSSÍVEL A REDUÇÃO POSOLÓGICA, ESTA DEVE SER GRADUAL. CORTICOSTERÓIDES PODEM EXACERBAR INFECÇÕES FÚNGICAS SISTÊMICAS E PORTANTO NÃO DEVEM SER USADOS NA PRESENÇA DE TAIS INFECÇÕES A MENOS QUE SEJAM NECESSÁRIAS PARA CONTROLAR REAÇÕES DA DROGA DEVIDO À ANFOTERICINA B. Efeitos colaterais? DISTÚRBIOS LÍQUIDOS E ELETROLÍTICOS: RETENÇÃO DE SÓDIO, RETENÇÃO DE LÍQUIDO, INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA EM PACIENTES SUSCETÍVEIS, PERDA DE POTÁSSIO, ALCALOSE HIPOCALÊMICA, HIPERTENSÃO. Procedimentos de enfermagem? Os comprimidos devem ser tomados com meio copo de água e não devem ser mastigados. hidrocortisona O que é? A Hidrocortisona é um anti-inflamatório; imunossupressor [corticosteroide; glicocorticoide; cortisol; anti-inflamatório esteroide; succinato de Hidrocortisona Nome similar ou genérico? FLEBOCORTID (Aventis); CORTISONAL (União Química). Succinato sódico de Hidrocortisona equivalente a Hidrocortisona. Para que serve? Asma brônquica; colite ulcerativa; doença do colágeno; edema angioneurótico (angioedema); inflamação grave; insuficiência supra-renal; pênfigo; reação alérgica grave. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Injetável: Hidrocortisona (pó) 50 mg – Via Intramuscular RECONSTITUIÇÃO Diluente: Água Bacteriostática para Injeção. Volume: 2 mL. Estabilidade após reconstituição com Água Bacteriostática para Injeção:temperatura ambiente (15 - 30°C): 3 dias, proteger da luz. Usar apenas se estiver límpida. ADMINISTRAÇÃO: em adultos, nas nádegas (quadrante superior externo); em crianças, na face lateral da coxa. Forma de ação no organismo? A Hidrocortisona deprime a formação, liberação e atividade de mediadores endógenos da inflamação (prostaglandinas, cininas, histamina e enzimas). Modifica também a resposta imunológica. Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres (em experimentos animais ocorreram alguns efeitos adversos para o feto). O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Amamentação: A Hidrocortisona é excretada no leite. Não amamentar quando do uso de altas doses. Não Usar o Produto: Histórico de hipersensibilidade a corticosteroides ou aos componentes da formulação; tratamento de neurite óptica (maior risco de novos episódios). Efeitos colaterais? SISTEMA NERVOSO CENTRAL: euforia; insônia. GASTRINTESTINAL: úlcera no estômago. Procedimentos de enfermagem? Orientar aos pacientes a não interromper o tratamento sem orientação médica. Evitar imunizacões (vacinas) enquanto sob o uso do produto. Antiinflamatório não – esteróide diclofenaco O que é? O diclofenaco é anti-inflamatório; anti-reumático; analgésico; antigotoso; antidismenorréico; antienxaquecoso [ácido fenilacético (derivado); diclofenaco potássico; diclofenaco sódico; diclofenaco resinato; anti-inflamatório não esteroide]. Nome similar ou genérico? BENEVRAN ; BIOFENAC ; BIOFENAC DI ; BIOFENAC CLR; BIOFENAC LP ; FENAREN ; FLOGAN; ORTOFLAN ; ORTOFLAN RETARD ; VOLTAFLEX ; VOLTAFLEX AP ; ZOTAC . Para que serve? Artrite reumatoide; gota (crise aguda); dor (leve a moderada); enxaqueca (supressor da); espondilartrite; espondilite anquilosante; inflamação pós-operatória dolorosa; inflamação pós-traumática; artrose (osteoartrite; osteoartrose); reumatismo não articular. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Com alimento. Tomar com 1 copo de água; não deitar nos 30 minutos após a tomada (para diminuir risco de irritação gastrintestinal) Adultos e Adolescentes acima de 14 Anos: Comprimidos ou drágeas: iniciar com 100 a 150 mg por dia, em doses divididas a cada 8 ou 12 horas. A dose máxima diária é de 200 mg. Comprimidos de ação prolongada: 100 mg por dia, em dose única. Gotas: 0,5 a 2 mg por kg de peso corporal por dia, divididos em 2 ou 3 tomadas. Uso Retal (via ânus) Os supositórios não devem ser usados em crianças menores de 14 anos, nem por mulheres grávidas ou pacientes com proctite. Forma de ação no organismo? Os anti-inflamatórios não esteroides, de um modo geral, inibem a atividade da enzima ciclo-oxigenase (COX), levando a uma diminuição da síntese de prostaglandinas. Parte da ação anti-inflamatória é justificada por essa diminuição das prostaglandinas nos tecidos inflamados; a ação analgésica também se deve em parte a essa diminuição da atividade das prostaglandinas; a ação antitérmica por ação central no centro hipotalâmico de regulação do calor; as ações anti-reumática e antigotosa por mecanismos anti-inflamatórios e analgésicos (não há estimulação do eixo hipófise-suprarrenal e nem ação corretora da hiperuricemia). Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres (em experimentos animais ocorreram alguns efeitos adversos para o feto). O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Anti-inflamatórios não esteroides não são recomendados na segunda metade da gravidez pela possibilidade de defeitos circulatórios no feto e aumento do tempo de gestação. Amamentação: O diclofenaco é excretado no leite. Problemas não documentados. Não Usar o Produto: Alergia a diclofenaco,a ácido acetilsalicílico ou analgésicos não esteroides; segunda metade da gravidez (possibilidade de defeitos circulatórios no feto e aumento do tempo de gestação); crianças (segurança e eficácia não foram estabelecidas); na preparação para cirurgia coronariana (bypass). Uso retal: hemorróidas; lesões inflamatórias no ânus ou no reto (lesões presentes ou histórico de); sangramento retal. Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: náusea. GENITURINÁRIO: problema nos rins. Procedimentos de enfermagem? Cuidado com cirurgias (aumenta risco de sangramento). Evitar exposição ao sol (risco de sensibilidade). Não associar com outros anti-inflamatórios não esteroides ou com analgésicos, a menos que justificado pelo médico. diclofenaco de potássio O que é? Anti-inflamatório Nome similar ou genérico? Diclofenaco de potássio Para que serve? Tratamento de curto prazo das seguintes condições agudas: • estados dolorosos inflamatórios pós-traumáticos como, por exemplo, os causados por entorses; • dor e inflamação no pós-operatório como, por exemplo, após cirurgias ortopédicas ou odontológicas; • condições dolorosas e/ou inflamatórias em ginecologia como, por exemplo, dismenorréia primária ou anexite; • síndromes dolorosas da coluna vertebral; • reumatismo não-articular na fase aguda; • como adjuvante no tratamento de processos infecciosos acompanhados de dor e inflamação de ouvido, nariz ou garganta como, por exemplo, nas faringoamigdalites e otites, respeitando os princípios terapêuticos gerais de que a doença básica deve ser adequadamente tratada. Febre, isoladamente, não é uma indicação. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? A dose inicial diária recomendada é de 100 a 150 mg. Em casos mais leves, bem como para pacientes acima de 14 anos de idade, 75 a 100 mg/dia são em geral suficientes. A dose diária prescrita deve ser fracionada em duas a três tomadas. Forma de ação no organismo? Lítio, digoxina: o diclofenaco pode elevar as concentrações plasmáticas de lítio e digoxina. • Diuréticos: assim como outros antiinflamatórios não-esteróides (AINEs), o diclofenaco pode inibir a atividade de diuréticos. Cuidado especiais? Conservar o medicamento em temperatura ambiente (entre 15oC e 30oC) e proteger da umidade Efeitos colaterais? trato gastrointestinal Ocasional: epigastralgia, distúrbios gastrointestinais tais como náusea, vômito, diarréia, cólicas abdominais, dispepsia, flatulência, anorexia, irritação local. Raros: sangramento gastrointestinal (hematêmese, melena, diarréia sangüinolenta), úlcera gástrica ou intestinal com ou sem sangramento ou perfuração. Casos isolados: estomatite aftosa, glossite, lesões esofágicas, estenose intestinal diafragmática, distúrbios do baixo colo tais como colite hemorrágica não-específica e exacerbação de colite ulcerativa ou doença de Crohn; constipação, pancreatite. Procedimentos de enfermagem? O tratamento deve iniciar-se aos primeiros sintomas e, dependendo da sintomatologia, continuar por alguns dias. Os comprimidos revestidos devem ser ingeridos inteiros e com um pouco de líquido, de preferência antes das refeições. cetoprofeno O que é? O Cetoprofeno é analgésico; antigotoso; antidismenorréico; antienxaquecoso; anti-reumático; anti-inflamatório [ácido propiônico (derivado); anti-inflamatório não esteroide]. Nome similar ou genérico? ARTRINID ; ARTROSIL FLAMADOR Para que serve? Artrite reumatoide; bursite; capsulite; dismenorreia; dor (em odontologia); enxaqueca(supressor da); espondilite anquilosante; gota; inflamação (em odontologia); osteoartrite (artrose); tendinite; sinusite; tenossinovite. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Comprimido ou Cápsula Tomar o produto 30 minutos antes ou 2 horas após as refeições. ADULTOS: 150 a 200 mg por dia, divididos em 3 ou 4 tomadas. Manutenção: a menor dose possível. LIMITE DE DOSE PARA ADULTOS: 300 mg por dia. Forma de ação no organismo? Os anti-inflamatórios não esteroides, de um modo geral, inibem a atividade da enzima ciclo-oxigenase, levando a uma diminuição da síntese de prostaglandinas. Parte da ação anti-inflamatória é justificada por essa diminuição das prostaglandinas nos tecidos inflamados; a ação analgésica também se deve em parte a essa diminuição da atividade das prostaglandinas; a ação antitérmica por ação central no centro hipotalâmico de regulação do calor; as ações anti-reumática e antigotosa por mecanismos anti-inflamatórios e analgésicos (não há estimulação do eixo hipófise-supra-renal e nem ação corretora da hiperuricemia). Cuidado especiais? Os itens abaixo referem-se particularmente às apresentações oral, injetável e supositório do Cetoprofeno. Risco na Gravidez: Risco B: Não há estudos adequados em mulheres . Anti-inflamatórios não esteroides não são recomendados na segunda metade da gravidez pela possibilidade de defeitos circulatórios no feto e aumento do tempo de gestação. Amamentação: Não se sabe se o Cetoprofeno é excretado no leite. Problemas não documentados. Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: má digestão. HEPÁTICO: testes de função do fígado anormais. Procedimentos de enfermagem? Orientar os pacientes a evitar exposição ao sol (risco de sensibilidade). Não associar com outros anti-inflamatórios não esteroides ou com analgésicos, a menos que justificado pelo médico. Antiparasitario albendazol O que é? O Albendazol é um antiparasitário; anti-helmíntico; vermicida [benzimidazol (derivado)]. Nome similar ou genérico? ALIN (Millet Roux); MONOZOL (Legrand); PARASIN (Aché); ZOLBEN (Sanofi-Aventis) Para que serve? Ancilostomíase; ascaridíase; enterobíase (oxiuríase); estrongiloidíase; teníase; tricocefalíase; Giardíase . Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral Com alimento. Não exige dietas ou purgantes. Os comprimidos podem ser engolidos inteiros, mastigados ou triturados e misturados com comida. Adultos e Crianças Acima de 2 Anos Teníase ou estrongiloidíase 400 mg em dose única diária, durante 3 dias. Giardíase 400 mg em dose única diária, durante 5 dias. Demais indicações: dose única de 400 mg (1 só dia). Forma de ação no organismo? O Albendazol degenera microtúbulos no citoplasma e tegumentos dos helmintos. Cuidado especiais? Risco na Gravidez Não há estudos adequados em mulheres .O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Amamentação: Não se sabe se o Albendazol é excretado no leite; problemas não documentados. Não Usar o Produto: Hipersensibilidade à droga. Avaliar Riscos X Benefícios Diminuição da função hepática. Efeitos colaterais? SISTEMA NERVOSO CENTRAL: dor de cabeça HEPÁTICO: alteração nos testes da função do fígado. Procedimentos de enfermagem? ATENÇÃO: se não houver cura, um segundo tratamento está indicado após 3 semanas, nas mesmas doses acima. mebendazol O que é? O Mebendazol é antiparasitário; anti-helmíntico [benzimidazol (derivado)]. Nome similar ou genérico? PANFUGAN ; PLURIVERM ;SIRBEN Para que serve? • Verminose por vermes redondos: ancilostomíase; ascaridíase; enterobíase(oxiuríase); necatoríase; tricuríase (tricocefalíase). • Verminose por vermes chatos: teníase. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? O medicamento pode ser ingerido com água, inteiro, mastigado, triturado ou dissolvido. Forma de ação no organismo? O Mebendazol causa degeneração nos microtúbulos do citoplasma dos parasitos, prejudicando o aproveitamento de glicose. Cuidado especiais? Risco na Gravidez Não há estudos adequados em mulheres (em experimentos animais ocorreram alguns efeitos adversos para o feto). O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Amamentação Não se sabe se o Mebendazol é excretado no leite. Não amamentar. Não Usar o Produto Hipersensibilidade à droga; crianças com menos de 2 anos de idade. Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: constipação; diarreia; dor abdominal. SISTEMA NERVOSO CENTRAL: dor de cabeça. Procedimentosde enfermagem? • pode ter sua ação diminuída por: carbamazepina; hidantoína. • pode ter sua concentração aumentada por: cimetidina. Antiasmático salbutamol O que é? O Salbutamol é broncodilatador [amina simpaticomimética; simpaticomimético; adrenérgico; sulfato de Salbutamol; albuterol (outro nome genérico)]. Nome similar ou genérico? AERODINI (Teuto); ASMALIV (Legrand); PULMOFLUX (Neo Química) Sulfato de Salbutamol equivalente a Salbutamol. Para que serve? • Tratamento de: broncoespasmo (associado com asma). • Tratamento e prevenção de: broncoespasmo (associado com bronquite crônica; enfisema pulmonar; doença pulmonar obstrutiva crônica). • Prevenção de: broncoespasmo (induzido por exercícios). Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral Durante refeição. Adultos: 2 a 4 mg, 3 ou 4 vezes por dia. Idosos: podem ser mais sensíveis aos efeitos adversos do produto. Crianças: 1 a 2 mg, 3 ou 4 vezes por dia. Inalação Oral (spray ou solução para nebulização) Deve ser feita pela manhã e antes das refeições. Agitar o frasco do produto antes de usar. Tomar cuidado para o produto não cair nos olhos. Forma de ação no organismo? O Salbutamol estimula receptores beta 2 nos pulmões relaxando o músculo liso dosbrônquios e causando broncodilatação. Cuidado especiais? Risco na Gravidez Não há estudos adequados em mulheres (em experimentos animais ocorreram alguns efeitos adversos para o feto). O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Amamentação Não se sabe se o Salbutamol é excretado no leite. Se excretado, risco potencial ao lactente. Não amamentar. Não Usar o Produto Diante de aborto iminente; hipersensibilidade a simpaticomimético. Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: náusea. ENDÓCRINO-METABÓLICO: aumento do apetite. CARDIOVASCULAR: aumento dos batimentos do coração; palpitação. MÚSCULO-ESQUELÉTICO: cãibras; fraqueza; tremor. SISTEMA NERVOSO CENTRAL: dor de cabeça; excitação; hiperatividade; insônia; nervosismo; tontura. RESPIRATÓRIO: estreitamento dos brônquios; tosse; bronquite; resfriado; asma. ÓTICO: inflamação no ouvido Procedimentos de enfermagem? O uso prolongado ou muito frequente das inalações pode causar tolerância (o produto passa a não fazer efeito nas doses habituais). Tomar grande quantidade de líquidos durante o tratamento. Cardiovasculares6 amiodarona O que é? A Amiodarona é antiarrítmico [benzofurano (derivado); antiarrítmico classe III; cloridrato de Amiodarona]. Nome similar ou genérico? ANCORON ; COR MIO ; MIOCOR ; MIODARON ; MIODON Cloridrato de Amiodarona: Para que serve? Arritmia ventricular (tratamento e prevenção). Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral Adultos Arritmias ventriculares Dose de ataque: 800 a 1600 mg por dia, em doses divididas (se houver problema gastrintestinal ou se a dose for maior que 1 g, tomar durante refeição), durante 1 a 3 semanas, ou até que ocorra uma resposta terapêutica ou reação adversa; a seguir 600 a 800 mg por dia, durante 1 mês, diminuída a seguir até a menor dose efetiva de manutenção. Dose de manutenção: 200 a 600 mg por dia. Taquicardia supraventricular Dose de ataque: 600 a 800 mg por dia, durante 1 semana, ou até que ocorra uma resposta terapêutica ou reação adversa; reduzir então a dose para 400 mg por dia, durante 3 semanas. Dose de manutenção: 200 a 400 mg por dia. Idosos São mais propensos aos efeitos neurotóxicos; como são mais sensíveis aos efeitos dos hormônios da tireoide, podem ser também mais sensíveis aos efeitos da Amiodarona sobre a tireoide. Forma de ação no organismo? A Amiodarona prolonga a duração do potencial de ação e o período refratário em todos os tecidos do coração, por ação direta nos tecidos, sem afetar significativamente o potencial de membrana. Na classificação de Vaughan Williams: antiarrítmico Classe III, com algumas propriedades da Classe I. Absorção: lenta e variável (25 a 55% de uma dose oral). Biotransformação: ampla no fígado (um metabólito ativo); 300 mg de Amiodarona liberam cerca de 9 mg de iodo. Ação antiarrítmica - início: pode variar de 2 a 3 dias a 2 a 3 meses. Eliminação: biliar. Cuidado especiais? Risco na Gravidez Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício potencial justificar o risco potencial, em situações de risco de vida ou em casos de doenças graves para as quais não se possa utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes. Amamentação Excretado no leite (cerca de 25% de uma dose materna). Não amamentar. Não Usar o Produto Choque cardiogênico; disfunção sinonodal grave resultando em bradicardia sinusal; bloqueio atrioventricular de segundo ou terceiro grau; bradicardia que levou a síncope (exceto quando usada concomitantemente com marcapasso) Efeitos colaterais? ATENÇÃO: as reações adversas são geralmente relacionadas às doses e ao tempo de tratamento; podem demorar até anos para aparecer; podem persistir até meses após a suspensão do tratamento. SISTEMA NERVOSO CENTRAL: fadiga, mal-estar, tremores, tontura. GASTRINTESTINAL: náusea; vômito; constipação intestinal. CARDIOVASCULAR: pressão baixa. OCULAR: distúrbios visuais, microdepósitos assintomáticos na córnea. METABÓLICOS: diminuição da função da tireoide. RESPIRATÓRIO: toxicidade pulmonar grave. PELE: sensibilidade à luz. Procedimentos de enfermagem? O tratamento exige médico especializado em arritmias e com experiência no uso da Amiodarona ATROPINA O que é? Cicloplégico, midriatico,[sulfato de atopina, anticolinérgico, alcalóide da beladona]. Para que serve?Ciclopégico ( em teste de refração), dilatador da pupila (em condição inflamatória da íris e trato uveal) Como age? Bloqueia a resposta á estimulação da aacetilcolina no esfinter as Iris e no músculo acomodativo do corpo ciliar. Disso resulta midriase( dilatação da pupila) e cicloplegia( paralisia de acomodação) Cmo deve ser usado, ou seja, vias de administraçõ: Uso oftálmico( nos olhos) Evitar que a ponta do aplicador entre emm contato com os olhos. Após a aplicação comprimir o saco lacrimal, na região próxima ao nariz, por 1 2 minutos, com a ponta dos dedos. Adultos: uveite: pingar 1 ou 2 gotas no saco conjuntival de cada olho, 4 vezes por dia. Refração: pingar 1 gota do produto no saco conjuntival de cada olho, 2 vezes por dia, durante 1 ou 2 dias antes do exame. Crianças: Uveite: pingar 1 ou 2 gotas(a 0,5%) no saco conjuntival de cada olho,até 3 vezes por dia. Refração: pingar 1 gota( a 0,5%) no saco conjuntival de cada olho, 2 vezes por dia, durante 1 ou 3 dias antes do exame e 1 hora antes do mesmo. Cuidados especiais: Risco na gravidez: não há estudos adequados em mulheres. Amamentação: Pode ser adsorvido sistemicamente e causar reações adversas na criança ( febre, pulso rápido, pele seca) não amamentar. Não usar o produto nas seguintes condições: Idosos com excessiva pressão intraocular Avaliar risco x benefícios: Crianças ( particularmente loiras; com olhos azuis; síndrome de Down(mongolismo); paralisia espastica, com dano cerebral) paciente com glaucoma ou com tentencia a desenvolver glaucoma. Efeitos colaterais: Inchaço nas pálpebras, intolerância à luz, visão borrada. Procedimentos de Enfermagem: Informar ao cliente sobre as reações adversas mais freqüentes; A medicação deve ser usada cuidadosamente em caso de Síndrome de Down, por este grupo de clientes serem mais sensível aos efeitos colaterais; Recomende ao cliente que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação sem o conhecimento do médico; Monitoração cardíaca; Balanço hídrico; Administrar em veia calibrosa, no mínimo, em02 min. ADRENALINA O que é: A Epinefrina é um antiasmático; broncodilatador [catecolamina; adrenérgico; estimulante adrenérgico; simpaticomimético; vasopressor; estimulante cardíaco. Nome similar ou genérico: DRENALIN, EPIFRIN, HYDREN, EPINEFRINA Para que serve? Asma brônquica; choque anafilático; parada cardíaca. Provoca a broncodilatação,controla a freqüência cardíaca e a PA, localização/prolongamento dos anestésicos locais/espinhais. Formas de ação no organismo: Ocorre neurotransmissão, o efeito é transmitido através dos receptores alfa e beta. O efeito nos receptores inclui vasoconstrição, contração do músculo dilatador da íris. Broncodilatador, diminuição da produção de humor aquoso. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Nível Sangüíneo: S.C., I.M., I.V. e inalação: 20 minutos. Uso Injetável após aplicação subcutânea ou intramuscular, massagear o local da injeção para tornar a absorção mais rápida. ATENÇÃO: por Via Intravenosa usar apenas soluções a 1:10.000 ou ainda mais diluídas alguns médicos preferem soluções a 1:100.000). A aplicação por via intravenosa deve ser feita entamente, com monitoramento cardíaco. Via Intramuscular Epinefrina (solução) 1:1000 (1 mg/mL) ADMINISTRAÇÃO: em adultos, no braço; em crianças, na face lateral da coxa. ATENÇÃO: não aplicar nas nádegas. USO INJETÁVEL – DOSES Adultos: Asma Brônquica: Iniciar com 0,1 a 0,5 mg (da solução 1:1000), subcutânea ou intramuscular, repetindo a aplicação a cada 20 minutos ou até a cada 4 horas. Alternativamente, 0,1 a 0,25 mg, via intravenosa (utilizando solução a 1:10.000 ou ainda mais diluída), lentamente, repetindo a aplicação após 5 a 15 minutos, se necessário. Vasopressor: Infusão intravenosa (utilizando solução a 1:10.000 ou ainda mais diluída), 1 mcg por minuto. A dose pode variar de 2 a 10 mcg por minuto, para se obter a resposta hemodinâmica desejada. Parada Cardíaca: Via intravenosa (utilizando solução a 1:10.000 ou ainda mais diluída), 0,5 a 1 mg cada 3 a 5 minutos durante a ressuscitação. Crianças: Asma Brônquica: 0,01 mg por kg de peso corporal (da solução de 1:1.000), via subcutânea. Repetir a aplicação com 20 minutos a 4 horas de intervalo, se houver necessidade. Não exceder 0,5 mg em uma única dose. Parada Cardíaca (recém-natos): Via intravenosa (utilizando solução a 1:10.000 ou ainda mais diluída), 10 a 30 mcg por kg de peso cada 3 a 5 minutos. Cuidados especiais: Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres. O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Amamentação: A Epinefrina é excretada no leite. Problemas não documentados. Não Usar o Produto Alergia à Epinefrina ou a outros simpaticomiméticos; glaucoma de ângulo fechado;choque (exceto choque anafilático); síndrome cerebral orgânica;dilatação cardíaca; insuficiência coronariana; durante o trabalho de parto (pode causar anóxia fetal); junto com anestesia local, nos dedos dos pés ou das mãos, orelhas, nariz ou genitália; crianças prematuras e recém nascidos. Avaliar Riscos X Benefícios Idosos; problema cardíaco, incluindo arritmias ou doença cardiovascular; hipertensão; diabetes mellitus; hipertireoidismo; doença cerebrovascular; desordem psiconeurótica; asma brônquica ; desordem psiconeurótica; paciente com asma brônquica ou enfisema com doença cardíaca degenerativa; pacientes que estejam recebendo anestesia por inalação. Atenção ao Utilizar Outros Produtos A Epinefrina: pode ter sua ação inibida por:alfabloqueadores, alcaloides do ergot. pode aumentar os riscos de arritmias cardíacas graves com: anestésicos hidrocarbonados de inalação (ex.: halotano); digitálicos; levodopa. pode ter sua ação inibida ou pode inibir a ação de: betabloqueadores. pode aumentar os riscos de arritmias cardíacas e de aumento grave de pressão sanguínea com: antidepressivos tricíclicos; anti-histamínico; hormônio tireoideano; maprotilina. pode sofrer ou provocar aumento das reações adversas (graves) com: cocaína; IMAO (inibidores da monoamina-oxidase, incluindo furazolidona, procarbazina e selegilina). pode ter sua ação aumentada por:guanadrel; guanetidina. pode ter sua ação aumentada ou pode aumentar a ação de:doxapram; metilfenidato. pode aumentar os riscos de arritmias cardíacas com: digitálicos. pode resultar em aumento do estreitamento dos vasos com: ergotamina. OUTRAS CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES o produto pode aumentar os níveis de glicose no sangue. Efeitos colaterais: SNC: tendência suicida ou homicida, tontura, ansiedade, medo, palidez, desorientação, perda da memória, agitação psicomotora, alucinação, inquietação, sonolência, tremor, insônia, convulsão, depressão no SNC, sintomas de paranóia.VISÃO:fotofobia, visão turva, hipersensibilidade ocular, dor no olho.SCV: fibrilação ventricular fatal, hemorragia subaracnóide ou cerebral, aumento da pressão sangüínea, podendo causar ruptura aórtica, angina pectoris, obstrução da artéria central da retina.SGI:náusea,vômito,anorexia.SGU:diminuição do débito urinário,retenção urinária,disúria, espasmo vesical.OUTROS: queimação transitória durante a administração, cefaléia. Procedimento de Enfermagem: Monitorize a função respiratória, cardíaca (faça ECG); se for administrado por causa de hipotensão, controle a pressão sangüínea até estabilizar. Se for usado em períodos prolongados, avalie a resistência. Descansar por 2 a 3 dias e recomeçar a terapia. Agitar a solução antes de aspirar.Para prevenir necrose no tecido subcutâneo quando administrado pela via S.C., mude o local da injeção.Administre a dose recomendada porque pode ocorrer reação adversa, ou perda do efeito. Relate e comunique ao médico reações adversas, tais como: sonolência, ansiedade, náusea, vômito.Se ocorrer sonolência e tontura, oriente o paciente para não dirigir veículos.Proteja a droga da luz, altas temperaturas, não congelar, não usar se a droga mudar de cor. .IV.: administre 10 mg sem diluir, por mais de 2 minutos. A droga está sujeita a oxidação. ANLODIPINA, O que é? Hipotensor arterial, vasodilatador coronariano (bloqueador dos canais de cálcio). Nome similar ou genérico: Amloprax, Cordarex, Cordipina, Nevrol, Nicord, Norvasc, Pressat, Roxflan, Tensaliv, Tensidipin. Para que serve? Angina estável,angina de Prinzmental ou angina variante, hipertensão. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Via Oral Angina estável,angina de Prinzmental ou angina variante: Adultos: inicialmente 10mg/dia. Hipertensão: Adultos:5mg/dia. Forma de ação no organismo: Inibe o fluxo de cálcio (bloqueador do canal lento de cálcio ou antagonista do íon cálcio) e o influxo transmembrana do íon no interior do cardíaco liso. Cuidados Especiais: Hipersensibilidade. Use cuidadosamente nos casos de disfunção hepática, estenose aórtica severa, ICC e em pacientes sob uso de outros vasodilatadores periféricos. Efeitos Colaterais: Edema, rubor, palpitações, náuseas, dor abdominal, cefaleia, tontura, fadiga e sonolência. Procedimento de /enfermagem: Instrua o paciente a tomar a medicação exatamente conforme recomendado e a não interromper o tratamento, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance melhora. Informe ao paciente as reações adversas mais frequentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante da ocorrência de qualquer uma delas, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Principalmente no início da terapia, monitorize a PA do paciente. Atenolol O que é? Anti hipertensivo, antianginoso[betabloqueador cardiosseletivo B1, antiadrenérgico beta] Nome similar ou genérico: Ablok, Angipress,Atenegran, Antenobal, Atenopres, plenacor Para que serve? Angina no peito crônica (angina de esforço) (tratamento): hipertensão arterial. Como deve ser usado,ou seja,Vias de administração: Hipertensão arterial e arritmias cardíacas: 25mg a 100mg VO, 1 vez ao dia. Angina do peito e infarto agudo do miocárdio: 50mg a 100mg VO, 1 ou 2 vezes ao dia. Prolapso de válvula mitral sintomático e profilaxia da enxaqueca: 25mg a 50mg VO, 1 vez ao dia. Forma de ação no organismo: A glândula supra-renal produz adrenalina e noradrenalina, e são estes hormônios que serão impedidos de agir pela ação do atenolol.Há beta 1 receptortes e alfa 1 receptores, esta droga tem ação específica nos receptores beta 1, que estão predominantemente no coração. Estes receptores ativados produzemaumento da atividade cardíaca e induz maior produção de noradrenalina.Quando o atenolol bloqueia estes receptores há menor atividade cardíaca, menor pressão arterial, também estimula a produção de nitrato, o que proporciona maior vasodilatação. É rápido e completamente absorvido com concentração plasmática de aproximadamente de uma a três horas após a ingestão. Tem metabolização hepática e seu principal metabólito 4-hidroxipropanolol tem meia-vida de até sete horas. Tem excreção renal. Cuidados Especiais: O produto é contra-indicado na presença de bloqueio cardíaco de segundo e terceiro grau, pacientes sob choque cardiogênico, pacientes com antecedentes de hipersensibilidade à clortalidona e/ou atenolol. Na gravidez e lactação. Gerais - Cuidados especiais devem ser tomados com pacientes cuja reserva cardíaca esteja diminuída. Os betabloqueadores não devem ser administrados a pacientes com insuficiência cardíaca descompensada. No entanto, podem ser utilizados cuidadosamente após compensação da insuficiência. Se durante o tratamento com atenolol surgir insuficiência cardíaca congestiva, o produto deve ser temporariamente suspenso até que a insuficiência cardíaca tenha sido controlada. O atenolol, isoladamente, não é utilizado para o tratamento da angina vasoespástica, pois ele pode exacerbar os sintomas. Entretanto, pode ser administrado em associação com nitratos e/ ou antagonistas do cálcio com resultados favoráveis. O atenolol diminui a freqüência cardíaca. .O atenolol deve ser administrado com cautela em pacientes com bloqueio cardíaco de 1º grau, devido ao efeito negativo sobre o tempo de condução cardíaca. Em portadores de doença cardíaca isquêmica, o tratamento com qualquer betabloqueador não deve ser interrompido abruptamente. Pacientes com histórico de reação anafilática a variados alérgenos, podem voltar a ter grave reação a estes alérgenos após administração de atenolol. As seguintes interações com medicamentos foram selecionadas em função da importância clínica: Quetanserina: a associação com betabloqueadores aumenta a possibilidade de hipotensão marcada e aguda. Amiodarona: pode acarretar distúrbios da contratilidade, do automatismo e na condução (supressão dos mecanismos simpáticos compensatórios). Anestésicos voláteis halogenados: aumentam os riscos de atenuação da taquicardia de reflexo e hipotensão. Efeitos colaterais: Cardiovasculares: bradicardia (incomum), piora da insuficiência cardíaca(incomum), hipotensão postural (comum), que pode estar associada à síncope,extremidades frias (comum). Em pacientes suscetíveis pode ocorrer precipitaçãodo bloqueio cardíaco (incomum), aumento da claudicação intermitente(incomum), se esta já estiver presente e fenômeno de Raynaud (incomum) Sistema Nervoso Central: confusão (incomum), vertigem (muito comum),cefaléia (incomum), alterações de humor (muito comum), pesadelos (incomum),alucinações e psicoses (raro), além de distúrbios do sono do tipo observadocom outros fármacos beta-bloqueadores (incomum).• Gastrintestinais: distúrbios gastrintestinais e boca seca (comum). Pouco freqüentemente foram observadas elevações das transaminases e raros casos de toxicidade hepática, incluindo colestase intra-hepática (muito raro). Tegumentares: alopecia, olhos secos, reações cutâneas semelhantes à psoríase, exacerbação da psoríase e exantemas (todos raros). Neurológicos: parestesia (incomum). Respiratórias: pode ocorrer broncoespasmo em pacientes com asma brônquica ou história de queixas asmáticas (incomum, mas recomenda-se não usar em asmáticos). Órgãos dos sentidos: distúrbios visuais (sensação de secura nos olhos, raro). Outras: fadiga (muito comum), foi observado um aumento dos anticorpos antinucleares (ANA), entretanto, a relevância clínica deste evento não está elucidada (raro). As seguintes reações também podem ocorrer: Hematológicas: púrpura e trombocitopenia. Reprodutivas: impotência. A descontinuação do medicamento deve ser considerada se, de acordo com critério médico, o bem-estar do paciente estiver sendo adversamente afetado por qualquer uma das reações descritas acima. Procedimento de Enfermagem: Instruir o paciente a tomar a medicação conforme recomendado e não interromper o tratamento sem o conhecimento do médico; Informar o paciente sobre as reações adversas: Recomende ao paciente que evite os substitutos do sal e os alimentos que contêm alto índice de potássio e sódio, exceto quando prescritos pela nutricionista; Monitore antes daadministração, periodicamente o pulso radial e, diante pulso >60bpm, não administre a droga sem o conhecimento do médico; Recomende ao paciente que evite os substitutos do sal e os alimentos que contêm alto índice de potássio e sódio, exceto quando prescritos pela nutricionista; O uso da medicação pode mascarar os sinais de choque ou hipoglicemia; VO: a administração do medicamento deve ser feita durante as refeições, para evitarreações GI. CAPTOPRIL O QUE É O Captopril é um anti-hipertensivo; vasodilatador (na insuficiência cardíaca congestiva) [inibidor da ECA (inibidor da Enzima Conversora da Angiotensina)]. Nome genérico: Capoten, capobal, capotrat, capton,captoprol, prilpressin Para que serve? Éindicado para o tratamento de pacientes com hipertensão1, insuficiência cardíaca2, infarto do miocárdio3 e nefropatia4 diabética. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Uso Oral: Tomar o medicamento 1 hora antes de refeição. Adulto: dose inicial é de 25mg VO, 2 a 3 vezes ao dia, sendo a primeira dose ao deitar. Idosos: 6,25mg a 12,5mg VO, 2 vezes ao dia. Em pacientes sob terapia diurética e na fase aguda do infarto agudo do miocárdio, a dose inicial recomendada é de 6,25mg VO, 1 a 2 vezes ao dia (risco de resposta hipotensora exagerada). As doses podem ser elevadas em função da resposta terapêutica. Forma de ação no organismo: Como anti-hipertensivo, o Captopril inibe competitivamente a ECA (Enzima Conversora da Angiotensina), diminuindo assim a conversão da angiotensina I em angiotensia II que é um potente vasoconstritor. A queda da angiotensina II leva a um aumento na atividade da renina plasmática (PRA) e a uma diminuição da secreção da aldosterona levando a um pequeno aumento de potássio e sódio e a uma maior eliminação de líquidos; inibidores da ECA reduzem a resistência arterial periférica e podem ser mais efetivos em hipertensão com renina alta. Como vasodilatador na insuficiência cardíaca congestiva, o Captopril diminui a resistência vascular periférica e a pressão intravascular pulmonar, aumentando o débito cardíaco e a tolerância aos exercícios. Absorção: gastrintestinal (75%); alimentos reduzem a absorção em 30 a 55%. Ação - início: 15 a 60 minutos; duração: 6 a 12 horas. Biotransformação: no fígado. Eliminação: urina (mais de 95% em 24 horas); não metabolizado (40 a 50%); metabolizado: restante. Cuidados Especiais: Risco na Gravidez 1º Trimestre: Não há estudos adequados em mulheres. O benefício potencial do Captopril pode justificar o risco potencial durante a gravidez. 2º e 3º Trimestres Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício potencial justificar o risco potencial, em situações de risco de vida ou em casos de doenças graves para as quais não se possa utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes. Amamentação: O Captopril é excretado no leite; problemas não documentados. Pacientes hipertensos ou com insuficiência cardíaca, principalmente em uso de diuréticos, nitratos ou vasodilatadores, dieta sem sal ou desidratação, poderão apresentar hipotensão arterial de grau variável e hipotensão ortostática. Deve ser usado com cautela em pacientes com função renal comprometida, estenose valvular aórtica e hipercalemia. Efeitos colaterais: Dermatológicas: Erupções cutâneas, usualmente pruriginosas, e algumas vezes acompanhadas de febre41, artralgia59 e eosinofilia, ocorreram em cerca de 4 a 7% dos pacientes (dependendo do estado renal19 e dose), geralmente durante o primeiro mês de tratamento.Elas são usualmente maculopapulares, porém raramente urticariformes. Prurido60, sem erupção, ocorre em cerca de 2% dos pacientes. Uma associação reversível de lesão tipo penfigóide e fotossensibilidade também foi relatada. Rubor e palidez também foram relatados raramente (< 0,5% dos pacientes).Cardiovasculares: Pode ocorrer hipotensão43. Taquicardia20, dor no peito e palpitação61 têm sido observadas em aproximadamente 1% dos pacientes. Angina62pectoris, infarto do miocárdio3, síndrome49 de Raynaud e insuficiência cardíaca congestiva24 têm ocorrido em taxas < 0,3% dos pacientes.Gastrintestinais: Aproximadamente 2 a 4% dos pacientes (dependendo do estado renal19 e dose) desenvolveram diminuição ou perda do paladar (disgeusia). A falta de paladar é reversível e usualmente auto- limitada (2 a 3 meses) mesmo com a continuação da administração da droga. A perda de peso pode ser associada à perda do paladar. Hematológicas: Neutropenia32/agranulocitose33 tem ocorrido. Casos de anemia38, trombocitopenia39 e pancitopenia37 têm sido relatados.Angioedema28: Angioedemas envolvendo as extremidades, face, lábios, mucosas, língua12, glote29 ou laringe13 tem sido reportados em aproximadamente 0,1% dos pacientes. Angioedema28 envolvendo as vias aéreas superiores têm causado obstrução fatal.Respiratórias: Foi relatada tosse seca e prolongada em 0,5 - 2% dos pacientes tratados com CAPTOPRIL em estudos clínicos.Renais: Cada uma das reações adversas citadas a seguir foram relatadas raramente (< 0,2%) e sua relação com o uso da droga é incerta: insuficiência renal36, dano renal19, síndrome nefrótica42, poliúria63, oligúria64 e freqüência urinária. Relata- se proteinúria23. Procedimento de Enfermagem: Reavalie a terapia com captopril em pacientes que desenvolvem proteinúria persistente. Monitorize pressão sangüíneafreqüentemente.Monitorize a série vermelha durante a terapia a cada 2 semanas. Oriente o paciente para informar sinais de infecção, tais como febre e dor de garganta. Cefaléia pode ocorrer nos primeiros dias de terapia. Para diminuir o efeito, oriente o paciente a levantar-se da cama lentamente. Comunique ao médico imediatamente, se ocorrer síncope, para que a droga seja suspensa. Oriente o paciente para evitar locais quentes e exercícios no verão. Ingesta hídrica inadequada, vômito, diarréia e transpiração excessiva podem levar a cefaléia e síncope. O efeito hipotensivo da droga pode ser mais suscetível em paciente idoso. Oriente o paciente a usar a medicação 1 hora antes ou 2 horas depois das refeições, pois alimentos podem diminuir a absorção da droga. DIGOXINA O que é? Digoxina é um fármaco utilizado no tratamento de problemas cardíacos. É um digitálico, ou seja, um glicosídeo cardiotônico, e é proveniente da planta (Digitalis lanata). Tem efeito inotrópico positivo, ou seja, aumenta a força de contracção cardíaca. Nome similar ou genérico: Cardcor , Cardionil, Cimecard ,Darrowcor, Digitax, Digixina ,Digobal, Digopress, Digoxan Digoxen, Digoxilab, Furp-Digoxina, Laoxin ,NeoDigoxin, Valoxin . Para que serve? NOS CASOS DE INSUFICIENCIA CARDIACA, FIBRILACAO ATRIAL, FLUTTER ATRIAL E TAQUICARDIA3 PAROXISTICA, QUANDO SE FIZER NECESSARIA A DIGITALIZACAO RAPIDA DO PACIENTE. EM EMERGENCIAS, TAIS COMO: INSUFICIENCIA CARDIACA DESCOM- PENSADA E EDEMA17 PULMONAR AGUDO18. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Via Oral: (comprimidos ou elixir pediátrico) A dose de DIGOXINA® deve ser ajustada individualmente por paciente, de acordo com a idade, peso corporal e função renal. As doses sugeridas devem ser interpretadas somente como uma diretriz inicial. Adultos e crianças com mais de 10 anos: Digitalização oral: 0,25 mg diariamente, seguidos por doses de manutenção apropriadas. A melhora clínica deve ser observada dentro de uma semana. Manutenção: 0,25 mg diariamente, é a indicação para pacientes com função renal relativamente normal. Porém, nos mais sensíveis, a dose pode ser de até 0,0625 mg por dia, ou mesmo administrada a intervalos maiores. Crianças com menos de 10 anos: Digitalização: 0,01 a 0,02 mg/kg de peso corporal, repetidos a cada 6 horas, até que o resultado terapêutico seja obtido, geralmente após a administração de 2 a 4 doses. Manutenção: 0,01 a 0,02 mg/kg de peso corporal diariamente, em dose única. A faixa de dose mais baixa aplica-se a recém-nascidos. Forma de ação no organismo: Um dos principais benefícios da digoxina na IC se deve ao seu efeito inotrópico positivo. Esse mecanismo de ação está relacionado à inibição da atividade enzimática das proteínas de membrana Na+/K+ ATPase.A digoxina, provavelmente, compete com o potássiono sítio de ligação do K+ na bomba, cuja principal ação é trocar o Na+ intracelular pelo K+ extracelular. O Na+ extracelular também é trocado pelo Ca++ intracelular por um mecanismo de difusão facilitada independente de energia. Portanto, se a bomba de Na+/K+ ATPase é inibida, o Na+ intracelular aumenta, inibindo o gradiente de concentração que guia o mecanismo de troca de Na+ por Ca++. Em resumo, isso resulta num aumento do Ca++intracelular, e este Ca++ pode então ser usado direta ou indiretamente no mecanismo de excitaçãocontração, prolongando a contração das fibras miocárdicas. Esse mecanismo é responsável pela resposta farmacodinâmica benéfica dos inotrópicos positivos. Entretanto, os glicosídeos cardíacos possuem outras propriedades farmacológicas que também influenciam a função cardíaca. O efeito neuro-hormonal da digoxina foiinicialmente demonstrado em um pequenoestudo em 198716. Seus resultados, que foramvalidados por outros estudos17,18, mostraram quea digoxina reduz os níveis séricos denorepinefrina. Parte da explicação para essesefeitos está no aumento do barorreflexo dereceptores que está deprimida na IC19. O estímulo vagal com doses terapêuticas dedigoxina pode resultar num efeito cronotrópico negativo, causando bradicardia. Outro mecanismoque contribui para a bradicardia é o efeito direto dadigoxina no nódulo AV, aumentando seu períodorefratário e lentificando a condução do impulso donó AV ao ventrículo. A ação excessiva dessesmecanismos também pode resultar em bloqueioscardíacos de diversos graus, que é uma dascaracterísticas da ntoxicação digitálica.Adicionalmente, o aumento do cálcio intracelularresultante do mecanismo de ação da digoxinatambém predispõe os tecidos de condução (nósinoatrial, feixe de His e fibras de Purkinje) aodisparo prematuro, por tornar mais positivo opotencial de repouso de membrana. Isto contribuipara os efeitos pró-arrítmicos da digoxina. Cuidados Especiais: A toxicidade da Digoxina pode precipitar arritmias, sendo que algumas delas podem ser parecidas com arritmias para as quais a droga é indicada. Por exemplo, a taquicardia atrial com bloqueio atrioventricular variável requer cuidado especial, porque, clinicamente, o ritmo parece-se com fibrilação atrial. Alguns estudos retrospectivos sugerem que a Digoxinaestá associada ao aumento do risco de morte. Deve-se considerar a possibilidade aumentada de arritmias em pacientes hipocalêmicos, após infarto do miocárdico, e naqueles com instabilidade hemodinâmica. As limitações impostas após cardioversão de corrente direta também devem ser consideradas . A toxicidade da Digoxina ® pode precipitar arritmias, sendo que algumas delas podem ser parecidas com arritmias para as quais a droga é indicada. Por exemplo, a taquicardia atrial com bloqueio atrioventricular variável requer cuidado especial, porque, clinicamente, o ritmo parece-se com fibrilação atrial. Em pacientes que estejam recebendo diuréticos e inibidores da ECA, ou somente diuréticos, foi demonstrado que o uso concomitante da Digoxina leva à deterioração clínica. Os pacientes com doença respiratória grave podem apresentar um aumento na sensibilidade do miocárdio aos glicosídeos digitálicos. A administração de Digoxina a pacientes com doença da tireóide requer cuidado. As doses iniciais e de manutenção de Digoxina devem ser reduzidas quando a função da tireóide estiver abaixo do normal. Gravideze lactação: O uso de Digoxina na gravidez não é contra-indicado, embora a dose seja menos previsível nas gestantes do que nas mulheres que não estejam grávidas, sendo que algumas necessitam de uma dose mais alta de Digoxina durante a gravidez. Apesar da Digoxina ser excretada no leite materno, as quantidades são mínimas, e a amamentação não é contra-indicada. Procedimentos de Enfermagem: Instruir o paciente a tomar a medicação conforme recomendado e não interromper o tratamento sem o conhecimento do médico; Informar o paciente sobre as reações adversas: Recomende ao paciente a ingestão de alimentos ricos em potássio, durante a terapia; Pode causar visão turva, cefaléia ou desmaio, recomende ao paciente acompanhante para sua deambulação ou evite dirigir Durante o tratamento monitorar níveis sanguíneos e ao ECG, desenvolvimento de hipotassemia comunicar ao médico; VO: medicação deve ser administrada em intervalos de 8h. ENALAPRIL O que è? O enalapril pertence ao grupo farmacoterapêutico dos anti-hipertensores,inibidores da enzima de conversão da angiotensina . Nome similar ou genérico: maleato de enalapril Angiopril, Enalabal, Enalamed, Enaprotec, Enatec, Eupressin, Renitec, Sanvapress, Vasopril, Glioten, Enalaprev. Para que serve? Omédico prescreve ENALAPRIL para controlar a pressão ou melhorar o desempenho do oração (tratamento da insuficiência cardíaca). Em muitos pacientes com insuficiência cardíaca que apresentam sintomas, ele retarda a piora da insuficiência cardíaca, reduz a necessidade de internação hospitalar por insuficiência cardíaca e ajuda alguns dessespacientes a viverem mais. Em muitos pacientes com insuficiência cardíaca em estágio inicial, antes do desenvolvimento dos sintomas, ajuda a prevenir o enfraquecimento do desempenho cardíaco e a retardar o aparecimento de sintomas (por exemplo, falta de ar, cansaço após atividades físicas leves, tais como caminhada ou inchaço dos tornozelos e pés). Esses pacientes poderão precisar de menos hospitalizações por insuficiência cardíaca. Ao tomar ENALAPRIL, alguns pacientes com insuficiência cardíaca podem ter risco mais baixo de sofrerem ataque cardíaco (infarto do miocárdio). É indicado para o tratamento de todos os graus de hipertensão essencial e para tratamento da hipertensão renovascular. Pode ser usado isoladamente, como terapia inicial, ou simultaneamente, com outros anti-hipertensivos(particularmente diuréticos). Como deves ser usado, ou seja, vias de administração: Via Oral e Intravenosa: INÍCIO DA AÇÃO: 60 min. VO; 15 min. IV; NÍVEL SANGUÍNEO: 4-6 h (VO); 1-4 h (IV); ELIMINAÇÃO: 24 h (VO); 6 h (IV). Forma de aço no organismo: Depois de administrado, maleato de enalapril é absorvido e, sofre uma hidrólise, formando enalaprilato, que é um inibidor da enzima conversora de angiotensina (IECA) de especifidade alta, de longa ação e não sulfidrílico. Pode ser usado isoladamente como terapia inicial ou associado à outros anti-hipertensivos, particularmente os diuréticos Cuidados especiais: Enalapril não pode ser administrado em pacientes com histórico de reação alérgica aos IECA's, na gravidez, na lactação e na estenose da artéria renal. Pacientes com insuficiência renal e hepática devem ser monitorados pelo médico, devido a droga ser metabolizada nos respectivos órgãos. Efeitos colaterais: Os seguintes efeitos adversos foram associados ao uso de: tontura e cefaléia - que foram os efeitos mais comumente relatados; fadiga e astenia, que foram relatadas por 2 a 3 dos pacientes. Outros efeitos adversos ocorreram em menos de 2 dos pacientes e incluíram hipotensão, hipotensão ortostática, síncope, náuseas, diarréia, cãibras musculares, erupções cutâneas e tosse; menos freqüentemente, houve relatos de disfunção renal, insuficiência renal e oligúria. Hipersensibilidade/edema angioneurótico: edema angioneurótico de face, lábios, língua, glote e/ou laringe e extremidades foi relatado raramente. Em casos muito raros, foi relatado angioedema intestinal com inibidores da enzima conversora de angiotensina, inclusive com o enalapril. Cardiovasculares: infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral (possivelmente decorrentes de hipotensão excessiva em pacientes de alto risco, dor torácica, distúrbios do ritmo cardíaco, palpitações, angina pectorise fenômeno de Raynaud. Gastrintestinais: íleo paralítico, pancreatite, insuficiência hepática, hepatite (hepatocelular ou colestática), icterícia, vômitos, constipação, estomatite, dor abdominal, dispepsia, anorexia. Sistemas nervoso/psiquiátrico: depressão, confusão mental, sonolência, insônia, nervosismo, parestesia, vertigem, anormalidades do padrão de sonhos. Respiratórios: infiltrados pulmonares, broncospasmo/asma, dispnéia, rinorréia, dor de garganta e rouquidão. Pele: eritema polimorfo, dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, diaforese, pênfigo, prurido, urticária, alopecia. Outros: impotência, alteração do paladar, visão embaçada, glossite, rubor facial e do pescoço e zumbido. Foi relatado um complexo sintomático que pode incluir alguns, ou todos, dos seguintes sintomas: febre, serosite, vasculite, mialgia/miosite, artralgia/artrite, fator antinúcleo positivo, VHS elevada, eosinofilia e leucocitose. Podem ocorrer erupções cutâneas, fotossensibilidade ou outras manifestações dermatológicas. Achados de testes laboratoriais: alterações clinicamente importantes dos parâmetros laboratoriais padrão raramente foram associadas com a administração do medicamento. Foram observados aumentos de uréiasangüínea e creatinina sérica e elevações das enzimas hepáticas e/ou da bilirrubina sérica, geralmente reversíveis com a descontinuação do medicamento. Ocorreram hipercalemia e hiponatremia. Foram relatadas reduções de hemoglobina e hematócrito. Após a comercialização, foram relatados alguns casos de neutropenia, trombocitopenia, depressão de medula óssea e agranulocitose, para os quais não se pôde excluir uma relação causal com o uso do medicamento. Procedimento de emfermagem: A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance a melhora. A medicação não deve ser usada em crianças, gestantes ou lactantes. Comunique ao cirurgião que o paciente faz uso de enalapril, devido ao risco de hipotensão. Recomende que o paciente mude lentamente de posição para minimizar a hipotensão. Pode causar tontura. Recomende ao paciente que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação, sem o seu conhecimento. Hipertensão: monitore a PA e o pulso periodicamente. Monitorize pressão sanguínea. Observe situações que podem levar ao paciente a hipotensão, tais como transpiração excessiva, desidratação, vômito e diarréia. Na insuficiência renal a dose deve ser reduzida. I.V.: diluir em 50 ml de soro fisiológico 0,9% ou glicosado 5%. Infundir lentamente acima de 15 minutos. VO: uma queda abrupta na PA, durantes as primeiras 1-3h, após a administração da primeira dose, pode requerer expansão de volume com solução salina normal. FUROSEMIDA O que é? É um medicamento da classe dos diuréticos de alça que atua na Alça de Henle, diurético depletor de potássio. Nome similar ou genérico: Furesin®, Furosemida®, Furosemide®, Lasix®, Rovelan®, Uripax®. Associações: Diurana®(triantereno), Diurisa®(amilorida), Furosemide composto®(cloreto de potássio), Hidrion®(cloreto de potássio), Lasilactona®(espironolactona), Uripax composto®(CLoreto de potássio). Para que serve? A furosemida encontra-se indicada no combate ao edema (por exemplo, pulmonar) associado a diversas patologias, como a insuficiência cardíaca ou doença hepática e renal. Pode ser usada em casos de oligúria por insuficiência renal, e na correção urgente da hipercalemia. Também pode ser utilizada na correcção da hipertensão arterial, embora seja normalmente preferidos os diuréticos tiazídicos. A furosemida, assim como outros diuréticos, na sua lista de substâncias proibidas, pois pode ser utilizadapara mascarar o consumo de outras substâncias dopantes. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração? VO,IV, IM INÍCIO DA AÇÃO: 60 min. VO; 5 min. IV ou IM; NÍVEL SANGUÍNEO: 60-120min. (VO); 30min. (IV ou IM); ELIMINAÇÃO: 6-8h Forma de ação no organismo: Os diuréticos de alça, como a Furosemida tendem a aumentar o fluxo sanguíneo renal, sem elevar a taxa de filtração, sobretudo após a injeção intravenosa. Esta alteração da hemodinâmica renal reduz a reabsorção de líquidos e eletrólitos no túbulo proximal e pode aumentar a resposta diurética inicial. O aumento do fluxo sangüíneo renal é de duração relativamente curta. Com a redução do volume de líquido extracelular ocasionada pela diurese, verifica-se tendência à diminuição do fluxo sangüíneo renal, preparando o estágio para o aumento de reabsorção pelo túbulo proximal. Cuidados Especiais: Nos tratamentos prolongados, deve-se fazer a monitorização regular da creatinina e ureia, assim como dos electrólitos plasmáticos (potássio, cálcio, cloretos e bicarbonatos). Não deve ser utilizada a furosemida em indivíduos com problemas renais, sobretudo em casos de insuficiência renal com anúria. Não é indicado no tratamento de doentes com pré-cromatose associada a cirrose hepática. Deve ser usado com cuidado em em doentes com hiperplasia prostática. Quando administrado através de perfusão intravenosa, não se deve ultrapassar os 4mg/min. Em doentes com falência cardíaca crónica e congestão hepática moderada, concentrações elevadas de furosemida podem aumentar a produção de enzimas hepáticas, podendo sugerir hepatite. Furosemida pode também potenciar ataques agudos de porfiria. É importante vigiar atentamente doentes com problemas hepáticos (cirrose ou ascite), porque a rápida alteração quantitativa e qualitativa do fluido e dos electrólitos pode percipitar o pré-como ou coma. Podem surguir alterações da glicemia e na prova de tolerância oral a glicose. Deve ter-se especial cuidado no tratamento de doentes com lúpus eritematoso. Crianças e recém-nascidos possuem um sistema renal imaturo, tendo a concentração sanguínea e o tempo de semi-vida do fármaco aumentados. Assim, deve ser feita uma monitorização cuidadosa dos fluidos e electrólitos. Os recém-nascidos são especialmente susceptíveis ao aumento da excreção urinária de cálcio, sobretudo se a utilização do fármaco for prolongada. Nos recém-nascidos podem surgir patentductusarterious e também aumento da bilirrubina livre. Durante a gravidez, a furosemida só deve ser usada quando absolutamente indicada no tratamento de edemas de origem cardíaca, hepática e renal, e unicamente durante um curto período de tempo; não deve ser usada na terapêutica da hipertensão arterial gravídica, devido ao risco de isquémiafetoplacentar e, consequentemente, hipotrofia fetal. O tratamento com furosemida durante a gravidez requer a monitorização do crescimento fetal. Efeitos colaterais: Hipotensão ortóstatica; Perturbações auditivas; Efeitos metabólicos : provocam hiperglicémia (precipitando, raramente, diabetes mellitu) e glicosúria; podem também ocorrer alterações a nível do metabolismo lipídico, com aumento sérico do colesterol total e LDL e diminução do HDL; também os triglicerídeos podem sofrer um aumento; pode ocorrer hiperurecémia, podendo desencadear uma crise de gota; Efeitos gostro-intestinais: naúseas, anorexia, irritação gástrica, vómitos, diarreia e obstipação, Efeitos hematológicos: anemia, leucopenia, neutropenia, trombopenia, agranulocitose; Efeitos no sistema nervoso central: parestesias, vertigens, febre, visão turva, tonturas, sonolência, confusão mental, sensação de peso na cabeça, secura da boca, perturbação da visão; Efeitos no sistema músculo-esquelético: cãibras nos músculos das pernas, astenia; Efeitos hépaticos: icterícia colestáticaintrahepática, hepatite isquémica, aumento das transaminases hepáticas, pancreatite, colitíase; Efeitos renais: retenção urinária, vasculite ,glicosúria, aumento transitório da taxa sérica de creatinina e ureia, nefrite intresticial, nefrocalcinólise, nefrolitíase; Efeitos dermatológicos e/ou reacções de hipersensibilidade: púrpura, fotossensibilidade, rash, urticária, dermatite exfoliativa, eritema e vasculite cutânea; Efeitos locais: pode surgir tromboflebite no local onde é administrada intravenosamente. Procedimento de Enfermagem: A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do medico, ainda que o paciente alcance melhoras. A medicação não deve ser usada em crianças nem durante a gestação ou lactação. No caso de gravidez (confirmada ou suspeita) ou, ainda se a paciente estiver amamentando, o medico devera ser comunicado imediatamente. Remende a paciente o emprego de um método contraceptivo seguro e adequado, durante a terapia. Remenda-se cautela também nos casos de doença hepática grave associada com cirrose ou ascite (possível precipitação de coma hepático), depressão idreletrolitica, diabetes melliticos, aumento de azotemia e em paciente geriátricos (dificuldades na avaliação da condição auditiva; maior risco de diurese excessiva, ocorrência de complicações tromboembolística e hipotensão). Informe a paciente as reações adversas mais freqüentes relacionadas ao uso da medicação em que, diante a ocorrência de qualquer uma delas, principalmente sinais de toxicidade (zumbidos, dor abdominal, dor de garganta, febre). Como também aquelas incomuns ou intolerável, o medico devera ser comunicado imediatamente. Informe também, que a medicação pode causar distúrbios idreletrolicos. Enfatize a importância da mudança de hábitos (abandono do tabagismo e do consumo de álcool, evitar situações de estresse). estimule o paciente a praticar exercícios regulamente (hidroginástica, caminhada, natação) ingerir 1,5-2 litros/dia de líquidos e a seguir na dieta adequada e rica em potássio (frutas cítricas, tomate,banana), conforme prescrita pela nutricionista. Recomende que o paciente evite a pratica de exercícios físicos, em dias quentes, durante a terapia. Recomende que o paciente mude lentamente de posição, para minimizar a hipotensão postural, durante a terapia. Recomende que o paciente informe ao medico o esquema de medicação anterior ao tratamento ou a cirurgia. Recomende ao paciente o uso de protetores solares e de roupas adequada, para evitar reações de fotossensibilidade, durante a terapia. Pode causar boca seca. Enxágües orais freqüentes, cubos de gelo, balas ou gomas de mascar sem açúcar podem minimizar este efeito. Podem causar tontura. Recomende que o paciente evite de dirigir e outras atividades que requerem estado de alerta, durante a terapia. Recomende ao paciente que evite o tabagismo e o consumo de álcool, com também o uso de qualquer outra droga ou medição, sem o conhecimento do medico, durante a terapia Durante a terapia, monitore o balanço hídrico, o peso (diariamente), a hidratação e a função hepática; a glicose (em pacientes diabéticos); avalie: sinais de hipocalemia (fraqueza e cãibras musculares). Interações medicamentosas: atenção durante o uso concomitante de outras drogas. VO: a medicação deve ser administrada pela manha e com alimentos para aumentar a excreção urinaria e evitar desconforto GI . IV dilua em soro glicosado 5%; infunda lentamente em 2-3min. ; diante qualquer alteração em sua cor, não administre; após a diluição, a droga deve ser usada dentro de 24h; armazene em temperatura ambiente e ao abrigo da luz, para evitar descoloração. Hidroclorotiazida O que é? A hidroclorotiazida é um diurético popular da classe das tiazidas, depletor de potássio. Clorana 25 mg - cartucho contendo 30 comprimidos Clorana 50 mg - cartucho contendo 20 comprimidos Nome similar ou genérico: Clorana®, Diuperina®, Diurezin®, Drenol®, Hidroclorotiazida®. Associações: Adelfan-Esidrex® (reserpina + dihidralazina), Aldazida® (espironolactona), Atens-H® (enalapril), Co-Renitec® (enalapril), Diurezin-A® (amilorida), Eupressin-H® (enalapril),Hydromet® (metildopa), Iguassina®(triantereno), Lopril-D® (captopril), Moduretic® (amilorida), Prinzide® (Lisinopril), Selopress® (metoprolol), Tenadren® (Propranolol), Zestoretic® (lisinopril). Para que Serve? A Hidroclorotiazida está indicada no tratamento de edema associado com insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática com ascite, síndrome nefrótica, glomerulonefrite aguda e insufiência renal crônica e hipertensão. No caso de hipertensão arterial, pode ser associada com outros anti-hipertensivos. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Uso oral: INÍCIO DA AÇÃO: 2h (diurética); 3-4 dias (anti-hipertensiva); EFEITO MÁXIMO: 3-6 h (diurético); 7-14 dias (anti-hipertensivo); Duração do efeito: 6-12 h (diurético); METABOLISMO E EXCREÇÃO: excretada principalmente pelos rins (inalterada); MEIA VIDA: 6-15h. Forma de ação no organismo: A Hidroclorotiazida atua diretamente sobre os rins, aumentando a excreção de cloreto de sódio e, consequentemente da água. Além disso, aumenta a excreção de potássio. Seu efeito é atribuido ao bloqueio do co-transporte de Na+ e Cl- eletroneutros, resultando que 90% no sódio filtrado é reabsorvido antes do líquido tubular chegar ao local de ação das tiazidas.Hidroclorotiazida é eficiente para diabetes insipidusnefrogênica (doenças caracterizada por sede forte e excreção de grandes quantidades de urina bastante diluída) e é algumas vezes usada para hipercalciuria (aumento na reabsorção de cálcio que pode formar cálculos renais). As tiazidas também são usadas no tratamento da osteoporose, diminuindo a perda mineral ao promover a retenção de cálcio nos rins e ao estimular diretamente a formação mineral óssea. Cuidados Especiais: A hidroclorotiazida deve ser usada com cautela em pacientes com doença renal grave, pois os tiazídicos podem precipitar o aparecimento de azotemia. Reações de sensibilidade podem ocorrer em pacientes com ou sem história de alergia ou asma brônquica. Os tiazídicos devem ser usados com cuidado em pacientes com insuficiência hepática ou doença hepática progressiva, pois pequenas alterações no balanço hidroeletrolítico podem precipitar o coma hepático. Todos os pacientes em uso de tiazídicos devem ser cuidadosamente observados quanto ao aparecimento de sinais clínicos de distúrbios hidroeletrolíticos, principalmente hiponatremia, alcalose hipoclorêmica e hipopotassemia. As tiazidas demonstraram aumentar a excreção urinária de magnésio, podendo resultar em hipomagnesemia. Pode ocorrer hiperuricemia, ou mesmo gota, em certos pacientes recebendo tiazídicos. Se houver aparecimento de deficiência renal progressiva, suspender ou descontinuar a terapia diurética. As tiazidas atravessam a barreira placentária, sendo encontradas no sangue do cordão umbilical, e são excretadas no leite materno. O uso das tiazidas em mulheres grávidas ou lactantes requer que os benefícios sejam avaliados contra os possíveis riscos que poderão causar ao feto ou lactente, uma vez que não há estudos bem controlados sobre o uso deste grupo de substâncias em mulheres grávidas. Efeitos Colaterais: • Gastrintestinais: anorexia, desconforto gástrico, náuseas, vômitos, constipação, icterícia colestática, pancreatite. • Sistema Nervoso Central: vertigens, parestesia, cefaléia. • Hematológicas: leucopenia, agranulocitose, trombocitopenia, anemia aplástica, anemia hemolítica. • Cardiovasculares: hipotensão ortostática (pode ser potencializada pelo álcool, barbitúricos ou narcóticos), trombose venosa, arritimias, dor no peito. • Hipersensibilidade: púrpura, fotossensibilidade, urticária, erupção cutânea, reações anafiláticas. • Outras: hiperglicemia, glicosúria, hiperuricemia, fraqueza, espasmo muscular. Procedimento de Enfermagem: A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do medico, ainda que o paciente alcance melhoras. A medicação não deve ser usada em crianças nem durante a gestação ou lactação. No caso de gravidez (confirmada ou suspeita) ou, ainda se a paciente estiver amamentando, o medico devera ser comunicado imediatamente. Remende a paciente o emprego de um método contraceptivo seguro e adequado, durante a terapia. Remenda-se cautela também nos casos de doença hepática grave associada com cirrose ou ascite (possível precipitação de coma hepático), depressão idreletrolitica, diabetes melliticos, aumento de azotemia e em paciente geriátricos (dificuldades na avaliação da condição auditiva; maior risco de diurese excessiva, ocorrência de complicações tromboembolística e hipotensão). Informe a paciente as reações adversas mais freqüentes relacionadas ao uso da medicação em que, diante a ocorrência de qualquer uma delas, principalmente retenção hídrica ou fadiga geral, febre, dor musular ou nas articulações, dor torácica, inflamação de garganta ou dormência,dor ou fraqueza em mãos e pés. Como também aquelas incomuns ou intolerável, o medico devera ser comunicado imediatamente. Recomende que o paciente mude lentamente de posição, para minimizar a hipotensão postural, durante a terapia. Recomende que o paciente informe ao medico o esquema de medicação anterior ao tratamento ou a cirurgia. Recomende ao paciente o uso de protetores solares e de roupas adequada, para evitar reações de fotossensibilidade, durante a terapia. Recomende ao paciente que evite o tabagismo e o consumo de álcool, com também o uso de qualquer outra droga ou medição, sem o conhecimento do medico, durante a terapia Durante a terapia, monitore o balanço hídrico, o peso (diariamente), a hidratação e a função hepática; a glicose (em pacientes diabéticos); avalie: sinais de hipocalemia (fraqueza e cãibras musculares). Instrua o paciente a monitorar a PA corretamente, pelo menos uma vez por semana, caso haja alterações significativas, comunicar ao médico. Antes da administração avalie antecedentes de hipersensibilidade às sulfonamidas Avaliar exames laboratoriais; VO: de preferência pela manhã, para não prejudicar o sono do paciente. METILDOPA O que é? Hipertensor arterial (inibidor adrenérgico central). Nome genérico ou similar: Aldomet, Dopametil, Etildopanan, Metildopa, Novomedopa, Tensioval, Angimet Para que serve? Hipertensão arterial Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Uso Oral: INÍCIO DA AÇÃO: variável; NÍVEL SANGUÍNEO: 2-4 h; ELIMINAÇÃO: 24-48 h. Tomar o produto sempre á mesma hora do dia. Forma de aço no organismo: A Metildopa reduz a resistência vascular, sem causar grandes modificações na potência cardíaca em pacientes jovens com hipertensão essencial sem complicações. Pacientes idosos, no entanto, a potência cardíaca pode diminuir como resultado de uma redução na potência cardíaca ou de derrame, secundário ao relaxamento de veias e a uma redução na pré-carga. A queda da pressão arterial é no máximo 6-8 horas após a dose oral ou intravenosa. O efeito anti-hipertensivo da metildopa deve-se provavelmente ao metabolismo para alfametilnorepinefrina, que reduz a pressão arterial por estimulação dos receptores inibitórios alfadrenérgicos centrais, falsa neurotransmissão e/ou redução da atividade de renina plasmática. A metildopa demonstrou reduzir a concentração tecidual de serotonina, dopamina, norepinefrina e epinefrina. Cuidados Especiais: Use cuidadosamente em casos de disfunção hepática ou renal, diálise e durante a gestação ou lactação. Efeitos colaterais: Sistema Nervoso Central: Sedação (geralmente transitória), cefaléia, astenia ou fraqueza, parestesias, parkinsonismo, paralisiade Bell, movimentos coreoatetóticos involuntários; distúrbios psíquicos, incluindo pesadelos, reduçãoda acuidade mental e psicoses ou depressão leves e reversíveis; tontura, aturdimento e sintomas deinsuficiência vascular cerebral (podem ser conseqüentes à redução da pressão arterial).Cardiovasculares: Bradicardia, hipersensibilidade prolongada do seio carotídeo, agravamento da angina; hipotensãoortostática (reduzir posologia diária); edema (eaumento de peso), geralmente aliviado pelo uso de um diurético (suspenda o uso da metildopa se o edema progredir ou se aparecerem sinais de insuficiência cardíaca).Gastrintestinais: Náuseas, vômito, distensão, prisão de ventre, flatulência, diarréia, colite, leve secura da boca, língua dolorida ou "preta", pancreatite, sialoadenite.Hepáticos: Distúrbios hepáticos, incluindo hepatite, icterícia e testes de função hepática anormais.Hematológicos: Teste de Coombs positivo, anemia hemolítica, depressão da medula óssea, leucopenia, granulocitopenia, trombocitopenia, eosinofilia. Testes positivos para anticorpo antinuclear, células LE e fator reumatóide.Alérgicos: Febre de origem medicamentosa, síndrome semelhante ao lupo, miocardite e pericardite.Dermatológicos: Erupções cutâneas, como eczema ou erupção liquenóide, e necrólise epidérmica tóxica.Outros: Congestão nasal, elevação do nitrogênio uréico no sangue, aumento de volume da mama, ginecomastia, lactação, hiperprolactinemia, amenorréia, impotência, diminuição da libido, artralgia leve com ou sem edema articular e Procedimento de Enfermagem: A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do medico, ainda que o paciente alcance melhoras. Informe a paciente as reações adversas mais freqüentes relacionadas ao uso da medicação em que, diante a ocorrência de qualquer uma delas, o médico deverá ser comunicado. Recomende que o paciente mude lentamente de posição, para minimizar a hipotensão postural, durante a terapia. Informe ao paciente sobre o objetivo da medicação para facilitar o tratamento. A medicação deve ser usada cuidadosamente durante a gestação e lactação. Recomende eu o paciente evite dirigir,por possíveis tonturas. Monitorar função hepática. Recomende ao paciente que evite o tabagismo e o consumo de álcool, com também o uso de qualquer outra droga ou medição, sem o conhecimento do medico, durante a terapia NIFEDIPINA .O que é? (hipotensor arterial, [bloqueador dos canais de cálcio] vasodilatador coronariano) Nome similar ou genérico: Adalat, Adalex, Cardalin, Dilaflux, Nifedipina, Vasicor, Dipinal, Lancord, Nifadil, Nifehexal, Oxcord. Para que serve? A Nifedipina é indicada para pacientes com angina pectóris crônica, angina Vasospástica, crises hipertensivas e no tratamento crônico da hipertensão. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Hipertensão:a dose oral diária de Nifedipina é de 10 a 40mg,duas vezes ao dia ou 20 a 90 mg, uma vez ao dia. Podem ocorrer prescrições de 20a 100mg, uma vez ao dia.Para o tratamento da angina pectoris a dose oral diária é de 10 a 40mg, duas vezesao dia, ou 30 a 60mg, uma vez ao dia.Para crianças de 6 a 15 anos Nifedipina tem sido administrada por via sublingualem casos de uma hipertensão severa na dose de 240 mcg/Kg. É tambémadministrada intranasal na dose de 400 mcg/Kg. Forma de ação no organismo: Inibe especificamente o influxo transmembrana de cálcio no músculo cardíaco e no músculo liso vascular. Bloqueia o influxo de cálcio (de canal lento) sem bloquear o influxo de sódio de (canal rápido). Reduz a pós-carga. Consequentemente, ocorrea vasodilatação da rede coronariana com maior oferta de oxigênio ao miocárdio, diminuição da resistência vascular periférica, baixa da PA, aumento do débito cardíaco e ligeiro aumento da freqüência cardíaca. Cuidados Especiais: O Nifedipino deve ser administrada com cuidado em pacientes com infarto agudo do miocárdio, angina progressiva e angina pós-infarto, em pacientes acometidos de doença arterial coronariana obstrutiva severa pois têm desenvolvido de forma bem documentada aumento na freqüência cardíaca, duração e/ou severidade da angina ou do infarto na introdução do tratamento com nifedipina ou quando se aumenta a dosagem. O mecanismo deste efeito ainda não esta bem estabelecido. Na estenose aórtica significativa o uso de Nifedipino; como qualquer vasodilatador arterial; deve ser evitado e pode levar a quadros de insuficiência cardíaca.Embora o "efeito rebote" não tenha sido relatado com a suspensão abrupta da nifedipina, é recomendada a redução gradual da sua dose. O seu uso em diabéticos pode requerer maior controle da glicemia, devido a um possível efeito hiperglicemiante do produto. O inicio do tratamento, a mudança de doses ou a ingestão simultânea de bebidas alcoólicas podem reduzir a capacidade de dirigir ou de controlar máquinas (vide reações adversas).Gravidez e lactação:Não se recomenda o uso de nifdipino durante a gestação e puerpério, devido ao alto risco de teratogenecidade (categoria C). Procedimento de enfermagem: A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance a melhora. A medicação pode ser usada em associação com betabloqueadores, mas requer observação quanto à intolerância medicamentosa. A medicação não deve ser usada durante a gestação e lactação. Informe ao paciente as reações adversas mais frequentemente relacionadas quanto à medicação, e que diante da ocorrência, deve comunicar ao médico. Monitorize PA, ritmo cardíaco e debito cardíaco. Avalie: edema pulmonar, alterações do ECG e palpitações. Pode causar tontura. Paciente que fazia uso de betabloqueador pode manifestar sintomas de angina devido ao fato de a nifedipina aumentar a gravidade da angina. Hidrate adequadamente o paciente. VO: a mediocação pode ser administrada com ou sem alimentos. A cápsula não deve ser mastigada ou dividida; a medicação deve ser armazenada em local seco, ao abrigo da luz e em temperatura ambiente. PROPANOLOL O que é? O propranolol é um bloqueador adrenérgico β não-seletivo (liga-se a receptores β1 e β2) apresentando atividade anti-anginosa, anti-hipertensiva e antiarrítmica, vasodilatador coronariano Nome similar ou genérico: Antitensin AyerstPropanolol Cardiopranol FURP-Propranolol) Inderal Neo Propanol Polol Pradinolol Pranolal Prederal Pressoflux Proderal Propacor Propanolon Propanox Proparil Propanol Propranolil Propranolom Rebaten LA Sanpronol Uni Propralol Para que serve? O Propanolol é indicado no tratamento da hipertensão arterial. Pode ser usado isoladamente, ou em associação com outros agentes anti-hipertensivos, especialmente com os diuréticos tiazídicos. Angina pectoris: devido à aterosclerose coronariana, o Propanolol é indicado no tratamento prolongado ou que não respondam ao tratamento convencional. Não deve ser usado, no entanto quando a angina é resultado apenas de esforços. Arritmias cardíacas: arritmias supraventriculares, taquicardia atriais paroxísticas, particularmente aquelas arritmias induzidas por catecolaminas, digitálicos ou associados a síndrome Wolff-Parkinson-White, taquicardia sinusal persistente, que não seja compensatória e prejudique o bem-estar do paciente; taquicardia ou/e arritmias relacionadas a tirotoxicose, quando um efeito imediato é necessário, auxiliando um tratamento à curto prazo (2 a 4 semanas), extra-sístoles atriais persistentes, flutter e fibrilações atriais, quando a freqüência ventricular não puder ser controlada apenas por diagnósticos; taquicardias ventriculares prematuras persistentes, que não respondem às medidas convencionais e prejudiquem o bem-estar do paciente, taquiarritmias por intoxicação digitálica e infarto do miocárdio. Feocromocitose: O Propanolol pode ser usado como auxiliar, após instituir-se tratamento primário com bloqueador a-adrenérgico. Está indicado ainda, no tratamento da enxaqueca e sua profilaxia, estenose subaórtica hipertrófica, Feocromocitoma no tratamento auxiliar. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Propranolol injetável está reservado para o tratamento de arritmias que põem em risco a vida do paciente. USO ORAL Hipertensão: A dose deve ser individualizada. A dose inicial usual é de 40 mg de Propranolol duas vezes por dia, quer usado isoladamente ou associado a um diurético. A dose pode ser aumentada gradualmente até que seatinja o controle adequado da pressão arterial. A manutenção usual é de 120 mg a 240 mg por dia. Em alguns casos, podem ser necessárias doses superiores a 640 mg por dia. Angina Pectoris: Doses diárias totais de 80 mg a 320 mg, quando administradas oralmente, duas, três ou quatro vezes ao dia, têm demonstrado aumentar a tolerância ao exercício físico e reduzir as alterações isquêmicas ao eletrocardiograma.Em caso de interrupção do tratamento, deve-se reduzir as doses gradualmente, durante várias semanas. Arritmias: A dose recomendada é de 10 mg a 30 mg, três ou quatro vezes por dia, antes das refeições e ao deitar. Infarto do Miocárdio: A dose recomendada é de 180 mg a 240 mg por dia, em doses divididas. Embora um regime posológico de três vezes ao dia tenha sido utilizado no BHAT e um regime de quatro vezes ao dia no Estudo Multicêntrico Norueguês, há base científica suficiente para indicação de um esquema posológico de 2 ou 3 vezes ao dia.A eficácia e segurança de doses diárias superiores a 240 mg, na prevenção da mortalidade cardíaca, não foram estabelecidas.Entretanto, doses superiores podem ser necessárias para o tratamento eficaz de doenças coexistentes, tais como angina ou hipertensão. Enxaqueca: A dose deve ser individualizada. A dose oral inicial recomendada é 80 mg de Propranolol por dia, em doses divididas, aumentando gradualmente até atingir a dose eficaz para a profilaxia da enxaqueca. A dose usualmente eficaz é geralmente conseguida com 160 mg a 240 mg por dia.Caso não seja obtida resposta satisfatória dentro de 4 a 6 semanas após atingida a dose máxima, o tratamento deve ser interrompido. Estenose Sub-Aórtica Hipertrófica: A dose recomendada é de 20 mg a 40 mg, três ou quatro vezes por dia, antes das refeições e ao deitar. Feocromocitoma: No pré-operatório, recomenda-se 60 mg por dia, em doses divididas, durante três dias anteriores à cirurgia, concomitantemente com um agente bloqueador alfa-adrenérgico.No controle de tumor inoperável, recomenda-se 30 mg por dia, em doses divididas. Uso Pediátrico: A dose oral para o tratamento de hipertensão requer triagem individual, iniciando-se com 1,0 mg por kg de peso corporal, por dia (exemplo: 0,5 mg por kg, duas vezes ao dia).A dose pediátrica de manutenção é de 2 mg a 4 mg por kg por dia, em duas doses divididas igualmente (exemplo: 1,0 mg/kg duas vezes ao dia a 2,0 mg/kg duas vezes ao dia). A dose pediátrica calculada pelo peso geralmente produz níveis plasmáticos na faixa terapêutica similares aos dos adultos. Por outro lado, as doses pediátricas calculadas com base na superfície corpórea (não recomendadas), geralmente resultam em níveis plasmáticos acima da média terapêutica em adultos. Doses acima de 16 mg/kg/dia não devem ser usadas em crianças.Caso o tratamento com Propranolol deva ser interrompido,é necessária a diminuição gradual da dose por um período de 7 a 14 dias. CUIDADOS ESPECIAIS Como não é um bloqueador beta-seletivo, o bloqueio dos receptores beta 2 pode promover broncoconstrição e provocar ataques de asma em pacientes asmáticos. Se ocorrer broncoespasmo deve ser usado um agonista beta 2 ou aminofilina. De modo geral pacientes com doença broncoespástica não alérgica (bronquite crônica, enfisema) não devem receber bloqueadores betaadrenérgicos. Agentes beta-bloqueadores, quando necessário, devem ser utilizados com cautela em pacientes diabéticos, pois podem mascarar taquicardias associadas com hipoglicemia nos pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais. Deve-se usar Propranolol com cautela em pacientes com insuficiência hepática, renal, distúrbios da tireóide e doença mental. Não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que os benefícios esperados para a paciente superem os riscos potenciais para o feto. É excretado no leite materno, portanto deve ser utilizado com cautela em mulheres que estejam amamentando. Os beta-bloqueadores podem causar redução da pressão intra-ocular, impotência sexual e perda da libido. A suspensão do tratamento deve ser gradual, por um período de 7 a 14 dias, pois a interrupção abrupta do tratamento pode causar exacerbação da angina e infarto do miocárdio. Efeitos colaterais: Cardiovasculares: bradicardia; insuficiência cardíaca congestiva; intensificação do bloqueio trioventricular; hipotensão; parestesia das mãos; púrpura trombocitopênica; insuficiência arterial, geralmente do tipo Raynaud. Sistema Nervoso Central: depressão mental manifestada por insônia, lassidão, fraqueza, fadiga, depressão mental reversível progredindo para catatonia, distúrbios visuais, alucinações, sonhos vividos, uma síndrome aguda reversível caracterizada por desorientação de tempo e espaço, perda temporária da memória, labilidade emocional, leves distúrbios sensoriais, desempenho psicomotor prejudicado. Gastrintestinais: náusea; vômito; dor epigástrica; cólica abdominal; diarréia; constipação; trombose arterial mesentérica; colite isquêmica. Alérgicas: faringite; agranulocitose; rash eritematoso; febre associada a dor e inflamação da garganta; laringoespasmo; dificuldade respiratória. Respiratória: broncoespasmo.Hematológicas: agranulocitose; púrpura não trombocitopênica; púrpura trombocitopênica. Autoimunes: em casos extremamente raros, lupus eritematoso sistêmico (LES) tem sido relatado. Outras: alopecia; reações semelhantes à do lupus eritematoso sistêmico; erupções psoriasiformes; olhos secos; impotência masculina e doença de Peyronie têm sido raramente relatadas. Procedimentos de Enfermagem: A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance a melhora. A medicação não deve ser usada durante a gestação e lactação. Informa ao paciente as reações adversas mais frequentemente relacionadas quanto a medicação, e que diante da ocorrência, deve comunicar ao médico. Monitorize PA, ritmo cardíaco e debito cardíaco. Avalie: edema pulmonar, alterações do ECG e palpitações. Pode causar tontura e sonolência, oriente o paciente a não dirigir. Recomende que o paciente mude lentamente de posição, para minimizar a hipotensão postural, durante a terapia. Recomende que o paciente informe ao medico o esquema de medicação anterior ao tratamento ou a cirurgia. Recomende ao paciente que evite o tabagismo e o consumo de álcool, como também o uso de qualquer outra droga ou medição, sem o conhecimento do medico, durante a terapia Monitorar glicemia: o uso da medicação pode mascarar os sinais de hipoglicemia. O medicamento só deverá ser usado em crianças com acompanhamento médico. Cardiovasculares: bradicardia; insuficiência cardíaca congestiva; intensificação do bloqueio trioventricular; hipotensão; parestesia das mãos; púrpura trombocitopênica; insuficiência arterial, geralmente do tipo Raynaud. Sistema Nervoso Central: depressão mental manifestada por insônia, lassidão, fraqueza, fadiga, depressão mental reversível progredindo para catatonia, distúrbios visuais, alucinações, sonhos vividos, uma síndrome aguda reversível caracterizada por desorientação de tempo e espaço, perda temporária da memória, labilidade emocional, leves distúrbios sensoriais, desempenho psicomotor prejudicado. Gastrintestinais: náusea; vômito; dor epigástrica; cólica abdominal; diarréia; constipação; trombose arterial mesentérica; colite isquêmica. Alérgicas: faringite; agranulocitose; rash eritematoso; febre associada a dor e inflamação da garganta; laringoespasmo; dificuldade respiratória. Respiratória: broncoespasmo.Hematológicas: agranulocitose; púrpura não trombocitopênica; púrpura trombocitopênica. Autoimunes: em casos extremamente raros, lupus eritematoso sistêmico (LES) tem sido relatado. Outras: alopecia; reações semelhantes à do lupus eritematoso sistêmico; erupções psoriasiformes; olhos secos; impotência masculina e doença de Peyronie têm sido raramente relatadas. PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido,sem o conhecimento do médico, ainda que alcance a melhora. A medicação não deve ser usada durante a gestação e lactação. Informa ao paciente as reações adversas mais frequentemente relacionadas quanto a medicação, e que diante da ocorrência, deve comunicar ao médico. Monitorize PA, ritmo cardíaco e debito cardíaco. Avalie: edema pulmonar, alterações do ECG e palpitações. Pode causar tontura e sonolência, oriente o paciente a não dirigir. Recomende que o paciente mude lentamente de posição, para minimizar a hipotensão postural, durante a terapia. Recomende que o paciente informe ao medico o esquema de medicação anterior ao tratamento ou a cirurgia. Recomende ao paciente que evite o tabagismo e o consumo de álcool, como também o uso de qualquer outra droga ou medição, sem o conhecimento do medico, durante a terapia Monitorar glicemia: o uso da medicação pode mascarar os sinais de hipoglicemia. O medicamento só deverá ser usado em crianças com acompanhamento médico. VERAPAMIL CLORIDRATO DE VERAPAMIL O que é? Verapamil é um fármaco do grupo dos antiarritmicos da classe IV, que é usado no tratamento das arritmias cardiacas, Hipotensor arterial (Bloqueador dos canais de cálcio) Nome genérico ou simillar: Cordilat (Cristália) Dilacard (Royton) Dilacor (Teuto) Multicor (Multilab) Neoverpamil (Neo Química) Vasoton (Ariston) Veracoron (Cibran) Veralpress (Medquimica) Veramil (Ducto) Comprimidos revestidos de 40mg, 80mg, 120mg (retard ou AP), 240mg Ampolas de 2ml(2,5mg/ml) de solução injetável. Para que serve? Isquemia miocárdica: isquemia silenciosa; angina crônica estável (clássica angina de esforço); angina de repouso Hipertensão arterial leve e moderada Profilaxia das taquicardias supraventriculares paroxísticas e crise hipertensiva: Cloridrato de verapamil injetável está indicado para as taquicardias supraventriculares paroxísticas e crise hipertensiva. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Adultos e adolescentes com peso maior que 50 kg: Isquemia miocárdica, taquicardias supraventriculares paroxísticas e fibrilação atrial: 120 mg a 480 mg divididos em 3 ou 4 doses; Hipertensão: Formas de liberação imediata: 120 mg a 480 mg divididos em 3 ou 4 doses; Formas de liberação retard: 120 mg a 480 mg divididos em 1 ou 2 doses. Crianças (somente para distúrbios do ritmo cardíaco): Até 6 anos: 80 mg a 120 mg divididos em 2 a 3 doses; De 6 a 14 anos: 80 mg a 360 mg divididos em 2 a 4 doses. Solução injetável: DILACORON (cloridrato de verapamil) injetável deve ser administrado como infusão intravenosa por pelo menos 2 minutos sob estrito controle dos dados eletrocardiográficos e pressóricos. Adultos: Dose inicial: 5 a 10 mg (0,075 a 0,15 mg/kg de peso) administrado por infusão intravenosa em bolus por dois minutos; Dose de repetição: 10 mg (0,15 mg/kg de peso) por 30 minutos após a dose inicial e caso a resposta não tenha sido satisfatória; Pacientes idosos: a dose deve ser administrada por pelo menos 3 minutos para minimizar os efeitos da droga. Uso Pediátrico: Dose inicial: 0 a 1 ano: 0,1 a 0,2 mg/kg peso (dose usual de 0,75 a 2 mg) deve ser administrada por infusão intravenosa em bolus por pelo menos 2 minutos sob estreita monitorização do ECG. 1 a 15 anos: 0,1 a 0,3 mg/kg de peso (dose usual de 2 a 5 mg) deve ser administrada por infusão intravenosa em bolus por pelo menos 2 minutos. Não exceder 5 mg .Foma de ação no organismo: Inibe o transporte de cálcio nas células do músculo liso miocárdico e vascular. Diminui a condução AS e AV e prolonga o período refratário do nódulo AV. Provoca a vasodilatação sistêmica e consequentemente diminui a PA;a vasodilatação coronariana e consequentemente diminuição da freqüência e severidade das crises de angina; supressão de taquiarritmias ventriculares. Cuidados Especiais: O cloridrato de verapamil é contra-indicado a pessoas com alergia ao verapamil ou a qualquer componente do produto e a pessoas com doenças cardíacas, como: - fibrilação atrial ou flutter atrial associado a vias de condução acessórias (Wolff Parkinson-White, Lown-Ganong Levine) ou síndromesde intervalo PR curto; - choque cardiogênico; - insuficiência cardíaca congestiva (nãocausada por taquicardia supraventricularsensível ao verapamil); - bloqueio átrio-ventricular de II ou III grau (exceto em pacientes com marca-passo artificial funcionante) - hipersensibilidade ao verapamil, ou outrosantagonistas de canal de cálcio; - síndrome do nó sinusal (exceto em pacientescom marca-passo artificial funcionante); - hipotensão sintomática (pressão sistólica _ 90 mmHg); - taquicardia ventricular, complexo-amplo (QRS _ 0,12 segundos); - insuficiência ventricular esquerda grave (ver Precauções e Advertências); - bradicardia acentuada (abaixo de 50 bpm); - administração simultânea de betabloqueadorespor via intravenosa. Efeitos colaterais: Sistema Cardiovascular: Bloqueio atrioventricular (primeiro, segundo e terceiro), bradicardia sinusal, parada sinusal, edema periférico, taquicardia, palpitações e hipotensão; Sistema Nervoso Central: dor de cabeça, tontura, parestesia, tremor e sonolência; Sistema Gastrintestinal: Náusea, vômito, constipação, ileus, desconforto gastrintestinal, hiperplasia gengival, dor abdominal; Sistema Tegumentar: angioedema, síndrome de Stevens-Johnson, exantema maculopapular, urticária, eritema multiforme, diaforese, púrpura e prurido; Sentidos: vertigem; Sistema Urogenital: ginecomastia, impotência e galactorréia; Sistema Imunológico: Reações alérgicas; Sistema Músculo-esquelético: fraqueza muscular, dores nos músculos ou juntas; Geral: fadiga, elevação da enzimas do fígado e elevação do níveis de prolactina. Procedimento de Enfermagem: A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance a melhora. A medicação não deve ser usada durante a gestação e lactação. Informe ao paciente sobre as reações adversas mais frequentemente relacionadas quanto a medicação, e que diante da ocorrência, ele deve comunicar ao médico. Monitorize PA, ritmo cardíaco e debito cardíaco. Avalie: edema pulmonar, alterações do ECG e palpitações. Pode causar tontura e sonolência, oriente o paciente a não dirigir. Recomende que o paciente mude lentamente de posição, para minimizar a hipotensão postural, durante a terapia. Recomende que o paciente informe ao médico o esquema de medicação anterior ao tratamento ou a cirurgia. Recomende ao paciente que evite o tabagismo e o consumo de álcool, como também o uso de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento do medico, durante a terapia Monitorar nos exames laboratoriais: o potássio sérico, as funções renais e hepáticas VO: as capsúlas e os comprimidos não devem ser abertos, macerados ou mastigados, devem ser ingeridos com leite ououtros alimentos para evitar irritação gástrica. IV: Após a administração o paciente deverá permanecer em repouso, durante, pelo menos uma horapara amenizar os efeitos hipotensivos. Não é necessário diluir (administre além de 2 min.; idosos 3 min.) DINITRATO DE ISOSSORBIDA O que é? O dinitrato de isossorbida é um vasodilatador coronariano altamente eficaz na prevenção da angina pectoris e no tratamento da insuficiência coronariana. Nome similar ou genérico: ANGIL, ISORDIL, DINITRATO ISOSSOBIDA Para que serve? É indicado na profilaxia e no tratamento da angina pectoris e da insuficiência coronariana. Também é especialmente indicado para as cefaléas observadas em pacientes tratados com nitratos orgânicos de ação dilatadora coronariana. Como se usa, ou seja , vias de administração: Terapia de ataque: Comprimidos sublinguais - os comprimidos sublinguais de Isordil® devem sercolocados e mantidos sob a língua8 até completa dissolução (aproximadamente20 segundos), na dose de 2,5 a 5 mg a cada 2 ou 3 horas. Profilaxia das crises (angina4 estável crônica)Comprimidos sublinguais - podem ser utilizados na dose de 2,5 a 5 mg antesde situaçõesestressantes, passíveis de provocar uma crise de angina4;Comprimidos orais - os comprimidos orais de Isordil® devem ser ingeridos,sem mastigar, com ajuda de um pouco de líquido, na dose de 5 a 30 mg, viaoral, quatro vezes ao dia, preferivelmente com o estômago37 vazio.Cápsulas AP - recomenda-se a dose inicial de 40 mg, e como dose demanutenção 40 a 80 mg administrados a cada 8 ou 12 horas. As doses médias recomendadas para a Insuficiência Cardíaca Congestiva16 Agudae Crônica são as seguintes:. Comprimidos sublinguais: 5 a 10 mg, a cada 2- 3 horas;. Comprimidos orais: 10 a 40 mg, quatro vezes ao dia, dose máxima de 240mg/dia. Forma de ação no organismo: É um vasodilatador de ação direta, que relaxa a musculaturavascular3 lisa. Além da musculatura vascular3 lisa, relaxa a musculatura lisa brônquica, biliar, gastrintestinal, uretral e uterina. Os nitratos são antagonistas fisiológicos da norepinefrina, acetilcolina e histamina. Após a administração de doses terapêuticas da droga, a pressão arterial sistêmica é geralmente diminuída; a freqüência cardíaca mantém- se inalterada ou sofre um leve aumento compensatório. Na ausência de insuficiência cardíaca5, o débito cardíaco12 aumenta brevemente e depois diminui. A resistência vascular3 e pressão pulmonar são diminuídas. Os efeitos antianginosos sublingual iniciam- se geralmente de 2 a 5 minutos após a administração e mantêm- se por 1 a 2 horas. Os efeitos hemodinâmicos dos comprimidos orais são observados dentro de 20 a 60 minutos, mantendo- se adequados por 4 a 6 horas.A apresentação na forma de cápsulas de ação prolongada libera a droga gradualmente, de modo a obter um efeito prolongado, durante 10 a 12 horas. Cuidados Especiais: DinitratoIsossorbida (dinitrato de isossorbida) não deve ser tomado por pacientes que apresentem hipersensibilidade ao dinitrato de isossorbida ou a outros componentes de sua fórmula. O dinitrato de isossorbida também não deve ser tomado por pacientes que sejam portadores de insuficiência hepática e/ou renal, anemia severa, que estejam em uso concomitante de sildenafil e que sofram de hipotensão grave. Efeitos colaterais: CV: hipotensão, taquicardia, bradicardia paradoxical, síncope. GI: dor abdominal, náuseas e vômitos. SNC: tontura, cefaléia, tremor, astenia. OUTRAS: tolerância cruzada, rubor, tolerância. Procedimento de Enfermagem : A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico, ainda que melhore. A medicação não deve ser usada durante a gestação e lactação. Informa ao paciente as reações adversas mais frequentemente relacionadas quanto a medicação, e que diante da ocorrência, deve comunicar ao médico. Monitorize PA, ritmo cardíaco e debito cardíaco. Avalie: edema pulmonar, alterações do ECG e palpitações. Pode causar tontura e sonolência, oriente o paciente a não dirigir. Recomende que o paciente mude lentamente de posição, para minimizar a hipotensão postural, durante a terapia. Recomende que o paciente informe ao medico o esquema de medicação anterior ao tratamento ou a cirurgia. Recomende ao paciente que evite o tabagismo e o consumo de álcool, como também o uso de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento do medico, durante a terapia CEDILANIDE O que é? Cardiotônico digitálico, glicosídio cardíaco Nome similar ou genérico: Desacetil-lanatosídio C ApresentaçãoSolução injetável: Caixa com 50 ampolas de 2 ml Para que serve? ICC aguda e crônica de todos os tipos( qualquer fase, principalmente as associadas com fibrilação ou flutter supraventricular e aumento da frequência cardíaca em pacientes de todas as idades, taquicardia paroxística supraventricular. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: As injeções por via intravenosa devem ser administradas vagarosamente. Adultos:digitalização rápida (24 horas) em casos de urgência:IV ouIM: 0,8 - 1,6 mg = 4 - 8 ml = 2 - 4 ampolas (em 1- 4 doses fracionadas);digitalização lenta (3 - 5 dias):IV ou IMm.: 0,6 - 0,8 mg diariamente = 3 - 4 ml = 1 ½ - 2 ampolas (pode ser fracionada);terapia de manutenção: (dose diária média + variação nas doses): IM ( IV é possível): 0,4 mg (0,2 - 0,6 mg) = 2 ml (1-3 ml = ½ a 1 ½ ampolas). Crianças:Crianças, e especialmente as pequenas (lactentes9), requerem de modo geral doses maiores que os adultos, em relação ao peso corpóreo. Todavia existem diferenças consideráveis entre os pacientes, e as seguintes dosessão fornecidas para orientação: digitalização rápida (24 horas) em casos de urgência: - IV ou IM: 0,02 - 0,04 mg/kg diariamente em 1-3 doses fracionadas.Para posologia em situações especiais, incluindo pacientes idosos. Forma de ação no organismo: Aumenta a contratilidade cardíaca, diminui a freqüência cardíaca (pela prolongação do período refratário do nódulo1 AV) e alivia a sintomatologia clínica da insuficiência cardíaca2 (congestão venosa, edema3 periférico, etc.).A ação terapêutica começa entre 5- 30 minutos após injeção4 intravenosa e o efeito máximo é obtido em 2(-4) horas. A absorção gastrintestinal é da ordem de 60- 75%, o volume de distribuição é cerca de 4,5 l/kg (variação 2,0 - 8,1), e a ligação a proteínas5 é de 25%. A meia-vida de eliminação é de cerca de 40 horas. Um dos principais metabólitos é a digoxina. 50% da dose administrada é excretada pelos rins6, principalmente na forma de lanatosído C. Cuidados Especiais: Bloqueio AV( completo ou de 2° grau, principalmente 2:1), parada sinusal excessiva. Use cuidadosamente nos casos de côrpulmonale crônico, insuficiência coronáriana, distúrbios eletrolíticos , insuficiência renal ou hepática e em pacientes idosos. Efeitos Colaterais: Vinte e cinco por cento dos pacientes hospitalizados que recebem digital apresentam algum sinal de intoxicação digitálica. Esta ocorre, geralmente, devido à administração concomitante de diuréticos que levam a depressões de potássio. Os efeitos colaterais mais freqüentes, especialmente após os primeiros sintomas da dosagem excessiva, são: Distúrbios do SNC e gastrintestinais: Anorexia, náusea e vômito. Em raras ocasiões (especialmente em pacientes arterioscleróticos idosos): confusão, desorientação, afasia e distúrbios visuais incluindo cromatopsia, sudorese fria, convulsões, síncope e morte. Distúrbios da freqüência cardíaca, condução e ritmo: Bradicardia acentuada e parada cardíaca, no ECG rebaixamento do segmento ST com inversão pré-terminal da onda T. As reações cutâneas alérgicas (prurido, urticária, erupções maculares) e ginecomastia ocorrem muito raramente. 84Procedimento de Enfermagem: A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico, ainda que melhore. Informa ao paciente as reações adversas mais frequentemente relacionadas quanto a medicação, e que diante da ocorrência, deve comunicar ao médico. Monitorize PA, ritmo cardíaco e debito cardíaco. Avalie: edema pulmonar, alterações do ECG e palpitações. Pode causar tontura e sonolência, oriente o paciente a não dirigir. Recomende que o paciente mude lentamente de posição, para minimizar a hipotensão postural, durante a terapia. Recomende que o paciente informe ao medico o esquema de medicação anterior ao tratamento ou a cirurgia. Recomende ao paciente que evite o tabagismo e o consumo de álcool, como também o uso de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento do medico, durante a terapia Noradrenalina O que é? Noradrenalina pertence ao grupo farmacoterapêutico: 3.3 . Simpaticomiméticos, vasopressor. Apresentação: Ampola de 4 ml Nome similar ou genérico: LEVOPHED Para que serve? A noradrenalina está indicada como fármaco vasopressor no tratamento da hipotensãoaguda, para restaurar a pressão arterial em certos estados como os que ocasionalmente ocorrem depois de estresse , choque anafilatico enfarte de miocárdio; anafiláctico: - pós-operatório; - durante anestesia espinhal. É ainda utilizada com sucesso no tratamento do colapso circulatório,na insuficiênciacirculatória periférica e nos choques hemorrágico e cardiogénico. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Adultos: a) Inicial: perfusão intravenosa, administrada a uma velocidade de 8 a 12 µg (de 0,008 a 0,012 mg) (base) por minuto, ajustando a velocidade de administração para estabelecer emanter pressão arterial desejada. b) Manutenção: perfusão intravenosa, administrada a uma velocidade de 2 a 4 µg (de 0,002 a 0,004 mg) (base) por minuto, ajustando a dosagem de acordo com a resposta dodoente. NOTA: podem ser necessários até 68 mg de noradrenalina (base) se o doente permanecehipotenso; no entanto, deve-se sempre suspeitar de uma depleção oculta do volumesanguíneo e deve-se corrigir caso exista. Doses pediátricas usuais: Hipotensão aguda: perfusão intravenosa, inicialmente administrada a uma velocidade de 2 µg (0,002 mg) (base) por minuto ou 2 µg/m² de superfície corporal por minuto,ajustando a velocidade de administração para estabelecer e manter a pressão arterialdesejada. Hipotensão grave, em paragem cardíaca: perfusão intravenosa administrada inicialmentea uma velocidade de 0,1 µg (0,0001 mg) (base) por kg de peso corporal por minuto,ajustando a velocidade de administração para estabelecer e manter a pressão arterialdesejada. Via de administração: intravenosaInstruções de utilização Rejeitar a solução caso esta se apresente turva ou com sedimento. Utilizar um sistema de gotejo controlado para conseguir uma velocidade de fluxo precisa. A perfusão deve realizar-se em veias das extremidades superiores. Forma de ação no organismo: Suas principais ações no sistema cardiovascular estão relacionadas ao aumento do influxo celular de cálcio e a manter a pressão sangüínea em níveis normais. A saber, vasoconstrição periférica e taquicardia. Tais efeitos são mediados por receptores alfa adrenérgicos. Além de ser um hipertensor. Possui efeito agonista alfa adrenérgico- aumenta a Resistência Vascular Sistêmica, sem aumentar significantemente o débito cardíaco. Cuidados especiais: Não utilize Nordarenalina: - se tem alergia (hipersensibilidade) ao bitartarato de noradrenalina ou a qualquer outrocomponente de Nordarenalina - se tem insuficiência coronária, hipertensão, hipertiroidismo e arteriosclerose grave. Os doentes que não toleram outrossimpaticomiméticos podem também ser intolerantes ànoradrenalina. Não se deve utilizar a noradrenalina durante períodos prolongados de tempo, porque podeproduzir isquémia de órgãos vitais e pode originar a depleção do volume plasmático,ocasionando hipotensão depois da suspensão. A noradrenalina atravessa facilmente a placenta. Pode determinar vasoconstrição dosvasos sanguíneos do útero e reduzir o fluxo sanguíneo uterino, produzindo desta formaanóxia ou hipóxia fetal. Efeitos colaterais: Alterações nervosas:Ansiedade, cefaleia e dificuldade respiratória. Manifestações cardiovasculares: Em doses altas, hipertensão arterial manifesta, cefaleias violentas, fortes palpitações,palidez intensa e vómitos, pelo que a sua administração deve ser estritamente vigiada. A noradrenalina pode produzir vasoconstrição periférica e visceral grave, reduzir o fluxosanguíneo aos órgãos vitais, diminuir o volume de urina e a perfusão renal, hipóxiatecidular e acidose metabólica, especialmente em doentes hipovolémicos. O uso prolongado de noradrenalina pode dar lugar à depleção do volume plasmático, oque pode produzir uma potenciação do estado de choque ou recidiva da hipotensãoquando se suspende a administração da noradrenalina. Além disso, o uso prolongado ou doses elevadas de noradrenalina podem diminuir otrabalho cardíaco, já que se pode reduzir o retorno venoso ao coração devido ao aumentoda resistência vascular periférica. Isto pode ser especialmente prejudicial para os idososou para aqueles doentes com circulação previamente escassa a nível cerebral oucoronário. Procedimento de Enfermagem: A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico A medicação não deve ser usada durante a gestação e lactação. Informe ao paciente sobre as reações adversas mais frequentemente relacionadas quanto à medicação, e diante da ocorrência, ele deverá comunicar ao médico. Após o início da infusão, monitore: PA a cada 5 min. IV: dilua em soro glicosado 5%, infunda em veia calibrosa e sob monitorazação constante; nos pacientes idosos ou com doença vascular periférica, não infunda na veia femural Monitore o local da infusão evite o extravasamento da droga no tecido intersticical, se a solução estiver rosa ou marron, não administre. DOPAMINA O QUE É A Dopamina é um cardiotônico não digitálico Nome genérico ou similar: Dopabane, Dopacris, Revivan, Cloridrato de Dopamina. Caixa contendo 10 ampolas de 10ml. Cada ml contem cloridrato de dopamina 5 mg Para que serve? Estados de choque de qualquer natureza: choque cardiogênico pós-infarto, choque cirúrgico, choque hipovolêmico ou hemorrágico, choque séptico, choque anafilático, insuficiência renal, retenção hidrossalina de etiologia variada, preparo pré-operatório de pacientes de alto risco. Como deve ser usado ,ou seja, vias de administração: Solução injetável-uso parenteral.Uso diluída em solução injetável de cloreto de sodio; solucaoinjetavel de dextrose a 5%; solução injetavel de dextrose a 5% e cloreto de sódio a 0,9%; dextrose a 5% em 0,45% de solução de cloreto de sodio; dextrose a 5% em solução de ringer com lactato; lactato de sodio solução injetavel (1/6 molar); solucao injetável de ringer com lactato. a dopamina permanece estavel durante um periodominimo de 24 horas, após ser diluido com qualquer uma das soluções . A dopamina devera ser administrada diluída em qualquer uma das soluções anteriormente mencionadas nas dosagens de 2-5 mcg/kg/min. e ate 20-50 mcg/kg/min. Esta posologia pode ser modificada de acordo com o criterio medico. Forma de aço no organismo: A dopamina é um agente adrenérgico precursor da norepinefrina que estimula receptores dopaminérgicos, beta1-adrenérgicos e alfa-adrenérgicos, dependendo da dose utilizada. Doses baixas de dopamina (0,5 a 2 mcg/kg/min) estimulam os receptores dopaminérgicos a provocar vasodilatação cerebral, renal e mesentérica, mas o tônus venoso é aumentado em decorrência da estimulação alfa-adrenérgica. O débido urinário pode aumentar, mas a freqüência cardíaca e a pressão arterial geralmente não se alteram. Cuidados especiais: O cloridrato de dopamina não deve ser administrado à pacientes com feocromocitoma, ou com hipersensibilidade aos componentes da fórmula, hipertireoidismo, em presença de taquiarritmias não tratadas ou de fibrilação ventricular. Efeitos Colaterais: CV: arritmias, taquicardia, angina, hipotensão, vasoconstrição, bradicardia, hipertensão GI: náuseas e vômitos Locais:necrose do tecido (extravasamento da droga). Respiratórias: dispinéia SNC: cefaléia Vasoconstrição periférica, intumescência ou formigamento dos pés e mãos, frio e dor nas mãos e pés. Procedimento de Enfermagem: A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado; Durante a terapia monitore: PA,ECG,PVC,débito e freqüência cardíaca, balanço hídrico, cor e temperatura das extremidades e diante de um aumento desproporcional da PA diastólica, reduza o fluxo da infusão e acione o enfermeiro e ou médico; IV: dilua em soro fisiológico 0,9% ou glicosado 5%, infunda em uma veia de grosso calibre; Não administrar juntamente com soluções alcalinas (bicarbonato de sódio); Solução deve ser trocada a cada 2hs; Atentar para cefaléia, tonteira, náuseas, tremores e ansiedade; Trocar dripping de 24/24 hs após sua instalação; DOBUTAMINA O que é? É um cardiotônico não digitálico Nome similar ou genérico: Cloridrato de dobutamina, Doubon Para que serve? Choques de origem cardiogênico ou em ocasiões em que o comprometimentocardiogênico se fizer presente; Insuficiência cardíaca congestiva; Baixo débito cardíaco; Tratamento em curto prazo da insuficiência cardíaca descompensada, após cirurgia cardíaca, insuficiência cardíaca congestiva e infarto agudo do miocárdio; Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Devido à sua meia-vida curta, o cloridrato de dobutamina deve ser administrado em infusão intravenosa contínua. Após o início de uma infusão com velocidade constante ou após a mudança de velocidade, uma concentração plasmática estável de dobutamina é atingida após aproximadamente 10 minutos. Assim, não são necessárias e recomendadas doses de ataque ou dose única elevada.Doses recomendadas: Como infusão endovenosa, podem ser usadas doses que variam entre 2,5 a 40 mcg/kg/min. O intervalo mais usado é de 2,5 a 10 mcg/kg/min.A dosagem, a velocidade de administração e a duração da terapia devem ser ajustadas de acordo com a necessidade do paciente, avaliada por parâmetros hemodinâmicos, tais como freqüência e ritmo cardíaco, pressão arterial e, quando possível, débito cardíaco e medidas da pressão de enchimento ventricular (venosa central, capilar pulmonar e atrial esquerda) e sinais de congestão pulmonar e perfusão (fluxo urinário, temperatura externa e estado mental).Concentrações de até 5.000 mcg/ml foram administradas a pacientes humanos (250 mg/50 ml). O volume final administrado deverá ser determinado pela necessidade de líquidos requerida pelo paciente.Ao invés de interromper a terapia com o cloridrato de dobutamina de maneira abrupta, é aconselhável diminuir a dose gradualmente.Unidade de dose: A maioria dos relatórios sobre o cloridrato de dobutamina expressa a dose em relação à massa corporal, por ex.: mcg/kg/min - esta prática é útil para relacionar as doses para lactentes, crianças. Forma de ação no organismo: A Dobutamina é uma catecolamina sintética com ação inotrópica direta, cuja atividade primária é resultante da estimulação dos receptores adrenérgicos cardíacos, principalmente os receptores beta-1 e com menor intensidade nos receptores beta-2 e alfa-adrenérgicos, portanto, aumenta a força de contração e o volume sistólico enquanto produz apenas leves efeitos cronotrópicos, pressóricos, arritmogênicos e vasodilatadores. Cuidados Especiais: Durante a administração do cloridrato de dobutamina, assim como com qualquer catecolamina parenteral, a freqüência e ritmo cardíaco, a pressão arterial e velocidade de infusão devem ser cuidadosamente monitoradas ; A hipovolemia deve ser corrigida antes de iniciar o tratamento com cloridrato de dobutamina. Há ainda a preocupação que o uso de qualquer agente inotrópico possa aumentar a demanda de oxigênio e a extensão do infarto por intensificação da isquemia(IAM). E ainda exige cuidados com a hipersensibilidade, nos casos de diabetes e lactação. Efeitos colaterais CV: angina, aumentos da freqüência cardíaca, da PA sistólica e da PVC. GI: náusea SNC: cefaléia Procedimento de Enfermagem: *Durante a terapia, monitore: PA,ECG,fluxo urinário, débito cardíaco, PVC, pressão sanguínea pulmonar e pressão dos capilares pulmonares; *VO: medicação deve ser administrada após as refeições; *IV ou SC:durante a administração da droga, deve-se evitar o seu extravasamento, diante dessa ocorrência, uma necrose poderá ser prevenida pela imediata infiltração de 10-15ml de cloreto de sódio 0,9% contendo 5-10mg de fentolamina; *IM ou SC:de acordo com as circunstâncias clínicas, o sulfato de efedrina poderá ser administrado por essas vias. Antihistamínico Prometazina (Fenergan) Nome similar ou genérico? FENERGAN®cloridrato de prometazinaFENERGAN® injetávelCada mL da solução injetável contém:cloridrato de prometazina (*)............................................................................. 28,20 mgexcipientes q.s.p................................................................................................ 1 mLexcipientes: metabissulfito de potássio, sulfito de sódio, gentisato de sódio e água parainjetáveis.corresponde a 25 mg de prometazina base.Informações ao paciente:Ação esperada do medicamento: FENERGAN® comprimidos e solução injetável é ummedicamento que apresenta propriedades antialérgicas, sedativas e antieméticas, sendoindicado para o tratamento de reações alérgicas e anafiláticas, na prevenção de vômitosdo pós-operatório e enjôos de viagens, entre outras indicações.Os efeitos clínicos de FENERGAN® comprimidos são notados dentro de 20 minutos apósa administração e geralmente duram de 4 a 6 horas, embora possam persistir até por 12horas.Cuidados de armazenamento: FENERGAN® deve ser mantido dentro da embalagemoriginal. FENERGAN® injetável deve ser armazenado ao abrigo da luz e FENERGAN®comprimidos deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15-30°C), ao abrigoda luz e umidade.Prazo de validade: vide cartucho. Nunca use medicamentos com o prazo de validadevencido, pois pode ser prejudicial à sua saúde. Antes de utilizar o medicamento, confira oseu nome na embalagem, para não haver enganos. Não utilize FENERGAN®comprimidos e FENERGAN® injetável caso haja sinais de violação e/ou danificações daembalagem.Gravidez e lactação: informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência dotratamento com FENERGAN® comprimidos e injetáveis ou após o seu término. Informar aomédico se estiver amamentando.FENERGAN® comprimidos e FENERGAN® injetável só devem ser utilizados durante agravidez sob orientação médica, e, seu uso é desaconselhado durante a amamentação.Cuidados de administração: siga a orientação do seu médico respeitando sempre oshorários, as doses e a duração do tratamento.Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seumédico .Efeitos colaterais:: embora sejam infrequentes, algumas reações desagradáveis podemocorrer durante o tratamento com FENERGAN® comprimidos e FENERGAN® injetável.Sonolência é a reação adversa mais comum. Outros efeitos, embora raros, podemocorrer: tontura, confusão mental, secura da boca, palpitações, queda de pressão,de erupções na pele (como urticária, eczema, e manchas avermelhadas no corpo), náusease vômitos. Podem ocorrer alteração na contagem de leucócitos e hemácias e sintomasneurológicos. Informe seu médico o aparecimento de reações adversas.TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇASIngestão concomitante com outras substâncias: a administração de FENERGAN®comprimidos e FENERGAN® injetável em associação com álcool aumenta os efeitossedativos do medicamento. A alteração da vigilância pode tornar perigosa a condução deveículos e operação de máquinas. Por isso recomenda-se evitar a ingestão de bebidasalcoólicas e de medicamentos contendo álcool durante o tratamento.Informe o seu médico se estiver tomando medicamento contendo sultoprida, pois aassociação com essa substância apresenta um risco maior de alterações cardíacas. Vocêtambém deverá informar ao seu médico caso esteja fazendo uso de tranqüilizantes ou deoutros medicamentos.Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início oudurante o tratamento com FENERGAN® comprimidos e FENERGAN® injetável.FENERGAN® comprimidos e FENERGAN® injetável devem ser administrados comprecaução em pacientes que estejam sob tratamento com tranqüilizantes em geral, poispode ocorrer aumento da sonolência. Pela mesma razão, deve-se evitar bebidasalcoólicas durante o tratamento.Contra-indicações e precauções: FENERGAN® comprimidos e FENERGAN® injetávelnão devem ser utilizados por pacientes com conhecida hipersensibilidade à prometazinaou outros derivados fenotiazínicos ou a qualquer componente da fórmula, assim como aosportadores ou com antecedentes de doenças sanguíneas causadas por outrosfenotiazínicos, em pacientes com risco de retenção urinária ligado a distúrbiosuretroprostáticos, e em pacientes com glaucoma. Você deverá informar ao seu médico setiver problemas de sangue, de urina ou glaucoma, ou se tiver conhecimento de tersensibilidade à prometazina ou outros derivados fenotiazínicos. Considerandoos efeitosfotossensibilizantes das fenotiazinas, a exposição à luz solar ou à luz artificial édesaconselhada durante o tratamento.A prometazina não deve ser utilizada em crianças menores de dois anos devido aorisco de depressão respiratória fatal.DURANTE O TRATAMENTO, O PACIENTE NÃO DEVE DIRIGIR VEÍCULOS OUOPERAR MÁQUINAS, POIS SUA HABILIDADE E ATENÇÃO PODEM ESTARPREJUDICADAS.Para FENERGAN® comprimidos:ATENÇÃO: ESTE MEDICAMENTO CONTÉM AÇÚCAR, PORTANTO, DEVE SERUSADO COM CAUTELA EM PORTADORES DE DIABETES (açúcar pulverizadoamiláceo 24 mg/comprimido).NÃO TOME REMÉDIO SEM CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SERPERIGOSO PARA SUA SAÚDE.INFORMAÇÕES TÉCNICASPropriedades:A prometazina é um anti-histamínico de uso sistêmico que age em nível do sistemarespiratório, do sistema nervoso e da pele. A prometazina é um derivado fenotiazínico decadeia lateral alifática, que possui atividade anti-histamínica, sedativa, antiemética e efeitoanticolinérgico. A ação geralmente dura de quatro a seis horas. Como um antihistamínico,ele age por antagonismo competitivo, mas não bloqueia a liberação dehistamina.A prometazina se caracteriza por apresentar:• Efeito sedativo acentuado de origem histaminérgica e adrenolítica central, nas doseshabituais;• Efeito anticolinérgico que explica o aparecimento dos efeitos indesejáveis periféricos;• Efeito adrenolítico periférico, que pode interferir na hemodinâmica (risco de hipotensãoortostática).Os anti-histamínicos apresentam em comum a propriedade de se opor, por antagonismocompetitivo mais ou menos reversível, aos efeitos da histamina, principalmente sobre apele, os vasos e as mucosas conjuntival, nasal, brônquica e intestinal.Farmacocinética:A biodisponibilidade da prometazina está compreendida entre 13% e 49%. O tempo paraatingir a concentração plasmática máxima é de 1h 30 min. a 3 horas. O volume dedistribuição é elevado em razão da lipossolubilidade da molécula, de cerca de 15 L/kg.Liga-se fortemente às proteínas plasmáticas (entre 75% e 80%); sua meia-vida plasmáticaestá compreendida entre 10 e 15 horas após administração oral. Concentra-se nos órgãosde eliminação: fígado, rins e intestinos. O metabolismo consiste em sulfoxidação seguidade desmetilação. A depuração renal representa menos de 1% da depuração total, e, emmédia 1% da quantidade de prometazina administrada é recuperada sob a formainalterada na urina. Os metabólitos encontrados na urina, principalmente o sulfóxido,representam cerca de 20% da dose. A prometazina atravessa a barreira hematoencefálicae a barreira placentária. Em pacientes com insuficiência renal ou hepática, ocorre risco deacúmulo dos anti-histamínicos.indicações: FENERGAN® é indicado no tratamento sintomático de todos os distúrbios incluídos nogrupo das reações anafiláticas e alérgicas. Graças à sua atividade antiemética, é utilizadotambém na prevenção de vômitos do pós-operatório e dos enjoos de viagens.Pode ser utilizado, ainda, na pré-anestesia e na potencialização de analgésicos, devido àsua ação sedativa. Contra indicações:Absolutas:FENERGAN® não deve ser administrado a pacientes com conhecidahipersensibilidade à prometazina ou outros derivados fenotiazínicos ou a qualquercomponente da fórmula, assim como aos portadores de discrasias sangüíneas oucom antecedentes de agranulocitose com outros fenotiazínicos, em pacientes comrisco de retenção urinária ligado a distúrbios uretroprostáticos, e em pacientes comglaucoma, por fechadura do ângulo.Relativas:Associação ao álcool e sultoprida (Ver item Interações Medicamentosas).Em mulheres durante o aleitamento (Ver item Gravidez e Lactação).A prometazina é contra-indicada para o uso em crianças menores de dois anos (veritem Advertências).Precauções e advertencias:Advertências:Em caso de persistência ou de agravamento dos sintomas alérgicos (dispneia,edema, lesões cutâneas, etc.) ou de sinais associados de infecção viral, deve-sereavaliar o paciente e as condutas adotadas. Deve-se, se possível, identificar acausa de insônia e de possíveis fatores subjacentes tratados. A persistência deinsônia depois de 5 dias de tratamento pode indicar uma doença subjacente, e otratamento deve ser reavaliado.A prometazina não deve ser utilizada em crianças menores de dois anos devido aorisco de depressão respiratória fatal.Precauções:FENERGAN® deve ser usado com precaução em pacientes que estejam emtratamento com tranqüilizantes ou barbitúricos, pois poderá ocorrer potencializaçãoda atividade sedativa.A vigilância clínica e, eventualmente, eletroencefalográfica, deve ser reforçada empacientes epilépticos devido à possibilidade de diminuição do limiar epileptogênicodos fenotiazínicos.FENERGAN® deve ser utilizado com cautela nas seguintes situações:- Indivíduos (especialmente os idosos) com sensibilidade aumentada à sedação, àhipotensão ortostática, e às vertigens; em pacientes com constipação crônica porcausa do risco de íleo paralítico; em eventual hipertrofia prostática. Nos indivíduosportadores determinadas afecções cardiovasculares, por causa dos efeitostaquicardizantes e hipotensores das fenotiazinas. Em casos de insuficiênciahepática e/ou renal grave por causa do risco de acúmulo.-Como as demais drogas sedativas ou depressoras do SNC, FENERGAN® deve serevitado em pacientes com história de apneia noturna.- Bebidas alcoólicas e medicamentos contendo álcool devem ser evitados durantetratamento com FENERGAN®.DURANTE O TRATAMENTO, O PACIENTE NÃO DEVE DIRIGIR VEÍCULOS OUOPERAR MÁQUINAS, POIS SUA HABILIDADE E ATENÇÃO PODEM ESTARPrejudicadas:Para FENERGAN® comprimidos:ATENÇÃO: ESTE MEDICAMENTO CONTÉM AÇÚCAR, PORTANTO, DEVE SERUSADO COM CAUTELA EM PORTADORES DE DIABETES (açúcar pulverizadoamiláceo 24 mg/comprimido).Considerando os efeitos fotossensibilizantes das fenotiazinas, a exposição à luzsolar ou à luz artificial é desaconselhada durante o tratamento.O uso de prometazina deve ser evitado em crianças e adolescentes com sinais esintomas sugestivos da Síndrome de Reye.A injeção intravenosa deve ser aplicada com extremo cuidado para evitar oextravasamento ou injeção intra-arterial inadvertida, que pode causar necrose egangrena periférica. Em caso do paciente se queixar de dor durante a injeçãointravenosa, interromper a injeção imediatamente, pois isto pode ser um sinal deextravasamento ou injeção intra-arterial inadvertida. A injeção intramusculartambém deve ser aplicada com precaução para evitar a injeção subcutâneainadvertida, que pode levar a necrose local.GravidezNão há dados suficientes sobre a teratogênese da prometazina em animais. Nãoforam observados efeitos fetotóxicos nem malformações em recém-nascidos demães que receberam o produto, em um pequeno número de mulheres, até omomento. No entanto seriam necessários estudos complementares para avaliar asconseqüências da administração da prometazina durante a gestação. Nos recémnascidosde mães tratadas com doses elevadas de anti-histamínicosanticolinérgicos tal como a prometazina, foram descritos raramente sinaisdigestivos ligados às propriedades atropínicas das fenotiazinas (distensãoabdominal, íleo paralítico, atraso na eliminação de mecônio, dificuldade para sealimentar, taquicardia, efeitos neurológicos, etc.). Por isso, durante a gravidezFENERGAN® só deve ser usado apenas sob orientação médica, avaliando-sesempre a relação risco-benefício. Um ligeiro aumento do risco de malformaçõescardiovasculares tem sido colocado em evidência na espécie humana. Porconsequência, recomenda-se que não seja utilizado durante os três primeirosmeses de gestação.No final da gestação, em casos de tratamento materno prolongado, há possibilidadede ocorrer sonolência ou hiperexcitabilidade no recém-nascido. Considera-sejustificável manter o recém-nascido em observação quanto às funções neurológicase digestivas, em caso de administração da prometazina à mãe no final da gestação.LactaçãoNão se sabe se a prometazina é excretada no leite humano. Considerando apossibilidade de sedação ou de excitação paradoxal do recém-nascido, e tambémdos riscos de apneia do sono causadas pelos fenotiazínicos,o uso destemedicamento é desaconselhado durante a lactação.INTERAÇÕES MEDICAMENTOSASASSOCIAÇÕES DESACONSELHADASA associação com álcool aumenta os efeitos sedativos dos anti-histamínicos H1. Aalteração da vigilância pode tornar perigosa a condução de veículos e operação demáquinas. Por isso recomenda-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas e demedicamentos contendo álcool durante o tratamento.A associação com sultoprida apresenta um risco maior de alterações do ritmo cardíacoventricular, por adição dos efeitos eletrofisiológicos.ASSOCIAÇÕES A SEREM CONSIDERADASA ação sedativa da prometazina é aditiva aos efeitos de outros depressores do SNC,como derivados morfínicos (analgésicos narcóticos e antitussígenos), metadona, clonidinae compostos semelhantes, sedativos, hipnóticos, antidepressivos tricíclicos etranquilizantes. Portanto, estes agentes devem ser evitados ou, então, administrados emdoses reduzidas a pacientes em uso de prometazina.A associação com atropina e outras substâncias atropinas (antidepressivosimipramínicos, antiparkinsonianos, anticolinérgicos, antiespasmódicos atropínicos,desoprimida, neurolépticos fenotiazínicos) pode resultar em efeitos aditivos dos efeitosindesejáveis atropínicos como a retenção urinária, constipação intestinal e secura daboca. Evitar o uso com IMAO, pois estes prolongam e intensificam os efeitosanticolinérgicos da prometazina. Reações adversas:As reações adversas são originadas das propriedades farmacológicas daprometazina e podem, ou não, estar relacionadas com a dose administrada.Efeitos neurovegetativos:- Sedação ou sonolência, mais acentuada no início do tratamento.- Efeitos anticolinérgicos do tipo secura da boca e de outras mucosas,constipação, alterações da acomodação visual, midríase, palpitações, risco deretenção urinária.- Bradicardia ou taquicardia, aumento ou diminuição da pressão arterial (maiscomum com a forma injetável), hipotensão ortostática.- Alterações do equilíbrio, vertigens, diminuição de memória ou da concentração.- Sintomas extrapiramidais. Falta de coordenação motora, tremores (maisfreqüentemente no indivíduo idoso). Tontura. Confusão mental e alucinações.- Mais raramente, efeitos do tipo de excitação: agitação, nervosismo, insônia.- Raramente náuseas e vômitos.Reações de sensibilização:- Eritema, eczema, púrpura.- Edema, mais raramente edema de Quincke.- Choque anafilático.- Fotossensibilização.- Foram relatados casos muito raros de reações alérgicas, incluindo urticária,“rash”, prurido e anafilaxia.Efeitos hematológicos:- Leucopenia, neutropenia, e excepcionalmente agranulocitose.- Trombocitopenia.- Anemia hemolítica.Recomenda-se um controle regular da crase sangüínea nos 3 ou 4 primeiros mesesde tratamento. Posologia:A escolha da forma farmacêutica e da posologia deve ser feita em função do distúrbio aser tratado e exclusivamente sob orientação médica. Esquematicamente - e apenas atítulo de orientação - podem ser prescritas as seguintes doses:Adultos: 2 a 6 comprimidos por dia.Estas doses devem ser divididas em duas, três ou quatro vezes, reservando-se a maiorfração para a noite.A forma injetável deve ser reservada aos casos de urgência, devendo o produto seradministrado por via intramuscular, em doses a serem estabelecidas pelo médico. Aadministração endovenosa deste produto é bem tolerada, mas não é isenta de riscos.Administração subcutânea e/ou intra-arterial não deve ser utilizada.Superdosagem:O quadro clínico resultante da superdose com FENERGAN® comprimidos e FENERGAN®injetável, vai desde leve depressão do SNC e sistema cardiovascular, até profundahipotensão, depressão respiratória e perda da consciência. Pode ocorrer agitação,especialmente em pacientes geriátricos. Convulsões raramente ocorrem. Sinais esintomas do tipo atropínico, como boca seca, pupilas fixas e dilatadas, “flushing” esintomas gastrointestinais também podem ocorrer.O tratamento é essencialmente sintomático e de suporte. Lavagem gástrica deve ser feitao mais precocemente possível. Somente em casos extremos torna-se necessária amonitorização dos sinais vitais. A naloxona reverte alguns dos efeitos depressivos, masnão todos. Hipotensão severa, em geral, responde à administração de norepinefrina oufenilefrina. Epinefrina não deve ser utilizada, já que seu uso em pacientes com bloqueioadrenérgico parcial pode abaixar ainda mais a pressão arterial. Experiências limitadascom diálise indicam que ela não é útil nestes casos.Pacientes idosos: Recomenda-se cautela na administração de FENERGAN® comprimidos e FENERGAN®injetável em indivíduos idosos, com sensibilidade aumentada à sedação, à hipotensãoortostática, e às vertigens, em pacientes com constipação crônica por causa do risco deíleo paralítico e em eventual hipertrofia prostática.Os pacientes idosos, em razão das funções hepática e renal reduzidas, podem se mostrarmais suscetíveis a apresentar reações adversas, particularmente sintomasextrapiramidais, falta de coordenação motora e tremores, e, por isso, recomenda-secautela na administração de FENERGAN® comprimidos e FENERGAN® injetável emidosos. Dermatológicos Dexametasona Elixir - 0,1mg/ml sol. inj. - 2mg/ml e 4mg/ml (fosfato dissódico de Dexametasona) - Indicações: Condições nas quais os efeitos antiinflamatórios e imunossupressores dos corticosteróides são desejados, especialmente para tratamento intensivo durante períodos mais curtos. controle de afecções alérgicas graves ou incapacitantes, não suscetíveis às tentativas adequadas de tratamento convencional em: rinite alérgica sazonal ou perene, asma brônquica, dermatite de contato, dermatite atópica, doença do soro, reações de hipersensibilidade a medicamentos. como terapia auxiliar na administração a curto prazo durante episódio agudo ou exacerbação de: artrite psoriática, artrite reumatóide, incluindo artrite reumatóide juvenil (casos selecionados podem requerer terapia de manutenção de baixa dose), espondilite ancilosante, bursite aguda e subaguda, tenossinovite aguda inespecífica, artrite gotosa aguda, osteoartrite pós-traumática, sinovite ou osteoartrite, epicondilite. pênfigo, dermatite herpetiforme bolhosa, eritema polimorfo grave (síndrome de Stevens Johnson), dermatite esfoliativa, micose fungóide, psoríase grave, dermatite seborréica grave. processos alérgicos e inflamatórios graves, agudos e crônicos, envolvendo o olho e seus anexos tais como: conjuntivite alérgica, ceratite, úlceras marginais corneanas alérgicas, herpes zoster oftálmico, irite e iridociclite, coriorretinite, inflamação do segmento anterior do olho, uveíte e coroidite posteriores difusas, neurite óptica, oftalmia simpática. insuficiência adrenocortical primária ou secundária (hidrocortisona ou cortisona como primeira escolha; análogos sintéticos devem ser usados em conjunção com mineralocorticóides, em casos onde é aplicável; na infância, a suplementação mineralocorticóide é de particular importância), hiperplasia adrenal congênita, tireoidite não supurativa, hipercalcemia associada a câncer. sarcoidose sintomática, síndrome de Loeffler não controlável por outros meios, beriliose, tuberculose pulmonar fulminante ou disseminada, quando simultaneamente acompanhada de quimioterapia antituberculosa adequada, pneumonia aspirativa. Contra-indicações : Hipersensibilidade ao fármaco. Micoses sistêmicas, a menos que se considere necessária para controle das reações causadas pela anfotericina B. Uso concomitante c/ vacinas de vírus vivos. Tuberculose. Doença de Cushing. Amebíase, estrongiloidíase e diverticulites. Herpes simples. Advertências Deve-se utilizar a menor dose possível de corticosteróides para controlar afecção em tratamento e, quando possível, a redução posológica deve ser gradual. Corticosteróides podem exacerbar infecções fúngicas sistêmicas e, portanto não devem ser usados na presença de tais infecções a menos que sejam necessários para controlar reações da droga devido a anfotericina B. Além disso, existem casos relatados em que o uso concomitante de anfotericina B e hidrocortisona foi seguido de aumento do coraçãoe insuficiência congestiva. Relatos da literatura sugerem uma aparente associação entre o uso de corticosteróides e ruptura da parede livre do ventrículo esquerdo após infarto recente do miocárdio; portanto, terapêutica com corticosteróides deve ser utilizada com muita cautela nestes pacientes. Doses médias e grandes de hidrocortisona ou cortisona podem causar elevação da pressão arterial, retenção de sal e água e maior excreção de potássio. Tais efeitos são menos prováveis de ocorrerem com os derivados sintéticos, salvo quando se utilizam grandes doses. Pode ser necessária a restrição dietética de sal e suplementação de potássio. Todos os corticosteróides aumentam a excreção de cálcio. A insuficiência adrenocortical secundária induzida por drogas pode resultar da retirada muito rápida de corticosteróide e pode ser minimizada pela redução posológica gradual. Este tipo de insuficiência relativa pode persistir por meses após o término do tratamento. Por isso, em qualquer situação de estresse que ocorra durante esse período, deve-se reinstituir a terapia corticosteróide ou pode haver a necessidade de aumentar a posologia em uso. Dada a possibilidade de prejudicar-se a secreção mineralocorticóide, devese administrar conjuntamente sal e/ou mineralocorticóide. Após terapia prolongada, a retirada dos corticosteróides pode resultaremsíndrome da retirada de corticosteróides, compreendendo febre, mialgia, artralgia e mal-estar. Isso pode ocorrermesmoempacientessemsinais de insuficiência das supra-renais. A administração das vacinas com vírus vivos é contra-indicada para recebendo doses imunossupressivas de corticosteróides. Se forem administradas vacinas com vírus ou bactérias inativadas em pacientes recebendo doses imunossupressivas de corticosteróides, a resposta esperada de anticorpos séricos pode não ser obtida. Entretanto, pode realizar-se processos de imunização em pacientes que estejam recebendo corticosteróides como terapia de substituição como, por exemplo, na doença de Addison. O uso de Dexametasona na tuberculose ativa deve restringir-se aos casos de doença fulminante ou disseminada, em que se usa o corticosteróide para o controle da doença, em conjunto com o adequado tratamento antituberculoso. Se houver indicação de corticosteróidesempacientes com tuberculose latente ou reação à tuberculina, torna-se maior uma estreita observação, dada a possibilidade de ocorrer reativação da moléstia. Durante tratamento corticosteróide prolongado, esses pacientes devem receber quimioprofilaxia. Os esteróides devem ser utilizados com cautela em colite ulcerativa inespecífica, se houver probabilidade de iminente perfuração, abcessos ou outras infecções piogênicas, diverticulite, anastomose intestinal recente, úlcera péptica ativa ou latente, insuficiência renal, hipertensão, osteoporose e Sinais de irritação do peritônio, após perfuração gastrintestinal, em pacientes recebendo grandes doses de corticosteróides, podem ser mínimos ou ausentes. Tem sido relatada embolia gordurosa como possível complicação do hipercortisonismo. Nos pacientes com hipotireoidismo e nos cirróticos há maior efeito dos corticosteróides. Em alguns pacientes os esteróides podem aumentar ou diminuir a motilidade e o número de espermatozóides. Os corticosteróides podem mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem aparecer durante o seu uso. Na malária cerebral, o uso de corticosteróides está associado ao prolongamento do coma e a umamaior incidência de pneumonia e sangramento gastrintestinal. Os corticosteróides podem ativar a amebíase latente. Portanto, é recomendado que a amebíase latente ou ativa sejam excluídas antes de ser iniciada a terapia corticosteróide em qualquer paciente que tenha diarréia não explicada. O uso prolongado dos corticosteróides pode produzir catarata subcapsular posterior, glaucoma com possível lesão dos nervos ópticos e estimular o estabelecimento de infecções oculares secundárias devidas a fungos ou vírus. Corticosteróides devem ser usados com cuidado em pacientescomherpes simples oftálmica devido à possibilidade de perfuração corneana. As crianças de qualquer idade, em tratamento prolongado de corticosteróides, devem ser cuidadosamente observadas quanto ao seu crescimento e desenvolvimento. Uso na gravidez pelo fato de não se terem realizados estudos de reprodução humana com os corticosteróides, o uso destas substâncias na gravidez ou na mulher em idade fértil requer que os benefícios previstos sejam confrontados com os possíveis riscos para a mãe e o embrião ou feto. Crianças nascidas de mães que durante a gravidez tenham recebido doses substanciais de corticosteróides devem ser cuidadosamente observadas quanto a sinais de hipoadrenalismo. Os corticosteróides aparecem no leite materno e pode inibir o crescimento, interferir na produção endógena de corticosteróides ou causar outros efeitos indesejáveis. Mães que utilizam doses farmacológicas de corticosteróides devem ser advertidas no sentido de não amamentarem. Interações medicamentosas O ácido acetilsalicílico deve ser utilizado cautelosamente em conjunção com os corticosteróides na hipoprotrombinemia. Afenitoína, o fenobarbital, a efedrina e a rifampicina podem acentuar a depuração metabólica dos corticosteróides, suscitando redução dos níveis sangüíneos e diminuição de sua atividade fisiológica, o que exigirá ajuste na posologia do corticosteróide. Essas interações podem interferir nos testes de inibição da Dexametasona, que deverão ser interpretados com cautela durante a administração destas drogas. Foram relatados resultados falso-negativos no teste de supressão da Dexametasona em pacientes tratados com indometacina. O tempo de protrombina deve ser verificado freqüentemente nos pacientes que estejam recebendo simultaneamente corticosteróides e anticoagulantes cumarínicos, dadas as referências de que os corticosteróides têm alterado a resposta a estes anticoagulantes. Estudos têm mostrado que o efeito usual da adição dos corticosteróides é inibir a resposta aos cumarínicos, embora tenha havido algumas referências conflitantes de potencialização, não confirmada por estudos. Quando os corticosteróides são administrados simultaneamente com diuréticos espoliadores de potássio, os pacientes devem ser observados estritamente quanto ao seu desenvolvimento de hipocalemia. Além disso, os corticosteróides podem afetar os testes de nitroazultetrazol (NBT) para infecção bacteriana, produzindo falsos resultados negativos. Reações adversas / Efeitos colaterais Retenção de sódio e água, hipocalcemia e alcalose hipoclorêmica. Hipertensão arterial. Diminuição damassa muscular, osteoporose e fraturas espontâneas. Pancreatite, distensão abdominal, esofagite ulcerativa, aumento do apetite, ganho de peso, náusea, úlcera péptica e hemorragia digestiva alta. Tromboembolismo e tromboflebite. Síncope e taquiarritmias. Retardo de cicatrização, eritemas, petéquias, equimoses, sudorese aumentada, hirsurtismo, hiperpigmentação e outras erupções cutâneas como urticária. Edema angioneurótico. Convulsões, catatonia, aumento de pressão intracraniana, vertigens, cefaléia, insônia, psicoses e agravamento de psicopatias prévias. Irregularidades menstruais, supressão do crescimento de crianças e intolerância à glicose. Catarata, aumento da pressão intra-ocular, glaucoma e exoftalmia. Diminuição ou aumento no número de espermatozóides. Insuficiência adrenal aguda. Síndrome de Cushing. - Posologia Individualizada para a patologia envolvida. Antiinflamatório em adultos: 0,75mg a 9mg/dia VO, de 6/6h ou 12/12h. Reposição fisiológica em adultos: 0,03mg a 0,15mg/kg/dia VO. Antiinflamatório em crianças: 0,08mg a 0,3mg/kg/dia VO. Reposição fisiológica em crianças: 0,03mg a 0,15mg/kg/dia VO. A dose de Dexametasona administrada IV ou IM é individualizada para cada patologia envolvida. Características farmacológicas A Dexametasona (elixir) é um glicocorticóide sintético usado principalmente por seus potentes efeitos antiinflamatórios. Embora sua atividade antiinflamatória seja acentuada,mesmo com doses baixas, seu efeito no metabolismo eletrolítico é leve. Em doses antiinflamatórias eqüipotentes, a Dexametasona é quase completamente isenta da propriedade retentora de sódio da hidrocortisona e dos derivados intimamente relacionados a ela. Os glicocorticóides provocam profundos e variados efeitos metabólicos. Eles também modificam a resposta imunológica do organismo a diversos estímulos. Resultados de eficácia a Dexametasona tem ação adrenocorticóide, antiasmática, antialérgica, antiinflamatória, imunossupressora e antiemética Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco O risco de reações adversas nesses pacientes (acima de 60 anos) fica aumentado. Podem estar mais suscetíveis ao desenvolvimento de hipertensão durante a terapia com corticóides. Mulheres idosas (após menopausa) também ficam mais vulneráveis a desenvolver osteoporose induzida por glicocorticóide. O uso deste medicamento requer prescrição e rigoroso acompanhamento médico nestes pacientes. Armazenagem Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30 C. Proteger da luz. Informações: a partir da data de fabricação contida na embalagem externa. Não use medicamento com o prazo de validade vencido; poderá ocorrer diminuição significativa do seu efeito terapêutico. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término”. “Informe seu médico se está amamentando”. Ouso da Dexametasona pode ser variável de acordo com a indicação médica. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento”. Não interromper o tratamento sem conhecimento do seu médico”. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: dor de cabeça, vertigem, distúrbios menstruais e gástricos, edema, fraqueza muscular, entre outras”. Não é recomendado o uso concomitante tanto com antibióticos, quanto com bebidas alcoólicas. É contra-indicada em casos de infecções sistêmicas por fungos, vírus ou bactérias nãocontroladas, hipersensibilidade à Dexametasona ou a outro componente da fórmula e em casos de administração de vacina de vírus vivo. Durante o tratamento o paciente não deve ser vacinado contra varíola. Para pacientes com glaucoma de ângulo aberto, a relação risco-benefício deve ser avaliada pelo médico. Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose. Os médicos que acompanham pacientes sob imunossupressão devem estar alertas quanto ao surgimento de doença ativa, tomando assim, todos os cuidados para o diagnóstico precoce e tratamento”. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início ou durante o tratamento”. Antidiabéticos GLIBENCLAMIDA O que é? Antidiab´rtico oral[gliburida(outro nome genérico); hipoglicemiante oral; sulfoniluréia de 2ªgeração. Nome similar ou genérico: Daonil,Euglucon, lisaglucon Para que serve? Diabetes melitu tipo 2( não dependendo de insulina).É tratamento adjunto á dieta e exercícios. Como deve ser usado, ou seja , vias de administração:Uso Oral Adultos: 2,5 a 5 mg por dia, em dose única com a primeira refeição do dia. A dose poderá se aumentada até 15mg por dia . Se a medicação for prescrita em 2 tomadas por dia, a 2ª dose deverá ser tomada antes do jantar. Forma de ação no organismo: No diabetes mellitus, estimula a liberação de insulina das células beta funcionantes das ilhotas do pâncreas. Cuidados especiais: Risco na gravidez: não há estudos adequados em mulheres. Não usar durante a gravidez; a insulina permite um melhor controle da glicemia durante a gravidez do que as sulfoniluréias. Amamentação: dados não disponibilizados Efeitos colaterais:Náusea, azia, sensaçõ de estomago cheio. Procedimento de Enfermagem: instrua o paciente a tomar a medicação , exatamente conforme recomendado, e não interromper o tratamento, sem o conhecimento do seu médico Durante a terapia, avalie : reações hiperglicêmicas ou hipoglicemicas( risco de vida). Via Oral: os comprimidos não devem ser mastigados, eles devem ser ingeridos inteiros com um pouco de liquido; primeira dose diária deve ser administrada após a primeira refeição substancial Metformina O que é? Antidiabético oral;[cloridrato de metformina; hipoglicemiante oral; biguanida] Nome similar ou genérico: Glifage, diaformin ,Dimefor,glucoformin Para que serve? Diabetes melitu tipo 2( não dependendo de insulina).É tratamento adjunto á dieta e exercícios. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Uso oral: Tomar um comprimido após as refeições. Adultos 500 mg, 2 vezes por dia( com a refeição da manha e da noite) 850 mg com a refeição da manha. A dose pode ser aumentada em 500 mg por dia cada semana, enquanto necessário. Não ultrapassr 2.550 mg por dia. Crianças: Eficácia e segurança não estabelecidas. Cuidados especiais: Risco na gravidez: não há estudos adequados em mulheres. Não usar durante a gravidez; a insulina permite um melhor controle da glicemia durante a gravidez do que as sulfoniluréias. Amamentação: excretado no leite, problemas não documentados. Efeitos colaterais: perda do apetite, diarréia, distenção abdominal, gases intestinais, náuseas,, vomito, cólica intestinal, dor de cabeça. Procedimento de Enfermagem: Instrua se o paciente a tomar amedicação conforme recomendado e não interromper o tratamento se o conhecimento do médico ainda que melhore. Interações medicamentosas: atenção durante o uso concomitante de outras drogas. Via Oral: a medicação pode ser administrada com alimentos par aevitar desconforto gastro intestinal Indulinas NPH e Regular O que é? Antidiabético[ insulina exógena] Nome similar ou genérico: Biohulin, humulin, humalog, insuman,iolin, novolin, novomix, novorapid Para que serve? Insulinas ( de um modo geral): diabetes mellitus tipo 1( depende de insulina); diabetes mellitus tipoII ( não depende de insulina mas que não consegue o controle através de dieta, exercícios e redução de peso). A insulina regular( R) está também indicada em: cetoacidose diabética, coma diabético. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Uso injetável: Via intramuscular, subcutania ou intravenosa. As doses de insulina e as vias de aplicação são individualizadas, o paciente deve seguir as instruções do médico.seguir as instruções do fabricante para preparação e aplicação da dose. Nas emergências, para uso da intravenoso,utiliza-se insulina regular (R). Não usar nunca as formas N e L para uso intravenoso. Forma de ação no organismo: A insulina é um hormônio que controla o armazenamento e metabolismo de carboidratos, proteínas e gordura; diminui a glicose sanguinea. Cuidados especiais: Risco na gravidez: as necessidades da insulina geralmente diminuem no primeiro trimestre de gestação e aumentam nos segundo e terceiro trimestre. Amamentação: não excretado no leite; problemas não documentados. As necessidades de insulina diminuem na mulher que amamenta. Não usar o produto nas seguintes condições: Insulinas de ação intermediaria ou ação lenta, para estados de coma ou outros estados emergenciais que requeiram uma ação rápida do produto. Efeitos colaterais: Hipoglicemia(leve ou moderada): ansiedade, cansaço incomum, batimentos cardíacos acelerados, confusão mental, dificuldade de concentração, dor de cabeça, fala enrolada, fomo excessiva, fraqueza,instabilidade, mudanças do comportamento( o paciente parece embebedado) náusea, nervosismo,pele pálida e fria, pesadelos, sono agitado,sonolencia, suores frios, visão borrada. Hipoglicemia (grave): convulções, coma. Ganho de peso. Procedimento de Enfermagem: A medicação deve ser usada cuidadosamente durante a gestação ou lactação. Recomende ao paciente que evite o tabagismo e o consumo de álcool e o uso concomitante de outra droga ou medicação, sem o conhecimento do medico durante a terapia. Anestésico Lidocaína O que è? Anestésico local parenteral[cloridrato de lidocaína; anestésico tipo amida] Nome similae ou genérico: Xilocaina Para que serve? Anestesia por infiltração dental, anestesia por bloqueio nervoso. Como deve ser usado, ou seja , vias deadministração: Uso injetável: Alpicar lentamente e com aspiração freqüente par reduzir a possibilidade de injeção intravascular Lidocaína Adultos: Bloqueio nervoso: 20 a 100 mg (1 a 5 ml da solução a 2%) Limite da dose: não exeder 6,6 mg por kg de peso, ou 300 mg de cloridrato de lidocaína por sessão dentaria .Forma de ação no organismo: O anestésico age bloqueando o impulso nervoso( a iniciação e a condução do impulso). O anetésico local diminui a permeabilidade da membrana neural aos íons sódio, a membrana fica estabilizada inibindo a propagação do impulso nervoso.O anstésico local pode também causar estimulação e/ou depressãodo Sistema Nervoso CentralPode haver excitabilidade ou depressão da condução cardíaca e também vasodilatação periférica; As aminas simpaticomimpeticas epinefrina(adrenalina) norepinefrina(noradrenalina0: estes vasocontritores agem sobre receptores alfa adrenergéticos existentesnos vasos da mucosa, diminuindo o fluxo de sangue na área da injeção. Isto faz com que o anstésico permaneça por mais tempo no local,prolongando a sua ação e diminuindo a concentração do pico que o anestésico alcançaria no sangue, diminuindo assim o risco de toxidade sistêmica. Cuidados especiais: Risco na gravidez:Não há estudos adquiridos em mulheres. Amamentação: não se sabe se é excretado no leite materno. Procedimento de Enfermagem: A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido sem o conhecimento do médico. Durante a administração, é indispensável o uso de monitor cardíaco. No caso de gravidez (confirmada ou suspeita) ou, ainda, se o paciente estiver amamentando, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Recomenda-se cautela também nos casos de bloqueios de 2° e 3° graus, bradicardia sinusal,ICC, disfunção renal ou hepática e em pacientes idosos ou naqueles com peso < 50 kg. Recomende o paciente que evite o uso de qualquer droga ou medicação, sem o conhecimento do médico, durante a terapia. Ketalar Ketalar - Bula do remédio Ketalar com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Ketalar têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Ketalar devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente. Apresentação : Ketalar sol. inj. em emb. c/ 5 fr.-ampola de 10 mL. (50mg/ml) Indicações: Ketalar (cloridrato de cetamina) é indicado como anestésico único em intervenções diagnósticas e cirúrgicas que não necessitem de relaxamento muscular. Apesar de ser mais apropriado para intervenções de curta duração, Ketalar pode ser empregado, mediante administração de doses adicionais, em procedimentos cirúrgicos mais prolongados. Ketalar é indicado para indução de anestesia, previamente à administração de outros anestésicos gerais. É indicado em obstetrícia para parto vaginal ou cesárea. Ketalar também é indicado para suplementar outros agentes anestésicos de baixa potência, como óxido nitroso. Dentre as áreas de aplicação específica (não se limitando a essas) incluem-se: 1. Debridamentos e enxertos de pele em pacientes queimados. 2. Intervenções neurodiagnósticas como mielogramas e punções lombares. 3. Intervenções diagnósticas e cirúrgicas nos olhos, ouvidos, nariz e boca. 4. Sigmoidoscopia e pequena cirurgia retal. 5. Cateterismo cardíaco. 6. Intervenções ortopédicas. Contra-indicações Ketalar (cloridrato de cetamina) é contra-indicado nos casos em que uma elevação significante da pressão arterial possa constituir grave risco e a pacientes que demonstraram hipersensibilidade à droga. Reações adversas / Efeitos colaterais Cardiovasculares: Após a administração isolada de Ketalar (cloridrato de cetamina), a pressão arterial e os batimentos cardíacos são elevados frequentemente. No entanto, ocorreram casos de hipotensão e bradicardia. Também ocorreu arritmia cardíaca. Respiratórias: Embora a respiração seja frequentemente estimulada, poderá ocorrer acentuada depressão da respiração ou apnéia, após administração intravenosa rápida de doses elevadas de Ketalar. Foram observados casos de laringospasmo e outras formas de obstrução das vias respiratórias durante a anestesia por Ketalar. Oculares: Após a administração de Ketalar, foi notada a ocorrência de diplopia e nistagmo, além de leve elevação da pressão intra-ocular. Psicológicas: vide Precauções’. Neurológicas: Em alguns pacientes, o aumento do tônus da musculatura esquelética pode se manifestar por movimentos tônicos e clônicos que, às vezes, se assemelham a convulsões. Gastrintestinais: Foi observado anorexia, náuseas e vômitos, mas esses transtornos geralmente não são graves e a grande maioria dos pacientes ingere líquidos logo após a recuperação da consciência. Geral: Anafilaxia. Raramente foram observados casos de dor e exantema no local da injeção. Também foram observados eritema transitório e/ou erupção morbiliforme. Posologia NOTA: Em consequência da incompatibilidade química de Ketalar (cloridrato de cetamina) com barbitúricos, estes não devem ser utilizados na mesma seringa por ocorrer formação de precipitado. Se além da dose de Ketalar for necessário o uso de um benzodiazepínico (diazepam), ambas as drogas devem ser aplicadas separadamente. Não misture Ketalar e diazepam na mesma seringa ou frasco de infusão. Preparação no pré-operatório 1. Uma vez que foram relatados vômitos após a administração de Ketalar, medidas de proteção às vias aéreas devem estar disponíveis, pois os reflexos laringofaríngeos continuam ativos. Entretanto, como pode ocorrer aspiração com o uso de Ketalar, e uma vez que os reflexos protetores podem também estar diminuídos devido aos anestésicos suplementares e relaxantes musculares, a possibilidade da aspiração é um fato que deve ser considerado. O uso de Ketalar é recomendado ao paciente cujo estômago não esteja vazio desde que o médico julgue que os benefícios da droga superem os possíveis riscos. 2. Deve-se administrar atropina, escopolamina ou um outro anti-sialogogo com intervalo apropriado anterior à indução. Início e duração Pelo fato da indução da anestesia após a injeção intravenosa inicial de Ketalar ser rápida, devese manter o paciente em posição com apoio adequado durante a administração. O início da ação de Ketalar é rápido, uma dose intravenosa de 2 mg/kg de peso corpóreo normalmente produz anestesia cirúrgica 30 segundos após a injeção e de um modo geral, o efeito anestésico dura de 5 a 10 minutos. Se for desejada duração prolongada, podem ser administradas doses adicionais intravenosas ou intramusculares para manter a anestesia sem produzir efeitos cumulativos significantes. Baseado na experiência inicial com pacientes pediátricos, uma dose intramuscular de 9 a 13 mg/kg produz em geral anestesia cirúrgica dentro de 3 a 4 minutos após a injeção, com efeito anestésico durando em geral de 12 a 25 minutos. Dose Como ocorre com outros anestésicos gerais, a resposta individual ao Ketalar pode variar, dependendo da dose, via de administração e da idade do paciente, portanto a dosagem recomendada não pode ser absolutamente fixada. A dose de Ketalar deve ser ajustada às necessidades de cada paciente. Indução Por via intravenosa: A dose intravenosa inicial de Ketalar pode variar entre 1 e 4,5 mg/kg. A dose média necessária para produzir anestesia cirúrgica, de 5 a 10 minutos de duração, é de 2 mg/kg. Alternativamente em pacientes adultos, uma dose de indução de 1 a 2 mg/kg de Ketalar via intravenosa, utilizada na velocidade de 0,5 mg/kg/min, pode ser usada para indução da anestesia. Adicionalmente, pode-se usar diazepam em doses de 2 a 5 mg, administrado em seringa separada durante 60 segundos. Na maioria dos casos, 15 mg de diazepam intravenoso ou menos são suficientes. A incidência de manifestações psicológicas durante a recuperação da anestesia, particularmentedo tipo sonhos e delirium, pode ser reduzida com este esquema de dose de indução. Velocidade da administração de Ketalar: A administração venosa de Ketalar deve ser feita lentamente durante um período de 60 segundos. A administração mais rápida pode acarretar depressão respiratória e uma reação de incremento da pressão arterial. Por via intramuscular: A dose intramuscular inicial de Ketalar pode variar entre 6,5 e 13 mg/kg. Geralmente uma dose de 10 mg/kg produzirá anestesia cirúrgica de 12 a 25 minutos de duração. Manutenção da anestesia A dose de manutenção deve ser ajustada de acordo com a necessidade anestésica dos pacientes e com o emprego de agentes anestésicos adicionais. Doses adicionais, equivalentes à metade da dose de indução até a dose de indução completa, podem ser repetidas para manutenção da anestesia conforme o necessário. Entretanto, deve ser notado que durante a anestesia poderão ocorrer movimentos involuntários e tônico-clônicos das extremidades. Esses movimentos não implicam um nível leve, nem indicam necessidade de se administrar doses adicionais de anestésico. Quanto maior for a dose total de Ketalar administrada, maior será o tempo de recuperação completa. Pacientes adultos induzidos com Ketalar mais diazepam por via intravenosa podem ser mantidos com Ketalar administrado por infusão lenta em microgotas na dose 0,1 a 0,5 mg/min, aumentado com diazepam 2 a 5 mg intravenosamente, conforme necessário. Na maioria dos casos, 20 mg ou menos do diazepam total via intravenosa, será suficiente para a indução combinada e manutenção. Entretanto, uma quantidade levemente maior de diazepam pode ser necessária, dependendo da natureza e duração da cirurgia, estado físico do paciente e outros fatores. A incidência de manifestações psicológicas durante o período de recuperação da anestesia, particularmente sonhos e delirium, pode ser reduzida com este esquema de dose de manutenção. Diluição Para preparar uma solução diluída contendo 1 mg de cetamina por mL, transferir assepticamente 10 mL (frasco-ampola com 50 mg/mL) para 500 mL de dextrose injetável 5% ou cloreto de sódio injetável 0,9% e misturar bem. A solução resultante conterá 1 mg de cetamina por mL e permanecerá estável por 24 horas. As necessidades de líquidos do paciente e a duração da anestesia devem ser consideradas na seleção da diluição apropriada de Ketalar. Se houver necessidade de restrição de líquidos, Ketalar pode ser adicionado a uma infusão de 250 mL conforme descrito acima para obter uma concentração de 2 mg de cetamina por mL. Agentes suplementares Ketalar é clinicamente compatível com os anestésicos locais ou gerais de uso corrente, desde que seja mantida uma troca respiratória adequada. O esquema de doses reduzidas de Ketalar suplementadas com diazepam pode ser usado para promover uma anestesia equilibrada em combinação com outros agentes, tais como o óxido nitroso e oxigênio. Informações O Ketalar anestésico geral de ação rápida, produz um estado anestésico caracterizado por uma profunda analgesia, reflexos laringofaríngeos normais, tônus da musculatura esquelética normal ou levemente aumentado. Ocorre leve estímulo cárdio-respiratório e ocasionalmente depressão respiratória. O estado de anestesia produzido pela cetamina foi denominado anestesia dissociativa, pelo fato de aparentemente interromper de modo seletivo o percurso das vias associativas cerebrais, antes de ser estabelecido o bloqueio sensorial somestésico. A cetamina pode deprimir seletivamente o sistema talâmico-neocortical antes mesmo de ser obtida a paralisação dos centros cerebrais mais antigos e de suas respectivas vias (sistema ativador reticular e sistema límbico). Soro Soluções hidratantes orais O que é? Hidratante oral, reidratante oral [mistura de eletrolíticos, água e glicose] Para que serve? Hidratação oral, desidratação (prevenção) Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Uso Oral: Adultos e crianças: Sais para reidratação oraldos postos de saúde: Dissolver o envelope contendo 27,9 g de pó em litrode água fervida. Dar 10 ml por kg de peso corporal da solução, após cada evacuação liquida ou semiliquida, ou após cada vomito. Outros produtos: ver instruções dos fabricante Cuidados Especiais: Avaliar riscos x benefícios: Debilitados. Idosos,íleo paralitico, obtrução e perfuração intestinal; vômitos abundantes. Soro Fisiologico 0,9% História do Soro Fisiológico: Acredita-se que o soro fisiológico tenha surgido durante a pandemia de cólera que assolou a Europa na metade do século XIX. Examinando-se o sangue de pacientes com cólera, foi constatado uma perda de 28% do plasma e conseqüentemente estava mais denso e escuro. Pararestaurar a densidade e a cor do sangue, houve a sugestão da aplicação intravenosa de uma solução aquosa com sais oxigenados (AWAD, et al., 2008). Essa teoria foi o passo inicial para a reposição hídrica e eletrolítica do sangue. Os cientistas passaram a aplicar, em pacientes com cólera, injeções intravenosas com soluções 0,9%s em quantidades tal qual a velocidade de recuperação dos mesmos. Obviamente, muitos morriam por causa da falta de esterilização dos instrumentos ou até mesmo por embolia na aplicação da injeção intravenosa. Porém, as mortes eram associadas às concentrações salinas das soluções (AWAD, et al. , 2008) Essas soluções tinham sais em proporções e natureza variáveis à medida que mais pessoas doentes se curavam com o tratamento. Dezenas de soluções foram criadas por diferentes pesquisadores, até que em 1896 surgiu uma solução similar a 0,9%, sendo outras soluções criadas até 1932, inclusive a solução de Hartmann (tabela 1). Desde então, a solução a 0,9% é usada até os dias de hoje (AWAD, et al. , 2008). Aspectos fisiológicos e clínicos do Soro 0,9% O processo fisiológico da digestão e absorção de nutrientes no intestino está intimamente ligado á secreção e absorção de água e eletrólitos. A média da proporção de água contida no organismo de indivíduos saudáveis é de 60% do seu peso corporal, e os principais cátions responsáveis pela regulação da volemia são o sódio (Na), presente no líquido extracelular, e o potássio (K), mais presente no líquido intracelular, ambos sendo regulados pela Bomba Na+/K+. O rim pode conservar a concentração de sódio com bastante eficácia. Porém, sua capaci dade de eliminar o excesso é muito limitada, pois na evolução dos mamíferos não se contava com um consumo excessivo de sal na alimentação. (LOBO, 2004) Tabela 1. Comparação entre soluções de Hartmann (1932) e a Solução. 0,9%, em relação ao plasma. Plasma NaCl (9g/l) Hartmann Na+ (mmol/l) 135 – 145 154 131 Cl- (mmol/l) 95 – 105 154 111 Na+ : Cl- 1,28 – 1,45 : 1 1:1 1,18 : 1 K+ (mmol/l) 3,5 – 5,3 0 5 HCO3 - (mmol/l) 24 – 32 0 29 Ca2+ (mmol/l) 2,2 – 2,6 0 4 Glucose (mmol/l) 3,5 – 5,5 0 0 pH 7,35 – 7,45 5,0 – 5,5 6,5 Osmolaridade (mOsm/l) 275 - 295 308 274 Fonte: adaptado de LOBO, 2004. Analisando a tabela acima, nota-se grande semelhança da solução de Hartmann com a concentração do plasma. A relação 1:1 de Na:Cl da solução 0,9% faz com que a concentração do íon Cloro esteja em maior proporção em relação a concentração do íon Sódio. Este desequilíbrio leva a uma acidose hiperclorídrica, tornando a solução ácida (pH=5,5) em relação ao pH do plasma. Já a osmolaridade da solução de Hartmann é igual á do plasma, e esta solução não é tão ácida quanto a solução 0,9%. Além disso, ela possui potássio, bicarbonato, e cálcio em quantidades iguais ou próximas à do plasma.+ A solução salina de 0,9% é obtida dissolvendo 9g de NaCl em 1 Litro de água e é chamada de “normal ou fisiológica”. Entretanto, essas duas denominações não estão corretas. Uma solução “normal” ou “molar” deve conter 58,5 g de NaCl /Litro de água. Isto porque a massa atômica de 1 átomo-grama de cloro é 35,5g e a massa de 1 átomo grama de sódio é 23g. Um mol de cloreto de sódio (NaCl) é igual a 35,5 + 23 = 58,5g. Logo 1 mol de cloreto de sódio é igual a 58,5 g. Então a solução salina “normal” em questão é de fato 1/6 (um sexto) daconcentração de 1 molar salina. Já por isso não pode ser chamada de solução normal. Outro fato é o das proporções das massas atômicas. Em 9g de NaCl há 5,5 g de cloro e 3,5g de sódio, o que corresponde a : 5,5: 35,5 = 0,154 mol de cloro e 3,5: 23 = 0,153 mol de sódio. Daí a proporção ser de 1:1, diferente da proporção do plasma. Sendo assim, não é fisiológica. Por outro lado, a solução salina 0,9% não contém os outros minerais contidos no plasma, e não pode, portanto, ser considerada fisiológica. Grandes quantidades de solução infundidas acumulam o Cloro e o Sódio, os quais o rim não tem capacidade de excretar rapidamente. (AWAD,et.al. 2008) Água e sal em excesso causam edema periférico e pulmonar, além de falência intestinal aguda. Esse excesso pode às vezes interferir no restabelecimento hemodinâmico do individuo, uma vez que o organismo pode levar três semanas para eliminar esse excesso. É importante evitar excessos desnecessários de soro depois da fase de recuperação hemodinâmica. A maioria dos pacientes requer de 2 a 2,5 litros de água e 60 a 100 mmol de Na por dia (3,4 a 5,8 g de NaCl) para manter a volemia em ordem e garantir o balanço hidro-eletrolítico. (AWAD,et.al. 2008). Essa necessidade não pode ser confundida com a da recuperação do paciente hipovolêmico, onde o principal objetivo da terapia com soluções é manter o volume intravascular em homeostase. O balanço hidro-eletrolítico é um componente vital no cuidado do metabolismo de pacientes pós-cirurgias e com doenças críticas. Devem-se considerar as prescrições de soluções com o mesmo cuidado das necessidades nutricionais e farmacológicas. Estudos mostram morbidade e mortalidade pós-operatórias com infusão de solução salina a 0,9%. (AWAD,et.al.2008) Pacientes em pós-operatório excretam através da urina apenas 100mmol de Na durante os primeiros 4 a 5 dias sem a infusão de soluções. A capacidade de excretar o excesso de sal e água infundidos, apenas começa com a recuperação da fase de injuria, ou na fase anabólica, ou seja eliminar o excesso de sódio e água infundidos com a solução salina a 0,9% (LOBO, 2004). Grandes volumes de solução. Salina a 0,9% ( 50ml/Kg em 1 hora), em pacientes saudáveis geram: desconforto abdominal , náuseas, letargia e diminuição na capacidade de raciocínio em responder a questões complexas. Estas alterações não foram notadas com a infusão da Solução de Hartmann na mesma quantidade e tempo. (LOBO, 2004) Estudos compararam infusão de 2litors de solução salina a 0,9% e Solução de Hartmann por 1 hora em pessoas saudáveis. A solução 0,9% mantém a volemia por aumentar os níveis de hormônio antidiurético. Isto ocorre, pois a infusão de solução salina eleva os níveis de sódio sanguíneos, impedindo a eliminação de água através da urina, e, além disso, promove retenção hídrica, para que se mantenha um equilíbrio entre soluto e solvente no sangue. Em adição, a solução salina a 0,9% promove acidose hipercloridri ca, gerando vaso constrição renal e reduzida. Taxa de filtração glomerular (LOBO, 2004). Em contrapartida, a solução de Hartmann promove uma boa diurese, que leva a diminuição do hormônio antidiurético (ADH), por ter menor osmolaridade. Corpo se adapta ao déficit de sal e água = exposição repetida á deficiência na evolução. (LOBO, 2004). Pacientes críticos são acidóticos. Eles recebem grandes quantidades de soluções contendo NaCl. Esta acidose prejudica a contratilidade cardíaca, diminuição na perfusão renal, e pode ser letal, combinada a hipotermia e coagulopatias. (LOBO, 2004) . Considerações Finais Sendo assim, surge a questão de quando e como a solução 0,9% foi aceita como ’normal’ ou ‘fisiológica’ e como justificar sua contínua utilização até hoje, mesmo que provado que não seja quimicamente normal e nem fisiológica. E ainda qual o porquê da solução de Hartmann não ter sido utilizada. Permanece o mistério de como o uso de solução salina a 0.9% se generalizou e se manteve. Talvez, devido à facilidade, conveniência e ao baixo custo de se misturar sal comum com água. (AWAD,et.al. 2008) Faz-se necessária uma maior investigação sobre o tema, para promoção de treinamentos com os profissionais de saúde, em relação á prescrição de soro fisiológico e sua composição. Além disso, há necessidade de mais estudos sobre uma formulação verdadeiramente fisiológica. Deve-se enfatizar a importância de se prescreverem fluidos e eletrólitos de modo a otimizar a função fisiológica, e não prejudicá-la. É certo de que pequenos déficits ou excessos podem causar transtornos fisiológicos e, portanto conseqüências clínicas adversas em termos de complicações e grau de recuperação da doença, além de maior tempo de internação, gerando assim, maiores custos por paciente. Ao se prescreverem fluidos e eletrólitos, é importante que se entenda a relação entre o balanço eletrolítico intracelular e extracelular e os efeitos do jejum e da injuria, de forma que se previnam conseqüências adversas e clinicas provocadas por erros no tratamento. Referências Bibliográficas •AWAD, S.,ALLISON,S.P.,LOBO,D.N.Fluid and eletrolyte balance: the impact of goal directed teaching. Clinical Nutrition. v. 27,p.473-478, 2008. •AWAD, S.,ALLISON,S.P.,LOBO,D.N.The History 0.9% Saline. Clinical Nutrition.v. 27, p. 179-188, 2008. •LOBO,D.N.Fluid Eletrolytes and Nutrition: phisiological and clinical aspects. Nutritional Socyety. V. 63, p. 453-466, 2004. Soro glicosado 0,5% Soro fisiológico é uma solução isotônica em relação aos líquidos corporais que contem 0,9%, em massa, de NaCl em água destilada, ou seja, cada 100mL da solução aquosa contém 0,9 gramas do sal.100 mL de soro fisiológico contem 0,354 gramas de Na+ e 0,546 gramas de Cl-, com pH = 6,0Uso:Higienização nasal : para pacientes com resfriados, gripes ou com sintomas alérgicos. Desidratação: para reposição de íons de sódio e cloro. Limpeza de ferimentos Limpeza de lentes de contato Em preparados para microscopia.Não deve ser injetado. Deve ser usado frio e devidamente esterilizado, portanto, deve ser guardado em geladeira.. Deve ser considerado como um medicamento, portanto, só deve ser usado sob prescrição médica..O soro glicosado deve ser considerado um medicamento, portanto, só deve ser usado sob prescrição médica.O soro glicosado a 5% serve para muitas coisas mas o primordial seria manter níveis energéticos com aporte de glicose, porém não se consegue um aumento muito importante pois sua concentração é isotônica(semelhante a dos fluidos corpóreos), quando se quer um aporte maior de glicose para o paciente, em caso de hipoglicemia por ex. o ideal é o uso de soluções hipertonicas como glicose a 10% ou a 25% ou ainda a 50%...É muito utilizado na diluiçao de medicamentos também....Ringer com lactato É uma solução bastante "fisiológica" embora consideremos como soro fisiológico a solução com cloreto de sódio a 0,9%. O Ringer é mais fisiológico pois é mais parecido com as concentrações existentes no plasma em termos de NaCl, Glicose, K, bicarbonato e etc... enquanto a dita solução fisiológica que nos estamos acostumados a chamar tem apenas NaCl, ele é utilizado em choques hipovolêmicos como reidratante nos casos de reidratação, também muito ultilizado em pós operatórios e politraumas para correção do "volume" perdido...Porém é bem mais caro que o SF a 0,9%, em função disso é menos utilizado.... Medicamentos oftalmologicos Pomada:Trialgex Pomada O que é? As pomadas são preparações farmacêuticas estáveis, semi-sólidas, de consistência mole. Nome similar ou genérico? Pomada Para que serve? destinadas ao uso externo, constituídas por um ou mais princípios ativos e por excipientes com características lipofílicas ou hidrofílicas. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Friccione a parte dolorida durante alguns minutos, com pequena quantidade do produto, envolvendo-a depois com um pano de flanela ou lã, 2 a 3 vezes ao dia. Forma de ação no organismo? O salicilato de metila provoca analgesia e hiperemia na região onde é aplicado. A cânfora produz leveanestesia local e o mentol causa sensação de frio seguida de anestesia discreta. Cuidado especiais? Contra- Indicações: O uso do produto está contra-indicado para pacientes com hipersensibilida-de aos componentes da fórmula. Como com qualquer medicamento, o médico deve fornecer orientação adequada em caso de gravidez ou lactação antes de o paciente usar este produto.Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.Informar ao médico se está amamentando. Efeitos colaterais? Ainda não são conhecidas a intensidade e a freqüência das reações adversas. Procedimentos de enfermagem? Conservar o produto em temperatura ambiente (15 a 30º) e proteger da luz e umidade. Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pois pode ser prejudicial à sua saúde. Procedimento de Enfermagem: Anticoncepcionais Ciclo 21: O que é? Anticoncepcional Nome similar ou genérico? Ciclo 21 Para que serve? Usado na prevenção de gravidez e no controle de irregularidades menstruais (nas insuficiências ovarianas, hemorragia uterina disfuncional, amenorréias de causa funcional, esterilidade por anovulação, distúrbio do ciclo menstrual e dismenorréia). Como deve ser usado, ou seja vias de administração? De acordo com a bula do CICLO 21 durante o primeiro ciclo de tratamento, vc deve tomar um comprimido de CICLO 21 diariamente, durante 21 dias consecutivos, iniciando no 5o dia do ciclo menstrual (o primeiro dia do sangramento é considerado o 1o dia da menstruação). Após este período, a administração deve ser suspensa durante 7 dias. Forma de ação no organismo? Não deve ser utilizado em mulheres que apresentam: tromboflebite ou distúrbios tromboembólicos, ou antecedentes de tromboflebite; doença vascular cerebral ou coronariana; carcinoma mamário ou dos genitais confirmado ou suspeito; neoplasia estrogênio- dependente; sangramento genital anormal de causa indeterminada; gravidez confirmada ou suspeita; antecedente de tumor hepático benigno ou maligno; distúrbios da função hepática intensos; distúrbio do metabolismo lipídico; antecedente; da herpes gestacional; diabetes com alterações vasculares; otosclerose agravada durante a gravidez; e anemia falsiforme. Cuidado especiais? Não deve ser utilizado em mulheres que apresentam: tromboflebite ou distúrbios tromboembólicos, ou antecedentes de tromboflebite; doença vascular cerebral ou coronariana; carcinoma mamário ou dos genitais confirmado ou suspeito; neoplasia estrogênio- dependente; sangramento genital anormal de causa indeterminada; gravidez confirmada ou suspeita; antecedente de tumor hepático benigno ou maligno; distúrbios da função hepática intensos; distúrbio do metabolismo lipídico; antecedente; da herpes gestacional; diabetes com alterações vasculares; otosclerose agravada durante a gravidez; e anemia falsiforme. Efeitos colaterais?Náuseas e(ou) vômitos, que são usualmente as reações adversas mais comuns.Distúrbios gastrintestinais, como empachamento e cólicas abdominais; alterações no fluxo menstrual; dismenorréia; cloasma ou melasma, que podem ser persistentes; alterações mamárias, incluindo sensibilidade, aumento ou secreção; alteração de peso; erupção cutânea (alérgica); candidíase vaginal; alterações de curvatura de córnea; intolerância a lentes de contato. Procedimentos de enfermagem? Instruir a paciente a tomar o medicamento,exatamente conforme recomendado,e não interferomper o tratamento, sem o conhecimento do médico.Explique o esquema de dosagem e a rotina de manutenção Broncodilatador Aminofilina: O que é? Broncodilatador. Indicado no tratamento de asma brônquica, bronquite, insuficiência respiratória e cardíaca. Nome similar ou genérico? Aminofilina Para que serve? Indicado no tratamento de asma brônquica, bronquite, insuficiência respiratória e cardíaca. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Forma de ação no organismo? A aminofilina causa dilatação dos brônquios e dos vasos pulmonares, através do relaxamento da musculatura lisa. Dilata também as artérias coronárias e aumenta o débito cardíaco e a diurese. Forma de ação no organismo: Por biotransfiormação, libera teofilina que relaxa a musculatura lisados brônquios e estimula o fluxo respiratório. Cuidados especiais? O produto não deve ser usado por: Gastrite ativa; úlcera péptica ativa ou história de úlcera péptica; hipersensibilidade conhecida à aminofilina ou teofilina. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. Efeitos colaterais? Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como: distúrbios gastrintestinais (náuseas ou vômitos). Procedimentos de enfermagem? Instruir a paciente a tomar o medicamento,exatamente conforme recomendado,e não interferomper o tratamento, sem o conhecimento do médico.Explique o esquema de dosagem e a rotina de manutenção Brometo de ipratrópio e fenoterol: O que é? Broncodilatador Nome similar ou genérico? BROMETO DE IPRATRÓPIO Para que serve? O brometo de ipratrópio é indicado como broncodilatador notratamento de manutenção do broncoespasmo associado à Doença Pulmonar Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Este medicamento deve ser administrado viainalatória por nebulização da solução; diluída em 3- 5mL de solução salina (NaCl 0,9%), utilizando- se oxigênio ou ar comprimido e inalada até esgotar a solução. A solução deve ser diluída sempre antes de cada utilização; qualquer quantidade residual da solução deve ser eliminada. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Forma de ação no organismo? Ação esperada do medicamento: O brometo de ipratrópio tem ação broncodilatadora, seu efeito se inicia dentro de alguns minutos após a inalação, durando, em média por 5 a 6 horas. Cuidado especiais? Este medicamento deve ser administrado via inalatória por nebulização da solução; diluída em 3- 5mL de solução salina (NaCl 0,9%), utilizando- se oxigênio ou ar comprimido e inalada até esgotar a solução. Asolução deve ser diluída sempre antes de cada utilização; qualquer quantidade residual da solução deve ser eliminada. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Efeitos colaterais? Dor de cabeça, náuseas e secura da boca. Procedimentos de enfermagem? A dose deve ser adaptada conforme as necessidades do paciente, o qual deve ser mantido sob supervisão médica durante o tratamento. Procedimento de Enfermagem: Instruir a paciente a usar o medicamento,exatamente conforme recomendado,e não interferomper o tratamento, sem o conhecimento do médico. Coagulante Kanakion: O que é? Coagulante Nome similar ou genérico? Fitomenadiona (vitamina K1) Para que serve? Este medicamento é útil para prevenir e tratar diversas formas de hemorragia. Em geral, o efeito desejado começa a surgir 3 a 5 horas após o seu uso. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? O uso concomitante com anticoagulantes orais pode diminuir o efeito desses; um ajustamento nas doses pode ser necessário, principalmente quando a vitamina K for usada para combater o excessivo efeito dos anticoagulantes orais . Forma de ação no organismo? Como componente de um sistema enzimático, a vitamina K1 está envolvida na formação intra- hepática dos fatores de coagulação II (protrombina), VII, IX e X. Anticoagulantes do tipo dicumarol causam um deslocamento reversível da vitamina K1 para fora do sistema enzimático . Cuidado especiais? Kanakion® está contra- indicado nos 3 primeiros meses de gravidez, e, após este período, sódeve ser tomado sob orientação médica. Efeitos colaterais? Procedimentos de enfermagem? Kanakion® só deve ser aplicado por via intramuscular. A via intravenosa está absolutamente contra- indicada. Sais Bicabornato de sódio: O que é? O bicarbonato de sódio (NaHCO3) é um antiácido estomacal, pois neutraliza o excesso de ácido clorídrico (HCl) no suco gástrico . Nome similar ou genérico?Bicabornato de sódio. Para que serve? O bicarbonato de sódio é indicado para acidose metabólica, restabelecendo o equilíbrio ácido-base do organismo; no tratamento de cálculos renais, causados por ácido úrico, é indicado como coadjuvante para reduzir a cristalização deste (uso oral); no tratamento de diarréia onde a perda de bicarbonato é severa; no tratamento de certas intoxicações por medicamentos, incluindo barbitúricos e salicilato ou álcool metílico. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Dissolver 2,5g (1 colher de café) em um copo de água filtrada e tomar 30 minutos antes das refeições, para neutralizar o excesso de secreção gástrica no estômago. Não usar juntamente com dieta láctea (a base de leite) devido a possibilidade de ocorrência de síndrome alcalino-láctea. Forma de ação no organismo? Aumenta o bicarbonato plasmático, tampona o excesso de concentração de hidrogênio e aumenta o pH sangüíneo, invertendo as manifestações clínicas da acidose. Como alcalinizante urinário, aumenta a excreção de íons bicarbonato livres na urina podendo dissolver as pedras de ácido úrico do sistema urinário. Como antiácido neutraliza a acidez gástrica reagindo com os ácidos do estômago, sem agir sobre sua produção. Aumenta o pH do conteúdo gástrico aliviando os sintomas da hiperacidez. Sua excreção se dá por via renal e o CO2 formado por via pulmonar Cuidado especiais? Se necessário o uso em gestante, a quantidade de sódio que se absorve pode causar edema e aumento de peso devido a ser absorvido sistematicamente. Não se deve administrar antiácido em crianças menores de 6 anos. Deve ser usado com cuidados especiais em pacientes com lesão ou insuficiência renal, com histórico de retenção de sódio. Efeitos colaterais? Em doses excessivas pode causar edemas em pacientes com tendências à retenção de sódio. Alcalose com sintomas gatrintestinais consistindo em inapetência, náusea e vômitos Procedimentos de enfermagem? Deve ser adaptada conforme as necessidades do paciente, o qual deve ser mantido sob supervisão médica durante o tratamento. Cloreto de potássio: O que é? O Cloreto de Potássio é um eletrólito [sal de potássio]; 1 g de Cloreto de Potássio contém 13,41 mEq de potássio. Nome similar ou genérico? Cloreto de Potassio Para que serve? TRATAMENTO E PROFILAXIA DA HIPOPOTASSEMIA. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? O uso e a dose de cloreto de potássio é a critério médico, de acordo com o quadro clínico do paciente, sendo sugerido um máximo de 2g/dia dividido em 5 doses. Forma de ação no organismo? O cloreto de potássio atua sobre a atividade do músculo cardíaco uma vez que auxilia a permuta do metabolismo celular, constituindo-se em elemento de grande valia no tratamento de astenia muscular aguda, das arritmias cardíacas e da parestesia. Cuidado especiais? Em caso de superdosagem, suspender imediatamente o uso do medicamento. O tratamento da hipercalemia é feito com administração de glicose 50%, 100mL juntamente com insulina cristalina (30 unidades) por via intravenosa (esta medicação pode se repetir várias vezes ao dia). Efeitos colaterais? Náusea, vômito, flatulência, dor ou desconforto abdominal, diarréia, epigastralgia. Pode ocorrer rash cutâneo e exantema. Em caso de intoxicação, paralisia e flacidez muscular, confusão mental, redução da pressão sangüínea, choque, arritmias e bloqueio cardíaco completo. Procedimentos de enfermagem? Não infundir rapidamente (pode ocorrer parada cardíaca, arritmia e morte). • Soluções concentradas de potássio precisam ser apropriadamente diluídas. Se injetadas diretamente podem causar morte instantânea. Gluconato de cálcio: O que é? O gluconato de cálcio é um suplemento mineral. Nome similar ou genérico? Vitaminas de Uso Geral Para que serve? É a forma de cálcio mais utilizada para o tratamento da hipocalcemia. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Durante ou logo após refeição, com um copo cheio de água. Dividir a dose diária em 3 ou 4 tomadas. Doses em termos de Cálcio elementar. Forma de ação no organismo? Preparados em gel de gluconato de cálcio são utilizados para tratar queimaduras com ácido fluorídrico Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Para os Sais Acetato de Cálcio e Gliconato de Cálcio. Não há estudos adequados em mulheres. O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Para os Outros Sais: Classificação não disponibilizada. Amamentação: Problemas não documentados. Não Usar o Produto: Cálculo renal de Cálcio; hipercalcemia (aumento do Cálcio no sangue); hipercalciúria (aumento de Cálcio na urina); sarcoidose. O fosfato de Cálcio não deve também ser utilizado em: hipoparatireoidismo e insuficiência renal (pode haver aumento dos fosfatos no sangue). O Cálcio não deve ser usado por via injetável na intoxicação digitálica (pode aumentar o risco de arritmias). Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: constipação intestinal . Procedimentos de enfermagem? Realizar determinações sanguíneas periódicas de Cálcio. Glicose: O que é? É um açúcar ou carboidrato elementar de que o corpo recebe energia de uso imediato. Nome similar ou genérico? Glicose Para que serve? Em casos de hipoglicemia. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? A critério médico. Forma de ação no organismo? O organismo quebra a glicose liberando energia, água e dióxido de carbono. Cuidado especiais? Aplicação somente por via intravenosa e lentamente. Efeitos colaterais? CARDIOVASCULAR: inflamação da veia; esclerose venosa (em infusões prolongadas ou concentradas). Procedimentos de enfermagem? Não administrar Glicose e sangue pelo mesmo kit de infusão. Pode ocorrer aglutinação do sangue. Cloreto de cálcio: O que é? O Cloreto de Cálcio é um cardiotônico; anti-hipocalcêmico; anti-hipercalêmico (anti-hiperpotassêmico); anti-hipermagnesêmico [eletrólito]. Nome similar ou genérico? Cloreto de cálcio Para que serve? Cardiotônico; hipocalcemia; hipercalemia (hiperpotassemia); hipermagnesemia. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Forma de ação no organismo? O Cloreto de Cálcio é essencial para a manutenção de diversos sistemas (nervoso, muscular, esquelético) e funções (cardíaca, renal, respiratória). Participa da coagulação sanguínea, da permeabilidade capilar, da membrana celular e de inúmeros outros eventos essenciais para a manutenção da vida. Cuidado especiais? ATENÇÃO - não misturar sais de cálcio com: carbonatos; fosfatos; sulfatos ou tartaratos (são incompatíveis). Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: náusea; constipação intestinal. LOCAL DA INJEÇÃO: irritação na veia. Procedimentos de enfermagem? Cuidado com os efeitos cardiovasculares do cálcio. Monitorar o coração do paciente uma vez que pode haver síncope cardíaca (perda repentina da consciência por falta de oxigenação cerebral por problema cardíaco). Laxantes Solução de Glicerina: O que é? A Glicerina é laxante [laxante hiper-osmótico; glicerol]. Nome similar ou genérico? Gliecerina Para que serve? Constipação intestinal. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Retal: (via ânus) Adultos e Crianças: Acima de 6 Anos Supositório: 3 g. Crianças com Menos de 6 Anos: Supositório: 1 a 1,5 g. Forma de ação no organismo? A Glicerina atrai água para as fezes. Lubrifica e amolece as fezes. Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Classificação não disponibilizada. Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: cólica abdominal. Procedimentos de enfermagem? Não tome medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a saúde. Manitol: O que é? O Manitol é diurético; antiglaucomatoso [diurético osmótico]. Nome similar ou genérico? Manitol Para que serve? Edema cerebral; hipertensão intraocular; hipertensão intracraniana; insuficiência renal aguda. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Não se recomenda injeção direta. Usar filtro de linha e bomba de infusão. Forma de ação no organismo? O Manitolé metabolicamente inerte no homem. Age como diurético elevando a osmolaridade do filtrado glomerular, impedindo a reabsorção de água; aumenta a excreção de sódio e cloreto. Biotransformação: praticamente não sofre; uma pequena parte é transformada em glicogênio no fígado. Ação - início: 30 a 60 minutos; duração: 6 a 8 horas. Eliminação: urina (após administração de 100 g, 80% aparecem na urina em 3 horas). Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres (em experimentos animais ocorreram alguns efeitos adversos para o feto). O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. Efeitos colaterais? GASTRINTESTINAL: diarreia. Procedimentos de enfermagem? Controlar rotineiramente a pressão arterial. Antienemicos Metoclopramida: O que é? A Metoclopramida é antiemético; estimulante gastrintestinal [benzamida (derivado); bloqueador dopaminérgico; cloridrato de Metoclopramida]. Nome similar ou genérico? EUCIL, Cloridrato de Metoclopramida equivalente a Metoclopramida. Para que serve? Náusea; refluxo gastro-esofageano; vômito. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Doses em termos de Metoclopramida. Forma de ação no organismo? A Metoclopramida estimula a motilidade no trato gastrintestinal superior. Aumenta a pressão no esfíncter esofagiano inferior. Acelera o esvaziamento do estômago e aumenta o trânsito intestinal. Os efeitos contra o vômito se devem por antagonizar receptores centrais e periféricos da dopamina. Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres. Efeitos colaterais? SISTEMA NERVOSO CENTRAL: ansiedade; sonolência; movimentos distorcidos involuntários; fadiga; lassidão; inquietude. Procedimentos de enfermagem? Informar ao paciente sobre: Cuidado ao dirigir ou executar tarefas que exijam atenção. Dramin: Dimenidrinato O que é? O Dimenidrinato é antiemético; antivertiginoso [etanolamina (derivado); anti-histamínico; inibidor dos receptores H1 da histamina; anticinetósico; anticolinérgico]. Nome similar ou genérico? DRAMAVIT (Luper); EMEBRID (Pharlab); NEODRIN (Neo Química) Para que serve? Enjôo em viagem (prevenção e tratamento); náusea; vômito. Como deve ser usado, ou seja vias de administração? Uso Oral: Tomar o produto 30 minutos antes de viagens, antes das refeições e ao deitar. Forma de ação no organismo? O Dimenidrinato previne (mas não reverte) as respostas mediadas isoladamente pela histamina; antagoniza os efeitos da histamina na urticária e no prurido; tem também ações anticolinérgicas. Cuidado especiais? Risco na Gravidez: Não há estudos adequados em mulheres (em experimentos animais não foram demonstrados riscos). Amamentação: O Dimenidrinato é excretado no leite em pequenas quantidades. Pelo risco potencial para o lactente (irritabilidade, excitação), não amamentar. Não Usar o Produto: Alergia a Dimenidrinato; crianças menores de 2 anos. Efeitos colaterais? SISTEMA NERVOSO CENTRAL: sonolência. Procedimentos de enfermagem? Informar ao paciente sobre: Cuidado ao dirigir ou executar tarefas que exijam atenção. Não ingerir bebida alcoólica. Ingerir grande quantidade de líquidos. Materiais utilizados para assepsia PVPI- Topico O que é? PVPI Tópico é um produto a base de Polivinil Pirrolidona Iodo em solução aquosa Nome similar ou genérico: Pvpi tópico. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Uso Externo: PVPI Tópico deve ser aplicado com o auxílio de uma gaze esterilizada após limpeza do local a ser tratado. Para a degermação das mãos é indicado PVPI Degermante e em seguida aplicar PVPI Tópico, friccionar até secar, não enxaguar para permitir ação residual do PVPI, calçar luvas estéreis. Forma de ação no organisno: É ativo contra todas as formas de bactérias não esporuladas, fungos e vírus sem irritar nem sensibilizar a pele, sendo facilmente removível em água. Efeitos colaterais: As reações adversas que podem ocorrer são de hipersensibilidade ao iodo, resultando em erupções cutâneas, que podem variar desde reação eczematosa branda até uma dermatite esfoliativa. Procedimento de Enfermagem: Em casos de ferimentos, limpar o local com compressa de gaze. Aplicar a solução sobre o ferimento 3 a 4 vezes ao dia, por meio de gaze ou compressa esterilizada, até cobrir todo o ferimento. PVPI DEGERMANTE O que é? PVPI Degermante é um produto a base de Polivinil Pirrolidona Iodo em solução degermante. Nome genérico ou similar: Pvpi degermante. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Aconselha-se espalhar PVPI Degermante na pele e massagear por dois minutos. Enxaguar com água corrente e repetir a aplicação se necessário, secando a pele com gaze ou toalha esterilizada. Forma de ação no organismo: É ativo contra todas as formas de bactérias não esporuladas, fungos e vírus sem irritar nem sensibilizar a pele, sendo facilmente removível em água. Efeitos colaterais: As reações adversas que podem ocorrer são de hipersensibilidade ao iodo, resultando em erupções cutâneas, que podem variar desde reação eczematosa branda até uma dermatite esfoliativa. Procedimento de Enfermagem: Em casos de ferimentos, limpar o local com compressa de gaze. Aplicar a solução sobre o ferimento 3 a 4 vezes ao dia, por meio de gaze ou compressa esterilizada, até cobrir todo o ferimento. GLUTARAL O que è? Desinfecção ou esterilização de materiais (artigos metálicos, plásticos, borrachas, lentes, hemodialisadores, endoscópios). Nome similar ou genérico: Glutaral. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Limpar os materiais antes de colocá-los em solução; Glutaral não penetra em matéria orgânica (sangue, saliva, pus, gordura, etc.) e cristaliza tais resíduos, tornando mais difícil sua remoção. Secar previamente os materiais. Pode haver risco de corrosão quando se misturam instrumentos de aço com outros materiais, metálicos ou não. Utilizar máscara com filtro de carvão ativado e luvas no manuseio da solução. Desinfecção Imersão dos instrumentos limpos e secos, de 10-30 minutos até 3 horas. Enxaguar exaustivamente com água estéril ou álcool após desinfecção. Secar os materiais com compressa estéril. Esterilização Imersão total dos instrumentos limpos e secos por até 10 horas (o tempo de imersão pode variar para cada tipo de material). Enxaguar exaustivamente com água estéril ou álcool após desinfecção. Secar os materiais com compressa estéril. Efeitos Colaterais: Decorrentes de exposição ocupacional: náuseas, vômito, dor de cabeça, obstrução das vias aéreas, asma, rinite, irritação nos olhos, dermatite de contato. Procedimento de Enfermagem: Após preparo, manter em recipientes de vidro ou plástico, fechados e protegidos da luz, identificando o prazo de validade (se 14 ou 28 dias, a depender do fabricante). CLOREXIDIO O que é? A Clorexidina é um anti-séptico; desinfetante. Nome similar ou genérico: ASSEPTICARE (Neo Química); ASSEPTIC (Neo Química) Digluconato de Clorexidina Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Uso tópico (solução ou spray): limpeza de feridas. Forma de ação no organismo: A Clorexidina liga-se à parede bacteriana, sendo bacteriostática em baixas concentrações e bactericida em concentrações altas. Atua contra microorganismos Gram positivos e Gram negativos; anaeróbicos facultativos, aeróbicos e leveduras. Efeitos colaterais: Irritação local Procedimento de Enfermagem: Evitar contato com os olhos e ouvidos. ALCOOL A 70 % O que é? É um desinfetante de média ou baixa eficiência que contém álcool etílico e água, ou seja, uma solução aquosa de álcool. Nome similar ou genérico: alcool etílico hidratado 70º INPM. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Aplica-se solução não-diluída, sob fricção, para anti-sepsia de mãos sem sujidade e outras áreas cutâneas. Como desinfetante, aplica-se álcool sobre superfícies, equipamentos fixos e artigos que não toleram outros tipos de desinfecção ou esterilização. Forma de ação no organismo: Soluções etanólicascom iodopovidona e clorexidina proporcionam efeito germicida aumentado. Efeitos colaterais: Ressecamento, descamação, ardência e irritabilidade cutâneos, somente em aplicações freqüentes. Procedimento de Enfermagem: Não aplicar em Lesões e ferimentos abertos. HIPOCLORÍTO O que é? Uma solução de hipoclorito de sódio é usada frequentemente como desinfetante. Desinfecção de superfícies. Desinfecção de artigos não-metálicos, de berçários e lactários. Tratamento da água. Nome similar ou genérico: Mais conhecido como alvejante. Como deve ser usado, ou seja, vias de administração: Desinfecção de Superfícies • Utilizar a solução a 1% e aguardar durante 10 minutos. Desinfecção de Artigos • Utilizar a solução a 0,02% (200 ppm), e aguardar durante 30-60 minutos, dependendo do tipo de material e de onde está situado. Cuidados especiais: Cuidado especial deve ser tomado quando da utilização de soluções concentradas pelo risco de queimaduras nos olhos. Ação corrosiva para metais. Inatividade em presença de matéria orgânica. Jamais deve ser misturada a soluções de ácidos fortes ou amônia. Procedimento de Enfermagem: Usar as soluções preparadas até 7 dias após. Estocar ao abrigo de luz e à temperatura máxima de 20°C, em frascos bem fechados. A atividade antimicrobiana dos hipocloritos é rapidamente reduzida na presença de material orgânico, mas é maior em pH ácido. A estabilidade do Hipoclorito de Sódio aumenta com o pH; soluções de pH 10 ou maior são mais estáveis. O hipoclorito é um forte oxidante e deve ser mantido longe de substâncias redutoras sob pena de fogo ou explosão. Seu uso em metais, mármores e plásticos pode promover a corrosão dos mesmos.