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Data: / / 
Escola Reverendo Severino Soares
Série: 9 ano
Professor (a):Tatiane 
Nota:
Turno:
Turma: A B
Aluno (a):
 
 “A morte de um homem começa no instante em que ele desiste de aprender”
 AVALIAÇÃO FINAL DA I UNIDADE
· Leia a prova com atenção 
· Rasuras e corretivos anularão as questões de múltipla escolha.
· 
7. (Unicamp 2011) A denominação de república oligárquica é frequentemente atribuída aos primeiros 40 anos da República no Brasil.
Coronelismo, oligarquia e política dos governadores fazem parte do vocabulário político necessário ao entendimento desse período.
Durante a República Velha (1889-1930), percebemos o coronelismo como limitador da cidadania, pois o poder de mando do coronel influenciava as eleições.”
partir do texto, assinale a INCORRETA: 
a) O coronelismo fez surgir o "voto de cabresto" e o "curral eleitoral", expressões que refletem a postura dócil dos comandados, que votam nos candidatos indicados pelo coronel em troca de favores ou simplesmente por imposição, uma vez que este é quem controla, direta ou indiretamente, a vida das pessoas em sua propriedade ou na região.
b) O coronel é sempre um grande proprietário rural, que, naturalmente, possui o poder econômico e, na prática, o poder político local, o poder de polícia e o poder de justiça. Em outras palavras, prefeitos, delegados e juízes são homens da família do coronel ou seus "protegidos".
c) Soma-se a toda essa estrutura de poder a situação de ignorância à qual está submetida a grande massa de trabalhadores rurais do país, distante dos centros urbanos, da escola e dos meios de comunicação, distante dos direitos - assegurados pela lei, mas negados pelo exercício do poder por parte das elites rurais.
d) Em vigor na República Oligárquica o voto secreto impedia o controle que os poderosos exerciam sob os eleitores que de alguma forma dependiam deles.
Ao defender a "política dos Estados" (ou política dos governadores) e associá-la às ideias de "harmonia", "soma" e "soberania da opinião", o então presidente da República Campos Salles defendia: 
a) O fim da autonomia dos estados e o início de um período de centralização política, que caracterizou a República como uma ditadura. 
b) Uma perspectiva de democratização para a recente República brasileira, impedindo que novos protestos políticos e armados irrompessem. 
c) A relação diplomática com os demais países sul-americanos e se dispunha a obter alianças e acordos comerciais no exterior. 
d) Um pacto entre o governo federal e os governos estaduais, que teriam autonomia econômica, mas assegurariam apoio político ao Presidente. 
e) O modelo político adotado como capaz de democratizar o Brasil e de obter, sem lutas, a unidade política e territorial ainda inexistente. 
8. (Fuvest 2011) — Não entra a polícia! Não deixa entrar! Aguenta! Aguenta!
— Não entra! Não entra! repercutiu a multidão em coro.
E todo o cortiço ferveu que nem uma panela ao fogo.
— Aguenta! Aguenta!
			Aluísio Azevedo, O cortiço, 1890, parte X.
O fragmento acima mostra a resistência dos moradores de um cortiço à entrada de policiais no local. O romance de Aluísio Azevedo 
a) representa as transformações urbanas do Rio de Janeiro no período posterior à abolição da 
escravidão e o difícil convívio entre ex-escravos, imigrantes e poder público. 
b) defende a monarquia recém-derrubada e demonstra a dificuldade da República brasileira de 
manter a tranquilidade e a harmonia social após as lutas pela consolidação do novo regime. 
c) denuncia a falta de policiamento na então capital brasileira e atribui os problemas sociais 
existentes ao desprezo da elite paulista cafeicultora em relação ao Rio de Janeiro. 
d) valoriza as lutas sociais que se travavam nos morros e na periferia da então capital federal e as 
considera um exemplo para os demais setores explorados da população brasileira. 
e) apresenta a imigração como a principal origem dos males sociais por que o país passava, pois os 
novos empregados assalariados tiraram o trabalho dos escravos e os marginalizaram. 
 11. (Fuvest 2009) No início do século XX, focos de varíola e febre amarela fizeram milhares de vítimas na cidade do Rio de Janeiro. Nesse mesmo período, a atuação das Brigadas Mata-Mosquitos, a obrigatoriedade da vacina contra a varíola e a remodelação da região portuária e do centro da cidade geraram insatisfações entre as camadas populares e entre alguns políticos. Rui Barbosa, escritor, jurista e político, assim opinou sobre a vacina contra a varíola: "... não tem nome, na categoria dos crimes do poder, a temeridade, a violência, a tirania a que ele se aventura (...) com a introdução, no meu sangue, de um vírus sobre cuja influência existem os mais bem fundados receios de que seja condutor da moléstia ou da morte."
Considerando esse contexto histórico e as formas de transmissão e prevenção dessas doenças, é correto afirmar que: 
a) a febre amarela é transmitida pelo ar e as ruas alargadas pela remodelação da área portuária e central da cidade permitiriam a convivência mais salubre entre os pedestres. 
b) o princípio de ação da vacina foi compreendido por Rui Barbosa, que alertou sobre seus efeitos e liderou a Revolta da Vacina no Congresso Nacional. 
c) a imposição da vacina somou-se a insatisfações populares geradas pela remodelação das áreas portuária e central da cidade, contribuindo para a eclosão da Revolta da Vacina. 
d) a varíola é transmitida por mosquitos e o alargamento das ruas, promovido pela remodelação urbana, eliminou as larvas que se acumulavam nas antigas vielas e becos. 
e) a remodelação da área portuária e central da cidade, além de alargar as ruas, reformou as moradias populares e os cortiços para eliminar os focos de transmissão das doenças. 
14. (Unicamp 1995) Em março de 1897, assim se pronunciou o jornal carioca O PAIZ sobre o movimento de Canudos:
"O que de um golpe abalava o prestígio da autoridade constituída e abatia a representação do brio de nossa pátria no seu renome, na sua tradição e na sua força era o movimento armado que, à sombra do fanatismo religioso, marchava acelerado contra as próprias instituições (...).
Não há quem a esta hora não compreenda que o monarquismo revolucionário quer destruir (...) a unidade do Brasil."
		(citado por Euclides da Cunha em OS SERTÕES)
a) Quais os temores existentes no Brasil com relação ao movimento de Canudos?
b) Que motivos levaram os sertanejos da Bahia a aderirem àquele movimento? 
 15. (Ufmg 1994) Leia o texto.
"Na Bruzundanga, como no Brasil, todos os representantes do povo, desde o vereador até o presidente da república, eram eleitos por sufrágio universal e, lá, como aqui, de há muito que os políticos tinham conseguido quase totalmente eliminar do aparelho eleitoral este elemento perturbador - 'o voto'. Julgavam os chefes e capatazes políticos que apurar os votos dos seus concidadãos era anarquizar a instituição e provocar um trabalho infernal na apuração porquanto cada qual votaria em um nome, visto que, em geral, os eleitores têm a tendência de votar em conhecidos ou amigos. Cada cabeça, cada sentença; e para obviar os inconvenientes de semelhante fato, os mesários de Bruzundanga lavravam as atas conforme entendiam e davam votações aos candidatos, conforme queriam. (...) Às vezes semelhantes eleitores votavam até com nome de mortos, cujos diplomas apresentavam aos mesários solenes e hieráticos que nem sacerdotes de antigas religiões".
	(BARRETO, Lima. OS BRUZUNDANGAS. Rio de Janeiro: Ediouro, s/d. p. 65-66)
Todas as alternativas contêm afirmações que confirmam o comportamento eleitoral criticado na sátira de Lima Barreto, EXCETO: 
a) O domínio político dos coronéis rurais garantia a mecânica eleitoral fraudulenta operada através do voto de curral. 
b) O interesse das elites agrárias e a exclusão das demais classes sociais da política estavam garantidos nesse sistema político-eleitoral.c) O sistema eleitoral descrito como corrupto estava na base da política dos governadores, posta em prática pelas oligarquias na chamada República Velha. 
d) O sistema eleitoral fraudulento foi consolidado, no fim dos anos 20, através da ação decisiva da Aliança Liberal. 
e) O voto de cabresto era uma forma de manipulação do eleitorado seja através da compra de voto seja através da troca do voto por favores.
IMPERIALISMO
	
	O imperialismo europeu foi extremamente desastroso e prejudicial para os povos nativos da África, Ásia e Oceania, pois gerou o subdesenvolvimento e desigualdades sociais vivenciadas até os dias de hoje em muitos países desses continentes. 
Quando os europeus invadiram os territórios da África, Ásia e Oceania, forçaram os nativos a realizar trabalhos pesados, nas minas e grandes plantações, em troca de baixos salários. Além disso, os europeus não respeitavam os hábitos, costumes e cultura dos nativos, obrigando-os a adotar sua língua, costumes e religião, provocando a aculturação* de muitos povos. 
A exploração imperialista resultou no extermínio de milhares de povos nativos, provocados por guerras, doenças e também pela fome. Uma das consequências mais evidentes do imperialismo até os dias de hoje é o atraso econômico a que os países dominados foram submetidos e que se reflete ainda hoje no subdesenvolvimento e nas desigualdades sociais presentes na maioria desses países.
1- A "partilha do mundo" (1870 -1914) resultou do interesse das potências capitalistas europeias em: 
a) promover o desenvolvimento das colônias através da aplicação de capitais excedentes em programas sociais e educacionais; 
b) desenvolver a produção de gêneros alimentícios nas colônias, visando suprir as deficiências de grãos existentes na Europa na virada do século; 
c) buscar "áreas novas" para a emigração, uma vez que a pressão demográfica na Europa exigia uma solução para o problema; 
d) investir seus capitais excedentes nas colônias, obter mercados fornecedores de matérias-primas e reservar mercados para seus produtos industrializados; 
 e) favorecer a atuação dos missionários católicos junto aos pagãos e assegurar a livre concorrência comercial. 
2- A Charge(imagem) representa:
a) a busca de matérias primas, a aplicação de capitais excedentes nesta repartição entre as potencias internacionais. 
b) a implantação de regimes políticos favoráveis à independência das colônias africanas e asiáticas.
c) o impedimento da evasão em massa dos excedentes demográficos europeus para aqueles continentes.
d) a implantação da política econômica mercantilista, favorável à acumulação de capitais nas respectivas Metrópoles.
e) a necessidade de interação de novas culturas, a compensação da pobreza e a cooperação dos nativos.
3- Como os europeus de fins do século XIX e início do século XX justificavam sua prática imperialista?
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4-Explique quais as consequências provocadas pela dominação imperialista europeia para os países africanos e asiáticos. 
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