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VITOR HERNANDES LOPES TÉCNICA CIRURGICA FLEBOTOMIA Dissecção venosa, no contexto da emergência, que objetiva a obtenção de um acesso venoso para ressuscitação volêmica e administração de medicações FLEBOTOMIA Indicações Necessidade de acesso periférico em pacientes com difícil acesso (cicatrizes em locais de acesso central, grande queimado); Paciente em PCR; Vítima de trauma que requer uma ressuscitação volêmica definitiva; Falha na obtenção de acessos periféricos, intraósseo e central em crianças Contraindicações Absolutas: lesão vascular, retirada da safena, fratura óssea próxima à incisão; Relativas: distorção anatômica por má formação, infecção local, distúrbios de coagulação 1 – VEIA BASÍLICA 2- VEIA SAFENA MAGNA 3- VEIA SAFENA MAGNA SAFENA MAGNA MELHOR OPÇÃO + VEIA LONGA + SUPERFICIAL - VARIAÇÃO ANATÔMICA + FÁCIL IDENTIFICAÇÃO A veia safena magna é formada pela união da veia dorsal do hálux e o arco venoso dorsal do pé Ascende anteriormente até o maléolo medial Segue posteriormente ao côndilo medial do fêmur (cerca de quatro dedos posteriormente à margem medial da patela) Anastomosa-se livremente com a veia safena parva Atravessa o hiato safeno na fáscia lata Desemboca na veia femoral. Perto de seu fim, a veia safena magna também recebe as veias : - circunflexa ilíaca superficial - epigástrica superficial - pudenda externa FLEBOTOMIA TÉCNICA FLEBOTOMIA TÉCNICA FLEBOTOMIA TÉCNICA FLEBOTOMIA TÉCNICA FLEBOTOMIA TÉCNICA FLEBOTOMIA TÉCNICA FLEBOTOMIA TÉCNICA FLEBOTOMIA TÉCNICA FLEBOTOMIA TÉCNICA FLEBOTOMIA TÉCNICA FLEBOTOMIA TÉCNICA FLEBOTOMIA TÉCNICA FLEBOTOMIA TÉCNICA FLEBOTOMIA TÉCNICA Referências ERIC F. REICHMAN, Emergency Medicine Procedures, 2nd edition Uptodate