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RAQUEL MEDEIROS TEIXEIRA KUSTER RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA– PRONTO SOCORRO - HOSPITAL REGIONAL DE ALTA FLORESTA ALTA FLORESTA – MT 2020 RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA– PRONTO SOCORRO - HOSPITAL REGIONAL DE ALTA FLORESTA Trabalho realizado como critério de avaliação para a disciplina de Estágio Supervisionado em Urgência e Emergência em Enfermagem da Faculdade de Alta Floresta - FADAF do curso de Graduação em Enfermagem do 9º período Prof.ª Orientadora: Lucielle Lírio Nonnenmacher. ALTA FLORESTA – MT 2020 SÚMARIO 1 INTRODUÇÃO ....................................................................................................... 4 2 OBJETIVOS ............................................................................................................ 6 2.1 OBJETIVOS GERAIS ............................................................................................ 6 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ................................................................................. 6 3 DESENVOLVIMENTO ......................................................................................... 7 4 PROCEDIMENTOS REALIZADOS .................................................................... 9 4.1 Exame Físico ...................................................................................................... 9 4.2 Preenchimento SAE. ........................................................................................ 10 4.3 Higienização Das Mãos ................................................................................... 10 4.4 Procedimentos De Enfermagem Relacionados Aos Sinais Vitais ................... 11 4.4.1 Temperatura Corpórea Superficial ........................................................... 12 4.4.2 Frequência Cardíaca (Pulso) ..................................................................... 12 4.4.3 Pressão Arterial (PA) ................................................................................ 12 4.4.4 Frequência Respiratória ............................................................................ 13 4.5 Administrações De Medicamentos .................................................................. 13 4.5.1 Administração De Medicamento Por Via Oral (VO) ............................... 14 4.5.1 Administração De Medicamento Por Via Intravenosa (IV) ..................... 14 4.5.2 Administração De Medicação Intramuscular (IM) ................................... 15 4.6 Punções Venosas Periféricas ........................................................................... 16 4.7 Cateterismo Vesical De Demora ...................................................................... 16 5 DISCUSSÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS .................................... 19 5.1 Classificação De Risco .................................................................................... 19 5.1.1 Protocolo De Manchester ............................................................................. 20 5.2 Competências Do Enfermeiro Na Classificação De Risco .............................. 21 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................ 23 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................ 24 4 1 INTRODUÇÃO Parte fundamental da matriz curricular, o Estágio Curricular Supervisionado (ECS) – previsto nas DCN com no mínimo 20% da carga horária total do Curso – deve possibilitar a consolidação de conhecimentos adquiridos no transcorrer do curso (COLLISELLI., et al, 2009). Esse momento tem um significado especial na formação profissional, pois o discente exerce maior autonomia no contato direto com a realidade de saúde da população e do mundo do trabalho, permitindo assim o desenvolvimento pessoal e profissional, e o fortalecimento da relação entre teoria e prática (COSTA, 2007). Santos (2005) ressalta que o estágio funciona como uma janela do futuro através do qual o acadêmico antevê sua profissão, mas próximo e modo de viver. Devendo ser uma passagem natural do “saber sobre” para o “saber como”, um momento de validação do aprendizado teórico e prático em confronto com a realidade da vivencia. O Pronto socorro do hospital se destina ao atendimento a pacientes em estado de urgência ou emergência, com risco eminente de morte. Dessa forma, pessoas acidentadas, com suspeita de infarto, derrames, apendicite, pneumonia, fraturas, entre outras complicações. Todos os pacientes, ao chegarem ao Pronto Socorro são encaminhados pra triagem, onde são avaliados por um profissional capacitado em qualificar o risco e gravidade de caso. Essa etapa tem por objetivo de identificar sinais e sintomas que indicam a urgência no atendimento. O estágio foi realizado no Hospital Regional Albert Sabin na cidade de Alta Floresta– MT, sempre acompanhado pela supervisão da Orientada Enfermeira Lucielle Lírio Nonnenmacher. O setor do pronto socorro é composto por 01 Posto de enfermagem, contendo, 03 computadores, 01 impressora, 03 cadeiras para assento, 01 prateleira com divisória, possuindo medicação dos pacientes, 01 lixo comum, 01 lixo contaminado, 01 bebedouro, 01 bancada para preparação de medicações e insumos diversos. No corredor principal possui a entrada de emergência próxima ao posto de enfermagem, logo à frente a sala vermelha contendo 03 macas, aparelhos de monitorização dos sinais vitais, desfibrilador, 01 bancada para preparação de medicações, 01 pia e outros insumos. 5 Logo no corredor principal contêm 01 farmácia, 02 consultórios médicos, a frente possui 02 salas de observação sendo uma observação da ortopedia. Ainda no corredor possui 02 enfermaria uma masculina e outra feminina, 01 sala de raios-X, 01 sala de classificação de risco, sendo que fica próximo a recepção e entrada e saída de pacientes visitantes. O RH do setor é composto por 01 Médico plantonista, sendo que caso de ortopedia fica sobre aviso, 02 Enfermeiros um responsável pela classificação de risco e o outro para auxiliar no que precisar no posto de Enfermagem e sala vermelha, 04 Técnicos de enfermagem se dividindo em corredor, ala masculina, ala feminina e sala vermelha. Neste estágio supervisionado, possibilitou a vivência da realidade hospitalar, permitindo o cumprimento de atividades diversas, como por exemplo: passagem de plantão; cumprimento de escalas; atendimento direto aos pacientes; documentação das prescrições de enfermagem e avaliações da assistência de enfermagem em documentos anexos ao prontuário do paciente; atendimento direto ao paciente de emergência; preparo e administração de medicações; agilidade e atenção nas atividades realizadas durante todo este período. Portanto, houve a preparação completa que possibilita aos alunos de Enfermagem atuar futuramente no mercado de trabalho, mediante aperfeiçoamento prático, técnico- científico-cultural e relacionamento profissional. 6 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVOS GERAIS O estágio foi realizado no intuito dos alunos adquirirem o conhecimento no atendimento a urgência e emergência, para desenvolverem de forma satisfatória os conhecimentos teóricos pré-adquiridos na Faculdade e aplicá-los no âmbito hospitalar aproximando-o dos pacientes, de seu futuro ambiente de trabalho. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Conhecer o setor Pronto Socorro, procurando absorver conhecimento a cerca do setor; Entender como se dá a assistência de enfermagem ao paciente; Identificar os possíveis diagnósticos de enfermagem em um paciente interno; Relacionar a teoria em sala de aula com a prática em campo de estágio; Proceder com atendimentohumanizado ao paciente, de forma individualizada; Proporcionar conforto, bem-estar e segurança aos pacientes; Realizar exame físico e anotar informações inerentes ao paciente no prontuário; Trabalhar com agilidade e competência na área de urgência e emergência; Aprender trabalhar em equipe de forma humanizada. 7 3 DESENVOLVIMENTO Segundo Romani (2009) a urgência e emergência embora seja um termo parecido poucos sabem o que significa, pois urgência significa qualidade ou caráter de urgente, ou seja, é necessário ser feito com rapidez, é indispensável, imprescindível, é necessário ser realizado sem demora. Já emergência significa ação de emergir, ou seja, é uma situação crítica, acontecimento perigoso ou fortuito, incidente, atendimento imediato. O profissional de enfermagem é um dos responsáveis pelo primeiro atendimento, atendendo os casos, que muitas vezes são graves e necessitam de um atendimento rápido e eficaz. A assistência ágil prestada às vítimas é o grande foco de um atendimento emergencial, para tanto, sabe-se que os profissionais necessitam de muito estudo e prática clínica. O raciocínio rápido e a habilidade do enfermeiro fazem toda a diferença quando se trata de um paciente com diversas lesões (SILVAL et al., 2019). Uma das funções do enfermeiro dentro de uma unidade de pronto atendimento é a triagem, que é uma competência exclusiva do enfermeiro, respaldada pelo COREN (Conselho Regional de Enfermagem), tendo como conceito o primeiro atendimento aos pacientes, objetivando a primeira avaliação, permitindo que o profissional tenha conhecimento do que deverá ser realizado a partir do momento, de acordo com a classificação de risco, permitindo que pacientes mais graves sejam priorizados imediatamente, porém sem dispensar nenhum paciente sem atendimento (COREN, 2012). Dentre as atribuições assistenciais do enfermeiro em uma Unidade de Pronto atendimento, podemos apontar algumas dentro da emergência: prestação de cuidados ao paciente juntamente com o médico; preparação e administração de medicamentos; viabilização da execução de exames especiais, realizando a coleta; passagem de sondas nasogástricas, nasoenterais e vesicais em pacientes; realização de troca de traqueostomia e punção venosa com cateter; curativos complexos; preparação de instrumentos para intubação, aspiração, monitoramento cardíaco e desfibrilação, dando apoio a equipe médica diante da execução de diversos procedimentos; controle dos sinais vitais; evolução de paciente e anotação em prontuário (SILVA e INVENÇÂO). Referindo às funções administrativas realizadas pelo enfermeiro, Wehbe; Galvão (2001) apontam que o enfermeiro deve: realizar estatísticas dos atendimentos prestados na 8 unidade; liderar a equipe de enfermagem no atendimento à pacientes críticos e não críticos; coordenar as atividades dos profissionais que trabalham na recepção, limpeza e portaria; realizar soluções de problemas referentes ao atendimento médico ambulatorial; dimensionar pessoas e recursos materiais necessários; elaborar a escala diária e mensal da equipe de enfermagem; realizar o controle de materiais; realizar a verificação das necessidades de manutenção dos equipamentos do setor; realizar a pré-consulta dentro da classificação de risco permitindo que os pacientes mais graves sejam priorizados imediatamente; verificar os sinais vitais e anotação da queixa atual do paciente; preparar os material para punção subclávia e/ou dissecação de veia, bem como o apoio a equipe médica; realizar evolução e anotação dos pacientes em observação na unidade. Durante todos os dias do estágio supervisionado a Prof. Enf. Lucielle realizou escala para cada um permanecer em cada setor, sendo eles, enfermaria masculina e feminina, corredor onde assume as salas de observações, sala de classificação de riscos e sala vermelha. Assim, nos presentes setores realizei exame físico, aferição dos sinais vitais, preenchimento SAE, higienização das mãos, instalações e manutenção de infusão intravenosa, preparo e administração de medicações. 9 4 PROCEDIMENTOS REALIZADOS 4.1 Exame Físico Objetivo da técnica: O exame físico consiste na aplicação de técnicas propedêuticas de inspeção, ausculta, palpação e percussão, que, somada a outras técnicas de semiologia, dá ao enfermeiro o subsidio necessário para o diagnóstico e, consequentemente, para a execução de um plano de cuidado que beneficie o paciente, sendo, dessa forma, essencial para o bom desempenho do processo de enfermagem (SANTOS, VEIGA e ANDRADE, 2010). A sequência do guia simplificado de exame físico foi estruturada para manter o movimento do examinador a um mínimo e limitar a frequência com que o paciente teria que se levantar, permitindo a exploração de áreas do corpo que façam parte de diferentes sistemas de órgãos. Este é um dos muitos roteiros possíveis que permitem realizar um exame físico completo (NETO et al., 2017). Descrição: INSPEÇÃO: É a exploração feita usando-se o sentido da visão. A inspeção pode ser panorâmica ou localizada. Pode ser feita a olho nu ou com o auxílio de uma lupa. Para uma boa técnica da inspeção recomenda-se dispor de iluminação adequada, descobrir a região a ser inspecionada e ter em mente as características normais da área em questão. Existem duas maneiras fundamentais para se fazer a inspeção: Inspeção Frontal: Olhando-se frontalmente a região a ser examinada. Inspeção Tangencial: Observando-se a região tangencialmente. PALPAÇÃO: Recolhe dado através do tato e da pressão. Por intermédio da palpação percebem-se modificações de textura, espessura, consistência, sensibilidade, volume, dureza, além da percepção de frêmito, reconhecimento de flutuação, elasticidade, verificação da presença de edema e outros. 10 PERCUSSÃO: Se baseia no seguinte princípio: ao se golpear um ponto qualquer do organismo, originam-se vibrações que têm características próprias quanto a intensidade, timbre e tonalidade, na dependência da estrutura anatômica percutida. Tipos de sons obtidos à percussão: Som maciço; Som submaciço; Som timpânico; Som claro pulmonar; AUSCULTA: É a técnica de levantamento de dados físicos que envolvem escutar os sons. Geralmente os sons são auscultados através do uso de um aparelho conhecido como estetoscópio. 4.2 Preenchimento SAE. Objetivo da técnica: Segundo Santos (2010), a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) é composta pelas seguintes etapas: histórico de enfermagem que compreende a anamnese e o exame físico; diagnóstico de enfermagem; prescrição de enfermagem, evolução de enfermagem e plano de alta. Na qual, com a aplicação da SAE o processo de cuidar em enfermagem torna-se mais amplo, através de planejamento ainda mais individualizado e holístico, mantendo o conhecimento científico como âncora deste cuidado. 4.3 Higienização Das Mãos Objetivo da técnica: De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA a higienização das mãos é reconhecida, mundialmente, como uma medida primária, mas muito importante no controle de infecções relacionadas à assistência à saúde. Por este motivo, tem sido considerada como um dos pilares da prevenção e controle de infecções dentro dos serviços de saúde, incluindo aquelas decorrentes da transmissão cruzada de microrganismos multirresistentes. Desde Florence Nightingale, cuidados fundamentais para o atendimento às necessidades de saúde representam elementos que sustentam a prática de enfermagem. 11 Atividades como higienização das mãos (HM), higiene oral, mudança de decúbito, cuidados com a pele e com cateteres são fundamentais no processo de cura, manutenção da saúde, promoção de conforto e prevenção de complicações (BELELA-ANACLETO; PETERLINII; PEDREIRA, 2016). Higienizar as mãos com técnicacorreta e em momento oportuno representa obrigação de todos os profissionais, pois a violação desse padrão básico de cuidado não pode continuar a ser justificada como falha do sistema (GOLDMANN, 2006). Pode ser realizada a higienização das mãos com gel antisséptico, ou sabão antisséptico sempre seguindo a mesma técnica. Figura 1. Lavagens das mãos. Fonte: https://chefnutri.wordpress.com/2013/10/28/a-importancia-da-higienizacao-das-maos/ 4.4 Procedimentos De Enfermagem Relacionados Aos Sinais Vitais Objetivo da técnica: Sinais vitais são definidos como parâmetros do funcionamento regular dos órgãos vitais e se consistem na verificação e análise da pressão arterial, temperatura corporal, respiração e pulsação (MURTA; et al, 2009). Os sinais vitais (SSVV) são indicadores do estado de saúde e da garantia das funções circulatórias, respiratória, neural e endócrina do corpo. Podem servir como mecanismos de https://chefnutri.wordpress.com/2013/10/28/a-importancia-da-higienizacao-das-maos/ 12 comunicação universal sobre o estado do paciente e da gravidade da doença (TEIXEIRA et al., 2015). Na rotina hospitalar é utilizado as abreviação T.P.R.PA (temperatura, pulso, respiração e pressão arterial), sempre deve ser seguida para estabelecer critérios para os cuidados. 4.4.1 Temperatura Corpórea Superficial Objetivo da técnica: A temperatura corporal segundo POTTER (2009) é o equilíbrio entre a produção e a perda de calor do organismo, mediado, pelo centro termorregulador. Pode ser verificada na região axilar, inguinal, bucal ou retal. A via oral está contraindicada em pessoas que realizaram cirurgias na região ou que apresentam dificuldades para respirar. A via timpânica não deve ser utilizada caso o paciente apresente infecção no ouvido ou realizou cirurgia no local. A axilar é a mais comumente verificada (embora menos fidedigna) e o seu valor normal varia no adulto entre 36 e 37,8° C. 4.4.2 Frequência Cardíaca (Pulso) Objetivo da técnica: A verificação do pulso é a onda de expansão e contração das artérias, resultante dos batimentos cardíacos. Na palpação do pulso, verifica-se freqüência, ritmo e tensão. O número de pulsações normais no adulto é de aproximadamente 60 a 80 batimentos por minuto (POTTER, 2009). A obtenção da frequência cardíaca dá-se através da palpação dos pulsos centrais (carotídeo e femoral) e dos pulsos periféricos (radial, ulnar, poplíteo, tibial posterior). A ausência do pulso pode indicar uma oclusão arterial (POTTER, 2009). A avaliação do pulso inclui a determinação da frequência de pulso e a análise de sua qualidade, que inclui ritmo e força. 4.4.3 Pressão Arterial (PA) Objetivo da técnica: 13 A aferição da pressão é a medida pela pressão exercida pelo sangue nas paredes das artérias. A pressão (PA) ou tensão arterial (TA) depende da força de contração do coração, da quantidade de sangue circulante e da resistência dos vasos (POTTER, 2009). Ao medir a pressão arterial, POTTER (2009) considera a pressão máxima ou sistólica que resulta da contração dos ventrículos para ejetar o sangue nas grandes artérias e a pressão mais baixa ou diastólica, que ocorre assim que o coração relaxa. A pulsação ventricular ocorre em intervalos regulares. A PA é medida em mmHg. Difícil definir exatamente o que é pressão arterial normal. Fatores constitutivos e ambientais interferem na PA. Aumenta com a idade e é considerada normal para o adulto entre 130/80, 130/70, 120/80, 120/70 mmHg. 4.4.4 Frequência Respiratória Objetivo da técnica: A frequência respiratória segundo POTTER (2009) é o número de ventilações ocorridas a cada minuto. Ela pode ser contada visualmente, pela palpação, colocando-se a mão sobre o tórax do paciente ou, ainda, com a ausculta dos movimentos respiratórios no pulmão com o auxílio de um estetoscópio. A freqüência respiratória normal do adulto oscila entre 16 a 20 respirações por minuto. Em geral, a proporção entre freqüência respiratória e ritmo de pulso é aproximadamente de 1: 4. Ex: R=20 / P=80 (POTTER, 2009). 4.5 Administrações De Medicamentos Objetivo da técnica: A administração de medicamentos é um procedimento que pode ser realizado por alguns profissionais de saúde, porem é uma prática realizada cotidianamente pela equipe de enfermagem. Tal procedimento demanda conhecimentos de farmacologia relacionados ao tipo da droga, mecanismos de ação, excreção, atuação nos sistemas orgânicos; além de 14 conhecimentos de semiologia e semiotécnica, e avaliação clínica do estado de saúde do cliente (LOPES; CHAVES e JORGE, 2006). Classificação das vias de administração: Enteral: Oral; Sublingual; Retal ou vaginal. Parenteral: Intradérmica; Subcutânea; Intramuscular e endovenosa. Tópicas: Dermatológica; Oftálmica; Nasal e Otológica. 4.5.1 Administração De Medicamento Por Via Oral (VO) A administração VO deve ser feita segundo Ferreira (2014) conforme as prescrições médica e de enfermagem, deve comparar as prescrições com o rótulo do medicamento, a fim de garantir que se trata: do paciente certo, do medicamento certo, da dose certa, da via de administração certa e do horário certo. A administração de fármacos por essa via, embora tenha limitações – dentre elas a influência de fatores inerentes à absorção no trato gastrintestinal, como alimentos ou outros medicamentos –, é a mais conveniente e, no mais das vezes, também a mais segura e econômica (CHAVES et al., 2017). 4.5.1 Administração De Medicamento Por Via Intravenosa (IV) A via IV segundo Ferreira (2014) permite a administração de medicamentos diretamente na corrente sanguínea, através de um acesso venoso superficial ou profundo. A solução a ser administrada deve ser límpida, transparente, não oleosa e não deve conter cristais visíveis em suspensão. É utilizada quando há necessidade de concentrações sanguíneas elevadas e efeitos imediatos do medicamento, através de uma única dose ou infusão contínua. Pela via venosa a absorção do medicamento ou solução é imediata e completa e a resposta do paciente é rápida, garantindo completa biodisponibilidade e controle estrito sobre a quantidade ministrada e o nível mantido no sangue do paciente (FERREIRA, 2014). 15 Para a administração da medicação Ferreira (2014) relata que deve seguir os passos de paciente certo, medicamento certo, dose certa, da via de administração certa e do horário certo, seguir a prescrição médica, identificar a medicação, separar o frasco ou ampola e fazer a limpeza com algodão embebido em álcool 70% antes de puncioná-lo ou quebrá-lo, já que isso remove poeira, gordura e micro-organismos (essa etapa pode ser omitida em frascos- ampola de dose única), diluir o medicamento antes da administração, se o paciente já estiver com acesso venoso realizar a desinfecção da conexão do acesso venoso com álcool 70%, se o paciente não estiver com acesso venoso realizar a punção venosa, injetar todo o medicamento, no tempo recomendado (verificar as recomendações específicas relativas ao medicamento e ao paciente). Ficar atento aos sinais de formação de hematomas ou infiltrações no local da punção, além de queixas de dor, desconforto, etc. Registrar o procedimento e as intercorrências, caso ocorram. 4.5.2 Administração De Medicação Intramuscular (IM) Injeções Intramusculares Ferreira (2014) relata que este tipo de medicação deposita a medicação profundamente no tecido muscular, o qual é bastante vascularizado, podendo absorver rapidamente. Esta via de administração fornece uma ação sistêmica rápida e absorção de doses relativamente grandes (até 5 ml em locais adequados). São recomendadas segundo Ferreira (2014) para os pacientes não cooperativos ou àqueles que não podem tomar a medicação via oral, e para as medicações que sãoalteradas pelo suco digestivo. Os tecidos musculares possuem poucos nervos sensoriais, permitindo na injeção uma administração menos dolorosa de medicações irritantes. O local de uma injeção intramuscular deve ser escolhido cuidadosamente, levando em consideração o estado físico geral do paciente e a proposta da injeção. As injeções intramusculares são contra-indicadas em pacientes com mecanismos de coagulação prejudicados, em pacientes com doença vascular periférica oclusiva, edema e choque - porque estas moléstias prejudicam a absorção periférica. Além de não serem administradas em locais inflamados, edemaciados, irritados, ou ainda em locais com manchas de nascença, tecido cicatrizado ou outras lesões. 16 4.6 Punções Venosas Periféricas Objetivo da técnica: Segundo Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA 2019), ao realizar a inserção de um cateter periférico deve realizar higiene das mãos, seleção do cateter adequado e sítio de inserção, preparo da pele, estabilização e manutenção do cateter periférico, cuidados com o sítio de inserção e remoção do cateter. A inserção do cateter tem por finalidade coleta de sangue venoso, infusão contínua de soluções, administração de medicamentos, manutenção de uma via de acesso venosa para administração intermitente de medicamentos (ANVISA, 2019). Para realizar este procedimento segundo ANVISA (2019) deve conferir na prescrição médica e de enfermagem a indicação para o procedimento, reunir todo o material em uma bandeja limpa, higienizar as mãos, perguntar o nome completo do paciente a fim de garantir que se trata do paciente certo, apresentar-se, explicar o procedimento, calçar as luvas de procedimento, expor a área e verificar a rede venosa, pedir ao paciente para abrir e fechar a mão várias vezes, garrotear acima do local a ser puncionado (5 a 15 cm do local da punção venosa), selecionar a veia a ser puncionado, pedir ao paciente que feche a mão, fazer a antissepsia do local com algodão embebido em antisséptico do centro para as extremidades, em movimentos circulares, ou em uma única direção, tracionar a pele para baixo, com o polegar, abaixo do local a ser puncionado, introduzir o cateter venoso ou agulha na pele, com o bisel voltado para cima, a um ângulo aproximado de 30 a 45°. Portanto, nunca reintroduzir a agulha de volta no cateter após sua remoção, uma vez introduzido na pele, direcionar o cateter ou a agulha e introduzi-lo na veia (caso esteja sendo utilizado um cateter com mandril, tipo Abocath®, introduzir o cateter com o mandril no interior da veia, removendo o mandril logo após o refluxo do sangue). Fixar o dispositivo com fita adesiva apropriada, registrando na fixação mais superficial o calibre do cateter, data, hora da introdução e as iniciais do profissional que executou o procedimento, orientar o paciente sobre os cuidados para a manutenção do cateter: evitar atrito, molhar e tracionar o cateter e não pressionar o membro puncionado. 4.7 Cateterismo Vesical De Demora Objetivo da técnica: 17 Segundo POTTER (2009) os padrões de eliminação urinária estão relacionados a fatores fisiológicos, sociais e emocionais, sendo que a independência para esta atividade pode ser afetada por incapacidade física e/ou mental. Quando o enfermeiro identifica um caso de eliminação urinária alterada, ele deve ser capaz de estabelecer o diagnóstico de enfermagem com base nas queixas clínicas, implementar intervenções que eliminem ou atenuem os sintomas ou encaminhar o paciente a uma avaliação mais acurada. A cateterização urinária POTTER (2009) afirma que é utilizada em situações específicas e consiste na introdução de um tubo flexível na bexiga para permitir a drenagem de urina. Pode consistir de um sistema intermitente (cateterismo vesical de alívio) ou residente (cateterismo vesical de demora). É prescrito com o propósito de esvaziar a bexiga para finalidade cirúrgica ou diagnóstica, para clientes com incontinência ou retenção urinária, quando se faz necessária a avaliação exata do débito urinário, para coleta de amostras de urinas e para irrigar a bexiga ou instilar medicamentos nas cirurgias urológicas. Deve ser seguido conforme as prescrições médica, deve se atentar ao calibre da sonda, checar o nome e leito do paciente, orientar a cliente e/ou acompanhante quanto ao procedimento, preparar todo o material em campo esterilizado, utilizando técnica asséptica, cuidando para não contaminar o campo e o paciente. Para introduzir a sondagem POTTER (2009) define que deve colocar a cliente em posição com os MMII fletidos e em abdução, realizar a higiene íntima, colocar a solução antisséptica na cúpula, calçar as luvas estéreis, aspirar água destilada com seringa e agulha assim como despejar a xilocaína na quantidade necessária sobre gaze estéril com auxílio de outra pessoa, testar o balonete da sonda, observando o volume adequado do mesmo, conectar a sonda ao sistema fechado, se a sonda for de demora, iniciar antissepsia com movimento unidirecional, desprezando a gaze ao final de cada região seguindo a ordem: monte de vênus; grandes lábios de cima para baixo à esquerda e grandes lábios de cima para baixo à direita. Com a mão não dominante, afastar os grandes lábios e com a mão dominante proceder à antissepsia dos pequenos lábios de cima para baixo a direita e depois à esquerda; manter ainda os grandes lábios afastados com a mão não dominante de forma a visualizar o meato uretral e proceder à antissepsia do mesmo, de cima para baixo (com a mão dominante); lubrificar a extremidade distal da sonda com Xilocaína-gel (exceto em pacientes do CO); com a mão dominante, introduzir a sonda até observar retorno urinário; insuflar o balonete (caso SVD); fixar a sonda na face interna da coxa, deixando o sistema por cima da perna, sendo que durante os procedimentos cirúrgicos, a fixação da sonda poderá ser alterada de acordo com o 18 posicionamento da cliente; se sondagem de alívio retirar a sonda após esvaziamento da bexiga; deixar a cliente confortável e com a campainha ao seu alcance; Mensurar débito no caso de sonda de alívio. Portanto o coletor deve ser mantido abaixo do nível da bexiga, e deve ser anotado qualquer intercorrência e o procedimento feito no prontuário do paciente. 19 5 DISCUSSÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 5.1 Classificação De Risco A classificação de risco foi criada para ajudar todos os usuários que buscam por um atendimento de qualidade e apoio estrutural, gerando assim um impacto positivo na sociedade em geral, atingindo o objetivo central do Sistema Único de Saúde (SUS) de assistência qualificada ao usuário (CAMPOS; SOUZA, 2014). A classificação de risco é um dispositivo da PNH, a qual define uma ferramenta de organização para aqueles usuários que precisam de atendimento imediato seja atendido com prioridade, e não por ordem de chegada. Assim garantindo um atendimento resolutivo e humanizado para aqueles em situação de sofrimento agudo ou crônico (REDE HUMANIZA SUS). De acordo com o Ministério da Saúde (2002), a triagem classificatória deverá ser realizada por meio de protocolos pré-estabelecidos, por profissionais de saúde de nível superior, com treinamento específico; sendo proibida a dispensa de pacientes antes que estes recebam atendimento médico. O acolhimento com classificação de risco configura-se como uma das intervenções potencialmente decisivas, partindo da intenção da eficácia no atendimento. Com o auxílio de protocolos preestabelecidos, orienta o atendimento de acordo com o nível de complexidade, e não por ordem de chegada, exercendo, dessa maneira, "uma análise (Avaliação) e uma ordenação (Classificação) da necessidade, distanciando-se do conceito tradicional de triagem e suas práticas de exclusão, já que todos serão atendidos” (BRASIL, 2002). O manual do ministérioda saúde (2009) destaca que a classificação de risco tem como objetivo primordial, garantir o atendimento imediato do usuário com grau de risco elevado; informar o paciente que não corre risco imediato, assim como a seus familiares, sobre o tempo provável de espera; promover o trabalho em equipe por meio da avaliação contínua do processo; dar melhores condições de trabalho para os profissionais pela discussão da ambiência e implantação do cuidado horizontalizado; aumentar a satisfação dos usuários e, principalmente, possibilitar e instigar a pactuação e a construção de redes internas e externas de atendimento. A classificação de risco deve ser executada por um profissional de nível superior, que geralmente é o enfermeiro que tenha uma boa capacidade de comunicação, agilidade, ética e um bom conhecimento clínico. 20 O paciente que chega a unidade onde se realiza abertura de ficha de atendimento na recepção e passa para aguardar o atendimento pelo enfermeiro, que fará uma breve avaliação do quadro clinico utilizando o protocolo de Manchester ou Humaniza SUS. Depois a avaliação e classificação são realizadas com base nas queixas, sinais, sintomas, sinais vitais, saturação de O2, escala de dor, glicemias entre outros. Após essa avaliação os pacientes são identificados com pulseiras de cores correspondentes e um dos seis níveis estabelecido pelo sistema (BRASIL - 2004). Deve ser feita a identificação dos pacientes que necessitam de intervenção médica e de cuidados de enfermagem, de acordo com o potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento, usando um processo de escuta qualificada e tomada de decisão baseada em protocolo e aliada à capacidade de julgamento crítico e experiência do enfermeiro. Figura 1. Protocolo de Manchester Figura 2. Humaniza SUS. 5.1.1 Protocolo De Manchester O Sistema de Triagem de Manchester é uma metodologia científica que confere classificação de risco para os pacientes que buscam atendimento em uma unidade de pronto atendimento. O Sistema de Classificação de Risco (SCR) dispõe de 52 entradas, que se 21 entende por fluxos ou algoritmos para a classificação da gravidade, avaliação esta codificada em cores (DIAS, 2014). A Triagem de Manchester teve origem na Inglaterra, na cidade de Manchester. No Brasil, foi utilizado pela primeira vez em 2008, no Estado de Minas Gerais, como estratégia para reduzir a superlotação nas portas dos prontos-socorros e hospitais. Hoje, ele é acreditado pelo Ministério da Saúde, Ordem dos Enfermeiros, Ordem dos Médicos e é entendido como uma evolução no atendimento aos quem recorrem a um Serviço de Urgência (DIAS, 2014). De acordo com o Ministério da saúde (2002), no protocolo de classificação ocorre a triagem classificatória onde deverá ser realizada por meio de protocolo pré-estabelecidos, por profissionais de saúde de nível superior, com treinamento especifico; sendo proibida a dispensa de pacientes antes que estes recebam atendimento médico. A classificação de risco: a) A cor vermelha indica emergência, caso gravíssimo, com necessidade de atendimento imediato, e risco de morte. b) A cor laranja é para casos muitos urgentes, grave, com risco significativo de evoluir para morte e que exige atendimento urgente amarelo significa urgente para caso de gravidade moderada, com necessidade de atendimento médico, mas sem risco imediato. c) A cor verde é pouco urgente, para atendimento preferencial nas unidades de atenção básica. d) A cor azul a classificação de risco é indicativa para casos não urgentes, residência. 5.2 Competências Do Enfermeiro Na Classificação De Risco Realiza-se a classificação dos clientes, pelo enfermeiro, de acordo com seu estado clínico. Esse profissional está respaldado pela Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986 (Lei do Exercício Profissional de Enfermagem), que define a consulta de Enfermagem como atribuição privativa do enfermeiro e inclui a realização de técnicas de maior complexidade baseadas em conhecimentos científicos e capacidade de tomar decisões rápidas (MENDONÇA et al., 2018). É importante que o profissional que trabalha com a classificação 22 de risco, aceite o desafio de enfrentar qualquer situação catastrófica que o serviço apresentar (INFANTINI et al., 2017). É importante que o profissional que trabalha com a classificação de risco, aceite o desafio de enfrentar qualquer situação catastrófica que o serviço apresentar. Este profissional deve estar preparado físico e psicologicamente para enfrentar os obstáculos do dia a dia (BORTOLOTTI, 2014). O enfermeiro deverá se orientar por protocolos padronizados pela instituição, escutar a queixa, os medos e as expectativas dos clientes, identificar os riscos e as vulnerabilidades. Verifica-se que cabe ainda, ao enfermeiro, a avaliação do cliente e a responsabilidade para dar uma resposta adequada ao problema conjugando as necessidades imediatas dos clientes com as ofertas do serviço (MENDONÇA et al., 2018). . 23 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS O estágio supervisionado de Urgência e Emergência em Enfermagem proporcionou a vivência da realidade do enfermeiro dentro da unidade hospitalar no pronto atendimento, permitindo o cumprimento de atividades diversas. Durante o estágio aprendi que na emergência se faz necessário tomar decisões rápidas e ser bastante ágil nos procedimentos, e que o trabalho inicia antes mesmo de o paciente chegar, garantindo que o local esteja organizado, os equipamentos testados e os materiais em fácil acesso. É fundamental o papel de cada integrante na equipe, saber trabalhar em grupo, foi o meu maior aprendizado, e na parte de função do enfermeiro na ala de urgência e emergência hospitalar pude aprender que é fundamental o acolhimento ao paciente e sua família durante a chegada ao setor emergencial, realizando os procedimentos necessários ao nível de risco que o indivíduo se encontra. Nesta etapa, o profissional deve saber avaliar o paciente de forma primária, identificar o seu quadro de saúde e prestar o atendimento adequado o quanto antes. Gostaria de agradecer imensamente a Professora Enfermeira Lucielle Lírio Nonnenmacher, pelo apoio e dedicação, durante todo este período com nosso grupo onde fomos companheiras e sempre uma ajudando a outra quando acumulava atividades no decorrer do período noturno. A todos aqueles que contribuíram direta ou indiretamente para que este estágio fosse concluído com sucesso. Muito obrigada! 24 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Ministério da Saúde). Segurança do paciente: Higienização das mãos. Disponível em:http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/manuais/paciente_hig_maos.pdf. Acesso em 15 de Out. de 2020. ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Ministério da Saúde). Cateteres Periféricos: Novas Recomendações. 2019. Disponível em: http://biblioteca.cofen.gov.br/cateteres-perifericos-novas-recomendacoes-anvisa-garantem- seguranca-assistencia/. Acesso em 15 de Out. de 2020. BELELA-ANACLETO, Aline Santa Cruz; PETERLINI, Maria Angélica Sorgini; PEDREIRA, Mavilde da Luz Gonçalves. Higienização das mãos como prática do cuidar: reflexão acerca da responsabilidade profissional. Rev. Bras. Enferm. , v. 70, n. 2, Brasília 2017. BORTOLOTTI, F. Manual do socorrista, 3ª edição, Xpansão editorial, Porto Alegre, 2014. CAMPOS, J. ; SOUZA, V.S. A percepção dos usuários do serviço de urgência e emergência em relação a classificação de risco pelo protocolo de Manchester. 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