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Aulas de Silvestre 6 semestre

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AULA 1
• Artigo 29: São espécimes da fauna silvestre todos aqueles pertencentes às espécies nativas, migratórias e quaisquer outras, aquáticas ou terrestres, que tenham todo ou parte de seu ciclo de vida ocorrendo dentro dos limites do território brasileiro, ou águas jurisdicionais brasileiras.
• Artigo: conjunto de espécies cuja distribuição geográfica original não inclui o território brasileiro e suas águas jurisdicionais, ainda que introduzidas, pelo homem ou espontaneamente, em ambiente natural, inclusive as espécies asselvajadas e excetuadas as migratórias;
Nome popular – conceito leigo, depende da região (Município, Estado) Nome científico – nome de origem latin (conhecido mundialmente);
Marcação do animal
O tráfico de animais silvestres pode trazer diversos problema ao animal, demonstrando maus tratos. Geralmente animais de tráficos não possuem boas condições ambientais, não tem tratamento veterinário adequado e muitos chegam a óbito durante o trajeto ou onde estão presos. 
RESPOSTAS:
 
Zoonoses – herpesvírus, clamídia etc
 Doenças letais para algumas espécies 
Elefante Africano e Asiático ü Primatas de novo mundo X velho mundo (toxoplasmose)
 Primatas x Felídeos
Particularidades de cada espécie (doenças comuns e manejo adequado)
• Traumas 
• Lembras que animais silvestres ”escondem” os sinais clínicos. 
• Aves – quase sempre emergência 
• Repteis – raramente emergência
• Substituto do leite 
• Como oferecer 
• Cuidado com volume e espaçamento
• Aquecimento 
• Esse animal realmente precisa de ajuda?
Animais em cativeiro x alimentação em vida livre
Mesmas cirurgias, porém adaptadas.
Depende de cada espécie 
Necessário equipe bem treinada 
Não fazer contenção prolongada 
Cuidado com animais dispneicos 
Cuidado dobrado com animais debilitados
Tutores mais ”Chatos”? 
Qual a melhor contenção? 
Como interagir com o tutor e animal?
Anseriformes 
Aves aquáticas 
Defesa: bico e fuga 
Pouca agressividade 
Nível de estresse: médio
Psitacídeos 
Defesa: bico e fuga 
Muita agressividade 
Nível de estresse: médio a elevado (depende da espécie e indivíduo)
Rapinantes 
Defesa: Garras e Bico 
Muita agressividade (vida livre)
Pouca agressividade (cativeiro) 
Nível de estresse: médio
Passeriformes 
Defesa: Bico e fuga 
Pouca agressividade (raras exceções) 
Nível de estresse: elevado
Struthioniformes 
Defesa: Coices 
Agressividade: Média a elevada
Nível de estresse: médio a elevado
Galliformes 
Defesa: Fuga 
Pouca agressividade 
Nível de estresse: baixo
ANATOMIA DAS AVES
TEGUMENTO Penas 
--Penas de contorno — São penas intermediarias, penas que vão recobrir o animal. Como ela está contornando o animal, não se consegue ver a barriga, lesão, ou algo que está acontecendo. 
--Pluma (abaixo da pena de contorno—São pequenas e mais fofas, os adultos tem as plumas em baixo da pena de contorno, os filhotes já tem muito (são os primeiros pelos que nascem), serve e ajudam na termorregulação das aves. Visualmente não se vê as plumas em adultos. 
--Penas primárias—Remiges (penas primarias da asa), Rectrizes (penas da causa), são essas penas que ajudam a ave a voar. Elas costumam ser penas bem grandes. Elas crescem no periósteo. Quando está em fase de crescimento ela tem vascularização, já quando cresce n]ao tem mais. 
Se fazer um corte de asa, se cortar a asa hoje quando tempo demora para crescer (ter uma pena nova)?
Resposta: 1 ano. O corpo não entendeu que tirou a pena, porque o canhao ainda está conectado com o periósteo. 
Se cortar uma pena em fase de crescimento, vai ter sangramento. Em um animal pequeno ter o sangramento da asa pode levar a ave a óbito. 
**Antes de cortar a asa de uma ave no consultório, saber o histórico !!!
Como cortar?
Deixar 3 penas inteiras e cortar 9, vai cortar aos poucos até saber quando a ave não consegue voar. Na estética é importante deixar penas inteiras. Corta na altura em que as penas de cima cubra. 
Se tiver um animal que estiver trocando os canhões avisar tutor, que pode cortar, mas depois de 2 semanas as penas irão crescer novamente e terá que cortar. 
A muda é importante porque precisa saber quando ela será feito, dependendo de cada espécie. Por exemplo: Pinguim, quando ele troca a pena vai entrar água, então ele vai algum lugar que não tem água (para não congelar) e aguarda com uma muda intensa;
Aves Aquáticas 
ØMuda mais rápida – perde a capacidade de voar 
ØPenas impermeaveis 
ØPenguin – duas camadas de penas
Importância das penas 
ØAves de cativeiro (Fuga x Predador) 
ØAves de Rapina 
ØAves para soltura 
Ø Sobrevivencia 
Ø Controle de sobrevivência
Se tiver alteração de pena tem que ver o que está causando, pode ser por conta de nutrição.
Existe algumas ações intermediárias para ajudar a ave a voltar a voar, como um exemplo de colar uma pena no canhão novamente. Pode também arrancar a pena (animal sedado), assim vai crescer nas próximas semanas e fazer a soltura. 
As penas também vão servir para dimorfismo sexual. Os animal que não tem diferenciação de pena, para identificar o sexo se faz exame de DNA, podendo ser com sangue, ou 5 a 8 penas (arrancada diretamente do canhão, sendo a pena de contorno), assim se faz PCR pra saber se é macho ou fêmea. 
No final da coxa do animal tem uma glândula uropigeana, onde o animal pega um óleo que sai dessa glândula e passa em pena por pena. 
Pele 
Ø Fina e delicada – Cuidado ao arrancar as penas 
Ø Lesão em crânio = exposição de osso
Apteria – falta de pena 
Propatagium—Região melhor para se fazer SC, outro lugar para se fazer também é a virilha. Dependendo se fazer o lugar errado, pode causar até necrose. 
Observações:
Se um animal não está se alimentando, interna, e faz uma sondagem. 
Quando se fazer medicação, na clínica não se pode fazer muitas injeções se não gera necrose, então se faz no máximo 3 dias IV, após, fazer todas medicações VO. 
Usa-se muita diluição de comprimido, assim consegue calcular melhor. Existe uma quantidade de diluente certo. 
Vai ter uma traqueia completa, assim terá um certa flexibilidade, então não tem como realizar intubação. 
A seringe será responsável por todos os sons que as aves fazem. Quanto mais sons, mais completo a seringa é. Dependendo da espécie a seringe é mais radiopaca, o que é normal. 
OUVIDO
Ø Não possuem Orelha 
Ø Abertura do canal é grande 
Ø Deve ser examinado durante o exame físico
As aves não possuem orelha, mas tem ouvidos, que é um buraco bem grande recoberto por penas. 
Não se pode esquecer de analisar essa cavidade quando realizar o exame físico, principalmente animais que passaram pro algum tipo de trauma. 
OLHOS 
Ø Olhos grandes e redondos 
Ø Possuem glândulas lacrimais 
Ø Glândula de Harder: tecido linfoide 
Ø Musc estriado base nervo optico e oculomotor 
Ø Enxergam UV – 320 – 680 
Ø Lentes transparente e cones específicos para UV
Olhos muito grandes, na qual as aves não conseguem nem mexer. 
Tem um osso que esta em volta do olho, sendo assim muito mais difícil realizar uma enucleação. 
Abaixo dos olhos tem uma glândula chamada de glândula de Harder, que é um tecido linfoide, então caso tenha alguma inflamação estará alterado. 
Tem um musculo estriado na base do nervo optico, que tem o controle sobre o olho, por exemplo eles tem controle para dilatar a pupila. No exame clínico analisar se o animal não está fazendo por opção ou se é algum problema involuntário, esse controle é causado por conta de hormônios. 
Enxergam UV – 320 – 680. 
Lentes transparente e cones específicos para UV (dura em média de 6 meses, mesmo que esteja funcionando). Tem que ter lâmpadas especificas para os pássaros, sendo lâmpadas continua, porque dependendo se for uma lâmpada normal pode gerar problemas nas aves. 
d
CAVIDADE CELOMÁTICA 
Aves não possuem diafragma e não tem divisão entre tórax e abdômen. 
Como todos os órgãos estão juntos, o problema em um órgão pode afetar todos os outros também. 
um dos sinais clínicos mais comum de ver é dispneia. 
CASO CLINICO
Um proprietário veio em sua clínica com sua calopsita filhote, ainda sem

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