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Aulas de Silvestre 6 semestre

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2 a 12 ninhada 
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· Mudas na primavera e outono
· Podem ser gradativas e rápidas (dentro de 24 horas). Geralmente são gradativas. 
· Existe uma pequena possibilidade de variação de cor de pelo na muda (tem a possibilidade de fazer uma tricotomia e quando o pelo cresce, cresce mais grosso ou de outra cor [avisando o tutor]) 
· Dormem de 12 -20 horas por dia (quando acordados são muito ativos) 
· Vida livre – solitários e territorialista/ em cativeiro tem a possibilidade de conviver com mais de 1 
· Muito curiosos. 
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GRUPO 2 
--Alimentos com alto teor de Gorduras e proteinas de de fácil digestão. --Evitar fibras e carboidratos --pode ser ofertada ração especifica, que a gente encontra a da nutropica, que é super premium --petiscos especificos 
em casos de hipoglicemia oferecer alimentos ricos em açucares --A aguá deve ficar a disposição, em bebedouros especificos , ou recipientes pesados para eles não virarem os potes. --pode ser ofertada ração especifica, que a gente encontra a da nutropica, que é super premium -- No caso de rações com teor de gordura abaixo do requerido pode ser feito a suplementação de gema de ovo no caso de baixo teor d gordura na ração 
--os produtos de origem animal são tudo o que eles precisam ter na dieta. Por exemplo, carne, vísceras, peixes e até mesmo ovos são necessários para regular o sistema digestivo dos furões
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ALIMENTAÇÃO
· Carnívoros 
· Ração especifica ou alimentação natural (presas inteiras)
· A ração pode ser uma super premium de gatos 
· A natural tem que ser desenhada para o animal, podendo ser ratinhos congelados 
· Não digerem grandes quantidades de carboidratos ou fibras 
· Carne crua e ovo podem ser oferecidos como petisco 1 vez por semana 
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· Tolera permanecer na gaiola grande parte do dia. Porém não é o ideal, eles precisam ficar boa parte fora da gaiola. 
· É desaconselhável deixa-lo em liberdade sem vigilância (isso porque eles são muito curiosos) 
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CONTENÇÃO 
· Não é muito difícil pelo fato deles não serem agressivos. Porém eles são muito agitados. 
· O método ideal é igual o da foto 
· Para coleta é bom pegar pela cervical 
· Em alguns casos quando o animal é muito hiperativo pode realizar uma sedação leve para dar uma acalmada. 
COLETA DE SANGUE 
· A coleta de sangue na jugular é fácil de sentir, podendo fazer com eles sentado ou de lateral 
· Pode realizar também na veia cava (saindo do coração) – tem que ser sedado 
· Também dá na safena e cefálica (boa opção), a única dificuldade nessa é se o animal for muito agitado. 
COMPORTAMENTO 
· Animais que convivem bem com animais de outras espécies
· Precisam de muita atenção 
· Precisam de brinquedos 
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AMBIENTE
· O melhor de todos é ter um quarto/ um ambiente separado (não é uma realidade) 
· A gaiola tem que ser bem grande, que tenha redes e não tenha muitas grades 
· Tem que ter objetos; eles gostam de tubos; pode ter areias; lugares para subir e descer
· Quando livres no ambiente tem que ter um enriquecimento ambiental (exemplo: isopor; tubinhos; bolinhas (adaptando brinquedo de grandes petshops) 
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PRINCIPAIS DOENÇAS DE MAMÍFEROS: ROEDORES E LAGOMORFOS 
Exame clínico 
· Temperatura 
· Ausculta pulmonar
· Exame da cavidade oral (importante pelo crescimento dos dentes)
· Mucosas
· Pele (parasitas) 
Consegue realizar a medicação via oral com tranquilidade; 
Aplicação de intramuscular é da mesma maneira e SC também sem diferença 
Via intravenosa – veia safena/ jugular/ marginal (auricular) 
Exames complementares 
· Exame radiográfico 
· Ultrassonografia 
· Perfis sanguíneos 
· Perfis bioquímicos
· Coproparasitológico 
· Cultura bacteriana e antibiograma 
· Exames de biologia molecular 
· Necrópsia, biópsia e histopatológico 
OBS: A única dificuldade é no tamanho do tamanho para realizar exames e em profissionais que são qualificados para saber como lidar com o tipo de animal, referente a valores de referência, exames de imagem etc. 
EMERGÊNCIA 
· Consegue realizar intra ósseo ? 
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CASO CLÍNICO 
Você atendeu o leví, um coelho de 4 anos que apresentava claudicação. Ao fazer o exame físico, foi observado aumento de volume na parte plantar dos membros pélvicos, com presença de caseo, dor e aumento de temperatura local. 
1-Qual o seu diagóstico? 
2- Qual (s) exames você pediria e porque. 
3- Qual o prognóstico? 
4- Qual o tratamento?
RESPOSTAS 
Diagnóstico: -pododermatite ulcerativa 
Exames: 
-exame radiográfico para detectar possível osteomielite ou fratura. 
-hemograma para detectar possível septicemia 
Prognóstico: -reservado se apresentar complicações graves como osteomielite e septicemia 
Tratamento: -antibioticoterapia -nas lesões ulcerativas, compressa fria e limpeza com clorexidine -procedimentos cirúrgicos para remover tecidos mortos e crostas -probióticos e controle alimentar para evitar desnutrição pela anorexia/hiporexia -fazer uma "meia" para proteger a pata -evitar pisos agressivos -ter cama limpa na gaiola
19/05/2020
Polidermatite é uma doença que é muito comum em diversas espécies. Algumas av6666es também apresenta como rapinantes. 
Em pets de mamíferos, principalmente coelhos e porquinho da índia 
É uma inflamação da região plantar
Aparece bem sutil e pode progredir para um caso mais grave. É fácil de se tratar mas tudo depende da hora que o tutor vai levar para o tratamento. 
Pododermatite ulcerativa 
Algo vai causar uma lesão na pata, assim esse animal vai entrar em contato com alguma bactéria que vai entrar na lesão e se multiplicar, podendo até chegar no osso. 
Etiologia: Stapylococcus aureus (mais comum) 
Suscetíveis: Logomorfos e roedores (cobaia e chinchila)
Fatores predisponentes: erros de manejo (animais que ficam em gaiolas pequenas, os coelhos não tem coxim, só tem uma camada de pelo, e o contato com a gaiola vai arrancando o pelo e provocando as lesões), quando é bilateral provavelmente é um erro de manejo, unilateral pode ser até por não ser um erro. Pra evita isso precisa de gaiolas maiores, sem grandes, ou se tiver com pedaços de madeira. 
Alimentação inadequada também podendo deixar obeso, dando mais peso nas patas. 
Outra causa é a deficiência de vitamina C, ela gera lesões na pele, fazendo com que a pele fique mais fragilizada. 
Transmissão: Não tem a transmissão de um animal para outro, mas se tiver mais de um animal no ambiente é provável que todos tenham por conta do ambiente. Mas tem a questão da individualidade, pode ter um animal que come mais que outro, que é um é mais quieto que o outro. 
Sinais clínicos: Úlceras em coxins e disseminação (osteomielite). 
Diagnóstico: Exame radiográfico (pode ter um acometimento de osso), ou cultura bacteriana (para saber quais são os melhores antibióticos, já que eles tem problema com isso). 
Tratamento: Depende muito como está a lesão. Se tiver em quadro inicial, realiza apenas uma mudança de manejo, se já tem uma bactéria que se instalou, realiza uma limpeza (tem que palpar para saber se não tem pus), a limpeza depende do grau, podendo ser superficial ou talvez até sedar para realizar a limpeza mais profunda. 
+ antibioticoterapia (rifamicina). Pode fazer sistêmica, mas sempre realiza em forma de pomada na região (o sistêmico pode não chegar no local que quer, e VO pode gerar o