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Universidade de Contestado – Campus Mafra Departamento de Engenharia Civil Disciplina: Materiais de Construção Civil I – Aula prática Professora: Luana Cechin AULA PRÁTICA Equipe: Alan Gabriel Schitt Diego Batista Gabriel Alexandre Venturi Matheus Smangorzewski Mafra, 2020 AULA PRÁTICA ÍNDICE DE TABELAS Tabela 1 - Montagem das peneiras .................................................................. 25 Tabela 2- Dados coletados durante o ensaio ................................................... 36 Tabela 3 - Resultados massa específica aparente do agregado seco ............. 37 Tabela 4 - Resultados massa específica do agregado saturado superfície seca ......................................................................................................................... 38 Tabela 5 - Resultados massa específica .......................................................... 39 Tabela 6 - Resultados do ensaio ...................................................................... 41 Tabela 7 - Resultados do ensaio de teor de umidade por secagem ................ 42 Tabela 8 - Dados coletados durante o ensaio .................................................. 45 Tabela 9 - Teor de umidade do agregado miudo ............................................. 48 Tabela 10 - Tabela de cálculos de inchamento do agregado ........................... 50 Tabela 11 - Massa específica do agregado graúdo ......................................... 52 Tabela 12 - Composição Granulométrica da amostra 1 ................................... 56 Tabela 13 - Composição Granulométrica da amostra 2 ................................... 58 Tabela 14 - Composição Granulométrica da amostra 3 ................................... 59 Tabela 15 - Cálculos do Módulo de Finura do cimento Portland ...................... 62 Tabela 16 - Pasta de consistência normal do Cimento Portland ...................... 63 Tabela 17 - Quantidade de material utilizado no ensaio .................................. 65 Tabela 18 - Tempo de pega ............................................................................. 66 Tabela 19 - Classificação do gesso .................................................................. 67 ÍNDICE DE GRÁFICOS Gráfico 1 - Curva de inchamento do agregado miudo ...................................... 51 Gráfico 2 - Curva granulométrica da amostra 1 ................................................ 57 Gráfico 3 - Curva granulométrica da amostra 2 ................................................ 59 Gráfico 4 - Curva granulométrica da amostra 3 ................................................ 60 ÍNDICE DE FIGURAS Figura 1 - Amostras no picnômetro .................................................................. 13 Figura 2 - amostras secas após a lavagem ...................................................... 15 Figura 3 - Secagem do agregado miúdo .......................................................... 16 Figura 4 - Balde com seu volume completo de areia ....................................... 17 Figura 5 - Golpeamento do agregado .............................................................. 19 Figura 6 - Mistura do agregado miúdo com um determinado teor de umidade 20 Figura 7 - Provetas com 200mL de água ......................................................... 21 Figura 8 - proveta com água e agregado graúdo ............................................. 22 Figura 9 - Leitura do frasco Chapman .............................................................. 23 Figura 10 - Conjunto de peneiras no misturador mecânico .............................. 26 Figura 11 - Material retido na peneira .............................................................. 27 Figura 12 - Aparelho de Vicat ........................................................................... 29 Figura 13 - Processo de ensaio com o aparelho de Vicat ................................ 30 Figura 14 - Aparelho de Vicat ........................................................................... 31 Figura 15 - Mistura e colocação do gesso no molde ........................................ 32 Figura 16 - Momento em que o gesso iniciou o tempo de pega ....................... 32 Figura 17 - Misturador mecânico ...................................................................... 34 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................... 8 2. OBJETIVOS ............................................................................................................... 9 2.1. NM 52 - AGREGADO MIÚDO - DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA E MASSA ESPECÍFICA APARENTE ............................................................................................................ 9 2.2. NBR NM 46 – DETERMINAÇÃO DO MATERIAL FINO QUE PASSA ATRAVÉS DA PENEIRA 75µM, POR LAVAGEM ...................................................................................................... 9 2.3. NBR 9939 – DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE TOTAL, POR SECAGEM, EM AGREGADO GRAÚDO ................................................................................................ 9 2.4. NBR NM 45 – DETERMINAÇÃO DA MASSA UNITÁRIA E DO VOLUME DE VAZIOS 9 2.5. NBR 6467 – DETERMINAÇÃO DO INCHAMENTO DE AGREGADO MIÚDO........ 10 2.6. NBR 53 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA, MASSA ESPECÍFICA APARENTE E ABSORÇÃO DE ÁGUA .................................................................................................. 10 2.7. NBR 9776 – DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA DE AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN ........................................................................ 10 2.8. NBR 9775 – DETERMINAÇÃO DA UMIDADE SUPERFICIAL EM AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN ........................................................................ 10 2.9. NBR NM 248 – DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA ......... 11 2.10. NBR 11579: MB 3432 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA FINURA POR MEIO DA PENEIRA 75µM (Nº 200) ............................................................................................. 11 2.11. NBR NM 43 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA PASTA DE CONSISTÊNCIA NORMAL .......................................................................................................................... 11 2.12. NBR 12128 – GESSO PARA CONSTRUÇÃO – DETERMINAÇÃO DAS PROPRIEDADES FÍSICAS DA PASTA ................................................................................................. 11 2.13. NBR 7215 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA CONSISTÊNCIA À COMPRESSÃO .................................................................................................................................................. 11 2.14. NBR NM 30 – AGREGADO MIÚDO – DETERMINAÇÃO DA ABSORÇÃO DE ÁGUA 3. MATERIAIS E MÉTODOS ..................................................................................... 12 3.1. NM 52 - AGREGADO MIÚDO - DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA E MASSA ESPECÍFICA APARENTE .......................................................................................................... 12 3.1.1. Materiais.................................................................................................................................................... 12 3.1.2. Método ....................................................................................................................................................... 12 3.2. NBR NM 46 – DETERMINAÇÃO DO MATERIAL FINO QUE PASSA ATRAVÉS DA PENEIRA 75µM, POR LAVAGEM .................................................................................................... 14 3.2.1. Materiais....................................................................................................................................................14 3.2.2. Método ....................................................................................................................................................... 14 3.3. NBR 9939 – DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE TOTAL, POR SECAGEM, EM AGREGADO GRAÚDO .............................................................................................. 15 3.3.1. Materiais.................................................................................................................................................... 15 3.3.2. Método ....................................................................................................................................................... 15 3.4. NBR NM 45 – DETERMINAÇÃO DA MASSA UNITÁRIA E DO VOLUME DE VAZIOS.. ................................................................................................................................................................ 16 3.4.1.Materiais ..................................................................................................................................................... 16 3.4.2. Método ....................................................................................................................................................... 17 3.5. NBR 6467 – DETERMINAÇÃO DO INCHAMENTO DE AGREGADO MIÚDO........ 18 3.5.1. Materiais.................................................................................................................................................... 18 3.5.2. Método ....................................................................................................................................................... 19 3.6. NBR 53 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA, MASSA ESPECÍFICA APARENTE E ABSORÇÃO DE ÁGUA .................................................................................................. 21 3.6.1. Materiais.................................................................................................................................................... 21 3.6.2. Método ....................................................................................................................................................... 21 3.7. NBR 9776 – DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA DE AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN ........................................................................ 22 3.7.1. Materiais.................................................................................................................................................... 22 3.7.2. Método ....................................................................................................................................................... 23 3.8. NBR 9775 – DETERMINAÇÃO DA UMIDADE SUPERFICIAL EM AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN ........................................................................ 24 3.8.1. Materiais.................................................................................................................................................... 24 3.8.2. Método ....................................................................................................................................................... 24 3.9. NBR NM 248 – DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA ......... 24 3.9.1. Materiais.................................................................................................................................................... 24 3.9.2. Método ....................................................................................................................................................... 24 3.10. NBR 11579: MB 3432 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA FINURA POR MEIO DA PENEIRA 75µM (Nº 200) ............................................................................................. 26 3.10.1. Materiais ................................................................................................................................................. 26 3.10.2. Método.. .................................................................................................................................................. 27 3.11. NBR NM 43 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA PASTA DE CONSISTÊNCIA NORMAL .......................................................................................................................... 28 3.11.1. Materiais ................................................................................................................................................. 28 3.11.2. Método.. .................................................................................................................................................. 28 3.12. NBR 12128 – GESSO PARA CONSTRUÇÃO – DETERMINAÇÃO DAS PROPRIEDADES FÍSICAS DA PASTA ................................................................................................. 30 3.12.1. Materiais ................................................................................................................................................. 30 3.12.2. Método.. .................................................................................................................................................. 31 3.13. NBR 7215 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA CONSISTÊNCIA À COMPRESSÃO .................................................................................................................................................. 33 3.13.1. Materiais ................................................................................................................................................. 33 3.13.2. Método .................................................................................................................................................. 33 3.14. NBR NM 30 – AGREGADO MIÚDO – DETERMINAÇÃO DA ABSORÇÃO DE ÁGUA 35 3.14.1. Materiais ................................................................................................................................................. 35 3.14.2. Método .................................................................................................................................................. 35 4.RESULTADOS ......................................................................................................... 35 4.1. NM 52 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA E MASSA ESPECÍFICA APARENTE .......................................................................................................................................................... 36 4.1.1. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 40 4.2. NBR NM 46 – DETERMINAÇÃO DO MATERIAL FINO QUE PASSA ATRAVÉS DA PENEIRA 75 µM, POR LAVAGEM .................................................................................................. 40 4.2.1. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 41 4.3. NBR 9939 – DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE TOTAL, POR SECAGEM, EM AGREGADO GRAÚDO .............................................................................................. 42 4.3.1. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 44 4.4. NBR NM 45 – DETERMINAÇÃO DA MASSA UNITÁRIA E DO VOLUME DE VAZIOS 44 4.4.1. Determinação da Massa unitária .................................................................................................. 45 4.4.2. Determinação do índice de volume de vazios ....................................................................... 46 4.4.3. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 47 4.5. NBR 6467 – DETERMINAÇÃO DO INCHAMENTODE AGREGADO MIÚDO........ 47 4.5.1. Teor de umidade ................................................................................................................................... 47 4.5.2. Inchamento .............................................................................................................................................. 49 4.5.3. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 51 4.6. NBR 53 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA, MASSA ESPECÍFICA APARENTE E ABSORÇÃO DE ÁGUA .................................................................................................. 52 4.6.1. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 53 4.7. NBR 9776 – DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA DE AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN ........................................................................ 53 4.7.1. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 54 4.8. NBR 9775 – DETERMINAÇÃO DA UMIDADE SUPERFICIAL EM AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN ........................................................................ 54 4.8.1. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 55 4.9. NBR NM 248 – DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA ......... 56 4.9.1. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 61 4.10. NBR 11579: MB 3432 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA FINURA POR MEIO DA PENEIRA 75µM (Nº 200) ............................................................................................. 61 4.10.1. Conclusões do resultado ............................................................................................................... 62 4.11. NBR NM 43 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA PASTA DE CONSISTÊNCIA NORMAL .......................................................................................................................... 63 4.11.1. Conclusões do resultado ............................................................................................................... 64 4.12. NBR 12128 – GESSO PARA CONSTRUÇÃO – DETERMINAÇÃO DAS PROPRIEDADES FÍSICAS DA PASTA ................................................................................................. 64 4.12.1. Consistência normal ......................................................................................................................... 65 4.12.2. Tempo de pega ................................................................................................................................... 66 4.12.3.Conclusões do resultado ................................................................................................................ 66 4.13. NBR 7215 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA CONSISTÊNCIA À COMPRESSÃO .................................................................................................................................................. 67 4.14. NBR NM 30 – AGREGADO MIÚDO – DETERMINAÇÃO DA ABSORÇÃO DE ÁGUA 67 4.14.1. Conclusões do resultado ............................................................................................................... 68 5. CONCLUSÃO .......................................................................................................... 68 1. INTRODUÇÃO O concreto é uma das principais matérias primas na área da construção civil. Em qualquer obra, seja lá qual for sua dimensão. Sendo assim, é imprescindível que o concreto utilizado seja de boa qualidade, afim de garantir resistência e durabilidade. A obtenção de um concreto de qualidade só é possível através da classificação e utilização de agregados e aglomerantes de qualidade, que respondem aos padrões exigidos e recomendados pelas normas. Este relatório reúne os diferentes tipos de ensaios de agregados e aglomerantes utilizados para a composição do concreto. Os ensaios foram realizados com base nas normas NM 52 (ABNT, 2002), NM 46 (ABNT,2001), NBR 9939 (ABNT, 1987), NBR NM 45 (ABNT,2006), NBR 6467 (ABNT, 2006), NBR 53 (ABNT, 2009), NBR 9776 (ABNT, 1987), NBR 9775 (ABNT, 1987), NBR NM 248 (ABNT,2001), NBR 11579: MB 3432 (ANBT, 1991), NBR NM 43 (ABNT, 2003), NBR 12128: MB 3469 (ABNT, , 1991), NBR 7215 (ABNT, 1996). Para este relatório, é importante definir os conceitos principais sobre os materiais ensaiados. De acordo com a ABNT 7211:2009 os agregados são classificados, de acordo com as dimensões de suas partículas, em miúdos e graúdos. Os agregados miúdos são aqueles que possuem suas partículas passam pela peneira de 4,75mm. Já os agregados graúdos, ficam retidos na peneira 4,75mm e passam pela peneira com abertura de malha 75mm. Os aglomerantes, por sua vez, têm a função de formar uma pasta que promove a união dos agregados que darão a composição de argamassas e concreto. No presente relatório, foram ensaiados o cimento Portland e o gesso para construção. 2. OBJETIVOS O presente relatório reúne os diferentes ensaios realizados em laboratório e tem por objetivo mostrar os resultados e determinar as propriedades dos agregados e aglomerantes. É de suma importância conhecer as características, uma vez que essas influenciam diretamente na qualidade do concreto a ser usado em obra. 2.1. NM 52 - AGREGADO MIÚDO - DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA E MASSA ESPECÍFICA APARENTE Determinação da massa específica e da massa específica aparente dos agregados miúdos com a utilização do picnômetro. 2.2. NBR NM 46 – DETERMINAÇÃO DO MATERIAL FINO QUE PASSA ATRAVÉS DA PENEIRA 75µM, POR LAVAGEM Determinação, por lavagem do agregado, a quantidade de material mais fino que a abertura de 75µm da peneira. Todas as partículas diferidas do agregado, como a argila, são solúveis em água, e por isso serão eliminadas durante o ensaio. 2.3. NBR 9939 – DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE TOTAL, POR SECAGEM, EM AGREGADO GRAÚDO Esta norma aplica-se para a determinação da umidade total do agregado graúdo através de secagem. Como adaptação, o ensaio foi realizado utilizando o agregado miúdo (areia). 2.4. NBR NM 45 – DETERMINAÇÃO DA MASSA UNITÁRIA E DO VOLUME DE VAZIOS Determinação da massa unitária e do volume de vazios de agregado miúdo. Método aplicado aos agregados com dimensão característica igual ou inferior a 75mm. 2.5. NBR 6467 – DETERMINAÇÃO DO INCHAMENTO DE AGREGADO MIÚDO Determinação do inchamento de agregados miúdos utilizados na composição do concreto por meio da aplicação de teores de umidade gradativos. Com os dados obtidos, é possível a construção da Curva de Inchamento do agregado em questão. 2.6. NBR 53 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA, MASSA ESPECÍFICA APARENTE E ABSORÇÃO DE ÁGUA Determinação da massa específica e da massa específica aparente do agregado graúdo. Essa norma, ainda, estabelece o método para determinação do índice de absorção de água do agregado, no entanto, o laboratório não apresenta a balança hidrostática e, por isso, não foi apresentado neste relatório. 2.7. NBR 9776 – DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA DE AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN Determinação da massa específica do agregado miúdo (areia) destinado ao concreto, através da utilização do frasco de Chapman. 2.8. NBR 9775 – DETERMINAÇÃO DA UMIDADE SUPERFICIAL EM AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN Determinação da umidade superficial do agregado miúdo (areia) destinado ao concreto, utilizando o frasco de Chapman. 2.9.NBR NM 248 – DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA Determinação da composição granulométrica do agregado miúdo (areia) através do uso do conjunto da série normal de peneiras, incluindo uma da série intermediaria. 2.10. NBR 11579: MB 3432 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA FINURA POR MEIO DA PENEIRA 75µM (Nº 200) Determinação, através da utilização da peneira 75µm, da finura do aglomerante Cimento Portland. O procedimento realizado neste ensaio foi feito com peneiramento manual. É determinada a porcentagem da massa de grãos maiores que 75µm. 2.11. NBR NM 43 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA PASTA DE CONSISTÊNCIA NORMAL Esta norma prescreve o método de determinação da consistência normal da pasta de cimento Portland com a utilização do aparelho de Vicat. 2.12. NBR 12128 – GESSO PARA CONSTRUÇÃO – DETERMINAÇÃO DAS PROPRIEDADES FÍSICAS DA PASTA Esta norma tem como objetivo determinar a consistência normal e o tempo de início de pega e fim de pega do gesso de construção com a utilização do aparelho de Vicat. 2.13. NBR 7215 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA CONSISTÊNCIA À COMPRESSÃO Esta norma prescreve o método da determinação da resistência à compressão do cimento Portland através da utilização de um molde cilíndrico. 2.14. NBR NM 30 – AGREGADO MIÚDO – DETERMINAÇÃO DA ABSORÇÃO DE ÁGUA Determinação da absorção de água pelo agregado miúdo, quando submetido a condição saturado superfície seca, destinado a compor o concreto. 3. MATERIAIS E MÉTODOS 3.1. NM 52 - AGREGADO MIÚDO - DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA E MASSA ESPECÍFICA APARENTE 3.1.1. Materiais • Balança de precisão • Frasco Aferido (Picnômetro) • Agregado miúdo • Água • Recipiente metálico • Capsula • Estufa 3.1.2. Método Os preparativos do agregado miúdo foram realizados antecipadamente, conforme dita a norma, pela equipe do laboratório e disponibilizado para os alunos. Com o recipiente metálico sobre a balança, taramos 10g de amostra do agregado miúdo. Registramos a massa do picnômetro vazio e colocamos o agregado miúdo. Após, adicionamos água até o topo. Afim de remover as bolhas de ar, o picnômetro foi agitado e ficou por cerca de 30 minutos repousando até que todos os resquícios de ar fossem eliminados. Por fim, novamente foi completado com água e registrado a massa do conjunto (água + agregado miúdo). A amostra foi alocada em uma capsula e secada na estufa pela equipe do laboratório. Com a amostra seca, foi registrado a massa final do conjunto. Foram preparadas 3 amostras utilizando do mesmo método descrito na norma (Figura 1). Figura 1 - Amostras no picnômetro Fonte: Os autores (2020) 3.2. NBR NM 46 – DETERMINAÇÃO DO MATERIAL FINO QUE PASSA ATRAVÉS DA PENEIRA 75µM, POR LAVAGEM 3.2.1. Materiais • Balança • Peneiras • Recipiente • Estufa 3.2.2. Método O procedimento de preparo do agregado para ser feito o ensaio, conforme as normas, foi realizado pela equipe do laboratório. Para dar início ao ensaio, taramos 500g de agregado miúdo. Colocamos essa amostra. Colocamos a amostra em um recipiente com água, de forma que ficasse totalmente imerso. Agitamos para que houvesse a separação das partículas mais finas. Após, depositamos o conteúdo na peneira 75µm e realizamos o procedimento de lavagem. Esse procedimento foi realizado até que a água apresentasse, de forma contínua, uma coloração limpa e clara. A amostra foi alocada em um recipiente e posto para secar na estufa (Figura 2). Determinamos novamente a massa do agregado após o ensaio. Figura 2 - amostras secas após a lavagem Fonte: Os autores (2020) 3.3. NBR 9939 – DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE TOTAL, POR SECAGEM, EM AGREGADO GRAÚDO 3.3.1. Materiais • Balança • Estufa ou fonte de calor • Recipiente de material resistente ao calor • Haste de mistura 3.3.2. Método O procedimento de preparo do agregado para ser feito o ensaio foi realizado antecipadamente pela equipe do laboratório. Para a execução do ensaio através da norma, que trata de agregado graúdo, adaptamos para utilizar o agregado miúdo (areia). Inicialmente, pesamos a amostra de agregado miúdo a ser secada (Mi). E após, iniciamos o processo de secagem (Figura 3) seguido da pesagem. Com o aquecimento, a amostra tende a perder umidade. O aquecimento do agregado deve ser repetido até que a massa do agregado se mantenha constante (Mf). Cada período de aquecimento durou cerca de 20 minutos. Figura 3 - Secagem do agregado miúdo Fonte: Os autores (2020) 3.4. NBR NM 45 – DETERMINAÇÃO DA MASSA UNITÁRIA E DO VOLUME DE VAZIOS 3.4.1. Materiais • Balança • Haste de adensamento • Recipiente • Placa de calibração • Estufa 3.4.2. Método O procedimento de preparo do agregado para ser feito o ensaio, conforme as normas, foi realizado pela equipe do laboratório. A norma do ensaio, classifica em três procedimentos conforme a amostra que será utilizada. O procedimento “A”, que foi utilizado neste ensaio, deve ser feito quando os agregados têm dimensão máxima de 37,5mm ou menor. Conforme a norma, para dar início ao ensaio, registramos a massa do balde vazio. Em seguida, depositamos cerca de 1/3 da capacidade do balde com o agregado miúdo, e realizamos 25 golpes com a haste de adensamento. Adicionamos mais agregado até a marca de 2/3 do balde e golpeamos 25 vezes. Por fim, completamos o balde com o agregado e golpeamos 25 vezes, tomando o cuidado para a haste não tocar o fundo do balde, nem ultrapassar o limite da última camada. Nivelamos o excesso de agregado, deixando-o raso com a borda do balde (Figura 4) e registramos a massa do conjunto. Figura 4 - Balde com seu volume completo de areia Fonte: Os autores (2020) 3.5. NBR 6467 – DETERMINAÇÃO DO INCHAMENTO DE AGREGADO MIÚDO 3.5.1. Materiais • Balança • Recipiente (balde) • Pá ou concha • Régua rígida • Estufa • 10 Cápsulas • Proveta • Haste de adensamento 3.5.2. Método A preparação da amostra para a realização do ensaio foi realizada antecipadamente pela equipe do laboratório, conforme as normas ABNT NBR NM 26 e ABNT NBR NM 27. Para dar início ao ensaio, depositamos o agregado miúdo seco no balde em três camadas, utilizamos a haste de adensamento no final de cada camada, golpeando o agregado 25 vezes (Figura 5) e registramos a massa. Após a primeira pesagem, adicionamos água no agregado com um teor de umidade de 0,5%, misturamos até ficar homogêneo (Figura 6), registramos a massa e coletamos uma amostra em uma das capsulas. O procedimento anterior deve ser realizado sucessivas vezes, afim de adicionar os seguintes teores de umidade: 1%; 2%; 4%; 5%; 7%; 9% e 12%. Registramos a massa de cada uma das cápsulas e colocamos para secar na estufa. Após a secagem, registramos novamente a massa das cápsulas. Figura 5 - Golpeamento do agregado Fonte: Os autores (2020) Figura 6 - Mistura do agregado miúdo com um determinado teor de umidade Fonte: Os autores (2020) 3.6. NBR 53 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA, MASSA ESPECÍFICA APARENTE E ABSORÇÃO DE ÁGUA 3.6.1. Materiais • Balança • Proveta • Agregado graúdo • Água 3.6.2. Método Para dar início ao ensaio, pesamos 100g de agregado graúdo (brita). Adicionamos 200mL de água em uma proveta (Figura 7) e, em seguida, depositamos as 100g do agregado (Figura 8). Realizamos a leitura da marcação da proveta. Figura 7 - Provetas com 200mL de água Fonte: Os autores (2020) Figura 8 - proveta com água e agregado graúdo Fonte: Os autores (2020) 3.7. NBR 9776 – DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA DE AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DOFRASCO DE CHAPMAN 3.7.1. Materiais • Balança com precisão 1g a 100g • Frasco de Chapman com volume de 450ml • Agregado miúdo • Água 3.7.2. Método Começamos adicionamos 200mL de água limpa em um dos frascos, esperamos a água se manter em repouso e suas gotas internas escorrerem totalmente. Utilizamos um funil para depositar 500g de areia úmida. Após, agitamos o frasco para a retirada das bolhas de oxigênio presentes no conjunto. Assim, fizemos a leitura do nível atingido pela água no gargalo, possibilitando sabermos o volume o qual a areia ocupou. (Figura 9) Figura 9 - Leitura do frasco Chapman Fonte: Os autores (2020) 3.8. NBR 9775 – DETERMINAÇÃO DA UMIDADE SUPERFICIAL EM AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN 3.8.1. Materiais • Balança com precisão 1g a 100g • Frasco de Chapman com volume de 450ml • Agregado miúdo • Água 3.8.2. Método Este ensaio foi realizado em conjunto com a NBR 9775 (Conforme 2.7). O método de ensaio de ambos é o mesmo. 3.9. NBR NM 248 – DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA 3.9.1. Materiais • Peneiras das séries normal ou intermediária; • Agitador Mecânico • Estufa • Bandejas • Escova ou pincel • Fundo avulso de peneira 3.9.2. Método A preparação da amostragem do agregado miúdo foi previamente preparada pela equipe do laboratório, conforme a norma NM 26, e disponibilizada para os alunos. Para dar início ao ensaio, encaixamos as peneiras conforme dita a norma. Utilizamos as peneiras da série normal dispostas da seguinte forma, de baixo para cima: (Tabela 1) Tabela 1 - Montagem das peneiras FUNDO 75 µm 150 µm 300 µm 600 µm 1,18 mm 2,36 mm 4,75 mm Depositamos 300g de agregado miúdo sobre o conjunto de peneiras e o alocamos no agitador mecânico por 4 minutos, afim de permitir que todos os grãos do agregado fossem separados conforme os tamanhos (Figura 10). Determinamos a massa de agregado retido em cada uma das peneiras. Com esses dados, é possível calcular a composição granulométrica do agregado utilizado. O procedimento acima citado foi repetido 3 vezes. Figura 10 - Conjunto de peneiras no misturador mecânico Fonte: Os autores (2020) 3.10. NBR 11579: MB 3432 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA FINURA POR MEIO DA PENEIRA 75µM (Nº 200) 3.10.1. Materiais • Balança • Peneira 75µm • Fundo • Tampa • Cronômetro 3.10.2. Método Para dar início ao ensaio, o conjunto da peneira deve estar totalmente limpo e seco para evitar que os resquícios atrapalhem no resultado final. Registramos a massa do cimento Portland antes do peneiramento. Montamos o conjunto de peneiras e depositamos o cimento sobre a tela da peneira. O primeiro peneiramento ocorreu durante 5 minutos. Descartamos o que passou pela peneira e ficou no fundo. Após, peneiramos continuamente durante 20 minutos. O resíduo que ficou no fundo foi descartado novamente e peneiramos, pela última vez, por mais 60 segundos. O resíduo que ficou no fundo não deve ultrapassar 0,05g. Registramos a massa do material que ficou retido na peneira (Figura 11) Figura 11 - Material retido na peneira Fonte: Os autores (2020) O procedimento foi realizado através de três tentativas. 3.11. NBR NM 43 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA PASTA DE CONSISTÊNCIA NORMAL 3.11.1. Materiais • Aparelho de Vicat • Balança • Espátula • Molde • Cronometro • Proveta • Água • Cimento Portland 3.11.2. Método Primeiramente, o aparelho de Vicat (Figura 12) deve estar devidamente equilibrado. Pesamos 300g de cimento Portland para realizar a mistura. Primeiramente, adicionamos um teor de água de 31%, que resultou em 93mL. Misturamos bem o cimento com a água e colocamos no molde. Rasamos a superfície do molde e colocamos abaixo da haste do aparelho de Vicat. Soltamos a haste e visualizamos a marcação do aparelho após 30 segundos (Figura 13). Ao final do tempo de 30 segundos, a marcação do aparelho deve mostrar 6 ±1mm, de acordo com a norma. Caso não seja alcançado esse valor, deve-se adicionar mais água por tentativas. Como na primeira tentativa obtivemos o valor de 17mm, adicionamos mais 3mL de água, correspondente a 1% da massa do cimento. Repetimos o procedimento com o aparelho de Vicat e obtivemos a marcação desejada de 5,5mm. Figura 12 - Aparelho de Vicat Fonte: Os autores (2020) Figura 13 - Processo de ensaio com o aparelho de Vicat Fonte: Os autores (2020) 3.12. NBR 12128 – GESSO PARA CONSTRUÇÃO – DETERMINAÇÃO DAS PROPRIEDADES FÍSICAS DA PASTA 3.12.1. Materiais • Aparelho de Vicat (Figura 14) • Molde • Cronometro • Gesso para construção • Base (placa de vidro) • Agulhas removíveis Figura 14 - Aparelho de Vicat Fonte: NBR 12128 3.12.2. Método Para dar início ao ensaio o aparelho de Vicat deve estar devidamente calibrado. Registramos a massa de 300g de gesso, tomamos o cuidado para que o material não apresentasse torrões. Com o cronômetro em mãos e com o aparelho de Vicat preparado, adicionamos 130mL de água ao gesso e começamos a contagem do tempo de pega. Misturamos bem e colocamos no molde (Figura 15), posicionando-o abaixo da agulha do aparelho. Soltando a haste repetidas vezes em lugares diferentes. O tempo de pega deve ser registrado quando a marcação do aparelho alcançar a marca de 1mm pela primeira vez (Figura 16). Logo após que alcançamos essa marca, registramos o tempo e, rapidamente, trocamos a agulha do aparelho para registrar o tempo de fim de pega, que é quando a outra agulha não penetra no gesso. Figura 15 - Mistura e colocação do gesso no molde Fonte: Os autores (2020) Figura 16 - Momento em que o gesso iniciou o tempo de pega Fonte: Os autores (2020) 3.13. NBR 7215 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA CONSISTÊNCIA À COMPRESSÃO 3.13.1. Materiais • Balança • Misturador mecânico • Molde • Soquete • Máquina de ensaio de compressão • Agregado miúdo (areia • Água • Cimento Portland • Material de Vedação • Óleo 3.13.2. Método Para dar início ao ensaio separamos as quantidades de material necessária em suas devidas proporções: • 624g de Cimento Portland • 300g de água • 1872g de agregado miúdo (areia) Inicialmente, colocamos na cuba do misturador mecânico toda a quantidade de água e cimento (Figura 17). Registramos a hora em que o cimento foi colocado em contato com a água. Ligamos o misturador na velocidade baixa por 30s. Em seguida, adicionamos a areia gradativamente durante 30s. Mudamos a velocidade do misturador para alta e deixamos por mais 30s. Após, deixamos a mistura em repouso por 1:30s e retiramos a argamassa que ficou aderida á parede da cuba. Logo após o intervalo de repouso, ligamos novamente o misturador na velocidade alta por mais 1 min. Figura 17 - Misturador mecânico Fonte: Os autores (2020) Para a moldagem dos corpos de prova preparamos os moldes com o material de vedação e untamos com óleo. Logo após a mistura, rapidamente iniciamos o preparo do molde. Colocamos em 4 camadas e em cada uma delas efetuamos 30 golpes com o auxílio do soquete. Finalizamos o molde rasando a sua superfície com uma espátula. Preparamos 4 moldes para este ensaio. Estes ficaram em cura inicial ao ar por aproximadamente 4 dias. No quarto dia, retiramos os corpos de prova dos moldes e colocamos no tanque para a cura final em água. O procedimento de ruptura dos corpos de prova, até o momento em que este relatório está sendo escrito, não foi realizado. 3.14. NBR NM 30 – AGREGADO MIÚDO – DETERMINAÇÃO DA ABSORÇÃO DE ÁGUA 3.14.1. Materiais • Balança • Molde tronco-cônico • Bandeja metálica • Estufa • Espátula de aço • Haste decompactação 3.14.2. Método Inicialmente, registramos a massa de 1kg de agregado miúdo e depositamos na forma metálica. A equipe do laboratório realizou o procedimento de cobrir o material presente na forma com água, seguido da secagem. Passado o tempo de secagem, colocamos o agregado miúdo no molde e aplicamos, suavemente, 25 golpes de forma uniforme. Ao retirar o molde, notamos que o agregado não apresentou umidade superficial, estando na condição de saturado superfície seca, uma vez que não conservou o formato do molde. Registramos a massa do agregado ensaiado após a secagem. Este ensaio não foi possível ser realizado da maneira como descreve a norma uma vez que é necessário realizar o procedimento de moldagem e secagem sucessivas vezes durante alguns dias até que se perceba que o agregado chegou na condição de saturado superfície seca. Visto que não estamos aptos a frequentar o local todos os dias, a moldagem só foi feita uma única vez após 18 dias. 4. RESULTADOS 4.1. NM 52 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA E MASSA ESPECÍFICA APARENTE Os cálculos foram realizados utilizando os dados coletados em aula e utilizando as fórmulas descritas na norma. Tabela 2- Dados coletados durante o ensaio Massa Picnômetro (g) Picnômetro + água (g) Picnômetro + Agregado (g) Picnômetro + Agregado + Água (g) Agregado seco em estufa AMOSTRA 1 31,5 87,9 41,2 93,5 9,8g AMOSTRA 2 33,3 82,0 43,3 88,0 9,7g AMOSTRA 3 35,4 84,1 45,4 90,3 10,1g Fonte: Os autores (2020) ➢ Massa específica aparente do agregado seco: Massa específica aparente, de acordo com a NM 52:2002: “É a relação entre a massa do agregado seco e seu volume, incluindo os poros permeáveis.” Pode ser calculada pela seguinte fórmula: d1 = m V−V𝑎 Onde: d1 é a massa específica aparente do agregado seco, em gramas por centímetro cúbico; m é massa da amostra seca em estufa, em gramas; V é o volume do frasco em centímetros cúbicos; Vaé o volume de água que foi adicionado ao frasco em centímetros cúbicos, determinado pela seguinte fórmula: Va= 𝑚2−𝑚1 Pa Onde: m1 é a massa do conjunto (frasco + agregado), em gramas; m2 é a massa total (frasco + agregado + água); Pa é a massa específica da água, em gramas por centímetro cúbico. Tabela 3 - Resultados massa específica aparente do agregado seco V – Volume do Frasco (cm³) Va – Volume de água adicionada (cm³) m – Massa Agregado seco em estufa (g) d1 – Massa Específica Aparente agr. Seco (g/cm³) AMOSTRA 1 56,4 52,3 9,8g 2,3902 AMOSTRA 2 48,7 44,7 9,7g 2,4250 AMOSTRA 3 48,7 44,9 10,1g 2,6579 MÉDIA - - - 2,4910 Fonte: Os autores (2020) De acordo com a norma, o valor da massa específica deve ser levado em conta a média dos valores de massa especifica de cada amostra. O resultado final obtido dessa média foi de 2,4910g/cm³. Sendo este valor, próximo ao que se é estabelecido para o agregado miúdo em questão (areia). ➢ Massa específica do agregado saturado superfície seca Agregado saturado superfície seca, de acordo com a NM 52:2002: “São as partículas de agregado que culminaram suas possibilidades de absorver água e mantém a superfície seca.” Massa específica, de acordo com a NM 52:2002: “É a relação entre a massa do agregado seco e seu volume, excluindo os poros permeáveis.” Pode ser calculada pela seguinte fórmula: d2 = ms V−V𝑎 Onde: d2 é a massa específica do agregado saturado superfície seca, em gramas por centímetro cúbico; ms é a massa da amostra saturada superfície seca. V é o volume do frasco, em centímetros cúbicos; Va é o volume de água adicionado no frasco. Tabela 4 - Resultados massa específica do agregado saturado superfície seca V – Volume do Frasco (cm³) Va – Volume de água adicionada (cm³) ms – Massa Agregado Saturado Sup. Seca (g) d2 – Massa Específica Agr. Satur. Superfície Seca (g) AMOSTRA 1 56,4 52,3 10g 2,4390 AMOSTRA 2 48,7 44,7 10g 2,5 AMOSTRA 3 48,7 44,9 10g 2,6316 MÉDIA - - - 2,5235 Fonte: Os autores (2020) O valor obtido da média entre os cálculos da massa específica do agregado saturado superfície seca nos deu o resultado de 2,5235g/cm³. ➢ Massa específica Nesta etapa, é apresentado o calculo da massa específica das amostras secas em estufa. Pode ser calculada pela seguinte fórmula: d3 = 𝑚 (𝑉−𝑉𝑎)− (𝑚𝑠−𝑚) 𝑃𝑎 Onde: d3 é a massa especifica do agregado, em gramas por centímetro cúbico; m é massa da amostra seca em estufa, em gramas; V é o volume do frasco, em centímetros cúbicos; Va é o volume de água adicionado no frasco. Ms é a massa da amostra saturada superfície seca. Pa é a massa específica da água, em gramas por centímetro cúbico. (1,00 g/cm³) Tabela 5 - Resultados massa específica V – Volume do Frasco (cm³) Va – Volume de água adicionada (cm³) ms – Massa Agregado Saturado Sup. Seca(g) m – Massa Agregado seco em estufa (g) d3 – Massa específica do agregado (g/cm³) AMOSTRA 1 56,4 52,3 10g 9,8g 2,5128 AMOSTRA 2 48,7 44,7 10g 9,7g 2,6216 AMOSTRA 3 48,7 44,9 10g 10,1g 2,5897 MÉDIA - - - - 2,5747 Fonte: Os autores (2020) A média entre os valores calculados de massa específica das 3 amostras nos deu o resultado de 2,5747g/cm³. 4.1.1. Conclusões do resultado Conforme estabelecido na norma, os valores calculados em cada amostra, utilizando o mesmo agregado não deve diferir em 0,02g/cm³. No entanto, alguns resultados apresentaram discrepâncias com relação ao que se é recomendado. No entanto, os valores finais resultado da média entre cada uma das amostras mostrou-se próximo ao adequado dos valores pré-estabelecido do agregado miúdo (areia). 4.2. NBR NM 46 – DETERMINAÇÃO DO MATERIAL FINO QUE PASSA ATRAVÉS DA PENEIRA 75 µM, POR LAVAGEM Os cálculos foram realizados utilizando os dados coletados em aula e utilizando a fórmula descrita na norma: m = 𝑚𝑖−𝑚𝑓 𝑚𝑖 x 100 Onde: m é a porcentagem do material mais fino que a peneira 75µm por lavagem; mi é a massa original da amostra, em gramas; mf é a massa da amostra seca após a lavagem. O valor final da porcentagem do material mais fino que a peneira 75µm, segundo a norma, deve ser a média aritmética das duas porcentagens mais próximas obtidas comparando as três amostras. Nesse caso, a amostra 1 e 2 tiveram os valores mais próximos. Tabela 6 - Resultados do ensaio Mi – Massa original da amostra (g) mf – Massa seca após lavagem (g) m – porcentagem de material mais fino que a peneira 75µm AMOSTRA 1 500 473,3 5,34% AMOSTRA 2 500 473,5 5,30% AMOSTRA 3 500 464,8 7,04% MÉDIA DOS DOIS RESULTADOS MAIS PRÓXIMOS 5,32% Fonte: Os autores (2020) 4.2.1. Conclusões do resultado Através do resultado obtido nos cálculos da porcentagem do material mais fino que a peneira 75µm, foi possível observar que houve uma maior diferença na amostra 3. Conforme a norma, para os agregados miúdos, a diferença não deve ser maior que 0,5%. Os valores obtidos referente a amostra 1 e 2 obtivemos resultado dentro dos parâmetros, diferindo apenas 0,04%. A norma estabelece ainda, que o resultado final deve ser obtido entre a média dos dois valores mais próximos. Obtivemos então, o valor de 5,32% de material mais fino que a peneira de 75µm do agregado miúdo em questão. 4.3. NBR 9939 – DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE TOTAL, POR SECAGEM, EM AGREGADO GRAÚDO De acordo com a norma, o teor de umidade total é a relação, em porcentagem, entre a massa total de água presente na superfície e preenche os poros permeáveis do agregado e a massa do agregado seco. Os cálculos foram realizados utilizando os dados coletados em aula e utilizando a fórmula descrita na norma: h = 𝑀𝑢−𝑀𝑠 𝑀𝑢 x 100 Onde: hé o teor de umidade total, em %; um é a massa inicial da amostra úmida, em gramas; ms é a massa final da amostra seca, em gramas. Tabela 7 - Resultados do ensaio de teor de umidade por secagem mu - Amostra úmida (g) 1ª Pesagem (g) 2ª Pesagem (g) 3ª Pesagem (g) ms - 4ª Pesagem (g) Ma- Massa perdida Teor de umidade (%) (g) AMOSTRA 1 763,5 742,3 737,8 737,6 737,6 25,9 3,51% AMOSTRA 2 380,0 378,0 378,0 378,2 377,9 2,1 0,55% AMOSTRA 3 123,6 123,6 123,0 123,0 122,9 0,7 0,56% Fonte: Os autores (2020) A partir da 4ª pesagem, as amostras se mantiveram com valores de massa constantes. • Amostra 1 • Amostra 2 • Amostra 3 4.3.1. Conclusões do resultado Com os valores obtidos, foi possível observar que os resultados da amostra 2 e 3 se mostraram mais próximos no que diz respeito ao teor de umidade do agregado miúdo, diferindo em apenas 0,01%. A amostra 1 apresentou cerca de 3% a mais de umidade se comparada as outras 2. Uma das causas desse efeito, é o local o qual o agregado foi retirado, apresentado mais umidade que os outros dois. 4.4. NBR NM 45 – DETERMINAÇÃO DA MASSA UNITÁRIA E DO VOLUME DE VAZIOS Os dados obtidos durante o ensaio, bem como as características do recipiente necessárias para a execução dos cálculos, estão presentes na tabela abaixo Tabela 8 - Dados coletados durante o ensaio Altura do recipiente (h) Diâmetro do recipiente (d) Massa do recipiente (mr) Massa do recipiente + agregado (mar) 26cm 25,2cm 1,24kg 20,80kg Fonte: Os autores (2020) 4.4.1. Determinação da Massa unitária A massa unitária, conforme define a norma, é a relação entre a massa do agregado utilizado e o volume desse recipiente. A massa unitária é um conceito necessário, uma vez que os agregados sempre apresentarão espaços vazios entre si. Sendo assim, a massa unitária dos agregados sempre varia entre 1300 à 1750kg/m³. Os cálculos foram realizados utilizando os dados coletados em aula e utilizando a fórmula descrita na norma: ρap = 𝑚𝑎𝑟−𝑚𝑟 𝑉 Onde: ρap é a massa unitária do agregado, em kg/m³; mar é a massa do recipiente + agregado, em kg; mr é a massa do recipiente vazio, em kg; V é o volume do balde. V = Π x r² x h V = Π x 0,126² x 0,26 V = 1,297x10-2 m³ V=12.968 cm³ Aplicando a fórmula, obtém-se: ρap = 20,80−1,24 1,297𝑋10^−2 ρap = 1508,096 kg/m³ 4.4.2. Determinação do índice de volume de vazios Segundo a norma, volume de vazios, é o espaçamento entre os grãos de uma determinada massa de agregado. Utilizando os dados registrados durante o ensaio e com o cálculo da massa unitária (realizado em 3.4), é possível determinar o índice de volume de vazios pela seguinte fórmula: Ev= 100[(d1ρw)−ρap] d1ρw Onde: Ev é o índice de volume de vazios nos agregados, em porcentagem; ρap é a massa unitária do agregado, em kg/m³ (calculada em 3.4.1) ρw é a massa especifica de água, em kg/m³. (998,54 à 18,3ºC) d1 é a massa especifica relativa do agregado seco, em kg/m³ (calculada em 3.1 de acordo com a NM 52) Aplicando a fórmula, obtém-se: Ev= 100[(2574,7 x 998,54)−1508,096] 2574,7 x 998,54 Ev = 99,94% 4.4.3. Conclusões do resultado A norma informa o procedimento através de três repetições, no entanto, para este ensaio, foi realizado apenas uma amostra. O valor de 1508,096 kg/m³ está dentro dos valores indicados nas bibliografias, que assume valores de 1300 à 1750kg/m³ para amassa unitária do agregado miúdo. O valor do índice de vazios não houve parâmetros para comparação uma vez que só foi realizado uma amostra. 4.5. NBR 6467 – DETERMINAÇÃO DO INCHAMENTO DE AGREGADO MIÚDO Segundo a norma, o inchamento do agregado miúdo é o fenômeno que se refere à variação do volume aparente, causado pela absorção de água pelos grãos do agregado, alterando, dessa forma, a massa unitária. 4.5.1. Teor de umidade O teor de umidade do agregado miúdo pode ser calculado pela seguinte fórmula: ℎ = 𝑚𝑖 − 𝑚𝑓 𝑚𝑓 − 𝑚𝑐 𝑥 100 Onde: h é o teor de umidade do agregado, em porcentagem; mi é a massa inicial da cápsula com o material em ensaio (ver 6.3), em gramas; mf é a massa após a secagem, da cápsula com o material em ensaio (ver 6.3), em gramas; mc é a massa da cápsula, em gramas. Tabela 9 - Teor de umidade do agregado miudo Mi - Agregado umido (g) Mf - agregado seco em estufa Mc- Massa da capsula (g) h - Teor de umidade (%) Capsula 1 18,96 18,8 5,5 0,000120301 Capsula 2 19,85 19,7 5,9 0,000108696 Capsula 3 21,96 21,4 5,6 0,00035443 Capsula 4 26,78 26,1 6,3 0,000343434 Capsula 5 20,73 19,8 6 0,000673913 Capsula 6 20,75 17,2 5,4 0,003008475 Capsula 7 18,16 15,9 5,6 0,002194175 Capsula 8 21,92 20,3 5,8 0,001117241 Fonte: Os autores (2020) 4.5.2. Inchamento O coeficiente de inchamento para cada valor de teor de umidade adicionado no agregado pode ser calculado pela seguinte fórmula: 𝑉ℎ 𝑉𝑠 = 𝑌ℎ 𝑌𝑠 𝑥 (100 + ℎ) 100 Onde: Vh é o volume do agregado com um determinado teor de umidade, em cm³; Vs é o volume do agregado seco, em cm³; Vh/Vs é o coeficiente de inchamento do agregado; Ys é a massa unitária do agregado seco, em cm³; Ys é a massa unitária do agregado com um determinado teor de umidade, em cm³. Os dados obtidos durante o ensaio, bem como os resultados do calculado efetuado utilizando a formula descrita acima, do coeficiente de inchamento estão dispostos na tabela abaixo: Tabela 10 - Tabela de cálculos de inchamento do agregado Massa do Recipiente = 1,24kg Volume do Recipiente = 12,968dm³ UMIDADE % ÁGUA ADICIONADA (g) MASSA REC. + AMOSTRA (kg) MASSA AMOSTRA (kg) MASSA UNITÁRIA (kg/dm³) Ys/Yh Vh/Vs 0 0 20,8 19,56 1,508328192 1 1 0,5 104 21,02 19,78 1,525293029 0,988877654 0,993822042 1 208 20,34 19,1 1,472856262 1,02408377 1,034324607 2 416 18,48 17,24 1,32942628 1,134570766 1,157262181 4 832 17,76 16,52 1,273904997 1,18401937 1,231380145 5 1040 17,82 16,58 1,278531771 1,17973462 1,238721351 7 1456 17,66 16,42 1,266193708 1,191230207 1,274616322 9 1872 18,06 16,82 1,297038865 1,162901308 1,267562426 12 2496 18,86 17,62 1,35872918 1,110102157 1,243314415 Fonte: Os autores (2020) Com os cálculos efetuados, é possível construir o gráfico da curva de inchamento. Cada agregado miúdo possui uma curva de inchamento própria. Essa curva é expressa em volume relativo em função do teor de umidade. O volume relativo do agregado constitui o aumento de volume devido ao aumento da umidade. Gráfico 1 - Curva de inchamento do agregado miudo Fonte: Os autores (2020) Traçando-se as retas é possível observar o valor de umidade crítica e calcular o coeficiente médio de inchamento. Umidade Crítica ≅ 4,8% 𝐶𝑜𝑒𝑓. 𝑑𝑒 𝑖𝑛𝑐ℎ𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑚é𝑑𝑖𝑜 = 1,288 + 1,239 2 𝑪𝒐𝒆𝒇. 𝒅𝒆 𝒊𝒏𝒄𝒉𝒂𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐 𝒎é𝒅𝒊𝒐 = 𝟏, 𝟐𝟔𝟑𝟓 4.5.3. Conclusões do resultado Conforme o cálculo para o teor de umidade podemos observar que o valor é menor do que o adicionado durante o ensaio. Deve-se levar em conta a composição do agregado miúdo em questão. Para o cálculo do coeficiente de inchamento, chegamos a conclusão de que com a adição de água, ocorre o aumento de volume da areia. No entanto, 0,98 1,03 1,08 1,13 1,18 1,23 1,28 1,33 0 2 4 6 8 10 12 14 V h /V s Teor de umidade - h (%) Curva de Inchamento s t u r B A depois de um certo teor de umidade, o agregado fica saturado e por isso não consegue absorver a água como anteriormente, e apresenta um valor de Vh/Vs constante. Para a curva de inchamento, é possível observar os valores de coeficientede inchamento médio e a umidade crítica. O valor de coeficiente médio foi obtido com um teor de umidade de cerca de 5,9%. O valor de umidade crítica ocorreu com cerca de 4,8%, após, o agregado não apresentou absorções de água em quantidade significativa. 4.6. NBR 53 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA, MASSA ESPECÍFICA APARENTE E ABSORÇÃO DE ÁGUA Com os dados obtidos durante o ensaio é possível calcular os valores de massa específica do agregado graúdo. Como mencionado anteriormente, o ensaio foi feito de forma empírica por não termos acesso a balança hidrostática e, por isso, não foi possível calcular a absorção de água. É possível calcular a massa específica do agregado pela seguinte fórmula: d = 𝑚 𝑉𝑖−𝑉𝑓 Onde: d: Massa especifica (g/cm³); Vi: volume da água, em cm³); Vf: volume do agregado + água, em cm³. Tabela 11 - Massa específica do agregado graúdo m - Massa do agregado graúdo (g) Vi - Volume inicial (água) Vf - Volume final (água + agregado) V - Volume de agregado d – densidade do agregado AMOSTRA 1 100g 200cm³ 238 cm³ 38cm³ 2,632g/cm³ AMOSTRA 2 100g 200cm³ 236 cm³ 36cm³ 2,778g/cm³ AMOSTRA 3 100g 200cm³ 238 cm³ 38cm³ 2,632g/cm³ MÉDIA - - - - 2,681g/cm³ Fonte: Os autores (2020) 4.6.1. Conclusões do resultado Através dos cálculos realizados e observações o valor de massa específica do agregado graúdo se mostrou bastante satisfatório. As três amostras apresentaram pouca diferenciação na variação de volume da água com a adição do agregado e, por isso, o resultado final dos valores da massa específica foram bem próximos. O resultado da amostra 1 e 3 foram iguais, já na amostra 3 a diferença foi muito pequena. O valor da média das massas especificas foi de 2,681 g/cm³ 4.7. NBR 9776 – DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA DE AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN Através dos dados obtidos durante o ensaio é possível calcular a massa específica do agregado miúdo, pela seguinte fórmula presente na norma: 𝛾 = 500 𝐿 − 200 Onde: L é a leitura do frasco (volume do conjunto água + agregado miúdo); γ Massa específica do agregado miúdo, em g/cm³. Foram realizadas 3 amostras para esse ensaio. Observou-se a mesma variação de volume para os 3. O valor de massa específica foi calculado utilizando a fórmula descrita acima: 𝛾 = 500 394 − 200 𝜸 = 𝟐, 𝟓𝟖𝒈/𝒄𝒎³ 4.7.1. Conclusões do resultado Conforme a Norma NBR 9776, os valores finais calculados da massa especifica do agregado não devem diferir em mais de 0,05g/cm³. Nas 3 amostras, a variação de volume apresentou-se a mesma e, por isso, o resultado final no cálculo da massa específica se manteve o mesmo (2,58g/cm³). Por isso, considera-se que o ensaio está dentro dos parâmetros indicados pela norma. 4.8. NBR 9775 – DETERMINAÇÃO DA UMIDADE SUPERFICIAL EM AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN Através dos ensaios realizados é possível obter o teor de umidade superficial do agregado miúdo pela seguinte fórmula, presente na norma: ℎ = 100[500 − (𝐿 − 200)γ γ(L − 700) h é umidade do agregado, em porcentagem; γ é a massa específica do agregado, em g/cm³ (determinado em 3.7) L é a leitura do agregado + água, em cm³; As 3 amostras realizadas durante o ensaio apresentaram os mesmos resultados. O valor da massa específica do agregado (γ) foi calculado em 3.7. ℎ = 100[500 − (394 − 200). 2,58 2,58(394 − 700) 𝒉 = 𝟎, 𝟎𝟔𝟓𝟖% 4.8.1. Conclusões do resultado Conforme a norma, o teor de umidade superficial deve ser calculado pela média dos dois resultados mais próximos registrados. Neste ensaio, como as 3 amostras apresentaram os mesmos valores de variação de volume, o cálculo da umidade mostra-se dentro do que diz a norma. 4.9. NBR NM 248 – DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA Por meio das análises e resultados obtidos durante o ensaio, é possível determinar a composição granulométrica do agregado miúdo em questão. Foi calculado a porcentagem media, retida e acumulada em cada peneira para 3 amostras, além de representar, graficamente, a curva granulométrica do agregado em questão. Com os resultados obtidos de porcentagem acumulada é possível calcular o módulo de finura. Quanto maior for o módulo de finura de um agregado, mais graúdo ele é. Esse dado pode ser obtido pela seguinte fórmula: 𝑀𝐹 = ∑retido acumulado(%) 100 Além disso, com as porcentagens de material retida é possível determinar o diâmetro máximo característico da amostra, sendo este, Abertura de malha da menor peneira a qual a porcentagem retida acumulada seja ≤ 5%. ➢ Amostra 1 A tabela a seguir representa os dados obtidos durante o ensaio, bem como os valores calculados de porcentagem média, retida e acumulada da amostra 1 Tabela 12 - Composição Granulométrica da amostra 1 PENEIRAS(mm) massa(g) % retida Retida Acumulada % acumulada FUNDO 0,8 0,2735978 0,8 0,273597811 0,075 7,2 2,4623803 8 2,735978112 0,15 113,1 38,679891 121,1 41,41586867 0,3 78,6 26,880985 199,7 68,29685363 0,6 38,6 13,201094 238,3 81,49794802 1,18 38,6 13,201094 276,9 94,69904241 2,36 14,5 4,9589603 291,4 99,65800274 4,75 1 0,3419973 292,4 100 ∑=292,4 ∑=488,5772914 Fonte: Os autores (2020) Com os dados calculados acima, é possível calcular o módulo de finura do agregado. Para a amostra 1 chegamos ao resultado de: 𝑀𝐹 = 488,577 100 𝑴𝑭 = 𝟒, 𝟖𝟖% Com as porcentagens da massa retida acumulada, temos que o Diâmetro Máximo Característico é 0,075mm para esta amostra. Abaixo está representada a curva granulométrica referente à amostra 1. No eixo x estão dispostos as malhas das peneiras e no eixo y as porcentagens retidas acumuladas de agregado miúdo. Gráfico 2 - Curva granulométrica da amostra 1 Fonte: Os autores (2020) ➢ Amostra 2 A tabela a seguir representa os dados obtidos durante o ensaio, bem como os valores calculados de porcentagem média, retida e acumulada da amostra 2. Tabela 13 - Composição Granulométrica da amostra 2 PENEIRAS(mm) massa(g) % retida Retida Acumulada (g) % acumulada FUNDO 0,8 0,267648 0,8 0,267648043 0,075 7,2 2,4088324 8 2,676480428 0,15 45,1 15,088658 53,1 17,76513884 0,3 113,1 37,838742 166,2 55,6038809 0,6 78,6 26,29642 244,8 81,9003011 1,18 38,6 12,914018 283,4 94,81431917 2,36 14,5 4,8511208 297,9 99,66543995 4,75 1 0,3345601 298,9 100 ∑=298,9 ∑=452,6932084 Fonte: Os autores (2020) -3 17 37 57 77 97 117 1 10 CURVA GRANULOMÉTRICA - AMOTRA 1 𝑀𝐹 = 452,693 100 𝑴𝑭 = 𝟒, 𝟓𝟐𝟕% Com as porcentagens da massa retida acumulada, temos que o Diâmetro Máximo Característico é 0,075mm para esta amostra. Abaixo está representada a curva granulométrica referente à amostra 2: Gráfico 3 - Curva granulométrica da amostra 2 Fonte: Os autores (2020) ➢ Amostra 3 A tabela a seguir representa os dados obtidos durante o ensaio, bem como os valores calculados de porcentagem média, retida e acumulada da amostra 3. Tabela 14 - Composição Granulométrica da amostra 3 0 20 40 60 80 100 120 1 10 CURVA GRANULOMÉTRICA - AMOSTRA 2 PENEIRAS(mm) massa(g) % retida Retida Acumulada (g) % acumulada FUNDO 0,5 0,1681803 0,8 0,168180289 0,075 4,1 1,3790784 4,9 1,547258661 0,15 17,1 5,7517659 22 7,299024554 0,3 113,4 38,14329 135,4 45,44231416 0,6 132,8 44,668685 268,2 90,11099899 1,18 21,2 7,1308443 289,4 97,24184326 2,36 7,7 2,5899765 297,1 99,83181971 4,75 0,5 0,1681803 297,6 100 ∑=297,3 ∑=441,6414396 Fonte: Os autores (2020) 𝑀𝐹 = 441,6414 100 𝑴𝑭 = 𝟒, 𝟒𝟏𝟔% Com as porcentagens da massa retida acumulada, temos que o Diâmetro Máximo Característico é 0,075mm para esta amostra. Abaixo está representada acurva granulométrica referente à amostra 2: Gráfico 4 - Curva granulométrica da amostra 3 Fonte: Os autores (2020) 4.9.1. Conclusões do resultado Com este ensaio foi possível obter os resultados referentes a composição granulométrica do agregado miúdo em questão, através da determinação da massa retida em cada malha de peneira e a massa retida acumulada, bem como sua devida porcentagem. Os módulos de finura determinados para as 3 amostras apresentaram um resultado bastante satisfatório comparando as 3, uma vez que foram bem próximos. Com relação a curva granulométrica, as curvas das 3 amostras tiveram um comportamento parecido. 4.10. NBR 11579: MB 3432 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA FINURA POR MEIO DA PENEIRA 75µM (Nº 200) Com os dados obtidos durante o ensaio, é possível calcular o Índice de Finura do cimento pela seguinte fórmula: 0 20 40 60 80 100 120 1 10 CURVA GRANULOMÉTRICA - AMOSTRA 3 𝐹 = 𝑅𝐶 𝑀 𝑋 100 Onde: F é o índice de finura do cimento, em porcentagem; R é o resíduo do cimento na peneira 75µm, em gramas; M é a massa inicial do cimento, em gramas; C é o fator de correção da peneira utilizada no ensaio (1,00). A finura do cimento é caracterizada pelo índice de finura, que é o material retido na peneira de 75µm, expresso em porcentagem de massa. Os valores obtidos durante o ensaio, bem como, os valores do índice de finura calculados de cada amostra estão dispostos na tabela abaixo: Tabela 15 - Cálculos do Módulo de Finura do cimento Portland M- Massa inicial (g) R – Resíduo na Peneira (g) C - Fator de Correção F - Índice de Finura (%) AMOSTRA 1 50,02 3,62 1 7,24 AMOSTRA 2 50 1,44 1 2,88 AMOSTRA 3 50,01 1,27 1 2,54 Fonte: Os autores (2020) 4.10.1. Conclusões do resultado Para este ensaio, a amostra 1 apresentou um valor de 7,24%, enquanto a amostra 2 e 3 apresentaram valores de 2,88 e 2,54, respectivamente. De acordo com a norma, os valores obtidos do índice de finura calculados utilizando a mesma amostra submetida ao ensaio pelo mesmo equipamento e mesmo operador não deverá ultrapassar 0,4%. Sendo assim, devemos descartar a amostra 1. A amostra 2 e 3 apresentaram valores dentro do limite aceitável pela norma, diferindo apenas 0,34%. 4.11. NBR NM 43 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA PASTA DE CONSISTÊNCIA NORMAL A massa do cimento utilizada para este ensaio foi de 300g e precisamos adicionar 96g de água para obter a consistência normal do cimento. Os valores de água que foram adicionados no ensaio nas duas tentativas estão compreendidos na tabela abaixo. Tabela 16 - Pasta de consistência normal do Cimento Portland Água adicionada (g) Água adicionada acumulada (g) Porcentagem de água adicionada 1ª adição 93 93 31% 2ª adição 3 96 1% Fonte: Os autores (2020) Para determinar a porcentagem de água necessária para a obtenção da consistência normal da pasta de cimento, deve-se utilizar a seguinte fórmula: 𝐴 = 𝑚𝑎 𝑚𝑐 𝑥 100 Onde Ma é a massa de água utilizada para a obtenção da consistência normal da pasta de cimento, em gramas; Mc é a massa de cimento utilizada no ensaio, em gramas; A é a porcentagem de água necessária para obter a consistência normal da pasta de cimento. Com os dados obtidos durante o ensaio e utilizando a fórmula descrita acima, temos o seguinte resultado: 𝐴 = 96 300 𝑥 100 𝑨 = 𝟑𝟐% 4.11.1. Conclusões do resultado Para este ensaio, foram realizadas duas tentativas. A primeira, o teor de água adicionado ultrapassou o necessário ou a pasta não foi corretamente misturada. Dessa forma não obtivemos o valor esperado para a consistência normal, pois a haste ultrapassou a marca de 6 ±1mm no aparelho de Vicat. Na segunda tentativa, o resultado obtido apresentou valores satisfatórios. O aparelho marcou, aproximadamente, 5,5mm com um teor de 32% de água, sendo adicionado 96mL em 300g de cimento. 4.12. NBR 12128 – GESSO PARA CONSTRUÇÃO – DETERMINAÇÃO DAS PROPRIEDADES FÍSICAS DA PASTA A consistência da pasta utilizada neste ensaio foi feita utilizando as seguintes quantidades de materiais: Tabela 17 - Quantidade de material utilizado no ensaio Massa de gesso Massa de água 300g 130g Fonte: Os autores (2020) 4.12.1. Consistência normal De acordo com a norma a consistência normal da pasta é a relação água/gesso, na qual é obtido uma fluidez adequada para a manipulação. O cálculo da consistência normal pode ser expresso pela seguinte fórmula 𝐶𝑁 = 𝑀𝑎 𝑀𝑔 Onde CN é a consistência da massa; Ma é massa de água adicionada, em gramas; Mg é a massa de gesso adicionada, em gramas. Aplicando a fórmula, temos o seguinte resultado: 𝐶𝑁 = 130 300 𝐶𝑁 = 0,4333 4.12.2. Tempo de pega O tempo de pega é registrado em dois momentos: início e fim de pega. O início de pega é o tempo decorrido a partir do momento em que o gesso entra em contato com a água, até quando a agulha não penetrar até o fundo da pasta, chegando a marca de 1mm. O fim de pega é o tempo decorrido desde o inicio da mistura até o momento em que a agulha não é mais capaz de penetrar a pasta, deixando apenas uma marca superficial. Com o ensaio, chegamos aos seguintes resultados de tempo de pega: Tabela 18 - Tempo de pega Início de pega Fim de pega 05’ 34’’ 06’ 02’’ Fonte: Os autores (2020) 4.12.3. Conclusões do resultado Levando em conta o valor de consistência normal encontrado para este ensaio, em 0,4333, está na média dos valores obtidos por pesquisadores na literatura, que varia de 0,44 à 0,48. (FERREIRA; SOUSA; CARNEIRO, 2019) Com relação ao tempo de pega, a NBR 13207 aplica as exigências físicas do gesso para a construção civil da seguinte forma. Tabela 19 - Classificação do gesso Classificação do gesso Tempo de pega (min) (NBR 12128 Início Fim Gesso fino para revestimento >10 >45 Gesso grosso para revestimento >10 >45 Gesso fino para fundição 4-10 20-45 Gesso grosso para fundição 4-10 20-45 FONTE: NBR 13207 – Gesso para Construção Civil De acordo com a tabela acima, comparando com os resultados obtidos neste ensaio, é possível perceber que o tempo de pega caracteriza o gesso estudado neste ensaio como gesso de fundição, uma vez que o tempo de inicio de pega está na faixa recomendada. 4.13. NBR 7215 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA CONSISTÊNCIA À COMPRESSÃO Até o momento em que este relatório está sendo feito, a analise de ruptura dos corpos de prova não foi efetuada. O resultado e as discussões sobre este ensaio estarão presentes no próximo relatório. 4.14. NBR NM 30 – AGREGADO MIÚDO – DETERMINAÇÃO DA ABSORÇÃO DE ÁGUA O cálculo da absorção de água desde ensaio é dado pela seguinte fórmula, presente na norma: A = 𝑚𝑠−𝑚 𝑚 x 100 Onde: A é a absorção de água, em porcentagem; ms é a massa ao ar da amostra na condição saturado superfície seca, em gramas; m é a massa da amostra seca em estufa, em gramas. Aplicando a fórmula de acordo com os dados obtidos durante o ensaio, temos que: A = 1000−969,9 969,9 x 100 A = 3,10% 4.14.1. Conclusões do resultado De acordo com a norma NM 30, a absorção é o processo pelo qual um liquido tende a ocupar os poros permeáveis de um corpo poroso. Nessa norma, ainda é considerado o aumento da massa do corpo poroso (agregado miúdo) devido a penetração da água em seus poros. Neste ensaio, apesar de ter sido feito de forma simplificada, chegamos ao resultado da absorção de água em 3,10% no agregado miúdo em questão. Dessa forma, o agregado perdeu 30,1g após ser submetido a secagem. 5. CONCLUSÃO Com a realização deste relatório foi possível obter conhecimentos importantes referentes aos agregados e aglomerantes queconstituem o concreto, uma das matérias-primas principais na construção civil. Através dos ensaios realizados foi possível compreender o comportamento dos agregados e dos aglomerantes, bem como suas características gerais. A escolha certa dos agregados e aglomerantes é de suma importância para a realização de uma obra. Suas vantagens abrangem desde o campo econômico até o técnico. Além disso, é de se esperar que a utilização de um produto que não atende os padrões estabelecidos pode trazer efeitos drásticos na execução de uma obra e, por isso, tomar conhecimento das características gerias dos constituintes do concreto se torna indispensável. A análise de cada uma das propriedades tem como objetivo nos dar as informações necessárias para se obter um concreto de maior qualidade e, consequentemente, maior resistência e durabilidade. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9775 - Agregados - Determinação da umidade superficial em agregados miudos por meio do frasco de Chapman. Rio de Janeiro. 1987. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9776: Agregados - Determinação da massa específica de agregados miúdos por meio do frasco Chapman. Rio de Janeiro. 1987. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9776: Agregados - Determinação da massa específica de agregados miúdos por meio do frasco de Chapman. Rio de Janeiro. 1987. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9939: Determinação do teor de umidade total, por secagem, em agregado graúdo. Rio de Janeiro. 1987. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. MB 3432: Cimento Portland - Determinação da finura por meio da peneira 75um (nº 200). Rio de Janeiro. 1991. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. MB 3469: Gesso para construção - Determinação das propriedades físicas da pasta. Rio de Janeiro. 1991. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13207: Gesso para construção civil. Rio de Janeiro. 1994. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7215: Cimento Portland - Determinação da resistência à compressão. Rio de Janeiro. 1996. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR NM 30 - Agregado miúdo - Determinação da absorção de água. Rio de Janeiro. 2001. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NM 52: Agregado Miúdo - Determinação de massa específica e massa específica aparente. Rio de Janeiro. 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR NM 248 - Agregados - Determinação da composição granulométrica. Rio de Janeiro. 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR NM 43: Cimento Portland - Determinação da pasta de consistência normal. Rio de Janeiro. 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR NM 46: Agregados - Determinação do material fino que passa através da peneira 75um, por lavagem. Rio de Janeiro. 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6467: Agregados - Determinação do inchamento de agregado miúdo - Método de ensaio. Rio de Janeiro. 2006. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR NM 45: Agregados – Determinação da massa unitária e do volume de vaios. Rio de Janeiro. 2006. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7211 - Agregados para concreto - Especificação. Rio de Janeiro. 2009. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NM 53: Agregado graúdo - Determinação de massa específica, massa específica aparente e absorção de água. Rio de Janeiro. 2009. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13207 - Gesso para construção civil. Rio de Janeiro. 2017. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12128: Gesso para construção civil — Determinação das propriedades físicas da pasta de gesso. Rio de Janeiro. 2019. FERREIRA, Fernanda Cavalcanti; SOUSA, José Getúlio Gomes de; CARNEIRO, Arnaldo Manoel Pereira. Caracterização mecânica do gesso para revestimento produzido no Polo Gesseiro do Araripe. Ambiente Construído, Porto Alegre, v. 19, n. 4, p. 207-221, out./dez. 2019. Disponível em < https://www.scielo.br/pdf/ac/v19n4/1678-8621-ac-19-04-0207.pdf> Acesso em: 03/10/2020