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Universidade de Contestado – Campus Mafra 
Departamento de Engenharia Civil 
Disciplina: Materiais de Construção Civil I – Aula prática 
Professora: Luana Cechin 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AULA PRÁTICA 
 
 
 
 
 
 
Equipe: 
Alan Gabriel Schitt 
Diego Batista 
Gabriel Alexandre Venturi 
Matheus Smangorzewski 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Mafra, 
2020 
AULA PRÁTICA 
 
ÍNDICE DE TABELAS 
Tabela 1 - Montagem das peneiras .................................................................. 25 
Tabela 2- Dados coletados durante o ensaio ................................................... 36 
Tabela 3 - Resultados massa específica aparente do agregado seco ............. 37 
Tabela 4 - Resultados massa específica do agregado saturado superfície seca
 ......................................................................................................................... 38 
Tabela 5 - Resultados massa específica .......................................................... 39 
Tabela 6 - Resultados do ensaio ...................................................................... 41 
Tabela 7 - Resultados do ensaio de teor de umidade por secagem ................ 42 
Tabela 8 - Dados coletados durante o ensaio .................................................. 45 
Tabela 9 - Teor de umidade do agregado miudo ............................................. 48 
Tabela 10 - Tabela de cálculos de inchamento do agregado ........................... 50 
Tabela 11 - Massa específica do agregado graúdo ......................................... 52 
Tabela 12 - Composição Granulométrica da amostra 1 ................................... 56 
Tabela 13 - Composição Granulométrica da amostra 2 ................................... 58 
Tabela 14 - Composição Granulométrica da amostra 3 ................................... 59 
Tabela 15 - Cálculos do Módulo de Finura do cimento Portland ...................... 62 
Tabela 16 - Pasta de consistência normal do Cimento Portland ...................... 63 
Tabela 17 - Quantidade de material utilizado no ensaio .................................. 65 
Tabela 18 - Tempo de pega ............................................................................. 66 
Tabela 19 - Classificação do gesso .................................................................. 67 
 
 
ÍNDICE DE GRÁFICOS 
Gráfico 1 - Curva de inchamento do agregado miudo ...................................... 51 
Gráfico 2 - Curva granulométrica da amostra 1 ................................................ 57 
Gráfico 3 - Curva granulométrica da amostra 2 ................................................ 59 
 
 
Gráfico 4 - Curva granulométrica da amostra 3 ................................................ 60 
 
ÍNDICE DE FIGURAS 
Figura 1 - Amostras no picnômetro .................................................................. 13 
Figura 2 - amostras secas após a lavagem ...................................................... 15 
Figura 3 - Secagem do agregado miúdo .......................................................... 16 
Figura 4 - Balde com seu volume completo de areia ....................................... 17 
Figura 5 - Golpeamento do agregado .............................................................. 19 
Figura 6 - Mistura do agregado miúdo com um determinado teor de umidade 20 
Figura 7 - Provetas com 200mL de água ......................................................... 21 
Figura 8 - proveta com água e agregado graúdo ............................................. 22 
Figura 9 - Leitura do frasco Chapman .............................................................. 23 
Figura 10 - Conjunto de peneiras no misturador mecânico .............................. 26 
Figura 11 - Material retido na peneira .............................................................. 27 
Figura 12 - Aparelho de Vicat ........................................................................... 29 
Figura 13 - Processo de ensaio com o aparelho de Vicat ................................ 30 
Figura 14 - Aparelho de Vicat ........................................................................... 31 
Figura 15 - Mistura e colocação do gesso no molde ........................................ 32 
Figura 16 - Momento em que o gesso iniciou o tempo de pega ....................... 32 
Figura 17 - Misturador mecânico ...................................................................... 34 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................... 8 
2. OBJETIVOS ............................................................................................................... 9 
2.1. NM 52 - AGREGADO MIÚDO - DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA E 
MASSA ESPECÍFICA APARENTE ............................................................................................................ 9 
2.2. NBR NM 46 – DETERMINAÇÃO DO MATERIAL FINO QUE PASSA ATRAVÉS 
DA PENEIRA 75µM, POR LAVAGEM ...................................................................................................... 9 
2.3. NBR 9939 – DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE TOTAL, POR 
SECAGEM, EM AGREGADO GRAÚDO ................................................................................................ 9 
2.4. NBR NM 45 – DETERMINAÇÃO DA MASSA UNITÁRIA E DO VOLUME DE 
VAZIOS 9 
2.5. NBR 6467 – DETERMINAÇÃO DO INCHAMENTO DE AGREGADO MIÚDO........ 10 
2.6. NBR 53 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA, MASSA ESPECÍFICA 
APARENTE E ABSORÇÃO DE ÁGUA .................................................................................................. 10 
2.7. NBR 9776 – DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA DE AGREGADOS 
MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN ........................................................................ 10 
2.8. NBR 9775 – DETERMINAÇÃO DA UMIDADE SUPERFICIAL EM AGREGADOS 
MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN ........................................................................ 10 
2.9. NBR NM 248 – DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA ......... 11 
2.10. NBR 11579: MB 3432 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA FINURA 
POR MEIO DA PENEIRA 75µM (Nº 200) ............................................................................................. 11 
2.11. NBR NM 43 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA PASTA DE 
CONSISTÊNCIA NORMAL .......................................................................................................................... 11 
2.12. NBR 12128 – GESSO PARA CONSTRUÇÃO – DETERMINAÇÃO DAS 
PROPRIEDADES FÍSICAS DA PASTA ................................................................................................. 11 
2.13. NBR 7215 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA CONSISTÊNCIA À 
COMPRESSÃO .................................................................................................................................................. 11 
2.14. NBR NM 30 – AGREGADO MIÚDO – DETERMINAÇÃO DA ABSORÇÃO 
DE ÁGUA 
 
3. MATERIAIS E MÉTODOS ..................................................................................... 12 
3.1. NM 52 - AGREGADO MIÚDO - DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA E 
MASSA ESPECÍFICA APARENTE .......................................................................................................... 12 
3.1.1. Materiais.................................................................................................................................................... 12 
3.1.2. Método ....................................................................................................................................................... 12 
 
 
3.2. NBR NM 46 – DETERMINAÇÃO DO MATERIAL FINO QUE PASSA ATRAVÉS 
DA PENEIRA 75µM, POR LAVAGEM .................................................................................................... 14 
3.2.1. Materiais....................................................................................................................................................14 
3.2.2. Método ....................................................................................................................................................... 14 
3.3. NBR 9939 – DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE TOTAL, POR 
SECAGEM, EM AGREGADO GRAÚDO .............................................................................................. 15 
3.3.1. Materiais.................................................................................................................................................... 15 
3.3.2. Método ....................................................................................................................................................... 15 
3.4. NBR NM 45 – DETERMINAÇÃO DA MASSA UNITÁRIA E DO VOLUME DE 
VAZIOS.. ................................................................................................................................................................ 16 
3.4.1.Materiais ..................................................................................................................................................... 16 
3.4.2. Método ....................................................................................................................................................... 17 
3.5. NBR 6467 – DETERMINAÇÃO DO INCHAMENTO DE AGREGADO MIÚDO........ 18 
3.5.1. Materiais.................................................................................................................................................... 18 
3.5.2. Método ....................................................................................................................................................... 19 
3.6. NBR 53 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA, MASSA ESPECÍFICA 
APARENTE E ABSORÇÃO DE ÁGUA .................................................................................................. 21 
3.6.1. Materiais.................................................................................................................................................... 21 
3.6.2. Método ....................................................................................................................................................... 21 
3.7. NBR 9776 – DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA DE AGREGADOS 
MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN ........................................................................ 22 
3.7.1. Materiais.................................................................................................................................................... 22 
3.7.2. Método ....................................................................................................................................................... 23 
3.8. NBR 9775 – DETERMINAÇÃO DA UMIDADE SUPERFICIAL EM AGREGADOS 
MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN ........................................................................ 24 
3.8.1. Materiais.................................................................................................................................................... 24 
3.8.2. Método ....................................................................................................................................................... 24 
3.9. NBR NM 248 – DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA ......... 24 
3.9.1. Materiais.................................................................................................................................................... 24 
3.9.2. Método ....................................................................................................................................................... 24 
3.10. NBR 11579: MB 3432 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA FINURA 
POR MEIO DA PENEIRA 75µM (Nº 200) ............................................................................................. 26 
3.10.1. Materiais ................................................................................................................................................. 26 
3.10.2. Método.. .................................................................................................................................................. 27 
3.11. NBR NM 43 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA PASTA DE 
CONSISTÊNCIA NORMAL .......................................................................................................................... 28 
3.11.1. Materiais ................................................................................................................................................. 28 
3.11.2. Método.. .................................................................................................................................................. 28 
 
 
3.12. NBR 12128 – GESSO PARA CONSTRUÇÃO – DETERMINAÇÃO DAS 
PROPRIEDADES FÍSICAS DA PASTA ................................................................................................. 30 
3.12.1. Materiais ................................................................................................................................................. 30 
3.12.2. Método.. .................................................................................................................................................. 31 
3.13. NBR 7215 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA CONSISTÊNCIA À 
COMPRESSÃO .................................................................................................................................................. 33 
3.13.1. Materiais ................................................................................................................................................. 33 
3.13.2. Método .................................................................................................................................................. 33 
3.14. NBR NM 30 – AGREGADO MIÚDO – DETERMINAÇÃO DA ABSORÇÃO 
DE ÁGUA 35 
3.14.1. Materiais ................................................................................................................................................. 35 
3.14.2. Método .................................................................................................................................................. 35 
4.RESULTADOS ......................................................................................................... 35 
4.1. NM 52 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA E MASSA ESPECÍFICA 
APARENTE .......................................................................................................................................................... 36 
4.1.1. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 40 
4.2. NBR NM 46 – DETERMINAÇÃO DO MATERIAL FINO QUE PASSA ATRAVÉS 
DA PENEIRA 75 µM, POR LAVAGEM .................................................................................................. 40 
4.2.1. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 41 
4.3. NBR 9939 – DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE TOTAL, POR 
SECAGEM, EM AGREGADO GRAÚDO .............................................................................................. 42 
4.3.1. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 44 
4.4. NBR NM 45 – DETERMINAÇÃO DA MASSA UNITÁRIA E DO VOLUME DE 
VAZIOS 44 
4.4.1. Determinação da Massa unitária .................................................................................................. 45 
4.4.2. Determinação do índice de volume de vazios ....................................................................... 46 
4.4.3. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 47 
4.5. NBR 6467 – DETERMINAÇÃO DO INCHAMENTODE AGREGADO MIÚDO........ 47 
4.5.1. Teor de umidade ................................................................................................................................... 47 
4.5.2. Inchamento .............................................................................................................................................. 49 
4.5.3. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 51 
4.6. NBR 53 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA, MASSA ESPECÍFICA 
APARENTE E ABSORÇÃO DE ÁGUA .................................................................................................. 52 
4.6.1. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 53 
4.7. NBR 9776 – DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA DE AGREGADOS 
MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN ........................................................................ 53 
4.7.1. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 54 
4.8. NBR 9775 – DETERMINAÇÃO DA UMIDADE SUPERFICIAL EM AGREGADOS 
MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN ........................................................................ 54 
4.8.1. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 55 
 
 
4.9. NBR NM 248 – DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA ......... 56 
4.9.1. Conclusões do resultado .................................................................................................................. 61 
4.10. NBR 11579: MB 3432 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA FINURA 
POR MEIO DA PENEIRA 75µM (Nº 200) ............................................................................................. 61 
4.10.1. Conclusões do resultado ............................................................................................................... 62 
4.11. NBR NM 43 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA PASTA DE 
CONSISTÊNCIA NORMAL .......................................................................................................................... 63 
4.11.1. Conclusões do resultado ............................................................................................................... 64 
4.12. NBR 12128 – GESSO PARA CONSTRUÇÃO – DETERMINAÇÃO DAS 
PROPRIEDADES FÍSICAS DA PASTA ................................................................................................. 64 
4.12.1. Consistência normal ......................................................................................................................... 65 
4.12.2. Tempo de pega ................................................................................................................................... 66 
4.12.3.Conclusões do resultado ................................................................................................................ 66 
4.13. NBR 7215 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA CONSISTÊNCIA À 
COMPRESSÃO .................................................................................................................................................. 67 
4.14. NBR NM 30 – AGREGADO MIÚDO – DETERMINAÇÃO DA ABSORÇÃO DE 
ÁGUA 67 
4.14.1. Conclusões do resultado ............................................................................................................... 68 
5. CONCLUSÃO .......................................................................................................... 68 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
O concreto é uma das principais matérias primas na área da construção 
civil. Em qualquer obra, seja lá qual for sua dimensão. Sendo assim, é 
imprescindível que o concreto utilizado seja de boa qualidade, afim de garantir 
resistência e durabilidade. 
A obtenção de um concreto de qualidade só é possível através da 
classificação e utilização de agregados e aglomerantes de qualidade, que 
respondem aos padrões exigidos e recomendados pelas normas. 
Este relatório reúne os diferentes tipos de ensaios de agregados e 
aglomerantes utilizados para a composição do concreto. Os ensaios foram 
realizados com base nas normas NM 52 (ABNT, 2002), NM 46 (ABNT,2001), 
NBR 9939 (ABNT, 1987), NBR NM 45 (ABNT,2006), NBR 6467 (ABNT, 2006), 
NBR 53 (ABNT, 2009), NBR 9776 (ABNT, 1987), NBR 9775 (ABNT, 1987), 
NBR NM 248 (ABNT,2001), NBR 11579: MB 3432 (ANBT, 1991), NBR NM 43 
(ABNT, 2003), NBR 12128: MB 3469 (ABNT, , 1991), NBR 7215 (ABNT, 1996). 
Para este relatório, é importante definir os conceitos principais sobre os 
materiais ensaiados. 
De acordo com a ABNT 7211:2009 os agregados são classificados, de 
acordo com as dimensões de suas partículas, em miúdos e graúdos. Os 
agregados miúdos são aqueles que possuem suas partículas passam pela 
peneira de 4,75mm. Já os agregados graúdos, ficam retidos na peneira 
4,75mm e passam pela peneira com abertura de malha 75mm. 
Os aglomerantes, por sua vez, têm a função de formar uma pasta que 
promove a união dos agregados que darão a composição de argamassas e 
concreto. No presente relatório, foram ensaiados o cimento Portland e o gesso 
para construção. 
 
 
2. OBJETIVOS 
O presente relatório reúne os diferentes ensaios realizados em laboratório e 
tem por objetivo mostrar os resultados e determinar as propriedades dos 
agregados e aglomerantes. É de suma importância conhecer as características, 
uma vez que essas influenciam diretamente na qualidade do concreto a ser 
usado em obra. 
 
2.1. NM 52 - AGREGADO MIÚDO - DETERMINAÇÃO DE MASSA 
ESPECÍFICA E MASSA ESPECÍFICA APARENTE 
Determinação da massa específica e da massa específica aparente dos 
agregados miúdos com a utilização do picnômetro. 
 
2.2. NBR NM 46 – DETERMINAÇÃO DO MATERIAL FINO QUE 
PASSA ATRAVÉS DA PENEIRA 75µM, POR LAVAGEM 
Determinação, por lavagem do agregado, a quantidade de material mais 
fino que a abertura de 75µm da peneira. Todas as partículas diferidas do 
agregado, como a argila, são solúveis em água, e por isso serão eliminadas 
durante o ensaio. 
 
2.3. NBR 9939 – DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE TOTAL, 
POR SECAGEM, EM AGREGADO GRAÚDO 
Esta norma aplica-se para a determinação da umidade total do agregado 
graúdo através de secagem. Como adaptação, o ensaio foi realizado utilizando 
o agregado miúdo (areia). 
 
2.4. NBR NM 45 – DETERMINAÇÃO DA MASSA UNITÁRIA E DO 
VOLUME DE VAZIOS 
 
 
Determinação da massa unitária e do volume de vazios de agregado miúdo. 
Método aplicado aos agregados com dimensão característica igual ou inferior a 
75mm. 
 
2.5. NBR 6467 – DETERMINAÇÃO DO INCHAMENTO DE 
AGREGADO MIÚDO 
Determinação do inchamento de agregados miúdos utilizados na 
composição do concreto por meio da aplicação de teores de umidade 
gradativos. Com os dados obtidos, é possível a construção da Curva de 
Inchamento do agregado em questão. 
 
2.6. NBR 53 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA, MASSA 
ESPECÍFICA APARENTE E ABSORÇÃO DE ÁGUA 
Determinação da massa específica e da massa específica aparente do 
agregado graúdo. Essa norma, ainda, estabelece o método para determinação 
do índice de absorção de água do agregado, no entanto, o laboratório não 
apresenta a balança hidrostática e, por isso, não foi apresentado neste 
relatório. 
 
2.7. NBR 9776 – DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA DE 
AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN 
Determinação da massa específica do agregado miúdo (areia) destinado ao 
concreto, através da utilização do frasco de Chapman. 
 
2.8. NBR 9775 – DETERMINAÇÃO DA UMIDADE SUPERFICIAL EM 
AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN 
Determinação da umidade superficial do agregado miúdo (areia) destinado 
ao concreto, utilizando o frasco de Chapman. 
 
 
 
2.9.NBR NM 248 – DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO 
GRANULOMÉTRICA 
Determinação da composição granulométrica do agregado miúdo (areia) 
através do uso do conjunto da série normal de peneiras, incluindo uma da série 
intermediaria. 
 
2.10. NBR 11579: MB 3432 – CIMENTO PORTLAND – 
DETERMINAÇÃO DA FINURA POR MEIO DA PENEIRA 75µM (Nº 200) 
Determinação, através da utilização da peneira 75µm, da finura do 
aglomerante Cimento Portland. O procedimento realizado neste ensaio foi feito 
com peneiramento manual. É determinada a porcentagem da massa de grãos 
maiores que 75µm. 
 
2.11. NBR NM 43 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA 
PASTA DE CONSISTÊNCIA NORMAL 
Esta norma prescreve o método de determinação da consistência normal da 
pasta de cimento Portland com a utilização do aparelho de Vicat. 
 
2.12. NBR 12128 – GESSO PARA CONSTRUÇÃO – DETERMINAÇÃO 
DAS PROPRIEDADES FÍSICAS DA PASTA 
Esta norma tem como objetivo determinar a consistência normal e o tempo 
de início de pega e fim de pega do gesso de construção com a utilização do 
aparelho de Vicat. 
 
2.13. NBR 7215 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA 
CONSISTÊNCIA À COMPRESSÃO 
 
 
Esta norma prescreve o método da determinação da resistência à 
compressão do cimento Portland através da utilização de um molde cilíndrico. 
 
2.14. NBR NM 30 – AGREGADO MIÚDO – DETERMINAÇÃO DA 
ABSORÇÃO DE ÁGUA 
Determinação da absorção de água pelo agregado miúdo, quando 
submetido a condição saturado superfície seca, destinado a compor o 
concreto. 
3. MATERIAIS E MÉTODOS 
 
3.1. NM 52 - AGREGADO MIÚDO - DETERMINAÇÃO DE MASSA 
ESPECÍFICA E MASSA ESPECÍFICA APARENTE 
 
3.1.1. Materiais 
 
• Balança de precisão 
• Frasco Aferido (Picnômetro) 
• Agregado miúdo 
• Água 
• Recipiente metálico 
• Capsula 
• Estufa 
 
3.1.2. Método 
Os preparativos do agregado miúdo foram realizados antecipadamente, 
conforme dita a norma, pela equipe do laboratório e disponibilizado para os 
alunos. 
Com o recipiente metálico sobre a balança, taramos 10g de amostra do 
agregado miúdo. Registramos a massa do picnômetro vazio e colocamos o 
agregado miúdo. Após, adicionamos água até o topo. Afim de remover as 
 
 
bolhas de ar, o picnômetro foi agitado e ficou por cerca de 30 minutos 
repousando até que todos os resquícios de ar fossem eliminados. Por fim, 
novamente foi completado com água e registrado a massa do conjunto (água + 
agregado miúdo). A amostra foi alocada em uma capsula e secada na estufa 
pela equipe do laboratório. Com a amostra seca, foi registrado a massa final do 
conjunto. 
 
Foram preparadas 3 amostras utilizando do mesmo método descrito na 
norma (Figura 1). 
 
 
 
 
Figura 1 - Amostras no picnômetro 
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
 
3.2. NBR NM 46 – DETERMINAÇÃO DO MATERIAL FINO QUE 
PASSA ATRAVÉS DA PENEIRA 75µM, POR LAVAGEM 
 
 
 
3.2.1. Materiais 
 
• Balança 
• Peneiras 
• Recipiente 
• Estufa 
 
 
3.2.2. Método 
O procedimento de preparo do agregado para ser feito o ensaio, conforme 
as normas, foi realizado pela equipe do laboratório. 
Para dar início ao ensaio, taramos 500g de agregado miúdo. Colocamos 
essa amostra. Colocamos a amostra em um recipiente com água, de forma que 
ficasse totalmente imerso. Agitamos para que houvesse a separação das 
partículas mais finas. Após, depositamos o conteúdo na peneira 75µm e 
realizamos o procedimento de lavagem. Esse procedimento foi realizado até 
que a água apresentasse, de forma contínua, uma coloração limpa e clara. A 
amostra foi alocada em um recipiente e posto para secar na estufa (Figura 2). 
Determinamos novamente a massa do agregado após o ensaio. 
 
 
 
Figura 2 - amostras secas após a lavagem 
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
3.3. NBR 9939 – DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE TOTAL, 
POR SECAGEM, EM AGREGADO GRAÚDO 
 
3.3.1. Materiais 
 
• Balança 
• Estufa ou fonte de calor 
• Recipiente de material resistente ao calor 
• Haste de mistura 
 
3.3.2. Método 
 
 
 
O procedimento de preparo do agregado para ser feito o ensaio foi 
realizado antecipadamente pela equipe do laboratório. Para a execução do 
ensaio através da norma, que trata de agregado graúdo, adaptamos para 
utilizar o agregado miúdo (areia). 
Inicialmente, pesamos a amostra de agregado miúdo a ser secada (Mi). E 
após, iniciamos o processo de secagem (Figura 3) seguido da pesagem. Com 
o aquecimento, a amostra tende a perder umidade. O aquecimento do 
agregado deve ser repetido até que a massa do agregado se mantenha 
constante (Mf). Cada período de aquecimento durou cerca de 20 minutos. 
Figura 3 - Secagem do agregado miúdo 
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
3.4. NBR NM 45 – DETERMINAÇÃO DA MASSA UNITÁRIA E DO 
VOLUME DE VAZIOS 
 
3.4.1. Materiais 
 
 
 
• Balança 
• Haste de adensamento 
• Recipiente 
• Placa de calibração 
• Estufa 
 
3.4.2. Método 
 
O procedimento de preparo do agregado para ser feito o ensaio, conforme 
as normas, foi realizado pela equipe do laboratório. 
A norma do ensaio, classifica em três procedimentos conforme a amostra 
que será utilizada. O procedimento “A”, que foi utilizado neste ensaio, deve ser 
feito quando os agregados têm dimensão máxima de 37,5mm ou menor. 
Conforme a norma, para dar início ao ensaio, registramos a massa do balde 
vazio. Em seguida, depositamos cerca de 1/3 da capacidade do balde com o 
agregado miúdo, e realizamos 25 golpes com a haste de adensamento. 
Adicionamos mais agregado até a marca de 2/3 do balde e golpeamos 25 
vezes. Por fim, completamos o balde com o agregado e golpeamos 25 vezes, 
tomando o cuidado para a haste não tocar o fundo do balde, nem ultrapassar o 
limite da última camada. Nivelamos o excesso de agregado, deixando-o raso 
com a borda do balde (Figura 4) e registramos a massa do conjunto. 
 
 
 
Figura 4 - Balde com seu volume completo de areia 
 
 
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
3.5. NBR 6467 – DETERMINAÇÃO DO INCHAMENTO DE 
AGREGADO MIÚDO 
 
3.5.1. Materiais 
 
• Balança 
• Recipiente (balde) 
• Pá ou concha 
• Régua rígida 
 
 
• Estufa 
• 10 Cápsulas 
• Proveta 
• Haste de adensamento 
 
3.5.2. Método 
A preparação da amostra para a realização do ensaio foi realizada 
antecipadamente pela equipe do laboratório, conforme as normas ABNT 
NBR NM 26 e ABNT NBR NM 27. 
Para dar início ao ensaio, depositamos o agregado miúdo seco no balde 
em três camadas, utilizamos a haste de adensamento no final de cada 
camada, golpeando o agregado 25 vezes (Figura 5) e registramos a massa. 
Após a primeira pesagem, adicionamos água no agregado com um teor de 
umidade de 0,5%, misturamos até ficar homogêneo (Figura 6), registramos 
a massa e coletamos uma amostra em uma das capsulas. O procedimento 
anterior deve ser realizado sucessivas vezes, afim de adicionar os 
seguintes teores de umidade: 1%; 2%; 4%; 5%; 7%; 9% e 12%. 
Registramos a massa de cada uma das cápsulas e colocamos para secar 
na estufa. Após a secagem, registramos novamente a massa das cápsulas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 5 - Golpeamento do agregado 
 
 
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
Figura 6 - Mistura do agregado miúdo com um determinado teor de umidade 
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
 
3.6. NBR 53 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA, MASSA 
ESPECÍFICA APARENTE E ABSORÇÃO DE ÁGUA 
 
3.6.1. Materiais 
• Balança 
• Proveta 
• Agregado graúdo 
• Água 
 
3.6.2. Método 
 
Para dar início ao ensaio, pesamos 100g de agregado graúdo (brita). 
Adicionamos 200mL de água em uma proveta (Figura 7) e, em seguida, 
depositamos as 100g do agregado (Figura 8). Realizamos a leitura da 
marcação da proveta. 
Figura 7 - Provetas com 200mL de água 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
Figura 8 - proveta com água e agregado graúdo
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
3.7. NBR 9776 – DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA DE 
AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DOFRASCO DE CHAPMAN 
 
3.7.1. Materiais 
 
• Balança com precisão 1g a 100g 
• Frasco de Chapman com volume de 450ml 
• Agregado miúdo 
• Água 
 
 
 
3.7.2. Método 
 
Começamos adicionamos 200mL de água limpa em um dos frascos, 
esperamos a água se manter em repouso e suas gotas internas escorrerem 
totalmente. Utilizamos um funil para depositar 500g de areia úmida. Após, 
agitamos o frasco para a retirada das bolhas de oxigênio presentes no 
conjunto. Assim, fizemos a leitura do nível atingido pela água no gargalo, 
possibilitando sabermos o volume o qual a areia ocupou. (Figura 9) 
 
Figura 9 - Leitura do frasco Chapman
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
 
 
3.8. NBR 9775 – DETERMINAÇÃO DA UMIDADE SUPERFICIAL EM 
AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN 
 
3.8.1. Materiais 
 
• Balança com precisão 1g a 100g 
• Frasco de Chapman com volume de 450ml 
• Agregado miúdo 
• Água 
 
3.8.2. Método 
Este ensaio foi realizado em conjunto com a NBR 9775 (Conforme 2.7). O 
método de ensaio de ambos é o mesmo. 
 
3.9. NBR NM 248 – DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO 
GRANULOMÉTRICA 
 
3.9.1. Materiais 
 
• Peneiras das séries normal ou intermediária; 
• Agitador Mecânico 
• Estufa 
• Bandejas 
• Escova ou pincel 
• Fundo avulso de peneira 
 
3.9.2. Método 
A preparação da amostragem do agregado miúdo foi previamente 
preparada pela equipe do laboratório, conforme a norma NM 26, e 
disponibilizada para os alunos. 
 
 
Para dar início ao ensaio, encaixamos as peneiras conforme dita a norma. 
Utilizamos as peneiras da série normal dispostas da seguinte forma, de baixo 
para cima: (Tabela 1) 
Tabela 1 - Montagem das peneiras 
FUNDO 
75 µm 
150 µm 
300 µm 
600 µm 
1,18 mm 
2,36 mm 
4,75 mm 
 
 Depositamos 300g de agregado miúdo sobre o conjunto de peneiras e o 
alocamos no agitador mecânico por 4 minutos, afim de permitir que todos os 
grãos do agregado fossem separados conforme os tamanhos (Figura 10). 
Determinamos a massa de agregado retido em cada uma das peneiras. Com 
esses dados, é possível calcular a composição granulométrica do agregado 
utilizado. 
 O procedimento acima citado foi repetido 3 vezes. 
 
 
Figura 10 - Conjunto de peneiras no misturador mecânico
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
3.10. NBR 11579: MB 3432 – CIMENTO PORTLAND – 
DETERMINAÇÃO DA FINURA POR MEIO DA PENEIRA 75µM (Nº 200) 
 
3.10.1. Materiais 
• Balança 
• Peneira 75µm 
• Fundo 
• Tampa 
• Cronômetro 
 
 
 
3.10.2. Método 
Para dar início ao ensaio, o conjunto da peneira deve estar totalmente limpo 
e seco para evitar que os resquícios atrapalhem no resultado final. Registramos 
a massa do cimento Portland antes do peneiramento. Montamos o conjunto de 
peneiras e depositamos o cimento sobre a tela da peneira. O primeiro 
peneiramento ocorreu durante 5 minutos. Descartamos o que passou pela 
peneira e ficou no fundo. Após, peneiramos continuamente durante 20 minutos. 
O resíduo que ficou no fundo foi descartado novamente e peneiramos, pela 
última vez, por mais 60 segundos. O resíduo que ficou no fundo não deve 
ultrapassar 0,05g. Registramos a massa do material que ficou retido na peneira 
(Figura 11) 
Figura 11 - Material retido na peneira
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
 
O procedimento foi realizado através de três tentativas. 
 
3.11. NBR NM 43 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA 
PASTA DE CONSISTÊNCIA NORMAL 
 
3.11.1. Materiais 
 
• Aparelho de Vicat 
• Balança 
• Espátula 
• Molde 
• Cronometro 
• Proveta 
• Água 
• Cimento Portland 
 
3.11.2. Método 
 
Primeiramente, o aparelho de Vicat (Figura 12) deve estar devidamente 
equilibrado. Pesamos 300g de cimento Portland para realizar a mistura. 
Primeiramente, adicionamos um teor de água de 31%, que resultou em 93mL. 
Misturamos bem o cimento com a água e colocamos no molde. Rasamos a 
superfície do molde e colocamos abaixo da haste do aparelho de Vicat. 
Soltamos a haste e visualizamos a marcação do aparelho após 30 segundos 
(Figura 13). Ao final do tempo de 30 segundos, a marcação do aparelho deve 
mostrar 6 ±1mm, de acordo com a norma. Caso não seja alcançado esse valor, 
deve-se adicionar mais água por tentativas. Como na primeira tentativa 
obtivemos o valor de 17mm, adicionamos mais 3mL de água, correspondente a 
1% da massa do cimento. Repetimos o procedimento com o aparelho de Vicat 
e obtivemos a marcação desejada de 5,5mm. 
 
 
Figura 12 - Aparelho de Vicat 
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
 
Figura 13 - Processo de ensaio com o aparelho de Vicat
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
3.12. NBR 12128 – GESSO PARA CONSTRUÇÃO – DETERMINAÇÃO 
DAS PROPRIEDADES FÍSICAS DA PASTA 
 
3.12.1. Materiais 
• Aparelho de Vicat (Figura 14) 
• Molde 
• Cronometro 
• Gesso para construção 
• Base (placa de vidro) 
• Agulhas removíveis 
 
 
 
 
 
 
Figura 14 - Aparelho de Vicat 
 
Fonte: NBR 12128 
 
 
3.12.2. Método 
Para dar início ao ensaio o aparelho de Vicat deve estar devidamente 
calibrado. Registramos a massa de 300g de gesso, tomamos o cuidado para 
que o material não apresentasse torrões. Com o cronômetro em mãos e com o 
aparelho de Vicat preparado, adicionamos 130mL de água ao gesso e 
começamos a contagem do tempo de pega. Misturamos bem e colocamos no 
molde (Figura 15), posicionando-o abaixo da agulha do aparelho. Soltando a 
haste repetidas vezes em lugares diferentes. O tempo de pega deve ser 
registrado quando a marcação do aparelho alcançar a marca de 1mm pela 
primeira vez (Figura 16). 
Logo após que alcançamos essa marca, registramos o tempo e, 
rapidamente, trocamos a agulha do aparelho para registrar o tempo de fim de 
pega, que é quando a outra agulha não penetra no gesso. 
 
 
Figura 15 - Mistura e colocação do gesso no molde
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
Figura 16 - Momento em que o gesso iniciou o tempo de pega 
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
 
 
 
3.13. NBR 7215 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA 
CONSISTÊNCIA À COMPRESSÃO 
 
3.13.1. Materiais 
 
• Balança 
• Misturador mecânico 
• Molde 
• Soquete 
• Máquina de ensaio de compressão 
• Agregado miúdo (areia 
• Água 
• Cimento Portland 
• Material de Vedação 
• Óleo 
 
3.13.2. Método 
 
Para dar início ao ensaio separamos as quantidades de material necessária 
em suas devidas proporções: 
• 624g de Cimento Portland 
• 300g de água 
• 1872g de agregado miúdo (areia) 
Inicialmente, colocamos na cuba do misturador mecânico toda a quantidade 
de água e cimento (Figura 17). Registramos a hora em que o cimento foi 
 
 
colocado em contato com a água. Ligamos o misturador na velocidade baixa 
por 30s. Em seguida, adicionamos a areia gradativamente durante 30s. 
Mudamos a velocidade do misturador para alta e deixamos por mais 30s. Após, 
deixamos a mistura em repouso por 1:30s e retiramos a argamassa que ficou 
aderida á parede da cuba. Logo após o intervalo de repouso, ligamos 
novamente o misturador na velocidade alta por mais 1 min. 
Figura 17 - Misturador mecânico
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
Para a moldagem dos corpos de prova preparamos os moldes com o 
material de vedação e untamos com óleo. 
Logo após a mistura, rapidamente iniciamos o preparo do molde. 
Colocamos em 4 camadas e em cada uma delas efetuamos 30 golpes com o 
auxílio do soquete. Finalizamos o molde rasando a sua superfície com uma 
espátula. Preparamos 4 moldes para este ensaio. Estes ficaram em cura inicial 
ao ar por aproximadamente 4 dias. 
 
 
No quarto dia, retiramos os corpos de prova dos moldes e colocamos no 
tanque para a cura final em água. 
O procedimento de ruptura dos corpos de prova, até o momento em que 
este relatório está sendo escrito, não foi realizado. 
 
3.14. NBR NM 30 – AGREGADO MIÚDO – DETERMINAÇÃO DA 
ABSORÇÃO DE ÁGUA 
 
3.14.1. Materiais 
• Balança 
• Molde tronco-cônico 
• Bandeja metálica 
• Estufa 
• Espátula de aço 
• Haste decompactação 
 
3.14.2. Método 
Inicialmente, registramos a massa de 1kg de agregado miúdo e 
depositamos na forma metálica. A equipe do laboratório realizou o 
procedimento de cobrir o material presente na forma com água, seguido da 
secagem. 
Passado o tempo de secagem, colocamos o agregado miúdo no molde e 
aplicamos, suavemente, 25 golpes de forma uniforme. Ao retirar o molde, 
notamos que o agregado não apresentou umidade superficial, estando na 
condição de saturado superfície seca, uma vez que não conservou o formato 
do molde. Registramos a massa do agregado ensaiado após a secagem. 
Este ensaio não foi possível ser realizado da maneira como descreve a 
norma uma vez que é necessário realizar o procedimento de moldagem e 
secagem sucessivas vezes durante alguns dias até que se perceba que o 
agregado chegou na condição de saturado superfície seca. Visto que não 
estamos aptos a frequentar o local todos os dias, a moldagem só foi feita uma 
única vez após 18 dias. 
4. RESULTADOS 
 
 
 
4.1. NM 52 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA E MASSA 
ESPECÍFICA APARENTE 
Os cálculos foram realizados utilizando os dados coletados em aula e 
utilizando as fórmulas descritas na norma. 
Tabela 2- Dados coletados durante o ensaio 
 Massa 
Picnômetro 
(g) 
Picnômetro 
+ água (g) 
Picnômetro 
+ Agregado 
(g) 
Picnômetro 
+ Agregado 
+ Água (g) 
Agregado 
seco em 
estufa 
AMOSTRA 1 31,5 87,9 41,2 93,5 9,8g 
AMOSTRA 2 33,3 82,0 43,3 88,0 9,7g 
AMOSTRA 3 35,4 84,1 45,4 90,3 10,1g 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
➢ Massa específica aparente do agregado seco: 
Massa específica aparente, de acordo com a NM 52:2002: “É a relação 
entre a massa do agregado seco e seu volume, incluindo os poros 
permeáveis.” Pode ser calculada pela seguinte fórmula: 
 
d1 =
m
V−V𝑎
 
 
Onde: 
d1 é a massa específica aparente do agregado seco, em gramas por 
centímetro cúbico; 
m é massa da amostra seca em estufa, em gramas; 
 
 
V é o volume do frasco em centímetros cúbicos; 
Vaé o volume de água que foi adicionado ao frasco em centímetros cúbicos, 
determinado pela seguinte fórmula: 
 
Va=
𝑚2−𝑚1
Pa
 
 Onde: 
m1 é a massa do conjunto (frasco + agregado), em gramas; 
m2 é a massa total (frasco + agregado + água); 
Pa é a massa específica da água, em gramas por centímetro cúbico. 
 
Tabela 3 - Resultados massa específica aparente do agregado seco 
 V – Volume 
do Frasco 
(cm³) 
Va – Volume 
de água 
adicionada 
(cm³) 
m – Massa 
Agregado 
seco em 
estufa (g) 
d1 – Massa 
Específica 
Aparente agr. 
Seco (g/cm³) 
AMOSTRA 1 56,4 52,3 9,8g 2,3902 
AMOSTRA 2 48,7 44,7 9,7g 2,4250 
AMOSTRA 3 48,7 44,9 10,1g 2,6579 
MÉDIA - - - 2,4910 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 De acordo com a norma, o valor da massa específica deve ser levado 
em conta a média dos valores de massa especifica de cada amostra. O 
 
 
resultado final obtido dessa média foi de 2,4910g/cm³. Sendo este valor, 
próximo ao que se é estabelecido para o agregado miúdo em questão (areia). 
 
➢ Massa específica do agregado saturado superfície seca 
Agregado saturado superfície seca, de acordo com a NM 52:2002: “São 
as partículas de agregado que culminaram suas possibilidades de absorver 
água e mantém a superfície seca.” 
Massa específica, de acordo com a NM 52:2002: “É a relação entre a 
massa do agregado seco e seu volume, excluindo os poros permeáveis.” Pode 
ser calculada pela seguinte fórmula: 
 
d2 =
ms
V−V𝑎
 
Onde: 
d2 é a massa específica do agregado saturado superfície seca, em gramas por 
centímetro cúbico; 
ms é a massa da amostra saturada superfície seca. 
V é o volume do frasco, em centímetros cúbicos; 
Va é o volume de água adicionado no frasco. 
Tabela 4 - Resultados massa específica do agregado saturado superfície seca 
 V – Volume 
do Frasco 
(cm³) 
Va – Volume 
de água 
adicionada 
(cm³) 
ms – Massa 
Agregado 
Saturado 
Sup. Seca 
 (g) 
d2 – Massa 
Específica 
Agr. Satur. 
Superfície 
Seca (g) 
AMOSTRA 1 56,4 52,3 10g 2,4390 
 
 
AMOSTRA 2 48,7 44,7 10g 2,5 
AMOSTRA 3 48,7 44,9 10g 2,6316 
MÉDIA - - - 2,5235 
Fonte: Os autores (2020) 
 
O valor obtido da média entre os cálculos da massa específica do 
agregado saturado superfície seca nos deu o resultado de 2,5235g/cm³. 
➢ Massa específica 
Nesta etapa, é apresentado o calculo da massa específica das amostras 
secas em estufa. Pode ser calculada pela seguinte fórmula: 
 
d3 =
𝑚
(𝑉−𝑉𝑎)−
(𝑚𝑠−𝑚)
𝑃𝑎
 
Onde: 
d3 é a massa especifica do agregado, em gramas por centímetro cúbico; 
m é massa da amostra seca em estufa, em gramas; 
V é o volume do frasco, em centímetros cúbicos; 
Va é o volume de água adicionado no frasco. 
Ms é a massa da amostra saturada superfície seca. 
Pa é a massa específica da água, em gramas por centímetro cúbico. (1,00 
g/cm³) 
 
Tabela 5 - Resultados massa específica 
 
 
 V – 
Volume 
do 
Frasco 
(cm³) 
Va – 
Volume de 
água 
adicionada 
(cm³) 
ms – 
Massa 
Agregado 
Saturado 
Sup. 
Seca(g) 
m – 
Massa 
Agregado 
seco em 
estufa (g) 
d3 – 
Massa 
específica 
do 
agregado 
(g/cm³) 
AMOSTRA 1 56,4 52,3 10g 9,8g 2,5128 
AMOSTRA 2 48,7 44,7 10g 9,7g 2,6216 
AMOSTRA 3 48,7 44,9 10g 10,1g 2,5897 
MÉDIA - - - - 2,5747 
Fonte: Os autores (2020) 
 
A média entre os valores calculados de massa específica das 3 amostras 
nos deu o resultado de 2,5747g/cm³. 
 
4.1.1. Conclusões do resultado 
Conforme estabelecido na norma, os valores calculados em cada amostra, 
utilizando o mesmo agregado não deve diferir em 0,02g/cm³. No entanto, 
alguns resultados apresentaram discrepâncias com relação ao que se é 
recomendado. No entanto, os valores finais resultado da média entre cada uma 
das amostras mostrou-se próximo ao adequado dos valores pré-estabelecido 
do agregado miúdo (areia). 
 
 
 
4.2. NBR NM 46 – DETERMINAÇÃO DO MATERIAL FINO QUE 
PASSA ATRAVÉS DA PENEIRA 75 µM, POR LAVAGEM 
Os cálculos foram realizados utilizando os dados coletados em aula e 
utilizando a fórmula descrita na norma: 
 
 
m = 
𝑚𝑖−𝑚𝑓
𝑚𝑖
 x 100 
Onde: 
m é a porcentagem do material mais fino que a peneira 75µm por lavagem; 
mi é a massa original da amostra, em gramas; 
mf é a massa da amostra seca após a lavagem. 
 
O valor final da porcentagem do material mais fino que a peneira 75µm, 
segundo a norma, deve ser a média aritmética das duas porcentagens mais 
próximas obtidas comparando as três amostras. Nesse caso, a amostra 1 e 2 
tiveram os valores mais próximos. 
Tabela 6 - Resultados do ensaio 
 Mi – Massa 
original da 
amostra (g) 
mf – Massa 
seca após 
lavagem (g) 
m – 
porcentagem 
de material 
mais fino que a 
peneira 75µm 
AMOSTRA 1 500 473,3 5,34% 
AMOSTRA 2 500 473,5 5,30% 
AMOSTRA 3 500 464,8 7,04% 
MÉDIA DOS DOIS RESULTADOS 
MAIS PRÓXIMOS 
 5,32% 
Fonte: Os autores (2020) 
 
4.2.1. Conclusões do resultado 
Através do resultado obtido nos cálculos da porcentagem do material mais 
fino que a peneira 75µm, foi possível observar que houve uma maior diferença 
 
 
na amostra 3. Conforme a norma, para os agregados miúdos, a diferença não 
deve ser maior que 0,5%. Os valores obtidos referente a amostra 1 e 2 
obtivemos resultado dentro dos parâmetros, diferindo apenas 0,04%. 
A norma estabelece ainda, que o resultado final deve ser obtido entre a 
média dos dois valores mais próximos. Obtivemos então, o valor de 5,32% de 
material mais fino que a peneira de 75µm do agregado miúdo em questão. 
 
4.3. NBR 9939 – DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE TOTAL, 
POR SECAGEM, EM AGREGADO GRAÚDO 
De acordo com a norma, o teor de umidade total é a relação, em 
porcentagem, entre a massa total de água presente na superfície e 
preenche os poros permeáveis do agregado e a massa do agregado seco. 
Os cálculos foram realizados utilizando os dados coletados em aula e 
utilizando a fórmula descrita na norma: 
 
h = 
𝑀𝑢−𝑀𝑠
𝑀𝑢
 x 100 
Onde: 
hé o teor de umidade total, em %; 
um é a massa inicial da amostra úmida, em gramas; 
ms é a massa final da amostra seca, em gramas. 
 
 
Tabela 7 - Resultados do ensaio de teor de umidade por secagem 
 mu - 
Amostra 
úmida (g) 
1ª 
Pesagem 
(g) 
2ª 
Pesagem 
(g) 
3ª 
Pesagem 
(g) 
ms - 4ª 
Pesagem 
(g) 
Ma- 
Massa 
perdida 
Teor de 
umidade 
(%) 
 
 
(g) 
AMOSTRA 1 763,5 742,3 737,8 737,6 737,6 25,9 3,51% 
AMOSTRA 2 380,0 378,0 378,0 378,2 377,9 2,1 0,55% 
AMOSTRA 3 123,6 123,6 123,0 123,0 122,9 0,7 0,56% 
Fonte: Os autores (2020) 
 
A partir da 4ª pesagem, as amostras se mantiveram com valores de massa 
constantes. 
 
• Amostra 1 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Amostra 2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Amostra 3 
 
 
 
 
 
 
4.3.1. Conclusões do resultado 
Com os valores obtidos, foi possível observar que os resultados da amostra 
2 e 3 se mostraram mais próximos no que diz respeito ao teor de umidade do 
agregado miúdo, diferindo em apenas 0,01%. A amostra 1 apresentou cerca de 
3% a mais de umidade se comparada as outras 2. Uma das causas desse 
efeito, é o local o qual o agregado foi retirado, apresentado mais umidade que 
os outros dois. 
 
 
4.4. NBR NM 45 – DETERMINAÇÃO DA MASSA UNITÁRIA E DO 
VOLUME DE VAZIOS 
Os dados obtidos durante o ensaio, bem como as características do recipiente 
necessárias para a execução dos cálculos, estão presentes na tabela abaixo 
 
 
 
 
 
 
 
Tabela 8 - Dados coletados durante o ensaio 
Altura do 
recipiente (h) 
Diâmetro do 
recipiente (d) 
Massa do 
recipiente (mr) 
Massa do 
recipiente + 
agregado (mar) 
26cm 25,2cm 1,24kg 20,80kg 
Fonte: Os autores (2020) 
 
4.4.1. Determinação da Massa unitária 
 
A massa unitária, conforme define a norma, é a relação entre a massa do 
agregado utilizado e o volume desse recipiente. 
A massa unitária é um conceito necessário, uma vez que os agregados 
sempre apresentarão espaços vazios entre si. Sendo assim, a massa unitária 
dos agregados sempre varia entre 1300 à 1750kg/m³. 
Os cálculos foram realizados utilizando os dados coletados em aula e 
utilizando a fórmula descrita na norma: 
ρap = 
𝑚𝑎𝑟−𝑚𝑟
𝑉
 
 
Onde: 
ρap é a massa unitária do agregado, em kg/m³; 
mar é a massa do recipiente + agregado, em kg; 
mr é a massa do recipiente vazio, em kg; 
V é o volume do balde. 
 
V = Π x r² x h 
 
 
V = Π x 0,126² x 0,26 
V = 1,297x10-2 m³ 
V=12.968 cm³ 
 
Aplicando a fórmula, obtém-se: 
ρap = 
20,80−1,24
1,297𝑋10^−2
 
ρap = 1508,096 kg/m³ 
 
4.4.2. Determinação do índice de volume de vazios 
Segundo a norma, volume de vazios, é o espaçamento entre os grãos 
de uma determinada massa de agregado. 
Utilizando os dados registrados durante o ensaio e com o cálculo da 
massa unitária (realizado em 3.4), é possível determinar o índice de volume 
de vazios pela seguinte fórmula: 
Ev=
100[(d1ρw)−ρap]
d1ρw
 
 
Onde: 
Ev é o índice de volume de vazios nos agregados, em porcentagem; 
ρap é a massa unitária do agregado, em kg/m³ (calculada em 3.4.1) 
ρw é a massa especifica de água, em kg/m³. (998,54 à 18,3ºC) 
d1 é a massa especifica relativa do agregado seco, em kg/m³ (calculada em 3.1 
de acordo com a NM 52) 
 
 
 
Aplicando a fórmula, obtém-se: 
 
Ev=
100[(2574,7 x 998,54)−1508,096]
2574,7 x 998,54
 
Ev = 99,94% 
 
 
4.4.3. Conclusões do resultado 
A norma informa o procedimento através de três repetições, no entanto, 
para este ensaio, foi realizado apenas uma amostra. O valor de 1508,096 kg/m³ 
está dentro dos valores indicados nas bibliografias, que assume valores de 
1300 à 1750kg/m³ para amassa unitária do agregado miúdo. O valor do índice 
de vazios não houve parâmetros para comparação uma vez que só foi 
realizado uma amostra. 
 
 
 
4.5. NBR 6467 – DETERMINAÇÃO DO INCHAMENTO DE 
AGREGADO MIÚDO 
Segundo a norma, o inchamento do agregado miúdo é o fenômeno que se 
refere à variação do volume aparente, causado pela absorção de água pelos 
grãos do agregado, alterando, dessa forma, a massa unitária. 
 
4.5.1. Teor de umidade 
O teor de umidade do agregado miúdo pode ser calculado pela seguinte 
fórmula: 
 
 
ℎ =
𝑚𝑖 − 𝑚𝑓
𝑚𝑓 − 𝑚𝑐
 𝑥 100 
 
Onde: 
h é o teor de umidade do agregado, em porcentagem; 
mi é a massa inicial da cápsula com o material em ensaio (ver 6.3), em 
gramas; 
mf é a massa após a secagem, da cápsula com o material em ensaio (ver 
6.3), em gramas; 
mc é a massa da cápsula, em gramas. 
Tabela 9 - Teor de umidade do agregado miudo 
 
 
Mi - Agregado 
umido (g) 
Mf - agregado seco em 
estufa 
Mc- Massa da capsula 
(g) h - Teor de umidade (%) 
Capsula 
1 18,96 18,8 5,5 0,000120301 
Capsula 
2 19,85 19,7 5,9 0,000108696 
Capsula 
3 21,96 21,4 5,6 0,00035443 
Capsula 
4 26,78 26,1 6,3 0,000343434 
Capsula 
5 20,73 19,8 6 0,000673913 
Capsula 
6 20,75 17,2 5,4 0,003008475 
Capsula 
7 18,16 15,9 5,6 0,002194175 
Capsula 
8 21,92 20,3 5,8 0,001117241 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
 
4.5.2. Inchamento 
O coeficiente de inchamento para cada valor de teor de umidade adicionado 
no agregado pode ser calculado pela seguinte fórmula: 
 
𝑉ℎ
𝑉𝑠
=
𝑌ℎ
𝑌𝑠
𝑥 
(100 + ℎ)
100
 
Onde: 
Vh é o volume do agregado com um determinado teor de umidade, em cm³; 
Vs é o volume do agregado seco, em cm³; 
Vh/Vs é o coeficiente de inchamento do agregado; 
Ys é a massa unitária do agregado seco, em cm³; 
Ys é a massa unitária do agregado com um determinado teor de umidade, 
em cm³. 
 
 
Os dados obtidos durante o ensaio, bem como os resultados do calculado 
efetuado utilizando a formula descrita acima, do coeficiente de inchamento 
estão dispostos na tabela abaixo: 
 
 
 
 
 
 
 
Tabela 10 - Tabela de cálculos de inchamento do agregado 
Massa do Recipiente = 1,24kg Volume do Recipiente = 12,968dm³ 
UMIDADE 
% 
ÁGUA 
ADICIONADA 
(g) 
MASSA 
REC. + 
AMOSTRA 
(kg) 
MASSA 
AMOSTRA (kg) 
MASSA 
UNITÁRIA 
(kg/dm³) Ys/Yh Vh/Vs 
0 0 20,8 19,56 1,508328192 1 1 
0,5 104 21,02 19,78 1,525293029 0,988877654 0,993822042 
1 208 20,34 19,1 1,472856262 1,02408377 1,034324607 
2 416 18,48 17,24 1,32942628 1,134570766 1,157262181 
4 832 17,76 16,52 1,273904997 1,18401937 1,231380145 
5 1040 17,82 16,58 1,278531771 1,17973462 1,238721351 
7 1456 17,66 16,42 1,266193708 1,191230207 1,274616322 
9 1872 18,06 16,82 1,297038865 1,162901308 1,267562426 
12 2496 18,86 17,62 1,35872918 1,110102157 1,243314415 
Fonte: Os autores (2020) 
 
Com os cálculos efetuados, é possível construir o gráfico da curva de 
inchamento. Cada agregado miúdo possui uma curva de inchamento própria. 
Essa curva é expressa em volume relativo em função do teor de umidade. O 
volume relativo do agregado constitui o aumento de volume devido ao aumento 
da umidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Gráfico 1 - Curva de inchamento do agregado miudo 
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
Traçando-se as retas é possível observar o valor de umidade crítica e 
calcular o coeficiente médio de inchamento. 
Umidade Crítica ≅ 4,8% 
 
𝐶𝑜𝑒𝑓. 𝑑𝑒 𝑖𝑛𝑐ℎ𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑚é𝑑𝑖𝑜 =
1,288 + 1,239
2
 
𝑪𝒐𝒆𝒇. 𝒅𝒆 𝒊𝒏𝒄𝒉𝒂𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐 𝒎é𝒅𝒊𝒐 = 𝟏, 𝟐𝟔𝟑𝟓 
 
4.5.3. Conclusões do resultado 
Conforme o cálculo para o teor de umidade podemos observar que o valor é 
menor do que o adicionado durante o ensaio. Deve-se levar em conta a 
composição do agregado miúdo em questão. 
Para o cálculo do coeficiente de inchamento, chegamos a conclusão de que 
com a adição de água, ocorre o aumento de volume da areia. No entanto, 
0,98
1,03
1,08
1,13
1,18
1,23
1,28
1,33
0 2 4 6 8 10 12 14
V
h
/V
s
Teor de umidade - h (%)
Curva de Inchamento
s
t
u
r
B
A
 
 
depois de um certo teor de umidade, o agregado fica saturado e por isso não 
consegue absorver a água como anteriormente, e apresenta um valor de Vh/Vs 
constante. 
Para a curva de inchamento, é possível observar os valores de coeficientede inchamento médio e a umidade crítica. O valor de coeficiente médio foi 
obtido com um teor de umidade de cerca de 5,9%. O valor de umidade crítica 
ocorreu com cerca de 4,8%, após, o agregado não apresentou absorções de 
água em quantidade significativa. 
 
 
4.6. NBR 53 – DETERMINAÇÃO DE MASSA ESPECÍFICA, MASSA 
ESPECÍFICA APARENTE E ABSORÇÃO DE ÁGUA 
 
Com os dados obtidos durante o ensaio é possível calcular os valores de 
massa específica do agregado graúdo. Como mencionado anteriormente, o 
ensaio foi feito de forma empírica por não termos acesso a balança hidrostática 
e, por isso, não foi possível calcular a absorção de água. 
É possível calcular a massa específica do agregado pela seguinte fórmula: 
 
d = 
𝑚
𝑉𝑖−𝑉𝑓
 
Onde: 
d: Massa especifica (g/cm³); 
Vi: volume da água, em cm³); 
Vf: volume do agregado + água, em cm³. 
 
Tabela 11 - Massa específica do agregado graúdo 
 
 
 m - Massa 
do 
agregado 
graúdo (g) 
Vi -
Volume 
inicial 
(água) 
Vf - 
Volume 
final (água 
+ 
agregado) 
V -
Volume 
de 
agregado 
d – 
densidade 
do 
agregado 
AMOSTRA 1 100g 200cm³ 238 cm³ 38cm³ 2,632g/cm³ 
AMOSTRA 2 100g 200cm³ 236 cm³ 36cm³ 2,778g/cm³ 
AMOSTRA 3 100g 200cm³ 238 cm³ 38cm³ 2,632g/cm³ 
MÉDIA - - - - 2,681g/cm³ 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
4.6.1. Conclusões do resultado 
Através dos cálculos realizados e observações o valor de massa 
específica do agregado graúdo se mostrou bastante satisfatório. 
As três amostras apresentaram pouca diferenciação na variação de 
volume da água com a adição do agregado e, por isso, o resultado final dos 
valores da massa específica foram bem próximos. O resultado da amostra 1 
e 3 foram iguais, já na amostra 3 a diferença foi muito pequena. 
O valor da média das massas especificas foi de 2,681 g/cm³ 
 
4.7. NBR 9776 – DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA DE 
AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN 
Através dos dados obtidos durante o ensaio é possível calcular a massa 
específica do agregado miúdo, pela seguinte fórmula presente na norma: 
𝛾 =
500
𝐿 − 200
 
 
 
 
Onde: 
L é a leitura do frasco (volume do conjunto água + agregado miúdo); 
γ Massa específica do agregado miúdo, em g/cm³. 
 
 Foram realizadas 3 amostras para esse ensaio. Observou-se a mesma 
variação de volume para os 3. O valor de massa específica foi calculado 
utilizando a fórmula descrita acima: 
𝛾 =
500
394 − 200
 
 
𝜸 = 𝟐, 𝟓𝟖𝒈/𝒄𝒎³ 
 
4.7.1. Conclusões do resultado 
Conforme a Norma NBR 9776, os valores finais calculados da massa 
especifica do agregado não devem diferir em mais de 0,05g/cm³. Nas 3 
amostras, a variação de volume apresentou-se a mesma e, por isso, o 
resultado final no cálculo da massa específica se manteve o mesmo 
(2,58g/cm³). Por isso, considera-se que o ensaio está dentro dos 
parâmetros indicados pela norma. 
 
 
4.8. NBR 9775 – DETERMINAÇÃO DA UMIDADE SUPERFICIAL EM 
AGREGADOS MIÚDOS POR MEIO DO FRASCO DE CHAPMAN 
Através dos ensaios realizados é possível obter o teor de umidade 
superficial do agregado miúdo pela seguinte fórmula, presente na norma: 
 
 
 
ℎ = 
100[500 − (𝐿 − 200)γ
γ(L − 700)
 
 
 
h é umidade do agregado, em porcentagem; 
γ é a massa específica do agregado, em g/cm³ (determinado em 3.7) 
L é a leitura do agregado + água, em cm³; 
 
 As 3 amostras realizadas durante o ensaio apresentaram os mesmos 
resultados. O valor da massa específica do agregado (γ) foi calculado em 3.7. 
 
ℎ = 
100[500 − (394 − 200). 2,58
2,58(394 − 700)
 
 
𝒉 = 𝟎, 𝟎𝟔𝟓𝟖% 
 
4.8.1. Conclusões do resultado 
Conforme a norma, o teor de umidade superficial deve ser calculado pela 
média dos dois resultados mais próximos registrados. Neste ensaio, como as 3 
amostras apresentaram os mesmos valores de variação de volume, o cálculo 
da umidade mostra-se dentro do que diz a norma. 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.9. NBR NM 248 – DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO 
GRANULOMÉTRICA 
 
Por meio das análises e resultados obtidos durante o ensaio, é possível 
determinar a composição granulométrica do agregado miúdo em questão. 
Foi calculado a porcentagem media, retida e acumulada em cada peneira 
para 3 amostras, além de representar, graficamente, a curva granulométrica 
do agregado em questão. 
Com os resultados obtidos de porcentagem acumulada é possível 
calcular o módulo de finura. Quanto maior for o módulo de finura de um 
agregado, mais graúdo ele é. Esse dado pode ser obtido pela seguinte 
fórmula: 
𝑀𝐹 =
∑retido acumulado(%)
100
 
 Além disso, com as porcentagens de material retida é possível 
determinar o diâmetro máximo característico da amostra, sendo este, Abertura 
de malha da menor peneira a qual a porcentagem retida acumulada seja ≤ 5%. 
 
➢ Amostra 1 
A tabela a seguir representa os dados obtidos durante o ensaio, bem 
como os valores calculados de porcentagem média, retida e acumulada da 
amostra 1 
Tabela 12 - Composição Granulométrica da amostra 1 
PENEIRAS(mm) massa(g) % retida 
Retida 
Acumulada % acumulada 
FUNDO 0,8 0,2735978 0,8 0,273597811 
0,075 7,2 2,4623803 8 2,735978112 
0,15 113,1 38,679891 121,1 41,41586867 
 
 
0,3 78,6 26,880985 199,7 68,29685363 
0,6 38,6 13,201094 238,3 81,49794802 
1,18 38,6 13,201094 276,9 94,69904241 
2,36 14,5 4,9589603 291,4 99,65800274 
4,75 1 0,3419973 292,4 100 
 
∑=292,4 
 
∑=488,5772914 
Fonte: Os autores (2020) 
 
Com os dados calculados acima, é possível calcular o módulo de finura 
do agregado. 
Para a amostra 1 chegamos ao resultado de: 
𝑀𝐹 =
488,577
100
 
𝑴𝑭 = 𝟒, 𝟖𝟖% 
Com as porcentagens da massa retida acumulada, temos que o 
Diâmetro Máximo Característico é 0,075mm para esta amostra. 
Abaixo está representada a curva granulométrica referente à amostra 1. 
No eixo x estão dispostos as malhas das peneiras e no eixo y as 
porcentagens retidas acumuladas de agregado miúdo. 
 
Gráfico 2 - Curva granulométrica da amostra 1 
 
 
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
➢ Amostra 2 
A tabela a seguir representa os dados obtidos durante o ensaio, bem 
como os valores calculados de porcentagem média, retida e acumulada da 
amostra 2. 
Tabela 13 - Composição Granulométrica da amostra 2 
PENEIRAS(mm) massa(g) % retida 
Retida 
Acumulada (g) % acumulada 
FUNDO 0,8 0,267648 0,8 0,267648043 
0,075 7,2 2,4088324 8 2,676480428 
0,15 45,1 15,088658 53,1 17,76513884 
0,3 113,1 37,838742 166,2 55,6038809 
0,6 78,6 26,29642 244,8 81,9003011 
1,18 38,6 12,914018 283,4 94,81431917 
2,36 14,5 4,8511208 297,9 99,66543995 
4,75 1 0,3345601 298,9 100 
 
∑=298,9 
 
∑=452,6932084 
Fonte: Os autores (2020) 
-3
17
37
57
77
97
117
1 10
CURVA GRANULOMÉTRICA - AMOTRA 1
 
 
 
𝑀𝐹 =
452,693
100
 
𝑴𝑭 = 𝟒, 𝟓𝟐𝟕% 
Com as porcentagens da massa retida acumulada, temos que o 
Diâmetro Máximo Característico é 0,075mm para esta amostra. 
Abaixo está representada a curva granulométrica referente à amostra 2: 
 
Gráfico 3 - Curva granulométrica da amostra 2 
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
➢ Amostra 3 
A tabela a seguir representa os dados obtidos durante o ensaio, bem 
como os valores calculados de porcentagem média, retida e acumulada da 
amostra 3. 
Tabela 14 - Composição Granulométrica da amostra 3 
0
20
40
60
80
100
120
1 10
CURVA GRANULOMÉTRICA - AMOSTRA 2
 
 
PENEIRAS(mm) massa(g) % retida 
Retida 
Acumulada (g) % acumulada 
FUNDO 0,5 0,1681803 0,8 0,168180289 
0,075 4,1 1,3790784 4,9 1,547258661 
0,15 17,1 5,7517659 22 7,299024554 
0,3 113,4 38,14329 135,4 45,44231416 
0,6 132,8 44,668685 268,2 90,11099899 
1,18 21,2 7,1308443 289,4 97,24184326 
2,36 7,7 2,5899765 297,1 99,83181971 
4,75 0,5 0,1681803 297,6 100 
 
∑=297,3 
 
∑=441,6414396 
Fonte: Os autores (2020) 
 
𝑀𝐹 =
441,6414
100
 
𝑴𝑭 = 𝟒, 𝟒𝟏𝟔% 
Com as porcentagens da massa retida acumulada, temos que o 
Diâmetro Máximo Característico é 0,075mm para esta amostra. 
Abaixo está representada acurva granulométrica referente à amostra 2: 
 
Gráfico 4 - Curva granulométrica da amostra 3 
 
 
 
Fonte: Os autores (2020) 
 
4.9.1. Conclusões do resultado 
Com este ensaio foi possível obter os resultados referentes a 
composição granulométrica do agregado miúdo em questão, através da 
determinação da massa retida em cada malha de peneira e a massa retida 
acumulada, bem como sua devida porcentagem. 
Os módulos de finura determinados para as 3 amostras apresentaram 
um resultado bastante satisfatório comparando as 3, uma vez que foram 
bem próximos. 
Com relação a curva granulométrica, as curvas das 3 amostras tiveram 
um comportamento parecido. 
 
4.10. NBR 11579: MB 3432 – CIMENTO PORTLAND – 
DETERMINAÇÃO DA FINURA POR MEIO DA PENEIRA 75µM (Nº 200) 
Com os dados obtidos durante o ensaio, é possível calcular o Índice de 
Finura do cimento pela seguinte fórmula: 
 
0
20
40
60
80
100
120
1 10
CURVA GRANULOMÉTRICA - AMOSTRA 3
 
 
𝐹 = 
𝑅𝐶
𝑀
𝑋 100 
 
Onde: 
F é o índice de finura do cimento, em porcentagem; 
R é o resíduo do cimento na peneira 75µm, em gramas; 
M é a massa inicial do cimento, em gramas; 
C é o fator de correção da peneira utilizada no ensaio (1,00). 
 
 A finura do cimento é caracterizada pelo índice de finura, que é o 
material retido na peneira de 75µm, expresso em porcentagem de massa. 
Os valores obtidos durante o ensaio, bem como, os valores do índice de 
finura calculados de cada amostra estão dispostos na tabela abaixo: 
Tabela 15 - Cálculos do Módulo de Finura do cimento Portland 
 
M- Massa 
inicial (g) 
R – Resíduo na 
Peneira (g) 
C - Fator de 
Correção 
F - Índice de Finura 
(%) 
AMOSTRA 1 50,02 3,62 1 7,24 
AMOSTRA 2 50 1,44 1 2,88 
AMOSTRA 3 50,01 1,27 1 2,54 
Fonte: Os autores (2020) 
 
4.10.1. Conclusões do resultado 
Para este ensaio, a amostra 1 apresentou um valor de 7,24%, enquanto 
a amostra 2 e 3 apresentaram valores de 2,88 e 2,54, respectivamente. 
De acordo com a norma, os valores obtidos do índice de finura 
calculados utilizando a mesma amostra submetida ao ensaio pelo 
mesmo equipamento e mesmo operador não deverá ultrapassar 0,4%. 
 
 
Sendo assim, devemos descartar a amostra 1. A amostra 2 e 3 
apresentaram valores dentro do limite aceitável pela norma, diferindo 
apenas 0,34%. 
 
 
4.11. NBR NM 43 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA 
PASTA DE CONSISTÊNCIA NORMAL 
A massa do cimento utilizada para este ensaio foi de 300g e precisamos 
adicionar 96g de água para obter a consistência normal do cimento. Os valores 
de água que foram adicionados no ensaio nas duas tentativas estão 
compreendidos na tabela abaixo. 
 
Tabela 16 - Pasta de consistência normal do Cimento Portland 
 Água adicionada 
(g) 
Água adicionada 
acumulada (g) 
Porcentagem 
de água 
adicionada 
1ª adição 93 93 31% 
2ª adição 3 96 1% 
Fonte: Os autores (2020) 
 
Para determinar a porcentagem de água necessária para a obtenção da 
consistência normal da pasta de cimento, deve-se utilizar a seguinte 
fórmula: 
 
𝐴 =
𝑚𝑎
𝑚𝑐
𝑥 100 
 
Onde 
 
 
 
Ma é a massa de água utilizada para a obtenção da consistência normal 
da pasta de cimento, em gramas; 
 
Mc é a massa de cimento utilizada no ensaio, em gramas; 
 
A é a porcentagem de água necessária para obter a consistência normal 
da pasta de cimento. 
 
Com os dados obtidos durante o ensaio e utilizando a fórmula descrita 
acima, temos o seguinte resultado: 
 
𝐴 =
96
300
𝑥 100 
 
 
𝑨 = 𝟑𝟐% 
 
4.11.1. Conclusões do resultado 
Para este ensaio, foram realizadas duas tentativas. A primeira, o teor de 
água adicionado ultrapassou o necessário ou a pasta não foi corretamente 
misturada. Dessa forma não obtivemos o valor esperado para a consistência 
normal, pois a haste ultrapassou a marca de 6 ±1mm no aparelho de Vicat. 
Na segunda tentativa, o resultado obtido apresentou valores satisfatórios. O 
aparelho marcou, aproximadamente, 5,5mm com um teor de 32% de água, 
sendo adicionado 96mL em 300g de cimento. 
 
4.12. NBR 12128 – GESSO PARA CONSTRUÇÃO – DETERMINAÇÃO 
DAS PROPRIEDADES FÍSICAS DA PASTA 
A consistência da pasta utilizada neste ensaio foi feita utilizando as 
seguintes quantidades de materiais: 
 
 
 
 
Tabela 17 - Quantidade de material utilizado no ensaio 
Massa de gesso Massa de água 
300g 130g 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
4.12.1. Consistência normal 
De acordo com a norma a consistência normal da pasta é a relação 
água/gesso, na qual é obtido uma fluidez adequada para a manipulação. 
O cálculo da consistência normal pode ser expresso pela seguinte fórmula 
𝐶𝑁 =
𝑀𝑎
𝑀𝑔
 
Onde 
CN é a consistência da massa; 
Ma é massa de água adicionada, em gramas; 
Mg é a massa de gesso adicionada, em gramas. 
 
Aplicando a fórmula, temos o seguinte resultado: 
𝐶𝑁 =
130
300
 
 
 
 
𝐶𝑁 = 0,4333 
 
4.12.2. Tempo de pega 
O tempo de pega é registrado em dois momentos: início e fim de pega. 
O início de pega é o tempo decorrido a partir do momento em que o gesso 
entra em contato com a água, até quando a agulha não penetrar até o fundo da 
pasta, chegando a marca de 1mm. 
O fim de pega é o tempo decorrido desde o inicio da mistura até o momento 
em que a agulha não é mais capaz de penetrar a pasta, deixando apenas uma 
marca superficial. 
Com o ensaio, chegamos aos seguintes resultados de tempo de pega: 
 
 
 
Tabela 18 - Tempo de pega 
Início de pega Fim de pega 
05’ 34’’ 06’ 02’’ 
Fonte: Os autores (2020) 
 
 
4.12.3. Conclusões do resultado 
Levando em conta o valor de consistência normal encontrado para este 
ensaio, em 0,4333, está na média dos valores obtidos por pesquisadores na 
literatura, que varia de 0,44 à 0,48. (FERREIRA; SOUSA; CARNEIRO, 2019) 
 
 
Com relação ao tempo de pega, a NBR 13207 aplica as exigências físicas 
do gesso para a construção civil da seguinte forma. 
 
Tabela 19 - Classificação do gesso 
Classificação do gesso Tempo de pega (min) (NBR 12128 
Início Fim 
Gesso fino para revestimento >10 >45 
Gesso grosso para revestimento >10 >45 
Gesso fino para fundição 4-10 20-45 
Gesso grosso para fundição 4-10 20-45 
FONTE: NBR 13207 – Gesso para Construção Civil 
De acordo com a tabela acima, comparando com os resultados obtidos 
neste ensaio, é possível perceber que o tempo de pega caracteriza o gesso 
estudado neste ensaio como gesso de fundição, uma vez que o tempo de inicio 
de pega está na faixa recomendada. 
 
4.13. NBR 7215 – CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA 
CONSISTÊNCIA À COMPRESSÃO 
 
Até o momento em que este relatório está sendo feito, a analise de ruptura 
dos corpos de prova não foi efetuada. O resultado e as discussões sobre este 
ensaio estarão presentes no próximo relatório. 
 
4.14. NBR NM 30 – AGREGADO MIÚDO – DETERMINAÇÃO DA 
ABSORÇÃO DE ÁGUA 
 
O cálculo da absorção de água desde ensaio é dado pela seguinte fórmula, 
presente na norma: 
 
A = 
𝑚𝑠−𝑚
𝑚
 x 100 
 
 
 
Onde: 
A é a absorção de água, em porcentagem; 
ms é a massa ao ar da amostra na condição saturado superfície seca, em 
gramas; 
m é a massa da amostra seca em estufa, em gramas. 
 
Aplicando a fórmula de acordo com os dados obtidos durante o ensaio, 
temos que: 
 
A = 
1000−969,9
969,9
 x 100 
 
A = 3,10% 
 
4.14.1. Conclusões do resultado 
 
De acordo com a norma NM 30, a absorção é o processo pelo qual um 
liquido tende a ocupar os poros permeáveis de um corpo poroso. Nessa 
norma, ainda é considerado o aumento da massa do corpo poroso 
(agregado miúdo) devido a penetração da água em seus poros. 
 Neste ensaio, apesar de ter sido feito de forma simplificada, chegamos 
ao resultado da absorção de água em 3,10% no agregado miúdo em 
questão. Dessa forma, o agregado perdeu 30,1g após ser submetido a 
secagem. 
 
5. CONCLUSÃO 
Com a realização deste relatório foi possível obter conhecimentos 
importantes referentes aos agregados e aglomerantes queconstituem o 
concreto, uma das matérias-primas principais na construção civil. Através dos 
ensaios realizados foi possível compreender o comportamento dos agregados 
e dos aglomerantes, bem como suas características gerais. 
 
 
A escolha certa dos agregados e aglomerantes é de suma importância para 
a realização de uma obra. Suas vantagens abrangem desde o campo 
econômico até o técnico. Além disso, é de se esperar que a utilização de um 
produto que não atende os padrões estabelecidos pode trazer efeitos drásticos 
na execução de uma obra e, por isso, tomar conhecimento das características 
gerias dos constituintes do concreto se torna indispensável. A análise de cada 
uma das propriedades tem como objetivo nos dar as informações necessárias 
para se obter um concreto de maior qualidade e, consequentemente, maior 
resistência e durabilidade. 
 
REFERÊNCIAS 
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9775 - 
Agregados - Determinação da umidade superficial em agregados miudos 
por meio do frasco de Chapman. Rio de Janeiro. 1987. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9776: 
Agregados - Determinação da massa específica de agregados miúdos por 
meio do frasco Chapman. Rio de Janeiro. 1987. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9776: 
Agregados - Determinação da massa específica de agregados miúdos por 
meio do frasco de Chapman. Rio de Janeiro. 1987. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9939: 
Determinação do teor de umidade total, por secagem, em agregado 
graúdo. Rio de Janeiro. 1987. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. MB 3432: Cimento 
Portland - Determinação da finura por meio da peneira 75um (nº 200). Rio 
de Janeiro. 1991. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. MB 3469: Gesso para 
construção - Determinação das propriedades físicas da pasta. Rio de 
Janeiro. 1991. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13207: Gesso 
para construção civil. Rio de Janeiro. 1994. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7215: Cimento 
Portland - Determinação da resistência à compressão. Rio de Janeiro. 
1996. 
 
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR NM 30 - 
Agregado miúdo - Determinação da absorção de água. Rio de Janeiro. 
2001. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NM 52: Agregado 
Miúdo - Determinação de massa específica e massa específica aparente. 
Rio de Janeiro. 2002. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR NM 248 - 
Agregados - Determinação da composição granulométrica. Rio de Janeiro. 
2003. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR NM 43: Cimento 
Portland - Determinação da pasta de consistência normal. Rio de Janeiro. 
2003. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR NM 46: 
Agregados - Determinação do material fino que passa através da peneira 
75um, por lavagem. Rio de Janeiro. 2003. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6467: 
Agregados - Determinação do inchamento de agregado miúdo - Método 
de ensaio. Rio de Janeiro. 2006. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR NM 45: 
Agregados – Determinação da massa unitária e do volume de vaios. Rio 
de Janeiro. 2006. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7211 - 
Agregados para concreto - Especificação. Rio de Janeiro. 2009. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NM 53: Agregado 
graúdo - Determinação de massa específica, massa específica aparente e 
absorção de água. Rio de Janeiro. 2009. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13207 - Gesso 
para construção civil. Rio de Janeiro. 2017. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12128: Gesso 
para construção civil — Determinação das propriedades físicas da pasta 
de gesso. Rio de Janeiro. 2019. 
 FERREIRA, Fernanda Cavalcanti; SOUSA, José Getúlio Gomes de; 
CARNEIRO, Arnaldo Manoel Pereira. Caracterização mecânica do gesso 
para revestimento produzido no Polo Gesseiro do Araripe. Ambiente 
Construído, Porto Alegre, v. 19, n. 4, p. 207-221, out./dez. 2019. Disponível em 
< https://www.scielo.br/pdf/ac/v19n4/1678-8621-ac-19-04-0207.pdf> Acesso 
em: 03/10/2020

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