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Cinética e reatores homogêneos Aula_2 Balanços molares aplicados a reatores Índice • Definição de velocidade de reação • Equação geral do balanço molar • Reatores batelada • Reatores tanque agitado descontínuo • Reatores com escoamento contínuo • Reatores tanque agitado contínuo • Reator tubular Introdução O que difere um engenheiro químico de outros engenheiros? Cinética química Projeto de reatores Engenharia das reações químicas (ERQ) Velocidades de reação Mecanismos de reação Definição de velocidade de reação A velocidade de reação nos diz o quão rapidamente um dado número de mols de uma espécie química está sendo consumido para formar outra espécie química. Qualquer composto químico ou elemento com uma identidade própria Tipo Número Configuração dos átomos da espécie Definição de velocidade de reação Quando é que ocorre uma reação química? Quando um número detectável de moléculas de uma ou mais espécies perdem sua identidade e assumem uma nova forma pela mudança no tipo ou número de átomos no composto e/ou por uma mudança na estrutura ou configuração desses átomos. • Decomposição - Quebrada em moléculas menores, átomos ou fragmentos de átomos • Combinação - Junção com outra molécula • Isomerização - Mudança na configuração Definição de velocidade de reação Reação genérica A + 2B C + D -rA = valor numérico da velocidade de consumo do reagente A (mol/tempo.volume) • Função das propriedades dos materiais reagentes e das condições de reação (por exemplo, concentração da espécie, temperatura, pressão, tipo de catalisador, se houver) em um dado ponto no sistema; • Independente do tipo de sistema (por exemplo, batelada ou de escoamento contínuo) no qual a reação é conduzida; • Propriedades dos materiais reagentes podem variar com a posição – função da posição e pode variar de ponto a ponto do sistema. Sistemas homogêneos Lei da velocidade Constante de velocidade f(T) Equação geral do balanço molar Especificar as fronteira do sistema – volume do sistema Nj = número de mols da espécie j no sistema no tempo t. (Eq. 1) Equação geral do balanço molar • Se a GJ varia com a posição no VS • Se todas as variáveis do sistema (T, Cj, ...) forem uniformes no VS Equação geral do balanço molar V • Substituindo Gj na Eq. 1 V Equação geral do balanço molar Base para as equações de projeto de reatores • Determinar o tempo (batelada) ou o volume do reator (contínuo) • Converter uma quantidade específica de reagentes em produtos Reatores batelada Reatores tanque agitado descontínuo Fonte: Fogler, 2014. Não ocorre entrada nem saída de reagentes ou produtos durante o processamento da reação V V Equação geral do balanço molar Reatores batelada Reatores tanque agitado descontínuo Fonte: Fogler, 2014. Considerando a isomerização da espécie A A B Calcular t1 Reatores com escoamento contínuo • Reator tanque agitado contínuo (CSTR) • Reator de escoamento uniforme (PFR) Reatores com escoamento contínuo Reator tanque agitado contínuo (CSTR) Fonte: Fogler, 2014. Não há dependência espacial ou de tempo para a T, C ou rj Regime estacionário Mistura perfeita V V Equação geral do balanço molar Reatores com escoamento contínuo Reator de escoamento uniforme (PFR) Fonte: Fogler, 2014. Não existe variação radial na velocidade de reação Parte de um balanço molar para a espécie j em um segmento diferencial do volume do reator, ∆V Equação geral do balanço molar Há variação axial da concentração e consequentemente na velocidade de reação Reatores com escoamento contínuo Reator de escoamento uniforme (PFR) Fonte: Fogler, 2014. Operado em regime estacionário A B Resumo Fonte: Fogler, 2014. Índice • Definição de velocidade de reação • Equação geral do balanço molar • Reatores batelada • Reatores tanque agitado descontínuo • Reatores com escoamento contínuo • Reatores tanque agitado contínuo • Reator tubular Atividade complementar • Lista de exercícios • Leitura do capítulo 1 – Fogler Ana Katerine de Carvalho Lima Lobato ana.lobato@unifacs.br