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Resumo de histologia: esôfago — tubo com epitélio pavimentoso estratificado não queratinizado, glândulas mucosas e variação de músculo (estriado/misto/liso); estômago — regiões (cárdia, fundo/corpo, piloro), mucosa glandular com fossetas e glândulas (istmo/colo/base), células mucosas, parietais, zimogênicas, enteroendócrinas e secreções (HCl, pepsina, lipases, fator intrínseco).

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Mariana Alencastro 
Turma XVII 
Histologia do canal alimentar 
Esôfago 
É um tubo muscular cuja ​função é             
transportar o alimento da boca         
para o estômago. A mucosa é           
revestida por um epitélio       
pavimentoso estratificado não     
queratinizado. Na lâmina própria       
da região próxima do estômago         
existem grupos de glândulas       
(glândulas esofágicas da cárdia)       
que secretam muco. Na       
submucosa também existem     
grupos de glândulas secretoras de         
muco (glândulas esofágicas) que       
facilita o transporte de alimento e           
protege a mucosa. 
Na porção proximal do estômago a           
camada muscular consiste     
exclusivamente em fibras estriadas esqueléticas, na porção média há uma mistura de                       
musculatura estriada esquelética e lisa, na porção distal há células musculares lisas.                       
Somente a porção do esôfago é recoberta por uma membrana serosa.   
 
Estômago 
É um segmento dilatado do sistema digestório que tem a função de transformar o bolo                             
alimentar em uma massa viscosa (quimo) por meio de atividade muscular e química. A                           
química se deve a continuação da digestão de carboidratos iniciada na boca, adição de                           
um fluido ácido (HCl) ao alimento ingerido; digestão parcial de proteínas (ação da                         
pepsina); digestão parcial de triglicerídios (lipases gástrica e lingual). O estômago                     
também produz fator intrínseco e hormônios. ​No estômago são identificadas quatro                     
regiões: cárdia, fundo, corpo e piloro (ou antro). As regiões do fundo e do corpo                             
apresentam estrutura microscópica idêntica e, portanto, apenas três regiões são                   
consideradas histologicamente. ​As camadas mucosa e submucosa do estômago não                   
distendido repousam sobre dobras direcionadas longitudinalmente. Quando o estômago                 
está distendido pela ingestão de alimentos, essas dobras se achatam. 
Mucosa:  
A mucosa gástrica é formada por epitélio glandular, cuja unidade secretora é tubular e                           
ramificada e desemboca na superfície, em uma área denominada fosseta gástrica. Todo                       
o epitélio gástrico está em contato com o tecido conjuntivo frouxo (lâmina própria), que                           
contém células musculares lisas e células linfóides. Separando a mucosa da submucosa                       
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adjacente, existe uma camada de músculo liso, a muscular da mucosa. ​Existem                       
numerosas invaginações do epitélio de revestimento (abertura das fossetas gástricas). O                     
epitélio que recobre a superfície do estômago e reveste as fossetas é colunar simples, e                             
todas as células secretam muco alcalino que protege as células da acidez do estômago.                           
As junções de oclusão entre as células superficiais e da fosseta também participam da                           
barreira de proteção na mucosa gástrica. Finalmente, a rede de vasos na lâmina própria                           
e na submucosa possibilita a nutrição e a remoção de metabólitos tóxicos das células                           
mucosas superficiais, e dessa maneira funciona como mais um fator de proteção. 
 
Regiões do estômago: 
Cárdia: banda circular estreita na transição entre esôfago e estômago. Sua mucosa                       
contém glândulas tubulares simples ou ramificadas denominadas glândulas da cárdia. ​As                     
porções terminais dessas glândulas são         
frequentemente enoveladas, com lúmen       
amplo. Muitas das células secretoras         
produzem muco e lisozima , ​mas algumas             
poucas células parietais produtoras de H+ e             
Cl– também podem ser encontradas. 
Fundo e corpo: A mucosa nas regiões do               
fundo e do corpo está preenchida por             
glândulas tubulares​, das quais três a sete             
abrem-se em cada fosseta gástrica. As           
glândulas contém três regiões distintas:         
istmo, colo e base. ​O istmo tem células               
mucosas em diferenciação que substituirão         
as células da fosseta e as superficiais,             
células-tronco e células parietais       
(oxínticas). O colo contém células-tronco,         
mucosas do colo (diferentes das mucosas           
do istmo e da superfície) e parietais             
(oxínticas); a base das glândulas contém           
principalmente células parietais e       
zimogênicas (principais). Células     
enteroendócrinas estão distribuídas pelo       
colo e pela base das glândulas. 
● Parietais: são observadas     
principalmente no istmo e no         
colo das glândulas gástricas e         
são mais escassas na base.         
São células arredondadas ou       
piramidais, com um núcleo       
esférico que ocupa posição       
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central e citoplasma intensamente eosinofílico. A invaginação circular               
profunda da membrana plasmática apical, formando um canalículo               
intracelular. 
● Células zimogênicas: predominam na região basal das glândulas gástricas                  
e ​apresentam todas as características de células que sintetizam e                   
exportam proteínas. Os grânulos em seu citoplasma contém uma                 
proenzima, o pepsinogênio. O pepsinogênio é rapidamente convertido na                 
enzima proteolítica pepsina após ser secretado no ambiente ácido do                   
estômago. 
● Células enteroendócrinas: são encontradas principalmente próximas da             
base das glândulas gástricas  
 
Piloro (antro pilórico) 
Contém fossetas gástricas profundas, nas quais as glândulas pilóricas tubulosas simples                     
ou ramificadas se abrem. Comparada à região da cárdia, a região pilórica apresenta                         
fossetas mais longas e glândulas mais curtas. Essas glândulas secretam muco, assim                       
como quantidades apreciáveis da enzima lisozima. A região pilórica contém muitas                     
células G, intercaladas com células mucosas, que liberam gastrina.  
 
Intestino delgado 
O intestino delgado é relativamente longo – aproximadamente 5 m – e ​consiste em                           
três segmentos: duodeno, jejuno e íleo, os quais apresentam muitas características em                       
comum que serão discutidas em conjunto. Formado por um epitélio colunar 
Camada mucosa 
Apresenta projeções alongadas da mucosa em direção ao lúmen do intestino delgado                       
aumentando a sua superfície, as vilosidades, com borda em escova, entre elas encontram                         
as aberturas glandulares intestinais conhecidas como criptas de Lieberkuhn. 
Tipos celulares:  
Células Absortivas: colunares altas e no ápice tem borda em escova 
Células caliciformes: produz muco 
Células de Paneth: secretam lisozimas que digere a parede de algumas bactérias  
Células em M: captam antígenos e transportam-nos para os macrófagos e células                       
linfóides  
 
 
 
 
 
 
 
Mariana Alencastro 
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Intestino grosso 
Função principal de absorver a água por isso precisa de uma maior quantidade de células                             
caliciformes. ​As células absortivas são colunares e contêm microvilosidades curtas e                     
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