Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

29/10/2020
1
ANATOMIA PALPATÓRIA 
E TÉCNICAS DE 
LIBERAÇÃO MIOFASCIAL
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
2
Matheus Campos Garcia Parra
Graduado em Fisioterapia - Faculdades Adamantinenses Integradas – FAI.
Pós-Graduado em Fisioterapia Traumato Ortopédica Funcional - Unisalesiano – Lins.
Especialista em Técnicas Osteopáticas e Terapia Manual - Universidade Estadual do Norte do Paraná Campus de Jacarezinho – UENP.
Formação em Osteopatia Estrutural e Visceral, Posturologia, Mobilização do Sistema Nervoso e Mobilização de Baixa Amplitude pelo Instituto Docusse de Osteopatia e Terapia Manual
– IDOT.
Orientador de Estágio Supervisionado em Ortopedia e Traumatologia no Curso de Fisioterapia do Unisalesiano de Araçatuba, no período de 2007 – 2011.
Professor de Pós-Graduação da Escola Bio-Cursos de Manaus – Amazonas, com subcedes em Boa Vista RR, Santarém PA e Porto Velho RO, nas disciplinas de Ortopedia e
Traumatologia e Osteopatia.
Formação básica e avançado em Equoterapia pela Associação Nacional de Equoterapia ANDE-BRASIL.
Formação em Avaliação e Reabilitação Vestibular.
Fisioterapeuta responsável pelo Centro de Equoterapia da APAE de Adamantina de 2011 – 2015.
Proprietário do Centro de Equoterapia PASSOS QUE CURAM.
Coordenador regional do Hospital de Câncer de Barretos em Eventos Beneficentes.
Professor da FADAP / FAP de Tupã no curso de Fisioterapia.
Professor da FAI – Faculdades Adamantinenses Integradas nos cursos de Medicina, Fisioterapia e Educação Física.
Mestre em Ciência Animal – Unoeste – Universidade do Oeste Paulista.
Revisor ad. Hoc. da REVISTA UNIVERSITAS ISSN1984-7459 do UniSALESIANO de Araçatuba.
Formação em dissecção humana pela Universidade de São Paulo – USP.
Formação em Técnica Operatória Teórico/Prático e Cirurgia Experimental da EPM/UNIFESP.
Coordenador do curso de fisioterapia da UniFAI de 2016 – 2017
Coordenador de projetos de extensão na área de ciências biológicas e saúde da UniFAI.
Anatomia Palpatória
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
3
HISTÓRIA DA ANATOMIA
Medicina surge no Egito, 2700 a 2200 a.C
HIPÓCRATES: “PAI DA MEDICINA”, 1330 a 300 a.C
HERÓFILO: “PAI DA ANATOMIA”, 330 a 280 a.C
(dissecação em presos condenados à morte)
GALENO:“PRÍNCIPE” (anatomia), 201 a 131 a.C
VON HAGENS: “Senhor dos Cadáveres” – Plastinação
1997.
Introdução
• Também chamada de investigação manual de superfície
(IMS), é um método de trabalho pelo qual se analisa as
estruturas anatômicas (ossos, ligamentos, tendões,
segmentos musculares e elementos vásculo-nervosos).
• “A PALPAÇÃO UTILIZA UM DOS PRINCIPAIS SENTIDOS,
O TATO PARA INVESTIGAR OU OBTER INFORMAÇÕES
OU PARA COMPLEMENTAR EXAMES E ANÁLISES
ANÁTOMO – FUNCIONAIS.”
Field, 2001
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
4
PARECE SER UMA COMBINAÇÃO DE TOQUE, 
SENSAÇÃO, EXAME, FEEDBACK SENSORIAL E 
INTERPRETAÇÕES ESPECÍFICAS.
Field, 2001
PALPAÇÃO
• Destina-se a todos aqueles a quem o
método possa servir para o exercício da
profissão;
• Estudar para que, verificando-se de forma
normal as estruturas, possamos identificar
as lesadas;
• Estudando-se por partes torna-se mais
compreensível a análise das estruturas.
A QUEM SE DESTINA?
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
5
ESQUELETO AXIAL:
- CRÂNIO
- COLUNA VERTEBRAL
- TÓRAX
ESQUELETO APENDICULAR:
- CINTURA ESCAPULAR
- MEMBRO SUPERIOR
- CINTURA PÉLVICA
- MEMBRO INFERIOR
CINTURA ESCAPULAR
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
6
Escápula esquerda – vista posterior
acrômio
Cavidade glenóide
Margem lateral
Fossa supra-epinhal
Fossa infra-espinhal
Ângulo superior
Ângulo inferior
Espinha da escápula
Margem medial
Tubérculo infra-glenóide
Incisura Margem superior
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
7
Escápula esquerda – vista anterior
Fossa subescapular
acrômio
Cavidade glenóide
Margem lateral
Ângulo inferior
Margem medial
Ângulo superior
Tubérculo infra-glenóide
Incisura 
Processo coracóide
Tubérculo supra-glenóide
Margem superior
MEMBRO SUPERIOR
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
8
Úmero esquerdo Tubérculo maior
Capítulo
Colo anatômico
Tuberosidade deltóidea
Sulco intertubercular
Tubérculo menor
Diáfise
Fossa coronóide
Epicôndilo medial
Cabeça
Epicôndilo lateral
Crista supra condiliana medial
Crista supra condiliana lateral
Fossa radial
Tróclea
Sulco do nervo ulnar
Colo cirúrgicoVista anterior
Úmero esquerdo Tubérculo maior
Colo anatômico
Tuberosidade deltóidea
Sulco do nervo radial
Diáfise
Fossa do olécrano
Epicôndilo medial
Cabeça
Epicôndilo lateral
Crista supra condiliana medialCrista supra condiliana lateral
Tróclea
Sulco do nervo ulnar
Colo cirúrgicoVista posterior
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
9
Rádio
anterior posterior medial
Fóvea
Colo
Cabeça
Tuberosidade do rádio
(bicipital)
Tubérculo
Margem interóssea
Processo estilóide Incisura ulnar
Diáfise
Face articular
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
10
Ulna
anterior posterior medial
Olécrano
Processo coronóide
Incisura troclear
Tuberosidade da ulna
Margem interóssea
Processo estilóide
Incisura radial
cabeça
Margem posterior
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
11
CLASSIFICAÇÃO DAS ARTICULAÇÕES:
• ARTICULAÇÃO POR CONTINUIDADE
- FIBROSAS:
SUTURAS: 
. denteadas - ex. suturas interparietal;
. escamosas - ex. sutura parietotemporal;
. planas - ex. sutura internasal.
GONFOSES:
Articulação entre os dentes e suas cavidades 
naturais os alvéolos dentários. 
SINDESMOSE:
São junturas fibrosas com uma quantidade 
maior 
de tecido conjuntivo - Ex. tíbio-fibular.
CARTILAGÍNEAS:
SINCONDROSES – que dizer união dos ossos 
através de cartilagem hialina - sincodrose esfeno-
occipital. 
SÍNFISE – articulações sínfises dão ao esqueleto
estabilidade e pequena liberdade de movimento –
ex. sínfise púbica (púbis) e sínfise intervertebral.
CLASSIFICAÇÃO DAS ARTICULAÇÕES:
ARTICULAÇÃO POR CONTINUIDADE
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
12
• ARTICULAÇÃO POR CONTIGUIDADE
SINOVIAIS: se caracterizam pela maior liberdade de movimentos entre os
ossos. São realmente as articulações que mais se movimentam:
Cavidade articular; Cartilagem articular;
Superfície articular; Cápsula articular; 
Membrana sinovial; Liquido sinovial; 
Discos e Meniscos; Lábio ou Orlas; 
Ligamentos.
CLASSIFICAÇÃO DAS ARTICULAÇÕES:
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
13
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
14
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
15
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
16
Sistema Muscular
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
17
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
18
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
19
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
20
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
21
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
22
Músculos Extensores de Punho
• extensor radial longo do carpo 
• extensor radial curto do carpo
• extensor ulnar do carpo
• extensor dos dedos
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
23
REGIÃO DORSAL DA MÃO
Solicitar a abdução e extensão dos dedos – perceberá a tensão dos
interósseos dorsais.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
24
Licensed to RaphaelCardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
25
COLUNA VERTEBRAL
e
TRONCO
COLUNA VERTEBRAL
e
TRONCO
Vertebras Cervicais e Torácica 
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
26
Vertebras Lombares e Sacrais 
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
27
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
28
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
29
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
30
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
31
Sistema Muscular
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
32
Platisma
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
33
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
34
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
35
CINTURA
PÉLVICA 
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
36
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
37
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
38
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
39
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
40
Base
face articularápice
Patela - direita
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
41
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
42
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
43
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
44
Sistema Muscular
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
45
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
46
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
47
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
48
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
49
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
50
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
51
PALPAÇÃO
CLAVÍCULA
Posição: DD ou sentado.
Procedimento:
1. Palpar a extremidade esternal e delimitar
toda a articulação esternoclavicular.
2. Continuar em sentido ombro, delimitando
toda a clavícula até chegar na extremidade
acromial, a qual terá uma aspecto achatada.
3. Terapeuta realizando movimento látero-
laterais perceberá uma pequena fissura
(articulação acromioclavicular).
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
52
ESCÁPULA – ângulo / acrômio
Posição: Paciente sentado ou em pé.
Procedimento:
1. Acrômio: Iniciar a palpação da art. acromioclavicular para a lateral,
percebendo um platô ósseo, podendo ser um degrau ou uma elevação, o
acrômio.
2. Ângulo do acrômio: Contornar todo o acrômio de anterior-lateral-posterior,
percebendo uma mudança na direção óssea (ângulo acromial).
ESCÁPULA – espinha / margens / ângulos
Espinha da escápula: Seguir do ângulo acromial em direção medial (corresponde T3-T4).
Margem Medial (vertebral):Seguir do final da espinha da escápula para cima, até o
ângulo superior e para baixo até o ângulo inferior (corresponde a T7 e T8).
Margem superior: Seguir do ângulo superior em direção ao acrômio.
incisura
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
53
ESCÁPULA – margem / fossas
-Margem lateral (axilar): Paciente sentado ou em pé, o terapeuta parte do ângulo
inferior em direção a axila.
-Fossa supra-espinhal: Palpar o meio da espinha da escápula, um dedo acima, a fossa
supra e dois dedos abaixo a fossa infra-espinhal.
ESCÁPULA – fossas
-Fossa subescapular: Paciente sentado com o tronco levemente inclinado anteriormente e
o membro superior pendente.
1. Região média: Palpar o ponto médio da margem lateral e aprofundar os dedos em
direção cranial.
2. Região distal: com leve extensão e rotação interna do ombro, o ângulo inferior ficará
bem evidente, introduzir os dedos entre a escápula e as costelas.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
54
ESCÁPULA – processo coracóide
Posição: Sentado ou em pé. Braço
pendente ao longo do corpo.
Procedimento:
1. Identificar o início do sulco
deltopeitoral. Logo abaixo da
clavícula.
2. Pressionar no sentido ântero-
posterior até sentir uma projeção
óssea.
ÚMERO- tubérculo maior
Posição: Sentado ou em pé com o braço pendente.
Procedimento: Localizar o meio acrômio e desce em sentido lateral até encontrar 
uma superfície arredondada.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
55
ÚMERO – sulco bicipital
Procedimento: Localizar o
tubérculo maior e
posteriormente o menor.
Lembrar: Identificar, de forma
imaginária, a projeção do sulco,
pois o mesmo é preenchido pelo
tendão da porção longa do
bíceps braquial.
ÚMERO – tubérculo menor
Procedimento: seguir do tubérculo maior em sentido ântero-medial até perceber
uma pequena projeção.
Obs: O ombro com RL (ou RE) o mesmo ficará ainda mais proeminente.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
56
ÚMERO – cabeça umeral: 
Procedimento: Colocar o dedo entre o processo coracóide e o tubérculo menor.
1. Solicitar que o paciente realize movimentos de rotação medial e lateral do ombro.
2. O fisioterapeuta irá perceber o movimento da cabeça umeral tentando empurrar o
dedo anteriormente na rotação externa do ombro.
MANOBRA DIFERENCIAL: cabeça do úmero e processo coracóide
Posição: pcte sentado, braço
pendente ao longo do corpo.
Procedimento: colocar os dedos
sobre o processo coracóide e a
cabeça umeral. Pedir ao paciente
para realizar um movimento de
rotação lateral e medial da
articulação. O dedo percebe a
movimentação da cabeça umeral.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
57
Tuberosidade Deltoídea (deltoideana)
Posição: pcte sentado, braço
pendente ao longo do corpo.
Procedimento: Palpar do
tubérculo maior em direção ao
cotovelo. Em terço médio do
braço perceberá uma projeção
lateral.
ÚMERO - epicôndilos
Posição: sentado ou em pé com o
cotovelo fletido e antebraço apoiado.
Procedimento:
1. Palpar a tuberosidade deltoídea e
seguir até o epicôndilo lateral.
2. Seguir para o lado oposto e
identificar o epicôndilo medial
(maior).
3. Com o cotovelo em semi-flexão
identificar centralmente a fossa do
olécrano.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
58
ÚMERO – sulco nervo ulnar
Posição: sentado, flexão de ombro a 90º,
cotovelo flexionado a 90º, antebraço
supinado e apoiado na mão do
avaliador.
Procedimento:
1. Colocar o 2º dedo no olécrano.
2. O 4º dedo no epicôndilo medial e assim
o 3º dedo cairá sobre o sulco do nervo
ulnar.
Rádio – cabeça / colo
Posição: em pé ou sentado, flexão de cotovelo, antebraço em posição neutra.
Procedimento: Localizar a articulação úmero-radial, palpar a cabeça e o colo do
rádio. Para confirmar a cabeça do rádio solicitar prono-supinação e vai sentir o
movimento da cabeça do rádio entre os dedos.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
59
Rádio – proc. estilóide e tubérculo
Posição: em pé ou sentado, flexão de
cotovelo, antebraço em posição
neutra e apoiado.
Procedimento:
1. Seguindo de proximal para distal,
localizar uma proeminência
lateralmente (proc. estilóide).
2. Partindo do processo estilóide para
região dorsal encontrará uma
pequena projeção óssea (tubérculo
do rádio).
ULNA – olécrano / margem
Posição: em pé ou sentado.
Procedimento:
1. Partindo da fossa do olécrano, identificar o olécrano e dele para distal, identificara
margem da ulna.
2. Continuando distalmente, encontrará um pequena projeção – processo estilóide e
abaixo dela a cabeça da ulna.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
60
CARPO
Procedimento:
1. Partindo do processo estilóide do rádio em direção ao polegar, identificar o
escafóide e o trapezóide.
2. Partindo do processo estilóide da ulna em direção distal, identificar o piramidal,
mais anteriormente, o pisiforme, e distalmente, o hamato.
CARPO
Procedimento: partindo do 3° metacarpo em direção ao carpo, identificar o
capitato, lateralmente a ele, o trapezóide e em direção a cabeça da ulna, o
semilunar na fileira proximal.
* Localizar os 5 metacarpos e as respectivas falanges.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
61
Manobra de Translação Articular de Ombro
• Mobilização súpero-inferior da cabeça umeral.
• Posição do Paciente:
• Em pé.
• Posição do Terapeuta:
• Em finta dupla de frente para o paciente.
• Contato das Mãos:
• Com a mão caudal abraça o membro superior
enquanto a mão cefálica faz um contato indexial
sobre a parte superior da cabeça umeral.
• Técnica:
• Levar o membro superior em abdução ao mesmo
tempo que mobiliza a cabeça umeral
inferiormente.
Decoaptação Articular do Ombro
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
62
Mobilização Varo e Valgo do Cotovelo
Mobilização da Cabeça do Rádio
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
63
Liberação da aponeurose palmar
Liberação dos lumbricais
Técnica Global para 
Punho e Mão
TRAPÉZIO
Posição: sentado ou DV.
Procedimento:
1. Fibras Superiores: Aplicar resistência
à extensão da cabeça e palpando as
fibras superiores do trapézio.
2. Fibras Médias: Resistir ao movimento
de adução da escápula, a porção
média do trapézio ficará mais
saliente e a palpação é feita no nível
da fossa supra-espinhosa.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
64
TRAPÉZIO
Posição: DV com os ombros estendidos.
Procedimento:
1. solicitar uma depressão dos ombros
com as mãos em direção aos seus
pés e pelve.
2. Palpa-se a porção inferior do
trapézio, próxima à coluna vertebral.
Liberação Miofascial
Pompagem de trapézio Stretching de Trapézio
Pinçamento com torção
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
65
ROMBÓIDES
Posição: sentado ou DV, braço em rotação
medial.
Procedimento: resistir em extensão
horizontal. Palpar lateralmente aos
processos espinhosos torácicos entre as
escápulas, percebendo a tensão
muscular. A palpação será “em
profundidade” já que é recoberto pelo
trapézio.
Rombóide Menor:
• Não é palpável.
Músculos Rombóides
Pompage e stretching do m. rombóide maior e menor
Ponto de Inibição de rombóide maio e menor
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
66
SUPRA-ESPINHOSO
Palpação indireta
Posição: paciente sentado braço ao
longo do corpo, cabeça inclinada para o
mesmo lado da palpação.
Procedimento: colocar a mão na fossa
supra-espinhal e pedir abdução do braço
de 20°. O terapeuta poderá sentir a
tensão do supra-espinhoso.
Supra-Espinhal
Pompage e stretching do m. supra-espinhal
Ponto de Inibição de supra-espinhal
Pontos Gatilhos 
e áreas de dor 
referida à 
distância
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
67
INFRA-ESPINHOSO
Posição: em pé ou DV
Procedimento: localizar o ponto
médio da espinha da escápula e
palpar abaixo.
Solicitar uma rotação lateral
(externa) do ombro, o infra-
espinhoso se tornará tenso e
palpável.
Infra-espinhal
Pompage e stretching do m. infra-espinhal
Pontos Gatilhos e áreas de dor 
referida à distância
Ponto de inibição do m. infra-espinhal
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
68
REDONDO MAIOR
Posição: DV, ombro abduzido e
cotovelo fletido à 90°.
Procedimento: posicionar o 2°
dedo sobre a espinha e 3°, 4° e
5° dedos em direção à axila.
1. Resistir ao movimento de
rotação medial do braço.
2. Resistir a extensão e palpar o
ventre muscular.
REDONDO MENOR
Posição: DV, com o ombro abduzido
e cotovelo fletido a 90°.
Procedimento: posicionar o 2° dedo
sobre a espinha e 3°, 4° e 5° dedos
em direção à axila.
Resistir ao movimento de rotação
lateral (externa) do ombro. Os
dedos do aplicador irão se elevar
com a tensão do redondo menor.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
69
Redondo Maior e Menor
Pompage e stretching do m. redondo maior e menor
Inibição do m. redondo maior e menor
Pontos Gatilhos e áreas de dor
referida à distância
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
70
SUBESCAPULAR
Posição: em pé, tronco flexionado à
frente e braço pendente em
posição neutra.
Procedimento: colocar a polpa de
seus dedos na região axilar e
solicitar uma rotação medial do
braço.
O músculo subescapular ficará
tenso e poderá ser percebido pelos
dedos do terapeuta.
*
Subescapular
Pompage e stretching do m. subescapular
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
71
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância
Inibição de subescapular
PEITORAL MAIOR 
Posição: DD com os braços abduzidos a 90°.
Procedimento: resistir o movimento de adução horizontal do braço. As
porções esternal, clavicular e costal ficarão proeminentes.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
72
Músculo Peitoral Maior
Pompage e stretching do m. peitoral maior fibras superiores
Fibras médias Fibras inferiores
Ponto de inibição de peitoral maior
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
73
PEITORAL MENOR
Posição: sentado ou DD.
Procedimento: colocar o 2° dedo sobre
o processo coracóide, o 3° dedo um
pouco mais medialmente e
inferiormente ao dedo, no sentido das
fibras musculares do peitoral menor e
resistir ao abaixamento do ombro do
paciente e poderá sentir sob o seu 3°
dedo a tensão do peitoral menor.
Peitoral Menor
Pompage e stretching do m. peitoral menor
Ponto de inibição do peitoral menor
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
74
SERRÁTIL ANTERIOR
Posição: em pé ou DD, manter o braço
elevado acima de 90° (ponto
intermediário entre a flexão e a abdução).
Procedimento: posicionar seus dedos
sobre as costelas, pedir ao paciente para
empurrar para cima; esse movimento
mantêm a escápula contra o tórax sob a
ação do serrátil anterior e o terapeuta
poderá perceber sua tensão.
*
Músculo serrátil anterior
Pompage e stretching do m. serrátil anterior
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
75
Ponto de inibição de serrátil anterior
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à 
distância
LATÍSSIMO DO DORSO
Posição: DV.
Procedimento: realizar o
movimento de adução e
rotação interna do ombro
contra resistência, o grande
dorsal pode ser palpado em
toda sua extensão.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
76
Pompage e stretching do m. grande dorsal
Ponto de Inibição do m. grande dorsal
Latíssimo 
do Dorso
DELTÓIDE
Posição: Paciente sentado, ombro
abduzido próximo à 90°.
Procedimento: resistir aos movimentos
realizados por cada porção.
A três porções podem ser separadas:
. clavicular (anterior);
. acromial (média);
. espinhal (posterior).
* *
*
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
77
Músculo Deltóide
Pompage e stretching do m. Deltóide anterior
Deltóide médio
Deltóide posterior
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância Inibição de deltóide com torção
Manobra articulatória para art. glenoumeral
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/202078
Bolsa subacromial (subdeltóidea)
Definição: saco cheio de líquido que se estende sobre o tendão supra-
espinhoso e embaixo do acrômio.
Posição: sentado.
Procedimento: com uma mão estender o ombro do pcte e com a outra
palpar a região anterior do ombro.
*Obs: caso haja dor à palpação, ou também a presença de uma massa
espessa pode ser sinal de bursite.
BÍCEPS BRAQUIAL
Posição: sentado, cotovelo fletido,
antebraço em posição neutra
apoiado na mão do fisioterapeuta.
Procedimento: resistir aos
movimentos de supinação e de
flexão do cotovelo do paciente.
O bíceps braquial ficará
proeminente podendo-se palpar o
ventre muscular das duas porções.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
79
MANOBRA DIFERENCIAL ENTRE A PORÇÃO LONGA E CURTA DO 
BÍCEPS BRAQUIAL
Posição: sentado, cotovelo fletido e antebraço
supinado.
Procedimento: apoiar o cotovelo do paciente
na mão.
1. O 2º dedo repousará sobre a região
anterior do braço, apontando para o sulco
bicipital.
2. Fazer uma pressão na região e sentir uma
pequena depressão entre as porções
longa e curta do bíceps braquial.
BRAQUIAL
Posição: sentado, cotovelo ligeiramente 
fletido, antebraço pronado e apoiado.
Procedimento: apoiar a polpa dos dedos 
acima da articulação do cotovelo, 
pinçando o bíceps braquial. 
Pedir ao paciente um pequeno esforço 
para a realização da flexão do 
cotovelo, resistir o movimento. A 
contração do braquial será percebida 
pelos dedos. 
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
80
TRÍCEPS BRAQUIAL
Posição: em pé ou sentado.
Procedimento:
PORÇÃO LATERAL E LONGA
Com o braço em leve extensão. Solicitar a extensão do
cotovelo. As porções lateral e longa do tríceps tornam-se
salientes.
PORÇÃO MÉDIA
Com o cotovelo quase estendido. Solicitar a extensão e
resistir.
Tentar distinguir a porção longa do tríceps e após, palpar
a porção média.
Pompage e stretching do tríceps braquial
Ponto de inibição do tríceps braquial Inibição transversa do tríceps braquial
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
81
EXTENSORES DO PUNHO E DEDOS
Posição: sentado com o cotovelo fletido.
Procedimento: Pinçar o músculo
braquiorradial.
Seguir de lateral para medial, perceberá a
tensão do extensor radial longo e curto do
carpo, extensor dos dedos e extensor ulnar
do carpo, solicitando extensão do punho,
extensão dos dedos e depois extensão do
punho com desvio ulnar, respectivamente.
Pompage e stretching dos 
extensores do punho
Ponto de inibição do extensores do punho
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
82
FLEXOR RADIAL DO CARPO
Posição: sentado, cotovelo fletido e
antebraço supinado.
Procedimento: segurar a mão do
paciente, solicitar ligeira flexão do
punho associado a um desvio radial
que serão resistidos.
Pode-se palpá-lo medialmente ao
músculo pronador redondo e o seu
tendão ficará visível medialmente ao
processo estilóide do rádio.
PALMAR LONGO
Posição: sentado, antebraço supinado e
cotovelo fletido.
Procedimento: resistir a flexão da mão
e oponência dos dedos. Palpando-se
medialmente ao músculo flexor radial
do carpo perceberá a tensão do
músculo.
Seu tendão será visível nas porções
distal e central do antebraço.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
83
FLEXOR ULNAR DO CARPO
Posição: sentado, cotovelo fletido e
antebraço supinado.
Procedimento: O paciente fará um
movimento de flexão da mão com
desvio ulnar, que será resistido.
Palpar o músculo medialmente ao
músculo palmar longo. O tendão do
flexor ulnar do carpo ficará bem
proeminente na direção do osso
pisiforme.
FLEXOR SUPERFICIAL DOS DEDOS
Posição: sentado com o cotovelo fletido.
Procedimento: Pressionar a região anterior do antebraço, solicitar flexão dos
dedos, perceberá um aumento com tensão dos músculos.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
84
Pompage e stretching dos flexores do punho 
Ponto de inibição dos flexores do punho
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância
PRONADOR REDONDO
Posição: sentado, cotovelo à 90º e
antebraço supinado.
Procedimento: palpar partindo do
epicôndilo medial, traçar uma linha
imaginária até o meio do rádio e
pressionar o músculo. Solicitar a
pronação, então sentirá a tensão
sob seus dedos.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
85
SUPINADOR
Posição: sentado, braço apoiado e
cotovelo fletido à 90º.
Procedimento: localizar o tendão do
bíceps braquial e desloca os dedos
lateralmente embaixo do músculo
braquiorradial.
Resistir à supinação do antebraço
percebendo em profundidade.
*
BRAQUIORRADIAL
Posição: sentado ou em pé, cotovelo
fletido e antebraço em posição
neutra.
Procedimento: resistir a flexão do
cotovelo, podendo pinçá-lo em
proximal.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
86
ESTERNO 
Posição: DD ou sentado.
Procedimento: partir da incisura esternal e ir descendo, delimitando o manúbrio
até perceber uma pequena fissura, o ângulo esternal (2ª cartilagem costal).
Descendo mais estará sobre o corpo e uma pequena projeção inferior, o
processo xifóide.
PRIMEIRA COSTELA
Posição: sentado.
Procedimento: palpar a 1ª costela na fossa
clavicular, ventralmente à borda anterior
do trapézio e dorsalmente à clavícula
(terço médio).
Perceberá, ao afundar do dedo, uma
resistência óssea, que corresponde à borda
cranial do arco costal anterior da 1ª
costela.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
87
COSTELAS
Posição: DD ou sentado.
Procedimento: partir da art. esternoclavicular, traçar uma linha oblíqua
até a lateral e ir descendo contando todas as costelas ou os espaços
intercostais.
ÂNGULO DA COSTELA
Posição: sentado com o tronco flexionado e cabeça apoiada.
Procedimento: partir dos processos espinhosos aproximadamente um
dedo para a lateral, realizar uma palpação profunda.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
88
CERVICAL – Processos transversos
Posição: DD ou sentado.
Procedimento: palpar a região
posterior à orelha (proc.
mastóideo), no sulco produzido
pelo m. esternocleidomatóideo e o
ângulo da mandíbula.
1. Uma leve pressão sente-se uma
resistência óssea: proc. transverso
do Atlas.
2. Descendo em sentido oblíquo
identifica-se o proc. transverso do
áxis.
ÁXIS - PROCESSO ESPINHOSO
Posição: sentado ou em DV.
Procedimento: realizar uma extensão resistida da
cabeça, com isso aparecerá uma depressão
longitudinal na região cervical posterior. O limite
inferior desta depressão corresponde ao processo
espinhoso de C2.
Em DD: do processo mastóideo em direção medial
até que os dedos do examinador se encontrem,
realizar uma leve suspensão da cabeça e perceberá o
processo espinhoso de C2.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
89
PROCESSOS ESPINHOSOS DE C3 A C6
Posição: DD.
Procedimento: palpar o proc. espinhoso de C2
em direção ao tronco até perceber um
processo espinhoso bem proeminente (T1).
Posição: DV ou sentado com a cabeça apoiada.
Procedimento: iniciar a palpação pelo processo
espinhoso - C7.
Palpar os outros processos espinhosos da
cervical, mantendo um de seus dedos sobre
C7, e o outro dedo se deslocará no eixo
longitudinal, em sentido cefálico.
PROCESSOS ESPINHOSOS C7-T1
Posição: sentado com a cabeça apoiada.
Procedimento: palpar os processos espinhosos
mais proeminente em cervical inferior.
Solicitar flexo-extensão da cabeça, o processo
espinhoso que se movimentar é C7.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
90
PROCESSOS ESPINHOSOS TORÁCICOS
Posição: sentado com a cabeça apoiada e o tronco fletido.
Procedimento: palpar do proc. espinhoso de T1 ir descendo contandotodos os
processo espinhos.
PROCESSOS TRANSVERSOS
Posição: DV ou sentado.
Procedimento: palpar o proc. espinhoso dorsal,
medir dois dedos transversos para cima e
lateralmente. O dedo cairá sobre o processo
transverso correspondente.
* a palpação é feita em projeção, já que na
região há a presença de grande massa
muscular.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
91
PROCESSOS 
ARTICULARES
Posição: DV.
Procedimento: palpar entre o
processo espinhoso e o transverso
encontrará um sulco para os mm.
paravertebrais.
Realizar uma pressão e deslizar o dedo
em sentido súpero-inferior e
perceberá a transição vertebral.
Bombeio Articular de Torácica
• Objetivo:
• Avaliar a mobilidade das vértebras torácicas através de suas respectivas facetas articulares, observando o jogo 
articular e, buscando parâmetros de maior restrição. Se necessário, pode-se realizar thrusts cuidadosos e preferencialmente 
em mesas de DROP.
• Posição do Paciente:
• O paciente deve estar deitado em decúbito ventral, próximo ao terapeuta, com os braços relaxados e paralelos ao 
tronco, preferencialmente sem vestimentas superiores.
• Posição do Terapeuta:
• O terapeuta deve estar em finta dupla com uma semiflexão de joelhos, na altura do local avaliado e deve apoiar as 
mãos nas costas do paciente. 
• É de extrema necessidade para a realização desta técnica que o centro de gravidade do terapeuta esteja 
exatamente sobre o local a ser avaliado.
• Contato das Mãos:
• O terapeuta realiza um apoio pisiforme cruzado (bilateral) com tríplice apoio (mão em concha) tocando as 
transversas de um lado e do outro, ou seja, com a mão direita em transversa esquerda e vice-versa.
• Técnica:
• O terapeuta aproveita o contato e avalia o grau de flexibilidade da coluna dorsal, buscando as zonas rígidas. A 
técnica consiste em aplicar uma força de cima para baixo. 
• Ao empurrar as torácicas o paciente deve expirar, mantendo a glote aberta durante toda a técnica.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
92
Bombeio Torácico
Manipulação da Torácica Sentado em Duplo V
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
93
Manipulação de Torácica Deitado
PROCESSOS ESPINHOSOS e TRANSVERSOS LOMBARES
Posição: sentado com o tronco flexionado e cabeça apoiada.
Procedimento: partindo dos processos espinhosos lombares
para a lateral, palpar os processos transversos.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
94
ARTICULAÇÃO LOMBO-SACRAL
Posição: DV ou sentado, com o tronco flexionado e cabeça apoiada.
Procedimento: acompanhar a curvatura lombar em sentido inferior
palpando os processos espinhosos lombares, no final da lombar
perceberá uma elevação (osso sacro).
Manobra Diferencial entre 
processo espinhoso de L5 e S1
Posição: DV.
Procedimento: Palpar as cristas ilíacas e traça
uma linha imaginária horizontal em
direção à lombar, localizando os processos
de L4-L5.
Realizar uma extensão e abdução passiva do
quadril. Perceberá o deslocamento do
processo espinhoso (L5), o processo
espinhoso(S1) não irá se deslocar.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
95
CRISTA SACRAL MEDIANA
Posição: DV.
Procedimento: palpar a
articulação lombo-sacral e
descer pela linha média até
chegar em um platô ósseo
(hiato).
HIATO DO SACRO
Posição: DV.
Procedimento: partir da crista
sacral mediana em sentido
caudal, onde a junção se
abre, percebe-se um platô
ósseo, o hiato do sacro.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
96
Abertura de Facetas Articulares
• Posição do Terapeuta: 
• - Terapeuta em finta anterior, olhando em direção aos pés do paciente. 
• Colocação das Mãos:
• - A mão direita (sensitiva) controla a vértebra a ser liberada, a mão esquerda estabiliza os 
tornozelos do paciente. 
• Construção das alavancas:
• - Realizar a alavanca superior, com uma FLEXÃO E ROTAÇÃO do tronco, até a tensão chegar à 
lesão.
• - Não há construção da alavanca inferior, os membros se encontram com flexão de 90o de 
joelho e quadril.
• Técnica:
• -- O terapeuta eleva o MMII do paciente em direção ao teto, realizando uma látero-flexao 
direita até a barreira motriz, fazendo com que a tensão chegue sobre a vértebra lesionada.
• Em seguida pedimos ao paciente que realize três contrações isométricas empurrando o MMII 
em direção ao solo. Depois da terceira contração o terapeuta busca nova barreira em látero-
flexao direita, elevando as pernas em direção ao teto.
Abertura de Facetas Articulares
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
97
Bombeio da Sacro Ilíaca
Quick scaning Braço maiorQuick scaning Braço menor
Técnica de correção EXTENSÃO/ FLEXÃO SACRA BILATERAL
• Princípio:
• -Corrigir uma extensão ou flexão bilateral do sacro.
• EXTENSÃO: O sacro está anteriorizado.
• Posição do Paciente:
• -Paciente em decúbito ventral.
• Posição do Terapeuta:
• -Terapeuta em finta anterior olhando para os pés do paciente.
• Colocação das Mãos:
• -Com um contato do pisiforme no sacro, sobre o nível de S4, tocando a mão na frente do eixo, que está sobre 
S2/S3 e a outra mão apoiando sobre a mão redutora.
• Técnica:
• -Fazer um tissepul, tomando o cuidado para os dedos caminharem para frente e não para baixo, pois se pode 
tocar nos órgãos genitais do paciente.
• -Redução do Slack, de cima para baixo.
• -Pede-se ao paciente que inspire e ganha movimento e resiste na expiração. No final de 3 ou 4 ciclos, peça ao 
paciente que faça uma inspiração e uma apnéia e aplica-se o Thrust.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
98
• FLEXÃO: O sacro está posteriorizado.
• Posição do Paciente:
• -Mesma posição da técnica anterior.
• Posição do Terapeuta:
• -Terapeuta em finta anterior olhando para a cabeça do paciente
• Colocação das Mãos:
• -Contato do pisiforme na Base Sacra e com a outra mão realizando um reforço.
• Técnica:
• -Fazer um tissepul de baixo para cima.
• -Pede-se ao paciente que inspire, resiste ao movimento e na expiração ganha. No final de 3 ou 4 
ciclos, peça ao paciente que faça uma inspiração e no final da expiração, apnéia e aplica-se o 
Thrust.
Técnica de correção EXTENSÃO/ FLEXÃO SACRA BILATERAL
Platisma
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
99
Esternocleidomastóideo — ECOM
Posição: DD.
Procedimento: posicionar uma de suas
mãos na região temporal e a outra mão
estará na região lateral do queixo do
paciente.
Solicitar movimentos de inclinação para o
lado da mão da região temporal e de
rotação para o lado contrário com
resistência.
O ECOM ficará visível e então palpar suas
extremidades.
MÚSCULOS SUPRA e INFRA-HIÓIDEOS
Posição: DD.
Procedimento: colocar a mão na
região submentoniana, solicitar ao
paciente para bocejar e deglutir de
forma rápida.
Na região medial poderá palpar o
músculo digástrico e lateralmente o
m. milo-hióide.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
100
Pompage de ECOM
Stretching de ECOM Inibição transversa de ECOM
Pompage de Platisma
Pompage e Stretching para músculos vertebrais anteriores
MÚSCULOS SUPRA e INFRA-HIÓIDEOS
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
101
ESCALENOS
Posição: sentado com o cotovelo apoiado na
mão do terapeuta.
Procedimento: elevar passivamente seu ombro
e com a mão contralateral penetrar os dedos na
fossa supraclavicular.
O terapeuta resistirá à flexão lateral da cabeça,
homolateral à palpação, e perceberá a tensão
dos escalenos, podendo distinguir o m. escaleno
anterior, alguns ramos do plexo braquial e o m.
escaleno médio.
Pompage e Stretching dos Escalenos
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
102
ESPLÊNIO DA CABEÇA
Posição: DV, com a cabeça apoiada
na maca e pequena rotação para
o lado.
Procedimento: posicionar seusdedos
lateralmente em C2 e ao trapézio
e medialmente ao ECOM.
Com a outra mão resistir ao
movimento de extensão
percebendo a tensão do m.
esplênio da cabeça.
SEMI-ESPINHAL DA CABEÇA
Posição: DV, cabeça rodada para o lado
oposto inibindo a ação do trapézio.
Procedimento: partir da protuberância
occipital externa e deslocar o dedo um
pouco lateralmente, em sentido oblíquo.
A outra mão do terapeuta irá resistir à
extensão e à rotação da cabeça para o
lado oposto.
Os dedos da mão contralateral
perceberão a tensão do músculo semi-
espinhoso da cabeça.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
103
Pompage dos músculos posteriores
Stretching dos músculos posteriores
Ponto de Inibição dos Músculos Posteriores, Suboccipitais
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
104
Manobra Articulatória para Cervical em Oito
• Ação:
• O terapeuta coloca os parâmetros maiores de FLEXÃO, LATEROFLEXÃO DIREITA,
ROTAÇAO ESQUERDA de aproximadamente 45º. Coloca-se parâmetros menores de
tração, acumula as tensões, reduz o slack. Pede-se ao paciente que deixe cair à
cabeça a Direita (LATEROFLEXÃO DIREITA) e neste momento se introduz um thrust em
ROTAÇÃO E.
TÉCNICA DE ASHMORE PARA ERS D
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
105
MÚSCULOS LONGO DORSAL E ILIOCOSTAL
Posição: DV.
Procedimento: resistir ao movimento
de extensão de coluna,
posicionando uma de suas mãos na
região torácica.
Com a outra mão, palpar da linha
média na região tóraco-lombar em
sentido lateral para: o longo dorsal
e mais lateralmente o iliocostal.
Pompage e stretching dos m. eretores da espinha
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
106
Inibição transversa dos eretores da 
espinha
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância
Ponto de inibição dos eretores
QUADRADO LOMBAR - palpação indireta
Posição: DV.
Procedimento: posicionar os dedos
entre a crista ilíaca e a última costela
(região póstero-lateral).
Realizar uma tração do membro
inferior homolateral e solicitar
elevação da pelve homolateral e
perceberá a tensão do quadrado
lombar.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
107
• Pompage e stretching do m. quadrado lombar
Ponto de Inibição do m. quadrado lombar
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida 
à distância
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
108
INTERCOSTAIS EXTERNOS
Posição: sentado.
Procedimento: posicionar os dedos
nos espaços intercostais. Solicitar
uma inspiração lenta e perceberá
que os espaços intercostais
tornaram-se maiores, devido ao
afastamento das costelas, sob a
ação dos intercostais.
Pompagem e stretching do m. intercostal externo
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
109
RETO DO ABDÔMEN
Posição: DD com os joelhos
flexionados, mãos entrelaçadas atrás
da nuca.
Procedimento: solicitar flexão do
tronco. Palpar o reto do abdome
delimitando suas inter seções
tendinosas, que estarão visíveis ao
lado da linha alba.
OBLÍQUO EXTERNO DO ABDÔMEN
Posição: DD e com as mãos entrelaçadas
atrás da cabeça.
Procedimento: solicitar movimentos
simultâneo de flexão e rotação do tronco
para o lado oposto.
O oblíquo externo do abdome ficará bem
visível na região ântero-lateral do tronco,
ventralmente ao grande dorsal, e poderá
ser palpado.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
110
OBLÍQUO INTERNO
Posição: DD e com o joelho homolateral
flexionado.
Procedimento: posicionar a mão próximo
a ElAS.
Solicitar elevação da pelve associada a
rotação, perceberá a tensão do oblíquo
interno.
EIAS
Posição: em pé ou DD.
Procedimento: palpar a projeção óssea
mais evidente no início da crista ilíaca
(EIAS).
Em direção medial e inferior,
aproximadamente dois dedos abaixo,
perceberá uma projeção óssea mais
profunda (EIAI).
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
111
EIPS / EIPI
Posição: em pé ou DV.
Procedimento: palpar a crista
ilíaca em direção posterior
(EIPS).
Continuar em sentido inferior e
medial perceberá uma
pequena projeção óssea, a EIPI
(2 dedos) entre os acidentes
ósseos palpados.
SÍNFISE / TUBÉRCULO PÚBICO
Posição: DD.
Procedimento: partir da cicatriz
umbilical descendo até esbarrar
na sínfise púbica.
Deslocar os dedos lateralmente
encontrará os tubérculos
púbicos.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
112
LIGAMENTO INGUINAL
Posição: DD.
Procedimento: localizar a EIAS e o
tubérculo púbico, neste trajeto está o
ligamento inguinal. Perceber a pulsação
da a. femoral.
CRISTA ILÍACA 
Posição: em pé ou DD.
Procedimento: pinçar a
crista localizando o ápice
da crista ilíaca e toda a
sua extensão.
Anteriormente estará a EIAS
e posteriormente a EIPS.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
113
TUBEROSIDADE ISQUIÁTICA
Posição: DV ou DL com 90° flexão de
quadril.
Procedimento: palpar e realizar uma
pressão na região acima da prega glútea.
Auto-palpação
Posição: em pé.
Procedimento: realizar a flexão do quadril
com o pé apoiado. Seguir o glúteo até
encontrar uma saliência óssea.
Manobra articulatória de ilíaco
Mobilização para antiversão pélvica
Mobilização para retroversão pélvica
Manobra de Volante 
para o Ilíaco
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
114
TROCANTER MAIOR DO FÊMUR
Posição: em pé ou DL.
Procedimento: colocar o polegar
na EIPS, o indicador na crista
ilíaca e o 5º dedo cairá sobre o
trocanter maior do fêmur.
CABEÇA FEMORAL (quadril)
Posição: DD, com o MI fletido e o pé
apoiado na maca.
Procedimento: colocar o polegar no
meio do ligamento inguinal (sobre a
a. femoral). Mais profundamente
esta a cabeça do fêmur.
Realizar a flexão e abdução passiva do
quadril para confirmação.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
115
CÔNDILO E EPICÔNDILO MEDIAL
Posição: DD e com os MMII em flexão.
Procedimento: palpar o terço medial distal da coxa (fêmur) em direção
joelho. Será palpado uma grande projeção óssea (côndilo) e bem no
centro (epicôndilo).
CÔNDILO E EPICÔNDILO LATERAL
Posição: DD e com os MMII em flexão.
Procedimento: palpar o terço lateral distal da coxa (fêmur) em
direção joelho perceberá uma grande projeção óssea (côndilo) e
bem no centro (epicôndilo).
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
116
PATELA
Posição: DD e com os MMII em flexão.
Procedimento: partir dos epicôndilos femorais em direção a face anterior do
joelho. Serão palpadas as bordas da patela, acima estará a base e abaixo o
ápice.
LINHA INTER-ARTICULAR
Posição: DD e com os MMII em flexão.
Procedimento: partir das superfícies articulares dos côndilos femorais
em direção ao platô tibial, perceberá um sulco em direção lateral e
medial separando o fêmur da tíbia.
*também utilizado para palpação dos meniscos
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
117
CÔNDILO MEDIAL DA TÍBIA
Posição: DD e com os MMII em flexão.
Procedimento: partindo da linha inter-articular medial, em direção à
perna, perceberá uma grande projeção óssea (côndilo).
CÔNDILO LATERAL DA TÍBIA
Posição: DD e com os MMII em flexão.
Procedimento: partindo da linha inter-articular lateral, em direção 
à perna, perceberá uma grande projeção óssea (côndilo).
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
118
TUBEROSIDADE DA TÍBIA
Posição: DD ou em pé.
Procedimento: partindo do ápice da patela seguir pelo tendão patelar
chegando em uma projeção óssea.
CABEÇA e COLO DA FÍBULA
Posição: DD ou em pé (joelho fletido).
Procedimento: partindo da tuberosidade da tíbia, em direção látero-
posterior, perceberá a projeção óssea. Abaixo desta, palpar o colo.
Licensed toRaphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
119
Mobilização da cabeça da fíbula
Mobilização Anterior da Cabeça da Fíbula
Manobra Articulatória do Joelho com Tração
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
120
MARGEM ANTERIOR E MALÉOLO MEDIAL
Posição: DD ou em pé.
Procedimento: partindo da tuberosidade da tíbia deslizar sobre a
região anterior da tíbia até chegar medialmente no maléolo.
DIÁFISE DA FÍBULA E MALÉOLO LATERAL
Posição: DD ou em pé.
Procedimento: partindo da cabeça da fíbula em direção ao maléolo.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
121
TARSO
Posição: sentados com os pés elevador.
Procedimento: dos maléolos deslocar os dedos anteriormente palpando o 
tálus. Do maléolo medial em direção ao arco plantar palpar o navicular. Do 
maléolo lateral em direção à cabeça do 5° metatarso palpar o tálus e o 
cubóide.
TARSO
Posição: sentados com os pés elevados.
Procedimento: dos maléolos deslocar os dedos posteriormente e
inferiormente palpando parte do tálus e evidenciando o calcâneo.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
122
TARSO
Posição: sentado com os pés elevados.
Procedimento: partindo em sentido distal e medial palpar o navicular (mais 
proeminente). Partindo do 1°, 2° e 3° metatarso em direção ao tarso 
perceberá os cuneiformes medial, intermédio e lateral, respectivamente.
Técnica para Lesão Tibiotársica / Decoaptação
• Paciente em decúbito dorsal
• Osteopata em FA no bordo
inferior da maca.
• Com a mão interna fazer um
contato do seg-ter falange sob
o tálus e com a outra faz o
reforço.
• Dorsiflexão, RE, tração e
thrust.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
123
TENSOR DA FÁSCIA LATA
Posição: DD.
Procedimento: localizar a EIAS e aproximadamente dois dedos para látero-
inferior e palpar. Para facilitar, solicitar uma flexão e rotação interna do
quadril com joelho estendido.
Pompage e stretching do tensor da fascia lata
Ponto de inibição do tensor da fáscia lata
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
124
PSOAS MAIOR – ILÍACO = ILIOPSOAS 
Posição: DD.
Procedimento: posicionar o polegar na EIAS e o
5º dedo na cicatriz umbilical, com os outros,
aprofundar ao lado do reto abdominal.
Solicitar uma flexão do quadril, e assim, poderá
sentir a contração do iliopsoas e ilíaco.
* Em DD: palpar o ponto médio do ligamento
inguinal e solicitar a flexão do quadril.
Pompage e stretching do m. psoas maior
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
125
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância
Ponto de Inibição do m. psoas maior
SARTÓRIO
Posição: DD.
Procedimento: localizar a EIAS e aproximadamente dois dedos para medial
e inferior palpar e solicitar uma flexão e rotação externa do quadril com
joelho estendido.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
126
Ponto de inibição do sartório
Pompage e stretching do sartório
PECTÍNEO
Posição: DD e com o quadril levemente fletido e abduzido.
Procedimento: localizar o íliopsoas e ir em sentido ao tubérculo púbico. Realizar
uma pressão até sentir o púbis e solicitar uma adução do quadril, perceberá a
tensão do músculo.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
127
Pompage e stretching dos adutores do quadril
Ponto de inibição dos adutores de quadril
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
128
GLÚTEO MÁXIMO
Posição: DV.
Procedimento: palpar a EIPS, colocar mais 3 dedos transversos caudalmente e
estará na borda superior do glúteo máximo. Colocar a mão sobre o músculo e
solicitar a extensão e rotação externa do membro inferior que está sendo
palpado.
GLÚTEO MÉDIO
Posição: DL com a art. coxofemoral em posição neutra.
Procedimento: colocar 3 dedos entre crista ilíaca e trocanter maior do fêmur.
Solicitar a abdução do membro inferior contra resistência e perceberá a
tensão neste músculo.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
129
Manobra diferencial entre glúteo médio e TFL
Posição: DL e quadril fletido e neutro em rotação.
Procedimento: apoiar uma das mãos sobre o trocanter maior e com a outra resistir à
abdução e flexão do MI, o que saltar será o TFL.
Pompagem e stretching de glúteo
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
130
PIRIFORME
Posição: DV.
Procedimento: localizar a EIPS e o trocanter maior. Solicitar rotação externa da art.
coxofemoral contra resistência.
Posição: DL e quadril em posição neutra.
Procedimento: localizar o glúteo médio e deslocando a palpação para a região posterior, até
encontrar um sulco onde se localiza o piriforme, solicitar rotação externa do quadril.
NERVO ISQUIÁTICO
Posição: DL ou DD, com o quadril em
posição neutra e MMII fletidos.
Procedimento: notar que entre a
borda lateral do trocanter maior e
a tuberosidade isquiática forma
um sulco, nesta palpar na
profundidade.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
131
Pompage e stretching do piriforme
Ponto de inibição do piriforme
Thrust do piriforme
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
132
QUADRÍCEPS – reto femoral
Posição: DD.
Procedimento: localizar a EIAI e
palpar o tendão do m. reto
femoral solicitando flexão do
quadril com extensão do joelho.
QUADRÍCEPS - vastos
Posição: DD.
Procedimento: solicitar a
extensão do joelho e delimitar
os ventres do vasto lateral e
medial.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
133
Pompage e stretching do quadríceps femoral
Inibição transversa de quadríceps
BÍCEPS FEMORAL
Posição: DV.
Procedimento: palpar a
tuberosidade isquiática e solicitar
a flexão do joelho, palpando de
proximal para distal todo o ventre
até o tendão inserido na cabeça
da fíbula.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
134
SEMITENDINOSO
Posição: DV.
Procedimento: palpar a tuberosidade
isquiática e solicitar a flexão do joelho.
Deslizar o dedo em direção ao joelho
bem no meio da coxa palpando o ventre
até o tendão do semitendinoso.
SEMIMENBRANOSO
Posição: DV.
Procedimento: palpar a
tuberosidade isquiática e solicitar a
flexão do joelho. Deslizar o dedo em
direção ao joelho lateralmente e
abaixo do semitendinoso.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
135
Pompage e stretching dos isquiostibiais
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância
Ponto de inibição dos isquiostibiais
Inibição transversa dos isquiostibiais
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
136
TIBIAL ANTERIOR
Posição: palpar entre a tuberosidade
da tíbia e a cabeça da fíbula.
Procedimento: Solicitar a dorsiflexão,
perceberá a tensão do ventre
muscular indo até o tendão no arco
plantar.
Pompage e stretching do tibial anterior
Ponto de inibição do tibial anterior
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
137
A partir da junção músculo tendínea do
ventre do m. tibial anterior seguir para
lateral e palpar solicitando extensão do
hálux. Perceberá a tensão do músculo e
distal de perna conseguirá seguir o
tendão até o 1° dedo.
EXTENSOR LONGO DO HÁLUX
EXTENSOR LONGO DOS DEDOS
Posição: DD ou sentado com os pés
elevados.
Procedimento: partir do ventre do m.
tibial anterior e seguir palpando para a
lateral, solicitando a extensão dos
artelhos.
Você perceberá a tensão do músculo e na
região dorsal do pé conseguirá seguir os
tendões do 2° ao 5° dedos.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
138
GASTROCNÊMIO
Posição: DV ou em pé.
Procedimento: palpar os côndilosfemorais posteriormente e solicitar a
flexão plantar.
Perceberá a contração muscular e
delimitar o tendão calcâneo.
SÓLEO
Posição: DV.
Procedimento: palpar o ventre do m.
gastrocnêmio e posicionar joelho em 90° de
flexão (inibir).
Solicitar flexão plantar e perceberá a tensão
do m. sóleo e o m. gastrocnêmio tende a
diminuir sua tensão.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
139
Pompage e stretching do Gastrocnêmio e Sóleo
Ponto de inibição do gastrocnêmio
Inibição transversa de gastrocnêmio
FIBULARES
Posição: sentado ou em pé.
Procedimento: palpar a cabeça da fíbula e deslizar o dedo sobre o corpo do osso.
Solicitar eversão e flexão plantar, perceberá a contração dos mm. O superficial é o
fibular longo e abaixo o fibular curto.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
140
Ponto de inibição dos fíbulares
EXTENSOR CURTO DOS DEDOS
Posição: sentado com os pés elevados.
Procedimento: palpar o osso cubóide e solicitar a extensão dos artelhos,
perceberá a tensão abaixo dos tendões do m. ext. longo.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
141
FLEXOR CURTO DOS DEDOS
Posição: sentado com os pés
elevados.
Procedimento: partir do
calcâneo e ir em sentido
distal. Solicitar a flexão dos
artelhos e você perceberá a
tensão muscular.
ABDUTOR DO DEDO MÍNIMO E HÁLUX
Posição: sentado com os pés elevados.
Procedimento: palpar o ventre do m.
flexor curto dos dedos, seguir em
sentindo medial solicitando a abdução
do hálux, perceberá a contração
muscular.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
142
Liberação Global Plantar
• Flexores
• Extensores
• Adutores
• Abdutores
• Lumbricais
• Interósseos
• Fascia plantar
Liberação de fascia plantar e lumbricais
MANOBRA ARTICULATÓRIA EM OITO DO TORNOZELO
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com
29/10/2020
143
Referências
DANGELO, J. G.; FATTINI, C. C. Anatomia sistêmica e segmentar. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 2007.
•DEREK, Field. Anatomia Palpatória. 2 ed., Manole Ltda : São Paulo, 2001.
•HOPPENFELD, Stanley. Propedêutica Ortopédica Coluna e Extremidades Livraria
Atheneu, Rio de Janeiro, 1987.
•KENDALL, Florence P.; E. M. Músculos, provas e funções. 4 ed. Manole, São Paulo- SP.,
1997.
•PALASTANGA. Anatomia do Movimento Humano: estrutura e função Manole, São
Paulo, 2000.
•TIXA, Serge. Atlas de Anatomia Palpatória de pescoço, tronco e membro superior
Vol I e Atlas de anatomia palpatória do membro inferior Vol II. Manole, São Paulo, 2000.
Licensed to Raphael Cardoso da S. Jorge - rs.jorge88@gmail.com

Mais conteúdos dessa disciplina