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DECRETO
10.491/20
Altera o Regulamento da
Previdência Social,
aprovado pelo Decreto 3.048/99
Portal da
LEGISLAÇÃO
BRASIL
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INSTITUTO DE ESTUDOS PREVIDENCIÁRIOS,
TRABALHISTAS E TRIBUTÁRIOS
DECRETO
10.491/20
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INSTITUTO DE ESTUDOS PREVIDENCIÁRIOS,
TRABALHISTAS E TRIBUTÁRIOS
O Decreto 10.491/20 altera o Decreto 3.048/99 em alguns 
pontos que já haviam sido modificados pelo Decreto 10.410/20.
 Art. 53
O dispositivo foi alterado para dizer que o cálculo da 
aposentadoria programada corresponderá a 60% do sa-
lário-de-benefício, com acréscimo de 2% PARA CADA 
ANO de contribuição que exceder o tempo de 20 anos 
de contribuição, para os homens, ou de 15 anos de con-
tribuição, para as mulheres.
O texto anterior estava equivocado, pois constava que 
o acréscimo de 2% acorreria para CADA CONTRIBUIÇÃO 
que excedesse o tempo de 20 anos de contribuição, 
para os homens, e de 15 anos de contribuição, para as 
mulheres.
Inciso II do art. 13
A redação do dispositivo foi modificada, sendo REINSE-
RIDA a previsão do período de graça de 12 meses após a 
cessação de benefício por incapacidade.
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INSTITUTO DE ESTUDOS PREVIDENCIÁRIOS,
TRABALHISTAS E TRIBUTÁRIOS
Art. 188-E 
Os incisos I e II do § 8º foram alterados para corrigir as 
datas antes ali constantes. 
Elas se referem à aplicação da Regra 85/95 progressiva 
(“Regra de pontos“), prevista no art. 29-C da Lei 8.213/91, 
que possibilita a não aplicação do fator previdenciário 
no cálculo da aposentadoria por tempo de contribuição 
concedida com fundamento do direito adquirido até a 
data da entrada em vigor da EC 103/19 (13.11.2019). Serão 
exigidos:
I - 85/95 pontos - a partir de 18.06.2015 até 30.12.2018.
II - 86/96 pontos - de 31.12.2018 até 13.11.2019.
Art. 173
Foram acrescidos os incisos I e II ao artigo. Agora o dis-
positivo expressamente prevê que o empregado do-
méstico em gozo de aposentadoria, que voltar a exercer 
atividade abrangida pelo RGPS, terá direito ao salário-
-família e à reabilitação profissional. Antes o artigo so-
mente se referia ao empregado e ao trabalhador avulso. 
O Decreto 10.491/20 ainda corrige outro equívoco da re-
dação anterior deste dispositivo, quando passa a dizer 
que TODO SEGURADO que voltar a exercer atividade 
abrangida pelo RGPS terá direito ao salário-maternida-
de, e não somente o empregado e o trabalhador avulso.
DECRETO
10.491/20
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INSTITUTO DE ESTUDOS PREVIDENCIÁRIOS,
TRABALHISTAS E TRIBUTÁRIOS
Diante disso, o § 20 foi revogado e acrescido § 19, que diz 
que o salário-de-contribuição do condutor autônomo 
de veículo rodoviário, inclusive o taxista e o motorista de 
transporte remunerado privado individual de passagei-
ros, do auxiliar de condutor autônomo e do operador de 
trator, máquina de terraplanagem, colheitadeira e asse-
melhados, sem vínculo empregatício, a que se referem 
os incisos I e II do § 15 do art. 9º, e do cooperado filiado a 
cooperativa de transportadores autônomos correspon-
de a 20% do valor bruto auferido pelo frete, carreto ou 
transporte e não se admite a dedução de qualquer valor 
relativo aos dispêndios com combustível e manutenção 
do veículo.
Art. 214
O inciso I do § 3º do dispositivo foi alterado para constar 
que o limite mínimo do salário-de-contribuição corres-
ponde, para os segurados contribuinte individual e fa-
cultativo, ao salário-mínimo, tomado NO SEU VALOR 
MENSAL.
Além disso, foi corrigido um equívoco da redação ante-
rior do Decreto. No art. 214 não existia § 19. “Pulava“ do § 
18 para o § 20.
Art. 188-E 
Os incisos I e II do § 8º foram alterados para corrigir as 
datas antes ali constantes. 
Elas se referem à aplicação da Regra 85/95 progressiva 
(“Regra de pontos“), prevista no art. 29-C da Lei 8.213/91, 
que possibilita a não aplicação do fator previdenciário 
no cálculo da aposentadoria por tempo de contribuição 
concedida com fundamento do direito adquirido até a 
data da entrada em vigor da EC 103/19 (13.11.2019). Serão 
exigidos:
I - 85/95 pontos - a partir de 18.06.2015 até 30.12.2018.
II - 86/96 pontos - de 31.12.2018 até 13.11.2019.
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TRABALHISTAS E TRIBUTÁRIOS
Diante disso, o § 20 foi revogado e acrescido § 19, que diz 
que o salário-de-contribuição do condutor autônomo 
de veículo rodoviário, inclusive o taxista e o motorista de 
transporte remunerado privado individual de passagei-
ros, do auxiliar de condutor autônomo e do operador de 
trator, máquina de terraplanagem, colheitadeira e asse-
melhados, sem vínculo empregatício, a que se referem 
os incisos I e II do § 15 do art. 9º, e do cooperado filiado a 
cooperativa de transportadores autônomos correspon-
de a 20% do valor bruto auferido pelo frete, carreto ou 
transporte e não se admite a dedução de qualquer valor 
relativo aos dispêndios com combustível e manutenção 
do veículo.
Foi acrescido o § 1º-A ao artigo, que dispõe que a quanti-
dade de Juntas de Recursos e de Câmaras de Julga-
mento do CRPS será estabelecida no decreto que apro-
var a estrutura regimental do Ministério da Economia.
Art. 303
Foram alteradas as redações dos incisos I e II do § 1º que 
tratavam, além da composição do CRPS, da quantidade 
Juntas de Recursos (29) e Câmaras de Julgamento (4). 
Os dispositivos não fazem mais referência à esses nú-
meros.
Art. 214
O inciso I do § 3º do dispositivo foi alterado para constar 
que o limite mínimo do salário-de-contribuição corres-
ponde, para os segurados contribuinte individual e fa-
cultativo, ao salário-mínimo, tomado NO SEU VALOR 
MENSAL.
Além disso, foi corrigido um equívoco da redação ante-
rior do Decreto. No art. 214 não existia § 19. “Pulava“ do § 
18 para o § 20.
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TRABALHISTAS E TRIBUTÁRIOS
Foi acrescido o § 1º-A ao artigo, que dispõe que a quanti-
dade de Juntas de Recursos e de Câmaras de Julga-
mento do CRPS será estabelecida no decreto que apro-
var a estrutura regimental do Ministério da Economia.
Por fim, a mesma correção foi feita no § 6º, que a agora diz 
que a Perícia Médica Federal deixará de aplicar o disposto 
no § 3º quando demonstrada a inexistência de NEXO (não 
mais nexo causal) entre o trabalho e o agravo, sem prejuízo 
do disposto no § 7º e no § 12.
Art. 337
O caput do dispositivo passa a dizer que o acidente do 
trabalho será caracterizado tecnicamente pela Perícia 
Médica Federal, por meio da identificação do NEXO 
entre o trabalho e o agravo. Antes a terminologia utiliza-
da era “nexo CAUSAL”. Corrige-se um equívoco, tendo 
em vista a possibilidade de caracterização do acidente 
de trabalho também pelo nexo concausal.
O § 5º, que trata do nexo técnico epidemiológico (NTEP) 
também foi ajustado no mesmo sentido. Agora prevê 
que reconhecidos pela Perícia Médica Federal a incapa-
cidade para o trabalho e o NEXO (não mais nexo causal) 
entre o trabalho e o agravo, na forma prevista no § 3º, 
serão devidas as prestações acidentárias a que o benefi-
ciário tiver direito.
Art. 303
Foram alteradas as redações dos incisos I e II do § 1º que 
tratavam, além da composição do CRPS, da quantidade 
Juntas de Recursos (29) e Câmaras de Julgamento (4). 
Os dispositivos não fazem mais referência à esses nú-
meros.
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TRABALHISTAS E TRIBUTÁRIOS
Por fim, a mesma correção foi feita no § 6º, que a agora diz 
que a Perícia Médica Federal deixará de aplicar o disposto 
no § 3º quando demonstrada a inexistência de NEXO (não 
mais nexo causal) entre o trabalho e o agravo, sem prejuízo 
do disposto no § 7º e no § 12.
O novo Decreto inclui a “Edição de jornais nãodiários” 
(CNAE 5812-3/02), com risco 3, na “Relação de atividades 
preponderantes e correspondentes graus de risco con-
forme a Classificação Nacional de Atividades Econômi-
cas”, constante no Anexo V ao Decreto 3.048/99.
 § 37 do art. 216
Foi revogado. Dizia que os ajustes de complementação, 
agrupamento e utilização previstos no § 27-A, não se 
aplicava aos contribuintes individuais e segurados fa-
cultativos, referidos nos arts. 199 e 199-A.
 Anexo V ao Decreto 3.048/99
Art. 337
O caput do dispositivo passa a dizer que o acidente do 
trabalho será caracterizado tecnicamente pela Perícia 
Médica Federal, por meio da identificação do NEXO 
entre o trabalho e o agravo. Antes a terminologia utiliza-
da era “nexo CAUSAL”. Corrige-se um equívoco, tendo 
em vista a possibilidade de caracterização do acidente 
de trabalho também pelo nexo concausal.
O § 5º, que trata do nexo técnico epidemiológico (NTEP) 
também foi ajustado no mesmo sentido. Agora prevê 
que reconhecidos pela Perícia Médica Federal a incapa-
cidade para o trabalho e o NEXO (não mais nexo causal) 
entre o trabalho e o agravo, na forma prevista no § 3º, 
serão devidas as prestações acidentárias a que o benefi-
ciário tiver direito.
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DIREITO PREVIDENCIÁRIO - RGPS
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COM ÊNFASE EM PRÁTICA PROCESSUAL
COORDENAÇÃO
CIENTÍFICA
JOÃO BATISTA LAZZARI ANA PAULA FERNANDES RODRIGO SODERO
RODRIGO SODERO
Coordenador da Pós-Graduação
em Direito Previdenciário | Nova
Previdência do IEPREV 
Sobre o autor
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