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RELATÓRIO DE ESTÁGIO - EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA (formato on-line)

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CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL – UNINTER
EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA - DISTÂNCIA 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA (FORMATO ON-LINE)
DISCIPLINA: ESTÁGIO CURRICULAR 
CIDADE-ESTADO
2020
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA (FORMATO ON-LINE)
 
Trabalho apresentado à disciplina de Estágio Curricular do Curso de Educação Especial e Inclusiva – Distância do Centro Universitário UNINTER 
 
CIDADE – ESTADO
2020
SUMÁRIO
ANÁLISE CRÍTICA – AULA DE GEOGRAFIA	4
Plano de aula - Geografia	7
Proposta de intervenção – TEA	10
ANÁLISE CRÍTICA – AULA DE LÍNGUA PORTUGUESA	13
Plano de aula – Língua Portuguesa	16
Proposta de intervenção - TDAH	18
ANÁLISE CRÍTICA – AULA DE MATEMÁTICA	21
Plano de aula - Matemática	24
Proposta de intervenção - Deficiência Intelectual	26
ANÁLISE CRÍTICA – AULA DE GEOGRAFIA
	O presente vídeo-aula apresentado por meio da plataforma do Youtube pelo Canal TV Escola Curitiba, apresenta-se inicialmente o nome da professora, disciplina, revisão da aula anterior e solicitação de materiais para anotação. A turma atendida na aula selecionada foi a do 1º ano do Ensino Fundamental I, com o conteúdo sobre a diversidade humana. Com uma breve revisão da aula anterior, apresentou o painel artístico realizado por Eduardo Kobra, na temática de “todos somos etnias”, na qual apresenta diversas representações indígenas de alguns pontos do mundo. Para concluir a revisão, corrigiu as atividades realizadas da aula anterior e a partir dela articulou com o conteúdo do dia. 
	No que diz a respeito da situação atual que os todos estão vivendo:
É inevitável não questionar a qualidade da aprendizagem nesse contexto. Para além do predomínio das aulas expositivas em detrimento da participação ativa dos alunos num processo dialético, também precisamos pensar como a ruptura da rotina e do ambiente escolar e os abalos emocionais puderam e podem estar influenciando nas capacidades cognitivas dos alunos, principalmente àqueles de menos idades dos anos iniciais da escolarização básica, os quais a escola representa para além de espaço para aprendizagens curriculares, espaço de socialização, de interação, do brincar e, inclusive, como recurso pedagógico do processo de ensino e aprendizagem (EVÊNCIO, 2020, p.3)
	De primeiro momento, consta bastante interação da professora com os alunos, pois, repensando no processo inclusivo para um aluno autista nessa situação, acredita-se que o aluno não irá corresponder a essa metodologia, na qual por sua vez ele já possui a dificuldade de se adaptar no espaço na sala de aula, e, no modo online já reflete nas condições dos alunos ao adaptar na frente de um computador ou instrumento digital online. Contudo, é preciso repensar na metodologia que atenda o aluno autista diante do seu nível de dificuldade. 
	Sendo assim, Baptista e Bosa (2002) apresentou as ações flexibilidade, acomodação, trabalho simultâneo como elementos que deverão ser utilizados nas adaptações. Desse modo, é preciso que o professor apresente em seu método de ensino, sem a obrigatoriedade de que todos devem aprender ao mesmo tempo, bem como facilitar a maneira que os alunos autistas realizem suas atividades para que ele se sinta bem e relacione com o ritmo da turma. Desse modo, a preocupação do professor deve ser apresentada com todos, tanto para os autistas, tantos para os demais alunos. 
	Desse modo, a professor apresentou de maneira simplificada, com imagens e poucos textos, da maneira que possa interagir com os alunos e que eles compreendam a existência da diversidade humana em nosso mundo. Ela apresentou crianças, com características semelhantes e diferentes, na qual listou as características, comparando e selecionando cada criança da imagem. Posteriormente, apresentou um quadro, representando de 100 pessoas brasileiras a quantidade de brancos, pretos, pardos, amarelos ou indígenas. 
	Diante essa explicação e exposição da professora, percebe-se o uso da nomenclatura “preta”, na qual ainda é de grande discussão se é ou não pejorativo. Pois, muitos preferem usar a palavra negro, e outros pretos, pois, de acordo com uma breve pesquisa realizada para presente análise, percebe-se que os dois termos podem ser utilizados, sem distinção, discriminação, mesmo com a existência da diferença entre um termo e outro. Contudo, refletindo no processo inclusivo, o educador deve refletir nas nomenclaturas utilizada para não disseminar o ato racista. 
	Assim, a professora apresentou a diversidade humana presente no mundo, bem como a importância de estudar referente o assunto na disciplina de Geografia. Posteriormente realizou uma leitura do trecho de uma história “Tudo bem ser diferente”. Pois, percebe-se que não foi mencionado o autor da obra, na qual é imprescindível explanar aos alunos quem escreveu o texto. Logo, uma atividade para realizarem, para as crianças caracterizar si mesmo. 
	Para finalizar a aula, foi realizado apresentação de situações problemas, na qual apresentou trechos de falas de uma pessoa a respeito da relação social, e, os alunos por sua vez precisam identificar se a situação é positiva ou negativa com a representação de um emoji triste ou feliz, de maneira interativa com a criança. Assim, fechou com a caixa surpresa, na qual selecionaram as palavras que são positivas na vida das crianças que devem ser deixados dentro da caixa, tais como respeito, diálogo, amizade, entre outros. 
	Em geral, percebe-se que a modalidade online são como “gatilhos emocionais”, por falta de contato presencial, pois, as crianças ficam desorganizada mentalmente por conta da rotina. No entanto, diante um autista, as famílias possuem um papel importante para estimular as habilidades dos alunos. Conforme Evêncio (2020, p.8) é preciso respeitar os limites das crianças, em que “cada família precisa analisar a situação e, se a criança requerer mais tempo de adequação, assim fazê-lo”. Contudo diante a apresentação da autora, é preciso relacionar as atividades prazerosas do dia a dia, com as aulas dos conteúdos programáticos da escola. Para tanto, a presente vídeo-aula pode ser utilizado com os alunos autista, porém, é preciso ser flexível quanto a exigência das capacidades dos alunos, pois, depende também do meio que ele está vivenciando, bem como seu cotidiano. 
	
REFERÊNCIAS
BAPTISTA, C. R.; BOSA, C. Autismo e Educação: reflexões e propostas de intervenção. Porto Alegre: Artmed, 2002.
EVENCIO, K. M. de M. Ensino em tempos de pandemia: orientações para o processo de ensino inclusivo das crianças com autismo. CONEDU, VII Congresso Nacional da Educação. Educação como (re)Existência: mudanças conscientização e conhecimentos. Centro Cultural de Exposição Ruth Cardoso. Maceió – AL. 2020. Disponível em: https://editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2020/TRABALHO_EV140_MD1_SA_ID6542_30092020075511.pdf Acesso em: 17 de dez. 2020.
GEOGRAFIA 1º ANO. Disponível em: https://youtu.be/_Ta5TCPo95c Acesso em: 17 de dez. 2020
Plano de aula - Geografia
	I. Plano de Aula: Data: 18/12/2020
	II. Dados de Identificação:
Escola: Escola Curitiba
Professor (a): Dircélia
Professor (a) estagiário (a): Eliane Maria Mendes 
Disciplina: Geografia 
Série: 1º Ano
Turma: A
Período: Vespertino
	III. Tema: 
- Meu lugar de vivência
- O lugar é uma parte do espaço geográfico onde vivemos e interagimos com a paisagem, desse modo, é preciso seguir por meio desse conceito levar o aluno a perceber as transformações ocorridas no espaço ao seu redor, por meio de leituras e observações. O ponto de partida são os espaços familiares do aluno, de seu local de vivência, levando-o a estabelecer as relações mais distantes tais como: a região, o estado, o país e o mundo.
	IV. Objetivos: 
Objetivo geral: Analisar as características de seu lugar de vivência
Objetivos específicos: 
Descrever as características do lugar de vivência (moradia, praças, mercados, padarias, escola, etc.);
Identificar semelhança e diferenças

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