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PIM 8 GESTAO PUBLICA

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Federal e municípios, condicionando-os à capacidade de arrecadação de tributos. A LRF promove a transparência dos gastos públicos. A Lei foi criada com o intuito de procedimentos fiscais e orçamentários a fim de uma padronização, quanto apresentação de receitas e despesas fiscais, minimizando/erradicando fraudes e desvios. Sobre isso, o Banco procura atitudes que contenham os desperdícios e dispêndios.
O processo de elaboração do orçamento cumpre as exigências estabelecidas na Constituição Federal, sendo preparado no primeiro ano do mandato de um prefeito, para vigorar a partir do segundo ano até o primeiro ano de mandato do próximo chefe do Executivo. 
Visando a ação planejada e transparente da elaboração do orçamento, surge a Lei Complementar nº 101 de 04/05/2000, Lei de Responsabilidade Fiscal, que através do § 1º do artigo 1º diz: § 1º A responsabilidade na gestão fiscal pressupõe a ação planejada e transparente, em que se previnem riscos e corrigem desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, mediante o cumprimento de metas de resultados entre receitas e despesas e a obediência a limites e condições no que tange a renúncia de receita, geração de despesas com pessoal, da seguridade social e outras, dívidas consolidada e mobiliária, operações de crédito, inclusive por antecipação de receita, concessão de garantia e inscrição em Restos a Pagar. 
A princípio tínhamos a Lei nº 4.320/64 denominada Lei de Responsabilidade Fiscal, com o passar do tempo surge a necessidade de inserir novos dispostos, então nasce a Lei Complementar nº 101/2000. Sabendo que a elaboração do orçamento é importante para a administração pública ter um controle interno dos seus gastos, a obrigatoriedade da mesma ficou clara em 1967, com a implantação do Decreto–lei nº 200 que dispunha algumas finalidades do orçamento: 
• Originar condições imprescindíveis para a eficácia do controle externo e para garantir a regularidade à execução da receita e despesa; 
• Seguir a realização dos planos de trabalho e do orçamento; 
• Determinar os resultados atingidos pelo chefe do Executivo e constatar a realização dos contratos. Para a elaboração do processo orçamentário a Constituição de 1988 estabeleceu os seguintes objetos de planejamento governamental: 
• Lei do Plano Plurianual, conhecida como PPA; 
• Lei de Diretrizes Orçamentárias, conhecida como LDO e, 
• Lei Orçamentária Anual, conhecida como LOA. Este conjunto de leis é seguido de forma hierárquica conforme segue: 
3 PLANEJAMENTO URBANO E AMBIENTAL
Alinhado à Política de Responsabilidade Socioambiental, o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) segue as especificações da Norma Brasileira ABNT NBR ISO 14.001, de 2015, quanto à definição de objetivos, premissas, requisitos, responsabilidades, programas e iniciativas para a adoção de diretrizes relacionadas ao tema. 
Por meio do sistema, que abrange todas as unidades no Brasil, as ações de controle dos impactos ambientais são organizadas e acompanhadas. Sistematicamente, são coordenados os esforços para a melhoria contínua do desempenho, tendo como foco a ecoeficiência, de forma a minimizar o consumo de recursos naturais, a geração de resíduos e as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). 
3.1 Premissas
 
■ Aprimorar continuamente o SGA; 
■ Reconhecer e considerar as expectativas e prioridades das partes interessadas na gestão ambiental; 
■ Disseminar conceitos e práticas para o consumo eficiente de recursos naturais e prevenir a poluição, buscando engajamento e fortalecimento da cultura em Responsabilidade Socioambiental (RSA); e 
■ Capacitar os públicos de relacionamento interno e externo visando aprimorar competências em gestão ambiental. 
3.2 Resultados Destacados no Ano 
-5% Redução do consumo de energia elétrica em comparação com 2019. 
Foram realizadas diversas iniciativas que englobaram ações de conscientização interna, aquisição de energia no mercado livre, substituição de lâmpadas fluorescentes por lâmpadas LED e modernização de aparelhos de ar-condicionado, que evitaram despesa de R$ 14 milhões. Os 27 milhões de kWh economizados seriam suficientes para fornecer energia elétrica a mais de 12 mil residências ao ano. 
-17,9% Redução estimada do consumo de água em comparação com 2019. 
-22,3% Redução do consumo de papel em comparação com 2019, o que corresponde a 1,2 tonelada, e cerca de 12,7 mil árvores que deixaram de ser cortadas. 
- R$ 35 milhões de Despesas evitadas em 2019 por meio da aquisição de 85.818 cartuchos de toner recondicionados (correspondendo a 99% do total utilizado no ano). O valor representa 79,9% do custo total com esse suprimento caso fosse adquirido somente material novo original do fabricante. 
3.3 Principais Programas e Iniciativas Ambientais 
■ Programa de Conservação de Energia (Procen) – Promove o uso responsável de energia elétrica nos imóveis por nós utilizados; 
■ Programa de Uso Racional da Água (Purágua) – Busca a redução no consumo de água por meio de ações de conscientização, manutenção e instalação de equipamentos para consumo otimizado; 
■ Programa de Recondicionamento de Cartuchos e Toner (Prorec) – Promove a gestão ecoeficiente de cartuchos de toner para impressoras, com adoção da logística reversa; 
■ Programa Coleta Seletiva – Engloba iniciativas para a gestão dos resíduos sólidos não perigosos, recicláveis e não recicláveis, gerados nas unidades em todo o País. Os resíduos recicláveis (papel, plástico, metal e vidro) são encaminhados prioritariamente para mais de 339 cooperativas e associações de catadores; os resíduos orgânicos e não recicláveis são destinados à coleta pública; 
■ Todo papel que se adquire possui uma das certificações Cerflor ou FSC, ou seja, sua produção respeita o padrão de qualidade e sustentabilidade; 
■ Anualmente é publicado Inventário de Emissão de GEE, mensurando as emissões de CO2 e (dióxido de carbono equivalente), baseado na metodologia do Programa Brasileiro GHG Protocol.
O planejamento de equipamentos urbanos comunitários normalmente é atribuído ao poder público e, em geral, com a finalidade de proporcionar o bem-estar à população, o ordenamento do território e aumentar a competitividade regional. No Brasil, a realidade do planejamento dos equipamentos urbanos aponta uma falta de critérios na implantação e locação desses equipamentos. 
Durante muitos anos, somente as partes das cidades brasileiras que atraíam a atenção dos planejadores foram beneficiadas pelos serviços públicos e tiveram uma participação desproporcional dos orçamentos locais (Brasil, 2010).
Para Micro e Pequenas Empresas e microempreendores individuais são oferecidas soluções adequadas para apoiar seu desenvolvimento e incentivar a cultura empreendedora no Brasil. O banco concede crédito para atender às necessidades financeiras de Pessoas Físicas (PF) e Pessoas Jurídicas (PJ) empreendedoras de atividades produtivas de pequeno porte, por meio do Microcrédito Produtivo Orientado (MPO), com ênfase na orientação e no acompanhamento do empreendimento. 
Foi encerrado 2019 com o total de 187.346 clientes ativos. Com foco em intensificar a atuação em microfinanças, conta com uma parceria estratégica com a Movera, que atua por meio de agentes de microcrédito especializados na contratação e na orientação aos empreendedores de forma qualificada.
Pelo fato de ser uma organização com forte vocação para o desenvolvimento sustentável de base local/regional e agente de políticas públicas, o Banco do Brasil entende que seus objetivos não poderão ser alcançados sem diálogo permanente e interação proativa com a sociedade civil e demais stakeholders.
O relacionamento respeitoso e saudável com ONGs, OSCIP, associações de bairros e cooperativas comunitárias de produção está no centro da atuação dos programas da Fundação Banco do Brasil nas áreas de saúde, cultura e esportes; nas iniciativas da Agenda 21 do Banco do Brasil; em projetos de desenvolvimento de interesse coletivo – como na Estratégia de DRS e Arranjos Produtivos Locais.
O Banco do Brasil também participa