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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANERO
CENTRO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO CECIERJ /Consórcio CEDERJ / UAB
Curso de Licenciatura em Pedagogia – Modalidade EAD
Avaliação Presencial 2 (APX2) – 2020.1
Disciplina: Educação e Trabalho
Coordenador (a): Prof. Dr. Carlos Soares Barbosa
Questão 1 
De acordo com os autores estudados na disciplina, a reforma educacional implementada na segunda metade da década de 1990 no Brasil não possibilitou a ampliação das oportunidades educacionais das pessoas jovens e adultas, além de promover a desresponsabilização do Estado com a modalidade. Cite algumas ações que justificam essa afirmação.
R: “Com a EJA, este movimento foi notório, uma vez que o governo, amparado na Lei
de Diretrizes a Bases da Educação (LDB n.º 9.394/1996), repassou progressivamente para as empresas e demais organizações da sociedade civil parte da responsabilidade em prover a educação das pessoas jovens e adultas, a exemplo do Programa Telecurso 2000, desenvolvido através da parceria entre a Firjan e a Fundação Roberto Marinho, e as experiências de EJA desenvolvidas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), universidades privadas, Organizações Não Governamentais (ONGs), instituições religiosas e movimento sindical, fazendo da dispersão das políticas e das ações entre os setores público e privado uma das marcas dos governos de Fernando Henrique Cardoso.” (Aula 8, p. 42)
Questão 2 
Com a mudança do governo federal, o Plano Nacional de Qualificação dos Trabalhadores (Planfor), instituído no governo Fernando Henrique Cardoso, foi substituído pelo Plano Nacional de Qualificação (PNQ) instituído no governo Lula da Silva. Apesar da mudança do governo, percebe-se pouca diferença entre ambo os planos. Com base nessa afirmação, indique as semelhanças e as diferenças entre o Planfor e o PNQ.
R: O PNQ incluiu a maior parte dos objetivos do PLANFOR, até mesmo ao que se refere à elevação da escolaridade, visto que o plano anterior já determinava esse elemento como um critério de prioridade para os projetos de Educação Profissional. Sendo assim, não ocorreram mudanças relevantes, conforme as alterações foram adequações terminológicas e conceituais.
Contudo, é importante destacar duas grandes diferenciações: no PNQ, o plano é posto como uma estratégia gradativa de universalização do direito dos trabalhadores à qualificação, excluindo o foco da demanda social e do mercado de trabalho, aspecto que frequentemente aparece no texto da resolução que normatizou o PLANFOR. E depois, o PNQ inclui um inciso como elemento diferenciador: a formação integral (intelectual, técnica, cultural e cidadã) dos trabalhadores brasileiros.
Questão 3 
Para muitos, o empreendedorismo é a forma de os jovens driblarem o desemprego e as dificuldades de inserção profissional. Essa ideia, porém, não é consenso. Com base em Deluiz e Barbosa (2008), quais as principais críticas feitas ao empreendedorismo?
R: Para Deluiz e Barbosa (2008) “tal discurso alimenta a falsa crença de que o problema do desemprego reside na desqualificação dos trabalhadores, isto é, de que trabalho não falta, o que falta são trabalhadores qualificados, atribuindo-se, assim, a responsabilidade pela inserção profissional aos próprios indivíduos. Sem questionar as causas estruturais do desemprego e as dificuldades de inserção no mercado de trabalho, e sem mencionar a falta de uma política pública efetiva de geração de empregos, trabalho e renda, parte-se do pressuposto que as dificuldades de inserção no mercado para os jovens são proporcionalmente minimizadas quanto mais eles se qualificam.” (Aula 9, p. 56)
Questão 4 
Barbosa (2019) tece inúmeras críticas à atual Reforma do Ensino Médio, aprovada pelo Conselho Nacional de Educação em dezembro de 2018. Com base no referido autor, indique uma consequência a ser produzida pela atual reforma do Ensino Médio. Justifique sua resposta utilizando os autores estudados na disciplina.
R: A “determinação de apenas Matemática e Língua Portuguesa se constituírem disciplinas obrigatórias ao longo dos três anos do Ensino Médio, conjugada com o fim da obrigatoriedade da oferta das disciplinas de Artes, Educação Física, Filosofia e Sociologia.”, porque segundo Barbosa (2019) propor o enxugamento das disciplinas afeta também a redução da formação crítica. (Aula 10, p. 5)
Questão 5 
Na concepção dos teóricos da matriz histórico-crítico a atual Reforma do Ensino Médio não promoverá a formação humana e integral dos jovens das camadas populares. Com base em Barbosa (2019), por que a nova matriz curricular do Ensino Médio não possibilitará a formação humana e integral?
R: Porque “a reforma visa implementar uma formação minimalista, instrumental, acrítica e de adaptação aos ditames do mercado, em detrimento de uma educação cuja finalidade seja a de promover a maturidade intelectual do educando, a autonomia e a luta contra alienação”. (Aula 10, p. 7)
Referência Bibliográfica:
Material disponível na plataforma.

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