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PROPEDÊUTICA CLÍNICA
SEMIOLOGIA DO BAÇO E ESPLENOMEGALIA
ALUNOS:
RICARDO JOSÉ CADAM LUZ – 06617-109
THIAGO COLOMBO SCOBOSA LOPES – 06617-119
sumário
ASPECTOS ANATÔMICOS
ASPECTOS HISTOLÓGICOS
ASPECTOS FISIOLÓGICOS
ESPLENOMEGALIA
CARACTERÍSTICAS SEMIOLÓGICAS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
sumário
ASPECTOS ANATÔMICOS
ASPECTOS HISTOLÓGICOS
ASPECTOS FISIOLÓGICOS
ESPLENOMEGALIA
CARACTERÍSTICAS SEMIOLÓGICAS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
ASPECTOS ANATÔMICOS
Orgão oval, reniforme, arroxeado, carnoso, tamanho e formato de mão fechada
Localizado na parte súpero-lateral do quadrante superior esquerdo (QSE) ou hipocôndrio esquerdo
Dimensões: 12cm de comprimento, 7cm de largura e 3cm de espessura
Peso: 150 a 250g
IRRIGAÇÃO: Artéria esplênica (tronco celíaco)
DRENAGEM: Veia esplênica (tributária da veia porta-hepática)
RELAÇÕES ANATÔMICAS:
ANTERIORMENTE: estômago
POSTERIORMENTE: parte esquerda do diafragma, que o separa da pleura, do pulmão e das costelas IX a XI
INFERIORMENTE: flexura esquerda do colo
MEDIALMENTE: rim esquerdo
ASPECTOS ANATÔMICOS
ASPECTOS HISTOLÓGICOS
Cápsula (tecido conjuntivo denso)
Trabéculas dividem o parênquima (ou polpa esplênica) em compartimentos incompletos
Hilo (artéria esplênica, veia esplênica e nervo esplênico) – Tríade Esplênica
Parênquima dividido em polpa branca e polpa vermelha
MACROSCOPIA:
Polpa branca (pontos esbranquiçados) 
Polpa vermelha (tecido vermelho-escuro)
O baço contém uma cápsula de tecido conjuntivo denso, a qual emite trabéculas que dividem o parênquima (ou polpa esplênica) em compartimentos incompletos
A superfície medial do baço apresenta um hilo, onde a cúpula mostra maior número de trabéculas, pelas quais penetram nervos e artérias e saem veias originadas no parênquima 
Observando-se a olho nu a superfície de corte do baço, a fresco ou fixado, observa-se em seu parênquima pontos esbranquiçados, que são nódulo linfáticos que fazem parte da polpa branca, que é descontinua. Entre os nódulos há um tecido vermelho-escuro, rico em sague, a polpa vermelha
O exame microscópico, em pequeno aumento, mostra que a polpa vermelha é formada por estruturas alongadas, os cordões esplênicos ou cordões de Billroth, entre os quais se situam os sinusoides ou seios esplênicos. Toda a polpa esplênica contém células e fibras reticulares, macrófagos, células apresentadoras de antígenos, células linfáticas e algumas outras células em menor proporção
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ASPECTOS HISTOLÓGICOS
MICROSCOPIA:
Polpa branca 
 - Tecidos linfáticos (Linfócitos T)
 - Nódulos linfáticos (Linfócitos B)
Seio marginal 
 - Zona mal delimitada entre a polpa branca e a polpa vermelha
Polpa vermelha 
 - Cordões esplênicos ou Cordões de Billroth
 - Contém macrófagos, linfócitos T e B, plasmócitos, monócitos, granulócitos, plaquetas e eritrócitos
O baço contém uma cápsula de tecido conjuntivo denso, a qual emite trabéculas que dividem o parênquima (ou polpa esplênica) em compartimentos incompletos
A superfície medial do baço apresenta um hilo, onde a cúpula mostra maior número de trabéculas, pelas quais penetram nervos e artérias e saem veias originadas no parênquima 
Observando-se a olho nu a superfície de corte do baço, a fresco ou fixado, observa-se em seu parênquima pontos esbranquiçados, que são nódulo linfáticos que fazem parte da polpa branca, que é descontinua. Entre os nódulos há um tecido vermelho-escuro, rico em sague, a polpa vermelha
O exame microscópico, em pequeno aumento, mostra que a polpa vermelha é formada por estruturas alongadas, os cordões esplênicos ou cordões de Billroth, entre os quais se situam os sinusoides ou seios esplênicos. Toda a polpa esplênica contém células e fibras reticulares, macrófagos, células apresentadoras de antígenos, células linfáticas e algumas outras células em menor proporção
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ASPECTOS FISIOLÓGICOS
FUNÇÕES DO BAÇO:
Manutenção do controle de qualidade dos eritrócitos na polpa vermelha pela remoção dos eritrócitos senescentes e defeituosos (hematocaterese) 
Síntese de anticorpo na polpa branca
Remoção da circulação das bactérias recobertas por anticorpos e das células sanguíneas também recobertas por anticorpos 
Armazenamento de sangue
ESPLENOMEGALIA
DEFINIÇÃO → A esplenomegalia, também denominada megalosplenia, consiste no aumento do volume do baço (que em grego chama-se splenikós; em latim, splenicu)
BAÇO NORMAL
ESPLENOMEGALIA
ESPLENOMEGALIA
DEFINIÇÃO → Aumento do volume do baço ↔ Geralmente associado a exacerbação das funções básicas do órgão ou a infiltração de células
ESPLENOMEGALIA ≠ HIPERESPLENISMO
HIPERESPLENISMO → Síndrome caracterizada pelo aumento do volume do baço (esplenomegalia), em que sua capacidade de reter e armazenar células sanguíneas aumenta, levando a redução do número de eritrócitos, de leucócitos e de plaquetas circulantes (levando, respectivamente, a anemia, leucopenia e trombocitopenia)
ESPLENOMEGALIA
CARACTERÍSTICAS DO CRESCIMENTO → Quando há um crescimento do tamanho do baço, isso ocorre anterior, inferior e medialmente – o crescimento se faz rumo a cicatriz umbilical
Diante disso, a esplenomegalia pode ser classificada de três formas...
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ESPLENOMEGALIA
CLASSIFICAÇÃO DA ESPLENOMEGALIA (SEGUNDO BOYD):
GRAU I: Palpável sob o rebordo costal esquerdo
GRAU II: Palpável logo abaixo do rebordo costal esquerdo
GRAU III: Palpável até o plano horizontal ao nível da cicatriz umbilical
GRAU III: Palpável abaixo do plano horizontal ao nível da cicatriz umbilical 
ESPLENOMEGALIA
II
III
IV
ESPLENOMEGALIA
PRINCIPAIS CAUSAS DE ESPLENOMEGALIA:
Obstrução do Fluxo Venoso (Congestão Venosa)
Intra-hepático
Extra-hepático (Pré-hepática ou Pós-hepática)
Hiperplasia Esplênica
Hiperplasia Relacionada à Exacerbação da Função de Filtro Especializado
Hiperplasia Imune
Infiltração Esplênica
Neoplásica
Não Neoplásica
Outras Causas
ESPLENOMEGALIA
PRINCIPAIS CAUSAS DE ESPLENOMEGALIA:
Obstrução do Fluxo Venoso (Congestão Venosa)
Intra-hepático
Extra-hepático (Pré-hepática ou Pós-hepática)
Hiperplasia Esplênica
Hiperplasia Relacionada à Exacerbação da Função de Filtro Especializado
Hiperplasia Imune
Infiltração Esplênica
Neoplásica
Não Neoplásica
Outras Causas
ESPLENOMEGALIA
PRINCIPAIS PATOLOGIAS ASSOCIADAS À OBSTRUÇÃO DO FLUXO VENOSO:
Insuficiência cardíaca direita (doença vascular tricúspide ou pulmonar)
Obstrução da veia supra-hepática (síndrome de Budd-Chiari)
Cirrose hepática
Esquistossomose
Trombose da veia porta e/ou veia esplênica
ESPLENOMEGALIA
FISIOPATOLOGIA DA OBSTRUÇAO DO FLUXO VENOSO (CONGESTÃO VENOSA):
Também chamado de “Esplenomegalia Congestiva” 
Relacionada com a hipertensão da veia porta e/ou da veia esplênica 
 - Alterações intra-hepática (retardam a drenagem da veia porta) 
 - Alterações extra-hepática (prejudicam diretamente a drenagem das veias porta e/ou esplênica) 
Congestão venosa crônica leva ao acúmulo de sangue no baço → Aumento do órgão
Todas as patológicas relacionadas com esse tipo de esplenomegalia acarretam em hipertensão da veia porta ou da veia esplênica 
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ESPLENOMEGALIA
DRENAGEM PORTAL NORMAL
HIPERTENSÃO PORTAL
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ESPLENOMEGALIA
PRINCIPAIS CAUSAS DE ESPLENOMEGALIA:
Obstrução do Fluxo Venoso (Congestão Venosa)
Intra-hepático
Extra-hepático (Pré-hepática ou Pós-hepática)
Hiperplasia Esplênica
Hiperplasia Relacionada à Exacerbação da Função de Filtro Especializado
Hiperplasia Imune
Infiltração Esplênica
Neoplásica
Não Neoplásica
Outras Causas
ESPLENOMEGALIA
PRINCIPAIS CAUSAS ASSOCIADAS À EXACERBAÇÃO DA FUNÇÃO ESPLÊNICA NA HEMATOCATERESE:
Remoção de eritrócitos com defeito
Esferocitose
Eliptocitose
Anemia falciforme
Hemoglobinopatias
Anemia hemolítica autoimune
Trombocitopenia imune
Neutropenia imune
ESPLENOMEGALIA
FISIOPATOLOGIA DA EXACERBAÇÃO DA FUNÇÃO ESPLÊNICA NA HEMATOCATERESE:
Em todas as patologias relacionadas a esse grupo, a esplenomegalia ocorre pelo aumento do número de fagócitos envolvidos na remoção de eritrócitos com defeitos
Fagócitos = Monócitos/Macrófagos (Polpa Esplênica)
Esplenomegaliade grau moderado (80% dos casos)
Não há correlação entre tamanho do baço e gravidade da doença
ESPLENOMEGALIA
PRINCIPAIS PATOLOGIAS ASSOCIADAS À HIPERPLASIA IMUNE:
Infecções aguda, subaguda ou crônica
 - Bacteriana: Endocardite bacteriana; Febre tifóide; Brucelose; Sífilis secundária; Leptospirose 
 - Viral: Hepatite viral; Mononucleose infecciosa; HIV
 - Protozoário: Malária; Leishmaniose visceral (Calazar); Doença de Chagas; Toxoplasmose; Esquistossomose
Doenças inflamatórias não infecciosas:
 - Artrite reumatóide (síndrome de Felty)
 - Lúpus eritematoso sistêmico 
 - Sarcoidose
 
ESPLENOMEGALIA
FISIOPATOLOGIA ASSOCIADA À HIPERPLASIA IMUNE:
A esplenomegalia, nesse caso, é consequência da congestão aguda, hiperplasia das células mononucleares-fagocitárias e hiperplasia linfoide decorrente do processo infeccioso/inflamatório não infeccioso
Esplenomegalia de grau leve a moderado
A extensão da esplenomegalia é o resultado da gravidade e duração da infecção
ESPLENOMEGALIA
PRINCIPAIS CAUSAS DE ESPLENOMEGALIA:
Obstrução do Fluxo Venoso (Congestão Venosa)
Intra-hepático
Extra-hepático (Pré-hepática ou Pós-hepática)
Hiperplasia Esplênica
Hiperplasia Relacionada à Exacerbação da Função de Filtro Especializado
Hiperplasia Imune
Infiltração Esplênica
Neoplásica
Não Neoplásica
Outras Causas
ESPLENOMEGALIA
PRINCIPAIS PATOLOGIAS ASSOCIADAS À INFILTRAÇÃO ESPLÊNICA:
Neoplásicas: 
 - Linfomas (Hodgkin e não-Hodgkin)
 - Leucemia linfocítica crônica 
 - Leucemia mieloide crônica 
 - Leucemia Hairy-Cell (tricoleucemia)
 - Histiocitose de células de Langerhans
 - Metástases esplênicas 
Não-neoplásicas:
 - Cistos (falsos e verdadeiros)
 - Hematopoiese extramedular
 - Policitemia Vera
 - Amiloidose 
 - Doença de Gaucher
 - Doença de Niemann-Pick
ESPLENOMEGALIA
PRINCIPAIS CAUSAS DE ESPLENOMEGALIA:
Obstrução do Fluxo Venoso (Congestão Venosa)
Intra-hepático
Extra-hepático (Pré-hepática ou Pós-hepática)
Hiperplasia Esplênica
Hiperplasia Relacionada à Exacerbação da Função de Filtro Especializado
Hiperplasia Imune
Infiltração Esplênica
Neoplásica
Não Neoplásica
Outras Causas
ESPLENOMEGALIA
OUTRAS CAUSAS:
Esplenomegalia idiopática 
Hipertireoidismo (doença de Graves)
Anemia ferropriva
Anemia perniciosa 
Linfoadenopatia angioimunoblástica
Hemofilia
Infarto esplênico 
EXAME FÍSICO DO BAÇO
INSPEÇÃO
PERCUSSÃO
PALPAÇÃO 
Características semiológicas
INSPEÇÃO
PERCUSSÃO
PALPAÇÃO 
inspeção
NORMAL → Não há aumento na área esplênica
ESPLENOMEGALIAS → Abaulamento no hipocôndrio esquerdo, que pode se estender para:
Região de Epigástrio
Região de Flanco Esquerdo
Região Umbilical
Fossa Ilíaca Esquerda
OBS. A esplenomegalia nem sempre provoca alterações que podem ser observadas na inspeção
Características semiológicas
INSPEÇÃO
PERCUSSÃO
PALPAÇÃO 
Características semiológicas
ESPAÇO DE TRAUBE → Espaço virtual, em forma de meia-lua, circundada pela borda inferior do pulmão esquerdo, a borda anterior do baço, o rebordo costal esquerdo e margem inferior do lobo esquerdo do fígado – estende-se do 5º ao 11º espaço intercostal 
SEMIOTÉCNICA:
Técnica → Digito-digital
Examinador → Coloca-se à direita do paciente 
Paciente → Decúbito dorsal
PERCUSSÃO
ESPLENOMEGALIA → Caracteriza-se pela substituição do timpanismo do estômago e do colo pela macicez de um órgão sólido (baço aumentado)
DUAS TÉCNICAS:
Percussão do espaço de Traube
Pesquisa do sinal de percussão esplênica 
PERCUSSÃO
PERCUSSÃO DO ESPAÇO DE TRAUBE:
Local de Percussão → Espaço de Traube 
Percussão Normal → Timpanismo
Esplenomegalia → Submacicez ou Macicez
Sensibilidade: 60% a 80%
Especificidade: 72% a 94%
METODO DE PERCUSSÃO PADRÃO-OURO
PERCUSSÃO
PESQUISA DO SINAL DE PERCUSSÃO ESPLÊNICA:
Local de Percussão → Espaço intercostal mais baixo na linha axilar anterior esquerda
Percussão Normal → Timpanismo (Sinal de Percussão Esplênica Negativa)
Esplenomegalia → Submacicez ou Macicez (Sinal de Percussão Esplênica Positiva)
Esse sinal é apenas moderadamente útil para a detecção de esplenomegalia
Técnica complementar, porém não excludente, da técnica de “Percussão do Espaço de Traube”
PERCUSSÃO
Pesquisa do Sinal de Percussão Esplênica: Percuta o espaço intercostal mais baixo na linha axilar anterior esquerda. O som nesta região costuma ser timpânico. Em seguida, pede-se ao paciente que respire fundo, e repete-se a percussão. Quando o baço é normal, a nota de percussão permanecera, em geral, timpânico. Uma alteração na nota de percussão do timpanismo à macicez na inspiração é um sinal da percussão esplênica positiva, mas esse sinal é apenas moderadamente útil para a detecção de esplenomegalia – COMPLEMENTAR, POREM NÃO EXCLUDENTE DA TÉCNICA DE “PERCUSSÃO DO ESPAÇO DE TRAUBE”
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Sinal de Percussão Esplênica Negativa
Sinal de Percussão Esplênica Positiva
Características semiológicas
INSPEÇÃO
PERCUSSÃO
PALPAÇÃO 
Características semiológicas
POSIÇÃO DE SCHUTER → Em decúbito lateral direito, o paciente deve estar com a perna direita estendida e a coxa esquerda fletida sobre o abdome; ademais, o ombro esquerdo é elevado, colocando-se o braço correspondente sobre a cabeça
PALPAÇÃO
SEMIOTÉCNICA:
Examinador → Coloca-se à direita do paciente 
Técnica → Palpação Bimanual do Baço
Paciente → Decúbito dorsal; Posição de Schuster
Examinador → Coloca-se à esquerda do paciente 
Técnica → Mathieu-Cardarelli
Paciente → Decúbito dorsal; Posição de Schuster
PALPAÇÃO
PALPAÇÃO BIMANUAL DO BAÇO:
O examinador situada à direita do paciente (decúbito dorsal) traciona com a mão esquerda a face póstero-lateral e inferior do seu gradil costal, deslocando-a em sentido anterior
Com a mão direita, palpa-se, partindo da região umbilical, em direção ao hipocôndrio esquerdo, tentando perceber o baço durante a inspiração
OBS. Deve-se repetir o procedimento com o paciente na posição de Schuster
PALPAÇÃO
PALPAÇÃO BIMANUAL DO BAÇO:
PALPAÇÃO
MATHIEU-CARDARELLI:
O examinador situada à esquerda do paciente (decúbito dorsal), com suas mãos disposta abaixo da margem costal esquerda, realiza a palpação, com sua mãos “em garra”, buscando perceber, com as polpas digitais, o baço aumentado durante a inspiração
OBS. Deve-se repetir o procedimento com o paciente na posição de Schuster
PALPAÇÃO
MATHIEU-CARDARELLI:
REFERÊCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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