Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Oficinas e Estudos 
Temáticos: Envelhecimento
Material Teórico
Responsável pelo Conteúdo:
Profa. Esp. Regina Inês da Silva Bonança
Revisão Textual:
Profa. Esp. Kelciane da Rocha Campos
Políticas Sociais de Atenção ao Idoso
• Introdução
• O Processo de Envelhecimento e suas questões Políticas e Sociais
• A Terceira Idade
• O Brasil e as Políticas de Envelhecimento
• A Associação Nacional de Gerontologia (ANG)
• Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSI)
• Constituição Federal de 1988
• Conselho Estadual do Idoso
 · Nesta unidade, temos como objetivo a discussão e análise da 
legislação, das políticas sociais direcionadas ao idoso e do conselho 
de direitos.
 · Vamos conhecer a legislação e as políticas de proteção ao idoso 
e suas formas de organização no espaço social. E compreender o 
envelhecimento, as políticas sociais para a velhice e o significado dos 
programas de terceira idade.
OBJETIVO DE APRENDIZADO
Para obter um bom desempenho, você deve percorrer todos os espaços, 
materiais e atividades disponibilizados na unidade.
Inicie seus estudos pela leitura do Material didático, composto pelo conteúdo 
teórico, apresentação narrada e videoaula, que sintetiza e amplia conceitos 
importantes sobre o tema da unidade.
Só depois realize as atividades propostas. São elas:
• Atividade de Sistematização (AS): exercícios de múltipla escolha, de auto-
correção, que possuem uma pontuação.
• Fórum de Discussão: você deverá participar de uma discussão coletiva a 
partir de uma questão colocada no fórum, importante para ampliação de 
seus conhecimentos.
Bons estudos!
ORIENTAÇÕES
Políticas Sociais de Atenção ao Idoso
UNIDADE Políticas Sociais de Atenção ao Idoso
Contextualização
Nesta unidade, vamos nos aprofundar no estudo do processo de envelhecimento 
e suas questões políticas e sociais. Sabemos que houve uma mudança acentuada 
em como se dá o envelhecimento na contemporaneidade.
Apresentamos uma charge para iniciar nossas reflexões.
Após observá-la, percebemos que a imagem desse senhor é serena e alegre. 
Podemos até dizer que ele utiliza o computador para se comunicar com seus 
familiares e para estar mais próximo das pessoas de que gosta, não é mesmo? 
Parece que se manteve atualizado e a par das inovações tecnológicas.
E para você? Que outras informações importantes essa imagem lhe sugere?
Abraços!
6
7
Introdução
No Brasil, a população idosa tem apresentado um crescimento acelerado. 
Segundo o último Censo que ocorreu no ano 2.000, o número poderá ultrapassar 
os 30 milhões de pessoas e deverá representar quase 13% da população ao final 
desse período.
Nos países em desenvolvimento, considera-se idosa a pessoa com mais de 60 
anos. Segundo estudos demográficos, a projeção é de que no ano de 2020 o Brasil 
ocupe o sexto lugar no mundo em população idosa.
O tempo estimado de vida atualmente no Brasil é de 65 anos em média, o 
que demonstra que melhoramos a expectativa de vida. Porém, é preciso que as 
condições de vida de toda a população também sejam ampliadas, já que há enormes 
desigualdades sociais.
Com o aumento da população idosa, vários profissionais têm buscado capaci-
tação para o trabalho especializado; entre as categorias, podemos citar: médicos, 
enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas e assistentes sociais.
O que é o Censo Demográfico?
O Censo Demográfico é uma pesquisa realizada pelo IBGE a cada dez anos. O primeiro Censo 
aconteceu em 1872 e recebeu o nome de Recenseamento da População do Império do 
Brasil. O mais recente foi o Censo 2010, cujos primeiros resultados você conhece no site do 
IBGE. Antes dele, o IBGE realizou o Censo 2000.
No Censo, os pesquisadores do IBGE visitam todos os domicílios do país para aplicar um 
questionário. Depois de percorrer todos os cantos do Brasil, indo de casa em casa, os 
pesquisadores organizam e analisam as informações coletadas nos questionários. Em 
seguida, divulgam os resultados em uma série de publicações sobre os temas estudados.
Os resultados do Censo Demográfico são importantes para a sociedade ter informações 
atualizadas sobre a população e para o governo planejar suas ações de forma mais adequada.
Fonte: IBGE. O que é censo. Disponível em: <https://goo.gl/LqTwyr>. Texto adaptado.
Ex
pl
or
O Processo de Envelhecimento e 
suas questões Políticas e Sociais
Percebemos em nosso dia a dia que já não somos mais um país de jovens e que 
há ao nosso redor um número maior de pessoas idosas que buscam novas formas 
de viver a velhice.
Sabemos que o envelhecimento de cada população é singular, no sentido de que 
ele assume características diferentes em cada país.
7
UNIDADE Políticas Sociais de Atenção ao Idoso
Camarano e Beltrão (1997, apud BRAVO et al, 2012, p. 148), em seus estudos 
sobre as características sociodemográficas da população idosa brasileira, explicam 
que esse crescimento dos idosos em nosso país deve-se à queda nos índices de 
fecundidade e ao aumento da longevidade.
Isso ocorre em detrimento do peso da população jovem no total da população 
brasileira. As autoras declaram também que essa é uma tendência mundial e que 
essa mudança na distribuição etária indica novas demandas por políticas sociais.
Apesar de sermos um país com uma expectativa de vida que em muito breve 
nos colocará como a sexta população do mundo em idosos, dando-nos motivo de 
orgulho, ao mesmo tempo isso se torna preocupante, pois as desigualdades sociais 
são acentuadas em nosso país. E também em consequência da implantação das 
políticas de ajuste neoliberal no exercício dos últimos governos, que obrigaram a 
redução de gastos públicos, gerando cortes no financiamento das políticas sociais 
e aumento das taxas de desemprego.
Estudos de Pereira (2002, p. 253 - 254) comprovam que o ideário neoliberal 
vem desmantelando as políticas sociais no Brasil, que têm sido percebidas como 
instrumentos de concretização de direitos de cidadania.
Além disso, os direitos sociais têm sido desde os anos 90 contestados por esse 
mesmo ideário, que preconiza o Estado mínimo, que tem transferido para a socieda-
de civil a responsabilidade com a produção de bens e serviços de consumo coletivo.
O Neoliberalismo é uma releitura do Liberalismo Clássico.
Embora o termo tenha sido cunhado em 1938 pelo sociólogo e economista alemão Alexander 
Rustow, o Neoliberalismo só ganharia efetiva aplicabilidade e reconhecimento na segunda 
metade do século XX, especialmente a partir da década de 1980. Nesta época, houve um 
grande crescimento da concorrência comercial, muito em função da supremacia que o 
capitalismo demonstrava conquistar sobre o sistema socialista. Mesmo ainda no decorrer 
da Guerra Fria, as características do conflito já eram muito diferenciadas das existentes nos 
anos imediatamente posteriores ao fim da Segunda Guerra Mundial. A União Soviética já 
havia se afundado em uma grave crise que apontava para o seu fim inevitável. Enquanto 
isso, o capitalismo consolidava-se como sistema superior e desfrutava de maior liberdade 
para determinar as regras do jogo econômico.
O crescimento comercial foi notório e, para enfrentar a concorrência, medidas foram tomadas 
no Reino Unido e nos Estados Unidos. As principais características dessas medidas foram a 
redução dos investimentos na área social, ou seja, no que se refere à educação, saúde e 
previdência social. Ao mesmo tempo, adotou-se como prática também a privatização das 
empresas estatais, o que se aliou a uma perda de poder dos sindicatos. Passou-se a defender 
um modelo no qual o Estado não deveria intervir em nada na economia, deixando-a 
funcionar livremente. Ou seja, considerando-se as características do novo momento, uma 
releitura da forma clássica do Liberalismo.
[...]
Fonte: GASPARETTO JÚNIOR, Antônio. O neoliberalismo é uma releitura do liberalismo clássico. 
Disponível em: <http://www.infoescola.com/historia/neoliberalismo/>.
Ex
pl
or
8
9
Os dados do Censo de 2000 do IBGE indicam o aumento de jovens sem 
acesso ao mercado detrabalho formal, evidenciando que mais da metade dos 
trabalhadores brasileiros estão inseridos no mercado de trabalho informal e assim 
não contribuem para a previdência social.
Dessa maneira, esses trabalhadores estarão excluídos do direito à aposentadoria, 
como também do benefício de auxílio- doença, que possibilita a garantia da 
remuneração do trabalhador em afastamento por motivo de doença.
Compreender esse contexto é de suma importância para que seja possível 
pensar condições de vida dignas para as pessoas idosas, além de respeitá-las na 
sua condição de ex-trabalhadores.
Importante!
Previdência Social
No Brasil, a Previdência Social é um direito social, previsto no art. 6º da Constituição 
Federal de 1988 entre os Direitos e Garantias Fundamentais, que garante renda não 
inferior ao salário mínimo ao trabalhador e a sua família nas seguintes situações, 
previstas no art. nº 201 da Carta Magna:
I – cobertura dos eventos de doença, invalidez, morte e idade avançada;
II – proteção à maternidade, especialmente à gestante;
III – proteção ao trabalhador em situação de desemprego involuntário;
IV – salário-família e auxílio-reclusão para os dependentes dos segurados de baixa renda;
V – pensão por morte do segurado, homem ou mulher, ao cônjuge ou companheiro 
e dependente.
Fonte: MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. Previdência social. Disponível em: <https://goo.gl/PLdHYO>. 
Você Sabia?
A Seguridade Social é composta pela previdência social, a assistência social e a 
saúde em suas três políticas, que são consideradas como bens públicos e direitos 
previstos em nossa Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
Mesmo com a implantação de várias medidas socioeducativas e uma maior 
propagação na mídia falada e escrita, nossa sociedade ainda detém a imagem da 
pessoa idosa como negativa, apesar da expansão dos grupos de terceira idade 
representados como ativos e disponíveis para viver de forma plena essa fase da 
vida o envelhecimento.
9
UNIDADE Políticas Sociais de Atenção ao Idoso
A Terceira Idade
O termo “terceira idade” surge no final dos anos de 1960, na França. De acordo 
com diversos autores, esse termo está associado a novos padrões de comportamento 
de uma geração que envelhece ativamente. Esse modo de envelhecer ativo é 
associado ao lazer, à autossatisfação e à autonomia. Tanto os idosos como os 
estudiosos do envelhecimento associam esse conjunto de representações com uma 
nova forma de viver a velhice ou com uma nova etapa da vida, que se define entre 
a idade adulta e a velhice propriamente dita. (GOLDMAN, 2000).
Delbert (1997) nos alerta para o fato de que essa imagem da velhice bem-sucedida 
não deve descartar, mesmo com os avanços médicos e tecnológicos, a condição de 
dependência na velhice. A respeito da dependência na velhice, estudos de vários 
autores demonstram que as desigualdades sociais em nosso país têm gerado um 
número crescente de idosos incapacitados funcionalmente e com saúde precária. 
Os idosos sofrem de doenças crônico-degenerativas, o que implica redefinições nas 
políticas de saúde voltadas para esse segmento.
Compreendemos, dessa forma, que o processo de envelhecimento não está 
centrado apenas nos aspectos demográficos e requer a criação de políticas públicas 
para um segmento que necessita de uma maior atenção à saúde, com habitações 
que permitam sua mobilidade e acessibilidade; aposentadoria; e assistência social, 
para que a etapa do envelhecimento humano seja digna, de condições dignas.
O Brasil e as Políticas de Envelhecimento
Podemos observar que o processo de envelhecimento em nosso país ocorre de 
modo diferenciado entre os idosos. Isso se deve em virtude da classe social, raça, 
etnia, questão de gênero, fatores que demarcam experiências do envelhecimento 
em nossa sociedade.
Goldman (2000, p. 13), em seus estudos sobre a velhice e direitos sociais, 
afirma que o processo de envelhecimento é um fenômeno complexo, haja vista a 
quantidade de termos usados em relação ao sujeito que envelhece, como: velho, 
idoso, geronte, gerontino, velhote e ancião. Todas essas designações apenas 
suavizam, no discurso, a estigmatização que os idosos vivem no cotidiano.
A partir de 1960, inicia-se o discurso científico sobre o envelhecimento e com 
isso o interesse tanto das instituições como dos profissionais que atuam com pessoas 
idosas, havendo uma preocupação social maior com o envelhecimento da população.
10
11
Nesse período, o Estado marcou suas ações pelo asilamento (internação em 
abrigos), direcionadas para o idoso carente, marginalizado, em situação de risco, 
doente em nossa sociedade, e com isso dissemina-se uma visão negativa do 
processo de envelhecimento.
Já a década de 1980 foi sinalizada por muitos autores como a década perdida, 
em virtude de uma estagnação na economia ocasionada por altas taxas de inflação, 
que ocasionaram o aumento das desigualdades sociais.
A Associação Nacional de Gerontologia (ANG)
A Associação Nacional de Gerontologia (ANG) se mobiliza para discutir a 
questão do idoso no Brasil realizando vários seminários regionais, parte importante 
do Seminário em Brasília, que contou com a participação de várias entidades 
interessadas no avanço das políticas públicas para idosos.
O documento intitulado “Políticas para a Terceira Idade nos anos de 1990” 
foi fruto desse encontro. Esse documento foi encaminhado posteriormente ao 
então presidente Fernando Collor de Mello, através do Ministério da Previdência e 
Assistência Social.
Política Nacional de Saúde 
da Pessoa Idosa (PNSI)
A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI) só foi criada durante o 
governo Itamar Franco, no ano de 1994, inscrita na Lei nº 8.842, de 04/01/1994, 
para atender ao envelhecimento da população que demanda ações de saúde 
diferenciadas e integradas.
Em 2006, ocorreu uma revisão da PNSPI, redefinindo e ampliando as diretrizes 
que devem conduzir suas ações no Sistema Único de Saúde (SUS).
As diretrizes dessa política são:
i) promoção do envelhecimento ativo e saudável;
ii) atenção integral à saúde da pessoa idosa;
iii) estímulo às ações intersetoriais, visando à integralidade da atenção;
iv) provimento de recursos capazes de assegurar a qualidade da atenção à 
saúde da pessoa idosa;
11
UNIDADE Políticas Sociais de Atenção ao Idoso
v) estímulo à participação e ao fortalecimento do controle social;
vi) formação e educação permanente dos profissionais de saúde do SUS na 
área de saúde e das pessoas idosas;
vii) divulgação e informação sobre a Política Nacional de Saúde da Pessoa 
Idosa para profissionais de saúde, gestores e usuários do SUS.
viii) promoção de cooperação nacional e internacional das experiências na 
atenção à saúde da pessoa idosa.
ix) apoio ao desenvolvimento de estudos e pesquisas.
A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa orienta ações de articulação 
intersetorial com a previdência social, justiça e direitos humanos, assistência social, 
trabalho, emprego, transporte, ciência e tecnologia, esporte e lazer.
A Política Nacional de Saúde da Pessoa idosa (PNSP), em suas diretrizes, 
enfatiza ações de promoção e reabilitação, no sentindo de que a prevenção deve 
ser incentivada e que com ela ocorre tanto uma diminuição dos gastos com o 
tratamento e tempo de permanência de internações, como também uma melhor 
qualidade de vida para o idoso.
A participação da família é de suma importância para o desempenho da função 
de apoio social, garantindo a autonomia e melhores condições de vida para o idoso.
Fonte: iStock/Getty Images
Constituição Federal de 1988
A Constituição da República Federativa do Brasil, em sua última alteração de 
1988, contou com a participação de vários segmentos significativos de nossa 
sociedade, para que as políticas sociais pudessem ser legitimadas, e o resultado das 
lutas populares possibilitou o avanço da democracia em nosso país. Isso tornou 
possível pela primeira vez que a Constituição contemplasse a questão do idoso.
12
13
Para Pereira (2002,p. 267), nesta conjuntura dos anos 80, com todas as 
conquistas garantidas em nossa Constituição, parecia que estávamos construindo 
as bases de uma nova cultura política, pautada nos seguintes mecanismos: 
participação política, distribuição do poder, descentralização político-administrativa 
e controle público e democrático.
Conselho Estadual do Idoso
A criação do primeiro Conselho Estadual do Idoso 
ocorreu no ano de 1984 em São Paulo e no ano de 
1988 no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.
No ano de 1988, ocorreu a criação, pelo Ministério 
da Saúde, das “Normas para Funcionamento de 
Casas Geriátricas e Asilos”, o que sinalizou o interesse 
do governo em fiscalizar o trabalho e atenção com 
idosos em instituições de longa permanência.
Importante!
Os programas de universidades de terceira idade foram implantados em 1990, vincu-
lados à área de extensão das universidades públicas e privadas, com uma maior viabi-
lização de pessoas idosas das camadas médias a poderem realizar ou dar continuidade 
aos seus estudos.
Você Sabia?
A Organização Mundial de saúde instituiu em 1999 o Ano Internacional do 
Idoso, o que favoreceu a visibilidade na imprensa falada e escrita da importância do 
Estado no conjunto de medidas de proteção social direcionada à população idosa.
13
UNIDADE Políticas Sociais de Atenção ao Idoso
Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
 Vídeos
Das dinâmicas do neoliberalismo às políticas públicas – GGN NOTÍCIAS
Entrevista com Gérard Dumenil, na qual ele discorre brevemente sobre o que é 
neoliberalismo e suas características, incluindo seus métodos e ideologias.
https://youtu.be/jdvMtH6SELk
Estilo e Saúde – RECORD NEWS
“O programa Estilo e Saúde, da Record News, abordou o trabalho desenvolvido 
pelo Programa Universidade Aberta à Terceira Idade (UnATI) da EACH | USP 
Leste”. A professora Meire Cachioni – coordenadora do curso – aborda a origem 
deste programa de atualização de conhecimentos e os impactos na vida dos idosos.
https://youtu.be/dkt6AKHvKls
Caminhos do Oeste – CANHETE, Fábio
Reportagem sobre a UnAti - Universidade Aberta à Terceira Idade - Programa 
Caminhos do Oeste. Idosos estão tendo a oportunidade de cursar uma faculdade de 
ensino superior e alguns conseguiram achar um(a) companheiro(a) no curso.
https://youtu.be/aGSjFKNIL0s
 Leitura
Política Nacional do Idoso – Retrospectiva Histórica
RODRIGUES, Nara da Costa. Política nacional do idoso – retrospectiva histórica.
“[...] Foi no início de 70 que começou a surgir um número significativo de idosos em 
nossa sociedade, preocupando alguns técnicos da área governamental e do setor privado, 
o que provocou o despertar dessas pessoas para a questão social do idoso”. Este artigo 
apresenta “o que surgiu em nível governamental e o que surgiu em nível privado”.
https://goo.gl/I8fSpJ
14
15
Referências
AEROSA, S. Envelhecimento e dependência: desafios a serem enfrentados. Porto 
Alegre, v. 7, n. 1, 2008. Disponível em: em: <http://revistaseletronicas.pucrs.br/
ojs/index.php/fass/article/download/3943/3207>. Acesso em: 20 fev. 2016.
BARROS, M. M. L. Velhice ou terceira idade? Estudos antropológicos sobre 
identidade, memória e política. 4. ed. Rio de Janeiro: Fgv, 2007.
BOSI, E. Memória e sociedade: lembranças de velhos. 12. ed. São Paulo: 
Companhia das Letras, 2004.
BRASIL. Portaria nº 2.528, de 19 de outubro de 2006. Aprova a Política Nacional 
de Saúde da Pessoa Idosa. Disponível em: http://www.saudeidoso.icict.fiocruz.br/
pdf/PoliticaNacionaldeSaudedaPessoaIdosa.pdf acesso em 29/02/2016.
BRAVI, M. I. S. Saúde e Serviço Social. 5. ed. São Paulo: Cortez; Rio de Janeiro: 
UERJ, 2012.
CAMARANO, A. A.; BELTRÃO, K. I. Características sociodemográficas da 
população idosa brasileira. In: Revista de Estudos Feministas, IFCS/UFRJ, v. 5, 
p. 106 - 9, 1º sem.1997.
Conselho Regional do Serviço Social do Estado de São Paulo. Legislação brasileira 
para o serviço social: coletânea de leis, decretos e regulamentações. 2. ed. São 
Paulo: O Conselho, 2006.
Conselho do idoso como espaço público. Serviço Social e Sociedade. São Paulo, 
v. 1, n. 75, p. 84 - 102.
DELBERT, G. Envelhecimento e curso da vida. In: Revista de Estudos Feministas, 
IFCS/UFRJ, v. 5, p. 120 - 8, 1º sem. 1997.
GOLDMAN, S. N. Velhice e direitos sociais. In: PAZ, S. F. et al. (0rgs.). Envelhecer 
com cidadania: quem sabe um dia? Rio de Janeiro: ANG – RJ / CBCISS, 2000, 
p. 13 - 42.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Perfil dos idosos responsáveis 
pelos domicílios. Disponível em: <www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/ 
25072002pidoso.shtm>. Acesso em: 16 jan. 2016.
PEIXOTO, C. E.; LUZ, G. M. De uma morada à outra: processos de re-coabitação 
entre as gerações. São Paulo, v. 20, n. 45, 2007. Disponível em: <http://www.
scielo.br/pdf/cpa/n29/a08n29.pdf>. Acesso em: 22 fev. 2016.
PEREIRA, P. A. P. Política social, cidadania e neoliberalismo: reflexão sobre a 
experiência brasileira. In: CARVALHO, D. B. B. de et al (Orgs.). Novos paradigmas 
da política social. Brasília: UnB, Programa de Pós-graduação em política social, 
Departamento de Serviço Social, 2002, p. 253 - 73.
TEIXEIRA, S. M. Envelhecimento e trabalho no tempo do capital. São Paulo: 
Cortez, 2008.
ZIMERMAN, G. I. Velhice: aspectos biopsicossociais. Porto Alegre: Artmed, 2000.
15

Mais conteúdos dessa disciplina