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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP
CURSO DE PSICOLOGIA
RA: N6664A1 - Fernanda de Almeida Dourado
RA: N635HC0 - Geovana Alvarenga Magalhães 
RA: N613GG2 - Ingridy Narrane Ferreira Santana da Silva
RA: N6475C0 - Maria Luíza Lima Taguatinga
RA: N5150G3 - Rose Kelly Albuquerque da Silva
PSICOLOGIA E A LUTA ANTIMANICOMIAL
Ética Profissional
GOIÂNIA
2020
UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP
CURSO DE PSICOLOGIA
RA: N6664A1 - Fernanda de Almeida Dourado
RA: N635HC0 - Geovana Alvarenga Magalhães 
RA: N613GG2 - Ingridy Narrane Ferreira Santana da Silva
RA: N6475C0 - Maria Luíza Lima Taguatinga
RA: N5150G3 - Rose Kelly Albuquerque da Silva
PSICOLOGIA E A LUTA ANTIMANICOMIAL
Ética Profissional
Pesquisa empírica, sobre psicologia e a luta antimanicomial baseada nos códigos de ética, orientado pela professora, e coordenadora do curso de Psicologia, Patrícia, na matéria de Ética Profissional que complementará nas notas de NP1 e NP2. Tendo como objetivo o conhecimento dos integrantes do grupo no assunto de luta antimanicomial dentro dos padrões éticos da profissão de Psicólogo.
GOIÂNIA
2020
SUMÁRIO
1. PSICOLOGIA E A LUTA ANTIMANICOMIAL....................................................1
2. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.......................................................................2
3. FONTES BIBLIOGRÁFICAS....................................................................................2
1. PSICOLOGIA E A LUTA ANTIMANICOMIAL
 Durante muitos anos o doente mental foi rejeitado e até excluído da sociedade, o estado não estava preparado para amparar esse tipo de cidadão, a psiquiatria não estava suficientemente desenvolvida para cuidar do doente. Contudo, o declínio cognitivo dos indivíduos acabou resultando em torturas, maus tratos, privação e até mesmo podendo chegar a um genocídio com mais de sessenta mil pessoas dentro do maior hospício do país, na cidade de Barbacena, em Minas Gerais. Um holocausto praticado pelo estado com a conivência de médicos, funcionários e da população. 
Em dezembro de 1987, trabalhadores da saúde mental reunidos na cidade de Bauru, em São Paulo, redigiram o manifesto que marca o início da luta antimanicomial no Brasil, representando assim, um marco no combate ao estigma e à exclusão de pessoas em sofrimento psíquico grave. O resultado dessa luta começa a se fortalecer nos anos 2000, com um modelo de atenção à saúde mental mais aberto e humano para a população. Em 2001 foi aprovada a lei federal Nº 10.216, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. 
Ainda temos muito o que caminhar para que se entenda que por trás de um rótulo, de uma etiqueta, há uma pessoa muito maior do que seu problema, há uma pessoa por inteiro. (Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, 2001)
Após a lei ter sido sancionada ocorreram mudanças cada vez mais consideráveis por todo território nacional. Os principais recursos que hoje são implementados como alternativas terapêuticas aos manicômios são: Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), os Serviços de Residência Terapêutica (SRTs) e os leitos psiquiátricos em hospitais gerais, o programa “De Volta para Casa” e os atendimentos prestados pelas equipes de saúde da atenção básica. 
Tendo como objetivo principal a reabilitação psicossocial, o oposto de uma internação e o psicólogo auxiliar durante o processo por meio de terapias individuais, depois de forma gradativa, em grupo, e em último plano executar o atendimento em conjunto com a família e a comunidade. Esta reforma impactou, de forma positiva, tendo as políticas públicas como alternativas terapêuticas para auxiliar e amparar o indivíduo necessitado dos recursos. 
Sendo assim, podemos concluir que toda luta antimanicomial possui o mesmo objetivo que um dos princípios fundamentais do código de ética da Psicologia, sendo ele o de basear o seu trabalho no respeito e na promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integridade do ser humano, se apoiando nos valores que embasam a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
2. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CÓDIGO DE ÉTICA. 
Disponível em: 
https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2012/07/codigo-de-etica-psicologia.pdf
3. FONTES BIBLIOGRÁFICAS
Psicologia e modos de trabalho no contexto da reforma psiquiátrica. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141498932009000400012 
REFORMA PSIQUIÁTRICA. 
Disponível em: 
http://www.ccs.saude.gov.br/memoria%20da%20loucura/mostra/reforma.html
LEI FEDERAL 10.216
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10216.html
Os psicólogos na atenção às psicoses nos CAPS. 
Disponível em: 
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-52672012000300006#:~:text=Os%20pesquisados%20responderam%20que%20os,%C3%A0%20fam%C3%ADlia%20e%20%C3%A0%20comunidade.
REFORMA PSIQUIATRICA. Disponível em:
https://site.cfp.org.br/tag/reforma-psiquiatrica/

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