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Catolino Armando Zimba Condutividade de líquidos em repouso 11º Grupo Licenciatura em Ensino de Física Universidade Save Extensão de Massinga 2 6 2021 Catolino Armando Zimba Condutividade de líquidos em repouso 11º Grupo Trabalho prático de investigação laboratorial, a ser apresentado ao Departamento de Ciências de Educação na Universidade Save, no curso de ensino de Física. Docentes: Dércio Deves Dionísio Marcelo Alfredo Filipe Manasse Universidade Save Extensão de Massinga 2021 Índice 1. Introdução 1 1.2. Objectivos específicos: 1 2. Resumo teórico 2 2.1. Condutividade 2 2.2. Fluido 2 2.3. Propriedade dos Fluidos 3 3. Metodologia 4 3.1. Material Necessário: 4 3.2. Procedimentos: 4 3.3. Observação: 4 3.4. Explicação 4 4. Conclusão 5 5. Bibliografia 6 1. Introdução A hidrostática é a parte da física que estuda os fluidos (tanto líquidos como os gasosos) em repouso, ou seja, que não estejam em escoamento (movimento). Além do estudo dos fluidos propriamente ditos, serão estudadas as forças que esses fluidos exercem sobre os corpos neles imersos, seja em imersão parcial, como no caso de objectos flutuantes, como os totalmente submersos. As leis que regem a hidrostática estão presentes no nosso dia-a-dia, mais do que podemos imaginar. Elas se verificam, por exemplo, na água que sai da torneira das nossas residências, nas represas das hidreléctricas que geram a energia eléctrica que utilizamos e na pressão que o ar está exercendo sobre você nesse exacto momento. O presente trabalho irá falar da experiência sobre a condutividade de líquidos em repouso, onde explicar-se-á com precisão o fenómeno observado durante a verificação do mesmo nos laboratórios. A demonstração da experiencia, contem um resumo teórico básico para facilitar a compreensão da demonstração, e em seguida vem o objectivo da demonstração, material necessário para fazer a demonstração e os procedimentos, e por último vem a conclusão. 1.1. Objectivo geral: · Verificar a condutibilidade de líquidos em repouso. 1.2. Objectivos específicos: · Identificar o material necessário para a verificação da condutividade de líquidos em repouso; · Descrever os procedimentos para a verificação da condutividade de líquidos em repouso. 2. Resumo teórico 2.1. Condutividade É um termo amplo que pode ser usado para definir a capacidade de algum meio material de realizar o transporte de energia ou partículas nas formas de calor, cargas eléctricas ou matéria. Esses diferentes tipos de condutividade são utilizados para explicar uma grande quantidade de fenómenos de transporte e dependem de factores como a diferença de temperatura, a diferença de potencial eléctrico e a diferença de concentração entre diferentes pontos do meio material, respectivamente. A importância de se conhecer a condutividade está inteiramente relacionada à solução de diversos problemas envolvendo a engenharia industrial e de processos, como a incrustação de sais nos processos envolvendo geração de vapor em caldeira, que necessita de cuidados especiais no que se refere à qualidade da água para evitar-se problemas durante a execução destes serviços devido à precipitação de sais danificando e actuando em falhas dos seus componentes. 2.2. Fluido Pode-se definir fluido como uma substância que se deforma continuamente, isto é, escoa, sob acção de uma força tangencial por menor que ele seja. O conceito de fluidos envolve líquidos e gases, logo, é necessário distinguir estas duas classes: “Líquidos é aquela substância que adquire a forma do recipiente que a contém possuindo volume definido e, é praticamente, incompressível. Já o gás é uma substância que ao preencher o recipiente não formar superfície livre e não tem volume definido, além de serem compressíveis. 2.3. Propriedade dos Fluidos a) Massa específica: a massa de um fluido em uma unidade de volume é denominada densidade absoluta, também conhecida como massa específica (kg/m3). b) Peso específico: é o peso da unidade de volume desse fluido (N/m3). 3. Metodologia 3.1. Material Necessário: · Vela · Proveta · Fósforo · Água 3.2. Procedimentos: 1. Aquecer numa chama da vela a parte superior do tubo de ensaio até que a água ferva; 2. O que acontece com a água na parte inferior do tubo de ensaio? Verificar com os dedos na parte inferior do tubo se a temperatura aumenta novamente. O que concluis? 3.3. Observação: Quando colocamos a vela na parte superior, ela só aquece o líquido da parte superior, e a parte inferior mantem-se com a mesma temperatura. 3.4. Explicação Para explicar este fenómeno é indispensável salientar que num certo recipiente de água, as partículas mais densa ficam na parte inferior do recipiente, e as menos densas ficam na parte inferior. Sendo assim podemos dizer pode-se dizer que quando aquecemos a parte superior as partículas não se movimentam para baixo porque são menos densa, oque significa que a energia cinética das partículas concentram-se na parte superior devido ao aquecimento. 4. Conclusão Com a observação feita conclui-se que a água na parte inferior não aquece porque as partículas que estão na parte superior são menos densa que as que estão na parte inferior, o que faz com elas não se movimentem para baixo, e sendo assim não acontece a transferência de calor da parte superior para inferior. NB: Se fosse o contrário, isto é aquecer a parte inferior, assim teríamos uma transferência de por calor convecção sem problema, porque as partículas mais densa que estão na parte inferior serão aquecida e vão subindo enquanto as de cima vão descendo, havendo assim uma transferência de calor. 5. Bibliografia 1. VOGEL, A. I., Química orgânica: análise orgânica qualitativa. 3. ed, Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico SA, 1981. v. 1. 2. Physical Chemistry HANDBOOK, 57 th Edition. 3. ZEMANSKY, M. W. Calor e Termodinâmica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois S.A, 1978. 4. BOTHUN, Greg .Thermodynamic equilibrium. Disponível em: <http//jersey.uoregon.edu/vlab/Thermodynamics/>. Acesso em: 16 fev. 2009. 1. ANSWER.COM. Joseph Louis Gay-Lussac. Disponível em: <http://www.answers.com/topic/joseph-louis- gay- lussac >. Acesso em: 12 abr. 2009.