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Com relação a publicidade nos contratos de relação de consumo, é correto afirmar que: Academia de ginástica veicula anúncio assinalando que os seus alunos, quando viajam ao exterior, podem se utilizar de rede mundial credenciada, presente em 60 países e 230 cidades, sem custo adicional. Um ano após continuamente fazer tal divulgação, vários alunos reclamam que, em quase todos os países, é exigida tarifa de uso da unidade conveniada. A academia responde que a referência ao 'sem custo adicional' refere-se à inexistência de acréscimo cobrado por ela, e não de eventual cobrança, no exterior, de terceiro. Acerca dessa situação, assinale a afirmativa correta.
Com relação a publicidade nos contratos de relação de consumo, é correto afirmar que:
a) A publicidade é uma consequência da sociedade massificada que objetiva formar a opinião pública, ou seja, aproximar o consumidor do fornecedor
b) As normas do CDC visam proteger o consumidor da publicidade enganosa, mas não das abusivas.
c) A publicidade não gera vinculação contratual.
d) Não se aplica a inversão do ônus da prova no que se refere a publicidade.
e) Não existe diferença entre publicidade e propaganda.

Assinale a alternativa que atende, com fundamento nos princípios do direito do consumidor, ao enunciado que decorre do 'princípio da informação':
a) Publicidade tem objetivo comercial, enquanto que propaganda visa a um fim ideológico.
b) Nem toda informação é publicidade, como também nem toda a publicidade é informação.
c) No regime contratual consumerista a publicidade obriga o fornecedor e integra o contrato que vier a ser celebrado, e nisso consiste o princípio da veracidade da publicidade.
d) Não há irregularidade, e as informações complementares podem ser facilmente buscadas na recepção ou com as atendentes, sendo inviável que o ordenamento exija que detalhes sejam prestados, todos, no anúncio.
e) A loja veicula publicidade enganosa, que se caracteriza como a que induz o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa a sua saúde ou segurança.

O princípio da informação, que emana da necessidade da adequação dos produtos e serviços ao binômio, qualidade/segurança, atende aos objetivos da Política Nacional das Relações de Consumo, e consiste na atenção de eventuais problemas dos consumidores, no que diz respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos e a melhoria da sua qualidade de vida.
a) A informação decorre de o consumidor ser o elemento mais fraco da relação consumerista, por não dispor do controle sobre a produção dos produtos, consequentemente acaba se submetendo ao poder dos detentores deste controle, no que surge à necessidade da criação de uma política jurídica que busque a minimização dessa disparidade na dinâmica das relações de consumo.
b) A informação é um direito na seara consumerista que já vem desde a antiguidade, como nas Leis das XII Tábuas, que exigia do vendedor uma obrigação de transparência, determinando que este definisse as qualidades essenciais de seus produtos e proibindo-o de fazer publicidade mentirosa; de uma forma mais evoluída o princípio da informação exige que o consumidor seja informado em todos os aspectos que envolvem o ato de comprar, de adquirir bens ou serviços, para que este não venha a ser lesado quando desejar adquirir o bem da vida.
c) O Princípio da informação, nas relações de consumo, refere-se à reparação por danos pelo fato do produto, e, orienta as práticas comerciais, a publicidade, e a proteção contratual, merecedora de especial destaque, que considera nulas de pleno direito, cláusulas contratuais que sejam incompatíveis com a boa-fé e equidade.
d) O princípio da equidade, que emana da necessidade da adequação dos produtos e serviços ao binômio, qualidade/segurança, atende aos objetivos da Política Nacional das Relações de Consumo, e consiste na atenção de eventuais problemas dos consumidores, no que diz respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos e a melhoria da sua qualidade de vida.
e) Nenhuma das alternativas anteriores.

Formaçõe vinculadas na publicidade são, em regra, totalmente objetivas limitando-se a transferir conhecimento para o consumidor sobre dados de funcionamento, utilidade, produtividade, segurança e eficácia do produto ou serviço ali anunciado. Todavia, a publicidade isolada não fora suficiente para alcançar o objetivo de atingir um mercado de consumo cada vez maior em busca de um aumento constante da produção e, respectivamente, de maiores lucros. Na luta pela venda de produtos e serviços, o anúncio publicitário evoluiu de uma proposta vaga e imprecisa para contratar e chegou ao patamar de um verdadeiro pré-contrato à medida que os informes publicitários passaram a vincular, dados comerciais mais precisos como o preço, a quantidade, o tipo, a forma de pagamento do produto ou serviço. Esta reunião de dados comerciais mais precisos para contratar no anúncio publicitário e que propiciam ao consumidor maior conhecimento acerca do preço, quantidade, forma de pagamento, de entrega, enfim das demais qualidades econômicas do produto e serviço é denominado de oferta.
a) Admite a incidência da cláusula rebus sic stantibus.
b) Almeja, em análise sistemática, precipuamente, a resolução do contrato firmado entre consumidor e fornecedor.
c) Exige a imprevisibilidade do fato superveniente.
d) Não traduz a relativização do princípio contratual da autonomia da vontade das partes.
e) Nenhuma das alternativas anteriores.

A garantia legal do produto independe de termo expresso no contrato, bem como é lícito ao fornecedor estipular que se exime de responsabilidade na hipótese de vício de qualidade por inadequação do produto, desde que fundada em ignorância sobre o vício.
a) É nula de pleno direito a cláusula contratual que exonere a contratada de qualquer obrigação de indenizar por vício do produto em razão de ter sido a mercadoria vistoriada previamente pelo consumidor.
b) O contrato poderia prever a impossibilidade de reembolso da quantia por Martins, bem como ter transferido previamente a responsabilidade por eventual vício do produto, com exclusividade, ao fabricante.
c) A Zoop Z tem liberdade para estabelecer compulsoriamente a utilização de arbitragem, bem como exigir o ressarcimento dos custos de cobrança da obrigação de Martins, sem que o mesmo seja conferido contra o fornecedor.
d) NENHUMA DAS RESPOSTAS ACIMA.
e) A cláusula que exonera a responsabilidade do fornecedor é válida.

A Zoop Z tem liberdade para estabelecer compulsoriamente a utilização de arbitragem, bem como exigir o ressarcimento dos custos de cobrança da obrigação de Martins, sem que o mesmo seja conferido contra o fornecedor.
O contrato poderia prever a impossibilidade de reembolso da quantia por Martins, bem como ter transferido previamente a responsabilidade por eventual vício do produto, com exclusividade, ao fabricante.
A assertiva A está incorreta, no termos do art. 25, caput do CDC, pois é vedada a estipulação contratual que impossibilite, exonere ou atenue a obrigação de indenizar por parte do fornecedor de produtos ou serviços.
A assertiva C está incorreta, nos termos do art. 51, II, pois é nula de pleno direito a cláusula que subtraia ao consumidor a opção de reembolso da quantia já paga.
A assertiva D está incorreta, pois conforme art. 51, VII, é vedada a utilização compulsória da arbitragem, somente admitida com consentimento expresso do consumidor.
A - Correta
B - Incorreta
C - Incorreta
D - Incorreta

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Questões resolvidas

Com relação a publicidade nos contratos de relação de consumo, é correto afirmar que: Academia de ginástica veicula anúncio assinalando que os seus alunos, quando viajam ao exterior, podem se utilizar de rede mundial credenciada, presente em 60 países e 230 cidades, sem custo adicional. Um ano após continuamente fazer tal divulgação, vários alunos reclamam que, em quase todos os países, é exigida tarifa de uso da unidade conveniada. A academia responde que a referência ao 'sem custo adicional' refere-se à inexistência de acréscimo cobrado por ela, e não de eventual cobrança, no exterior, de terceiro. Acerca dessa situação, assinale a afirmativa correta.
Com relação a publicidade nos contratos de relação de consumo, é correto afirmar que:
a) A publicidade é uma consequência da sociedade massificada que objetiva formar a opinião pública, ou seja, aproximar o consumidor do fornecedor
b) As normas do CDC visam proteger o consumidor da publicidade enganosa, mas não das abusivas.
c) A publicidade não gera vinculação contratual.
d) Não se aplica a inversão do ônus da prova no que se refere a publicidade.
e) Não existe diferença entre publicidade e propaganda.

Assinale a alternativa que atende, com fundamento nos princípios do direito do consumidor, ao enunciado que decorre do 'princípio da informação':
a) Publicidade tem objetivo comercial, enquanto que propaganda visa a um fim ideológico.
b) Nem toda informação é publicidade, como também nem toda a publicidade é informação.
c) No regime contratual consumerista a publicidade obriga o fornecedor e integra o contrato que vier a ser celebrado, e nisso consiste o princípio da veracidade da publicidade.
d) Não há irregularidade, e as informações complementares podem ser facilmente buscadas na recepção ou com as atendentes, sendo inviável que o ordenamento exija que detalhes sejam prestados, todos, no anúncio.
e) A loja veicula publicidade enganosa, que se caracteriza como a que induz o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa a sua saúde ou segurança.

O princípio da informação, que emana da necessidade da adequação dos produtos e serviços ao binômio, qualidade/segurança, atende aos objetivos da Política Nacional das Relações de Consumo, e consiste na atenção de eventuais problemas dos consumidores, no que diz respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos e a melhoria da sua qualidade de vida.
a) A informação decorre de o consumidor ser o elemento mais fraco da relação consumerista, por não dispor do controle sobre a produção dos produtos, consequentemente acaba se submetendo ao poder dos detentores deste controle, no que surge à necessidade da criação de uma política jurídica que busque a minimização dessa disparidade na dinâmica das relações de consumo.
b) A informação é um direito na seara consumerista que já vem desde a antiguidade, como nas Leis das XII Tábuas, que exigia do vendedor uma obrigação de transparência, determinando que este definisse as qualidades essenciais de seus produtos e proibindo-o de fazer publicidade mentirosa; de uma forma mais evoluída o princípio da informação exige que o consumidor seja informado em todos os aspectos que envolvem o ato de comprar, de adquirir bens ou serviços, para que este não venha a ser lesado quando desejar adquirir o bem da vida.
c) O Princípio da informação, nas relações de consumo, refere-se à reparação por danos pelo fato do produto, e, orienta as práticas comerciais, a publicidade, e a proteção contratual, merecedora de especial destaque, que considera nulas de pleno direito, cláusulas contratuais que sejam incompatíveis com a boa-fé e equidade.
d) O princípio da equidade, que emana da necessidade da adequação dos produtos e serviços ao binômio, qualidade/segurança, atende aos objetivos da Política Nacional das Relações de Consumo, e consiste na atenção de eventuais problemas dos consumidores, no que diz respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos e a melhoria da sua qualidade de vida.
e) Nenhuma das alternativas anteriores.

Formaçõe vinculadas na publicidade são, em regra, totalmente objetivas limitando-se a transferir conhecimento para o consumidor sobre dados de funcionamento, utilidade, produtividade, segurança e eficácia do produto ou serviço ali anunciado. Todavia, a publicidade isolada não fora suficiente para alcançar o objetivo de atingir um mercado de consumo cada vez maior em busca de um aumento constante da produção e, respectivamente, de maiores lucros. Na luta pela venda de produtos e serviços, o anúncio publicitário evoluiu de uma proposta vaga e imprecisa para contratar e chegou ao patamar de um verdadeiro pré-contrato à medida que os informes publicitários passaram a vincular, dados comerciais mais precisos como o preço, a quantidade, o tipo, a forma de pagamento do produto ou serviço. Esta reunião de dados comerciais mais precisos para contratar no anúncio publicitário e que propiciam ao consumidor maior conhecimento acerca do preço, quantidade, forma de pagamento, de entrega, enfim das demais qualidades econômicas do produto e serviço é denominado de oferta.
a) Admite a incidência da cláusula rebus sic stantibus.
b) Almeja, em análise sistemática, precipuamente, a resolução do contrato firmado entre consumidor e fornecedor.
c) Exige a imprevisibilidade do fato superveniente.
d) Não traduz a relativização do princípio contratual da autonomia da vontade das partes.
e) Nenhuma das alternativas anteriores.

A garantia legal do produto independe de termo expresso no contrato, bem como é lícito ao fornecedor estipular que se exime de responsabilidade na hipótese de vício de qualidade por inadequação do produto, desde que fundada em ignorância sobre o vício.
a) É nula de pleno direito a cláusula contratual que exonere a contratada de qualquer obrigação de indenizar por vício do produto em razão de ter sido a mercadoria vistoriada previamente pelo consumidor.
b) O contrato poderia prever a impossibilidade de reembolso da quantia por Martins, bem como ter transferido previamente a responsabilidade por eventual vício do produto, com exclusividade, ao fabricante.
c) A Zoop Z tem liberdade para estabelecer compulsoriamente a utilização de arbitragem, bem como exigir o ressarcimento dos custos de cobrança da obrigação de Martins, sem que o mesmo seja conferido contra o fornecedor.
d) NENHUMA DAS RESPOSTAS ACIMA.
e) A cláusula que exonera a responsabilidade do fornecedor é válida.

A Zoop Z tem liberdade para estabelecer compulsoriamente a utilização de arbitragem, bem como exigir o ressarcimento dos custos de cobrança da obrigação de Martins, sem que o mesmo seja conferido contra o fornecedor.
O contrato poderia prever a impossibilidade de reembolso da quantia por Martins, bem como ter transferido previamente a responsabilidade por eventual vício do produto, com exclusividade, ao fabricante.
A assertiva A está incorreta, no termos do art. 25, caput do CDC, pois é vedada a estipulação contratual que impossibilite, exonere ou atenue a obrigação de indenizar por parte do fornecedor de produtos ou serviços.
A assertiva C está incorreta, nos termos do art. 51, II, pois é nula de pleno direito a cláusula que subtraia ao consumidor a opção de reembolso da quantia já paga.
A assertiva D está incorreta, pois conforme art. 51, VII, é vedada a utilização compulsória da arbitragem, somente admitida com consentimento expresso do consumidor.
A - Correta
B - Incorreta
C - Incorreta
D - Incorreta

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27/03/2021 Estácio: Alunos
https://simulado.estacio.br/alunos/?p0=137085534&user_cod=820359&matr_integracao=201408397668 1/5
 
Com relação a publicidade nos contratos de relação de consumo, é correto afirmar que:
Academia de ginástica veicula anúncio assinalando que os seus alunos, quando viajam ao exterior, podem se utilizar de rede
mundial credenciada, presente em 60 países e 230 cidades, sem custo adicional. Um ano após continuamente fazer tal
divulgação, vários alunos reclamam que, em quase todos os países, é exigida tarifa de uso da unidade conveniada. A academia
responde que a referência ao ¿sem custo adicional¿ refere-se à inexistência de acréscimo cobrado por ela, e não de eventual
cobrança, no exterior, de terceiro. Acerca dessa situação, assinale a afirmativa correta.
DIREITO DO CONSUMIDOR 
Lupa Calc.
 
 
CCJ0023_A5_201408397668_V10 
Aluno: JOSÉ IVANILDO PEREIRA DA SILVA Matr.: 201408397668
Disc.: DIR.CONSUMIDOR 2021.1 (G) / EX
Prezado (a) Aluno(a),
Você fará agora seu TESTE DE CONHECIMENTO! Lembre-se que este exercício é opcional, mas não valerá ponto para sua
avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.
Após responde cada questão, você terá acesso ao gabarito comentado e/ou à explicação da mesma. Aproveite para se
familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.
 
1.
c) A publicidade não gera vinculação contratual.
b) As normas do CDC visam proteger o consumidor da publicidade enganosa, mas não das abusivas.
e) Não existe diferença entre publicidade e propaganda.
a) A publicidade é uma consequência da sociedade massificada que objetiva formar a opinião pública, ou seja, aproximar
o consumidor do fornecedor
d) Não se aplica a inversão do ônus da prova no que se refere a publicidade.
 
 
Explicação:
O princípio da vinculação contratual da publicidade está presente nos artigos 30 e 35 do Código de Defesa do
Consumidor: Toda informação ou publicidade, suficientemente precisa, veiculada por qualquer forma ou meio
de comunicação com relação a produtos e serviços oferecidos ou apresentados, obriga o fornecedor que a fizer
veicular ou dela se utilizar e integra o contrato que vier a ser celebrado.
 
 
2.
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javascript:voltar();
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27/03/2021 Estácio: Alunos
https://simulado.estacio.br/alunos/?p0=137085534&user_cod=820359&matr_integracao=201408397668 2/5
05 FCCTJ-SE Juiz Substituto (0,5) Assinale a alternativa que atende, com fundamento nos princípios do direito do consumidor,
ao enunciado que decorre do ¿princípio da informação¿:
Com relação à publicidade, pode-se dizer:
a) Publicidade tem objetivo comercial, enquanto que propaganda visa a um fim ideológico.
b) Nem toda informação é publicidade, como também nem toda a publicidade é informação.
c) No regime contratual consumerista a publicidade obriga o fornecedor e integra o contrato que vier a ser celebrado, e nisso
consiste o princípio da veracidade da publicidade.
Não há irregularidade, e as informações complementares podem ser facilmente buscadas na recepção ou com as
atendentes, sendo inviável que o ordenamento exija que detalhes sejam prestados, todos, no anúncio.
A loja faz publicidade enganosa, que se configura, basicamente, pela falsidade, total ou parcial, da informação veiculada.
A loja promove publicidade abusiva, pois anuncia informação parcialmente falsa, a respeito do preço e qualidade do
serviço.
A loja veicula publicidade enganosa, que se caracteriza como a que induz o consumidor a se comportar de forma
prejudicial ou perigosa a sua saúde ou segurança.
n.r.a.
 
 
Explicação:
Item D.
Resposta da questão 46 da prova da OAB : Explicação: A questão em análise dependia de o aluno ter conhecimento e saber
distinguir o que é uma propaganda enganosa e uma propaganda abusiva. Os conceitos e a distinção estão no Código de Defesa do
Consumidor, artigo 37: Art. 37. É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva. § 1° É enganosa qualquer modalidade de
informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por
omissão, capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades,
origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços. § 2° É abusiva, dentre outras a publicidade discriminatória de
qualquer natureza, a que incite à violência, explore o medo ou a superstição, se aproveite da deficiência de julgamento e
experiência da criança, desrespeita valores ambientais, ou que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma
prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança. Verifica-se, desta forma, que a assertiva que se adéqua ao quanto disposto no
dispositivo legal .
 
3.
d) O princípio da informação, que emana da necessidade da adequação dos produtos e serviços ao
binômio,qualidade/segurança, atende aos objetivos da Política Nacional das Relações de Consumo, e consiste na atenção
de eventuais problemas dos consumidores, no que diz respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus
interesses econômicos e a melhoria da sua qualidade de vida.
b) A informação é um direito na seara consumerista que já vem desde a antiguidade, como nas Leis das XII Tábuas, que
exigia do vendedor uma obrigação de transparência, determinando que este definisse as qualidades essenciais de seus
produtos e proibindo-o de fazer publicidade mentirosa; de uma forma mais evoluída o princípio da informação exige que o
consumidor seja informado em todos os aspectos que envolvem o ato de comprar, de adquirir bens ou serviços, para que
este não venha a ser lesado quando desejar adquirir o bem da vida.
c)O Princípio da informação, nas relações de consumo, refere-se à reparação por danos pelo fato do produto, e, orienta as
práticas comerciais, a publicidade, e a proteção contratual, merecedora de especial destaque, que considera nulas de
pleno direito, cláusulas contratuais que sejam incompatíveis com a boa-fé e equidade.
O princípio da equidade, que emana da necessidade da adequação dos produtos e serviços ao
binômio,qualidade/segurança, atende aos objetivos da Política Nacional das Relações de Consumo, e consiste na atenção
de eventuais problemas dos consumidores, no que diz respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus
interesses econômicos e a melhoria da sua qualidade de vida.
a)A informação decorre de o consumidor ser o elemento mais fraco da relação consumerista, por não dispor do controle
sobre a produção dos produtos, consequentemente acaba se submetendo ao poder dos detentores deste controle, no que
surge à necessidade da criação de uma política jurídica que busque a minimização dessa disparidade na dinâmica das
relações de consumo.
 
 
Explicação:
Assegurando o direito básico de informação, podendo realizar uma compra segura, na forma do art. 6º I e III do CDC.
 
4.
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27/03/2021 Estácio: Alunos
https://simulado.estacio.br/alunos/?p0=137085534&user_cod=820359&matr_integracao=201408397668 3/5
d) Ao vedar a publicidade enganosa, o CDC consagrou o princípio da vinculação da publicidade.
e) O elemento fundamental para a caracterização da publicidade enganosa será a sua capacidade de induzir em erro o
consumidor. Assinale a opção correta:
(OAB - FGV 2011.1) Analisando o artigo 6º, V, do Código de Defesa do Consumidor, que prescreve: São direitos básicos do
consumidor:
V - a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos
supervenientes que as tornem excessivamente onerosas. Assinale a alternativa correta.
Estão incorretas as afirmativas das letras C e D
Todas as afirmativas estão incorretas.
Todas as afirmativas são corretas.Apenas a letra E está correta.
Apenas a afirmativa da letra A está correta
 
 
Explicação:
Destaca-se a publicidade como forma dos fornecedores prestarem informações comerciais para venda de seus produtos e serviços
diretamente ao público.
Diferenciando-se da propaganda pela ausência de informação ideológica, as informações vinculadas na publicidade são, em regra,
totalmente objetivas limitando-se a transferir conhecimento para o consumidor sobre dados de funcionamento, utilidade,
produtividade, segurança e eficácia do produto ou serviço ali anunciado.
Todavia, a publicidade isolada não fora suficiente para alcançar o objetivo de atingir um mercado de consumo cada vez maior em
busca de um aumento constante da produção e, respectivamente, de maiores lucros.
Na luta pela venda de produtos e serviços, o anúncio publicitário evoluiu de uma proposta vaga e imprecisa para contratar e
chegou ao patamar de um verdadeiro pré-contrato à medida que os informes publicitários passaram a vincular, dados comerciais
mais precisos como o preço, a quantidade, o tipo, a forma de pagamento do produto ou serviço.
Esta reunião de dados comerciais mais precisos para contratar no anúncio publicitário e que propiciam ao consumidor maior
conhecimento acerca do preço, quantidade, forma de pagamento, de entrega, enfim das demais qualidades econômicas do
produto e serviço é denominado de oferta.
Portanto, oferta e publicidade fazem parte de um grande universo denominado marketing que tem como finalidade satisfazer os
objetivos de fornecedores e consumidores decorrentes da influência que exerce no processo de comercialização, fazendo desta
maneira com que os fornecedores vendam e os consumidores comprem mercadorias e serviços.
 
5.
e) Nenhuma das alternativas anteriores.
c) Admite a incidência da cláusula rebus sic stantibus.
d) Exige a imprevisibilidade do fato superveniente.
b) Almeja, em análise sistemática, precipuamente, a resolução do contrato firmado entre consumidor e fornecedor.
a) Não traduz a relativização do princípio contratual da autonomia da vontade das partes.
 
 
Explicação:
Item C.
Explicação: Art. 6º São direitos básicos do consumidor:
I ¿ a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços
considerados perigosos ou nocivos;
 
II ¿ a educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha e a
igualdade nas contratações;
 
III ¿ a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade,
características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentam;
 
IV a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e
cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços;
 
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27/03/2021 Estácio: Alunos
https://simulado.estacio.br/alunos/?p0=137085534&user_cod=820359&matr_integracao=201408397668 4/5
As cláusulas abusivas no Código de Defesa do Consumidor são:
Uma mensagem publicitária considera-se abusiva quando
V a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos
supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;
 
VI a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos;
 
VII o acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais,
individuais, coletivos ou difusos, assegurada a proteção jurídica, administrativa e técnica aos necessitados;
 
VIII a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a
critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências;
A questão - Numa tradução livre rebus sic stantibus significa "retornar as coisas como eram antes", tal cláusula é empregada para
designar a Teoria da Imprevisão, uma exceção ao princípio do pacta sunt servanda.
 
Segundo tal teoria a ocorrência de fato imprevisto e imprevisível posterior à celebração do contrato diferido ou de cumprimento
sucessivo possibilita alteração , sempre que as circunstâncias que envolveram a sua formação não forem as mesmas no momento
da execução da obrigação contratual, de modo a prejudicar uma parte em benefício da outra.
 
6.
anuláveis e previstas em rol exemplificativo.
nulas de pleno direito rol meramente exemplificativo
nulas de pleno direito e previstas em rol taxativo.
anuláveis e previstas em rol taxativo.
tidas por inexistentes.
 
 
Explicação:
As cláusulas abusivas sao consideradas práticas abusivas e demonstram uma conduta ilícita por parte do fornecedor, que se
prevalece da fragilidade do consumidor. Estão previstas no artigo 51 do CDC, sendo nulas de pleno direito, cuja nulidade é
absoluta, além de se tratar de rol exemplificativo.
 
7.
d) for patrocinada pelo Poder Público.
c) deixar de informar o consumidor sobre dado essencial do produto ou serviço.
a) tiver finalidade ideológica ou política.
b) induzir em erro o consumidor.
e) desrespeitar valores ambientais.
 
 
Explicação:
Item E - desrespeitar valores ambientais
Explicação: O legislador, entretanto, tratou de legislar de forma negativa o conceito de publicidade, haja vista que determinou
definições legais sobre o que seja publicidade enganosa e abusiva (art. 37, §§§ 1°, 2° e 3°, CDC), fazendo entender que os
anúncios que não se coadunem com estes dispositivos possam ser vistos como legais, por inexistência de proibição específica.
Artigo 37 CDC - É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva.
§ 1º É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por
qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características,
qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços.
§ 2º É abusiva, dentre outras a publicidade discriminatória de qualquer natureza, a que incite à violência, explore o medo ou a
superstição, se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança, desrespeita valores ambientais, ou que seja capaz
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27/03/2021 Estácio: Alunos
https://simulado.estacio.br/alunos/?p0=137085534&user_cod=820359&matr_integracao=201408397668 5/5
Martins celebrou negócio jurídico com a empresa Zoop Z para o fornecimento de dez volumes de determinada mercadoria para
entretenimento infantil. No contrato restava estabelecido que Martins vistoriara toda mercadoria antes da aquisição e que o
consumidor retiraria os produtos no depósito da empresa. Considerando tal situação fictícia, assinale a alternativa correta à luz
do disposto na Lei nº. 8.078/90, de acordo com cada hipótese abaixo apresentada:
de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança.
§ 3º Para os efeitos deste código, a publicidade é enganosa por omissão quando deixar de informar sobre dado essencial do
produto ou serviço.
 
8.
A garantia legal do produto independe de termo expresso no contrato, bem como é lícito ao fornecedor estipular que se
exime de responsabilidade na hipótese de vício de qualidade por inadequação do produto, desde que fundada em
ignorância sobre o vício.
NENHUMA DAS RESPOSTAS ACIMA
É nula de pleno direito a cláusula contratual que exonere a contratada de qualquer obrigação de indenizar por vício do
produto em razão de ter sido a mercadoria vistoriada previamente pelo consumidor.
A Zoop Z tem liberdade para estabelecer compulsoriamente a utilização de arbitragem, bem como exigir o ressarcimento
dos custos de cobrança da obrigação de Martins, sem que o mesmo sejaconferido contra o fornecedor.
O contrato poderia prever a impossibilidade de reembolso da quantia por Martins, bem como ter transferido previamente a
responsabilidade por eventual vício do produto, com exclusividade, ao fabricante.
 
 
Explicação:
GABARITO: B. Consoante art. 51, I, do CDC.
A assertiva A está incorreta, no termos do art. 25, caput do CDC, pois é vedada a estipulação contratual que impossibilite,
exonere ou atenue a obrigação de indenizar por parte do fornecedor de produtos ou serviços. 
A assertiva C está incorreta, nos termos do art. 51, II, pois é nula de pleno direito a cláusula que subtraia ao consumidor a opção
de reembolso da quantia já paga.
A assertiva D está incorreta, pois conforme art. 51, VII, é vedada a utilização compulsória da arbitragem, somente admitida com
consentimento expresso do consumidor. 
 Não Respondida Não Gravada Gravada
Exercício inciado em 27/03/2021 18:38:39. 
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