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Pré Clínica - Hidróxido de Cálcio e Óxido de Zindo e Eugenol

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Pré-Clínica I 
CIMENTO HIDRÓXIDO DE CÁLCIO E ÓXIDO DE 
ZINCO E EUGENOL 
RESUMO 
MEDIDAS DE CONTROLE: 
✓ HIGIENE BUCAL 
✓ DIETA 
✓ FLUORETOS 
✓ ANTIMICROBIANOS 
✓ AGENTES REMINERALIZADORES 
TRATAMENTO RESTAURADOR – INDICAÇÕES 
1. IMPOSSIBILIDADE DE REALIZAÇÃO DE ADEQUADO 
CONTROLE DO BIOFILME 
2. PROXIMIDADE COM O COMPLEXO DENTINO-PULPAR – 
SENSIBILIDADE, LESÃO IRREVERSÍVEL 
3. ESTRUTURA DENTÁRIA REMANESCENTE: RISCO DE 
FRATURA OU PERDA DE FUNÇÃO 
4. ESTÉTICA 
 
COMPLEXO DENTINO-PULPAR 
OS PRINCIPAIS COMPONENTES DO COMPLEXO 
DENTINO-PULPAR SÃO A DENTINA QUE É FORMADA 
PELA PRÉ DENTINA E DENTINA TUBULAR. E A POLPA 
QUE É DIVIDIDA EM CAMADA ODONTOBLÁSTICA, 
ZONA ACELULAR, ZONA RICA EM CÉLULAS E CORPO 
PULPAR. 
DENTINA PERITUBULAR X DENTINA INTERTUBULAR 
 
 
POLPA 
 POSSUI MECANISMOS INERENTES PARA LIMITAR OS 
DANOS CAUSADOS POR AGENTES AGRESSORES. 
 ESCLEROSAMENTO DOS TÚBULOS DENTINÁRIOS 
 FORMAÇÃO DE DENTINA TERCIÁRIA 
 SENSIBILIDADE DOLOROSA 
 
ATIVIDADES FORMADORA E PROTETORA DA POLPA: 
1) DENTINA PRIMÁRIA 
2) CAMADA ODONTOBLÁSTICA 
3) DENTINA SECUNDÁRIA 
4) DENTINA TERCIÁRIA OU REACIONAL 
 
ESCLEROSAMENTO DENTINÁRIO – DIAGNÓSTICO 
CLÍNICO 
 
LESÕES CARIOSAS 
• ZONA DA CAVIDADE 
• DENTINA CARIADA SUPERFICIAL 
• DENTINA CARIADA PROFUNDA 
• DENTINA ESCLEROSADA 
• DENTINA TERCIÁRIA 
 
PREPARO CAVITÁRIO – RESPOSTA DO COMPLEXO 
DENTINO-PULPAR 
 
FATORES TÉCNICOS: 
PRESSÃO DO CORTE 
CALOR FRICCIONAL 
DESIDRATAÇÃO DA DENTINA 
 
FATORES CLÍNICOS: 
CONDIÇÃO INICIAL DA POLPA 
QUANTIDADE E QUALIDADE DE DENTINA 
REMANSCENTE 
 
INSTRUMENTOS ROTATÓRIOS 
CAUSAM A MOVIMENTAÇÃO DO FLÚIDO DENTINÁRIO 
REFRIGERAÇÃO 
• ESSENCIAL PARA MINIMIZAR O AUMENTO DA 
TEMPERATURA 
• ACIMA DE 6°C É SUFICIENTE PARA CAUSAR INJÚRIA À 
POLPA 
POTENCIAL DE RESPOSTA 
DEPENDE DE: 
1. CONDIÇÃO CLÍNICA INICIAL DO DENTE 
2. QUANTIDADE E QUALIDADE DA DENTINA 
REMANSCENTE 
3. IDADE DO PACIENTE 
4. TIPO DE PROCEDIMENTO RESTAURADOR 
5. MATERIAL PROTETOR QUE SERÁ UTILIZADO 
 
FATORES QUE ORIENTAM AS ESTRATÉGIAS DE 
PROTEÇÃO DO COMPLEXO DENTINO-PULPAR: 
 
PROFUNDIDADE CAVITÁRIA: 
RASA – RESINA COMPOSTA + SISTEMA ADESIVO 
MÉDIA – CIV + RC + SA 
PROFUNDA – HC + CIV + RC + SA 
PROFUNDA COM EXPOSIÇÃO PULPAR 
 
QUALIDADE E TIPO DE DENTINA REMANESCENTE 
DENTINA ESCLEROSADA – SUBSTRATO MENOS 
PERMEÁVEL, COM TÚBULOS DENTINÁRIOS 
PARCIALMENTE OU TOTALMENTE OBLITERADOS 
 
IDADE DO PACIENTE 
• JOVEM – DENTINA PRIMÁRIA E SECUNDÁRIA 
• IDOSO – MAIOR QUANTIDADE DE DENTINA 
SECUNDÁRIA, DENTINA PRIMÁRIA E CAMADA 
ODONTOBLÁSTICA 
 
EMBASAMENTO HISTÓRICO 
ATÉ MEADOS DE 1970, ACREDITAVA-SE QUE AS 
INJÚRIAS PULPARES ERAM ATRIBUÍDAS AO BAIXO PH 
DE ALGUNS MATERIAIS RESTAURADORES. 
 
QUAIS EFEITOS ADVERSOS? 
INSTALAÇÃO DO PROCESSO CARIOSO 
PREPARO CAVITÁRIO 
SELAMENTO DA INTERFACE DENTE RESTAURAÇÃO 
 
DESEJO X OBJETIVO 
DESEJO – TER UM ÚNICO MATERIAL QUE POSSA SER 
UTILIZADO PARA RESTAURAR A CAVIDADE SEM 
PREJUDICAR AS CARACTERÍSTICAS BIOLÓGICAS DOS 
SUBSTRATOS. 
 
OBJETIVO – GUIAR A ESCOLHA DE UM MATERIAL QUE 
POSSA SER UTILIZADO PARA RESTAURAR A CAVIDADE 
SEM PREJUDICAR AS CARACTERÍSTICAS BIOLÓGICAS 
DO DENTE. 
 
MATERIAIS RESTAURADORES – COMPLEXO DP 
FATORES A SEREM CONSIDERADOS: 
1. BIOCOMPATIBILIDADE 
2. PROCESSO CARIOSO 
3. PREPARO CAVITÁRIO 
4. SELAMENTO DA INTERFACE DENTE-RESTAURAÇÃO 
 
REQUISITOS E CLASSIFICAÇÃO DOS AGENTES DE 
PROTEÇÃO PULPAR 
a) SER BOM ISOLANTE TÉRMICO E ELÉTRICO 
b) PROPRIEDADES BACTERICIDAS OU 
BACTERIOSTÁTICAS 
c) ADESÃO AS ESTRUTURAS DENTÁRIAS 
d) BIOCOMPATÍVEL 
e) SER INÓCUO À POLPA 
f) RESISTÊNCIA MECÂNICA SUFICIENTE PARA SUPORTAR 
OS ESFORÇOS MASTIGATÓRIOS 
g) INIBIR A PENETRAÇÃO DE ÍONS METÁLICOS NO DENTE 
h) EVITAR OU INIBIR A INFILTRAÇÃO BACTERIANA 
i) SER INSOLÚVEL NO AMBIENTE BUCAL 
 
SMEAR LAYER 
DESVANTAGES: 
 PERMEÁVEL À PRODUTOS BACTERIANOS 
 INTERFERE COM A ADESÃO DE ALGUNS MATERIAIS 
ODONTOLÓGICOS 
 SERVE COMO DEPÓSITO DE BACTÉRIAS E SEUS 
PRODUTOS 
 
VANTAGENS: 
REDUÇÃO DA PERMEABILIDADE A FLUIDOS BUCAIS E 
PRODUTOS TÓXICOS 
REDUÇÃO DA DIFUSÃO 
PREVENÇÃO DA PENETRAÇÃO BACTERIANA NOS 
TÚBULOS DENTINÁRIOS. 
COMO SABER QUAL MATERIAL USAR? 
1. SELAMENTO 
2. FORRAMENTO 
3. BASE 
 
1. AGENTES PARA SELAMENTO 
✓ LÍQUIDOS 
✓ PELÍCULA PROTETORA FINA 
✓ REVESTEM A ESTRUTURA DENTÁRIA RECÉM CORTADA 
OU DESGASTADA DURANTE O PREPARO CAVITÁRIO. 
✓ ESPESSURA FORMADA: 1 A 50um 
 
PRINCIPAIS OBJETIVOS: 
1) VEDAMENTO DA EMBOCADURA DOS TÚBUOS 
DENTINÁRIOS E OS MICROESPAÇOS QUE SE FORMAM 
ENTRE O MATERIAL RESTAURADOR E AS PAREDES 
CIRCUNDANTES DA CAVIDADE. 
2) DIMINUIR A PENETRAÇÃO DE ÍONS METÁLICOS 
3) EXEMPLOS: VERNIZES CAVITÁRIOS E SISTEMA 
ADESIVOS. 
 
PONTOS IMPORTANTES: 
ERAM MAIS USADOS QUANDO O MATERIAL DE 
ESCOLHA ERA O AMÁLGAMA. 
NÃO SÃO USADOS COM RESINA COMPOSTA PORQUE A 
RESINA SOFRE CONTRAÇÃO DE POLIMERIZAÇÃO E 
DESLOCA O VERNIZ, ALÉM DISSO, O VERNIZ PODE 
INIBIR A COMPLETA POLIMERIZAÇÃO DA RESINA. 
 
TIPOS: 
✓ CONVENCIONAL – RESINA COPAL 
✓ MODIFICADO – RESINA SINTÉTICA 
 
FORMA: 
LÍQUIDO VISCOSO + SOLVENTE (ACETONA, ÉTER OU 
CLOROFÓRMIO) 
 
MANIPULAÇÃO: 
• MANIPULADO COM PINCEL ESPECÍFICO OU 
MICROBRUSH. DEVE SER APLICADO PELO MENOS 
DUAS CAMADAS. 
• NÃO DEVE SER UTILIZADO ALGODÃO. 
• APLICAÇÃO SEMPRE EM UM ÚNICO SENTIDO. 
• EXEMPLO: CAVITINE 
 
 
 
 
PROPRIEDADES: 
1. PROTEÇÃO PARCIAL CONTRA CHOQUES 
TERMOELÉTRICOS E GALVANISMO (RESTAURAÇÕES 
METÁLICAS) 
2. DIMINUEM A PENETRAÇÃO DE ÍONS METÁLICOS NA 
DENTINA 
3. DIMINUEM A ENTRADA DE BACTÉRIAS OU TOXINAS 
BACTERIANAS NA DENTINA E NA POLPA. 
 
 
2. AGENTES PARA FORRAMENTO 
MATERIAIS QUE SE APRESENTAM NA FORMA DE PÓ E 
LÍQUIDO, OU PASTA, QUE DEPOIS DE MISTURADOS E 
INSERIDOS, FORMAM UMA PELÍCULA FINA. 
ESPESSURA FORMADA: 200 A 1000um 
 
PRINCIPAIS OBJETIVOS 
✓ PROTEGER A POLPA DAS AGRESSÕES EXTERNAS 
✓ ESTIMULAR A FORMAÇÃO DE BARREIRA 
MINERALIZADA QUANDO A POLPA FOR EXPOSTA. 
 
REQUISITOS 
• PROPRIEDADES BIOLÓGICAS QUE FAVOREÇAM A 
CICATRIZAÇÃO DA POLPA. MENOS EFEITOS TÓXICOS E 
DELETÉRIOS DOS MATERIAIS RESTAURADORES 
DEFINITIVOS. 
• CARACTERÍSTICAS BACTERICIDAS E 
BACTERIOSTÁTICOS. 
• CAVIDADES PROFUNDAS – HIDRÓXIDO DE CÁLCIO / 
MTA 
 
 
 
HIDRÓXIDO DE CÁLCIO 
1920 – INDICADO PELA PRIMEIRA VEZ NA FORMA DE 
PASTA. 
 
PROPRIEDADES: 
1. ESTIMULA A FORMAÇÃO DE DENTINA REPARADORA 
2. PH ALCALINO 
3. PROTEG A POLPA CONTRA ESTÍMULOS TÉRMICOS E 
ELÉTRICOS 
4. APRESENTA AÇÃO MICROBIANA 
5. ALTA SOLUBILIDADE 
 
FORMAS DE APRESENTAÇÃO: 
 PÓ - (HIDRÓXIDO DE CÁLCIO P.A.) 
 PASTA - (PÓ DE CA(OH)2 + ÁGUA DESTILADA) 
 CIMENTO – PASTA BASE + PASTA CATALISADORA 
 
IMPORTANTE: 
DEVE SER UTILIZADO QUANDO A POLPA ESTÁ 
EXPOSTA OU EXISTE UMA SUSPEITA DE QUE HÁ 
MICROEXPOSIÇÃO. 
 
PASTA PÓ VC CIMENTO 
 
PASTA PÓ: NÃO TOMAM PRESA E APRESENTA MAIOR 
SOLUBILIDADE. 
CIMENTO: TOMAM PRESA E APRESENTA MENOR 
SOLUBILIDADE. 
 
 
A SOLUBILIDADE ELEVADA É IMPORTANTE NA 
LIBERAÇÃO DE ÍONS DE HIDROXILA E NO PAPEL 
CAUTERIZADOR! 
 
AGREGADO DE TRIÓXIDO DE 
MINERAL 
SURGIU NO INÍCIO DOS ANOS 90, SENDO 
DESENVOLVIDO COM O OBJETIVO DE SELAR AS 
COMUNICAÇÕES ENTRE O EXTERIOR E INTERIOR DO 
DENTE. 
 
PROPRIEDADES: 
 
 BIOCOMPATÍVEL 
 ESTIMULA A FORMAÇÃO DE PONTE DE DENTINA 
 ATIVIDADE MICROBIANA 
 DOA ÍONS DE HIDROXILA – ALTO PH POR 15 DIAS 
 DESFAVORÁVEL PARA SOBREVIVÊNCIA DAS 
BACTÉRIAS 
 ESTIMULA A FORMAÇÃO DE DENTINA ESCLEROSADA, 
REPARADORA, ASSEMELHANDO-SE AOS PRODUTOS À 
BASE DE HIDRÓXIDO DE CÁLCIO 
 APRESENTA MELHORES PROPRIEDADES MECÂNICAS 
EM COMPARAÇÃO COM O HIDRÓXIDO DE CÁLCIO. 
 
3. AGENTES PARA BASE 
INDICAÇÃO: 
✓ CAVIDADES EM MÉDIA OU GRANDE PROFUNDIDADE 
✓ ÓXIDO DE ZINCO E EUGENOL 
✓ CIMENTO IONÔMERO DE VIDRO 
✓ ESPESSURA FORMADA: > 1000um 
 
PRINCIPAIS OBJETIVOS: 
1. PROTEGER O MATERIAL DE FORRAMENTO 
2. RECONSTRUIRA DENTINA PERDIDA 
3. DIMINUIR A QUANTIDADE DE MATERIAL 
RESTAURADOR DEFINITIVO 
4. ADEQUAR O PREPARO CAVITÁRIO 
 
ÓXIDO DE ZINCO E EUGENOL 
1890 – PRIMEIRO USO DA ODONTOLOGIA 
RESTAURADORA 
CLASSIFICAÇÃO 
TIPO I – CIMENTAÇÃO PROVISÓRIA 
TIPO II – CIMENTAÇÃO DEFINITIVA 
TIPO III – RESTAURAÇÕES PROVISÓRIAS DE LONGA 
DURAÇÃO OU BASES 
TIPO IV – FORRAMENTO 
 
INDICAÇÃO: 
✓ SELADOR DE CANAIS RADICULARES 
✓ BASE PARA RESTAURAÇÕES 
✓ RESTAURAÇÕES PROVISÓRIAS 
✓ CIMENTO CIRÚRGICO 
✓ MATERIAL DE MOLDAGEM FUNCIONAL 
✓ CONTRA-INDICADO COM RESINAS!!!!!!! 
MANIPULAÇÃO: 
• ESPATULAÇÃO POR 40 A 60 SEGUNDOS 
• ESPÁTULA 36 
• TEMPO DE TRABALHO 4 A 10 MIN 
 
I. REAÇÃO DE PRESA: QUELAÇÃO QUE ENVOLVE ÓXIDO 
DE ZINDO E EUGENOL 
II. MATRIZ DE EUGENOLATO DE ZINCO 
III. PARTÍCULAS DE PÓ NÃO REAGIDAS 
 
PASSO A PASSO: 
1. AGITAR O PÓ 
2. INSERIR NA PLACA DE VIDRO COM A COLHER 
DOSADORA 
3. DIVIDIR EM TRÊS PARTES 
4. DISPENSAR O LÍQUIDO NA PLACA DE FORMA 
PERPENDICULAR 
5. INICIAR MANIPULAÇÃO COM ESPÁTULA 36 
 
PROPRIEDADES: 
✓ BAIXAS PROPRIEDADES MECÂNICAS QUANDO 
COMPARADO COM CIV E AO FOSFATO DE ZINCO 
✓ USO JUSTIFICÁVEL PELAS PROPRIEDADES 
TERAPÊUTICAS DA LIBERAÇÃO DE EUGENOL E DO 
HIDRÓXIDO DE ZINCO 
 
EUGENOL 
 EFEITO SEDATIVO (INIBIÇÃO DA ATIVIDADE DAS 
CÉLULAS NERVOSAS LOCAIS) 
 ATIVIDADE ANTINFLAMATÓRIA – INIBIÇÃO DA 
SÍNTESE DE PROSTAGLANDINAS (LIBERAM 
LEUCÓCITOS DURANTE A INFLAMAÇÃO) 
 
REMOÇÃO COMPLETA DO TECIDO CARIADO X 
REMOÇÃO PARCIAL DO TECIDO CARIADO 
 
Remoção Completa do Tecido Cariado 
 
• ÚNICA SESSÃO – SEM RISCO DE EXPOSIÇÃO PULPAR. 
REMOÇÃO DA DENTINA INFECTADA E AFETADA EM 
UMA ÚNICA SESSÃO. A ESCAVAÇÃO É FEITO NO 
CRITÉRIO DE DUREZA. 
• DUAS SESSÕES – TRATAMENTO EXPECTANTE. QUANDO 
HÁ RISCO DE EXPOSIÇÃO PULPAR CASO A REMOÇÃO 
COMPLETA DO TECIDO SEJA REALIZADA EM UMA 
ÚNICA SESSÃO. SEM EXPOSIÇÃO PULPAR. 
 
TRATAMENTO EXPECTANTE 
1. ANAMNESE E DIAGNÓSTICO 
2. ACESSO À CAVIDADE 
3. REMOÇÃO DE DENTINA DA CAMADA SUPERFICIAL 
(DENTINA INFECTADA) 
4. LIMPEZA DA CAVIDADE 
5. APLICAÇÃO DA PASTA DE HIDRÓXIDO DE CÁLCIO 
6. VEDAMENTO DA CAVIDADE COM CIV 
7. RADIOGRAFIA 
8. PROSERVAÇÃO POR 45-60 DIAS NO MÍNIMO 
 
DESVANTAGENS 
• RISCO DE EXPOSIÇÃO PULPAR DURANTE REMOÇÃO DO 
MATERIAL PROVISÓRIO OU DURANTE A ESCAVAÇÃO 
FINAL 
• PODE CAUSAR ALGUM TIPO DE DESCONFORTO 
• MAIOR TEMPO E CUSTO NECESSÁRIOS AO 
TRATAMENTO 
• RISCO DE DEGRADAÇÃO E PERDA DO MATERIAL 
PROVISÓRIO E CONSEQUENTE PROGRESSÃO DA LESÃO. 
 
 
Remoção Parcial do Tecido Cariado 
 
CAPEAMENTO PULPAR INDIRETO 
FINALIDADES 
✓ BLOQUEAR ESTÍMULOS TÉRMICOS, ELÉTRICOS E 
QUÍMICOS DECORRENTES DAS RESTAURAÇÕES E DO 
MEIO BUCAL 
✓ MANTER UM AMBIENTE CAVITÁRIO APROPRIADO 
PARA A MANUTENÇÃO OU RECUPERAÇÃO DA 
CONDIÇÃO PULPAR 
✓ EXERCER AÇÃO TERAPÊUTICA SOBRE O COMPLEXO 
DENTINO-PULPAR 
 
 
 
INDICAÇÕES: 
 
POSSUI AS MESMAS INDICAÇÕES DO TRATAMENTO 
EXPECTANTE, POÉM, ESSA TÉCNICA DIFERE PORQUE É 
REALIZADA EM UMA ÚNICA SESSÃO CLÍNICA, SEM 
NECESSIDADE DE ESCAVAÇÃO FINAL. 
 
Proteção Pulpar Direta 
OBJETIVOS 
VISA AO RESTABELECIMENTO PULPAR 
PROMOVE A FORMAÇÃO DE UMA BARREIRA 
MINERALIDA

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