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O aprendiz precisa entender e saber que cada uma das letras e suas representações, de acordo com as características, valem como símbolo de um som da fala para, a partir disso, conseguir discriminar as formas das letras e distingui-las, já que elas são muito semelhantes (p/b, b/d, etc.) e necessárias à aprendizagem da leitura.
Nesse sentido, relacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª. 1 - As monogâmicas ou biunívocas; 2 - As relações de poligamia; 3 - As relações de teoria de correspondência entre som e letra. ( ) “Para cada som numa dada posição, há uma dada letra; a cada letra numa dada posição, corresponde a um som. Em certos ambientes, certos sons podem ser representados por mais de uma letra.” (Op. Cit., p.32). ( ) Referem às letras (p, b, t, d, f, v, a) que representam sempre a mesma unidade fonêmica. ( ) “Para cada som numa dada posição há uma dada letra; a cada letra numa dada posição, corresponde um dado som.” (LEMLE, 1999, p.29). A sequência acima que está CORRETA é:
A. 1, 3, 2
B. 1, 2, 3
C. 3, 1, 2
D. 3, 2, 1

No processo da alfabetização, é importante saber captar o conceito de palavra. Segundo Lemle (1999) todas as afirmativas abaixo justificam a importância da palavra, EXCETO:
A. Ela possibilitará aquisição da capacidade de ser focalizada enquanto seqüência de sons, de estabelecer relação entre significante e significado.
B. Por meio da palavra se constroem as sílabas, fundamentais para o processo de alfabetização.
C. Ela é o cerne da relação simbólica essencial contida numa mensagem lingüística: a relação entre conceitos e seqüências de sons da fala.
D. Por meio da palavra se constrói o sistema de representação da leitura e da escrita e de acrescentar palavras à sua escrita, elaborando sentenças e reconhecendo-as a partir das leituras iniciais.

Segundo SOARES (2007) quando a criança rompe a barreira do código e entende como a língua escrita funciona, ela inicia sua caminhada dentro do letramento. Todas as afirmativas abaixo se referem às capacidades da criança a partir daí, EXCETO:
A. Captar o sentido de um texto escrito.
B. Fazer avaliações, de ampliar o sentido do texto.
C. Fazer comparações, de emitir conclusões.
D. Codificar símbolos escritos.

No que se refere aos métodos de alfabetização é INCORRETO afirmar que os Métodos Analíticos:
A. Privilegiam a síntese, com uma abordagem das partes, de unidades mais simples para ampliar as mais amplas.
B. Privilegiam a análise, com uma abordagem que parte do todo, de unidades mais amplas para unidades menores.
C. A publicação de cartilhas e a formação de professores objetivavam a efetivação plena desses métodos.
D. Foram amplamente divulgados e defendidos nos anos que se seguiram a 1890, diante da necessidade nacional de se alfabetizar a população, na recente República.

Emilia Ferreiro nos fornece elementos de extrema importância para se pensar o processo de alfabetização. Todos os elementos abaixo são importantes para esse repensar, EXCETO:
A. O entendimento da escrita como objeto social e não exclusivamente escolar.
B. A escrita deve ser trabalhada de maneira significativa, real, realçando a sua funcionalidade.
C. A escrita é importante na escola porque é importante fora da escola, e não o inverso.
D. A escrita deve ser apresentada aos poucos e de forma sistemática para que a criança tome consciência de sua forma aos poucos.

Na alfabetização a criança deve perceber diferentes contextos nos quais a escrita está inserida e refletir sobre ela. Os textos que circulam socialmente devem fazer parte do cotidiano escolar, devem ser material de análise e estudo pelos alunos. Segundo Ferreiro (1997), métodos de alfabetização, classificados por ela como tradicionais, partem do pressuposto de que o conhecimento linguístico é cumulativo e, portanto, deve-se partir do mais fácil para o mais difícil. Mas, será que o que é considerado como mais fácil para o adulto o é também para a criança? E será que esse processo de aprendizagem se dá de maneira cumulativa, passo a passo ou de maneira dialética? Para reforçar essa ideia de que a alfabetização é um processo dinâmico e de construções, a referida autora compara o processo a:
A. Ao processo de aquisição da fala, nos fazendo perceber que a criança quando começa a falar não é apresentada a ela um fonema ou uma palavra de cada vez. Ela é inserida em um mundo de comunicação intensa e, a partir da sua observação, ela começa a emitir os primeiros sons, as primeiras palavras.
B. Ao processo de aquisição da leitura, já que os gêneros dão suporte e põe em contato tipos de textos variados.
C. Ao processo de aquisição da leitura, onde o contato com diferentes tipos de textos faz a criança compreender como a escrita se processa e daí começa a fazer conexões.
D. Ao processo de aquisição da fala, uma vez que os adultos definirem o que a criança irá ouvir e o que ela deverá falar primeiro. Da mesma forma acontece com a escrita, pois a criança está inserida em um mundo letrado.

"A concepção de alfabetização que transforma o objetivo com que se alfabetiza é aquela que propicia a formação da consciência crítica. É uma concepção de alfabetização voltada para a transformação das relações sociais, é a que vê o alfabetizando como membro de um grupo e o alfabetizador como um mediador do ensino-aprendizagem". Marque a opção cujo(a) autor(a) é adepto(a) da concepção de alfabetização acima:
A. Paulo Freire.
B. Miriam Lemle.
C. Emília Ferreiro.
D. Magda Soares.

Estudos evidenciam e a realidade comprova que crianças que desde cedo vivem em um ambiente rico em escritos e em situações nas quais as funções da língua estão explícitas, apresentam um desenvolvimento muito mais satisfatório na aquisição da leitura e escrita, do que aquelas que não têm essa oportunidade. Por isso, é muito importante que a criança esteja inserida em práticas sociais que envolvam leitura e escrita, e a escola tem grande responsabilidade nesse processo. Todas as sugestões abaixo evidenciam um ambiente alfabetizador na sala de aula, EXCETO.
A. Fazer da sala um ambiente em que a cultura letrada circule, com livros, textos digitais ou em papel, um mundo de escritos que circulam socialmente.
B. O professor deve criar levar a turma a vivenciar situações significativas de escrita, pelo professor, na frente do aluno. Ter o professor como escriba favorece aos alunos em processo de alfabetização a percepção de vários elementos: em que situações usamos a escrita? Em que direção as letras, as palavras, enfim, o texto é escrito? Qual a estrutura de determinados gêneros textuais? Teberosky complementa reforçando a importância do professor como escriba.
C. Disponibilizar na sala de aula somente os textos que trabalha com os alunos, enchendo a parede com sílabas e palavras simples à medida em que as mesmas são apresentadas aos alunos, destacando as sílabas que estão trabalhadas, de forma a facilitar a aprendizagem das mesmas pelos alunos.
D. O professor deve disponibilizar variedades de gêneros e suportes textuais que circulem socialmente e possibilitem aos alunos um contato direto com os mesmos, manipulando-os, abstraindo sentido a partir dos indícios que esses oferecem. A discussão sobre a funcionalidade de cada tipo de texto a que os alunos têm acesso é também um elemento muito importante nesse processo.

Pensando, especificamente, na formação do professor alfabetizador, Emília Ferreiro diz que se faz necessário que ele se aproprie de algumas concepções importantes a respeito, concepções das crianças e de como elas pensam e veem o mundo que as cercam. Podemos dizer que as concepções abaixo representam essa forma de a criança ver e pensar o mundo, EXCETO:
A. Nas interações que estabelecem desde cedo com as pessoas que lhe são próximas e com o meio que as circundam, as crianças revelam seu esforço para compreender o mundo em que vivem, as relações contraditórias que presenciam e por meio das brincadeiras, explicitam as condições de vida a que estão submetidas e seus anseios e desejos.
B. No processo de construção do conhecimento, as crianças se utilizam das mais diferentes linguagens e exercem a capacidade que possuem de terem ideias e hipóteses originais sobre aquilo que buscam desvendar.
C. As crianças possuem uma natureza plural, que as caracterizam como seres que sentem e pensam o mundo de um jeito muito próprio.
D. As crianças constroem o conhecimento a partir das interações que estabelecem com as outras pessoas e com o meio em que vivem. O conhecimento não se constitui em cópia da realidade, mas sim, fruto de um intenso trabalho de criação, significação e ressignificação.

Segundo Ferreiro, muitos problemas relacionados ao ensino da leitura e da escrita giram em torno do processo de capacitação dos professores. Dentre as questões abaixo, somente uma não corresponde às ideias de Ferreiro sobre a formação dos professores para a alfabetização. Marque-a.
A. "É muito difícil que alguém, que não lê mais do que o absolutamente indispensável, possa transmitir 'prazer pela leitura'".
B. "Os professores leem pouco, escrevem menos e estão mal alfabetizados para abordar a diversidade de estilos da língua escrita."
C. "Há que estimulá-los a descobrir, junto com os seus alunos, o que não tiveram ocasião de descobrir quando eles mesmos eram alunos".
D. "A formação em serviço e o planejamento são elementos de fundamental importância no processo de alfabetização, pois planejando, o professor consegue ler mais e ensinar melhor."

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Questões resolvidas

O aprendiz precisa entender e saber que cada uma das letras e suas representações, de acordo com as características, valem como símbolo de um som da fala para, a partir disso, conseguir discriminar as formas das letras e distingui-las, já que elas são muito semelhantes (p/b, b/d, etc.) e necessárias à aprendizagem da leitura.
Nesse sentido, relacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª. 1 - As monogâmicas ou biunívocas; 2 - As relações de poligamia; 3 - As relações de teoria de correspondência entre som e letra. ( ) “Para cada som numa dada posição, há uma dada letra; a cada letra numa dada posição, corresponde a um som. Em certos ambientes, certos sons podem ser representados por mais de uma letra.” (Op. Cit., p.32). ( ) Referem às letras (p, b, t, d, f, v, a) que representam sempre a mesma unidade fonêmica. ( ) “Para cada som numa dada posição há uma dada letra; a cada letra numa dada posição, corresponde um dado som.” (LEMLE, 1999, p.29). A sequência acima que está CORRETA é:
A. 1, 3, 2
B. 1, 2, 3
C. 3, 1, 2
D. 3, 2, 1

No processo da alfabetização, é importante saber captar o conceito de palavra. Segundo Lemle (1999) todas as afirmativas abaixo justificam a importância da palavra, EXCETO:
A. Ela possibilitará aquisição da capacidade de ser focalizada enquanto seqüência de sons, de estabelecer relação entre significante e significado.
B. Por meio da palavra se constroem as sílabas, fundamentais para o processo de alfabetização.
C. Ela é o cerne da relação simbólica essencial contida numa mensagem lingüística: a relação entre conceitos e seqüências de sons da fala.
D. Por meio da palavra se constrói o sistema de representação da leitura e da escrita e de acrescentar palavras à sua escrita, elaborando sentenças e reconhecendo-as a partir das leituras iniciais.

Segundo SOARES (2007) quando a criança rompe a barreira do código e entende como a língua escrita funciona, ela inicia sua caminhada dentro do letramento. Todas as afirmativas abaixo se referem às capacidades da criança a partir daí, EXCETO:
A. Captar o sentido de um texto escrito.
B. Fazer avaliações, de ampliar o sentido do texto.
C. Fazer comparações, de emitir conclusões.
D. Codificar símbolos escritos.

No que se refere aos métodos de alfabetização é INCORRETO afirmar que os Métodos Analíticos:
A. Privilegiam a síntese, com uma abordagem das partes, de unidades mais simples para ampliar as mais amplas.
B. Privilegiam a análise, com uma abordagem que parte do todo, de unidades mais amplas para unidades menores.
C. A publicação de cartilhas e a formação de professores objetivavam a efetivação plena desses métodos.
D. Foram amplamente divulgados e defendidos nos anos que se seguiram a 1890, diante da necessidade nacional de se alfabetizar a população, na recente República.

Emilia Ferreiro nos fornece elementos de extrema importância para se pensar o processo de alfabetização. Todos os elementos abaixo são importantes para esse repensar, EXCETO:
A. O entendimento da escrita como objeto social e não exclusivamente escolar.
B. A escrita deve ser trabalhada de maneira significativa, real, realçando a sua funcionalidade.
C. A escrita é importante na escola porque é importante fora da escola, e não o inverso.
D. A escrita deve ser apresentada aos poucos e de forma sistemática para que a criança tome consciência de sua forma aos poucos.

Na alfabetização a criança deve perceber diferentes contextos nos quais a escrita está inserida e refletir sobre ela. Os textos que circulam socialmente devem fazer parte do cotidiano escolar, devem ser material de análise e estudo pelos alunos. Segundo Ferreiro (1997), métodos de alfabetização, classificados por ela como tradicionais, partem do pressuposto de que o conhecimento linguístico é cumulativo e, portanto, deve-se partir do mais fácil para o mais difícil. Mas, será que o que é considerado como mais fácil para o adulto o é também para a criança? E será que esse processo de aprendizagem se dá de maneira cumulativa, passo a passo ou de maneira dialética? Para reforçar essa ideia de que a alfabetização é um processo dinâmico e de construções, a referida autora compara o processo a:
A. Ao processo de aquisição da fala, nos fazendo perceber que a criança quando começa a falar não é apresentada a ela um fonema ou uma palavra de cada vez. Ela é inserida em um mundo de comunicação intensa e, a partir da sua observação, ela começa a emitir os primeiros sons, as primeiras palavras.
B. Ao processo de aquisição da leitura, já que os gêneros dão suporte e põe em contato tipos de textos variados.
C. Ao processo de aquisição da leitura, onde o contato com diferentes tipos de textos faz a criança compreender como a escrita se processa e daí começa a fazer conexões.
D. Ao processo de aquisição da fala, uma vez que os adultos definirem o que a criança irá ouvir e o que ela deverá falar primeiro. Da mesma forma acontece com a escrita, pois a criança está inserida em um mundo letrado.

"A concepção de alfabetização que transforma o objetivo com que se alfabetiza é aquela que propicia a formação da consciência crítica. É uma concepção de alfabetização voltada para a transformação das relações sociais, é a que vê o alfabetizando como membro de um grupo e o alfabetizador como um mediador do ensino-aprendizagem". Marque a opção cujo(a) autor(a) é adepto(a) da concepção de alfabetização acima:
A. Paulo Freire.
B. Miriam Lemle.
C. Emília Ferreiro.
D. Magda Soares.

Estudos evidenciam e a realidade comprova que crianças que desde cedo vivem em um ambiente rico em escritos e em situações nas quais as funções da língua estão explícitas, apresentam um desenvolvimento muito mais satisfatório na aquisição da leitura e escrita, do que aquelas que não têm essa oportunidade. Por isso, é muito importante que a criança esteja inserida em práticas sociais que envolvam leitura e escrita, e a escola tem grande responsabilidade nesse processo. Todas as sugestões abaixo evidenciam um ambiente alfabetizador na sala de aula, EXCETO.
A. Fazer da sala um ambiente em que a cultura letrada circule, com livros, textos digitais ou em papel, um mundo de escritos que circulam socialmente.
B. O professor deve criar levar a turma a vivenciar situações significativas de escrita, pelo professor, na frente do aluno. Ter o professor como escriba favorece aos alunos em processo de alfabetização a percepção de vários elementos: em que situações usamos a escrita? Em que direção as letras, as palavras, enfim, o texto é escrito? Qual a estrutura de determinados gêneros textuais? Teberosky complementa reforçando a importância do professor como escriba.
C. Disponibilizar na sala de aula somente os textos que trabalha com os alunos, enchendo a parede com sílabas e palavras simples à medida em que as mesmas são apresentadas aos alunos, destacando as sílabas que estão trabalhadas, de forma a facilitar a aprendizagem das mesmas pelos alunos.
D. O professor deve disponibilizar variedades de gêneros e suportes textuais que circulem socialmente e possibilitem aos alunos um contato direto com os mesmos, manipulando-os, abstraindo sentido a partir dos indícios que esses oferecem. A discussão sobre a funcionalidade de cada tipo de texto a que os alunos têm acesso é também um elemento muito importante nesse processo.

Pensando, especificamente, na formação do professor alfabetizador, Emília Ferreiro diz que se faz necessário que ele se aproprie de algumas concepções importantes a respeito, concepções das crianças e de como elas pensam e veem o mundo que as cercam. Podemos dizer que as concepções abaixo representam essa forma de a criança ver e pensar o mundo, EXCETO:
A. Nas interações que estabelecem desde cedo com as pessoas que lhe são próximas e com o meio que as circundam, as crianças revelam seu esforço para compreender o mundo em que vivem, as relações contraditórias que presenciam e por meio das brincadeiras, explicitam as condições de vida a que estão submetidas e seus anseios e desejos.
B. No processo de construção do conhecimento, as crianças se utilizam das mais diferentes linguagens e exercem a capacidade que possuem de terem ideias e hipóteses originais sobre aquilo que buscam desvendar.
C. As crianças possuem uma natureza plural, que as caracterizam como seres que sentem e pensam o mundo de um jeito muito próprio.
D. As crianças constroem o conhecimento a partir das interações que estabelecem com as outras pessoas e com o meio em que vivem. O conhecimento não se constitui em cópia da realidade, mas sim, fruto de um intenso trabalho de criação, significação e ressignificação.

Segundo Ferreiro, muitos problemas relacionados ao ensino da leitura e da escrita giram em torno do processo de capacitação dos professores. Dentre as questões abaixo, somente uma não corresponde às ideias de Ferreiro sobre a formação dos professores para a alfabetização. Marque-a.
A. "É muito difícil que alguém, que não lê mais do que o absolutamente indispensável, possa transmitir 'prazer pela leitura'".
B. "Os professores leem pouco, escrevem menos e estão mal alfabetizados para abordar a diversidade de estilos da língua escrita."
C. "Há que estimulá-los a descobrir, junto com os seus alunos, o que não tiveram ocasião de descobrir quando eles mesmos eram alunos".
D. "A formação em serviço e o planejamento são elementos de fundamental importância no processo de alfabetização, pois planejando, o professor consegue ler mais e ensinar melhor."

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Prova 6 -- Práticas de Alfabetização e Letramento
 1) O aprendiz precisa entender e saber que cada uma das letras e suas representações, de acordo com as características, valem como símbolo de um som da fala para, a partir disso, conseguir discriminar as formas das letras e distingui-las, já que elas são muito semelhantes (p/b, b/d, etc.) e necessárias à aprendizagem da leitura. Nesse sentido, relacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª. 1 - As monogâmicas ou biunívocas; 2 - As relações de poligamia; 3 - As relações de teoria de correspondência entre som e letra. ( ) “Para cada som numa dada posição, há uma dada letra; a cada letra numa dada posição, corresponde a um som. Em certos ambientes, certos sons podem ser representados por mais de uma letra.” (Op. Cit., p.32). ( ) Referem às letras (p, b, t, d, f, v, a) que representam sempre a mesma unidade fonêmica. ( ) “Para cada som numa dada posição há uma dada letra; a cada letra numa dada posição, corresponde um dado som.” (LEMLE, 1999, p.29). A sequência acima que está CORRETA é:
	
	 A. 1, 3, 2
	 B. 1, 2, 3
	 C. 3, 1, 2
	 D. 3, 2, 1
	2) No processo da alfabetização, é importante saber captar o conceito de palavra. Segundo Lemle (1999) todas as afirmativas abaixo justificam a importância da palavra, EXCETO:
	
	 A. Ela possibilitará aquisição da capacidade de ser focalizada enquanto seqüência de sons, de estabelecer relação entre significante e significado.
	 B. Por meio da palavra se constroem as sílabas, fundamentais para o processo de alfabetização.
	 C. Ela é o cerne da relação simbólica essencial contida numa mensagem lingüística: a relação entre conceitos e seqüências de sons da fala.
	 D. Por meio da palavra se constrói o sistema de representação da leitura e da escrita e de acrescentar palavras à sua escrita, elaborando sentenças e reconhecendo-as a partir das leituras iniciais.
	
	3) Segundo SOARES (2007) quando a criança rompe a barreira do código e entende como a língua escrita funciona, ela inicia sua caminhada dentro do letramento. Todas as afirmativas abaixo se referem às capacidades da criança a partir daí, EXCETO:
	
	 A. Captar o sentido de um texto escrito.
	 B. Fazer avaliações, de ampliar o sentido do texto.
	 C. Fazer comparações, de emitir conclusões.
	 D. Codificar símbolos escritos.
	
	4) No que se refere aos métodos de alfabetização é INCORRETO afirmar que os Métodos Analíticos:
	
	 A
 Privilegiam a síntese, com uma abordagem das partes, de unidades mais simples para ampliar as mais amplas.
	 B
 Privilegiam a análise, com uma abordagem que parte do todo, de unidades mais amplas para unidades menores.
	 C
 A publicação de cartilhas e a formação de professores objetivavam a efetivação plena desses métodos.
	 D
 Foram amplamente divulgados e defendidos nos anos que se seguiram a 1890, diante da necessidade nacional de se alfabetizar a população, na recente República.
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 
	5) Emilia Ferreiro nos fornece elementos de extrema importância para se pensar o processo de alfabetização. Todos os elementos abaixo são importantes para esse repensar, EXCETO:
	
	 A
 O entendimento da escrita como objeto social e não exclusivamente escolar.
	 B
 A escrita deve ser trabalhada de maneira significativa, real, realçando a sua funcionalidade.
	 C
 A escrita é importante na escola porque é importante fora da escola, e não o inverso.
	 D
 A escrita deve ser apresentada aos poucos e de forma sistemática para que a criança tome consciência de sua forma aos poucos.
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 
	6) Na alfabetização a criança deve perceber diferentes contextos nos quais a escrita está inserida e refletir sobre ela. Os textos que circulam socialmente devem fazer parte do cotidiano escolar, devem ser material de análise e estudo pelos alunos. Segundo Ferreiro (1997), métodos de alfabetização, classificados por ela como tradicionais, partem do pressuposto de que o conhecimento linguístico é cumulativo e, portanto, deve-se partir do mais fácil para o mais difícil. Mas, será que o que é considerado como mais fácil para o adulto o é também para a criança? E será que esse processo de aprendizagem se dá de maneira cumulativa, passo a passo ou de maneira dialética? Para reforçar essa ideia de que a alfabetização é um processo dinâmico e de construções, a referida autora compara o processo a:
	
	 A
 Ao processo de aquisição da fala, nos fazendo perceber que a criança quando começa a falar não é apresentada a ela um fonema ou uma palavra de cada vez. Ela é inserida em um mundo de comunicação intensa e, a partir da sua observação, ela começa a emitir os primeiros sons, as primeiras palavras.
	 B
 Ao processo de aquisição da leitura, já que os gêneros dão suporte e põe em contato tipos de textos variados.
	 C
 Ao processo de aquisição da leitura, onde o contato com diferentes tipos de textos faz a criança compreender como a escrita se processa e daí começa a fazer conexões.
	 D
 Ao processo de aquisição da fala, uma vez que os adultos definirem o que a criança irá ouvir e o que ela deverá falar primeiro. Da mesma forma acontece com a escrita, pois a criança está inserida em um mundo letrado.
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 
	7) "A concepção de alfabetização que transforma o objetivo com que se alfabetiza é aquela que propicia a formação da consciência crítica. É uma concepção de alfabetização voltada para a transformação das relações sociais, é a que vê o alfabetizando como membro de um grupo e o alfabetizador como um mediador do ensino-aprendizagem". Marque a opção cujo(a) autor(a) é adepto(a) da concepção de alfabetização acima:
	
	 A
 Paulo Freire.
	 B
 Miriam Lemle.
	 C
 Emília Ferreiro.
	 D
 Magda Soares.
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 
	8) Estudos evidenciam e a realidade comprova que crianças que desde cedo vivem em um ambiente rico em escritos e em situações nas quais as funções da língua estão explícitas, apresentam um desenvolvimento muito mais satisfatório na aquisição da leitura e escrita, do que aquelas que não têm essa oportunidade. Por isso, é muito importante que a criança esteja inserida em práticas sociais que envolvam leitura e escrita, e a escola tem grande responsabilidade nesse processo. Todas as sugestões abaixo evidenciam um ambiente alfabetizador na sala de aula, EXCETO.
	
	 A
 Fazer da sala um ambiente em que a cultura letrada circule, com livros, textos digitais ou em papel, um mundo de escritos que circulam socialmente.
	 B
 O professor deve criar levar a turma a vivenciar situações significativas de escrita, pelo professor, na frente do aluno. Ter o professor como escriba favorece aos alunos em processo de alfabetização a percepção de vários elementos: em que situações usamos a escrita? Em que direção as letras, as palavras, enfim, o texto é escrito? Qual a estrutura de determinados gêneros textuais? Teberosky complementa reforçando a importância do professor como escriba.
	 C
 Disponibilizar na sala de aula somente os textos que trabalha com os alunos, enchendo a parede com sílabas e palavras simples à medida em que as mesmas são apresentadas aos alunos, destacando as sílabas que estão trabalhadas, de forma a facilitar a aprendizagem das mesmas pelos alunos.
	 D
 O professor deve disponibilizar variedades de gêneros e suportes textuais que circulem socialmente e possibilitem aos alunos um contato direto com os mesmos, manipulando-os, abstraindo sentido a partir dos indícios que esses oferecem. A discussão sobre a funcionalidade de cada tipo de texto a que os alunos têm acesso é também um elemento muito importante nesse processo.
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 
	9) Pensando, especificamente, na formação do professor alfabetizador, Emília Ferreiro diz que se faz necessário que ele se aproprie de algumas concepções importantes a respeito, concepções das crianças e de como elas pensam e veem o mundo que as cercam. Podemos dizer que as concepções abaixo representam essa forma de a criança ver e pensar o mundo, EXCETO:
	
	 A
 Nas interações que estabelecem desde cedo com as pessoas que lhe são próximase com o meio que as circundam, as crianças revelam seu esforço para compreender o mundo em que vivem, as relações contraditórias que presenciam e por meio das brincadeiras, explicitam as condições de vida a que estão submetidas e seus anseios e desejos.
	 B
 No processo de construção do conhecimento, as crianças se utilizam das mais diferentes linguagens e exercem a capacidade que possuem de terem ideias e hipóteses originais sobre aquilo que buscam desvendar.
	 C
 As crianças possuem uma natureza plural, que as caracterizam como seres que sentem e pensam o mundo de um jeito muito próprio.
	 D
 As crianças constroem o conhecimento a partir das interações que estabelecem com as outras pessoas e com o meio em que vivem. O conhecimento não se constitui em cópia da realidade, mas sim, fruto de um intenso trabalho de criação, significação e ressignificação
	 Notificar erro
 
	10) Segundo Ferreiro, muitos problemas relacionados ao ensino da leitura e da escrita giram em torno do processo de capacitação dos professores. Dentre as questões abaixo, somente uma não corresponde às ideias de Ferreiro sobre a formação dos professores para a alfabetização. Marque-a.
	
	 A
 "É muito difícil que alguém, que não lê mais do que o absolutamente indispensável, possa transmitir 'prazer pela leitura'".
	 B
 "Os professores leem pouco, escrevem menos e estão mal alfabetizados para abordar a diversidade de estilos da língua escrita."
	 C
 "Há que estimulá-los a descobrir, junto com os seus alunos, o que não tiveram ocasião de descobrir quando eles mesmos eram alunos".
	 D
 "A formação em serviço e o planejamento são elementos de fundamental importância no processo de alfabetização, pois planejando, o professor consegue ler mais e ensinar melhor".
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