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Para Pohlmann (2016), uma questão crucial que se põe diante da quantidade de normas contábeis emanadas de fontes diferentes é como deve o contador – dentro de uma perspectiva geral, e o contador tributarista, dentro de perspectiva mais específica – posicionar-se com relação a elas, isto é: quais normas devem ser obedecidas e quais, se isso for possível, podem ser ignoradas. Sobre a mensuração do grau de interferência das normas tributárias na prática contábil, é correto afirmar que: A - determinados atributos não permitem aferir o grau dessa interferência porque sua classificação jamais poderá ser forte, moderado, fraco ou inexistente. B - no caso das taxas de depreciação de bens do imobilizado, em que o Fisco estipula os prazos de vida útil para cada bem, o grau de interferência é moderado, pois o efeito pode ser irrelevante e não é permitido à empresa adotar taxas diferentes de depreciação.cancelRespondida C - o efeito econômico do procedimento determinado pela norma fiscal nunca causa efeitos relevantes no resultado da empresa. D - uma escala quantitativa, que não contém atributos qualitativos, será a única a permitir a aferir o grau dessa interferência. E - uma mera despesa não dedutível para fins de apuração do IRPJ e da CSLL, como é o caso da despesa com brindes, não interfere na prática contábil, ou seja, o grau de interferência é inexistente.check_circleResposta correta