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�siologi� Geraçã� � conduçã� d� sina� olfativ� � gustativ� OLFAÇÃO: O sistema olfativo humano consiste em um epitelio olfatório revestindo a cavidade nasal, onde encontram-se inúmeros neurônios chamados neuronios sensoriais olfatórios. Os axônios desses neuronios formam o Nervo Olfatótio, seus axonios se estendem até o bulbo olfatório. Moléculas olfativas precisam se ligar aos receptores, os quais ficam nos cílios olfatórios desse epitélio. Quando ela se liga, há ativação da proteína G, a qual ativa a enzima Adenato Ciclase, aumenta-se o AMPcíclico, fazendo com que os canais de sódio se abram. Com isso, a célula é despolarizada, ou seja o potencial de ação foi gerado. Quando ocorre a transdução do sinal elétrico, o disparo do potencial de ação segue pelo nervo olfatório, o qual realiza sinapses com os neurônios sensoriais secundários no Bulbo Olfatório. Daí os axônios seguem como Trato até alcançar o Córtex Olfatório, daí para o Córtex cerebral. Alguns instintos vão também para o sistema límbico ( memória olfatória). GUSTAÇÃO: Temos 5 qualidades básicas da gustação- doce, azedo. salgado, amargo e unami ( gosto associado ao aminoácido glutamato e alguns nucleotídeos). Na língua existem papilas gustatórias, as quais contém diversos Botões Gustatórios ( composto por diversas células receptoras gustativas). Para que uma substância gustante seja detectada, primeiro ela se dissolve na saliva e no muco da boca. . Esses receptores são acoplados a uma proteína G (gustaducina) e controlam a atividade de canais iônicos, que levam à despolarização das células gustativas, que, por sua vez, liberam neurotransmissores que estimulam fibras nervosas aferentes. Para Doce, Unami e salgado: os ligantes gustatórios ativam a proteína G, a qual ativa varias vias de transdução de sinal, algumas delas geram sinais de Ca+ que liberam serotonina ou ATP. O estímulo da via é ativado por esse ATP, a molécula sinalizadora neste caso. O neurônio sensorial primário dispara potenciais de ação que são enviados ao encéfalo. Para o Azedo e Amargo é a ativação de canais iônicos que permitem a entrada dos íons H + na célula, há liberação de cálcio, o qual libera serotonina das vesículas,posteriormente, há estimulo do neurônio gerando o potencial de ação. Esse estímulo segue para o Tálamo e de lá para o Córtex gustatorio. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM ORIENTADORES DE ESTUDO: - Compreender as propriedades gerais dos sistemas sensoriais e os estímulos cujo processamento chega ao nível consciente de percepção. O processo da sensibilidade começa em um receptor sensitivo, que pode ser tanto uma célula especializada quanto os dendritos de um neurônio sensitivo. Como dito anteriormente, um determinado receptor sensitivo responde vigorosamente a um tipo particular de estímulo, uma modificação no ambiente que pode ativar determinados receptores sensitivos. Um receptor sensitivo responde fracamente ou nem responde a outro tipo de estímulo. Essa característica dos receptores sensitivos é conhecida como seletividade. Para acontecer uma sensibilidade, normalmente devem ocorrer os quatro eventos a seguir: 1.Estimulação do receptor sensitivo. Um estímulo adequado deve ocorrer dentro do campo receptivo do receptor sensitivo, ou seja, a região do corpo em que a estimulação é capaz de ativar o receptor e produzir uma resposta. 2.Transdução do estímulo. Um receptor sensitivo faz a transdução (conversão) de energia em um estímulo para um potencial graduado. Lembre-se de que os potenciais graduados variam em amplitude (tamanho), dependendo da força do estímulo que os causa, e eles não são propagados. Cada tipo de receptor sensitivo apresenta seletividade: ele é capaz de fazer a transdução de apenas um tipo de estímulo. Por exemplo, as moléculas de odor no ar estimulam os receptores olfatórios (de odor) no nariz, que fazem a transdução da energia química das moléculas em energia elétrica na forma de um potencial graduado. 3.Geração de impulsos nervosos. Quando um potencial graduado em um neurônio sensitivo alcança o limiar, ele dispara um ou mais impulsos nervosos, que, então, se propagam para o SNC. Os neurônios sensitivos que conduzem impulsos do SNP para o SNC são chamados de neurônios de primeira ordem. 4.Integração da informação sensitiva. Uma região particular do SNC recebe e integra os impulsos nervosos sensitivos. As sensações conscientes ou percepções são integradas no córtex cerebral. Parece que você vê com seus olhos, escuta com suas orelhas e sente dor em uma parte lesada do seu corpo porque os impulsos sensitivos de cada parte do seu corpo chegam a uma região específica do córtex cerebral, que interpreta a sensação como proveniente dos receptores sensitivos estimulados. - Entender o mecanismo de estimulação das células olfatórias. Quando uma molécula olfatória chega até a parte olfatória das fossas nasais ela vai se acoplar aos receptores olfatórios (cílios). Quando ela se liga, há ativação da proteína G, a qual ativa a enzima Adenato Ciclase, aumenta-se o AMPcíclico, fazendo com que os canais de sódio se abram. Com isso, a célula é despolarizada, ou seja o potencial de ação foi gerado. - Compreender o mecanismo de transmissão dos sinais olfatórios para o sistema nervoso central. Quando ocorre a transdução do sinal elétrico, o disparo do potencial de ação segue pelo nervo olfatório, o qual realiza sinapses com os neurônios sensoriais secundários no Bulbo Olfatório. Daí os axônios seguem como Trato até alcançar o Córtex Olfatório, daí para o Córtex cerebral. Alguns instintos vão também para o sistema límbico ( memória olfatória) e o hipolamo - Descrever os cinco principais receptores gustatórios e os mecanismos de transdução de sinal nesses receptores. As substâncias químicas que estimulam as células receptoras gustatórias são chamadas de tastants. Uma vez que uma dessas substâncias esteja dissolvida na saliva, ela pode entrar em contato com as microvilosidades gustatórias, que são os locais da transdução do paladar. A partir disso, são liberados neurotransmissores especificos que disparam impulsos nervosos até as células receptoras gustatórias. Por exemplo, no caso da percepção dos sabores salgados, os íons sódio (Na+) entram nas células receptoras gustatórias através de canais de Na+ na membrana plasmática. O acúmulo de Na+ leva a uma liberação de neurotransmissor. Os íons hidrogênio (H+) nos estimuladores azedos podem fluir para dentro das células receptoras gustatórias através de canais de H+. Eles também influenciam a abertura e o fechamento de outros tipos de canais iônicos. Novamente, o resultado é a despolarização e a liberação de um neurotransmissor. Outros estimuladores, responsáveis pelo estímulo dos sabores doce, amargo e umami, não entram nas células receptoras gustatórias. Em vez disso, eles se ligam a receptores na membrana plasmática que estão ligados às proteínas G. As proteínas G ativam então várias substâncias químicas diferentes conhecidas como segundos mensageiros dentro da célula receptora gustatória. - Explicar as vias pelas quais os impulsos gerados nos receptores gustatórios alcançam o córtex. Três nervos cranianos contêm axônios dos neurônios gustatórios de primeira ordem que inervam os calículos gustatórios. O nervo facial (VII) inerva os calículos gustatórios nos dois terços anteriores da língua; o nervo glossofaríngeo (IX) inerva os calículos gustatórios no terço posterior da língua e o nervo vago (X) inerva os calículos gustatórios na garganta e na epiglote. A partir dos calículos gustatórios, os impulsos nervosos são propagados ao longo desses nervos cranianos até o bulbo. A partir do bulbo, os sinais gustatórios se projetam para o sistema límbico e para o hipotálamo; outros se projetam para o tálamo. Os sinais gustatórios que se projetam a partir do tálamo para o córtex cerebral dão origem à percepção consciente do paladar. Anatomi� Via� Respiratória� superiore�- Cavidade�nasai�: O sistema respiratório superior inclui nariz, cavidade nasal, faringe e estruturas associadas. O Nariz: É o início da via aérea, inclui uma porção externa(osso, cartilagem hialina recobertos por muscuos e pele) e uma interna que se chama Cavidad� nasa�: O septo nasal divide as cavidades nasais esquerda e direita. Na face inferior do/ nariz estão duas aberturas chamadas narinas. Quando o ar entra pelas narinas, passa primeiro pelo vestibul� do nariz ( parte anterior da cavidade nasal) que é revestido por pele contendo pelos grossos que filtram primeiramente as grandes particulas de poeira. A part� respiratóri� da cavidade nasal é a maior e sua mucosa é continua com a dos seios paranasais e a parte nasal da faringe. Apresenta glandulas mucosas e cerosas e células caliciformes, além de ser ricamnete vascularizada. A Part� olfatóri� é suprida por fibras do nervo olfatório. Limita-se a concha nasal superior e ao e terço superior do septo nasal. .É na cavidade nasal que o ar torna-se condicionado, ou seja, é filtrado, umedecido e aquecido.Na parede lateral da cavidade nasal encontramos as Concha� nasai� (cornetos) que são divididas em superior, média e inferior. Na parte inferior a cada concha nasal encontram-se os Meat� nasai� (superior, médio e inferior). O arranjo das conchas e dos meatos aumentam a área de contato do ar com a cavidade nasal, conforme o ar vai circulando ele é turbilhonado para que as particulas possam melhor aderir a mucosa nasal passando por uma depuração, elas também aquecem e humidificam esse ar. Proximo ao Recesso faríngeo encontra-se o Óstio da tuba auditiva Seios paranasais: Sei� Frontai�: Os seios frontais direito e esquerdo estão no osso frontal. Pode ser septado e abre-se no meato medio frontal, posteriormente aos arcos superciliares e à raiz do nariz. Sei� esfenoidai�: Os seios esfenoidais estão localizados no corpo do esfenoide. Esses seios estão divididos de modo desigual e são separados por um septo ósseo. . A parte final da cavidade nasal é a Coan� ( regiao de transição, onde começa a nasofaringe). Nervos Olfativos e Gustativos NERVO OLFATÓRIO/ I NERVO- O primeiro par craniano possui uma função essencial, que é a olfação, sendo assim classificado como sensorial, tendo a função de consuzir os impulsos olfatórios para serem codificados ( um nervo aferente visceral especial). Origem e trajeto: Sua origem se dá no eptélio olfatório das fossas nasais. Os corpos celulares dos neurônios receptores olfatórios estão localizados no órgão olfatório, que está localizado no teto da cavidade nasal e ao longo do septo nasal e parede medial da concha nasal superior. Os processos centrais dessas células (que formam o nervo olfatório) atravessam a lâmina cribriforme e terminam no bulbo olfatório. Esses nervos fazem sinapse em neurônio secundários nos bulbos, e os prolongamentos desses neurônios secundário acompanham os tratos olfatórios até as áreas primárias e associadas do córtex cerebral. INERVAÇÃO DA LÍNGUA- Nervo Facial – VII par : Funções: Sensitivo – sensitivo especial (paladar) e sensitivo somático (geral). Motor – motor somático (branquial) e motor visceral (parassimpático). Também carreia fibras proprioceptivas dos músculos que supre, embora os músculos da expressão facial incluam relativamente poucos fusos musculares (mecanorreceptores para estiramento muscular), de modo que há menos fibras sensitivas proprioceptivas do que em outros nervos motores. Emerge da junção da ponte com o bulbo como duas divisões: a raiz motora e o nervo intermédio. A raiz motora, maior (nervo facial propriamente dito), inerva os músculos da expressão facial, e o nervo intermédio, menor, conduz fibras sensitivas somáticas, parassimpáticas e do paladar. Nervo Glossofaríngeo – IX par: Origem- Bulbo e emerge deixando o crânio pelo forame jugular.Seguem entre os músculos constritores superior e médio da faringe até a fossa tonsilar e entram no terço posterior da língua. Funções: Sensitivo – sensitivo somático (geral), sensitivo especial (paladar) e sensitivo visceral. Motor – motor somático (branquial) e motor visceral (parassimpático) para derivados do 3o arco faríngeo. É responsável pela sensibilidade do 1/3 posterior da língua, faringe, tonsilas, úvula, tuba auditiva e seio e corpo carotídeos, glândula parótida . Nervo Vago – X par: Função-sensitivo – sensitivo somático (geral), sensitivo especial (paladar), sensitivo visceral. Motor – motor somático (branquial) e motor visceral (parassimpático). Origem- no nível do bulbo, emerge do crânio no forame jugular e se distribui pela cabeça, pescoço, torax e abdome.Tem o trajeto mais longo e a distribuição mais extensa de todos os nervos cranianos, na sua maior parte fora da (inferiormente à) cabeça. Ele inerva a laringe, faringe, plexos viscerais torácicos e abdominais. N. Hipoglosso ( XII): Funções: Motor somático para os músculos da língua. O nervo hipoglosso (NC XII) origina-se do bulbo como um nervo exclusivamente motor por meio de várias radículas e deixa o crânio através do canal do nervo hipoglosso.Os nervos hipoglossos (NC XII) enviam fibras motoras somáticas para os músculos intrínsecos e extrínsecos da língua, com exceção do palatoglosso (na verdade, um músculo do palato). Os impulsos nervosos são propagados ao longo desses nervos cranianos até o núcleo gustatório no bulbo. A partir do bulbo, alguns axônios carregando os sinais gustatórios se projetam para o sistema límbico e para o hipotálamo; outros se projetam para o tálamo. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM ORIENTADORES DE ESTUDO: Reconhecer o trajeto do nervo olfatório Os neurônios receptores olfatórios estão no epitélio olfatório (túnica mucosa olfatória) no teto da cavidade nasal. • Os prolongamentos centrais dos neurônios receptores olfatórios ascendem através dos forames na lâmina cribriforme do etmoide para chegar aos bulbos olfatórios na fossa anterior do crânio. Esses nervos fazem sinapse em neurônios nos bulbos, e os prolongamentos desses neurônios acompanham os tratos olfatórios até as áreas primárias e associadas do córtex cerebral.Cada trato olfatório divide-se em estrias olfatórias lateral e medial (faixas de fibras distintas). A estria olfatória lateral termina no córtex piriforme da parte anterior do lobo temporal e a estria olfatória medial projeta-se através da comissura anterior até as estruturas olfatórias contralaterais. Os nervos olfatórios são os únicos nervos cranianos que penetram diretamente no cérebro. Revisitar a cavidade nasal e relacionar com a incapacidade de distinção de odores da paciente Sobre a incapacidade de distinção dos odores, procura-se identificar a região da via olfatória acometida: condutiva, ou seja, o bloqueio na chegada das moléculas de odor ao epitélio olfatório, por exemplo, nas rinites, alterações anatômicas da cavidade nasal e tumores intranasais; neurossensoriais, quando há lesões no epitélio olfatório e nos nervos olfatórios, como nas infeccções virais ou traumatismo cranioencefálico com ruptura de nervos; central, como, por exemplo, nos tumores intracranianos e doenças degenerativas. Citar os nervos cranianos envolvidos no caso Nervo Olfatório ( I par), Nervo Facial ( VII par),Nervo Glossofaríngeo – IX par,Nervo Vago – X par,N. Hipoglosso ( XII): Farmacologi� O� vasoconstritore� Os descongestionantes nasais, tal como o nome indica são medicamentos utilizados para o alívio da congestão nasal derivada de diversas etiologias (constipação, rinites, sinusite, pólipos nasais). Atuam genericamente através de um mecanismo de vasoconstrição e a particularidade de permitirem um alívio rápido da congestão nasal torna-os muito eficazes, ainda que durante um curto período de tempo. Os descongestionantes nasais são os medicamentos que apresentam maior eficácia no combate à congestão nasal quando comparados com outras alternativas existentes, no entanto não contribuem para a melhoria de outros sintomasque normalmente acompanham a congestão nasal tais como rinorreia, espirros ou prurido nasal. Estes medicamentos estão disponíveis comercialmente sob a forma de soluções para inalação por nebulização ou por pulverização, géis nasais, gotas nasais, e também comprimidos. Os descongestionantes podem ser, portanto, tópicos ou sistémicos, e podem existir isoladamente ou em associação com outras substâncias como anti-histamínicos, antipiréticos e/ou analgésicos. É de salientar que estas associações embora contenham substâncias descongestionantes, por vezes são agrupadas noutras classes tais como, antihistamínicos, antitússicos, analgésicos e antipiréticos.Estas combinações são particularmente interessantes pois permitem uma atuação mais completa e eficaz, tanto na congestão nasal, como nos vários sintomas que por norma a acompanham, atuando assim, de forma mais completa na rinite alérgica, em estados gripais ou tosse. No entanto, estas associações estão relacionadas com uma maior probabilidade de ocorrência de efeitos adversos, pelo que muitas vezes não são recomendadas. MECANISMO DE AÇÃO : De um modo geral, estes fármacos são responsáveis por ativarem os receptores alfa adrenérgicos existentes nos vasos de capacitância, regulando o tónus simpático e promovendo a constrição dos vasos sanguíneos. Os vasos sanguíneos que compõem a mucosa nasal são altamente sensíveis à ação destas substâncias, diminuindo, desta forma a congestão. Assim, esta vasoconstrição local vai reduzir o fluxo de sangue, o que permite reduzir o edema, a exsudação de plasma e as secreções nasais. Consequentemente ocorre uma diminuição da resistência ao fluxo aéreo decorrente deste mecanismo descongestivo. FARMACOCINÉTICA : Os descongestionantes orais sofrem metabolização pela monoamina oxidase (MAO) e pela catecol-O-metil transferase (COMT) na mucosa GI, fígado e em outros tecidos. Os seus tempos de meia vida são considerados curtos e o volume de distribuição (Vd) é elevado. A pseudoefedrina é bem absorvida por via oral, já a fenilefrina apresenta uma baixa biodisponibilidade (BD) oral. O Afri� tem oximetazolina na sua composição, que faz com que os vasos sanguíneos que estão dilatados no interior do nariz, causando congestão, se contraiam e produzam um efeito descongestionante prolongado. O� Ant�-histamínic�� Histamin�: A histamina é um mensageiro químico gerado principalmente nos mastócitos. Por meio de sistemas receptores múltiplos, ela medeia uma ampla quantidade de respostas celulares, incluindo as reações alérgicas e inflamatórias, a secreção de ácido gástrico e a neurotransmissão em algumas regiões do cérebro. Local�açã�: A histamina está presente em praticamente todos os tecidos, com quantidades significativas nos pulmões, na pele, nos vasos sanguíneos e no trato gastrintestinal. É encontrada em altas concentrações nos mastócitos e basófilos. No cérebro, a histamina funciona como neurotransmissor. Receptore� : As ações da histamina são mediadas por sua ligação a um de quatro subtipos de receptores: H1, H2, H3 e H4. Todos são receptores acoplados à proteína G. As isoformas do receptor diferem quanto a seus níveis de expressão, vias de segundos mensageiros e distribuição tecidual A histamina tem um amplo espectro de efeitos farmacológicos mediados pelos receptores H1 e H2. Por exemplo, os receptores H1 são importantes na produção de contração da musculatura lisa e no aumento da permeabilidade dos capilares). A histamina promove a vasodilatação dos pequenos vasos sanguíneos devido à liberação de óxido nítrico pelo endotélio vascular. Além disso, a histamina pode aumentar a secreção de citocinas pró-inflamatórias em vários tipos de células e em tecidos locais. Os receptores H1 medeiam vários processos patológicos, incluindo rinite alérgica, dermatite atópica, conjuntivite, urticária, broncoconstrição, asma e anafilaxia. A histamina ainda estimula as células parietais do estômago, causando aumento na secreção ácida pela ativação de receptores H2. Ant�-Histamínic� H1:O termo “anti-histamínico” refere-se primariamente aos bloqueadores dos receptores H1 clássicos. A histamina atua como agonista para a forma ativa do receptor H1. Já os anti-histamínicos atuam como agonistas inversos . Eles se ligam preferencialmente à conformação inativa do receptor H1 e desviam o equilíbrio para o estado inativo. Por conseguinte, mesmo na ausência de histamina endógena, os agonistas inversos reduzem a atividade constitutiva do receptor. Os anti-histamínicos H1 são divididos em duas categorias: os de primeira geração e os de segunda geração Difenidramina, hidroxizina, clorfeniramina e prometazina estão entre os anti-histamínicos H1 de primeira geração utilizados com mais frequência. Estes atravessam prontamente a barreira hematencefálica, logo, apresentam tendência a causar depressão do SNC (sonolência) e boca seca (efeito anticolinérgico) Os anti-histamínicos H1 de segunda geração não atravessam com precisão a barreira hematencefálica, logo tem menor efeito sedativo. Entre esses fármacos, a desloratadina, a fexofenadina e a loratadina produzem a menor sedação. Cetirizina e levocetirizina são de segunda geração e parcialmente sedantes. Ações: A ação de todos os bloqueadores H1 é qualitativamente semelhante. A maioria desses fármacos não influi na formação ou na liberação da histamina. Em vez disso, eles bloqueiam a resposta mediada pelo receptor no tecido alvo Efeit� farmacológic� � us� clínic� ● Condições alérgicas e inflamatórias: Os anti-histamínicos H1 são de grande utilidade no tratamento dos distúrbios alérgicos para aliviar sintomas de rinite, conjuntivite, urticária e prurido. Eles bloqueiam fortemente o aumento da permeabilidade capilar necessário para a formação de edema, portanto são mais efetivos quando usados de modo profilático do que após a ocorrência de uma reação alérgica. Suas propriedades anti-inflamatórias são atribuíveis à supressão da via do FNκB e à redução subsequente da transcrição de citocinas pró-inflamatórias, quimiotaxia e expressão de moléculas de adesão. ● Nauseas: Em geral, não são eficazes se os sintomas já estão presentes e, por isso, devem ser tomados antes da viagem esperada. Os anti-histamínicos evitam ou reduzem a êmese e a náusea mediadas pelas duas vias, quimiorreceptora e vestibular.Ao inibir os sinais histaminérgicos do núcleo vestibular para o centro do vômito no bulbo, os anti-histamínicos H1 como dimenidrinato, difenidramina, meclizina e prometazina mostram-se úteis como agentes antieméticos. ● Insônia: Em virtude de seus proeminentes efeitos depressivos sobre o SNC, os anti-histamínicos H1 de primeira geração como difenidramina, doxilamina e pirilamina são também utilizados no tratamento da insônia. Embora sejam efetivos para promover o sono, a incidência aumentada de efeitos adversos, incluindo a tendência a produzir sedação no dia seguinte, limita sua utilidade na prática clínica. ● Uso limitado | Asma e anafilaxia Farmacocinétic� Por via oral, os anti-histamínicos H1 são bem absorvidos pelo trato gastrintestinal e alcançam concentrações plasmáticas máximas em 2 a 3 h. A duração do efeito varia, dependendo do anti- histamínico H1 específico. Eles são metabolizados, em sua maioria, pelo fígado, e deve-se considerar ajuste da dose em pacientes com doença hepática grave. Como inibidores das enzimas hepáticas do citocromo P450, os anti-histamínicos H1 podem afetar o metabolismo de outros fármacos que utilizam o mesmo sistema. A coadministração de agentes que competem pelas mesmas enzimas pode reduzir o metabolismo de um anti-histamínico H1 e aumentar sua concentração. Efeit� advers� Os bloqueadores H1 de primeira geração apresentam baixa especificidade; interagem não apenas com os receptores da histamina, mas também com receptores muscarínicos colinérgicos, α-adrenérgicos e serotoninérgicos. ● Sedação: Os anti-histamínicos H1 de primeira geração, como clorfeniramina,difenidramina, hidroxizina e prometazina, ligam-se aos receptores H1 e bloqueiam os efeitos do neurotransmissor histamina no SNC. A reação adversa mais frequente a sedação.menos comum com os fármacos de segunda geração, uma vez que não entram facilmente no SNC. ● Os principais efeitos adversos dos anti-histamínicos H1 são toxicidade do SNC, cardiotoxicidade e efeitos anticolinérgicos. Outr� ant�-histamínic� Foram também desenvolvidos antagonistas competitivos e agonistas inversos contra os receptores H2, H3 e H4 . O desenvolvimento de antagonistas dos receptores H2 seletivos que inibem a secreção de ácido gástrico induzida por histamina despertou considerável interesse.Tais agentes atuam como antagonistas competitivos reversíveis da ligação de histamina aos receptores H2 nas células parietais gástricas, portanto reduzem a secreção de ácido gástrico. As indicações clínicas incluem doença por refluxo ácido (pirose) e úlcera péptica. A farmacologia dos receptores H3 e H4 constitui ativa área de investigação. Até o momento, nenhum fármaco seletivamente dirigido contra receptores H3 e H4 foi aprovado para uso clínico.O uso de receptores H3 específicos como alvo pode levar ao desenvolvimento de novas terapias para vários transtornos cognitivos, distúrbios neuroendócrinos e neuropsiquiátricos. IMAGEM-OBJETIVO: sinapse adrenérgica, receptores adrenérgicos, drogas simpatomiméticas (vasoconstrição), histamina, anti-histamínicos, receptores histami SINAPSE ADRENÉRGICA: As sinapses adrenergicas são aquelas que produzem e liberam catecolaminas nos neuronios pré-sinapticos. A neurotransmissão envolve 6 etapas: 1) Síntese de ACh- a colina acetil transferase catalisa a colina e acetil-CoA sintetizando acetilcolina 2) Captação das vesículas de armazenamento- a acetilcolina fica protegida da degradação dentro de vesículas 3) liberação de neurotransmissor- quando um potencial de ação chega ao terminal nervoso, abrem canais de calcio na membrana pré-sináptica, causando aumento da concentração de calcio intracelular. Isso promove a fusão das vesículas com a membrana celular e a liberação do seu conteúdo no espaçoo sinaptico 4) Ligação no receptor- a ACh liberada difunde-se atraves do espaço sinaptico e se liga ao receptor pós-sináptico. Existem os receptores muscarinicos e nicotinicos. A ligação ao receptor leva a uma resposta fisiológica na célula como a ativação de ezimas especificas ou inicio de um impulso nervoos na fibra pós ganglionar. 5) Degradação da ACh- ela é hidrolisada pela acetilcolineterase formando colina e acetato na fenda sinaptica 6) Reciclagem- a colina pode ser recaptada por um sistema de captação de alta afinidade que transporta a molecula de volta para o neuronio. La ela é acetilada em ACh, sendo armazenada ate a liberaçãod e um novo potencial de ação. Os fármacos adrenérgicos que ativam os receptores adrenérgicos são denominados simpaticomiméticos No sistema nervoso simpático, várias classes de adrenoceptores podem ser diferenciadas farmacologicamente. Duas famílias de receptores, designadas α e β, são classificadas com base nas suas respostas aosagonistas adrenérgicos epinefrina, norepinefrina e isoproterenol. Cada um desses receptores principais tem um número específico de subtipos de receptores identificados. Alterações na estrutura primária dos receptores influenciam sua afinidade para vários fármacos. Adrenoreceptores: ● ALFA:Para os α-receptores, a ordem de potência e afinidade é epinefrina ≥norepinefrina>> isoprotereno. São acoplados a proteina G. - ALFA1:Estes receptores estão presentes na membrana pós-sináptica dos órgãos efetores e intermedeiam vários dos efeitos clássicos – originalmente designados como α-adrenérgicos –, envolvendo contração de músculo liso. Está presente, em geral, nos vasos, fígado, esfíncter da bexiga e TGI. - ALFA2:estão localizados primariamente nas terminações de nervos simpáticos pré-sinápticos e controlam a liberação de norepinefrina. Está presente nos vasos do músculo esquelético, SNC e no TGI. ● BETA: São também receptores acoplados à proteína G ● Isoproterenol>epinefrina>norepinefrina ● Receptor 1: acoplado à proteína Gs estimulatória. Está presente, em geral, coração e rins. ● Receptor 2: acoplado à proteína Gs estimulatória. Está presente, em geral, nos pulmões (musculatura lisa), fígado e músculo esquelético. DROGAS: antagonistas colinergicos são farmacos que se ligam aos receptores muscarinicos ou nicotínicos e previnem os efeitos da ACh e outros agonistas colinérgicos. Patologi� Inflamaçã� é uma resposta dos tecidos vascularizados a infecções e tecidos lesados. Consiste em recrutar células e moléculas de defesa do hospedeiro da circulação para os locais onde são necessárias, com a finalidade de eliminar os agentes agressores. Os mediadores de defesa incluem leucócitos fagócitos, anticorpos e proteínas do complemento. Normalmente, a maioria circula pelo sangue, de onde podem ser rapidamente recrutados para qualquer lugar do corpo; algumas das células também residem nos tecidos. O processo de inflamação envia essas células e proteínas aos tecidos lesados ou necróticos, bem como aos invasores estranhos, como microrganismos, e ativa as células e moléculas recrutadas, que, então, funcionam de modo a eliminar as substâncias indesejadas ou nocivas. Sem a inflamação, as infecções poderiam passar despercebidas, feridas poderiam nunca cicatrizar e os tecidos lesados permaneceriam com feridas permanentemente infectadas. ETAPAS DA INFLAMAÇÃO: • O agente agressor, que se situa nos tecidos extravasculares, é reconhecido pelas células e moléculas hospedeiras e ha liberação de mediadores da inflamação ( citocinas, histamina…). • Os leucócitos e as proteínas do plasma são recrutados da circulação para o local onde o agente agressor estálocalizado. • Os leucócitos e as proteínas são ativados e trabalham juntos para destruir e eliminar a substância agressora. • A reação é controlada e concluída. • O tecido lesado é reparado. CAUSAS: Infecções, necrose tecidual, corpos estranhos e reações imunes (hipersensibilidades- As respostas imunes lesivas são direcionadas contra antígenos próprios, causando as doenças autoimunes, ou são reações excessivas contra substâncias, como em alergias, ou contra microrganismos do ambiente). Inflamaçõe� Aguda� Rápida resposta inicial a infecções e ao dano tecidual. São processos que duram pouco tempo. Suas principais características são a fromação de EXSUDATO- líquido rico em proteínas e células (edema), Emigração de leucócitos, predominantemente células POLIMORFONUCLEADAS (neutrófilo- bacterias-, basófilo- alergias-, eosinófilos- alergias e parasitas) e os SIANIS CLÍNICOS- calor, rubor, tumor, dor e perda da função. A inflamação aguda tem três componentes principais: (1) dilatação de pequenos vasos levando a aumento no fluxo sanguíneo; (2) aumento de permeabilidade da microvasculatura, que permite que as proteínas do plasma e os leucócitos saiam da circulação e (3) emigração de leucócitos da microcirculação, seu acúmulo no foco da lesão e sua ativação para eliminar o agente agressor As reações vasculares e celulares são responsáveis pelos sinais e sintomas da resposta inflamatória. O aumento de fluxo sanguíneo para a área lesada (Vasodilatação) e na permeabilidade vascular leva ao acúmulo de fluido extravascular rico em proteínas plasmáticas, conhecido como edema- pois substancias plasmaticas e células atravessam a parede do endotélio e passem para o interticio ( fenomeno exudativo). A vermelhidão (rubor), o calor (ardor) e o inchaço (tumor) da inflamação aguda são causados pelo aumento no fluxo sanguíneo e o edema. Os leucócitos circulantes, predominantemente neutrófilos no início, aderem ao endotélio via moléculas de adesão, atravessam esse endotelio e migram para o local da lesão sob a influência dos agentes quimiotáticos. Os leucócitos que são ativados pelo agenteagressor e pelos mediadores endógenos podem liberar extracelularmente metabólitos tóxicos e proteases, causando dano tecidual (necrose ou degeneração, por exemplo). Durante o dano e, em parte, como resultado da liberação de prostaglandinas, neuropeptídeos e citocinas, um dos sintomas locais é a dor. Inflamaçõe� Crônica� Reação tecidual caracterizada pelo aumento dos graus de celularidade e de outros elementos teciduais, diante da permanência do agente agressor. É a inflamação de duração prolongada (semanas ou meses). Quando ocorre? Ela geralmente sucede a inflamação aguda, em ataques recorrentes de Inflamação aguda ou diretamente sem evidências de Inflamação aguda Causas:Infecções persistentes, exposição prolongada a agentes potencialmente tóxicos, tanto exógenos quanto endógenos e doenças de hipersensibilidade ( doenças alergicas, por exemplo). É caracterizada por: ● Infiltração com leucócitos mononucleares, que incluem macrófagos, linfócitos e plasmócitos ● Destruição tecidual, induzida pelo agente agressor persistente ou pelas células inflamatórias. ● Tentativas de reparo pela substituição do tecido danificado por tecido conjuntivo, realizadas pela proliferação de pequenos vasos sanguíneos (angiogênese) e, em particular, fibrose. Hipe�sensibilidad� Imediat�/ tip� I Hipersensibilidade imediata ou do tipo I é uma reação imunológica rápida que ocorre em um indivíduo previamente sensibilizado. Essas reações são frequentemente chamadas de alergia e os antígenos que as induzem são os alérgenos. Seus mediadores: as células Th2, basofilos, mastocitos e eosinófilos.. A hipersensibilidade imediata pode ocorrer como um distúrbio sistêmico ou como uma reação local. A reação sistêmica ocorre mais frequentemente após a injeção de um antígeno em um indivíduo sensibilizado (p. ex., por um ferrão de abelha), mas também pode ocorrer após a ingestão de antígenos (p. ex., alérgenos do amendoim). Algumas vezes, em minutos, o paciente entra em estado de choque, que pode ser fatal. As reações locais são diversas e variam dependendo da porta de entrada do alérgeno. Elas podem assumir a forma de erupções cutâneas localizadas ou bolhas (alergia cutânea, urticária), descarga nasal e conjuntival (rinite e conjuntivite alérgicas), febre do feno, asma brônquica ou gastroenterite alérgica (alergia alimentar). A reação imediata caracteriza-se por vasodilatação, extravasamento de plasma e, dependendo da localização, espasmo muscular liso ou secreções glandulares. Essas alterações geralmente se tornam evidentes em minutos após a exposição a um alérgeno e tendem a retroceder em poucas horas. Inicialmente, com a exposição ao alérgeno, o que ativa as células Th2 e as células T específicas para esse antigeno, produzindo o anticorpo IgE específico. Esses IgEs vão se ligar aos mastócitos. Em uma exposição posterior, o antigeno vai se ligar a esse IgE que já está associado aos mastócitos, estimulando os mastocitos a liberar seus mediadores, os quais vão gerar as alterações vasculares responsáveis pela reação imediada. Em muitos casos (p. ex., rinite alérgica e asma brônquica), estabelece-se uma segunda reação de fase tardia, 2 a 24 horas depois sem exposição adicional ao antígeno, e que pode durar vários dias. Essa reação de fase tardia se caracteriza por infiltração dos tecidos com eosinófilos, neutrófilos, basófilos, monócitos e células T CD4+, bem como por destruição tecidual, tipicamente sob a forma de lesão celular epitelial da mucosa. Os alergicos desenvolvem respostas fortes de Th2 e essas células possuem um papel fundamental por estimular a produção de IgE e promover a inflamação quando expostos a essas substancias. Isso porque existe uma forte predisposição genética para desenvolver a atopia. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM ORIENTADORES DE ESTUDO: Definir inflamação e os sinais cardinais da inflamação; Inflamação é uma resposta dos tecidos vascularizados a infecções e tecidos lesados. Consiste em recrutar células e moléculas de defesa do hospedeiro da circulação para os locais onde são necessárias,com a finalidade de eliminar os agentes agressores Sinais cardinais : Citar os tipos celulares e outros elementos envolvidos no processo inflamatório agudo; Tipos celulares envolvidos : leucócitos polimorfonucleados- eosinófilo, baspofilo e, principalmente, neutrófilo). Envolve tambpem vasodilatação, aumento da permeabilidade dos vasos, recrutamento desses leucócitos e sinais cardinais. Esquematizar os eventos que deflagram a resposta inflamatória aguda e seu desenvolvimento Causas: infecções, traumas, necrose tecidual e corpos estranhos . Esses ativam mediadores da inflamação, os quais provocam aumento da vasodilatação, aumento da permeabilidade vascular, recrutamento de leucócitos e formação de exudato. Essas alterações vasculares e celulares são responssáveis pelos sinais cardinais. PPM Guia de Habilidades Habilidade a ser desenvolvida: Exame do nariz e fossas nasais Repetir no mínimo 5 vezes Habilidade previamente desenvolvida (Pré-requisito): Higienização simples das mãos. Conceito: As fossas nasais constituem o segmento inicial da árvore respiratória. Comunicam-se com o exterior por intermédio das narinas e com a rinofaringe, através das coanas. São duas fossas, uma para cada lado, que estão separadas por um septo osteocartilaginoso - o septo nasal. As fossas nasais desempenham papel relevante na fisiologia respiratória, promovendo a filtragem ou purificação, o aquecimento e o umedecimento do ar inspirado. Por isso mesmo, funcionam como estruturas protetoras das regiões vizinhas (cavidades paranasais e auriculares) e das vias respiratórias inferiores. Objetivo: Aplicar técnicas de exame das vias aéreas superiores, demonstrar o exame da rinoscopia anterior, correlacionar os achados de exame físico com condições patológicas das vias aéreas superiores. Descrição: 1. Higienização simples das mãos 2. Explicar o procedimento ao paciente 3. Inspeção da face e nariz: verificar formato do nariz, integridade da pele, lesões (ulcerativas, nodulações), coloração, presença de secreção, descarga nasal (descrever características – bilateral, unilateral, volume, espessura, aquosa ou hialina, turva, purulenta, odor), presença de crostas, pólipos, neoplasias, corpo estranho. 4. Palpação do nariz e seios da face: sobre os seios da face frontal e maxilar (dor, edema), verificação permeabilidade nasal (oclusão suave de cada narina, solicitando que o paciente inspire) 5. Realizar rinoscopia anterior: Inicialmente é feita uma inspeção simples da pirâmide nasal, narinas e vestíbulo, cuja finalidade é a procura de desvios da linha média, sinais inflamatórios externos, luxações do subsepto, deformidades da porção do septo nasal. 6. Introduzir o rinoscópio delicadamente em uma narina de cada vez e iluminar com a lanterna 7. Abrir o rinoscópio e observar as estruturas das fossas nasais: aspecto da mucosa, coloração, secreções, deformidades ou perfurações do septo nasal, aspecto dos cornetos, hipertrofias, permeabilidade do meato, pólipos, tumorações, corpo estranho, sangramentos, vascularização do septo 8. Higienizar as mãos 9. Relatar os achados ao paciente 10. Realizar as anotações no prontuário Não se vê toda a fossa nasal de uma só vez. Quando a cabeça está estendida, somente a porção mais superior é visível; ao se diminuir a extensão, a porção média é observada e ao se colocar a cabeça paralela ou discretamente fletida, as porções inferiores e o assoalho da fossa nasal são vistos. Após o exame preliminar, vaporizam-se as fossas nasais com soluções vasoconstritoras e após alguns minutos, novo exame é feito. Características da mucosa normal: cor vermelho opaca, úmida, com superfície lisa e limpa. A mucosa que reveste os cornetos pode se apresentar rósea pálida e com secreção hialina, em processos alérgicos, ou vermelho vivo e com secreção purulenta, em processos infecciosos, agudos. Nomeato inferior, procuramos exsudatos e corpos estranhos que aí se localizam com frequência. Tipos de perda do paladar Existem várias maneiras de classificar um distúrbio do paladar, mas o método aplicado com maior frequência na prática clínica é a distinção do distúrbio qualitativo do quantitativo, conforme o seguinte: ● Disgeusia: a terminologia geral para qualquer tipo de distúrbio do paladar ● Parageusia: comprometimento qualitativo do paladar, que delineia uma distorção desencadeada do paladar (por exemplo, ocorre percepção de amargo, metálico ou outro quando se come/bebe) ● Fantogeusia: comprometimento qualitativo do paladar, que delineia uma distorção de paladar não desencadeada, permanente ou intermitente e inclui diversas queixas, como gosto metálico ou gosto permanente de amargo, azedo, salgado ou (mais raro ainda) doce ● Hipogeusia: distúrbio quantitativo do paladar que causa redução da função gustativa ● Ageusia: distúrbio quantitativo do paladar que causa ausência de paladar. Qualquer uma dessas formas, com exceção da ageusia, pode ser diminuída, aumentada ou não afetada pela alimentação/ingestão de bebidas. Esses distúrbios quantitativos e qualitativos podem ocorrer juntos ou isolados (por exemplo, um paciente com parageusia para amargo pode ter uma função do paladar com medição normal ou alterada). Distúrbios da Olfação Anosmia e hiposmia: ausência e diminuição da olfação. Hiperosmia: aumento da olfação, pode ocorrer em gestação, hipertireoidismo, psicoses. Cacosmia: sensação de odores desagradáveis que pode ser subjetiva quando só o indivíduo sente (sinusite purulenta) ou objetiva quando o indivíduo e outras pessoas sentem, como em tumores ou corpo estranho). Parosmia\Disosmia: distorção de odores, interpretação errônea de uma sensação olfatória, perverção do olfato, ocorre em neuropatas, neurite gripal, aura epilética. O indivíduo refere que "nada cheira certo" ou que "tudo tem o mesmo cheiro". Fantosmia: sensação de odores que não existem, , intermitente ou constante, os odores são geralmente descritos como pútridos (ovos podres ou fezes). Pode surgir como aura de epilepsia ou em portadores de neurite gripal. Agnosia: inabilidade para classsificar, identificar ou constatar uma sensação odorífera verbalmente. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM -Listar e definir sinais e sintomas de alterações de olfato e paladar *está no resumo - Correlacionar os sinais e sintomas com o tempo de evolução das doenças (agudas e crônicas) e com a localização da afecção (Superior ou inferior). Aguda quando a duração é inferior a 12 semanas e há resolução completa dos sintomas. Crônica quando superior a 12 semanas e não há resolução completa dos sintomas. SINAIS E SINTOMAS DE VIAS AÉREAS SUPERIORES: Os principais sinais e sintomas são obstrução nasal, rinorreia, alteração do olfato e epistaxe. Obstrução nasal deve ser investigada quanto a lateralidade (uni ou bilateral); início (insidioso, rapidamente progressivo ou abrupto); fator desencadeante ou de melhora; manifestações clínicas associadas (coriza hialina, espirros e prurido nasal sugerem edema inflamatório da mucosa nasal); uso de medicamentos que podem provocar alteração vasomotora na mucosa nasal e causar e/ou agravar a obstrução. Rinorreia. Deve-se avaliar lateralidade (uni ou bilateral); viscosidade (hialina, espessa, purulenta); periodicidade (persistente ou ocasional); fatores desencadeantes (perfumes, fumaça, poluição atmosférica) e se outros sintomas associados como tosse e cefaleia estão presentes. Em crianças com rinorreia unilateral fétida deve-se sempre pesquisar presença de corpo estranho. Alteração do olfato. As alterações do olfato podem ser classificadas em: anosmia (perda completa da olfação); hiperosmia (aumento da olfação); hiposmia (diminuição da olfação); disosmia (distorção da percepção olfatória, podendo ser subdividida em parosmia, quando há um estímulo ambiental, e fantosmia, sem estímulo ambiental, que é uma alucinação olfatória). Procura-se identificar a região da via olfatória acometida: condutiva, ou seja, o bloqueio na chegada das moléculas de odor ao epitélio olfatório, por exemplo, nas rinites, alterações anatômicas da cavidade nasal e tumores intranasais; neurossensoriais, quando há lesões no epitélio olfatório e nos nervos olfatórios, como nas infeccções virais ou traumatismo cranioencefálico com ruptura de nervos; central, como, por exemplo, nos tumores intracranianos e doenças degenerativas. Epistaxe: Consiste em alteração da hemostasia dentro da cavidade nasal, em decorrência de comprometimento da mucosa. Deve-se avaliar: lateralidade (uni ou bilateral); tempo de evolução; quadros clínicos semelhantes anteriores; fatores associados ao início do sangramento (trauma, infecções de vias respiratórias superiores, rinite); comorbidades (hipertensão arterial e coagulopatias são consideradas como facilitadoras do sangramento nasal); medicamentos utilizados (anticoagulantes e ácido acetilsalicílico); tabagismo e alcoolismo (são facilitadores do sangramento nasal); melhora do sangramento apenas com compressão nasal; repercussão hemodinâmica da hemorragia (hipotensão arterial). SINAIS E SINTOMAS VIAS AÉREAS INFERIORES Os principais sintomas e sinais das afecções do aparelho respiratório são: dor torácica, tosse, expectoração, hemoptise, vômica, dispneia, sibilância, rouquidão e cornagem. - Demonstrar o exame clínico do nariz e das fossas nasais (uso do rinoscópio). Rinoscopia anterior (exame da nasofaringe) – faz parte do exame físico do nariz como um todo paciente deve estar sentado e com hiperextensão da cabeça. O ambiente deve estar luminoso, deve fazer uso de uma lanterna. Olhar o assoalho do nariz com a rinoscopia, parede nasal e parede do septo, observar cornetos, distribuição dos pelos, coloração da mucosa, integridade. Quando observa-se a integridade pode encontrar desvio de septo, coloração da mucosa (hiperemia ou pálida), secreção (cor, odor, viscosidade), integridade – se tem sangramento (epistaxe- deve identificar a causa), presença de corpo estranho. - Correlacionar os achados de exame físico com as possíveis afecções do nariz Rinite é a inflamação da mucosa de revestimento do nariz, caracterizada pelos seguintes achados: obstrução nasal, rinorreia, espirros, prurido e hiposmia. Rinite alérgica caracteriza-se por inflamação da mucosa Rinossinusite aguda: Caracteriza-se por inflamação do nariz e dos seios paranasais, acompanhada por dois ou mais dos seguintes achados: obstrução/congestão nasal; secreção nasal/rinorreia anterior ou posterior (mais frequentemente, mas não obrigatoriamente purulenta). Rinossinusite crônica: obstrução e congestão nasal; rinorreia anterior/posterior, geralmente mucopurulenta; pressão ou dor facial ou cefaleia. Tosse, em geral improdutiva, é comum, especialmente em crianças. HIPERPLASIA ADENOIDEANA Também conhecida como “adenoides”, na linguagem leiga, expressa-se pelo aumento das tonsilas faríngeas, e relaciona-se com o relato de obstrução nasal. DOENÇAS GRANULOMATOSAS: obstrução nasal, formação de crostas, cacosmia e rinorreia mucossanguinolenta. NEOPLASIAS NASAIS E NASOSSINUSAIS: rinorreia purulenta, epistaxe e cacosmia. RINOFARINGITE coriza, obstrução nasal, espirros, tosse seca e febre de intensidade variável SINUSITE AGUDA:obstrução e secreção nasal purulenta, halitose. Nas formas moderadas a graves, ou em crianças maiores, as manifestações citadas podem ser mais intensas, acompanhando-se, eventualmente, de edema palpebral, cefaléia, prostração, desconforto ou dor, espontâneos ou provocados, no local do(s) seio(s) afetado(s) ou nos dentes. Laringite viral aguda: obstrução nasal, tosse seca e febre baixa. Em casos de obstrução mais grave, surge estridor mais intenso, tiragem supra-esternal, batimentos de asa do nariz, estridor expiratório e agitação. Nos casos extremos, além de intensa dispnéia e agitação, surgem palidez, cianose,torpor. HISTOLOGIA Cavidad� Ora� A cavidade oral é revestida por um epitélio pavimentoso estratificado, queratinizado ou não, dependendo da região. A camada queratinizada protege a mucosa oral de agressões mecânicas durante a mastigação e pode ser observada na gengiva e no palato duro. A lâmina própria nessas regiões contém várias papilas e repousa diretamente sobre o periósteo. Epitélio pavimentoso não queratinizado reveste o palato mole, os lábios, as bochechas e o assoalho da boca. A lâmina própria tem papilas similares às observadas na derme e é contínua com a submucosa, que contém glândulas salivares menores distribuídas difusamente. Nos lábios observa-se uma transição do epitélio oral não queratinizado para o epitélio queratinizado da pele. Papilas linguais Papilas são elevações do epitélio oral e da lâmina própria que assumem diversas formas e funções. Existem quatro tipos: filiformes, fungiformes, foliadas e circunvaladas. Papilas filiformes têm formato cônico alongado, são numerosas e estão sobre toda a superfície dorsal da língua; têm a função mecânica de fricção. Seu epitélio de revestimento, que não contém botões gustativos, é queratinizado. Papilas fungiformes assemelham-se a cogumelos, tendo a base estreita e a porção superior mais superficial dilatada e lisa. Essas papilas, que contêm poucos botões gustativos na sua superfície superior, estão irregularmente distribuídas entre as papilas filiformes. Papilas foliadas são pouco desenvolvidas em humanos. Elas consistem em duas ou mais rugas paralelas separadas por sulcos na superfície dorsolateral da língua, contendo muitos botões gustativos. As papilas circunvaladas são 7 a 12 estruturas circulares grandes, cujas superfícies achatadas se estendem acima das outras papilas. Elas estão distribuídas na região do V lingual, na parte posterior da língua. Numerosas glândulas serosas (glândulas de von Ebner) secretam seu conteúdo no interior de uma profunda depressão que circunda cada papila. Esse arranjo similar a um fosso possibilita um fluxo contínuo de líquido sobre uma grande quantidade de botões gustativos ao longo das superfícies laterais dessas papilas. Esse fluxo é importante na remoção de partículas de alimentos da adjacência dos botões gustativos, para que eles possam receber e processar novos estímulos. As glândulas serosas também secretam uma lipase que provavelmente previne a formação de uma camada hidrofóbica sobre os botões gustativos, o que poderia prejudicar sua função. Existem pelo menos cinco qualidades na percepção humana de sabor: salgado, azedo, doce, amargo e o saboroso (umami, termo japonês para o sabor do glutamato monossódico). Todas essas qualidades podem ser percebidas em todas as regiões da língua que contêm botões gustativos. Esses botões são estruturas em forma de cebola cada uma contendo 50 a 100 células. O botão repousa sobre uma lâmina basal, e, em sua porção apical, as células gustativas têm microvilosidades que se projetam por uma abertura denominada poro gustativo. Muitas das células têm função gustativa, enquanto outras têm função de suporte. Células basais indiferenciadas são responsáveis pela reposição de todos os tipos celulares. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM - Citar os tipos de mucosa oral. Existem 3 tipos: Revestimento: localizada nos lábios, bochechas, palato mole, assoalho da cavidade oral e porção ventral da língua e úvula; composta por epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado. Mastigatória: localizada no palato duro e gengiva; composta por epitélio estratificado pavimentoso paraqueratinizado (queratinização incompleta). Especializada: localizada na porção dorsal da língua e composta por papilas linguais. - Descrever e identificar as papilas linguais, relacionando a função dos botões gustativos com as mesmas. *já está no resumo - Discutir a importância das papilas linguais. As papilas linguais são pequenas saliências na língua que contém os botões gustativos. Há quatro tipo de papilas na língua: filiformes, fungiformes, foliáceas e circunvaladas. Essas papilas com exceção das filiformes permitem distinguir sabores doces, amargos, azedos e umamis. Além disso, as células sensoriais da língua nos ajudam a evitar a dor e a intoxicação. Ao enviar informações para as fibras nervosas adjacentes e para a área responsável pela sensação gustativa do cérebro, as papilas alertam seu organismo sobre perigos como comida estragada e gases ou fumaça venosa. - Revisar a histologia do epitélio olfatório. A área olfatória é uma região situada na parte superior das fossas nasais, responsável pela sensibilidade olfatória. É revestida pelo epitélio olfatório, que contém os quimiorreceptores da olfação. O epitélio olfatório é um neuroepitélio colunar pseudoestratificado, formado por três tipos celulares: células de sustentação, células basais e células olfatórias. As células de sustentação são prismáticas, largas no seu ápice e mais estreitas na sua base; apresentam, na superfície, microvilos que se projetam para o interior da camada de muco que cobre o epitélio. Essas células têm um pigmento acastanhado que é responsável pela cor amarelo-castanha da mucosa olfatória. As células basais são pequenas, arredondadas e situam-se na região basal do epitélio, entre as células olfatórias e as de sustentação; são as células-tronco (stem cells) do epitélio olfatório. As células desse epitélio renovam-se constantemente. As células olfatórias são neurônios bipolares que se distinguem das células de sustentação porque seus núcleos se localizam em uma posição mais basal. Suas extremidades voltadas para a cavidade nasal (dendritos) apresentam dilatações de onde partem seis a oito cílios imóveis, que contêm quimiorreceptores excitáveis pelas substâncias odoríferas. Os cílios ampliam enormemente a superfície receptora de odorantes. Os axônios que se originam na porção basal desses neurônios sensoriais reúnem-se em pequenos feixes. O conjunto dos feixes atravessa o osso pela lâmina crivosa, e seus axônios estabelecem sinapses com outros neurônios cujos axônios se dirigem para o sistema nervoso central (SNC) em forma do nervo olfatório. Na lâmina própria dessa mucosa, além de abundantes vasos e nervos, observam-se glândulas ramificadas tubuloacinosas alveolares, as glândulas de Bowman (serosas). Os ductos dessas glândulas levam a secreção para a superfície epitelial, criando uma corrente líquida contínua que limpa os cílios das células olfatórias, facilitando o acesso de novas substâncias odoríferas. Saúd� Coletiv� ENDEMIA- ocorrência coletiva de determinada doença que, no decorrer e um longo período histórico, acomete grupos humanos em espaços delimitados e caracterizados, com uma incidência ( surgimento de novos casos) constante, permitindo alterações nos números de afetados de acordo com variações sazonais. A doença endêmica ela é uma presença habitualem uma população específica, em uma determinada área geográfica. Se manifesta com frequência em determinada região, mas tem um número de casos esperado – um padrão relativamente estável que prevalece. Exemplo: No Norte do Brasil, a Febre Amarela e a Maláriatem atuação frequente devido as caracteristicas climáticas da região. Por isso, pode ser considerada uma doença endêmica. EPIDEMIA- ocorrência de uma doença de massa, ou seja em um grande número de pessoas, cronologicamente delimitada com uma elevação progressivamente crescente, inesperada e descontrolada do numero de incidencia dessa doença. Em uma população não delimitada, em um espaço delimitado ou não. O estado de saúde-doença da população deve estar sob vigilância e controle permanentemente. É o aumento nos casos, seguido por um pico e depois diminuição As epidemias podem ser em nível municipal, quando existem surtos em vários bairros. Em nível estadual, quando são registrados surtos em várias cidades e em nível nacional, quando ocorrem em várias regiões do país.Exemplo: Sífilis e o sarampo com número de casos preocupantes no Brasil. Ébola em alguns países da África. Vamos supor que a Dengue usado comece a se agravar, passando de um único bairro para vários bairros de uma cidade. Essa cidade, então, terá uma epidemia de Dengue e precisará intensificar os cuidados para controlar a doença e impedir a transmissão para os bairros ainda não contaminados. PANDEMIA- compreende um número de casos de doença acima do esperado, afetando vários países e continentes. A pandemia, em uma escala de gravidade, é o pior dos cenários. Ela acontece quando uma epidemia se estende a níveis mundiais, ou seja, se espalha por diversas regiões do planeta aproximadamente ao mesmo tempo. Exemplo: A Gripe Suína (ou Gripe A) passou de epidemia para pandemia no ano de 2009, quando a OMS passou a registrar casos da doença em todos os continentes do planeta. SURTO- Ocorrência epidêmica onde todos os casos estão relacionados entre si, atingindo uma área geográfica pequena delimitada, como vilas, bairros ou uma população de uma instituição, como colégios, quartéis, asilos.. Exemplos: Bactérias encontradas em locais como unidade de ensino ou fábrica de cerveja clandestina. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM ORIENTADORES DE ESTUDO: Conceituar termos surto, endemia, pandemia e epidemia. *já está no resumo Discutir sobre o pensamento epidemiológico. A epidemiologia congrega métodos e técnicas de três áreas principais de conhecimento: Estatística, Ciências da Saúde e Ciências Sociais. Sua área de atuação compreende ensino e pesquisa em saúde, avaliação de procedimentos e serviços de saúde, vigilância epidemiológica e diagnóstico e acompanhamento da situação de saúde das populações. A epidemiologia tem como princípio básico o entendimento de que os eventos relacionados à saúde, como doenças, seus determinantes e o uso de serviços de saúde não se distribuem ao acaso entre as pessoas. https://www.telessaude.unifesp.br/index.php/dno/redes-sociais/159-qual-e-a-diferenca-entre-surto-epidemia-pandemia-e-endemia 3. Discutir a epidemiologia como instrumento para conhecimento da distribuição de processos de saúde e doença numa determinada população, num determinado ponto geográfico e num espaço de tempo definido. A Epidemiologia Descritiva estuda o comportamento das doenças em uma comunidade, isto é, em que situações elas ocorrem na coletividade, segundo características ligadas à pessoa (quem), ao lugar ou espaço físico (onde) e ao tempo (quando) fornecendo elementos importantes para se decidir que medidas de prevenção e controle estão mais indicadas para o problema em questão e também avaliar se as estratégias adotadas causaram impacto, diminuindo e controlando a ocorrência da doença em estudo. 4. Descrever o uso e a utilidade da epidemiologia no momento atual. Os estudos epidemiológicos são determinantes no acompanhamento de situações como esta com o Covid-19, pois fornecem dados para os Órgãos de saúde, permitindo caracterizar as doenças e ainda realizar associações com o perfil de transmissão. Essas informações podem direcionar as formas de atuação e as medidas a serem tomadas. A presença da vigilância epidemiológica permite identificar precocemente, favorecendo o isolamento desses casos, a investigação dos casos suspeitos e demais providências.