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Ligantes: Bruna Lago e Eleomara Caires Orientador: Anderson Weiber Nate Irvin era um homem branco, de 31 anos, que buscou atendimento psiquiátrico ambulatorial devido a “falta de autoconfiança”. Ele relatou dificuldades antigas em ter uma postura afirmativa e estava especificamente angustiado por estar “empacado” há dois anos em seu emprego atual “sem perspectivas” como assistente administrativo. Desejava que alguém lhe dissesse que rumo seguir, para não ter de encarar o “fardo” de tomar uma decisão. No trabalho, achava fácil seguir as ordens do chefe, mas tinha dificuldades para tomar decisões independentes, por menos importantes que fossem. A situação era “deprimente”, afirmou, mas não era novidade. O sr. Irvin também relatou insatisfação em seus relacionamentos com mulheres. Descreveu uma série de relacionamentos que duraram vários meses ao longo dos dez anos anteriores, que terminaram apesar de “fazer tudo o que estava a meu alcance”. Seu relacionamento mais recente havia sido com uma cantora de ópera. Ele relatou ter ido a várias óperas e até ter tido aulas de canto para impressioná-la, apesar de nem gostar tanto assim de música. O relacionamento terminara recentemente por motivos que não ficaram claros. Afirmou que seu humor e sua autoconfiança estavam ligados a seus namoros. Ficar solteiro o deixava desesperado, mas o desespero dificultava ainda mais conseguir uma namorada. Disse que se sentia preso nesse ciclo. Desde o último rompimento, havia ficado bastante triste, com choros frequentes. Foi essa depressão que o levou a buscar tratamento. Ele negou todos os outros sintomas de depressão, incluindo problemas com sono, apetite, energia, ideação suicida e capacidade de ter prazer em atividades. Nate Irvin era um homem branco, de 31 anos, que buscou atendimento psiquiátrico ambulatorial devido a “falta de autoconfiança”. Ele relatou dificuldades antigas em ter uma postura afirmativa e estava especificamente angustiado por estar “empacado” há dois anos em seu emprego atual “sem perspectivas” como assistente administrativo. Desejava que alguém lhe dissesse que rumo seguir, para não ter de encarar o “fardo” de tomar uma decisão. No trabalho, achava fácil seguir as ordens do chefe, mas tinha dificuldades para tomar decisões independentes, por menos importantes que fossem. A situação era “deprimente”, afirmou, mas não era novidade. O sr. Irvin também relatou insatisfação em seus relacionamentos com mulheres. Descreveu uma série de relacionamentos que duraram vários meses ao longo dos dez anos anteriores, que terminaram apesar de “fazer tudo o que estava a meu alcance”. Seu relacionamento mais recente havia sido com uma cantora de ópera. Ele relatou ter ido a várias óperas e até ter tido aulas de canto para impressioná-la, apesar de nem gostar tanto assim de música. O relacionamento terminara recentemente por motivos que não ficaram claros. Afirmou que seu humor e sua autoconfiança estavam ligados a seus namoros. Ficar solteiro o deixava desesperado, mas o desespero dificultava ainda mais conseguir uma namorada. Disse que se sentia preso nesse ciclo. Desde o último rompimento, havia ficado bastante triste, com choros frequentes. Foi essa depressão que o levou a buscar tratamento. Ele negou todos os outros sintomas de depressão, incluindo problemas com sono, apetite, energia, ideação suicida e capacidade de ter prazer em atividades. Referências