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Podemos classificar as técnicas de moldagem como: 
Compressiva: moldeiras com espaço reduzido para o 
material de moldagem, que era introduzido na boca do 
paciente sem a divisão de áreas. A compressão era em 
toda uma única área. 
Semi-compressiva: compressão mínima, com moldeira 
espaçosa. Moldeira completamente folgada, colocar o 
material de moldagem e moldar com o material bem 
fluido, com espaço na moldeira. 
Compressão seletiva. Em algumas áreas uma maior 
compressão e em outras áreas uma menor compressão. 
Entendendo que a prótese vai realizar mais compressão 
em uma área e em outra área não tanto. 
 
 
 
 
 
 
 
Zona 1 – zona principal de suporte. 
A área que melhor vai suportar a força que a prótese vai 
atuar sobre os tecidos. Seria mais ou menos nos 
molares. Principal região onde deve se apoiar a prótese. 
(não coloca cera) 
Zona 2 – zona secundaria de suporte. 
Pega descendo a vertente interna do palato duro de 
ambos os lados. É também uma região que consegue 
suportar forças sem sofrer danos. (Não coloca cera) 
Zona 3 – zona de vedamento periférico posterior 
Não é uma região que suporta peso de mastigação. O 
principal objetivo dela é vedar para que não haja entrada 
de ar. (não coloca cera) 
Zona 4 – zona de alivio de força de oclusão 
(compressão reduzida). 
 
 
 
 
 
 
 
É a mais crítica de todas, pois em maxila se pressionada 
pode gerar uma severa absorção, podendo causar 
síndrome da combinação. (coloca cera) 
Zona 5 – zona de selado periférico 
Vertente de apoio, que a prótese vai se apoiar, porem 
não tem força suficiente para apoiar mastigação. 
 
(Zonas de compressão em mandíbula) 
Técnica compressão seletiva 
Durante a moldagem e produzido o modelo de gesso, e 
desse modelo de gesso é confeccionado uma moldeira 
que dentro dessa moldeira tem uma camada de cera. 
Essa moldeira tem uma adaptação perfeita na boca do 
paciente, encaixa perfeitamente tanto a parte da resina, 
quando a parte feita com cera. 
Quando for realizar a moldagem interna a cera é 
retirada, sendo assim a mucosa é comprimida mais pela 
região (região que não tinha cera) na moldeira que está 
em contato com a mucosa. 
Ao retirar a cera, e coloca-se a pasta de moldagem para 
realizar a moldagem, sendo assim a região que mais vai 
comprimir a mucosa, é a região que antes não tinha cera. 
Que era a região que durante a moldagem havia mais 
compressão. Tendo assim a maior “deformação” da 
mucosa. 
Onde houve mais compressão houve uma intrusão da 
mucosa, e onde comprimiu menos não houve nenhuma 
intrusão. Ou seja, em uma região moldou comprimindo 
mais e outra comprimindo menos. Isso ficara gravado 
no molde que quando for retirado da boca do paciente e 
MOLDAGEM DA SUPERFICIE DE APOIO 
fazer o modelo de gesso, o gesso vai copiar essa mucosa 
que foi moldada com compressão seletiva. 
“a deformação não é visível a olho nu” 
Sob esse modelo de gesso, é feita a prótese, que copiou 
o formato do gesso, sendo assim quando a prótese for 
retirada do modelo de gesso e levada a boca do paciente, 
a prótese vai pressionar mais em uma região e menos 
em outra, assim como foi feita a moldagem. 
Preparo da moldeira – moldagem de superfície de 
apoio. 
• Lavar e secar bem a moldeira, afim de limpar 
da moldagem anterior (selado periférico) 
• Retira o alivio de cera na região de rugosidades 
palatinas, forame incisivo e rafe mediana. 
• Praticar a colocação e centralização da 
moldeira na boca do paciente (sem o material 
de moldagem) 
• Orientar o paciente para que ele realize sucção 
do cabo da moldeira, quando solicitado. 
Moldagem funcional propriamente dita. 
• Manipula o material de moldagem. 
• Poe na moldeira. 
• Introduz na boca da paciente. Segurando o 
palato, repuxa os tecidos do paciente. 
Selado palatino posterior 
• Secar a moldeira e marcar o centro do rebordo 
alveolar residual de ambos os lados. 
• Medir a metade da distancia do centro do 
rebordo a rafe mediana e desenhar em forma de 
meia lua, a região de compressão. 
• Gotejar cera na área desenhada de 
aproximadamente 2mm. 
 
 
 
 
 
 
 
Marcação da localização do selado palatino 
posterior. 
Aquece a espátula nº 7, e desliza suavemente sobre a 
cera. Leva a moldeira na boca do paciente e faz pressão 
no centro do palato. 
 
Encaixamento do molde superior. 
É necessário para obter o modelo final para confecção 
das próteses totais. 
• Desinfetar o molde com hipoclorito 0,5 ou 1% 
por 10 minutos e lavar em água corrente. 
• Realizar o encaixotamento do molde com o 
objetivo de preservar as bordas. 
Passo a passo do encaixotamento do molde. 
• Adaptar e fixar uma tira de cera utilidade de 
aproximadamente 0,8 cm de largura, a 3mm 
abaixo da borda externa do molde em todo o seu 
contorno. 
• Contornar a extensão do molde com cera n 7 e 
uni-la a cera com espátula 7 aquecida. 
• Vazar o gesso pedra sob vibração. 
• Após a presa do gesso remocar a cartolina e a 
cera. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Atenção. Para remover o gesso do molde, é 
necessário mergulhar o conjunto (molde e modelo) 
em água aquecida.

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