Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

patologia geral 
 Diabetes mellitus 1 e 2 
Definição 
É o grupo heterogêneo de distúrbios metabólicos 
caracterizados por hiperglicemia crônica com 
alterações resultantes de defeitos na secreção ou 
ação da insulina ou ambas. 
DM1 
Destruição das ilhotas betas do pâncreas, sendo uma 
doença autoimune, na qual essa destruição é 
provocada por células de defesa do próprio 
organismo que reagem contra antígenos endógenos 
das células betas. 
DM2 
A incapacidade da célula beta em responder à 
crescente demanda de glicose, apresentando 
resistência periférica à ação da insulina. A resistência 
periférica à insulina consiste na incapacidade da 
insulina de se ligar aos receptores, devido ao fato 
destes receptores não a reconhecerem 
Fisiologia normal da insulina 
1. Produção de glicose pelo fígado 
2. Captação e utilização de glicose pelos 
tecidos periféricos principalmente o músculo 
esquelético 
3. Ações da insulina e hormônios 
contrarregulatórios (ex. glucagon) 
A principal função metabólica da insulina é o 
aumento da taxa de transporte de glicose para o 
interior de determinados tipos celulares corporais 
(como as células estriadas e também em menor 
grau, os adipócitos). 
Nas células musculares, por exemplo, a glicose é 
armazenada como glicogênio ou oxidada para gerar 
trifosfato de adenosina (ATP) 
A insulina reduz a produção de glicose pelo fígado. 
A insulina e o glucagon possuem efeitos regulatórios 
opostos sobre homeostase da glicose. Durante os 
estados de jejum, níveis baixos de insulina e altos 
níveis de glucagon facilitam a gliconeogênese 
hepática e a glicogenólise (degradação do 
glicogênio), enquanto é reduzida a síntese do 
glicogênio, impedindo, assim, a hipoglicemia. Portanto, 
os níveis plasmáticos da glicose de jejum são 
determinados primariamente pelo débito hepático da 
glicose. Após uma refeição, os níveis de insulina se 
elevam e os níveis de insulina se elevam e os níveis 
de glucagon caem em resposta à grande carga de 
glicose. O estímulo mais importante que desencadeia 
a liberação de insulina é a própria glicose, que inicia a 
síntese insulínica nas células beta pancreáticas. 
 
 
 
 
Diabetes tipo 1 
1. Estômago transforma alimento em glicose. 
2. Glicose entra na corrente sanguínea. 
3. Pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. 
4. Pouca ou nenhuma insulina entra na célula 
5. Glicose se acumula na corrente sanguínea. 
Padrão no diabetes tipo 1:. 
-Pâncreas não produz insulina 
-Indivíduos jovens 
-Indivíduos magros 
Diabetes tipo 2 
1. A glicemia aumenta após refeição. 
2. Função da célula beta do pâncreas diminui, 
resultando em deficiência de secreção de 
insulina. (sobrecarga de glicose) 
3. O músculo esquelético e resistente à 
insulina, diminuindo captação de glicose. 
4. Diminuição da efetividade de insulina 
promove o aumento da liberação de glicose 
pelo fígado. 
Padrão no diabetes tipo 2: 
-O organismo não utiliza bem a insulina 
-Indivíduos com mais de 35 anos 
-Obesos 
 
Diabetes gestacional 
Na diabetes gestacional há aumento dos níveis de 
glicose durante a gestação. Geralmente retorna o 
normal após o parto. Risco aumentado de 
desenvolver tipo 2. Aumenta riscos de aborto. 
 
 
Características: 
Placenta (HPL) aumenta a resistência à insulina. -> 
Pâncreas produz mais insulina -> Assintomático 
Parâmetros: 
Glicemia em jejum -> 92 mg/dl 
Após 1h- 180 mg/dl 
Após 2h- 153 mg/dl 
Bebês gigantes: 
Alto nível de glicose no sangue da mãe -> Aumenta 
consumo de glicose pelo feto -> Causa bebês com 
alto peso. 
 
Fatores de risco 
-História familiar 
-Obesidade 
-Hipertensão Arterial 
 
Sinais e sintomas 
-Visão turva 
-Aumento do apetite 
-Poliúria: urina aumentada 
-Cansaço fácil 
-Polidipsia: muita sede 
-Xerostomia: boca seca 
-Emagrecimento 
-Hálito cetônico 
 
Métodos para avaliação da glicemia 
-Glicemia em jejum: capilar e venosa 
-Glicemia pós-prandial: capilar e venosa 
-Hemoglobina glicada: a hemoglobina é uma proteína 
dos glóbulos vermelhos presente naturalmente nos 
eritrócitos humanos que é útil na identificação de 
altos níveis de glicemia durante períodos 
prolongados, encontrada dispersa no vaso sanguíneo. 
-> Quanto maior a exposição da hemoglobina a 
concentrações elevadas de glicose no sangue, maior 
é a formação dessa hemoglobina glicada. -> A 
formação da hemoglobina glicada é irreversível, e 
seu nível sanguíneo depende da vida media da 
hemácia (cerca de 120 dias) e da concentração de 
glicose no sangue. 
 
 
Níveis glicêmicos recomendados 
-Glicemia normal: Jejum- <100/ 2h após 75g de 
glicose- <140 
-Tolerância à glicose diminuída: Jejum- >100 a <126/ 
2h após 75g de glicose- ≥ 140 a < 200 
-Diabetes mellitus: Jejum- ≥ 126/ 2h após 75g de 
glicose- ≥ 200/ Casual- ≥ 200 (com sintomas clássicos) 
-HbA1c > 6,5% 
 
Critérios diagnósticos 
-Hemoglobina glicada maior ou igual a 6,5% 
-Glicemia em jejum maior ou igual a 126mg/dl 
-TOTG maior ou igual a 200mg/dl 
-Glicemia randômica (casual) maior que 200mg/dl + 
sintomas hiperglicemia. 
 
Complicações do diabetes 
-Retinopatia diabética 
-Nefropatia diabética 
-Neuropatia diabética 
-Pé diabético 
-Infarto do miocárdio e acidentes vasculares 
-Infecções 
-Doença periodontal e gengivite 
 
Neufropatia diabética 
O rim tenta remover a glicose -> Há alterações nos 
vasos sanguíneos dos rins -> Perda de proteína na 
urina -> Consequente redução da função renal-
paralisação total. 
 
Infecções 
Altera os neutrófilos aumentando o risco de 
infecções. 
 
Doença periodontal 
-Maior prevalência 
-Maior severidade 
-Doença periodontal: Glicose -> Glicemia alta 
 
 
Alterações na cavidade oral 
- Xerostomia/ Síndrome da ardência bucal 
- Infecções bacterianas, virais e fúngicas (candidose) 
-Retardo na cicatrização de feridas 
-Incidência e gravidade de cáries aumentada (por 
conta da quantidade de glicose presente na saliva e 
diminuição do fluxo salivar) 
- Gengivite e doença periodontal 
Atendimento odontológico 
- Inicio da manhã 
-Avaliar a hemoglobina glicada e glicemia em jejum 
- Paciente alimentado 
- Tomando as medicações normalmente 
 
Sintomas de hipoglicemia 
-Pele pálida 
-Dor de cabeça 
-Fraqueza 
-Fome 
-Tremor 
-Sudorese 
-Visão turva 
-Cambaleando 
-Tontura 
-Confuso

Mais conteúdos dessa disciplina