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Patologias Embrionárias do Sistema Circulatório

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GABRIELLA PACHECO – MED102 09/09/2019 
PATOLOGIAS EMBRIONÁRIAS DO SISTEMA CIRCULATÓRIO 
❖ Tronco Arterioso Persistente 
 
Tronco da artéria pulmonar e da aorta estão juntos, 
havendo uma mistura de sangue oxigenado e não 
oxigenado na circulação. Os 
pacientes apresentam cianose leve, hiperfluxo pulmonar 
significativo, insuficiência cardíaca, desmaios, deve 
operar o mais cedo possível. 
 
❖ Defeito do Tabique Interventricular 
 Pode causar fadiga, sudorese, respiração pesada / rápida / 
congestionada, levar a hipertensão arterial pulmonar. Em 
crianças com síndrome de Down, isto ocorre mais precocemente. 
Trata-se de uma cardiopatia congênita onde existe uma 
comunicação entre o ventrículo direito e o ventrículo esquerdo 
que não deveria existir. Ocorre mais frequentemente em homens 
do que em mulheres 
 
❖ Transposição dos Grandes Vasos 
 Sintomas: Cianose, pele pálida, taquicardia, fraqueza, edemas. O 
reparo cirúrgico definitivo deve ser feito durante a primeira semana 
de vida. 
 
 
❖ Persistência do ducto arterioso 
 É a persistência, após o nascimento, da conexão fetal (ducto 
arterioso) entre a aorta e a artéria pulmonar. Na ausência de outras 
anormalidades cardíacas estruturais ou resistência vascular 
pulmonar elevada, o desvio na PDA será da esquerda para a direita 
(da aorta para a artéria pulmonar). Os 
sintomas podem incluir incapacidade de ganhar peso, alimentação 
insuficiente, taquicardia e taquipneia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
GABRIELLA PACHECO – MED102 
 
❖ Tetralogia de Fallot 
Um grande deslocamento da aorta 
sobrepõe o septo interventricular, 
resultando no recebimento de sangue 
do ventrículo esquerdo e ventrículo 
direito. Os sintomas incluem cianose, 
dispneia durante a refeição, déficit de 
crescimento e crises hipercianóticas. 
Os 3 primeiros compõem a trilogia de 
Fallot. 
1. Defeito do tabique (septo) 
interventricular 
2. Hipertrofia ventricular direita 
3. Estenose da artéria pulmonar (obstrução do fluxo de saída ventricular direita) 
4. Cavalgamento da aorta 
 
 
❖ Dextrocardia 
 O tubo cardíaco se dobra para a esquerda invés de para 
a direita, o coração e seus vasos são deslocados para a 
direita. A dextrocardia é o defeito de posicionamento do 
coração mais frequente e, caso não houver nenhuma 
outra anomalia vascular associada, ele funciona 
normalmente. Alguns dextrocardíacos tem as vísceras 
espelhadas. 
 
 
 
 
❖ Acardia 
O coração não desenvolve a partir do quadrilocular em linha, abortamento em 3 ou 4 meses. 
 
❖ Arco Aórtico Direito 
Pode vir acompanhado de vísceras em espelho 
 
 
 
 
 
GABRIELLA PACHECO – MED102 
 
❖ Estenose Aórtica 
 
É um estreitamento da abertura da válvula aórtica que 
bloqueia (obstrui) o fluxo de sangue do ventrículo esquerdo 
para a aorta e gera trabalho extra para o coração, resulta em 
hipertrofia do ventrículo direito. Diminuição da luz do vaso. 
 
❖ Atresia Pulmonar 
Atresia pulmonar é o defeito cardíaco caracterizado pela má 
formação da valva pulmonar, podendo impedir o desenvolvimento correto do ventrículo direito. 
Trata-se de uma má formação congênita em que o orifício da valva não consegue se desenvolver. 
 
 
❖ Atresia da válvula tricúspide 
Atresia tricúspide é uma cardiopatia congênita cianótica, 
decorrente da ausência da conexão atrioventricular direita 
ou imperfuração da valva tricúspide, tendo como 
consequência a não comunicação direta entre átrio e 
ventrículo direitos. 
 
❖ Comunicação do orifício interatrial 
A comunicação interatrial trata-se de 
uma cardiopatia congênita, que se 
caracteriza pela presença de um 
orifício anormal no septo interatrial, 
permitindo a comunicação entre o 
sangue que está passando no átrio 
esquerdo e no átrio direito, pode 
haver persistência do ducto arterioso. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
GABRIELLA PACHECO – MED102 
 
❖ Coarctação da aorta 
 A coarctação é caracterizada por uma 
constrição aórtica de comprimento variável, 
estreitamento localizado na luz da aorta, que 
provoca hipertensão das extremidades 
superiores, hipertrofia do ventrículo 
esquerdo e má perfusão de órgãos 
abdominais e extremidades inferiores. Os 
sintomas variam com a gravidade da 
anomalia e vão desde cefaleia, dor torácica, 
extremidades frias, fadiga e claudicação das 
pernas