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• Nosso sinusal: marca-passo do coração > CONTRAÇÃO DOS ÁTRIOS; • FC normal: 60 (50) à 100 bpm; • 2 átrios contraem primeiros dos ventrículos > juntos > primeiro átrio, depois ventrículo; • Impulso gerado e após a passagem pelos átrios > seguem para outro marca-passo: NODO AV > segue o feixe HIS- PURKINJE; • Estímulo do NS enviado para os ventrículos > CONTRAÇÃO DOS VENTRÍCULOS; • NODO AV consegue gerar impulsos próprios entre 40 a 60 bpm, porém, em condições normais ele “espera” o sinal dos átrios/NODO SINUSAL para poder enviar o estímulo para os ventrículos contraírem. Em situações de bloqueio de ramos AV, os impulsos não chegam até o NODO AV, fazendo com que ele libere impulsos menores para a contração dos ventrículos. Nesse caso, átrios e ventrículos apresentam estímulos diferentes. • Sentido dos impulsos: o Cima para baixo; o Direita para a esquerda; o Trás para frente. • O eletro, basicamente, depende do ponto de vista sobre o coração > são as derivadas > que “enxergam” diferente os impulsos do coração > e isso gera os traçados do ECG; • PLANOS FRONTAIS! • PONTOS ANATÔMICOS 1: o Braço direito para braço esquerdo > R para L > DI; o Braço direito para pés: R > F > DII; o Braço esquerdo para pés: L > F > DIII. o Estabelecidos os 3 pontos de observação, em que o coração fica no meio do triângulo formado pelas retas que ligam esses 3 pontos. • PONTOS ANATÔMICOS 2: o “Olhando” do coração para os 3 pontos; o Para o braço direito: aVR; o Para o braço esquerdo: aVL; o Para os pés: aVF o A significa “AMPLIADO” nesses pontos; • PAREDES: o Lateral direita: aVR o Inferiores: aVF, DII e DIII; o Laterais esquerda: aVL e DI • Paredes laterais: V5 e V6; • Paredes septais: V1 e V2; • Pareedes anteriores: V3 e V4 • ONDA P: o Despolarização dos átrios; • INTERVALO PR: o Condução do impulso elétrico > A-V; • QRS: o Despolarização dos ventrículos; • SEGMENTO ST: o Período refratário até que seja repolarizado; • ONDA T: o Repolarização dos ventrículos.