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Teoria das Colisões

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porque na placa há um ímã de 
neodímio, que é muito potente, faz com que a bola lançada inicialmente sofra 
ação do campo magnético, logo, a bola é fortemente acelerada. Portanto, o 
professor conclui que há sim a conservação do momento. 
Figura 8 – Práticas para o Ensino de Física I - Aula 08 – Colisões, [21:54] 
 
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=AXztP7QjWFg 
 
3 PESQUISA 
3.1 RECOMENDAÇÃO 
O vídeo “Experimento: Colisão de bolinhas de gude” apresentado pelo 
aluno Jeferson é uma proposta voltada para a conservação do movimento linear. 
Inicialmente, o aluno apresenta os materiais a serem utilizados, que são: uma 
cola, nove bolas de gude com três tamanhos distintos, quatro espetos e uma 
cartolina. Em seguida, ele realiza a montagem. Para isso, faz a colagem dos 
espetos na cartolina, os deixando paralelos, com espaço de aproximadamente 
um dedo. 
 
 
 
 
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Figura 9 – Experimento: Colisão de bolinhas de gude, [5:42] 
 
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=mPpvR8gHDNM 
Ao decorrer do vídeo, o aluno posiciona quatro bolas de gude no centro, 
e uma mais afastada para dar impulso. Ele diz que a bola a ser impulsionada irá 
adquirir uma certa velocidade e uma quantidade de movimento. Ao realizar esse 
procedimento, a bola colide com as demais e movimenta apenas a última. Ele 
repete o feito com duas bolas e as demais são espalhadas. Posteriormente, ele 
posiciona sete bolas de gude com tamanhos distintos no centro, e duas com 
tamanhos similares no início para impulsionar e movimenta as duas últimas. Por 
último, ele coloca apenas uma bola grande no centro e uma menor no início, e 
diz que a bola de gude menor parou por um momento ao colidir com a bola de 
gude maior, fazendo com que a maior saísse com um pouco de velocidade. 
Figura 10 – Experimento: Colisão de bolinhas de gude, [5:42] 
 
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=mPpvR8gHDNM 
Por fim, o aluno explique que isso acontece porque a quantidade de 
movimento que a bola menor tinha antes da colisão foi compensada depois da 
colisão pela massa da bola maior, então a bola maior sairá com a velocidade 
menor, mesmo possuindo massa superior, o que acaba compensando na 
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quantidade total de movimento do sistema. Antes da colisão, a quantidade total 
de movimento do sistema era somente da bola menor com velocidade maior, 
então, ela para e a quantidade total do sistema será somente da maior. Portanto, 
a quantidade de movimento inicial será a mesma da quantidade de movimento 
final. 
Figura 11 – Experimento: Colisão de bolinhas de gude, [5:42] 
 
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=mPpvR8gHDNM 
 
3.2 ANÁLISE CRÍTICA 
Figura 12 – Experimento: Colisão de bolinhas de gude, [5:42] 
 
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Gy7MccacfOQ 
a) Pontos fortes: o vídeo é rápido e direto; os alunos conceituam o assunto 
antes da prática, apresentando seus tipos e diferenças; possui cenário 
criativo; fazem uma demonstração do assunto de acordo com o cenário e 
conseguem explicar todo o assunto. 
b) Pontos fracos: os alunos deveriam introduzir o vídeo com cada 
componente se apresentando; alguns alunos pareciam estar com o texto 
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decorado; poderiam finalizar o conteúdo com uma breve conclusão, 
alguns componentes falaram rápido, impossibilitando de entender em 
certos momentos. 
 
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Através da realização do experimento, pôde-se compreender que, a 
colisão se dá pela interação entre dois ou mais corpos sem interações entre si, 
acarretando na alteração do estado final desses corpos. 
A associação do vídeo do curso da UNIVESP ao relatório foi de grande 
importância, porque os professores responsáveis por ministrar a aula 
conseguiram explicar completamente o assunto, sanando todas as dúvidas. A 
realização das práticas abordadas foi extremamente importante pois 
conseguiram nos explicar com diferentes aspectos sobre o tema abordado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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REFERÊNCIAS 
BISQUOLO, Paulo A. Colisões (2) – Tipos. Disponível em: < 
https://educacao.uol.com.br/disciplinas/fisica/colisoes-2-tipos.htm>. Acesso em 
22 mai 2021. 
DA SILVA, Domiciano Correa Marques. Colisões unidimensionais. Disponível 
em: <https://mundoeducacao.uol.com.br/fisica/colisoes-unidimensionais.htm>. 
Acesso em 22 mai 2021. 
TEIXEIRA, Mariane Mendes. Colisões elásticas e inelásticas. Disponível em: 
<https://mundoeducacao.uol.com.br/fisica/colisoes-elasticas-inelasticas.htm>. 
Acesso em 22 mai 2021 
COLISÕES. Disponível em: <https://propg.ufabc.edu.br/mnpef-sites/leis-de-
conservacao/colisoes/#:~:text=Em%20f%C3%ADsica%2C%20entendemos%20
como%20processo,desses%20corpos%2C%20como%20a%20velocidade.>. 
Acesso em 22 mai 2021.