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11 Nilza Abrão Nhantumbo Nilza Moisés Munguambe Saria Da Glória Moiane Tatiana António Mhula Valério Calado Zivane Abordagens macro-sociais Licenciatura em Psicologia Social e das Organizações 2o Ano Pós-laboral Universidade Pedagógica de Maputo Maputo 2021 Nilza Abrão Nhantumbo Nilza Moisés Munguambe Saria Da Glória Moiane Tatiana António Mhula Valério Calado Zivane Abordagens macro-sociais Licenciatura em Psicologia Social e das Organizações Trabalho de pesquisa da cadeira de Introdução a Psicologia Social e das Organizações a ser apresentado ao Departamento de Ciências de Educação e Psicologia na FACEP, para os fins avaliativo, sob orientação da docente. Docente: Doutora Mery António Universidade Pedagógica de Maputo Maputo 2021 ÍNDICE 0. Introdução 3 1. Metodologia 3 2. Origem da Teoria de Sistemas 4 3. Percursores e suas contribuições 5 4. Objectivos 5 5. Principais premissas 6 6. Contribuições da Teria de Sistemas 6 7. Críticas 7 8. Conclusão 9 9. Referências Bibliográficas 10 Introdução No presente trabalho abordar se à aspectos relacionados com o conceito das abordagens macro sociais das organizações tendo em vista as perspectivas de Marx e do anarquismo proposto por Pierre-Joseph Proudhon. Marx realizou estudos económicos publicados na série de livros O capital, em parceria com Friedrich Engels, bem como escreveu e teve a publicação póstuma de seus Manuscritos económico políticos, em que estudou a organização política da Europa após a Revolução Industrial. O anarquismo é uma teoria política que surgiu com o político francês Pierre-Joseph Proudhon e teve grande divulgação com o russo Mikhail Bakunin. Tem como principal característica a supressão total do Estado e a eliminação do capitalismo.O pensamento anarquista passou por algumas modificações entre os seus autores clássicos e outros teóricos do século XX. Proudhon criticou o Estado, defendeu a supressão dele a partir da política, também era contra o capitalismo e a propriedade privada. Bakunin foi mais radical ao implantar a ideia de um anarquismo terrorista, implantado mediante uma revolução popular baseada na agitação popular, na força e nas manifestações violentas. 1.Metodologia de trabalho Para a realização deste trabalho, recorreu-se a uma pesquisa bibliográfica, visando recolha de dados que fundamentam os assuntos relacionados com o tema. E será feita mediante a técnica de análise documental, consistindo na busca do acervo bibliográfico que sustenta o tema em investigação. 1. Origem da Teoria de Sistemas Perspectiva marxista Materialismo histórico e dialéctico Materialismo histórico e dialéctico é o nome da teoria desenvolvida por Marx e Engels. Marx realizou estudos económicos publicados na série de livros O capital, em parceria com Friedrich Engels, bem como escreveu e teve a publicação póstuma de seus Manuscritos económico políticos, em que estudou a organização política da Europa após a Revolução Industrial. Marx foi profundamente influenciado pelo filósofo Georg Wilhelm Friedrich Hegel, que havia formulado uma teoria dialéctica baseada na ideia da formação de um espírito de época, que, segundo seu autor, era uma espécie de ideia metafísica e colectiva que fazia com que as pessoas vivessem de certo modo. No início, Marx foi adepto dessa teoria, porém, com o passar do tempo, ele percebeu contradições internas nela. Uma delas foi a ideia de imobilidade das classes sociais. Enquanto a teoria hegeliana admite uma imobilidade metafísica das classes, Marx admitia ser possível o oposto: a subversão das classes. Tal subversão somente seria possível por meio de uma revolução. Para Marx e Engels, há uma contradição interna no sistema capitalista que faz com que os trabalhadores (proletariado) vejam-se como produtores de tudo por meio de sua força de trabalho, mas excluídos do sistema educativo, de saúde e de segurança. Os trabalhadores produzem, mas não conseguem ter acesso aquilo que lhes é de direito. A burguesia, por sua vez, não trabalha (na visão marxista, os burgueses apenas administram aquilo que o proletariado produz), mas desfruta daquilo que rende do trabalho proletário e ainda tem acesso aos serviços de saúde, educação e segurança. Essa contradição fez com que Marx e Engels pensassem em uma aplicação prática das ideias resultantes do materialismo histórico dialéctico. Para os teóricos alemães, os trabalhadores deveriam tomar consciência de classe e perceber que estão sendo enganados nesse sistema. A partir daí, eles deveriam unir-se e tomar o poder das fábricas das mãos da burguesia e o poder do Estado, que, segundo Marx e Engels, serve à burguesia. A revolução do proletariado, como Marx denominou, seria a primeira fase de um governo que tenderia a chegar ao seu estado perfeito: o comunismo, uma utopia em que não haveria classes sociais (como burguesia e proletariado). No entanto, para isso, seria necessário um governo ditador baseado na força proletária, a ditadura do proletariado. Durante esse tempo, as classes sociais seriam suprimidas pela estatização total da propriedade privada. Braverman é considerado uma referência inquestionável do processo de trabalho marxista. Burawoy (1983) não se restringe a Braverman; apresenta um Marx não dialéctico, como portador de uma descrição do regime fabril restrito ao momento coercitivo. Supõe-se que Marx teria visto apenas esse momento da produção historicamente determinada. Por diferença, no contemporâneo, em que a dependência do trabalho em relação ao capital é alegadamente menor, o método não pode ser outro senão a produção ideológica. Essa posição de Burawoy em relação à produção é a mesma que muitos gramscianos sustentam em relação ao Estado, posição segundo a qual em Marx vigeria uma “concepção restrita” do Estado (COUTINHO, 1996; 2012), estacionado no momento coercitivo. Existem provas, porém, que colocam em dúvida este último entendimento (PAÇO CUNHA, 2014), tendo também em mente que o modo coercitivo do Estado é “impossível como a forma política normal da sociedade, insuportável mesmo para a massa das classes médias” (MARX, 2011a, p. 171). Existem provas, ainda, no que tange à produção (cf. PAÇO CUNHA, 2010, p. 310-326), uma vez que Marx demonstrou que no lugar do chicote surge o manual de penalidades: um tipo de regulação social do processo de trabalho nesse momento do desenvolvimento da produção capitalista que dista de uma mera coerção. Dito de outra forma, Marx já apreendia em seu tempo a transição da coerção mais directa e violenta durante o processo de génese do capitalismo às formas mais sutis de exercício do “poder de direcção” (MARX, 1985, p. 484), na medida em que, inclusive, “no evolver da produção capitalista desenvolve-se uma classe de trabalhadores que, por educação, tradição e hábito, reconhece as exigências desse modo de produção como leis naturais e evidentes por si mesmas” (MARX, 2013, p. 808). O ponto central para Braverman é que, com o desenvolvimento do fordismo e com o espraiamento dessa lógica da produção para virtualmente todas as demais esferas económicas, ilustra-se a [...] regra de que a classe trabalhadora está progressivamente submetida ao modo capitalista de produção, e às formas sucessivas que ele assume, apenas à medida que o modo capitalista de produção conquista e destrói todas as demais formas de organização do trabalho, e com elas, todas as alternativas para a população trabalhadora (BRAVERMAN, 1977, p. 132, grifo do autor). Perspectiva anarquista Anarquismo, uma perspectiva filosófica e política que abrange um conjunto amplo e heterogéneo de autores, mas cuja base se define a partir de uma crítica ao autoritarismo, à propriedade e à dominação, defendendo um sistema de auto-organização social dos trabalhadores modernos que se notabilizou através dos conceitos de autogestão e autogoverno (CORREA, 2015). O anarquismo é uma teoria política que surgiu com o político francês Pierre-Joseph Proudhon e teve grande divulgação com o russo Mikhail Bakunin. Tem como principal característicaa supressão total do Estado e a eliminação do capitalismo. O pensamento anarquista passou por algumas modificações entre os seus autores clássicos e outros teóricos do século XX. Proudhon criticou o Estado, defendeu a supressão dele a partir da política, também era contra o capitalismo e a propriedade privada. Bakunin foi mais radical ao implantar a ideia de um anarquismo terrorista, implantado mediante uma revolução popular baseada na agitação popular, na força e nas manifestações violentas. Em Proudhon, é possível identificar alguns dos seus princípios constitutivos. O entendimento sobre mutualismo, a gestão colectiva, o federalismo, a autonomia, a relação sobre o trabalho e a razão colectiva, é desenvolvida e analisada durante a construção deste artigo. Proudhon fala sobre a desigualdade social e como ela está constituída. Ele diz que o povo não compreende que a principal causa da desigualdade social é a “propriedade privada”, pois é através do acúmulo e concentração de capital que ocorre o desequilíbrio e as diferenças sociais. Devido a essa forma de economia, é gerada a pobreza e a riqueza de forma directamente proporcional, como o autor afirma. Ele descreve que nenhum homem sozinho consegue produzir suas próprias necessidades, mas somente através do colectivo, ultrapassa as necessidades económicas. Proudhon também favoreceu associações dos trabalhadores, cooperativas e movimentos sindicais. Suas ideias se espalharam por todo o mundo rapidamente. Em 1848, participou da revolução e logo após foi preso por conta de suas críticas a Napoleão III, entre 1849 a 1852. Durante esse período, mais especificamente em 1851, o autor publica seu livro: “Ideia geral de revolução no século XIX”, onde ele escreve sobre uma sociedade federalista e sem um governo central, onde a organização social seria baseada em comunas autogeridas. A concepção trazida por Malatesta nega a ideia de um socialismo ou anarquismo científicos. Tratar-se-ia de uma mistura inadequada de conceitos que são distintos por natureza. Nas palavras de Malatesta: o cientificismo (não digo a ciência) que prevaleceu na segunda metade do século XIX produziu a tendência de considerar verdades científicas, ou seja, leis naturais e, portanto, necessárias e fatais, o que era somente o conceito, correspondente aos diversos interesses e às diversas aspirações, que cada um tinha de justiça, progresso etc., da qual nasceu ‘o socialismo científico’ e, também, o ‘anarquismo científico’ que, mesmo professados por nossos grandes representantes, sempre me pareceram concepções barrocas, que confundiam coisas e conceitos distintos por sua própria natureza. (MALATESTA, 2007, p. 39-40) Para Malatesta: o anarquismo é, distintamente, uma aspiração humana, que não se funda em nenhuma necessidade natural verdadeira ou supostamente verdadeira, mas que poderá se realizar segundo a vontade humana. Aproveita os meios que a ciência proporciona ao homem na luta contra a natureza e contra as vontades contrastantes; pode tirar proveito dos progressos do pensamento filosófico quando estes servem para ensinar aos homens a raciocinar melhor e a distinguir com maior precisão o real do fantástico; mas não se pode confundi-lo, sem cair no absurdo, nem com a ciência e nem com qualquer sistema filosófico. (MALATESTA, 2007, p. 43) 2. Percursores e suas contribuições Os autores clássicos mais relevantes relativamente as situações negativas do funcionamento organizacional são: Karl Marx, Pierre-Joseph Proudhon e Errico Malatesta. Estes autores destacaram os aspectos perversos das organizações da época. Harry Braverman - Harry Braverman (1920 - 1976)] foi um marxista, trabalhador, economista político e revolucionário americano. Nascido na cidade de Nova York em uma família de classe trabalhadora, Braverman trabalhou em uma variedade de indústrias de metalurgia antes de se tornar editor da Grove Press e, posteriormente, da Monthly Review Press, onde trabalhou até sua morte aos 55 anos em Honesdale, Pensilvânia. Braverman é mais conhecido por seu livro de 1974, Labor and Monopoly Capital: The Degradation of Work in the Twentieth Century, ] “um texto que literalmente baptizou o campo emergente dos estudos do processo de trabalho” e que por sua vez “revigorou as sensibilidades intelectuais e reviveu o estudo do processo de trabalho em campos como história, sociologia, economia, ciência política e geografia humana. Michael Burawoy (1948-) é um sociólogo marxista britânico, mais conhecido como o autor de Manufacturing Consent: Changes in the Labor Process under Monopoly Capitalism, um estudo sobre trabalho e organizações, tematizando o efeito degradante do capitalismo sobre o trabalho na América. Pierre Joseph Proudhon, Filósofo francês (15/1/1809-19/1/1865), um dos principais teóricos do anarquismo. Nasce em Besançon, em família pobre. Sem condições financeiras para frequentar a escola, estuda sozinho. Aos 18 anos, começa a trabalhar como tipógrafo. Em 1840 publica o livro O Que É a Propriedade?, no qual observa que ela só causa danos à estrutura social: "A propriedade é um roubo", afirma. Em 1846 lança Filosofia da Miséria. Defende a organização da sociedade sem o controle de nenhuma autoridade imposta, baseada no auxílio mútuo entre as pessoas na esfera da produção e do consumo, com a criação de pequenas associações. Errico Malatesta foi um importante militante e teórico anarquista italiano. Nasceu em dezembro de 1853 numa pequena cidade situada na província de Caserta. Filho de uma família de comerciantes, teve condições para estudar num Liceu e, posteriormente, ingressar na Faculdade de Medicina (Universidade de Nápoles). Murray Bookchin (Nova Iorque, 14 janeiro de 1921 Burlington, Vermont, 30 de julho de 2006) foi um escritor anarquista estado-unidense, fundador da escola da Ecologia Social. Na juventude foi influenciado pelo marxismo e mais tarde derivou para o trotskismo mas foi gradualmente ficando cada vez mais desiludido com a coerção que viu como inerente ao marxismo-leninismo. Em alguns meios ficou conhecido por fazer críticas devastadoras ao marxismo usando linguagem marxista convencional. Nos anos 60 foi membro da Liga Libertária. Durante os anos 1950 e 60, Bookchin construiu sobre os legados da filosofia social utópica e da teoria crítica, mudando a primazia do marxismo na esquerda e ligou crises ecológicas e urbanas contemporâneas aos problemas do capital e hierarquia social em geral. Bookchin permaneceu um anti-capitalista radical defensor da descentralização da sociedade. Foi influente no movimento antiglobalização. Em meados dos anos 1990 fundou o municipalismo. Alguns dizem que neste momento rompeu com o anarquismo. Entretanto suas ideias são cada vez mais uma flexização das ideias anárquicas. Bookchin é o autor de alguns livros importantes, incluindo Anarquismo Pós-Escassez, A Ecologia da Liberdade, Sociobiologia ou Ecologia Social?, Para uma Tecnologia Libertadora, e outras obras tratando do Municipalismo Libertário. Ele é uma das inspirações da guerrilha curda do PKK. 3. Objectivos O objectivo de abordagens macrossociais das Organizações, além de investigar padrões que influenciam na implantação, na expansão e no desenvolvimento das organizações, é o de promover e avaliar os fenómenos em torno das inter-relações sociais dentro da organização que será analisada e em todos os sectores da mesma. 4. Contribuições A perpectiva marxista de Braverman supervaloriza a incidência de fragmentação do trabalho e formas directas de controle e desconsidera o impacto da mecanização alcançado com o surgimento da indústria em grande escala e as novas formas de controle associados. Embora esta responsabilidade seja atribuída à sua alegada ortodoxia marxista, na verdade, exatamente o oposto pode ser afirmado: as fraquezas do trabalho de outra forma notável de Harry Braverman são baseadas em seu abandono de alguns conceitos marxistas cruciais. Afirmamos que os processos de trabalho, considerado convencionalmente taylorista ou fordista pode ser reconceptualizado em termos marxistasclássicos, permitindo uma melhor compreensão da dinâmica de conflitos em matéria de processo de trabalho. As contribuições da teoria das organizações que apontaremos aqui serão apresentadas pela abordagem dos seguintes temas: a organização como sistema social complexo e seu papel na composição dos mercados; a interacção com o ambiente; a racionalidade dos atores económicos; e a questão do poder nas organizações e na economia: aspectos micro e macro. Interação com o ambiente - A relação entre as organizações e o ambiente tem recebido uma atenção crescente dos autores da teoria das organizações nas últimas décadas. Uma das correntes tradicionais que dominou as análises nesse campo foi o chamado “modelo da selecção natural”, baseado na biologia, segundo o qual os factores ambientais selecionavam as organizações que melhor se adaptassem ao ambiente (Aldrich, 1971). Os princípios desse modelo tiveram uma grande aplicação nas primeiras fases dos estudos no campo da estratégia, onde se deu ênfase à questão do planeamento, sendo este concebido como uma reacção das organizações às influências ambientais (Déry, 1995). Nessa concepção, o ambiente era então reduzido à sua dimensão econômica e formado pelos parceiros essenciais às empresas, no desempenho de seu negócio, quais sejam: fornecedores (de capital, de mão de obra e de insumos), concorrentes atuam e potenciais, e os clientes. As acções do Estado e dos demais agentes sociopolíticos seriam então mediadas por essas relações que a empresa teria com seus parceiros económicos. A questão do poder nas organizações e na economia: aspectos micro e macro - A busca da compreensão da influência das relações de poder dentro e fora do universo organizacional tem guiado o interesse de diversos pesquisadores no campo da teoria das organizações, especialmente após a década de 1960, a partir da ampliação da influência das abordagens críticas. Inicialmente interessados em analisar o poder no interior das organizações, esses pesquisadores se concentraram em identificar as fontes, os métodos e as implicações do poder nas organizações (Handy, 1978). Num segundo momento, as pesquisas se voltaram também para a compreensão do ambiente externo, buscando ir além das fronteiras da organização. 5. Conclusão Ao longo do trabalho apresentamos várias dificuldades em falta de conteúdo e ao material para a sua realização, mesmo tendo atravessado várias dificuldades chegamos a conclusão que as abordagens macro sociais dividem se em diversas perspectivas e tem vários objectivos, como na influência da expansão, implantação e no desenvolvimento das organizações; é também importante salientar que a teoria geral de sistema é muito significativa tendo em vista a necessidade de se avaliar a organização como um todo e não somente em departamentos ou sectores como disse Proudhon, nenhum homem sozinho consegue produzir suas próprias necessidades. REFERÊNCIAS BRAVERMAN, Harry. Trabalho e Capital Monopolista: A Degradação do Trabalho no Século XX. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987. BOUGLÉ. Célestin. A sociologia de Proudhon. São Paulo: Imaginário, 2014; CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações. 7ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. FERREIRA, J. M. e CASACA, Sara Falcão (2001). Abordagens macro-sociais e críticas das organizações. In FERREIRA, J. M. Carvalho, NEVES, José e CAETANO, António (Coords) (2001). Psicossociologia das Organizações. Alfragide: Editora McGraw-Hill de Portugal, L.da, 167-216, p. 191