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Acadêmica: Geovana de Oliveira Almeida Diante os estudos realizados pude perceber que segundo alguns autores, os surdos devem aprender a língua de sinais desde cedo, quando ainda bebê, para que esta assume o papel de língua materna, os pais desde cedo devem ajudar a introduzir a língua de sinais, as crianças começa a realizar alguns sinais que não devem ser desperdiçados, os pais devem estimular a língua sinalizada, pois, o gesto é um canal de comunicação eficiente que podem ser aplicados já nos primeiros meses de vida de um bebê, como eles estão em fase de desenvolvimento, adquirir a linguagem por meio de movimentos corporais e expressões faciais é a forma mais simples para os bebe se comunicarem. Petitto & marantette (1991) realizam um estudo sobre o balbucio em bebes surdos e bebes ouvintes no mesmo período de desenvolvimento (desde o nascimento até por volta dos 14 meses de idade). Elas verificaram que o balbucio é um fenômeno que ocorre em todos os bebês, surdos assim como ouvintes, como fruto da capacidade inata para a linguagem. As autoras constataram que essa capacidade inata é manifestada não só através de sons, mas também traves de sinais. (Petitto & marantette,1991,65) Quando as crianças nascem e os pais já conseguem identificar que seu filho é surdo, não há uma aceitação, desde então a história dessa criança surda já é marcada por essa tentativa de tornar os surdos iguais aos ouvintes, os pais não consegue aceitar que seu filho precisa de uma ajuda especifica e acaba prejudicando com na construção na aquisição da linguagem em seu filho, isso então ira gerar consequências de aquisição de uma língua tardiamente, pois, ser surdo não gera uma dificuldade de aprendizagem, mas o sistema educacional cria um, se essa criança não for introduzida desde cedo a língua de sinais essa criança terá muitas barreiras pela frente. Após o diagnóstico, muitas vezes recebido pelos pais com resistência e não aceitação55, geralmente a primeira tentativa é a de querer "consertar" os filhos, ou seja, fazer com que eles pareçam, o mínimo possível, diferentes ou deficientes. (Sigolo,2007,93).