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Grupo 23: República Semipresidencialista | Islâmica | África Ana Carolina Luz Arab – RA 8428643; Darlene Silva Gois da Conceição – RA 8416663; Letícia Araújo Ferreira – RA 8307068; Letícia Coloni Lopes – RA 7852546; Michele Oliveira Cardoso – RA 8299146; Etapa 01 · Cada grupo poderá criar um país fictício ou adotar um país existente; · O grupo deverá redigir um texto, contendo as principais características sócio-política-religiosas do país criado, contendo, inclusive, a função de cada elemento do grupo (o grupo irá designar entre seus membros: um governante, uma autoridade religiosa e um juiz). Etapa 02 · Todos do grupo deverão considerar a seguinte questão-problema e dar a solução, que pode ser unânime, ou por maioria. Em julho de 2019, um determinado país (uma Ilha localizada no Atlântico Sul), foi acometido de uma grave catástrofe natural, seguida de uma epidemia gravíssima, que estava prestes a dizimar toda a população sobrevivente da Ilha. A ONU, preocupada com a situação, baixou uma Resolução, determinando que todos os países do mundo (incluindo o país que vocês criaram) deveriam receber, na condição de refugiados, 10.000 habitantes da Ilha em via de extinção. Em vista disso, com o auxílio da ONU, a transferência dessa população foi realizada no mês de novembro de 2019. Ocorre que, no início de 2020, o mundo foi acometido de uma pandemia viral gravíssima – identificada como – IAS20 – sendo que as pesquisas comprovaram que referido vírus é originário da citada Ilha do Atlântico Sul e que todos os habitantes daquela Ilha (incluindo os 10.000 que estão no território do País que vocês criaram) são transmissores do referido vírus, eis que possuem uma molécula em seu DNA que reproduz espontaneamente o tal vírus. DIANTE da trágica comprovação, a ONU determinou que ficará a critério de cada País (incluindo o que vocês criaram) deliberar sobre as providências a serem adotadas com relação à citada população, composta de 10.000 habitantes. Considerem que a ONU proibiu o retorno à Ilha, que está inabitável, bem como a deportação para outro país. Qual o país escolhido? Argélia Quais as principais características sócio-política-religiosas do país? Designação de cada membro e sua função no respectivo país (governante, autoridade religiosa e juiz). Solução da problemática supracitada foi dada por unanimidade ou maioria? Em síntese, em novembro de 2019, diante da Resolução disposta pela ONU (Organização das Nações Unidas), ocorreu a transferência de 10.000 habitantes da Ilha do Atlântico Sul para todos os países do mundo, posto presença de grave catástrofe natural, seguida de epidemia gravíssima acometida no local. Contudo, alguns meses após a inserção dos referidos refugiados em cada país, o mundo foi alvo de uma pandemia viral, identificada como IAS20. Isto posto, após a realização de estudos sobre o vírus contagioso, foi detectado que o mesmo é originário da citada Ilha e que todos os ex-moradores de tal são transmissores em potencial do vírus em questão, eis que portam uma molécula em seu DNA que o reproduz espontaneamente. A fim de estabelecermos uma solução eficaz para o problema em si, bem como, de deliberarmos providências a serem implementadas com relação à citada população, o nosso país dispõe: De acordo com as orientações de praxe da OMS (Organização Mundial da Saúde), inicialmente, depois de reunidos os membros do governo, os mesmos estabelecem que: O controle do surto exige uma coordenação e cooperação entre diversos setores, em especial, um time de campo para: (i) contenção da transmissão com o isolamento social dos infectados; (ii) diagnóstico célere e estabelecimento de grupos e níveis de riscos; (iii) constatação de possíveis complicações e meios de propagação do vírus; (iv) acessibilidade a serviços de laboratórios e equipamentos adequados; (v) tratamento apropriado aos contagiados; (vi) gestão de mortos através de cremação ou enterro; em concomitância com todo o processo listado, se faz imprescindível, (vii) a instalação de meios de prevenção no meio social; e (viii) o estudo para criação de uma vacina. (i) Contenção da transmissão com o isolamento social dos infectados; Num primeiro momento, a quarentena será eficaz para diminuir a velocidade de proliferação do vírus. Assim sendo, deverão ser, de modo imediato, retirados do convívio social, os ex-moradores da Ilha do Atlântico Sul, sintomáticos e assintomáticos, portadores da IAS20. O protocolo inicial será de encaminhar os habitantes a um manicômio distanciado da grande metrópole do país, haja vista que tal não cumpre sua função social de propriedade e possui capacidade para abarcar o montante contaminado. Deste modo, a unidade será inteiramente equipada como um Centro de Tratamento e Recuperação, dividida porquanto por alas de prioridade de intervenção. Destarte, serão devidamente fornecidas roupas de proteção aos profissionais da saúde, entre tais, clínicos gerais, infectologistas, enfermeiros e voluntários em geral, como da mesma maneira, supridos estes de equipamentos esterilizados. Outrossim, equipes de campo do Exército deverão ser designadas a realizar a instrução e a organização de mantimentos e itens de higiene durante todo o período que perdurar o isolamento, as quais irão trabalhar por turnos, a serem estabelecidos em momento oportuno. O reforço a restrições de locomoção entre os demais habitantes do país será fundamental para contenção da transmissão do vírus, devendo porquanto tais permanecerem 21 dias afastados de suas atividades cotidianas e adotarem medidas para que o impacto da pandemia não se prolongue no tempo. Posto isso, locais que causam aglomerações devem cumprir as ordens de suspensão, devendo portanto se manterem ativos tão somente serviços estritamente essenciais. (ii) Diagnóstico célere e estabelecimento de grupos e níveis de riscos; (iii) Constatação de possíveis complicações e meios de propagação do vírus; (iv) Acessibilidade a serviços de laboratórios e equipamentos adequados; Uma medida relevante e indispensável sob muitos aspectos para reduzir os impactos da pandemia e sua extinção é a biossegurança, por se tratar de uma área de conhecimento definida como um conjunto de medidas e procedimentos técnicos, ações, metodologias, equipamentos e dispositivos capazes de prevenir, controlar, reduzir ou eliminar riscos provenientes de atividades que possam comprometer a saúde humana, animal e vegetal, bem como meio ambiente. No momento atual, com o surgimento dessa doença, denominada IAS20, a biossegurança assume um papel de extrema importância para os profissionais de saúde que cumprem um papel crítico na identificação, notificação e gerenciamento de possíveis casos. Nesse sentido, no caso da IAS20, é preciso garantir que qualquer manuseio e processamento de amostras de casos suspeitos ou de confirmação de infecção por presença do vírus sejam realizados em laboratórios adequadamente equipados e por profissionais também adequadamente capacitados nos procedimentos técnicos e de biossegurança. Dessa forma, serão disponibilizados equipamentos de proteção individual (EPI), destinado à proteção aos riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde dos profissionais da saúde. Além das máscaras e luvas, os profissionais de saúde deverão fazer uso de óculos de proteção ou protetor facial, vestimenta de mangas longas ou macacão com pés e capuz impermeáveis, aventais impermeáveis e respiradores, e outros equipamentos de proteção coletiva, tais como as cabines de segurança biológica, quando necessário. Será realizado um investimento de R$ 370 milhões, para a compra de novos equipamentos, sendo mais de 3.300 itens médicos, entre desfibriladores, aparelhos de ultrassonografia e ecocardiograma, entre eles 726 respiradores, mais de mil monitores —- equipamentos necessários para abertura de novos leitos de UTI —— e 27 tomógrafos, que serão instalados em todas as unidades de saúde. (v) Tratamento apropriado aos contagiados; Os pacientes que passarem pelo atendimento no Centro de Triagem, com sintomas do vírus,receberam atendimento prévio na enfermaria, onde é feita uma triagem, para posterior realização do teste para diagnosticar a IAS20. Após a confirmação, a Secretaria de Saúde adotará um protocolo padrão de tratamento destes pacientes confirmados com a doença, com medicamentos prescritos conforme os sintomas apresentados e as fases da doença. O principal objetivo desta proposta é sugerir que o tratamento da IAS20, seja iniciado o mais precocemente possível para aqueles pacientes que forem contemplados pelas indicações referidas, ainda na fase infecciosa (fase I) da patologia, a nível ambulatorial quando houver possibilidade ou mediante internação em casos recomendados. Para pacientes com sinais e sintomas MODERADOS são adotados os seguintes procedimentos: Considerar a Internação Hospitalar; afastar o paciente de outras causas de gravidade e avaliar presença de infecção bacteriana. Em relação aos pacientes com sinais e sintomas considerados graves deve-se proceder o acolhimento e atendimento médico-ambulatorial imediato, ofertando medicação indicada, monitoramento de sinais vitais e hidratação venosa quando necessários. (vi) Gestão de mortos através de cremação ou enterro; (vii) Instalação de meios de prevenção no meio social. (viii) Estudo para criação de uma vacina.