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A injeção supraperiosteal
 Além disso, e talvez ainda mais importante, o emprego de injeções supraperiosteais para anestesia pulpar em múltiplos dentes leva à administração de um maior volume de solução do anestésico local, com consequente aumento do risco de complicações sistêmicas e locais. A injeção supraperiosteal é indicada sempre que os procedimentos odontológicos são confinados a uma área relativamente circunscrita, seja na região dos incisivos maxilares ou mandibulares.
Áreas Anestesiadas. Toda a região inervada pelos grandes ramos terminais desse plexo: polpa e área da raiz do dente, periósteo vestibular, tecido conjuntivo e mucosa
Pontos de referência: a. Prega mucovestibular 
b. Coroa do dente 
c. Contorno da raiz do dente
Bloqueio do Nervo Alveolar Superoposterior 
há vários aspectos que devem ser considerados em seu uso. Estes incluem a extensão da anestesia produzida e o potencial de formação de hematomas. Quando utilizado para obtenção de anestesia pulpar, o bloqueio do nervo ASP é eficaz para o terceiro, o segundo e o primeiro molar. concluíram afirmando que o nervo ASP geralmente é o único responsável pela inervação pulpar do primeiro molar superior e que o bloqueio isolado do nervo ASP usualmente promove anestesia pulpar clinicamente adequada. O risco de uma complicação potencial também deve ser considerado sempre que for usado o bloqueio do nervo ASP. A penetração da agulha muito distalmente pode produzir um hematoma inestético temporário (10 a 14 dias). Antes da realização de um bloqueio do nervo ASP, deve-se sempre levar em consideração o tamanho do crânio do paciente para determinar a profundidade de penetração nos tecidos moles. Uma profundidade “média” de penetração em um paciente com crânio menor que a média pode produzir hematoma, enquanto uma agulha introduzida “na medida certa” em um paciente de crânio maior pode não produzir anestesia de nenhum dente. Deve-se lembrar de aspirar várias vezes antes e durante a deposição do fármaco durante o bloqueio do nervo ASP, para evitar a injeção intravascular inadvertidamente.
Nervos Anestesiados. Alveolar superoposterior e seus ramos. 
Áreas Anestesiadas 1. Polpas do terceiro, segundo e primeiro molares superiores (todo o dente = 72%; raiz mesiovestibular do primeiro molar superior não anestesiada = 28%) 
2. Tecido periodontal vestibular e osso sobrejacente a estes dentes
.Área de introdução: altura da prega mucovestibular acima do segundo molar superior 
3. Área-alvo: nervo ASP — posterior, superior e medial à borda posterior da maxila 
4. Pontos de referência a. Prega mucovestibular
b. Tuberosidade da maxila 
c. Processo zigomático da maxila 
Bloqueio do Nervo Alveolar Superior Médio 
não produz anestesia pulpar distal ao canino superior, o bloqueio do nervo ASM está indicado para procedimentos em pré-molares e para a raiz mesiovestibular do primeiro molar superior. 
Nervos Anestesiados. Alveolar superior médio e ramos terminais. 
Áreas Anestesiadas 1. Polpas do primeiro e segundo pré-molares superiores, raiz mesiovestibular do primeiro molar superior 
2. Tecidos periodontais vestibulares e osso sobre estes mesmos dentes
2. Área de introdução: altura da prega mucovestibular acima do segundo pré-molar superior 
3. Área-alvo: osso maxilar acima do ápice do segundo pré-molar superior 
4. Ponto de referência: prega mucovestibular acima do segundo pré-molar superior
Bloqueio do Nervo Alveolar Superoanterior (Bloqueio do Nervo Infraorbitário) 
Ela produz anestesia profunda da polpa e tecidos moles vestibulares, desde o incisivo central superior até os pré-molaresEmpregado no lugar das injeções supraperiosteais, o bloqueio do nervo ASA necessita de menor volume de solução de anestésico local para se obter uma 
Nervos Anestesiados 1. Alveolar superoanterior 2. Alveolar superior médio 3. Nervo infraorbitário a. Palpebral inferior b. Nasal lateral c. Labial superior
Áreas Anestesiadas 1. Polpas do incisivo central superior até o canino superior do lado da injeção 2. Em cerca de 72% dos pacientes, as polpas dos pré-molares superiores e a raiz mesiovestibular do primeiro molar 3. Periodonto vestibular (labial) e osso destes mesmos dentes 4. Pálpebra inferior, aspecto lateral do nariz, lábio superior
Área de inserção: altura da prega mucovestibular diretamente sobre o primeiro pré-molar superior Nota: A agulha pode ser introduzida na altura da prega mucovestibular, acima de qualquer dente, desde o segundo pré-molar anteriormente até o incisivo central. O trajeto de penetração resultante é em direção à área-alvo, o forame 
Bloqueio do nervo alveolar superoanterior 
O primeiro pré-molar geralmente proporciona o menor trajeto até esta área-alvo. 
3. Área-alvo: forame infraorbitário (abaixo da incisura infraorbitária). 
4. Pontos de referência: a. Prega mucovestibular b. Incisura infraorbitária c. Forame infraorbitário
Bloqueio do Nervo Palatino Maior 
envolvendo os tecidos moles palatinos distais ao canino. Volumes mínimos de soluçãoproduzem anestesia profunda dos tecidos moles e duros do palato. Embora potencialmente traumático, o bloqueio do nervo palatino maior é menos traumático que o bloqueio do nervo nasopalatino, pois os tecidos que circundam o forame palatino maior não estão tão firmemente aderidos ao osso e por isso acomodam melhor o volume de solução depositado.
Nervos Anestesiados. Palatino maior. 
Áreas Anestesiadas. A parte posterior do palato duro e os tecidos moles sobrejacentes, anteriormente até o primeiro pré-molar e medialmente até a linha média
2. Área de introdução: tecidos moles levemente anteriores ao forame palatino maior
 3. Área-alvo: nervo palatino maior (anterior), quando passa anteriormente entre os tecidos moles e o osso do palato duro (Fig. 13-26) 
4. Pontos de referência: forame palatino maior e junção do processo alveolar maxilar e osso palatino 
5. Trajeto da introdução: avançar a seringa a partir do lado oposto da boca formando um ângulo reto com a área-alvo
Bloqueio do Nervo Nasopalatino 
Infelizmente, o bloqueio do nervo nasopalatino tem a característica de ser uma injeção que pode ser muito traumática. 
A primeira técnica envolve apenas uma penetração tecidual, lateralmente à papila incisiva na face palatina dos incisivos centrais superiores. Os tecidos moles nessa área são densos, firmemente aderidos ao osso subjacente e muito sensíveis; esses três fatores se combinam para aumentar o desconforto do paciente durante a injeção. A segunda técnica foi recomendada por vários leitores de edições anteriores desse livro. Ela envolve três punções de agulha, porém, quando executada corretamente, é significativamente menos traumática que a técnica de perfuração única direta. Nela, os tecidos moles vestibulares entre os incisivos superiores são anestesiados (primeira injeção), e depois a agulha é direcionada a partir da face vestibular, atravessando a papila interproximal entre os incisivos centrais em direção à papila incisiva para anestesiar os tecidos superficiais nessa área (segunda injeção). Uma terceira injeção, aplicada diretamente nos tecidos moles palatinos sobrejacentes ao nervo nasopalatino, agora parcialmente anestesiados, é necessária. Embora, sempre que possível, deva ser preferida uma técnica com apenas uma perfuração, a segunda técnica pode produzir uma anestesia nasopalatina eficaz com um mínimo de desconforto.
Nervos Anestesiados. Nervos nasopalatinos bilateralmente.
 Áreas Anestesiadas. Porção anterior do palato duro (tecidos moles e duros) bilateralmente desde a face mesial do primeiro pré-molar direito à face mesial do primeiro pré-molar esquerdo
2. Área de introdução: mucosa palatina imediatamente lateral à papila incisiva (localizada na linha média atrás dos incisivos centrais); o tecido aqui é mais sensível que o restante da mucosa palatina 
3. Área-alvo: forame incisivo, sob a papila incisiva 
Infiltração Local do Palato
Nervos Anestesiados. Ramos terminais dos nervos nasopalatino e palatino maior. 
Áreas Anestesiadas. Tecidos moles na vizinhança imediata da injeção
2. Área de introdução:gengiva inserida, de 5 a 10 mm da margem livre da gengiva (Fig. 13-43) 
3. Área-alvo: tecidos gengivais de 5 a 10 mm da margem livre da gengiva 
4. Pontos de referência: tecido gengival no centro estimado da área de tratamento
Bloqueio do Nervo Alveolar Superior Médio Anterior 
aproximadamente na metade do caminho ao longo de uma linha imaginária conectando a sutura palatina mediana à margem gengival livre. A linha está localizada no ponto de contato entre o primeiro e o segundo pré-molar. A injeção ASMA é mais corretamente descrita como um bloqueio de campo dos ramos terminais (plexo dentário subneural) do nervo ASA, que inerva os dentes incisivos aos pré-molares. Apesar dos estudos que sugeriram que o nervo ASM pode estar ausente numa porcentagem elevada dos indivíduos, um plexo dentário subneural completo deve estar presente para proporcionar inervação aos dentes pré-molares e incisivos em todos os pacientes. É o plexo dentário subneural do nervo ASA que é anestesiado durante na injeção do nervo ASMA. Duas estruturas anatômicas, a abertura nasal e o seio maxilar, causam a convergência dos ramos do nervo alveolar superior anterior e médio e plexo dentário subneural associado, na região dos ápices dos pré-molares). 
O local de injeção é na região de convergência dessas estruturas neurais. Além disso, esta injeção foi considerada muito útil para a raspagem periodontal e alisamento radicular na região maxilar.10 Ela produz anestesia profunda dos tecidos moles e da gengiva inserida dos dentes associados. 
Nervos Anestesiados 1. Nervo ASA 2. Nervo ASM, quando presente 3. Plexo nervoso dentário subneural dos nervos alveolar superoanterior e médio 
Áreas Anestesiadas 
 1. Anestesia pulpar dos incisivos, caninos e pré-molares superiores 2. Gengiva inserida vestibular destes mesmos dentes 3. Tecidos palatinos inseridos desde a linha média até a margem gengival livre dos dentes associados
Área de introdução: no palato duro, na metade do caminho ao longo de uma linha imaginária conectando a sutura palatina mediana à margem gengival livre; a linha está localizada no ponto de contato entre o primeiro e o segundo pré-molar 
3. Área-alvo: osso palatino no local da injeção 
4. Pontos de referência: ponto de interseção na metade do caminho ao longo de uma linha da sutura palatina mediana à margem gengival livre, fazendo interseção com o ponto de contato entre o primeiro e o segundo pré-molar
 Palatina-Alveolar Superoanterior 
O bloqueio do nervo nasopalatino promove anestesia à gengiva palatina anterior e ao mucoperiósteo e é recomendada para procedimentos cirúrgicos na região anterior do palato. Ela pode também servir como uma técnica suplementar para a obtenção da anestesia pulpar ao dente incisivo. A injeção P-ASA também proporciona anestesia profunda dos tecidos moles da gengiva e do mucoperiósteo na região do terço anterior do palato inervada pelo nervo nasopalatino. Além disso, anestesia do tecido mole da gengiva inserida vestibular dos seis dentes anteriores é observada. Portanto, a injeção P-ASA constitui uma alternativa atraente para o controle da dor antes da raspagem e alisamento radicular, procedimentos restauradores estéticos e procedimentos cirúrgicos menores envolvendo a região da pré-maxila. O P-ASA pode ser apontado como a primeira injeção odontológica a produzir anestesia pulpar bilateral a partir de uma única injeção como seu objetivo principal, fazendo disso uma característica única desta técnica de injeção. A injeção P-ASA é útil quando se deseja a anestesia dos dentes anterossuperiores sem uma anestesia colateral do lábio e músculos da expressão facial. Foi demonstrada como sendo desejável durante a raspagem e o alisamento radicular dos dentes anteriores. Ela também é benéfica quando procedimentos odontológicos estéticos anteriores são realizados. A linha do sorriso e a relação entre lábios, dentes e tecidos moles não podem ser determinadas com precisão quando uma anestesia pela abordagem tradicional (da prega mucovestibular) é utilizada, devido à paralisia dos músculos do lábio superior. A abordagem palatina permite que a anestesia seja limitada ao plexo subneural para os dentes anterossuperiores e nervo nasopalatino. 
Nervos Anestesiados 1. Nasopalatino 2. Ramos anteriores do ASA
Áreas Anestesiadas. (Fig. 13-50) 1. Polpa dos incisivos centrais, laterais e caninos (em menor grau) 2. Tecidos periodontais vestibulares associados a estes mesmos dentes 3. Tecidos periodontais palatinos associados a estes mesmos dentes
Bloqueio do Nervo Maxilar 
O bloqueio do nervo maxilar (segunda divisão ou V 2) é um método eficaz para produzir anestesia profunda de uma hemimaxila. Ele é útil em procedimentos odontológicos que envolvem quadrantes e em procedimentos cirúrgicos extensos. Duas abordagens serão apresentadas aqui. Ambas são eficazes e o autor não tem preferência por nenhuma delas. As principais dificuldades na abordagem do canal palatino maior ocorrem na localização do canal e na sua transposição bem-sucedida. A principal dificuldade na abordagem da tuberosidade alta é a maior incidência de hematoma.
Nervo Anestesiado. Divisão maxilar do nervo trigêmeo. Áreas Anestesiadas. (Fig. 13-53) 1. Anestesia pulpar dos dentes superiores no lado do bloqueio 2. Periodonto vestibular e osso sobrejacente a estes dentes 3. Tecidos moles e osso do palato duro e parte do palato mole, medialmente à linha média 4. Pele da p
Área de introdução: altura da prega mucovestibular acima da face distal do segundo molar superior 
3. Área-alvo: a. Nervo maxilar, no ponto onde ele atravessa a fossa pterigopalatina b. Superior e medial à área-alvo do bloqueio do nervo ASP 
4. Pontos de referência: a. Prega mucovestibular na face distal do segundo molar superior b. Tuberosidade da maxila c. Processo zigomático da maxila
Técnicas de Anestesia Mandibular
BLOQUEIO DO NERVO ALVEOLAR INFERIOR 
Um bloqueio suplementar (do nervo bucal) é necessário somente em casos em que é exigida a anestesia dos tecidos moles na região bucal posterior. Em raras ocasiões pode ser necessária uma injeção (infiltração) supraperiosteal na região dos incisivos inferiores para corrigir a anestesia parcial causada pela superposição das fibras sensoriais do lado contralateral.
 Duas alternativas excelentes a BNAI bilaterais são bloqueios bilaterais do nervo incisivo (em que a anestesia dos tecidos moles linguais não é necessária) e bloqueios alveolares inferiores unilaterais do lado que tenha o maior número de dentes necessitando de restauração ou que requeira o maior grau de intervenção lingual, combinados com um bloqueio nervoso incisivo do lado oposto. 
Nervos Anestesiados 1. Alveolar inferior, um ramo da divisão posterior da divisão mandibular do nervo trigêmeo (V3) 2. Incisivo 3. Mentual 4. Lingual (comumente) Áreas Anestesiadas. (Fig. 14-1) 1. Dentes mandibulares até a linha média 2. Corpo da mandíbula, parte inferior do ramo da mandíbula 3. Mucoperiósteo bucal, membrana mucosa anteriormente ao forame mentual (nervo mentual) 4. Dois terços anteriores da língua e assoalho da cavidade oral (nervo lingual) 5. Periósteo e tecidos moles linguais (nervo lingual)
Área de inserção: membrana mucosa do lado medial (lingual) do ramo da mandíbula, na interseção de duas linhas — uma horizontal, representando a altura de inserção da agulha, e a outra vertical, representando o plano anteroposterior de injeção 
3. Área-alvo: nervo alveolar inferior ao descer em direção ao forame mandibular, porém antes de ele entrar no forame 4. Marcos (Figs. 14-2 e 14-3) a. Incisura coronoide (concavidade maior na borda anterior do ramo da mandíbula) b. Rafe pterigomandibular (parte vertical) c. Plano oclusal dos dentes mandibulares posteriores
BLOQUEIO DO NERVO BUCAL 
A anestesia do nervo bucal também não é necessária para muitos procedimentos restaurativos dentários. O nervo bucal proporciona inervação sensorial aos tecidos moles bucais adjacentes tão somente aos molares mandibulares. A única indicação da administração de um bloqueio do nervo bucal, portanto, énos casos em que se considera a manipulação desses tecidos. A razão disso é que o nervo bucal é facilmente acessível ao anestésico local, por se situar imediatamente abaixo da membrana mucosa, e não enterrado no osso.
Nervo Anestesiado. Bucal (um ramo da divisão anterior de V3). Área Anestesiada. Tecidos moles e periósteo bucal dos dentes molares mandibulares
BLOQUEIO DO NERVO MANDIBULAR: A TÉCNICA DE GOW-GATES A técnica Gow-Gates é um verdadeiro bloqueio nervoso mandibular, por proporcionar anestesia sensorial em praticamente toda a distribuição de V3. O nervo alveolar inferior, o lingual, o milo-hióideo, o mentual, o incisivo, o auriculotemporal e o bucal são todos bloqueados pela injeção de Gow-Gates. Duas abordagens são sugeridas A primeira delas é começar a usar a técnica em todos os pacientes requerendo anestesia mandibular. Deixe passar pelo menos 1 a 2 semanas para adquirir experiência clínica. A segunda abordagem é continuar a usar o BNAI convencional, porém usar a técnica de BNMGG sempre que ocorrer uma anestesia clinicamente inadequada. 
Nervos Anestesiados 1. Alveolar inferior 2. Mentual 3. Incisivo 4. Lingual 5. Milo-hióideo 6. Auriculotemporal 7. Bucal (em 75% dos pacientes) 
Áreas Anestesiadas. (Fig. 14-15) 1. Dentes mandibulares até a linha média 2. Mucoperiósteo e membranas mucosas bucais do lado da injeção 3. Dois terços anteriores da língua e assoalho da cavidade oral 4. Tecidos moles e periósteo da língua 5. Corpo da mandíbula, parte inferior do ramo da mandíbula 6. Pele sobre o zigoma, parte posterior da bochecha e regiões temporais
BLOQUEIO MANDIBULAR DE BOCA FECHADA DE VAZIRANI-AKINOSI 
Embora essa técnica possa ser usada sempre que seja desejada a anestesia mandibular, sua principal indicação continua a ser naquelas situações em que a abertura mandibular limitada impede o uso de outras técnicas de injeção mandibular. Essas situações incluem a presença de um espasmo dos músculos da mastigação (trismo) de um lado da mandíbula após numerosas tentativas. O bloqueio nervoso alveolar inferior e o mandibular de Gow-Gates não podem ser tentados na presença de um trismo significativo. Os bloqueios dos nervos mandibulares extraorais podem ser tentados e, de fato, possuem uma frequência significativamente alta de sucesso em mãos experientes. Os bloqueios mandibulares extraorais podem ser administrados através da incisura sigmoide ou inferiormente a partir do queixo A técnica de Vazirani-Akinosi é uma abordagem intraoral à provisão tanto da anestesia como de um bloqueio motor em casos de trismo unilateral grave. A técnica descrita era idêntica à técnica original, exceto que o autor recomendava inclinar-se a agulha num ângulo de 45o para permitir que ela permanecesse bem próximo ao lado medial (lingual) do ramo da mandíbula enquanto a agulha era avançada pelos tecidos. 
Nervos Anestesiados 1. Alveolar inferior 2. Incisivo 3. Mentual 4. Lingual 5. Milo-hióideo 
Áreas Anestesiadas. 1. Dentes mandibulares até a linha média 2. Corpo da mandíbula e parte inferior do ramo mandibular 3. Mucoperiósteo e membrana mucosa bucais anteriores ao forame mentual 4. Dois terços anteriores da língua e assoalho da cavidade oral (nervo lingual) 5. Tecidos moles e periósteo linguais (nervo lingual)
Área de inserção: tecidos moles sobrejacentes à borda medial (lingual) do ramo mandibular diretamente adjacente à tuberosidade maxilar, na parte alta de junção mucogengival circunvizinha ao terceiro molar maxilar (Fig. 14-24) 
3. Área-alvo: tecidos moles na borda medial (lingual) do ramo mandibular na região do nervo alveolar inferior, do nervo lingual e do nervo milo-hióideo em seu trajeto inferior do forame oval ao forame mandibular (a altura da injeção com o uso da técnica de Vazirani-Akinosi é abaixo daquela do BNMGG, porém acima daquela do BNAI)
BLOQUEIO DO NERVO MENTUAL 
O nervo mentual é um ramo terminal do nervo alveolar inferior. Saindo do forame mentual no ápice dos pré-molares mandibulares ou próximo disso, ele proporciona inervação sensorial aos tecidos moles bucais situados anteriormente ao forame e aos tecidos moles do lábio inferior e do queixo do lado da injeção. Ele é utilizado principalmente para procedimentos nos tecidos moles bucais, como a sutura de lacerações ou biópsias. 
Nervo Anestesiado. Mentual, um ramo terminal do alveolar inferior. 
Áreas Anestesiadas. Membrana mucosa bucal, anteriormente ao forame mentual (em torno do segundo pré-molar) até a a linha média e a pele do lábio inferior (Fig. 14-27) e do queixo.
Área de inserção: prega mucobucal no forame mentual ou imediatamente anterior ao mesmo 
3. Área-alvo: nervo mentual à saída do forame mentual (geralmente localizado entre o ápice do primeiro pré-molar e o do segundo) 
4. Marcos: pré-molares mandibulares e prega mucobuca
BLOQUEIO DO NERVO INCISIVO 
o nervo incisivo segue anteriormente pelo canal incisivo, fornecendo inervação sensorial àqueles dentes localizados anteriormente ao forame mentual. Uma indicação importante do bloqueio do nervo incisivo é quando o procedi mento considerado envolve tanto o lado direito da mandíbula como o esquerdo. Bloqueios nervosos incisivos bilaterais podem ser administrados quando o tratamento dentário envolver procedimentos bilaterais em pré-molares e dentes anteriores mandibulares. A anestesia da polpa, dos tecidos O segundo pré-molar pode não ser anestesiado por essa técnica se o forame mentual se situar sob o primeiro pré-molar.
O perigo desse procedimento é que pode haver o contato da agulha com o nervo lingual, provocando uma sensação de “choque elétrico” ou graus variáveis de parestesias. 
Nervos Anestesiados. Mentual e incisivo. 
Áreas Anestesiadas. (Fig. 14-34) 1. Membrana mucosa bucal anterior ao forame mentual, geralmente do segundo pré-molar até a linha média 2. Lábio inferior e pele do queixo 3. Fibras nervosas pulpares aos pré-molares, ao canino e aos incisivos
Área de inserção: prega mucobucal no forame mentual ou imediatamente anterior a ele 
3. Área-alvo: forame mentual, através do qual o nervo mentual sai e no interior do qual o nervo incisivo está localizado
 4. Marcos: pré-molares mandibulares e prega mucobucal 
ANESTESIA INTRAÓSSEA
Injeção do Ligamento Periodontal
Nervos Anestesiados. Extremidade das terminações nervosas no local de injeção e no ápice do dente.
 Áreas Anestesiadas. Osso, tecidos moles e tecidos apicais e pulpares na área da injeção (
Área de inserção: eixo longo do dente a ser tratado ou em sua raiz mesial ou distal (dente com uma raiz única) ou nas raízes mesial e distal (de dentes com múltiplas raízes) interproximalmente (Fig. 15-5) 
3. Área-alvo: profundidade do sulco gengival
 4. Marcos a. Raiz ou raízes do dente b. Tecidos periodontais 
Injeção intrasseptal
 A injeção intrasseptal se assemelha à injeção do LPD quanto à técnica e ao design. Além disso, ela pode ser eficaz nos casos em que a condição dos tecidos periodontais no sulco gengival impede o uso da injeção do LPD (p. ex., infecção, inflamação aguda). 
Nervos Anestesiados. Extremidades das terminações nervosas no local da injeção e tecidos moles adjacentes.
 Áreas Anestesiadas. Osso, tecidos moles, estrutura da raiz na área da injeção
Área de inserção: centro da papila interdental adjacente ao dente a ser tratado (Fig. 15-8) 
3. Área-alvo: a mesma
Injeção intraóssea
Nervos Anestesiados. Extremidades das terminações nervosas no local da injeção e nos tecidos moles e duros adjacentes. 
Áreas Anestesiadas. Osso, tecidos moles e estrutura radicular na área de injeção (Fig. 15-14). 
Indicação. Controle da dor para tratamentos dentários num único dente ou em múltiplos dentes num quadrante. 
Contraindicação. Infecção ou inflamação grave no local de injeção.
INJEÇÃO INTRAPULPAR
O depósito de anestésico local diretamente na porção coronal da câmara da polpa de um dente com envolvimento pulpar proporciona uma anestesia efetiva para a extirpação e a instrumentação pulpar em casos em que outras técnicas falharam. A injeção intrapulpar pode ser utilizada em qualquer dente em que hajadificuldades na provisão de um controle profundo da dor, mas de um ponto de vista prático essa injeção é mais comumente necessária em molares mandibulares. A injeção intrapulpar proporciona o controle da dor mediante a ação farmacológica do anestésico local e da pressão aplicada. Esta técnica pode ser utilizada depois que a câmara da polpa é exposta cirúrgica ou patologicamente.
Indicação. Quando o controle da dor é necessário para extirpação pulpar ou algum outro tratamento endodôntico na ausência de anestesia adequada proveniente de outras técnicas.

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