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• Adrielle Lima Costa • Ana Beatriz Almeida • Andressa Beatriz Monteiro • Caroline Santos Pereira • Laryssa Carla Silva • Paula Cruz Sistema Reprodutor Masculino 1.0 - Conceito • Reprodução Humana; • Produção de gametas e de hormônios masculinizantes. 2.0 - Divisão • Testículos; • Ductos excretores genitais; • Glândulas sexuais acessórias: • Glândulas seminais (vesícula seminal); • Próstata; • Glândula bulboretral. • Genitália externa: • Pênis e escroto. 2.1- Testículos • Estruturas Glandulares; • Órgãos ovoides pareados; • Derivam de três fontes: • Mesoderma intermediário; • Epitélio mesodérmico ; • Células germinativas primordiais. • Túnicas Vaginal e Albugínea; • Septos Testiculares: • Lóbulos Testiculares; • Túbulos Seminíferos . • Bolsa Escrotal. 2.1.1- Varicocele • Uma das grandes causas de infertilidade masculina; • Consiste na dilatação anormal das veias testiculares, principalmente após esforço físico. 3.1- Túbulos Seminíferos • Numericamente: • 250 a 1.000 túbulos seminíferos • Anatomicamente: • Túbulo -> Alça • Túbulo Reto -> conexão • Rede testicular • 10 a 20 ductos eferentes -> conexão 3.1- Túbulos Seminíferos • Histologicamente: • Epitélio seminífero • Membrana basal • Bainha de tecido conjuntivo • Fibroblastos, Fibras colágenas e Células mioides • Tecido intersticial 3.1- Túbulos Seminíferos • Epitélio seminífero: • Células espermatogênicas • Células sincronizadas -> associações celulares -> ciclo • Células de Sertoli • Tecido intersticial: • Célula de Leydig 3.2-Ciclo do epitélio seminífero 3.3 - Estágios espermatogênicos no epitélio seminífero: • Locais habituais das associações celulares: • Espermatogônia • Espermatócito I • Espermatócito II • Espermátides • Espermatozoides 3.4 – Células de Sertoli • Apresentam diversas funções: • Suporte, proteção e suprimento nutricional; • Fagocitose; • Secreção; • Produção do hormônio Antimulleriano; • Barreira hematotesticular. • Células piramidais com limites mal definidos. 3.5 – Tecido Intersticial • Espaços intertubulares: • Tecido conjuntivo frouxo, • Nervos, • Vasos sanguíneos e • Vasos linfáticos • Vários tipos celulares; 3.6 – Células de Leydig • Células de Leydig • arrendondado ou poligonal, • núcleo central • citoplasma eosinófilo rico em pequenas gotículas de lipídios • cristais de Reinke • Testosterona • REL, mitocôndrias 3.6 – Célula de Leydig • Secreções da Célula de Leydig: • Testosterona • início da produção de espermatozoides, • secreção das glândulas sexuais acessórias • desenvolvimento das características sexuais secundárias • Manutenção (nos adultos) • Proteína semelhante a insulina 2 (INSL3) • descida do testículo • divisões meióticas • Ocitocina • contração das células mioides 3.6 –Células de Leydig • Células de Leydig também atuam na regulação hormonal da espermatogênese: • Atividades esteroidogênicas: • Interação hormonal entre o hipotálamo, a adeno-hipófise e as células gonádicas • Adeno-hipófise: • LH ou ICSH; FSH e PRL • LH e PRL – Testosterona -> Leydig • FSH – proteína de ligação ao andrógeno (ABP) -> Sertoli 4.0 -Espermatogênese • Espermatogônias → espermatozóides • Puberdade • Gonadotropinas hipofisárias • Ocorre na parede dos túbulos seminíferos • Três fases • Fase espermatogônica • Fase espermatocítica | Meiose • Fase espermatídica | Espermiogênese • Sincronia celular • Citocinese incompleta Citocinese incompleta 4.1 - Fase Espermatogônica • Três tipos: • Tipo A escuras: • Núcleos ovoides e cromatina granular; • Geram → A escuras (células tronco de renovação) e A pálidas. • Tipo A pálidas: • Núcleos ovoides e cromatina granular; • Atuam no processo de diferenciação; • Várias divisões mitóticas sucessivas. • Tipo B: • Núcleos esféricos com cromatina condensada; • Ciclos mitóticos em que as células-filhas não se separam completamente; • Geram → Espermatócitos primários. Células-tronco espermatogônicas → Múltiplas divisões → Progênie Espermatogônica 4.2 - Fase Espermatocítica • Espermatócito primário antes de dar inicio a meiose duplica seu DNA; • Meiose I → Reduz o numero de cromossomos e quantidade de DNA: 2n4C → 1n2C • Meiose II → Não é precedida de replicação de DNA; • Espermatide → haplóide e uma cromátide. Tipo B Divisão Mitótica 2n, 4C 1n2C 1n1C 4.3 - Fase Espermatídica| Espermiogênese • Processo de diferenciação das espermátides; • Espermátides: • Pequeno tamanho(7 a 8 µm de diâmetro); • Núcleos com quantidades crescentes de cromatina condensada e formas variadas; • Se localizam perto do lúmen dos túbulos seminíferos. • Condição diploide restaurada após fecundação; • Quatro fases: • Fase de Golgi; • Fase de capuz; • Fase acrossômica; • Fase de Maturação. Haplóide Haplóide 4.3.1 - Fase de Golgi • Grânulos pró-acrossômicos → acumulam- se no complexo de Golgi das espermátides; • Fundem-se para formar um único grânulo acrossômico no interior da a vesícula acrossômica; • Vesícula aumenta de tamanho → seu conteúdo também aumenta; • Centríolos: • Migram para perto da superfície da célula acrossômica; • Inicia a montagem do axonema. 4.3.2 - Fase de Capuz • A vesícula acrossômica espalha-se pela metade anterior do núcleo; • Essa estrutura reformatada também é denominada capuz acrossômico; • O conteúdo nuclear também condensa. 4.3.3 - Fase Acrossômica • Espermátide sofre uma rotação e se reorienta; • Acrossomo fica voltado para a lâmina basal, e o axonema se estende para o lúmen do túbulo seminífero; • Nucleo mais alongado e achatado; • Microtúbulos citoplasmáticos tornam-se organizados → Manguito; • Centríolos → retornam à superfíciedo núcleo → são modificados → formam a região do colo; • Membrana plasmática se move posteriormente → as mitocôndrias migram do resto do citoplasma para formar a peça intermediária da cauda; 4.3.4 - Fase de Maturação • Uma grande parte do citoplasma é desprendida; • Corpos residuais → fagocitados pelas células de Sertoli; • As pontes intercelulares seguem com os corpos residuais. 4.4 - Espermiação • Espermátides maduras são liberadas das células de Sertoli no lúmen do túbulo seminífero; • Envolve a remoção progressiva de complexos juncionais especializados entre as células de Sertoli e as espermátides; • A taxa de espermiação no testículo determina o número de espermatozoides no ejaculado do sêmen. 4.5 Obrigada!!!! • Referências: • ROSS, Michel H.; PAWLINA, Wojciech. Ross histologia: texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J.; • ABRAHAMSOHN, P. Histologia básica: texto e atlas. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.VARELLA, Drauzio. Câncer de próstata: doenças e sintomas. 2019. Disponível em: <https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e- sintomas/cancer-de-prostata/>. Acesso em: 05 dez. 2019 • Kierszenbaum, Abraham L. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. • SPADELLA, Maria Angélica; CESARIO, Maria Dalva. Roteiro de Estudo de Espermatogênese. Disponível em: <https://www.famema.br/ensino/embriologia/espermatogeneseroteiro.php>. Acesso em: 01 dez. 2019.