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Candidíase vulvovaginal
Professor: Componentes:
Cleber Pereira Albarado Camila Fontinele da Silva
 Elizângela Lopes da Silva
 Iris Galvão Ramalho Neto
 Rebeca Cristina Santos Moreira Lô Cruz
 Sara Aline da Silva Aleixo
 Mascrislen da Silva Aleixo
 Vitoria Peixoto Mangabeira
 Nayara Rego Teixeira
 Leandra Silva Rego
Introdução
Com este trabalho pretendemos saber mais sobre a candidíase vulvovaginal, nomeadamente os seus sintomas,as formas de tratamentos e formas de prevenção.
Candidíase vulvovaginal
É uma doença comum da vulva e da vagina causada por fungos do gênero cândida. Ocorre quando há um desequilíbrio na flora vaginal com predomínio de agentes agressores ( bactérias, fungos ou protozoários),e em geral quando o sistema imunológico está debilitado.
Classificação da Candidíase
Podemos classificar a candidíase vulvovaginal como complicada ou não complicada, e, como sintomática ou assintomática.  
Como se obtém/transmite está doença?
A candidíase vulvovaginal é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans em cerca de 90% dos casos. Nos restantes casos, o agente responsável pode ser de outra espécie de Candida sp. (Candida glabrata, Candida krusei, Candida tropicalis, etc.).
A candidíase vulvovaginal não é considerada uma infeção de transmissão sexual, isto é, habitualmente a transmissão da doença não ocorre através do contacto sexual. Ou seja, a candidíase não é uma doença contagiosa, ou a doença não passa ou não “se pega” de pessoa para pessoa através do contacto sexual.
Sintomas
Prurido intenso;
Edema;
Eritema vulvovaginal;
Corrimento branco espesso e Indoro;
Fissura na vulva e vagina;
Eventrialmente pontos brancos-amarelados nas paredes da vagina e do colo uterino.
Diagnóstico/Tratamento
O diagnóstico é estabelecido através da história e quadro clínico da paciente, devendo ser confirmado por exames complementares, já que a sintomatologia não é patognômica.
Tratamento
O tratamento da candidíase é feito com o uso de antifúngicos, que podem ser administrados via oral ou então na forma de cremes vaginais. Dentre os fármacos mais utilizados, destacam-se o miconazol, clotrimazol e fluconazol.
Prevenção
Para prevenir-se da candidíase, é fundamental sempre cuidar da higiene pessoal, principalmente no que diz respeito à higiene anal, que deve ser feita no sentido vagina-ânus. Outro ponto importante é usar calcinhas de algodão para diminuir o calor e a umidade, além de evitar o uso de calças muito apertadas. 
Vaginose bacteriana
Vaginose bacteriana
Alteração na flora vaginal normal.
Predomínio de uma espécie de bactéria sobre outras, principalmente da Gardnerella vaginalis.
Aumento da quantidade da bactéria Gardnerella vaginalis na vagina.
Sintomas
Duas em cada três mulheres com vaginose bacteriana não apresentam nenhum tipo de sintoma. Naquelas com sintomas o mais comum é:
Corrimento vaginal, geralmente de cor amarela, branca ou cinza, que se apresenta com um “odor forte e desagradável, tipo cheiro de peixe, que aparece, principalmente, após uma relação sexual e durante o período de menstruação;
Ardência ao urinar e/ou coceira no exterior da vagina, sem dispareunia (dor genital ou pélvica durante o contato íntimo),
Diagnóstico
O diagnóstico da vaginose bacteriana normalmente é feito através do exame preventivo, também chamado de papanicolau, num exame de rotina, ou quando este é solicitado pelo ginecologista, quando a mulher relata sintomas da doença, por exemplo.
Para concluir o diagnóstico de vaginose bacteriana por Gardnerella sp, os critérios diagnósticos considerados são:
Corrimento vaginal branco homogêneo em grande quantidade;
Secreção vaginal com pH superior a 4,5;
Identificação do odor de peixe podre, principalmente ao misturar a secreção vaginal com solução de KOH a 10%;
Identificação da presença de bactérias e alteração nas características das células epiteliais, que recebe o nome de clue cells, visualizadas microscopicamente.
Tratamento
O tratamento para vaginose bacteriana deve ser indicado pelo ginecologista, sendo normalmente recomendado o uso de antibióticos como Metronidazol em forma de comprimido ou de creme vaginal por cerca de 7 a 12 dias de acordo com a orientação do médico.
Riscos da vaginose bacteriana
Parto prematuro ou recém-nascido com peso abaixo da média.
As bactérias que causam a vaginose bacteriana podem infectar o útero e as trompas de falópio. Esta inflamação é conhecida como doença inflamatória pélvica(DIP).
A vaginose bacteriana pode aumentar a probabilidade de infecção por DST/AIDS em caso de exposição ao vírus.
Pode aumentar a probabilidade de uma mulher sem infectado por outras doenças sexualmente transmissíveis.
Prevenção
Recomenda-se:
Não fazer duchas vaginais;
Usar preservativos em todas as relaçõe;
Restringir o número de parceiros e realizar exames ginecológicos pelo menos uma vez ao ano.
Tricomoníase
O que é?
A tricomoníase é uma infecção causada por parasita protozoário unicelular trichomonas vaginalis,que pode ser encontrado na vagina,no caso feminino e na uretra,no caso masculino.
Esta infecção é mais comum nas mulheres.
Sintomas
Mulheres:
Corrimento abundante,amarelado ou esverdeado, habitualmente com cheiro desagradável.
 Iritação ou do vulvar,tal como, por vezes, na relação sexual.
 Dor pélvica( ocasionalmente).
 Dor a urinar, e aumento da necessidade de urinar.
Homens:
Não manifestam habitualmente sintomas,no entanto quando se apresentam estes são:
Ligeira secreção proveniente da uretra que é espumosa e semelhante ao pus.
Desconforto ao urinar e precisam de o fazer com frequência.
Ligeiro irritação do pênis.
Infecção do epidídimo e da próstata.
Transmissão
O contágio dá-se principalmente através de secreções, durante contacto sexual desprotegido com parceiro com tricomoníase. No entanto também se pode ser contagiado através de roupa interior ou toalhas.
Diagnóstico/tratamento
O diagnóstico da tricomoníase deve ser feito pelo ginecologista no caso da mulher e pelo urologista no caso do homem, através da avaliação dos sinais e sintomas apresentados pela pessoa e avaliação da presença e características do corrimento.
Tratamento:
O tratamento desta doença pode ser feito recorrendo ao uso de antibióticos como metronidazol ou secnidazol, que permitem a eliminação do microrganismo do organismo, curando a doença. 
Como evitar o contágio?
Usar preservativo
Evitar usar roupas de alguém infectado.
Usa roupa interior de algodão.
Ter uma higiene genital adequado.