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AULA 6

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Primeiro caso clínico da doença: Berenice.
INTRODUÇÃO
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
No	Brasil,	esse	endemia	atinge	cerca	de	oito	milhões	de
habitantes.
Segunda	a	OMS,	constitui	uma	das	principais	causas	de morte súbita.
INTRODUÇÃO
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
Ciclo Biológico
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
MECANISMOS DE TRANSMISSÃO
Transmissão pelo vetor
Transfusão sanguínea
Transmissão congênita
Acidentes de laboratório
Transmissão oral
Transplante
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
Doença de Chagas
Fase Aguda
Fase Crônica
Sintomática
Assintomática
Sintomática
Assintomática
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
DOENÇA DE CHAGAS
Fase Aguda
Inicia-se através de manifestações locais:
Sinal de Romaña	 Chagoma de inoculação
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
DOENÇA DE CHAGAS
Fase Aguda
Manifestações gerais:
Febre;
Edema localizado e generalizado;
Hepatomegalia;
Esplenomegalia;
Insuficiência cardíaca;
Perturbações neurológicas.
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
DOENÇA DE CHAGAS
Fase Crônica Assintomática
Ocorre após a fase aguda.
Características:
Positividade de exames sorológicos e/ou parasitológicos;
Ausências de sintomas e/ou sinais da doença;
Eletrocardiograma convencional normal;
Coração, esôfago e cólon radiologicamente normais.
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
após
permanecerem
Certo	número		de	chagásicos assintomáticos	por	vários	anos,
com	o	correr	do	tempo
apresentam sintomatologia.
DOENÇA DE CHAGAS
Fase Crônica Sintomática
Forma Cardíaca
Forma Digestiva
Forma Mista
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
DOENÇA DE CHAGAS
Fase Crônica Sintomática
Forma Cardíaca
Insuficiência Cardíaca Congestiva
Diminuição da massa muscular cardíaca
Destruição do SNA simpático e parassimpático
Exsudato inflamatório
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
SISTEMA NERVOSO AUTONOMO
DOENÇA DE CHAGAS
Fase Crônica Sintomática
Forma Cardíaca
Fenômenos Tromboembólicos
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
DOENÇA DE CHAGAS
Fase Crônica Sintomática
Forma Digestiva
Megaesôfago
Megacólon
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
DOENÇA DE CHAGAS
Fase Crônica Sintomática
Forma Cardiodigestiva ou Mista
Presença de superposição de alterações clínicas.
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
Fase	aguda	muito	semelhante	ao	observado	em	pacientes que adquirem a infecção pelos triatomíneos.
Período de incubação varia entre 20 e 40 dias.
Sintoma mais frequente: Febre.
Desaparecimento dos sintomas pode ocorrer entre seis e oito semanas, mas pode se estender até quatro meses.
DOENÇA DE CHAGAS TRANSFUSIONAL
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
Transmissão	pode	ocorrer	em	qualquer	momento	da gravidez.
Causa abortamentos, partos prematuros com nascimento de bebes com baixo peso e natimortalidade.
Placenta:
Macroscopicamente:	aumento	de	volume,	de	peso	e	de coloração.
Microscopicamente: lesões abundantes e disseminadas.
DOENÇA DE CHAGAS CONGÊNITA
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
A infecção por T. cruzi mobiliza vários mecanismos humorais e celulares da resposta imune inata e adquirida.
O parasita passa a ser continuamente combatido, tendo sua multiplicação reduzida.
da	presença
do	parasito	no
Imunidade Inata e Adquirida.
A	imunidade	é	dependente
hospedeiro.
IMUNIDADE NA DOENÇA DE CHAGAS
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
DIAGNÓSTICO
Clínico
Sinais de porta de entrada acompanhados de febre irregular ou ausente, adenopatia, hepatoesplenomegalia, taquicardia, edema generalizado ou dos pés	fase aguda.
Alterações cardíacas acompanhadas de sinais de insuficiência cardíaca e as alterações digestivas, do esôfago e do cólon	fase crônica.
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
anticorpos
inespecíficos e formação de anticorpos específicos.
baixa
parasitemia,
presença
de	anticorpos
Fase	crônica: específicos.
DIAGNÓSTICO
Laboratorial
Fase	aguda:	alta	parasitemia,	presença	de
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
Doença de Chagas atinge 16 a 18 milhões de habitantes de 18 países.
21.000	mortes	anuais	e	uma	incidência	de	300.000	novos
casos por ano.
No Brasil, cerca de 6 milhões de habitantes são infectados.
EPIDEMIOLOGIA
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
A transmissão pelos dejetos do triatomíneo é a que tem maior importância epidemiológica.
T. cruzi circula entre os mamíferos passando obrigatoriamente pelos triatomíneos.
Doença de Chagas: doença exclusivamente de animais e triatomíneos silvestres. Posteriormente passou para os humanos.
Tornou-se então uma zoonose típica.
EPIDEMIOLOGIA
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
Os principais elos da cadeia epidemiológica são:
Mamíferos silvestres, triatomíneos silvestres, T. cruzi; cafua, mamíferos domésticos, humanos.
EPIDEMIOLOGIA
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
Biocenose	silvestre:	tatus,	gambás,	roedores	e	respectivos ninhos forneciam abrigo e alimento para os triatomíneos.
Biocenose	domiciliar:	cão,	gato,	humanos	e	as	frestas	da cafua forneciam abrigo e alimento para os barbeiros.
EPIDEMIOLOGIA
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
Os primeiros reservatórios conhecidos do T. cruzi, além dos humanos, foram o tatu, o cão e o gato.
Reservatórios silvestres mais importantes: tatu e o gambá.
Reservatórios domésticos: cão, rato e o gato.
EPIDEMIOLOGIA
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
Intimamente ligada à melhoria das condições de vida do camponês, bem como à modificação do hábito secular de destruição da fauna e da flora.
Medidas que podem ser sugeridas:
Melhorias das habitações rurais;
Combate ao barbeiro;
Controle do doador de sangue;
Controle de transmissão congênita;
Vacinação.
PROFILAXIA
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
Parcialmente ineficaz.
Diversas drogas vêm sendo testadas em animais e algumas delas têm sido usadas no homem, mas nenhuma consegue suprimir a infecção pelo T. cruzi e promover uma cura definitiva em todos pacientes tratados.
TRATAMENTO
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
Índices de cura de 70% ou mais foram alcançados com o uso de Nifurtimox e Benzonidazol na fase aguda da infecção dependendo da região.
Alcançaram taxas de 36,5% de cura com o Benzonidazol tratando pacientes crônicos.
TRATAMENTO
Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas
Toxoplasma gondii
Protozoário
Agente causador da toxoplasmose
Transmitido por felídeos
Mamíferos e aves
CONCEITO
Toxoplasma gondii
Encontrado em tecido, células e líquidos orgânicos Apresenta morfologia múltipla 🡪 hábitat e estágio evolutivo
Formas infectantes:
MORFOLOGIA E HÁBITAT
Taquizoítos
Bradizoítos
Esporozoítos
Toxoplasma gondii
Taquizoíto	
Encontrado na fase aguda da infecção
Primeira forma descrita Formato de meia-lua
Móvel, mutiplicação rápida 🡪 Assexuada Pouco resistentes ao suco gástrico
Toxoplasma gondii
MORFOLOGIA E HÁBITAT
Bradizoíto	
Encontrado	em	tecidos	musc.	esqueléticos	e	cardíacos,
nervoso, retina.
Parede do cisto resistente
Mais encontrados na fase aguda da infecção
Toxoplasma gondii
MORFOLOGIA E HÁBITAT
Oocistos	
Forma de resistência que possui uma parede dupla
Produzidos	nas	células	intestinais	de	felídeos	não	imunes	e eliminados imaturos junto às fezes
São	esféricos	e	após	esporulação	contém	dois	esporocistos,
com quatro esporozoítos cada
MORFOLOGIA E HÁBITAT
Toxoplasma gondii
Ciclo Biológico	
Desenvolve-se em duas fases distintas:
Assexuada: linfonodos e tecidos vizinho
Sexuada	ou	coccidiana:	células	intestinais	de	felídeos não	imunes
BIOLOGIA
Toxoplasma gondii
Ciclo Biológico	
Fase Assexuada
Ingestão	de	oocitos	maduros,	de	cistos	com	bradioítos,	ou taquizoítos
Liberados	no	tubo	digestivo,	sofrem	intensa	multiplicação	– taquizoítos
Após	rápida	passagem	pelo epitélio	intestinal,	invadirá	outros tecidos
BIOLOGIA
Toxoplasma

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