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TCC - WILSON - EDITAR

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Business Process Management Notation (BPMN) é padronizada. Entregando uma estrutura de fácil compreensão e com uma curva de aprendizado baixa. Permitindo a leitura dos dados representados de forma clara. É muito utilizada em processos como elemento de exemplificação visual (OMG INC, 2019)⁠.
No BPMN é utilizado o recurso de baias e entidades para definir os atores atuantes em cada processo. Conectores como definição de fluxo são usados para conectar as atividades e subprocessos envolvidos na ilustração. Para definir o início e o final são utilizados marcadores de começo e de fim. Tornando a compreensão de um processo bem mais simples e intuitiva.
5 METODOLOGIA DA PESQUISA
A metodologia a ser utilizada será um estudo exploratório quantitativo-descritivo, utilizando-se da concanetação dos temas e como os mesmos se relacionam entre si, aplicando questionário estruturado, e a pesquisa bibliográfica.
5.1 ANÁLISE DA VIABILIDADE DO USO DE BITCOIN EM TRANSAÇÕES FINANCEIRAS COTIDIANAS
 
A análise da viabilidade do uso de Bitcoin como uma alternativa as transações financeiras digitais será feita através da leitura, comparação e compreensão de estudos e autores especialistas. Segundo Marconi e Lakatos (2009), a pesquisa bibliográfica abrange toda a bibliografia já tornada pública em relação ao tema de estudo, desde publicações, jornais, revistas, livros, pesquisas, monografias, teses e artigos via internet. Versa-se de uma leitura atenta e sistemática que se faz várias anotações e fichamentos que servirão à fundamentação teórica do estudo.
Os autores chave para o estudo da viabilidade foram cuidadosamente escolhidos por suas obras e referência na comunidade tecnológica, financeira e principalmente cibersegurança. Entre eles está o próprio criador do Bitcoin Satoshi Nakamoto (2008, 2018), Argon (2008) especialista em criptomoedas e vários outros autores com publicações de peso e relevância para a comunidade nacional e internacional.
Todos os materiais foram cuidadosamente compreendidos e analisados para desenvolver uma visão sistêmica sobre o assunto e catalogar os desafios do Bitcoin, principalmente em Goiás – Brasil.
5.2 ELABORAÇÃO, APLICAÇÃO E ANÁLISE DA PESQUISA DE PERCEPÇÃO DO RELACIONAMENTO DE INDIVÍDUOS COM BITCOIN E DADOS FINANCEIROS DIGITALIZADOS
Segundo Marconi e Lakatos (2009) o questionário é tão exclusivamente um conjugado de questões, elaborado para determinar os dados indispensáveis para se alcançar os objetivos do projeto. O questionário é de suma importância na pesquisa científica, principalmente nas ciências sociais.
A elaboração do questionário tomará por base os conceitos relacionados a criptomoedas e embasado em questionários similares a outros utilizados para estudar o comportamento de indivíduos em face de criptomoedas. Definiu-se como universo os indivíduos do curso de Sistema de Informação e Enfermagem, compreendido em alunos e jovens profissionais recém-formados. A mostra será realizada na Universidade Estado de Goiás – UEG – Campus Ceres.
A aplicação do questionário foi realizada de forma online utilizando a ferramenta Google Forms, estruturado nas perguntas levantadas através da pesquisa bibliográfica. Visando compreender como os indivíduos da amostra se relacionam com o tema proposto. Os resultados foram então estudados e analisados graficamente de forma quantitativa para ilustrar de forma válida o empirismo do estudo praticado. O questionário contém 7 perguntas no regime de múltipla escolha e classificação por níveis. O conglomerado de respostas servirá para a confecção de gráficos de análise.
5.4 AGREGAÇÃO E ANÁLISE DOS MOTIVOS QUE PREVINEM BITCOIN DE SER UMA SOLUÇÃO POPULAR
 
A análise se deu através da construção de um mapa mental. Dividindo e relacionando os diferentes motivos que levam o Bitcoin a não ser uma solução popular baseada nas respostas da pesquisa. Nesta etapa procura-se estudar os pontos falhos que levam os indivíduos a não adotarem o Bitcoin com mais frequência. 
O mapa mental é de suma importância para entendimento de todos os pontos em que é necessário mitigar a desinformação. Servindo como suporte para apoiar o desenvolvimento do processo de construção de segurança entre indivíduo e criptomoeda. Sendo elaborado através da ferramenta Diagram.io.
Após a concretização do mapa mental foram discorridos os pontos analisados e como os mesmos poderiam ser usados como base para o desenvolvimento de um processo voltado na cimentação da confiança dos indivíduos em transações digitais, especialmente em questão ao uso de Bitcoins.
5.5 ELABORAÇÃO DE UM PROCESSO PARA CONSTRUÇÃO DE SEGURANÇA NO USO DE BITCOIN
Visando mitigar as dúvidas e propor um processo que construa a confiança dos indivíduos nas criptomoedas, como alternativa de segurança financeira, será utilizado o software Diagram.io. Alinhado a notação BPMN para facilitar a visualização será desenvolvido e documentado o processo para abranger e responder as dúvidas dos usuários. Procurando mudar a forma como as pessoas se relacionam com transações financeiras e como o uso de Bitcoins pode ser mais seguro do que as soluções atuais populares.
6 RESULTADOS ALCANÇADOS
Os resultados alcançados visam propor uma forma de difundir o conhecimento sobre o uso de Bitcoin e seu nível de segurança. Sendo um estudo pioneiro e de grande importância para a cidade de Ceres, onde a pesquisa de campo foi aplicada. 
6.1 ANÁLISE DA VIABILIDADE DO USO DE BITCOIN EM TRANSAÇÕES FINANCEIRAS COTIDIANAS
 
A primeira criptomoeda introduzida no mercado foi Bitcoin. Desde então teve um crescimento significativo mundialmente. Com uma média de acúmulo de valor de 136 bilhões em dois anos é uma criptomoeda que está muito a frente de várias outras (OOSTHOEK e DOERR, 2020)⁠.
Vários especialistas especularam sobre a segurança e anonimidade dos usuários de Bitcoin ao longo dos anos. Assim como qualquer moeda, principalmente em âmbito digital, é normal que exista uma insegurança por parte dos investidores (MIZERKA et al., 2020)⁠. 
Entretanto para chegar a um ponto de entendimento sobre a viabilidade do uso de Bitcoin no cotidiano precisa-se entender o que impede a popularização. Para Ngura, Putra e Sri et. al (2019) um dos grandes desafios a ser superado é justamente a falta de infraestrutura da maioria dos países para a utilização simplificada da Bitcoin. 
No Brasil não existem muitas instituições financeiras que estão dispostas a lidar com transações de criptomoeda. A não existência de terminais de compras acessíveis e regulamentações governamentais leva a obscurização da criptomoeda (MIZERKA et al., 2020)⁠.
Apesar de todos os desafios a pergunta é: o uso de Bitcoin poderia ser uma realidade no cotidiano dos Brasileiros? Como resposta tem-se inúmeras fontes, com resultados ligeiramente diferentes, porém é evidente que para Mattos (2020)⁠, Vicente (2017) e Zyskind (2015)⁠⁠ o uso de criptomoedas é parte do futuro, exibindo a possibilidade de substituição dos meios tradicionais de transações financeiras. 
Os motivos por trás da análise positiva dos especialistas é justamente pelo carácter descentralizado e a alta privacidade que a Bitcoin oferta (ZYSKIND et al., 2015).⁠⁠ A preocupação crescente com a exposição de dados financeiros tem sido um fator de peso no crescimento de transações com Bitcoin e vários indivíduos internalizam a certeza de que o uso de Bitcoin por hackers e crackers é mais uma validação da cibersegurança de transações com Bitcoin. Uma criptomoeda que é utilizada por grupos de pessoas altamente preocupadas com a privacidade e cibersegurança fomenta a discussão sobre o uso de criptomoedas como alternativas aos vazamentos decorrentes de dados (WARMKE, 2020)⁠. 
O que se percebe nos países onde o crescimento de Bitcoin atinge novos níveis diariamente é a supervisão governamental, preocupação com leis cibernéticas que possam proteger as transações e agências governamentais empenhadas em reconhecer a Bitcoin como potência comercial

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