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Mecânica do Movimento Mandibular

Aula sobre oclusão e mecânica do movimento mandibular; aborda eixo de rotação, movimentos de rotação e translação, planos de referência (horizontal, sagital, frontal), movimentos bordejantes e cita o diagrama de Posselt.

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OCLUSÃO – AULA 05
Mecânica do Movimento Mandibular
O importante dessa aula é pensar no eixo de rotação mandibular. Como nós estamos falando de um estudo de mecânica mandibular, nós vamos ter uma representação de diferentes planos e diferentes formas, ou seja, vou ter um eixo de rotação determinado, eu vou um angulação mecânica determinada. Esse eixo é que vai me permitir gerar alguns tipos de gráficos, é como se vocês estivessem olhando pra mim e eu executando determinado movimento mandibular e com esse movimento eu vou desenhando um gráfico, no plano de referência. Já no outro plano eu vou ter outro gráfico, dependendo do gráfico que a gente vai obter em relação a isso vão ter ligações de pontos, se eu tiver em uma visão superior determinados pontos vão se sobrepor e eu não vou conseguir visualizar. 
Veremos os movimentos bordejantes sagital, horizontal e frontal. 
Então a primeira parte: Essas atividades tridimensionais sempre estão relacionadas, só que dentro você tem primeiro o movimento de rotação, em que você começa a abertura, vai ter um movimento de rotação prévio e logo depois o côndilo começa a transladar, isso é fisiológico, é normal! E nós vamos ver movimentos específicos a rotação e específicos a translação, primeiro veremos em relação a rotação. 
ROTAÇÀO:
· A rotação é o processo de rodar em torno do próprio eixo. Ele vai ter uma limitação, até um momento só rotação e depois junto a translação. Esse movimento acontece na parte inferior da articulação, na superfície superior do côndilo e a inferior ao disco articular. 
· Ela acontece nos 3 planos de referência: horizontal, sagital e frontal. 
· Esse movimento de abertura é chamado de dobradura do eixo e é rotação pura.
· O movimento de do eixo sagital de rotação pra baixo do côndilo quando o outro permanece na posição, ou seja, quando você faz lateralidade um permanece na posição e o outro vai transladar.
· Movimentos bordejantes (planos bordejantes sagital, horizontal e frontal): Eles sempre são reprodutíveis e acontecem nesse limite externos (limites externos vão ser os ligamentos, não tem como ir para frente disso).
Se nós pensarmos em movimento mandibular, uma breve abertura de pouquíssimos milímetros é que vai deixar o meu côndilo ainda em rotação, ou seja, dentro da cavidade glenóide ela ainda não está transladando.
A rotação é o movimento de um corpo em torno do seu eixo, ainda não começou a transladar e é na parte inferior da articulação que vai relacionar a superfície superior do côndilo e a superfície inferior do disco articular. Vão ter 3 planos de referência desses movimentos mandibulares, quais são? Horizontal, vertical (frontal) e sagital. 
 No eixo horizontal é como se eu tivesse uma barra, é o movimento de abrir e fechar como se fosse uma dobradiça, mas só ao longo do eixo, só em torno da rotação, você não tem translação, ela é pura! Todos os outro movimentos de lateralidade é acompanhado de translação. 
No eixo frontal de rotação, já visualiza-se pela frente, você vai ter o movimento anterior do côndilo pra fora do eixo terminal de rotação quando estou fazendo movimento mandibular de um lado, do outro lado o côndilo permanece como se eu estivesse fazendo uma guia, eu vou ter a rotação como se eu estivesse fazendo a guia pro lado direito, pro esquerdo será o inverso, teria a rotação aqui e a translação aqui. 
No eixo sagital de rotação você vai ter o movimento pra baixo enquanto o côndilo permanece no eixo de rotação. Então nessa porção eu vou ter a visualização que o movimento é o mesmo, um côndilo parado e o outro em movimento mandibular, isso em lado direito e esquerdo, sempre um vai estar em rotação e o outro em translação. 
TRANSLAÇÃO:
· Tudo se move na mesma direção, velocidade e angulação (côndilo, dentes, ramos),
· O limite do movimento de translação vai ser o ligamento. Vai sempre acontecer na cavidade articular superior, superfície superior do disco e inferior da fossa articular. Já passou na cavidade glenoide e está na fossa articular justamente porque você está transladando. Você já passou do eixo terminar de rotação, você está nessa porção já transladando
Geralmente, esses movimentos vão ocorrer simultaneamente, eles são complexos e você não consegue visualizar toda amplitude dele ou toda dinâmica dele, o importante é o entendimento desses movimentos serem planos de referência.
Dentro da translação vamos começar a ver os movimentos bordejantes tanto no plano sagital, horizontal e frontal. 
Primeiro vamos ver o plano bordejante sagital, o gráfico é esse: 
Diagrama de Posselt:
Plano bordejante sagital:
1 - Abertura posterior bordejante (2 subdivisões)
2 - Abertura anterior bordejantes
3 – Contato bordejante superior
4 – Movimento funcional
Isso aqui é como se eu estivesse de lado e estivesse realizando um gráfico. 
Então 1 é a abertura posterior bordejante, como se a minha mandíbula estivesse fechada e ela vai abrir. No ponto 2 é a abertura anterior bordejante, é como se aqui estivesse meu incisivo, como se eu tivesse protrusão e com abertura máxima. 3 é o contato bordejante superior, é o meu contato dentário mesmo na superfície palatina, por isso que ele está inclinado, essa inclinação representaria a superfície palatina do incisivo superior. O 4 é o movimento funcional, seria o movimento representando por essa “gota” em todos os planos, em qualquer plano você tem uma representação de uma gota, é uma representação gráfica de uma função. 
Vídeo ->https://www.youtube.com/watch?v=q8WffatJ4lA
 Abertura máxima é o ponto número 1, o ponto 2 é abertura máxima e protrusão, você tem dois momentos pra ir pra abertura máxima. 
Na prova se eu for cobrar provavelmente será um gráfico que é o padrão, vocês precisam entenderá mecânica do movimento. O objetivo da mecânica é você gerar essa representatividade gráfica das possibilidades mandibulares em diferentes planos de referência.
 O primeiro são duas aberturas como estivesse representando o início da rotação e da translação. 
(DEMONSTRAÇÃO NO VÍDEO) O 3 vai ter esse plano inclinado, ele vai abrir, fechar e depois deslizar pra palatina pra poder gerar o topo-a-topo e ir para o ponto alto. Ele vai descer pela quantidade do overbite do paciente. 
Agora vamos entender os porquês dos gráficos: 
Primeira fase: O movimento de dobradiça vai partir de RC e vai ter o movimento de rotação pura.
Segunda fase: Você já começa a translação e você alcança essa abertura máxima e acabou de gerar a outra abertura posterior. Debaixo dessa abertura máxima posterior ele foi para inferior até o máximo dele pra gerar aquele número 2 que seria a abertura anterior bordejante.
 O contato superior vai ser determinado pelas determinantes da morfologia oclusal, mas ele tem a característica oclusal do dente, da inclinação da face palatina dele, ou seja, tem fatores de dependência entre eles, depende se o paciente relação de Oclusaocêntrica ou não, se ele tem angulação das vertentes das cúspides diferenciadas, qual a quantidade de overjet e overbite, a morfologia e etc, toda essa inter-relação entre arcadas vai ter dar aquele plano. Esse seria o movimento 3 e por isso que ele tem tantos fatores de influência porque tem a ver com dente. 
Agora a gente acabou de chegar na relação topo-a-topo, é como se eu tivesse feito movimento mandibular deslizou para palatina em que eu tinha o elemento dentário e agora tenho que passar essa representação dessa reta. 
Seguindo, agora que passou do topo a topo, o movimento vai ser superior igual a dos inferiores, qual é a minha limitação aí? Eu vou até onde eu conseguir e por isso o gráfico sobe. 
· Jamais iremos fazer um gráfico desse pra cada paciente, isso é só representativo!
Agora nós estamos naquela posição da gota que é o 4, que seria a posição do máximo relaxamento postural de 2 a 4mm, que é o movimento breve que nós temos. 
Agora vamos ver o efeito da postura e o interessante disso é o porquê de você ajustar o seu paciente. O efeito da postura muda, a inclinação de 45 graus da cabeça a partir da posição postural leva a uma posição retrusiva de fechamentoe quando você está se alimentando você fica 30 graus para frente. Por isso que você vai sentar seu paciente, porque seu fechamento mandibular vai ser correto nessa posição sentada e não supinada ou inclinada para frente. 
Plano bordejante horizontal: 
1. Bordejante lateral esquerdo
2. Bordejante lateral esquerdo continuado com protrusão
3. Bordejante lateral direito
4. Bordejante lateral direito continuado com protrusão
Agora vamos para o horizontal, o horizontal funciona como um dispositivo que chega a ser histórico que é o arco gótico que é uma placa de registro que seria preso aos dentes, mas não se faz isso na prática. Nos dentes inferiores o paciente faria esses movimentos mandibulares nessa placa e como eu estou falando do plano horizontal ele representaria os movimentos que foram realizados ali, só que agora a gente tem outros pontos que provavelmente aqueles pontos de profundidade de abertura a gente quase não vai ter porque o plano é horizontal, são só formas diferentes de visualizar a mesma coisa. 
Vocês vão ver que no final todos eles se interrelacionam em um plano único só que é a forma tridimensional que a gente tem de visualizar.
Olha só, bordejante horizontal só pra vocês entenderem o gráfico nós vamos fazer passo a passo: 
 No bordejante lateral esquerdo você vai ter o côndilo de trabalho e o de não trabalho. Comecei a gerar o gráfico aqui, então temos o bordejante esquerdo com protrusão, estou gerando deslize da linha média, tem o côndilo de rotação e o de trabalho e não trabalho, vai formando um losango e depois vai ter aquele traçado da reta que seria a diferença de RC pra MIH, se eu por acaso falar pra você que RC é igual a MIH vai ter essa diferença de reta? Não, eu vou ter um ponto único ali! No fechamento temos a posição da mandíbula pra frente.
O côndilo de trabalho é o que está em rotação sempre que é onde você está fazendo o movimento e o de não trabalho normalmente é o que está se deslocando pra você fazer o movimento bordejante, nesse caso é lateralidade. Um côndilo tem que sair, os dois não podem sair porque se os dois tivessem saindo você estaria fazendo protrusão. 
NOVO VÍDEO (https://www.youtube.com/watch?v=tRxGW9PYlas): Aqui temos rotação e translação, primeiro ele tá rotacionandoe depois transladando. O eixo é uma reta.
 
Agora a representação das gotas e pontas daqueles planos. 1,2,3 e 4 a gente já viu. É esse pontinho aqui, EEP, que é o topo a topo. Porção de esteritificação , área do início da mastigação (EC), estão vendo que está representado por uma gota? Como se fosse um movimento funcional. Mas eu não estou na horizontal? Aí a gota vai ficar em um movimento circulatório,gerando esse EC. 
 E aí uma área utilizada um pouco antes da deglutição , que é o LC, que é uma área menor. 
Plano Bordejante Frontal
Eu faço o gráfico de frente para o paciente. É representado só aquele ponto postural, “boca de bobo”, que está com a boca relaxada, está representado nessa porção aqui. E aqui tem uma borda lateral superior esquerda e boda lateral superior direita, e a borda de abertura, que vai ser a lateral direita e lateral esquerda que vai ser representada, só isso que vai ser o plano.
Paciente com dente desgastado não tem guia, porque ele não tem a cúspide para parar e fazer o movimento que você quer, porque está tudo planificado. De alguma forma você tem que restabelecer as cristas desse paciente,existem várias formas de restabelecer, mas isso tem que ser feito porque isso é um sintoma deletério da oclusão dele e a tendência é desgastar cada vez mais. Ele pode começar até ter outras disfunções em decorrência da perda das guias. 
A primeira parte do gráfico é o movimento lateral esquerdo. Depois, abertura da bordejante superior, ou seja, você vai deslizar a mandíbula coincidindo com a linha média. Por que ela vai coincidir ? Porque não tem outro lugar para ela ir, não tem como ela ir mais ainda para a esquerda, ela vai voltar para posição inicial. Volta para o ponto inicial, e gira a linha média para a direita, e faz o mesmo movimento para a direita. Faz o mesmo movimento de abertura para direita, e vai coincidir de novo com a linha média, fechando o gráfico. “ Lembra um escudo “.
E aí a gota também estaria representada aqui, porque eu tenho um movimento funcional nessa porção. Por que gera um “escudo” no gráfico? Porque você fez um movimento para a direita e depois você abriu. Quando você faz a máxima abertura você consegue ir mais para a direita? Não. Você fisiologicamente volta para a linha média. Sempre vai fechar porque não tem mais para onde ir . Nesse caso o movimento representado na gota sempre vai ser funcional. 
Explicando de novo: você não está realizando um movimento mandibular? Como se você estivesse mastigando? É isso. Não tem como colocar uma gota maior ou menor, é só uma representação. 
E agora se eu unir os três planos, forma uma única peça. 
Aula 2 - DETERMINANTES DA MORFOLOGIA OCLUSAL
Quais são os determinantes? Eles são pontuados por 2 fatores: Guia condilar das ATM’s e dentes anteriores. 
A guia condilar é considerada um fator fixo. Os dentes anteriores você tem como mudar e isso sim vai ser um fator de alteração. Mas esses são os únicos dois fatores que nós temos de controle dos determinantes da morfologia oclusal. 
Determinantes verticais: 
 No controle posterior, O côndilo sai da RC, vai deslizar para a eminência articular da fossa e vai chegar no seu limite, e vai ter um ângulo da guia condilar. E aí vamos ter um plano formado por esse ângulo e a fossa. Isso é um fator fixo. Eu tenho como mudar isso? Não. Isso é fisiológico e não tem como alterar isso. Essa reta é chamada de PRH (Plano de Referência Horizontal), é essa reta formada pela eminência articular. Isso é um fator fixo, não tem como alterar isso, a não ser que faça uma cirurgia invasiva. Esse é o controle posterior
 O controle anterior, como é feito? É feita pelas incisais dos dentes ântero- inferiores que vão deslizar ao longo da palatina dos dentes superiores. Essa angulação palatina vai determinar a quantidade de movimento vertical que você vai ter, e ela é variável por “N” motivos. Tudo que vocês pensarem de abordagem restauradora, ortodôntica e protética vai ter influência nisso. Porque isso altera e cabe a você saber como vai funcionar essa alteração. 
 Dois fatores guia condilar anterior vão influenciar a morfologia do dente: o fator posterior pela guia condilar (que é fixo) e o fator anterior que é o móvel , variável por “N” razões ,também vai influenciar a morfologia dos dentes, que vão ser determinantes verticais. Vai ter a ver com altura de cúspide e profundidade da fossa.
 Quanto mais próximos desses fatores (posterior e anterior) maior a influência inserida
 Essa altura de cúspide e profundidade da fossa vai ter haver com o deslize e a protusão e inclinação dos dentes, nesses determinantes, que vai influenciar a nossa guia. Vamos ver como isso funciona: Quanto maior for a angulação, maior a altura das cúspides. Por que? Ex: eu estou em uma inclinação de 45º do meu incisivo inferior com o superior, para ele desocluir aqui os posteriores também vão ter que ter cúspides mais proeminentes e você vai ter um deslize maior. Se eu tiver um dente que esteja extremamente em posição protrusiva, no qual você tem quase um platô, um paciente com doença periodontal ,no qual o dente tem mobilidade, você vai ter uma angulação muito pequena , mas isso é uma coisa patológico. Mas fisiologicamente você vai ter essa alteração.
 
 Quanto maior, mais alto as cúspides posteriores. É diretamente proporcional. A angulação é quanto eu tenho que gerar de inclinação, por conta da posição e por isso as cúspides posteriores influenciam. A relação de inclinação tem haver com a possibilidade de desoclusão que você tem. Quanto maior essa angulação, maior a cúspide posterior. Você vai ter um movimento de desoclusão dos dentes. Se você tem uma altura maior no dente anterior ,sua inclinação é maior, você vai abrir um espaço maior. A cúspide então pode ser maior, e é issoo que normalmente acontece. Se eu vou diminuindo esse ângulo, e aí diretamente proporcional a isso a cúspide posterior não precisa ter aquela inclinação tamanha porque você já vai ter a desoclusão que você precisa. Se não tiver aquela inclinação o que vai acontecer? Os dentes anteriores não vão ter ponta guia. Eles iam se tocar antes, não tem condição, porque é fisiológico. 
O plano de oclusão é uma linha imaginária que toca as bordas incisais dos dentes anteriores superiores e as cúspides dos dentes posteriores superiores. A relação do plano de oclusão com o ângulo da eminência influencia a angulação das cúspides. Quando o movimento de um dente inferior é observado em relação ao plano de oclusão, mais do que em relação ao plano horizontal de referência, a influência do plano de oclusão pode ser notada. 
Não estou falando de condições patológicas, e sim de fisiológica. Em condições patológicas: digamos que o paciente tem aquela inclinação de 45º,e aí dele teve uma doença periodontal em todos os anteriores, e os dentes migraram. Aí ele passou a ter uma inclinação como essa. Isso é normal? Não. Ele vai ter vários efeitos deletérios por conta dessa doença. 
Inversamente proporcional a altura da cúspide, quando menor o ângulo, maior o overjet. Então olha só: Estou com um ângulo pequeno, eu não tenho uma overjet maior aqui dele? . Então eu tenho um espaço muito maior porque a altura do ângulo é menor, então você vai ter mais overjet. 
· As angulações das guias são independentes, embora com atuação conjunta para determinar os movimentos mandibulares. O que é isso? Ta dizendo que a angulação da guia condilar é um fator fixo mas ele de alguma forma vai ter uma atuação conjunta com a sua guia anterior que é um fator móvel. Mas você não vai ter o controle direto sobre ela, isso é só na anterior, na guia condilar não. Ela participa, mas você não altera ela diretamente. 
Determinantes horizontais: Incluem relações que influenciam nas direções das cristas e sulcos, influencia na localização das cristas e cúspides. 
Fatores de influência
· Distância do côndilo de rotação
· Distância do plano médio-sagital
· Distância intercondilar. 
Agora estamos falando sobre determinantes horizontais. A gente vai ver a influencia disso. Com essas distâncias (do côndilo de rotação, do plano médio-sagital e ntercondilar) eu vou ter a possibilidade de formar um gráfico. 
Quando a gente faz esse movimento você começa a gerar retas que vão e voltam como se fosse um sulco de escape dos dentes posteriores, e aí você vai gerar um gráfico. 
Côndilo de rotação: Quanto maior a distância entre o dente e o côndilo de rotação, maior o ângulo entre os trajetos látero-trusivos e médio-trusivos. Então olha aqui: A é o trajeto do côndilo de balanceio, mediotrusivo. E o B é o trajeto de trabalho, laterotrusivo, é como se fosse o sulco de escape que você tem na morfologia oclusal do dente. 
 
!!!!!!!!!!ELE NÃO COBRA NADA DISSO NA PROVA!!!!!!!!!
Plano médio-sagital: Quanto maior a distância do dente ao plano médio-sagital, maior o ângulo entre os trajetos médio-trusivo e látero-trusivos, ou seja, vai ter uma diferença na angulação entre esses trajetos que vão ocorrer de acordo com a distância do plano médio-sagital. Isso é gerado pela cúspide de trabalho. 
O padrão dos pacientes é similar, porque tem a ver com a guia e a inclinação e o ângulo mudaria se estivesse mais próximo ou mais afastado do plano médio-sagital. 
Distância intercondilar: À medida que a distância intercondilar aumenta, a distância entre o côndilo e o dente, considerando-se a configuração da arcada, aumenta. Isto tende a causar ângulos maiores entre os trajetos laterotrusivo e mediotrusivo. No entanto, à medida que a distância intercondilar aumenta, o dente fica localizado mais próximo do plano sagital mediano em relação à distância do côndilo de rotação-plano sagital mediano. Isto tende a diminuir os ângulos formados.

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