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1SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
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2SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
QUESTÕES COMENTADAS - PNAB
QUESTÃO 01 - A Portaria nº 2.436/2017 do Ministério da Saúde, normatiza a Política 
Nacional da Atenção Básica (PNAB) e desta forma aponta que a Estratégia Saúde da Fa-
mília (ESF) deve ser a forma de oferta e expansão da atenção à saúde de forma prioritária 
no Brasil. Sobre a Estratégia Saúde da Família, é correto afirmar que:
I. A Estratégia Saúde da Família é ponta da Rede de Atenção à Saúde.
II. A Estratégia Saúde da Família é a base e o centro da Rede de Atenção à Saúde.
III. São tipos de Estratégia Saúde da Família: ESF, ESFR, ESFF, eSB, eAP, eABSP e CR.
IV. A Estratégia Saúde da Família deve ser a principal porta de entrada e vínculo prin-
cipal na Rede de Atenção à Saúde.
A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
a) I, II, III e IV
b) I, III e IV
c) II, III e IV
d) II e IV
e) I e III
Grau de dificuldade: Médio 
Alternativa 1: INCORRETA – Diferente do que consta na alternativa I, a Estratégia de 
Saúde da Família não é aponta da Rede de Atenção à Saúde (RAS). Antes, como estratégia 
prioritária para o fortalecimento da atenção primária, ela é a base e o cento da RAS. Sendo 
assim, a alternativa I encontra-se errada e a II correta. A respeito dos tipos de Estratégia 
de saúde da Família, a alternativa III está errada, pois, embora seja correto afirmar que a 
ESF (estratégia de saúde da família), a ESFR (estratégia de saúde da família ribeirinha) e a 
ESFF (estratégia de saúde da família fluvial) sejam tipos específicos de saúde da família; 
a eSB (equipe de saúde bucal), a eAP (equipe de atenção primária), a eABSP (equipe de 
atenção básica da saúde prisional) e o CR (consultório na rua), embora sejam equipes que 
compõem a rede de atenção primária, não são tipos de estratégia de saúde da família. A 
alternativa IV, por sua vez, encontra-se correta. 
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria 2.436 de 21 de setembro de 2017. Política Nacional de Atenção 
Básica. Disponível: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.
html 
http://sanarsaude.com
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html 
3SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
Alternativa 2: INCORRETA – Conforme justificado acima, as alternativas I e III encon-
tram-se incorretas. 
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria 2.436 de 21 de setembro de 2017. Política Nacional de Atenção 
Básica. Disponível: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.
html 
Alternativa 3: INCORRETA - Conforme justificado acima, a alternativa III encontram-
-se incorreta. 
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria 2.436 de 21 de setembro de 2017. Política Nacional de Atenção 
Básica. Disponível: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.
html 
Alternativa 4: CORRETA - A Estratégia de Saúde da Família é considerada estratégia 
de expansão, qualificação e consolidação da Atenção Básica, por favorecer uma reorien-
tação do processo de trabalho com maior potencial de ampliar a resolutividade e impactar 
na situação de saúde das pessoas e coletividades, além de propiciar uma importante re-
lação custo-efetividade. Dessa forma, sendo a atenção primária a prórta de entrada pre-
ferencial, a Estratégia Saúde da Família é a base e o centro da Rede de Atenção à Saúde. 
Sendo assim, as alternativas II e IV encontram-se corretas.
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria 2.436 de 21 de setembro de 2017. Política Nacional de Atenção 
Básica. Disponível: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.
html 
Alternativa 5: INCORRETA - Conforme justificado acima, as alternativas I e III encon-
tram-se incorretas. 
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria 2.436 de 21 de setembro de 2017. Política Nacional de Atenção 
Básica. Disponível: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.
html 
RESPOSTA: 4
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4SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
QUESTÃO 02 - (PROGRAD, UEPA, 2021) Território é a unidade geográfica única, onde 
serão realizadas ações estratégicas destinadas à vigilância, promoção, prevenção, pro-
teção e recuperação da saúde (BRASIL, 2017). De acordo com o conceito de território e 
territorialização descritos na Política Nacional de Atenção Básica, assinale a alternativa 
correta.
1) Área de abrangência e área de influência são as mesmas áreas.
2) O processo de territorialização é atribuição exclusiva do agente comunitário de 
saúde.
3) Os territórios são destinados para dinamizar as ações em saúde, permitindo 
conhecer melhor a realidade e subsidiar a atuação da equipe de saúde.
4) A municipalização da gestão da atenção básica foi responsável pela ampliação 
das redes de atenção à saúde.
5) A visita domiciliar é a ferramenta que se utiliza para realizar a territorialização. 
Grau de dificuldade: Médio
Alternativa 1: INCORRETA - Define-se enquanto área de abrangência de uma equipe 
de saúde aquela que faz parte do seu processo de territorialização. A área de influência 
não obedece o processo de territorialização e está definida pela lógica assistencial gerada 
por pressão da demanda. Conforme a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB,2017), 
as UBS deverão assegurar o acolhimento e escuta ativa e qualificada das pessoas, mesmo 
que não sejam da área de abrangência da unidade, com classificação de risco e encami-
nhamento responsável de acordo com as necessidades apresentadas, articulando-se com 
outros serviços de forma resolutiva, em conformidade com as linhas de cuidado estabe-
lecidas. 
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria 2.436 de 21 de setembro de 2017. Política Nacional de Atenção 
Básica. Disponível: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.
html 
Alternativa 2: INCORRETA - Conforme a Política Nacional de Atenção Básica 
(PNAB,2017), participar do processo de territorialização e mapeamento da área de atuação 
da equipe, identificando grupos, famílias e indivíduos expostos a riscos e vulnerabilidade, 
faz parte do escopo de atribuições comuns a todos os membros da equipe, não sendo uma 
atribuição exclusiva do agente comunitário, como consta no enunciado da alternativa.
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria 2.436 de 21 de setembro de 2017. Política Nacional de Atenção 
Básica. Disponível: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.
html 
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https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html
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5SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
Alternativa 3: CORRETA - Conforme a Política Nacional de Atenção Básica 
(PNAB,2017), os territórios são destinados para dinamizar as ações em saúde, permitindo 
conhecer melhor a realidade e subsidiar a atuação da equipe de saúde.
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria 2.436 de 21 de setembro de 2017. Política Nacional de Atenção 
Básica. Disponível: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.
html 
Alternativa 4: INCORRETA - A municipalização da gestão da atenção básica foi res-
ponsável construção de políticas setoriais e intersetoriais que garantam à populaçãoaces-
so universal e igualitário à saúde e pela legitimação da atenção básica enquanto coorde-
nadora do cuidado e ordenadora da rede. 
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Departamento de Apoio à Descentralização. O 
SUS no seu município : garantindo saúde para todos / Ministério da Saúde, Secretaria-Executiva, 
Departamento de Apoio à Descentralização. – 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009.
Alternativa 5: INCORRETA - Conforme o Guia PNAB – Política Nacional da Atenção 
Básica (MS,2018), além da visita domiciliar, o reconhecimento do perfil socioedemográfico 
e ambiental, da situação de saúde, o mapeamento de áreas de risco e de vulnerabilidades, 
a definição de microáreas, o diagnóstico situacional e o planejamento local, são exemplos 
de ferramentas que se utiliza para realizar a territorialização. 
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. 
Guia Política Nacional de Atenção Básica – Módulo 1 : Integração Atenção Básica e Vigilância 
em Saúde [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Secretaria 
de Vigilância em Saúde. – Brasília : Ministério da Saúde, 2018
RESPOSTA: 3
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https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html
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6SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
QUESTÃO 03 - (IADES, SES-DF, 2021) Com base na Política Nacional de Atenção Bá-
sica (PNAB), as unidades básicas de saúde (UBS) devem funcionar, minimamente, com 
carga horária de 30 horas semanais, pelo menos cinco dias da semana e nos 12 meses 
do ano. Esse tipo de funcionamento facilita o acesso da população a serviços básicos e 
essenciais.
1) CERTO
2) ERRADO
Grau de dificuldade: Médio
RESOLUÇÃO: De acordo com a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), as uni-
dades básicas de saúde (UBS) devem funcionar, minimamente, com carga horária de 40 
horas semanais, pelo menos cinco dias da semana e nos 12 meses do ano. Esse tipo de 
funcionamento facilita o acesso da população a serviços básicos e essenciais. Dessa for-
ma o enunciado da questão encontra-se errado, pois define como 30hs. 
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria 2.436 de 21 de setembro de 2017. Política Nacional de Atenção 
Básica. Disponível: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.
html 
RESPOSTA: 2
QUESTÃO 04 - (IADES, SES-DF, 2021) De acordo com a PNAB, entende-se que a popu-
lação adscrita por equipe de Atenção Básica (eAB) e de Saúde da Família (eSF) é de 1,5 mil 
a 4 mil pessoas, localizadas ou não dentro do respectivo território, garantindo o princípio 
da longitudinalidade do cuidado.
1) CERTO
2) ERRADO
Grau de dificuldade: Médio
RESOLUÇÃO: Como forma de garantir a coordenação do cuidado, ampliando o aces-
so e resolutividade das equipes que atuam na Atenção Básica, a Política Nacional de Aten-
ção Básica (PNAB) recomenda um população adscrita por equipe de Atenção Básica (eAB) 
e de Saúde da Família (eSF) de 2.000 a 3.500 pessoas, localizada dentro do seu território, a 
fim de garantir os princípios e diretrizes da Atenção Básica. Dessa forma, o enunciado da 
questão encontra-se errado. 
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https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html
7SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria 2.436 de 21 de setembro de 2017. Política Nacional de Atenção 
Básica. Disponível: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.
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RESPOSTA: 2
QUESTÃO 05 - (IADES, SES-DF, 2021) Padrões ampliados são ações e procedimentos 
entendidos como estratégicos para se avançar e alcançar níveis elevados de acesso e 
qualidade na Atenção Básica, levando em consideração parâmetros e indicadores estabe-
lecidos nas regiões de saúde e as especificidades locais.
1) CERTO
2) ERRADO
Grau de dificuldade: Médio
RESOLUÇÃO: Conforme o enunciado da questão, a Portaria nº 2.436 de 21 de setem-
bro de 2017, que aprovou a Política Nacional de Atenção Básica e estabeleceu a revisão 
de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde 
(SUS), as ações e serviços da Atenção Básica, deverão seguir padrões essenciais e am-
pliados, assim definidos:
Padrões Essenciais - ações e procedimentos básicos relacionados a condições bási-
cas/essenciais de acesso e qualidade na Atenção Básica; e
- Padrões Ampliados -ações e procedimentos considerados estratégicos para se 
avançar e alcançar padrões elevados de acesso e qualidade na Atenção Básica, consi-
derando especificidades locais, indicadores e parâmetros estabelecidos nas Regiões de 
Saúde. 
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria 2.436 de 21 de setembro de 2017. Política Nacional de Atenção 
Básica. Disponível: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.
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RESPOSTA: 1
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8SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
QUESTÃO 06 - (IADES, SES-DF, 2021) A PNAB recomenda a cobertura de 100% da po-
pulação, com número máximo de 750 pessoas por agentes comunitários de saúde (ACS), 
em áreas de grande dispersão territorial, que são áreas caracterizadas como de risco e de 
vulnerabilidade social.
1) CERTO
2) ERRADO
Grau de dificuldade: Médio
RESOLUÇÃO: Conforme o enunciado da questão, a Portaria nº 2.436 de 21 de setem-
bro de 2017, estabelece que o número de ACS por equipe deverá ser definido de acordo 
com base populacional, critérios demográficos, epidemiológicos e socioeconômicos, de 
acordo com definição local. Sendo que, em áreas de grande dispersão territorial, áreas de 
risco e vulnerabilidade social, recomenda-se a cobertura de 100% da população com nú-
mero máximo de 750 pessoas por ACS. 
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria 2.436 de 21 de setembro de 2017. Política Nacional de Atenção 
Básica. Disponível: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.
html 
RESPOSTA: 1
QUESTÃO 07 - (PROGRAD, UEPA, 2021) O planejamento em saúde pode ser compre-
endido como um processo que consiste em elaborar uma análise da realidade, definir pro-
posições, construir sua viabilidade, com o objetivo de resolver problemas e necessidades 
individuais e coletivas (CUNHA, 2017). Considerando o planejamento na rotina da equipe 
da Estratégia Saúde da Família, assinale a alternativa correta.
1) O planejamento no Sistema Único de Saúde deve ser realizado de modo 
ascendente e centralizado.
2) O planejamento na saúde permite a qualificação da gestão e da atenção aos 
usuários.
3) O planejamento é uma atribuição exclusiva dos profissionais de nível 
superior na equipe.
4) A comunidade não precisa participar do planejamento da equipe, visto que só deve 
participar do planejamento quem é responsável pela execução.
5) O método para planejamento das equipes da atenção básica é o planejamento 
estratégico situacional.
Grau de dificuldade: Médio
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https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html
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9SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
 Alternativa 1: INCORRETA - Diferente do enunciado da questão, o planejamento no 
Sistema Único de Saúde deve ser ascendente e integrado, sendo considerado um dos re-
quisitos para assegurar a unicidade e os princípios constitucionais do SUS. 
Brasil. Ministério da Saúde. Manual de planejamento no SUS / Ministério da Saúde, Fundação 
Oswaldo Cruz. – 1. ed., rev. – Brasília : Ministério da Saúde, 2016
Alternativa 2: CORRETA – Conforme o manual de planejamento no SUS, o planeja-
mento na saúde permite a qualificação da gestão e da atençãoaos usuários, sendo im-
prescindível a sua operacionalização. 3
Brasil. Ministério da Saúde. Manual de planejamento no SUS / Ministério da Saúde, Fundação 
Oswaldo Cruz. – 1. ed., rev. – Brasília : Ministério da Saúde, 2016
 
Alternativa 3: INCORRETA – De acordo com Política Nacional de Atenção Básica 
(PNAB, 2017) o planejamento é uma atribuição de todos os membros da equipe e não ex-
clusiva dos profissionais de nível superior como consta no enunciado da questão. 
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria 2.436 de 21 de setembro de 2017. Política Nacional de Atenção 
Básica. Disponível: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.
html 
Alternativa 4: INCORRETA - A participação social é uma diretriz que, conforme a 
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB,2017), deve ser operacionalizado pela equipes 
de atenção primária. Sendo assim, diferente do enunciado da alternativa, comunidade de 
participar do planejamento da equipe. 
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria 2.436 de 21 de setembro de 2017. Política Nacional de Atenção 
Básica. Disponível: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.
html 
Alternativa 5: INCORRETA - De acordo com o caderno Especialização Multiprofissio-
nal na Atenção Básica, eixo II – Planejamento na Atenção Básica (UNA-SUS, UFSC /2016), 
para êxito de suas ações com vistas a assegurar, recuperar e manter a saúde da população 
sob sua responsabilidade, cabe às equipes identificarem os problemas de saúde no terri-
tório de abrangência das Unidades. Com base nestas informações, as equipes realizarão 
o planejamento e a programação local das ações de saúde, a fim de estabelecer um plano 
de intervenção e acompanhamento das ações implementadas. 
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https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html
10SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Especialização 
Multiprofissional na Atenção Básica – Modalidade a Distância. Planejamento na atenção 
básica [Recurso eletrônico] / Universidade Federal de Santa Catarina. Organizadores: Jo-
simari Telino de Lacerda; Lúcio José Botelho; Cláudia Flemming Colussi. – Florianópolis, 
Universidade Federal de Santa Catarina, 2016.
RESPOSTA: 2
QUESTÃO 08 - (IADES - SES/DF - 2020) A Atenção Básica é coordenada pelos demais 
níveis do sistema de saúde, abordando problemas comuns da comunidade, priorizando os 
serviços de prevenção, promoção, cura, reabilitação, visando à saúde e ao bem-estar da 
população.
( ) CERTO ( ) ERRADO
Grau de dificuldade: MÉDIO
Resolução: Segundo a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) revisada pela Por-
taria nº 2.436/ 2017, a Atenção Básica é considerada a principal porta de entrada e centro 
de comunicação da Rede de Atenção a Saúde (RAS), coordenadora do cuidado e ordena-
dora das ações e serviços disponibilizados. Além disso, o conjunto de ações e serviços 
de saúde envolvem as ações de promoção, prevenção, proteção, diagnostico, tratamento, 
reabilitação, redução de danos, cuidados paliativos e vigilância em saúde para atender, as 
demandas individuais, familiares e populacionais.
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria no 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política 
Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da 
Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 
Disponivel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html.
Resposta: ERRADO
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http://bvsms.saude.gov.br/bvs/
11SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
QUESTÃO 09 - (COREMU/RJ - UFRJ - 2020) Considerando a Política Nacional de Aten-
ção Básica (PNAB) de 2017, identifique entre as opções aquela que configura continuidade 
com a versão anterior da PNAB.
[1] O número mínimo de ACS/equipe fica definido como um ACS/equipe. 
[2] Reconhece outras formas de organização da AB para além da saúde da famí-
lia. 
[3] A Estratégia Saúde da Família (ESF) permanece no plano discursivo como moda-
lidade prioritária de implantação da AB no Brasil. 
[4] O Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB) conta com 
profissionais na função de apoio à Equipe de Saúde da Família.
Grau de dificuldade: MÉDIO
Dica do autor: Com a PNAB de 2017 o NASF sofre alteração na sua definição, se 
transformando em - NASF-AB Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica
Alternativa 1: INCORRETA. Segundo a PNAB (2011), o número de ACS deve ser su-
ficiente para cobrir 100% da população cadastrada, com um máximo de 750 pessoas por 
ACS e de 12 ACS por equipe de Saúde da Família. Enquanto, a PNAB (2017), apresenta 
que o número de ACS por equipe deverá ser definido de acordo com critérios demográ-
ficos, epidemiológicos e socioeconômicos da população, e não ultrapassar 750 pessoas 
por ACS.
Alternativa 2: INCORRETA. Somente a PNAB (2017) reconhece outras estratégias de 
organização da Atenção Básica nos territórios, que devem seguir os princípios e diretrizes 
da Atenção Básica e do SUS. 
Alternativa 3: CORRETA. Ambas versões da PNAB tem na Saúde da Família sua es-
tratégia prioritária para expansão e consolidação da Atenção Básica no país.
Alternativa 4: INCORRETA. A PNAB (2011) apresenta o NASF como equipes de apoio 
aos profissionais das Equipes Saúde da Família, das Equipes de Atenção Básica para po-
pulações específicas e academia da saúde. Enquanto, a PNAB (2017) apresenta o NASF 
como estratégia complementar às equipes que atuam na Atenção Básica. 
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria no 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política 
Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da 
Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 
Disponivel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html.
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http://bvsms.saude.gov.br/bvs/
12SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
QUESTÃO 10 - (COREMU/RJ - UFRJ - 2020) “Dentre as principais mudanças estabele-
cidas pela PNAB 2017, foi apresentada, pelo Ministério da Saúde, a Carteira de Serviços da 
Atenção Primária à Saúde (CaSAPS), definindo e estabelecendo a relação de serviços dis-
poníveis e ofertados pelas unidades de APS. Em relação à CaSAPS, pode-se afirmar que:”
[1] “tornam a atenção básica espaço para a atuação direta das empresas privadas, 
com acesso a fontes públicas, estáveis e volumosas de financiamento.” 
[2] “predominam ações e práticas clínicas, de caráter individual e assistencial, com 
ênfase em patologias e procedimentos.” 
[3] “contribuem para a valorização da promoção à saúde e da abrangência do cuidado 
que não ultrapassam a prevenção de base biomédica.” 
[4] “permitem e favorecem a criação de equipes com carga horária e cobertura popu-
lacional flexibilizadas, enfraquecendo a perspectiva territorial na AB.”
Grau de dificuldade: MÉDIO
Dica do autor: A Carteira de Serviços da Atenção Primária à Saúde (CaSAPS) é um 
documento em resposta a PNAB 2017, publicado em 2019 pelo Ministério da Saúde. Su-
giro a leitura do artigo “Previne Brasil, Agência de Desenvolvimento da Atenção Primária e 
Carteira de Serviços: radicalização da política de privatização da atenção básica?” que faz 
critica a CaSAPS, ao previne Brasil e a criação da Adaps.
Alternativa 1: INCORRETA. Após a instituição da Agência para o Desenvolvimento da 
Atenção Primária à Saúde (Adaps) pela Lei nº 13.958, de 18 de dezembro de 2019, foram 
criadas condições para que uma entidade privada assuma a gestão da atenção básica, 
incluindo a captação de recursos de outras fontes.
Brasil. Presidência da República. Lei nº 13.958, de 18 de dezembro de 2019. Instituio Programa 
Médicos pelo Brasil, no âmbito da atenção primária à saúde no Sistema Único de Saúde (SUS), e 
autoriza o Poder Executivo federal a instituir serviço social autônomo denominado Agência para 
o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps). Brasília: Diário Oficial da União, 2019.
Alternativa 2: CORRETA. Segundo Morosini, Fonseca e Baptista (2020), o documento 
que trata da CaSAPS apresenta uma lista de serviços que evidencia uma mudança impor-
tante na atuação da APS, com predomínio de ações e práticas clínicas, de caráter individu-
al e assistencial, com ênfase em patologias e procedimentos.
Morosini, Marcia Valeria Guimarães Cardoso, Fonseca, Angelica Ferreira e Baptista, Tatiana 
Wargas de FariaPrevine Brasil, Agência de Desenvolvimento da Atenção Primária e Carteira de 
Serviços: radicalização da política de privatização da atenção básica?. Cadernos de Saúde Pública 
[online]. v. 36, n. 9, e00040220. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0102311X00040220>.
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13SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
Alternativa 3: INCORRETA. Segundo Morosini, Fonseca e Baptista (2020), a CaSAPS 
não faz referência aos determinantes sociais e à intersetorialidade, o que reforça a lógica 
biomédica de compreensão do processo saúde/doença e de organização da atenção.
Alternativa 4: INCORRETA. A Portaria nº 2.539/2019 institui a composição mínima 
- médico e enfermeiro - para a equipe de atenção primária, flexibiliza a carga horária e 
a população adscrita, admitindo duas modalidades de equipes de atenção primária. a) 
Modalidade I: estabelece carga horária mínima individual de 20 horas semanais e 50% da 
população adscrita a uma equipe de saúde da família; B) Modalidade II: 30 horas semanais 
e 75% da população adscrita a uma equipe de saúde da família. 
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.539, de 26 de setembro de 2019. Institui a equipe de 
Atenção Primária - eAP e dispõe sobre o financiamento de equipe de Saúde Bucal - eSB com 
carga horária diferenciada. Brasília: Diário Oficial da União, 2019. 
QUESTÃO 11 - (ARES - UFC/CE - 2021) “Os hospitais constituem importante compo-
nente das Redes de Atenção à Saúde (RAS) e devem atuar de forma articulada à Atenção 
Básica de Saúde, que segundo a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), coordenam 
o cuidado e ordenam a RAS. A Portaria Nº 3.390, de 2013, institui a Política Nacional de 
Atenção Hospitalar (PNHOSP) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), e traz a As-
sistência Hospitalar como eixo estruturante. Segundo essa política, o modelo de atenção 
hospitalar deve contemplar um conjunto de dispositivos de cuidado que assegure o aces-
so, a qualidade da assistência e a segurança do paciente. A partir do exposto, identifi-
que a alternativa que está de acordo com o modelo de atenção hospitalar apresentado na 
PNHOSP: “ 
[A] “As equipes dos serviços hospitalares atuarão por meio de apoio matricial, propi-
ciando retaguarda e suporte nas respectivas especialidades para os profissionais médicos 
que coordenam as equipes de referências.” 
[B] “A clínica ampliada e a gestão da clínica serão a base do cuidado, com a imple-
mentação de equipes multiprofissionais de referência, de forma a assegurar o vínculo en-
tre a equipe, o usuário e os familiares, com a garantia de visita aberta com a presença do 
acompanhante e com a valorização de fatores subjetivos e sociais.” 
[C] “O Plano Terapêutico será elaborado por uma equipe multiprofissional em casos 
clínicos de baixa ou média complexidade, com o objetivo de reavaliar diagnósticos e li-
nhas de intervenção terapêutica. Para casos clínicos complexos ou de alta vulnerabilidade, 
o Plano Terapêutico será elaborado pelo profissional coordenador da equipe de referên-
cia.” 
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14SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
[D] “A equipe de referência será a estrutura nuclear dos serviços de saúde do hospital 
e será formada por profissionais médicos e enfermeiros, que sob a coordenação de um 
profissional médico, irão compartilhar informações e tomar decisões de forma a orientar 
os demais profissionais envolvidos no Plano Terapêutico e os familiares responsáveis pelo 
cuidado com os usuários.”
Grau de dificuldade: MÉDIO
Alternativa 1: INCORRETA. De acordo com Portaria nº 3.390, de 30 de dezembro de 
2013, as equipes dos serviços hospitalares atuarão por meio de apoio matricial, propician-
do retaguarda e suporte nas respectivas especialidades para as equipes de referência, 
visando a atenção integral ao usuário.
Alternativa 2: CORRETA. De acordo com Portaria nº 3.390, de 30 de dezembro de 
2013, a clínica ampliada e a gestão da clínica serão a base do cuidado, com a implementa-
ção de equipes multiprofissionais de referência, com o intuito de assegurar o vínculo entre 
a equipe, o usuário e os familiares, além de garantir de visita aberta com a presença do 
acompanhante e com a valorização de fatores subjetivos e sociais.
Alternativa 3: INCORRETA. De acordo com Portaria nº 3.390, de 30 de dezembro de 
2013, o Plano Terapêutico será elaborado de forma conjunta pelas equipes, especialmente 
quando se tratar de um usuário com quadro clínico complexo ou de alta vulnerabilidade, 
com o objetivo de reavaliar diagnósticos e redefinir as linhas de intervenção terapêutica, 
devendo ser registrado em prontuário unificado compartilhado pela equipe multiprofissio-
nal.
Alternativa 4: INCORRETA. De acordo com Portaria nº 3.390, de 30 de dezembro de 
2013, as equipes multiprofissionais de referência serão a estrutura nuclear dos serviços 
de saúde do hospital e serão formadas por profissionais de diferentes áreas e saberes, que 
irão compartilhar informações e decisões de forma horizontal, estabelecendo-se como 
referência para os usuários e familiares.
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15SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
QUESTÃO 12 - (COREMU/RJ - UFRJ - 2020) Considerando a Política Nacional de Aten-
ção Básica (PNAB) de 2017, identifique entre as opções aquela que configura continuidade 
com a versão anterior da PNAB.
[1] O número mínimo de ACS/equipe fica definido como um ACS/equipe. 
[2] Reconhece outras formas de organização da AB para além da saúde da famí-
lia. 
[3] A Estratégia Saúde da Família (ESF) permanece no plano discursivo como moda-
lidade prioritária de implantação da AB no Brasil. 
[4] O Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB) conta com 
profissionais na função de apoio à Equipe de Saúde da Família.
Grau de dificuldade: MÉDIO
Alternativa 1: INCORRETA. Segundo a PNAB (2011), o número de ACS deve ser su-
ficiente para cobrir 100% da população cadastrada, com um máximo de 750 pessoas por 
ACS e de 12 ACS por equipe de Saúde da Família. Enquanto, a PNAB (2017), apresenta 
que o número de ACS por equipe deverá ser definido de acordo com critérios demográ-
ficos, epidemiológicos e socioeconômicos da população, e não ultrapassar 750 pessoas 
por ACS.
Alternativa 2: INCORRETA. Somente a PNAB (2017) reconhece outras estratégias de 
organização da Atenção Básica nos territórios, que devem seguir os princípios e diretrizes 
da Atenção Básica e do SUS. 
Alternativa 3: CORRETA. Ambas versões da PNAB tem na Saúde da Família sua es-
tratégia prioritária para expansão e consolidação da Atenção Básica no país.
Alternativa 4: INCORRETA. A PNAB (2011) apresenta o NASF como equipes de apoio 
aos profissionais das Equipes Saúde da Família, das Equipes de Atenção Básica para po-
pulações específicas e academia da saúde. Enquanto, a PNAB (2017) apresenta o NASF 
como estratégia complementar às equipes que atuam na Atenção Básica.
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria no 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política 
Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da 
Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 
Disponivel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html.
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16SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICAQUESTÃO 13 - (ARES - UFC/CE - 2021) “Sobre a Portaria Nº 2.436, de 21 de setembro 
de 2017, que aprova a Política Nacional de Atenção Básica no âmbito do Sistema Único de 
Saúde, avalie as assertivas a seguir.
I. Ratifica a atenção básica como a principal porta de entrada e centro de comunica-
ção da Rede de Atenção à Saúde (RAS), coordenadora do cuidado e ordenadora das ações 
e serviços disponibilizados na rede.
II. Afirma que a atenção básica será ofertada, integral e gratuitamente, desde que o 
usuário tenha situação regular junto ao Cadastro Único Nacional.
III. Coloca a participação da comunidade como uma diretriz do SUS e da RAS a ser 
operacionalizada na atenção básica.
IV. Serão adotadas, na atenção básica, estratégias que permitam minimizar desigual-
dades e iniquidades, de modo a evitar exclusão social de grupos que possam vir a sofrer 
estigmatização ou discriminação.
V. Estabelece como competência do Ministério da Saúde ofertar a estratégia de saú-
de da família em sua rede de serviços como a estratégia prioritária de organização da 
atenção básica.
Assinale a alternativa em que todas as afirmativas estão corretas. “ 
[a] I e II. 
[b] II e V. 
[c] I, III e IV. 
[d] III, IV e V
Grau de dificuldade: MÉDIO 
Assertiva I: VERDADEIRA. De acordo com a PNAB (2017) em seu Art. 2º no §1º “A 
Atenção Básica será a principal porta de entrada e centro de comunicação da RAS, coorde-
nadora do cuidado e ordenadora das ações e serviços disponibilizados na rede. 
Assertiva II: FALSA. De acordo com a PNAB (2017) em seu Art. 2º no § 2º “A Atenção 
Básica será ofertada integralmente e gratuitamente a todas as pessoas, de acordo com 
suas necessidades e demandas do território, considerando os determinantes e condicio-
nantes de saúde.”
Assertiva III: VERDADEIRA. De acordo com a PNAB (2017) uma de suas diretrizes é a 
participação da comunidade. Essa diretriz envolve estimular a participação das pessoas, a 
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17SIMULADO DE SAÚDE PÚBLICA
orientação comunitária das ações de saúde na Atenção Básica e a competência cultural no 
cuidado, como forma de ampliar sua autonomia e capacidade na construção do cuidado à 
sua saúde e das pessoas e coletividades do território.
Assertiva IV: VERDADEIRA. De acordo com a PNAB (2017), é proibida qualquer ex-
clusão fundamentada na idade, gênero, raça/cor, etnia, crença, nacionalidade, orientação 
sexual, identidade de gênero, estado de saúde, condição socioeconômica, escolaridade, li-
mitação física, intelectual, funcional e outras. E para que essa determinação seja cumprida 
deverão ser adotadas estratégias que permitam reduzir as desigualdades e iniquidades, de 
modo a evitar exclusão social de grupos que possam vir a sofrer estigmatização ou discri-
minação, de maneira que impacte na autonomia e na situação de saúde.
Assertiva V: FALSA. Dentre as responsabilidades comuns a todas as esferas de go-
verno está o apoio a adoção da Estratégia Saúde da Família (ESF) como estratégia priori-
tária de expansão, consolidação e qualificação da Atenção Básica.
Resposta: C
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