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Estudo dirigido sobre Psicologia do trânsito
TEXTO INDICADO: 
SILVA, Fábio Henrique Vieira de Cristo; GÜNTHER, Hartmut. Psicologia do trânsito no Brasil: de onde veio e para onde caminha?. Temas em Psicologia, v. 17, n. 1, p. 163-175, 2009.
1)	Destaque os principais marcos do desenvolvimento da Psicologia do Trânsito no Brasil.
	- Podemos destacar no século XX a substituição dos trens e bondes através da estimulação federal e estadual para as indústrias de automóveis fomentando o uso de automóveis;
	- Intensificação de acidentes de trânsito na década de 40;
	- Implementação de exames e medição onde se avaliava a capacidade ou inabilidade da pessoa ser habilitada. Fortemente influenciada com teorias e métodos estrangeiros;
	- Exames psicotécnicos obrigatórios para a obtenção da carteira de habilitação através do Decreto-lei n° 9545 de 1946 entrando em vigor em 1951;
	- Reflexões acerca da seleção psicotécnica para a diminuição de acidentes onde surgiu os primeiros critérios e normas dos testes utilizados;
	- Primeiros estudos formais baseados na prática através do Instituto de Seleção e Orientação Profissional em 1947, responsável este por eventos, capacitação, validação, padronização, dentre outras funções no âmbito da psicometria;
	- Reconhecimento da profissão de psicólogo no Brasil no ano de 1962 no qual, devido ao avanço, foi regulamentada em 1968 os SERVIÇOS PSICOTÉCNICOS nos Departamentos de trânsito dos estados concretizando a atuação da psicologia do trânsito dentro desses lugares;
	- E por fim, podemos mencionar o I Fórum Nacional de Psicologia do Trânsito como marco importante para a elaboração de diretrizes e normas no qual considerava a atuação do psicólogo nessa área com o potencial de planejamento urbano e educação.
	2)	Explique a relação entre a criação dos Departamentos de Trânsito (DETRANs) e a expansão e consolidação da Psicologia do Trânsito no Brasil.
	- Com a criação dos serviços psicotécnicos dentro dos Departamentos de Trânsito dos estados e com o advento do Código de Trânsito Brasileiro em 1998 os psicólogos puderam atuar realizando exames.
	Em 1967 o decreto do SNT modificou-se e foi estabelecido que em cada estado deveria se estabelecer DETRANs, sem serviços ou estruturas. Em cada departamento deveria ser composta por alguns profissionais como médicos e psicólogos a fim de realizar os exames necessários para a obtenção da carteira nacional de habilitação. 
	A exigência de um psicólogo fazia reconhecer a importância dos processos psicológicos na segurança do trânsito, favorecendo dessa forma a ampliação da Psicologia do trânsito.
	Além disso, os DETRANs favoreciam um leque de atuação, pois além de aplicar testes, os psicólogos poderiam então atuar administrando, avaliando e analisando resultados dos instrumentos aplicados, em atividades administrativa, de fiscalização, capacitação de outros psicólogos, diretores e instrutores do trânsito e também na elaboração e implantação de programas de reabilitação ou educação de motoristas infratores. Houve também a disseminação de ações do psicólogo para a questão preventiva no trânsito e pericias para a reinserção ou reabilitação profissional. Nesse período já podia ver a inserção de estudantes de psicologia devido os estágios curriculares.
	Os profissionais psicólogos dentro dos DETRANs se favoreciam dos materiais e pessoas pertinentes para a realização de pesquisas, além das oportunidades de encontros científicos e apoio financeiro, como pode ser visto através do I encontro Inter-Estadual de Psicologia do Trânsito realizada em São Paulo.
2ª ATIVIDADE
DESCRIÇÃO: Leia os dois textos indicados, elabore 02 perguntas sobre cada texto e responda essas perguntas. Entregar: uma folha com as perguntas.
TEXTOS INDICADOS: 
HOFFMANN, Maria Helena. Comportamento do condutor e fenômenos psicológicos. Psicologia: pesquisa e trânsito, v. 1, n. 1, p. 17-24, 2005.
TEBALDI, Eliza; FERREIRA, Vinícius RT. Comportamentos no trânsito e causas da agressividade. Revista de Psicologia da UNC, v. 2, n. 1, p. 15-22, 2004.
1) Explique a dificuldade na relação entre os fenômenos/processos psicológicos e acidentes de trânsito reconhecidos pela Psicologia do Trânsito e os estudos da área.
2) Há um consenso na comunidade científica no qual aceitam a premissa que envolvimentos em acidentes estão relacionados aos hábitos de direção, onde há relação entre comportamentos socialmente contraditórios e infrações de trânsito. Que métodos poderiam ser realizados objetivando a mudança do condutor de acordo com o texto “Comportamento do condutor e fenômenos psicológicos”?
3) Como o comportamento agressivo no trânsito pode contribuir para maiores problemas na condução?
4) O que se pode afirmar sobre as personalidades dos condutores envolvidos ou não em acidentes?
RESPOSTAS:
1) A principal dificuldade reconhecida é na questão da obtenção de informações sobre os acidentes e o que ocasionaram eles de fato, pois dizer que o condutor do veículo perdeu o controle não traz uma explicação precisa, mesmo que estudos, e mesmo que haja estudos observacionais na área, ele recai sobre a primeira problemática mencionada e não explica os fatores intrínsecos relacionados a determinados comportamentos.
2) Poderiam ser realizados planejamentos das vias (os aspectos físicos e de layout) de modo a possibilitar os condutores a se comportarem de modo compatível com o esperado, de acordo com as normas; Estratégias jurídicas relacionadas a punição de quem não as ações previamente estabelecidas (as normas e leis de trânsito); Aumento da educação de modo a promover a conscientização sobre os riscos de determinados comportamentos no trânsito e aceitação dos métodos empregados; e por fim, identificação de condutores infratores para a reeducação ou remoção dos mesmo visando a segurança destes e dos demais.
3) De acordo com o que foi apresentado, pode contribuir para que haja mais acidentes nas vias, resultando ou não em mortes, mas impactando diretamente a economia do país (pois muitos recursos usados são do Sistema Único de Saúde) e das pessoas envolvidas (impactos físicos e/ou emocionais, além do financeiro).
4) O texto afirma que a personalidade das pessoas não muda ao entrar no veículo, por exemplo. Porém, alguns traços podem ser mais evidenciados, levando em consideração a crença que o condutor carrega sobre o que é o trânsito, para que serve, dentre outras implicações no qual podem fazê-lo agir de modo a correr mais riscos e gerar acidentes.
3ª ATIVIDADE
DESCRIÇÃO: Responda as perguntas a seguir. Entregar: pelo menos três folhas com as respostas e referências das respostas.
TEXTOS INDICADOS: 
MASSAÚ, Guilherme Camargo; DA ROSA, Rosana Gomes. Acidentes de trânsito e direito à saúde: prevenção de vidas e economia pública. Revista de Direito Sanitário, v. 17, n. 2, p. 30-47, 2016.
MALTA, Deborah Carvalho et al. . Iniciativas de vigilância e prevenção de acidentes e violências no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS). Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília, v. 16, n. 1, p. 45-55, mar. 2007.
BACCHIERI, Giancarlo; BARROS, Aluísio JD. Acidentes de trânsito no Brasil de 1998 a 2010: muitas mudanças e poucos resultados. Revista de Saúde Pública, v. 45, n. 5, p. 949-963, 2011.
IPEA. Acidentes de Trânsito nas Rodovias Federais Brasileiras: caracterização, tendências e custos para a sociedade, 2015.
1)	Qual a relação do Sistema Único de Saúde com a ocorrência de acidentes de trânsito?
 	Existe uma relação direta no que tange os acidentes de trânsito no Brasil e os impactos no Sistema Único de Saúde. 	E, ao se afirmar isso, deve se evidenciar que os custos ocorrem desde a prestação de socorro aos tratamentos (UTIs, cirurgias, medicamentos e internação), sem contar que dependendo da gravidade dos acidentes, os acometidos precisarão de assistência temporária através de recebimento do DPVAT ou outros. No entanto, isso apenas demonstra os impactos posteriores ao acontecimento dos acidentes.
2)	Resuma dados importantes sobre acidentes de trânsito no Brasile no Mundo [número de acidentes, principais causas, número de vítimas fatais, perfil das pessoas envolvidos em relação à gênero e idade].
	De acordo com as pesquisas, em torno de 1,2 milhões de pessoas ao ano morrem ou são vítimas de trânsito e só no Brasil estima-se que de 43 mil a 150 mil passam pela mesma situação no mesmo período de tempo, representando a principal causa de morte em nosso país.
	Os dados mais recentes sugerem que os acidentes nas vias federais correspondem a 20% de mortes e cerca de 26 mil feridos gravemente, além do custo estimado de aproximadamente 28 bilhões de reais por ano. Além disso estima-se que a frota automobilística tenha aumentado em torno de 136% (porcentagem geral), porém o porcentual de automóveis ingressados nas vias corresponde a 102,6% e motocicletas 289,8% principalmente na região nordeste, o que corresponde a um total de aumento em 414%, sem necessariamente ocorrer melhoras ou quantidade de vias.
	Em relação as causas dos acidentes se destaca a falta de atenção com 32,6% de casos sem mortes e 20,3% com mortes. A velocidade incompatível com o permitido representa 13,1%, ultrapassagem indevidas 7,8% e ingestão de álcool em 6,5 (dados do IPEA), 2015).
	Já os dados relacionados a mortalidade por gênero demonstram que desde 1998 a 2008 os homens morrem mais que as mulheres, em torno de 4,5 homens para cada uma mulher e na faixa etária de 15 a 29 anos. No entanto as crianças e idosos pedestres são vítimas frequentes
3)	Resumo de dados que mostram o impacto dos acidentes de trânsito no SUS.
	De acordo com os dados demonstrados no artigo de Rosa (2016), o custo médio de um acidente de trânsito atinge o valor de 690.065, 21 R$ quando somados todos os itens (humanos ou não) envolvidos. 
	No ano de 2010 um paciente internado em média por 6,3 dias (o comum naquela época) custaria em torno de 1.138,13 R$, porém os dados atualizados de 2010 a 2015 aumenta o valor médio dos custos diários para 248, 50 R$, o que antes custava 180, 65 R$ ao dia.
 	Além do mais, 45% do total bruto recolhido pelo DPVAT é destinado ao SUS e no ano de 2014 esse valor correspondeu ao total de 3,8 milhões, sendo espalhados para vários segmentos do setor destinatário.
DESCRIÇÃO: SISTEMATIZE OS DADOS MAIS IMPORTANTES: TÓPICOS 2 E O 3.
TEXTO INDICADO: 
MASSAÚ, Guilherme Camargo; DA ROSA, Rosana Gomes. Acidentes de trânsito e direito à saúde: prevenção de vidas e economia pública. Revista de Direito Sanitário, v. 17, n. 2, p. 30-47, 2016.
Tópico II – Acidentes de trânsito no Brasil: panorama dos dados nacionais e suas divergências.
	Consideram-se acidentes de trânsito os acidentes no qual envolvem desde ciclistas a condutores de veículos de grande porte, desde que também sejam causados por eventos não intencionais e em transportes individuais, coletivos ou de carga. Ademais, se encontram na mesma categoria os acidentes que envolvem pedestres que estão em trânsito.
	Em comparação a outros meios (ferroviários, hidroviários e aéreos) a porcentagem de 96% se refere ao transporte rodoviário percorrido em rodovias, assim como o alto número de acidentes no qual são tão exacerbados e representa alto custo em relação ao número de atendimentos no Sistema Único de Saúde (SUS). Os acidentes de trânsito são tão altos que o coloca em primeiro lugar como causa de morte dos jovens de 15 a 29 anos e afeta a economia nacional e das famílias envolvidas.
	Para melhorar a segurança nas vias de trânsito foi estabelecido um programa pela Organização Mundial da Saúde nomeado de “Década de ação pela segurança no trânsito” e que se estendia de 2011 até 2020. No entanto, no Brasil o processo de levantamento de dados é falho, não existe uma maneira eficiente de quantificar e especificar os acidentes pois o sistema não é padronizado quando se fala das ocorrências e devido a isso há divergências locais e nacional demonstrado pelo DENATRAN, DATASUS e pelo DPVAT.
	A inexatidão dos dados mostra a dificuldade do controle e também na educação do trânsito, pois os acidentes são mais que dados estatísticos, envolve toda uma sociedade que participa ativamente transitando nas vias de diversas maneiras e sem saber o que de fato acontece devido a precariedade das informações repassadas pelos responsáveis.
	O autor afirma que é necessário padronizar a estatística de recolhimento de informações dos acidentes para que se possa estabelecer metas mais eficazes, assim como políticas de prevenção melhores. Existe de fato a necessidade de investimento que vá desde o sistema rodoviário, fiscalização e prevenção, pois atinge diretamente o SUS com despesas que poderiam ser utilizadas de outras maneiras e também as pessoas vítimas fatais e seus familiares.
Tópico III – Da prevenção dos acidentes de trânsito como garantia do direito à saúde.
	De acordo com os dados do IPEA (2015) em relação aos acidentes de trânsito, em 2014 em torno de 69% ocorreu devido a imprudência que é caracterizada por excesso de velocidade, direção sob efeito de álcool ou outra droga, ultrapassagens perigosas, atenção diminuída, dentre outros. A porcentagem restante se refere a 27,1% e a causa é relacionada a problemas no veículo ou não especificado e apenas 3,7% devido a defeitos ou animais na vida (manutenção da estrada).
	Se defende, a partir dos dados levantados que a análise da saúde deve fazer parte do planejamento dos valores, quando se trata dos impactos dos acidentes de trânsito, mesmo sendo consideradas pautas problemáticas não apenas no Brasil.
	Se reconhece a dificuldade da aplicação de outros métodos e mais eficazes para a diminuição de acidentes e a ausência de dados ou dados incertos só dificultam o planejamento no qual se avaliara os custos necessários que garantem a saúde de modo preventivo para diminuir a ocorrência de acidentes.
	Em 2014 em torno de 1,1 bilhão de reais foram gastos devido os acidentes de trânsito e apesar de 45% do valor bruto recolhido do DPVAT é um alto custo para se arcar. E mesmo que o valor recolhido não seja usado exclusivamente nos acidentados de trânsito, é necessário que se utilize em investimentos da educação e prevenção de acidentes no qual se espera que atingirá a economia da saúde pública e também as vidas envolvida muitas vezes perdida.
	
Estudo dirigido sobre Psicologia do tr
ânsito
 
 
TEXTO INDICADO:
 
 
SILVA, Fábio Henrique Vieira de Cristo; GÜNTHER, Hartmut. Psicologia do trânsito 
no Brasil: de onde veio e para onde caminha?. 
Temas em Psicologia
, v. 17, n. 1, p. 
163
-
175, 2009.
 
 
1)
 
Destaque os principais marcos do desenvolvimento da Psicologia do 
Trânsit
o no Brasil.
 
 
-
 
Podemos destacar no século XX a substituição dos trens e bondes através da 
estimulação federal e estadual para as indústrias de automóveis fomentando o uso de 
automóveis;
 
 
-
 
Intensificação de acidentes de trânsito na década de 40;
 
 
-
 
I
mplementação
 
de exames e medição onde se avaliava a capacidade ou 
inabilidade da pessoa
 
ser habilitada. Fortemente influenciada com teorias e métodos 
estrangeiros;
 
 
-
 
Exames psicotécnicos obrigatórios para a obtenção da carteira de habilitação 
através do D
ecreto
-
lei n° 9545 de 1946 entrando em vigor em 1951;
 
 
-
 
Reflexões acerca da seleção psicotécnica para a diminuição de acidentes 
onde surgiu os primeiros critérios e normas dos testes utilizados;
 
 
-
 
Primeiros estudos formais baseados na prática através do 
Instituto de Seleção 
e Orientação Profissional em 1947, responsável este por eventos, capacitação, 
validação, padronização, dentre outras funções no âmbito da psicometria;
 
 
-
 
Reconhecimento da profissão de psicólogo no Brasil no ano de 1962 no qual, 
devido
 
ao avanço, foi regulamentada em 1968 os SERVIÇOS PSICOTÉCNICOS nos 
Departamentos de trânsito dos estados concretizando a atuação da psicologia do 
trânsito dentro desses lugares;
 
 
-
 
E por fim, podemos mencionar o I Fórum Nacional de Psicologia do Trânsito 
como marco importante para a elaboração de diretrizese normas no qual considerava 
a atuação do psicólogo nessa área com o potencial de planejamento urbano e 
educação.
 
 
 
2)
 
Explique a relação entre a criação dos Departamentos de Trânsito 
(DETRANs) e a expa
nsão e consolidação da Psicologia do Trânsito no Brasil.
 
Estudo dirigido sobre Psicologia do trânsito 
 
TEXTO INDICADO: 
SILVA, Fábio Henrique Vieira de Cristo; GÜNTHER, Hartmut. Psicologia do trânsito 
no Brasil: de onde veio e para onde caminha?. Temas em Psicologia, v. 17, n. 1, p. 
163-175, 2009. 
 
1) Destaque os principais marcos do desenvolvimento da Psicologia do 
Trânsito no Brasil. 
 - Podemos destacar no século XX a substituição dos trens e bondes através da 
estimulação federal e estadual para as indústrias de automóveis fomentando o uso de 
automóveis; 
 - Intensificação de acidentes de trânsito na década de 40; 
 - Implementação de exames e medição onde se avaliava a capacidade ou 
inabilidade da pessoa ser habilitada. Fortemente influenciada com teorias e métodos 
estrangeiros; 
 - Exames psicotécnicos obrigatórios para a obtenção da carteira de habilitação 
através do Decreto-lei n° 9545 de 1946 entrando em vigor em 1951; 
 - Reflexões acerca da seleção psicotécnica para a diminuição de acidentes 
onde surgiu os primeiros critérios e normas dos testes utilizados; 
 - Primeiros estudos formais baseados na prática através do Instituto de Seleção 
e Orientação Profissional em 1947, responsável este por eventos, capacitação, 
validação, padronização, dentre outras funções no âmbito da psicometria; 
 - Reconhecimento da profissão de psicólogo no Brasil no ano de 1962 no qual, 
devido ao avanço, foi regulamentada em 1968 os SERVIÇOS PSICOTÉCNICOS nos 
Departamentos de trânsito dos estados concretizando a atuação da psicologia do 
trânsito dentro desses lugares; 
 - E por fim, podemos mencionar o I Fórum Nacional de Psicologia do Trânsito 
como marco importante para a elaboração de diretrizes e normas no qual considerava 
a atuação do psicólogo nessa área com o potencial de planejamento urbano e 
educação. 
 
 2) Explique a relação entre a criação dos Departamentos de Trânsito 
(DETRANs) e a expansão e consolidação da Psicologia do Trânsito no Brasil.

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