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Inspeção Palpação Ausculta Realizam-se a inspeção e a palpação simultaneamente porque os achados semióticos tornam-se mais significativos quando analisados em conjunto Analisar- pesquisa de abaulamento, análise do ictus cordis ou choque na ponta, análise de batimentos ou movimentos visíveis ou palpáveis e pesquisa de frêmito cardiovascular. Abaulamento- a dilatação do ventrículo direito determina o abaulamento Ictus cordis- choque de ponta é avaliado pela inspeção e palpação investigando localização, extensão, mobilidade, intensidade e tipo da impulsão, ritmo e frequência Retração sistólica- aparece em casos de hipertrofia direita durante a sístole em vez de um impulso o que se percebe é a retração. ç – Abordagem sistematizada das artérias Radiais – medial ao processo estiloide do rádio Braquiais –palpavel em toda sua região mas principalmente no seu terço distal. Carótidas-palpado com a polpa do polegar esquerdo que afasta o musculo esternocleidomastoide ,medir dos dois lados, não pode comprimir as duas ao mesmo tempo para não obstruir o fluxo e não deslocar placas de ateroma. Femorais –Palpada na região inguinocrural abaixo do ligamento inguinal.Comparar de maneira bilateral. Poplíteas – 1. Técnica – paciente em decúbito ventral dedo indicador médio e anular na face anterior do joelho o examaminador aprofunda o polegar no oco poplíteo. 2. Técnica- paciente em decúbito dorsal com a perna semifletida fixa os polegares na frente e usa-se os dedos indicador médio e anular para tentar sentir a artéria no oco poplíteo. Tibiais posteriores- região retromaleolar interna com o paciente em decúbito dorsal. Pulso pedioso-entre o primeiro e o segundo metatarsio,decúbito dorsal com leve flexão do joelho. LEMBRAR- C de circulação ( artérias para palpação formam um C no corpo Técnica para palpação- não comprimir muito forte, não usar o dedo polegar para não confundir com a nossa própria pulsação É avaliado nos pulsos arteriais Ritmo – regular ou irregular Frequência- contar em 60 segundos Amplitude- perceber a amplitude máxima do pulso em seguida, com a outra mao fazer o mesmo com a artéria colateral e verificar se eles batem ao mesmo tempo. I Contorno e espessura da parede arterial- preferencialmente artérias próximas ao coração como braquial e carótida. Taquisfigmia – acima de 100 Bradisfigmia – abaixo de 60 Pontos venosos Veia jugular- avalia a inspeção- turgência jugular Medir pressão em vários lugares é importante pois pode haver variações de lugares para outro. Ausculta cardíaca – sons cardiovasculares Propriedades físicas Frequência ( alta e baixa ) Localização topográfica e irradiação – quanto mais perto do foco onde é gerado aquele som , maior a intensidade. Condições ambientais – ambiente silencioso Posição do paciente Posição do examinador- lado direito do paciente Áreas de ausculta- sistematizada Foco mitral- 5 espaço intercostal esquerda na linha hemiclaviular esquerda corresponde ao ictus cordis ou ponta do coração –escutar B1 com mais intensidade Foco tricúspede – 4 espaço intercostal esquerdo na linha paraesternal Foco pulmonar- 2 espaço intercostal esquerdo na linha paraesternal – bom para analisar a segunda bulha pulmonar Foco aortico- 2 espaço intercostal direito na linha paraesternal Foco aortico acessorio- 3 espaço internostal esquerdo na linha paraesternal (melhor local para perceber fenomenos acusticos de origem aortica. OBS- em uma ausculta cardíaca correta todo o precórdio e regiões circunvizinhas incluindo região axilar esquersa,dorso e o pescoço precisam ser auscultados. OBS- focos da ausculta não correspondem as localizações anatomicas das valvas que lhe emprestam o nome Paciente deve estar deitado,sentado em decúbito lateral esquerdo e as vezes em pé, debruçado sobre a mesa do exame ou leito . Primeira bulha-B1-fechamendo das valvas atrioventriculares “TUM”.Coincide com o ictus cordis e com o pulso carotídeo.Primeira fase da sistóle Segunda bulha- B2-fechamento das valvas semilunares “TÁ” Bulhas normofonéticas – sem alterações Bulhas hiperfonéticas – febre, exercicio fisico, anemia, hipertensao Bulhas hipofoonéticas- obesidade,choque Palpação da região precordial Posição do coracão- normalmente o apice esta voltado para o apice esquerdo sobre o diafragma Localização do ictus cordis- impulso cardíaco apical ou choque de ponta Espalmar a mao sobre o torax do paciente e com pressão superficial ver em que ponto da mao esta o ictus ( onde o coração palpita mais ) após determinar colocar o dedo indicador ou medio para identificar a extensão No momento em que o ventriculo se contrai mas a valva aórtica ainda não esta aberta ( contração isovolumetrica) o coração fica mais proximo da parede torácica Anotar a posição em que foi feita a avaliação do ictus Avalia-se : localização, extensão, duração, intensidade, forma , ritmo e componentes acessorios. Mediolíneos- cruzamento da linha hemiclavicular esquerda com o 5° espaço intercostal Brevilineos- desloca-se dois centimetros para fora e para cima 4° espaço intercostal Longilíneos- 6° espaço intercostal 1 ou 2 cm da linha hemiclavicular. Avalia-se a extensão procurando determinar quantas polpas são necessarias para cubri-lo normalmente 1 ou 2 Normalmente se descola em 1 ou 2 cm de posição quando o paciente muda de posição. Na hipertrofia ventricular esquerda encontra-se o ictus cordis de grande intensidade com choques de ponta mais vigorosos.