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EAD Premium centro universitário unifacvest Prova presencial regular Curso: 24 MESES TECNOLOGIA GESTÃO PÚBLICA UNIFACVEST EAD Módulo: 7 Grupo: 178 Municipio: BARRA DO PIRAÍ RJ Disciplina(s): 101334 -GESTÃO DE PROJETOS Nome 541567 LUCIANA DE sOUZA MOREIRA Data:11/0o hugana d hougo 'Mmue Assinatura do aluno0: Preencha o gabarito abaixo com X na coluna correta. Atente para a coluna de numeração e das alternativas. Questoes A B C 5 10 11 12 1) Em relação à gestão da qualidade em projetos, pode-se afirmar que a sua aplicação, de forma organizada, toma-se um elemento controlável. Assim, analise as altermativas a seguir e marque aquela que explica o conceito de gestão da qualidade em projetos. A) Trata-se do uso de métodos em conjunto com três áreas: logistica intema, logistica externa e produção. 3) Trata-se de um método computacional que analisa as causas e os efeitos dos problemas de produção. C) Trata-se de um método fundamentado em processos estratégicos, utilizado para tomadas de decisão da alta gestão. Trata-se do uso de métodos de melhoria continua que podem ser aplicados em processos e resoluções de problemas. E) Trata-se de um método criado a partir do orçamento do plano de gerenciamento de projetos, que servirá para a área contábil eliminar excessos. 2) Em relação ao gerenciamento da qualidade, há como selecionar técnicas apropriadas segundo as características do projeto. Para isso, existem singularidades que distinguem tais técnicas. Dessa maneira, Requisição: 2848977 Matricula: 541567 Data: 02/11/2020 18:45 Página: 1/5 a ssin a ie a a te m a tiv a q u e a p re se n ta a lg u m a s d a s c a ra c te ristic a s g u e o g e re n te d e p ro je to s d e v o lev ar e m consideraçho ao esv o th er técrnicae d e g eren ciam en to d a g u alifad e o m projetos O ngam erte depenluve ia rs a o o m ra de e g u ig a e rio T e m e e f o n e pvara a e e a g o a s ta te d e v iu a lio a c h o e irte rp re ta io F a s h ta e d e exportar e sa h v aru th v o 3 D entro d o g eren ciam erto d e projetos, co n sid eran d o a e ta p a d e cronogram a, assin ale a aliternatva q u e ap o n ta p a ra u n beneficio do preenchim ento c o re to de u m cronogram a P ro m o v eo acom parham erto d etah ad o a previsiblidade d e probiem as A u m en ta a rap id ez d e e x e c u ç ã o e p o ten cializa a k u cratv id ad e C ) A u m en ta o rato m o so b o investim ernto e d u p lica a e fc ik n c D P rom ove a n teração do pessoal e aum enta a cred ib d ad e do gentor d e projet E P rom ove o rnetw orking entre os departam erntos e a assiduidade dos funcionários 4 ) D entro d a s e ta p a s d e g eren ciam en to d e u m projeto, h à a definição d o esco p o E m relação a e sse assu n to , assin ale a alternativa correta, co n sid eran d o um d o s propósitos d o d elin eam en to d o e sc o p o A p resen tar o resu ltad o financeairo d o p ro e to E sp ech ica a data d e conclusão do projeto. bem com o o orçam ento disponivel A pxaniar a q u io q u e se rà fesllo (obyetivo) e o q u e n ã o se ra e n u m p ro jeto D D esorever o s cargos e saiános dos profissionais q u e executarão o projeto h u reset ia r a defirniçao d o pessoal que trabalharà no projelo S ) D ertro d o gerencaiam ento d e aq u isiçõ es d e um projeto, h â categ o rias d e contratos q u e se diferenciam A ssam a ssin a ie a alterm ativ a q u e d efin e, re sp e c tiv a m e n te , u m c o n tra to se m p re ç o v ariàv el e u m co n trato C o m c u s to s v a n a v e is C a ir ate p prene f u r r e to r causls roentxois�vois K g a 2 8 4 8 7 7 M a trc u a 5 4 1 5 6 7 D a ta 0 2 /1 1 /2 0 2 0 1 8 45 Pagina 2/5 C ontrato de exclusividade; contrato p o r aleatoriedade D ) C o n trato por preço fixo n o inicio; co n trato p o r tem po d e m ateria E) C ontrato por preço fixado ao final; contrato por custos variàveis. 6 )E m re la ç ã o à g e stã o d e risco s, u m g e re n te d e p ro jeto s p o d e elab o rar, e m c o n ju n to c o m su a e q u ip e , u m q u a d ro d e a c o m p a n h a m e n to d e risco s q u e a p re se n te d a d o s e in fo rm a ç õ e s so b re p o ssiv e is v ariav eis q u e possam im pactar nogativam entc u m projcto. S o b o s s a ótica, d e a c o rd o c o m a a n á lise d e risc O s e m p ro je to s , a s s in a le a a lte rn a tiv a q u e re p re s e n ta v a riá v e is re la c io n a d a s a risc o s. V ariàveis politicas, econôm icas, sociais e tecnológlcas. B ) V ariáveis nacionais e interm acionais. C ) V ariáveis de produtividade e de recursos hum anos. D ) V ariáveis contábeis e financeiras E ) V ariáv eis in tern as e e x te m a s. 7 ) Todo projeto é su sc e tiv e l a falhas, m a s c o m o acú m u lo d e c o n h e c im e n to s e experiências d e gestores especializados, algum as falhas podem s e r o b se rv a d a s c o m o m ais frequentes. A e s s e respeito, indique a alternativa q u e ap resen ta ao m en o s um a d essas falhas. A ) E s tim a r o s lu c ro s d o projeto e c o n ta r q u e e s s e s v alo res farão parte d o s re la tó rio s d a em p resa, s e m m e s m o 0 projeto te r s id o finalizado. B ) F a lh a r e m u m projeto d ev id o a o lançam ento d e u m produto in o v ad o r d a co n co m ên cia. C N ão levar em consideração o s custos de atualização de softw ares usados para o controle dos projetos. D ) N ão lev ar em co n sid eração a crise fin an ceira d e um p aís relativ am en te im p o rtan te p ara o s n eg ó cio s d a e m p re sa ex ecu to ra d o projeto. E stm a r, d en tro d o o rçam en to d e um projeto, u m m in im o d e recu rso s fin an ceiro s, a fim d e fa z e ro m áx im o p o ssív el. 8) C o n sid e ra n d oa fase d e estim ativa d e r e c u r s o s para a execução d e u m projeto, a ssin a le a alternativaa correta em relação à su a aplicabilidade. A estim ativ a d e to d o s o s recu rso s n ecessário s a o p ro jeto in d ic a a su a viabilidade. B ) E stim ar valores significa que o gerente deverá superestim ar todos os custos necessários à execução d e um projeto C ) A estim ativ a é u m d o cu m en to n ecessário a p e n a s a o g eren te d e p ro jeto s, isto é, n äo s e faz n e c e ssá rio co m p artilh á-la co m a equipe. D ) O papel da estim ativa é verificar a lucratividade im ediata do projeto; caso contrário, ele dificilm ente terá suas aprovações. R equisição: 2 8 4 8 9 7 7 M atricu la: 5 4 1 5 6 7 D ata: 0 2 /1 1 /2 0 2 0 1 8 :4 5 Página: 3 /5 E ) N ão se trata d e um a etapa obrigatória, por isso, u sa se a estim ativa 9 )E m um gerenciam ento de projetos, faz-se necessário contar com um planejam ento e um controle eficientes de com unicação, assim , um gerente de projetos deverá seguir alguns fatores determ inantes para e s c o lh e r o s m e lh o re s m e io s p a ra g e ra r e tra n sm itir in fo rm a ç b e s. A re s p e ito d a e s c o lh a d e m e 0 S e te c n o lo g ia s d e c o m u n ic a ç ã o , a ssin a le a altern ativ a q u e a p re se n ta critério (s) té c n ic o (s) e v álid o (s) p a ra u m projeto A ) O clim a o rg an izacio n al d a eq u ip e B ) A vo n tad e d a equipe e o conhecim ento d o gerente d e projetos C ) A deliberação d a alta gestão e a aprovação d o gerente d e projetos D ) A capacidade d e lucro que o projeto pode retom ar. A urgência, confiabilidade e disponibilidade 1 0 )O uso d o preenchim ento adequado de um cronogram a pode prom over beneficios à execução de um projeto, no entanto, sugere-se que as tarefas sejam especificas. U m a form a de especificar a descrição de u m a tarefa é utilizar um m éto d o tam b ém u sad o em g estão d a qualidade. S o b e ssa ótica, co n sid ere a s alternativas a seg u ir e indique aq u ela em q u e co n sta um d esses m éto d o s d e projetos. A ) BW 5H B ) 5S C ) 8w 8H sw2H E ) 2H 5W 1 1 ) S egundo a gest�ão de projetos, um "projeto bem executado" pode se r avaliado positivam ente levando- se em co n sid eração q u ais asp ecto s? A ssinale a alterm ativa correta. A ) Q uando se conclui um projeto devido à indisponibilidade d e tem po, m as atingindo partes dos objetivos d etem in ad o s B ) Q uando a diretoria d a em presa aprova o p ro jeto eo classifica com o "bem executado", ainda que este ten h a sid o condluido apenas parcialm ente. C ) O u a n d o se c o n d u i u n p ro jeto m e sm o q u e, p ara isso , ten h a sid o n e c e ssá rio o u so d e recu rso s fin an ceiro s ex tras, g eran d o prejuizo D ) Q u a n d o se c o n d u l u m p ro jeto atin g in d o a m eta, m e sm o q u e te n h a sid o u ltrap assad o o tem p 0 p rev isto e o s recu rso s d eterm in ad o s Q d a n d o se c o n d u i u m p ro jeto se g u n d o o s o b jetiv o s d eterm in ad o s e o u so a d e q u a d o d e se u s recu rso s (fin an ceiro s, h u m an o s e R equisição 2 8 4 8 9 7 7 M atricula 5 4 1 5 6 7 D ata: 0 2 /1 1 /2 0 2 0 1 8 :4 5 Pagina: 4 /5 fisicos) 1 2 ) D en tro d a e ta p a d e aq u isiçõ es em g eren ciam en to d e p ro jeto s, h á a caracteristica d e q u e ela d e v e se r tratada de form a sistem ática, devido ao volum e, à caracteristica e a outras variáveis que a tornam um a fase co m p lex a. N e sse sen tid o , assin ale a altern ativ a q u e explica a sistem atização d a etap a d e aq u isiçõ es. A SIstem atização favorece o controle e a agilidade. B ) A sistem atização aum enta a eficiencia contábil e a execução operacional C ) A sistem atização cria en g ajam en to dentro d o s recursos hum anos. D ) A siste m a tiz a ç ã o a u m e n ta h o riz o n ta lm e n te a lu crativ id ad e. E) A sistem atização potencializa novos projetos e dim inui o preço d a execução. R equisição: 2 8 4 8 9 7 7 M a tric u la : 5 4 1 5 6 7 D a ta : 0 2 /1 1 /2 0 2 0 1 8 :4 5 P ágina: 5 /5