A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
25 pág.
Cromossomos

Pré-visualização | Página 2 de 6

uma delas possui somente 23
cromossomos — um de cada tipo de autossomo e outro X ou Y.
Células somáticas → conteúdo diploide (duplo) ou complemento cromossômico 2n (46
cromossomos).
Gametas → conteúdo haploide (único) ou complemento (23 cromossomos).
As anormalidades do número ou das estruturas dos cromossomos, os quais possuem
significância clínica, podem se originar tanto das células somáticas quanto das células
germinativas por erros na divisão celular.
O ser humano inicia sua vida como um
ovócito fertilizado (zigoto), uma célula
diplóide a partir da qual as células do
corpo são derivadas por séries de dezenas
e até centenas de mitoses. A mitose,
obviamente, é crucial para o crescimento e
a diferenciação, mas ela constitui apenas
uma parte do ciclo de vida de uma célula. O 
período entre duas mitoses sucessivas é chamado de interfase, estado no qual a célula passa a
maior parte da vida.
Apoptose: é uma forma de morte celular programada, ou “suicídio celular”
 Fase G1 → Fase S → Fase G2 = Constituem a interfase 
→ Após a mitose, a célula entra em uma fase chamada de fase G1. Nessa fase cada célula
contém uma cópia diplóide do genoma. Alguns tipos celulares, como os neurônios e as células
vermelhas sangüíneas, não se dividem uma vez que estão totalmente diferenciados; em vez
disso, eles permanecem aprisionados durante a fase G1 em uma fase diferente, não divisória,
conhecida como G0 (“G zero”). Outras células, como as células hepáticas, podem entrar em
G0 mas após uma lesão no órgão, conseqüentemente retornam à G1 e continuam por todo o
ciclo celular
Cromossomos
Ciclo Celular
→ G1 é seguido pela fase S, o estágio de síntese do dna. Durante esse estágio, cada
cromossomo, que em G1 era uma molécula única de dna, replicase e se torna um cromossomo
bipartido consistindo em duas cromátides irmãs, cada uma delas contém uma cópia idêntica da
dupla-hélice do dna linear original. As extremidades de cada cromossomo (ou cromátides)
são marcadas por telômeros, que consistem em sequências especializadas repetitivas de dna
que garantem a integridade do cromossomo durante a divisão celular. No final da fase S, o
conteúdo de dna da célula está duplicado e cada nova célula contém duas cópias do genoma
diplóide. 
Por todo o ciclo celular, ácidos ribonucléicos e proteínas são produzidos e a célula
gradualmente aumenta consequentemente, há duplicação da sua massa total antes da próxima
mitose. A fase G2 é finalizada com a mitose, que se inicia quando os cromossomos individuais
tornam-se condensados e visíveis sob a microscopia como filamentos finos estendidos
 
Enzima Telomerase: esta enzima
assegura que a síntese do dna inclua as
extremidades de cada cromossomo. Na
ausência da telomerase, as extremidades
cromossômicas tornam-se cada vez mais
curtas, consequentemente levando a morte
celular. 
→ Após a fase S, a célula entra em um
estágio breve chamado de fase G2.
Cromossomos
Prometáfase: a célula entra em prometáfase quando a membrana nuclear se rompe,
permitindo que os cromossomos se dispersem dentro da célula e se fixem, pelos seus
cinetócoros, aos microtúbulos do fuso mitótico. Os cromossomos então iniciam o movimento
em direção ao ponto médio entre os pólos do fuso, um processo chamado de congressão. Os
cromossomos continuam a se condensar por todo esse estágio.
Metáfase: nesta fase os cromossomos atingem a condensação máxima. Eles se organizam
no plano equatorial da célula, equilibrado por forças iguais exercidas no cinetócoro de cada
cromossomo pelos microtúbulos, emanadas a partir dos dois pólos do fuso. Os
cromossomos de uma célula humana em divisão são mais facilmente analisados no estágio
de metáfase ou prometáfase da mitose.
Anáfase: este processo começa abruptamente quando os cromossomos se separam do
centrômero. As cromátides irmãs de cada cromossomo agora se tornam cromossomos-
filhos independentes, que se dirigem para os pólos opostos da célula.
formação do fuso mitótico. Um par de centros de organização de microtúbulos, também 
 chamados de centrossomos, forma focos dos quais irradiam os microtúbulos. Os centrossomos
gradualmente se movimentam para tomar as posições dos pólos da célula. 
Segregação cromossômica é o processo
responsável por distribuir uma cópia de
cada cromossomo para cada célula-filha. 
O processo de mitose é contínuo, mas cinco
estágios são distinguidos: prófase,
prometáfase, metáfase, anáfase e telófase.
 
Cromossomos
Mitose
Prófase: esse estágio inicia a mitose e é
caracterizado pela condensação gradual
dos cromossomos e o início da 
Anáfase: este processo começa abruptamente quando os cromossomos se separam do
centrômero. As cromátides irmãs de cada cromossomo agora se tornam cromossomos-
filhos independentes, que se dirigem para os pólos opostos da célula.
Importante: Os cromossomos condensados de uma célula humana em divisão são mais
facilmente analisados no estágio da metáfase ou prometáfase. Nesses estágios, os
cromossomos são visíveis ao microscópio como uma dispersão cromossômica; 
Existe uma diferença importante entre a célula que está entrando na mitose e uma que
completou o processo. Cada um dos cromossomos da célula-mãe em G2 possui um par de
cromátides, mas os cromossomos da célula-filha consistem, cada um, em somente uma cópia
do material genético. Essa cópia não será duplicada até que a célula-filha, por sua vez, atinja a
fase S do próximo ciclo celular. O processo total da mitose, dessa forma, assegura a
duplicação e distribuição ordenada do genoma por sucessivas divisões celulares. 
 
O quadro completo de cromossomos é
chamado de cariótipo. A palavra cariótipo
é utilizada também para referir-se a um
conjunto de cromossomos padronizados de
um indivíduo ou de uma espécie. .
 
Cromossomos
Cariótipo Humano
Meiose
A meiose, processo pelo qual células
diplóides originam gametas haplóides,
envolve um tipo de divisão celular que é
único para células germinativas. A meiose
consiste em uma etapa de síntese de dna
seguida por duas etapas de segregação
cromossômica e divisão celular.
 
As células da linhagem germinativa que
sofrem meiose, espermatócitos primários
ou ovócitos primários, são derivadas do
zigoto por uma longa série de mitoses antes
do início da meiose.
Existem duas divisões meióticas: meiose 1 e
meiose 2, são elas:
 
Meiose 1: conhecida como divisão reducional é uma divisão na qual o número de
cromossomos é reduzido à metade por meio do pareamento dos homólogos na prófase e
pela sua segregação em células diferentes na anáfase da meiose 1. A meiose 1 é também
notável por causa de seu estágio de recombinação genética. Nesse processo, segmentos
homólogos do dna são trocados entre as cromátides não-irmãs de um par de cromossomos
homólogos, assegurando, então, que nenhum dos gametas produzidos pela meiose seja
idêntico ao outro. A falha em recombinar-se corretamente leva a segregação errada
durante a meiose 1 e é uma causa frequente de anormalidades cromossômicas, como a
síndrome de Down.
Meiose 2: segue à meiose 1 sem uma etapa intercalada de replicação do dna. Como na
mitose habitual, as cromátides separam-se e uma cromátide de cada cromossomo passa
para cada célula-filha.
 
Primeira divisão meiótica-Meiose 1
 Prófase 1: A prófase da meiose 1 é um processo complicado que difere da prófase mitótica
de várias formas, com consequências genéticas importantes. 
→ Leptóteno: inicia-se a condensação dos cromossomos já duplicados.
→ Zigóteno: os cromossomos homólogos se emparelham, alinhando-se em um fenômeno
chamado sinapse cromossômica. Nesse processo, ocorre a formação de uma estrutura
chamada complexo sinaptonêmico, que une intimamente os cromossomos neste
emparelhamento.
Cromossomos
https://www.infoescola.com/biologia/cromossomos/
→ Paquíteno: ocorre a troca de pedaços entre
cromossomos homólogos, onde alguns genes que se
encontravam no cromossomo paterno passam para o
cromossomo materno e

Crie agora seu perfil grátis para visualizar sem restrições.