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RSU-AULAS-IPOGset-09

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Industriais e Agrícolas Professor: Álvaro Cantanhede
• Definir soluções técnicas e tecnológicas adequadas às diferentes realidades.
Etapas do processo nos municípios
• Sensibilização dos gestores
• Formação de comissões de trabalho
• Capacitação técnica
• Diagnóstico
• Consolidação das proposições
• Elaboração do PGIRS
• Implementação do PGIRS
Gerenciamento Integrado de RSU
Resultados esperados
•Melhoria no sistema operacional;
• Soluções para tratamento e disposição final;
• Elaboração de instrumentos legais e de fiscalização;
• Valorização do profissional de limpeza pública;
• Geração de trabalho e renda para catadores;
• Desenvolvimento de campanhas educativas;
• Sustentabilidade dos sistemas.
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• Sustentabilidade dos sistemas.
Gerenciamento Integrado de RSU
Exemplos de gestão integrada
Gestão participativa Gestão compartilhada
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Ex.: Aterro Sanitário de Várzea Paulista – Jundiaí, 
Campo lindo Paulista, Cajamar, Louveira, Várzea 
Paulista e Vinhedo.
Gerenciamento Integrado de RSU
Você sabia?
Um novo modelo de gestão – Lei 11.107/2005 (Consórcios)
Regulamentada pelo Decreto 6.017/2007
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Regulamentada pelo Decreto 6.017/2007
Novos rumos do saneamento básico – Lei 11.45/2007
(exigência de Planos Municipais de Saneamento, incluindo, entre os 
planos setoriais que o compõem, o Plano Municipal de Gestão Integrada 
de Resíduos Sólidos)
Índice
1. Gestão de Resíduos Sólidos no Brasil
2. Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos
3. Modelos Institucionais
4. Legislação e Licenciamento Ambiental
5. Resíduos Sólidos: Origem, Definição, Características
6. Projeção das Quantidades de Resíduos Sólidos Urbanos
Módulo: Resíduos Sólidos Urbanos, Industriais e Agrícolas Professor: Álvaro Cantanhede
6. Projeção das Quantidades de Resíduos Sólidos Urbanos
7. Acondicionamento dos Resíduos Sólidos Urbanos
8. Coleta e Transporte dos Resíduos Sólidos Urbanos
9. Transferência de Resíduos Sólidos Urbanos
10.Limpeza de Logradouros Públicos
11.Recuperação de Recicláveis
12.Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos
13.Disposição Final de Resíduos Sólidos Urbanos
Índice
1. Gestão de Resíduos Sólidos no Brasil
2. Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos
3. Modelos Institucionais
4. Legislação e Licenciamento Ambiental
5. Resíduos Sólidos: Origem, Definição, Características
6. Projeção das Quantidades de Resíduos Sólidos Urbanos
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6. Projeção das Quantidades de Resíduos Sólidos Urbanos
7. Acondicionamento dos Resíduos Sólidos Urbanos
8. Coleta e Transporte dos Resíduos Sólidos Urbanos
9. Transferência de Resíduos Sólidos Urbanos
10.Limpeza de Logradouros Públicos
11.Recuperação de Recicláveis
12.Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos
13.Disposição Final de Resíduos Sólidos Urbanos
Índice
1. Gestão de Resíduos Sólidos no Brasil
2. Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos
3. Modelos Institucionais
4. Legislação e Licenciamento Ambiental
5. Resíduos Sólidos: Origem, Definição, Características
6. Projeção das Quantidades de Resíduos Sólidos Urbanos
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6. Projeção das Quantidades de Resíduos Sólidos Urbanos
7. Acondicionamento dos Resíduos Sólidos Urbanos
8. Coleta e Transporte dos Resíduos Sólidos Urbanos
9. Transferência de Resíduos Sólidos Urbanos
10.Limpeza de Logradouros Públicos
11.Recuperação de Recicláveis
12.Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos
13.Disposição Final de Resíduos Sólidos Urbanos
RSU – Origem Definição Características
O que são Resíduos Sólidos???
Restos da atividade humana tidos como imprestáveis, sem valor para quem os
produz, e que precisam ser “jogados fora”.
Pela Norma NBR-10004: “Resíduos nos estados sólidos e semi-sólidos que
resultam de atividades da comunidade, de origem industrial, doméstica,
hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e de varrição. Ficam incluídos nesta
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hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e de varrição. Ficam incluídos nesta
definição os lodos provenientes de sistemas de tratamentos de águas e
esgotos, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de
poluição, bem como determinados líquidos cujas particularidades tornem
inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos d’água ou
exijam para isto soluções técnicas e economicamente inviáveis em face a
melhor tecnologia disponível”.
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ViK Muniz
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Imagens do Lixo
“Sebastião, Suellen, Carlão, Magna e 
Isis são pessoas que vivem e 
trabalham no Jardim Gramacho, Rio 
de Janeiro, o maior depósito urbano 
de lixo do mundo. Eles sobrevivem 
reciclando as coisas que catam. Decidi 
fazer seus retratos em situações 
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fazer seus retratos em situações 
alegóricas, auxiliado por eles e usando 
o material que eles reciclam. Esse é 
um projeto incrível que está me 
possibilitando conhecer algumas das 
mais surpreendentes pessoas do 
mundo, que vivem nas piores condições 
que jamais encontrei em toda a minha 
vida e que vêm me colocando em 
contato com um lado da vida que eu 
imaginei que não existisse mais 
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RSU – Origem Definição Características
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RSU – Origem Definição Características
• Aspecto - sólido, semi-sólido ou semi-líquido 
• Classificação
– Natureza Física: úmido ou orgânico x seco
– Composição Gravimétrica: ver gráfico de pizza
• Composição
- Papel e Papelão,
- Trapo,
- Couro,
- Plástico, 
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– Composição Gravimétrica: ver gráfico de pizza
– Riscos Potenciais ao Meio Ambiente (NBR 10.004): 
perigosos, não perigosos não inertes e não perigosos inertes
– Origem
• Domiciliar, Comercial, Público, 
• Industrial, radioativo,serviços de saúde, portos, 
aeroportos e terminais ferroviários e rodoviários, 
agrícolas e construção civil (entulhos, demolições).
- Plástico, 
- Vidro,
- Metal e Lata
- Matéria Orgânica
Peso específico: 200-250 
kg/ m3
Umidade: 60%
Poder calorífico: 1200-
1400 kcal/kg
RSU – Origem Definição Características
Caracterização e quantificação:
Método para amostragem de resíduos – NBR 10.007/2004
A definição da composição gravimétrica, do peso específico dos resíduos
e do teor de umidade, são fundamentais para o planejamento da coleta e
da destinação mais adequadas e para estudo da viabilidade dos projetos
de reaproveitamento e reciclagem.
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Composição gravimétrica
� Indica a possibilidade de aproveitamento das frações recicláveis e da
matéria orgânica.
� Quando realizada por regiões da cidade, pode influenciar no cálculo da
tarifa de coleta e destinação final.
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Composição percentual média do lixo domiciliar em diferentes 
localidades
BRASIL
25%
3%
2%
52%
ÍNDIA
18%
78%
1%1%1%
1%
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16%
2%
Vidro Papel Plástico Metal M.O. Outros
78%
vidro Papel Plástico Metal M.O. Outros
EUROPA

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