Tema_10
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DisciplinaAproveitamentos Hidreletricos34 materiais53 seguidores
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vertente de 
privatização) 
\uf071 2000 \u2013 
\uf06e O Mercado Atacadista de Energia Elétrica - MAE foi 
regulamentado, consolidando a distinção entre as atividades de 
geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia 
elétrica. 
\uf06e Foram estabelecidas as regras de organização do Operador 
Nacional do Sistema Elétrico - ONS, para substituir o Grupo 
Coordenador para Operação Interligada - GCOI. 
\uf06e Lançamento do Programa Prioritário de Termelétricas visando a 
implantação no país de diversas usinas a gás natural. 
\uf06e Entrou em operação a usina hidrelétrica Itá (construída pela 
Gerasul, em consórcio formado por Odebrecht Química, CSN e 
Cimentos Itambé). 
\uf06e Foi instituído pela Lei nº 9.478, o Conselho Nacional de Política 
Energética (CNPE), com a atribuição de formular e propor as 
diretrizes da política energética nacional. 
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Histórico (cont.) 
\uf06e História recente (ainda na vertente de 
privatização) 
\uf071 2001 \u2013 
\uf06e Entram em operação usinas termelétricas incluídas 
no PPT (Macaé Merchant \u2013 El Paso, Eletrobolt \u2013 
Enron, ambas agora da Petrobrás). 
\uf06e Entra em operação a primeira unidade da Usina 
Hidrelétrica Lajeado (TO), construída pela Investco, 
consórcio liderado pelas empresas Rede Lajeado 
Energia, do Grupo Rede, e EDP Brasil. 
\uf06e Racionamento. 
 
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Mercado (demanda) de energia elétrica 
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Histórico (cont.) 
\uf06e História recente (ainda na vertente de 
privatização) 
\uf071 Em oposição ao ocorrido nos países desenvolvidos, o 
processo de privatização do sistema elétrico brasileiro 
não foi iniciado com a criação do órgão regulador e 
regulamentação dos setores precedendo a venda do 
controle acionário das empresas sob o poder do Estado 
para a iniciativa privada; 
\uf071 Preocupado com a crise fiscal, o governo priorizou 
nitidamente a privatização, em detrimento tanto da 
criação de condições adequadas para o investimento 
privado quanto da melhora da eficiência econômica do 
sistema elétrico. 
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Histórico (cont.) 
\uf06e História recente (ainda na vertente de 
privatização) 
\uf071 As características específicas da indústria elétrica \u2013 tais 
como impossibilidade de estocagem e equilíbrio em 
tempo real \u2013 não permitem que os sinais de mercado 
(preço) orientem a totalidade das decisões, criando a 
necessidade de instrumentos de coordenação. 
\uf071 Processo de privatização, que começou pelas 
distribuidoras, não chegou a ser concluído, gerando um 
setor elétrico \u201cFrankenstein\u201d: algumas empresas 
privatizadas, outras estatais. 
 
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O Modelo Atual 
\uf06e O modelo atual foi concebido com a orientação 
de revisar o modelo anterior buscando os 
seguintes objetivos principais: 
\uf071 promoção da modicidade tarifária; 
\uf071 garantia do suprimento de energia elétrica; 
\uf071 estabilidade do marco regulatório; 
\uf071 promoção da inserção social. 
 
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O Modelo Atual 
 
\uf06e Tem como elementos fundamentais: 
\uf071 o redirecionamento da contratação de energia para 
longo prazo, compatível com a amortização dos 
investimentos realizados; 
\uf071 a coexistência de dois ambientes de contratação de 
energia, um regulado (Ambiente de Contratação 
Regulada \u2013 ACR), protegendo o consumidor cativo, e 
outro livre (Ambiente de Contratação Livre \u2013 ACL), 
estimulando a iniciativa dos consumidores livres; 
\uf071 instituição de um pool de contratação regulada da 
energia a ser adquirida pelos concessionários de 
distribuição; 
\uf071 a desvinculação do serviço de distribuição de qualquer 
outra atividade; 
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Marcos Regulatórios do Novo Modelo 
 
\uf06e Lei 10.847, de 15/03/04 \u2013 Autoriza a criação da EPE 
\uf06e Lei 10.848, de 15/03/04 \u2013 Dispõe sobre a 
comercialização de energia elétrica 
\uf06e Decreto 5.163, de 30/07/04 \u2013 Regulamenta a 
comercialização de energia elétrica 
\uf06e Decreto 5.177, de 12/08/04 \u2013 Autoriza a criação da 
CCEE 
\uf06e Resolução ANEEL nº 109, de 26/10/04 \u2013 Institui a 
Convenção de Comercialização de Energia Elétrica 
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Modelo Institucional do Setor Elétrico 
CCEE ONS 
ANEEL 
CNPE 
EPE CMSE MME 
CNPE \u2013 Conselho Nacional de 
Política Energética. 
Homologação da política 
energética, em articulação 
com as demais políticas 
públicas. 
CMSE \u2013 Comitê de 
Monitoramento do Setor 
Elétrico. Monitoramento das 
condições de atendimento e 
recomendação de ações 
preventivas para garantir a 
segurança do suprimento. 
MME \u2013 Ministério de Minas 
e Energia. Formulação e 
implementação de políticas 
para o setor energético, de 
acordo com as diretrizes 
do CNPE. 
EPE \u2013 Empresa de 
Pesquisa Energética. 
Execução de estudos para 
definição da Matriz 
Energética e planejamento 
da expansão do setor 
elétrico (geração e 
transmissão) 
ONS \u2013 Operador Nacional do 
Sistema. Coordenação e 
controle da operação da 
geração e da transmissão no 
sistema elétrico interligado. 
CCEE \u2013 Câmara de 
Comercialização de Energia 
Elétrica. Administração de 
contratos, liquidação do 
mercado de curto prazo, 
Leilões de Energia. 
ANEEL \u2013 Agência Nacional de Energia 
Elétrica. Regulação e fiscalização, 
zelando pela qualidade dos serviços 
prestados, universalização do 
atendimento e pelo estabelecimento 
de tarifas para consumidores finais, 
preservando a viabilidade econômica e 
financeira dos Agentes de 
Comercialização. 
Agentes 
Principais Agentes Institucionais e suas Atribuições 
EPE
CMSE
ONS
MME
CCEE
ANEEL
- Política energética nacional
- Definição de projetos especiais
- Critérios para garantia do suprimento
CNPE 
- Planejamento setorial
- Poder Concedente
- Licitações para aquisição de energia pelas Distribuidoras
- Coordenação e controle da operação do Sistema Interligado Nacional
- Ações preventivas para segurança do suprimento
-Regulação e fiscalização
- Estudos necessários para o planejamento da expansão
- Administração dos contratos no âmbito do ACR
- Contabilização e liquidação de diferenças no curto prazo
- Monitoramento da segurança do suprimento
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Sistema Elétrico Nacional 
\uf06e Sistemas Interligado Nacional \u2013 SIN 
\uf071 Constituído pelas instalações responsáveis pelo 
suprimento de energia elétrica, formado pelas empresas 
das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e parte 
da região Norte, interligados eletricamente. 
\uf071 É um sistema hidrotérmico de grande porte, com 
predominância de usinas hidrelétricas e de proprietários 
múltiplos (estatais e privados). 
\uf06e Sistemas Isolados 
\uf071 Sistemas de geração de energia predominantemente 
térmicos e majoritariamente localizados e dispersos na 
Região Norte, atendendo a uma área de 45% do território e 
a cerca de 3% da população nacional, ou seja, a 
aproximadamente 1,2 milhão de consumidores. 
 
Sistemas 
Isolados 
 
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Sistema Elétrico Nacional 
\uf06e Sistemas Interligado Nacional \u2013 SIN 
\uf071 A integração eletroenergética permite o aproveitamento 
ótimo da água, gerando energia ou armazenando nos 
reservatórios do SIN (onde for mais conveniente). 
\uf071 A malha de transmissão existente funciona, neste caso, 
como verdadeiras usinas virtuais, transferindo energia 
entre as regiões geo-elétricas do país e tirando o melhor 
proveito da diversidade hidrológica entre as mesmas. 
\uf071 A utilização dos recursos de geração e transmissão dos 
sistemas interligados permite reduzir os custos operativos, 
minimizando a produção térmica e o consumo de 
combustíveis, sempre que houver superávits hidrelétricos 
em outros pontos do sistema. 
 
O Sistema Elétrico Brasileiro: 
Aspectos Hidrológicos 
Importância de se considerar os usos múltiplos das águas. 
Risco Hidrológico: MRE 
Importância da Complementação Térmica 
Sistema Interligado Nacional 
 
Sistema 
Interligado 
Nacional 
Integração Eletroenergética 
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Agentes do setor - ONS 
\uf06e O Operador Nacional do Sistema Elétrico é a 
organização responsável pela operação centralizada e 
integrada das instalações de geração e transmissão de 
energia elétrica no Sistema Interligado Nacional. 
\uf06e Atribuições do ONS 
\uf071 realizar o planejamento, programação e despacho 
centralizados dos recursos de geração e transmissão;