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Pneumologia – FMBM Pamela Barbieri – T23 
Profª Dra. Juliana 
 
1 
 
É uma dilatação irreversível da parede brônquica, observada na tomografia computadorizada de tórax (TCAR). 
Fisiopatologia: 
Ocorre destruição do músculo liso e do tecido elástico por infecções crônicas necrotizantes crônicas, levando a 
dilatação permanente dos brônquios e bronquíolos. 
 
Ciclo vicioso “Cole”: 
1. Insulto ambiental + predisposição genétca. 
2. Prejuízo do transporte mucociliar. 
3. Persistênca de microrganismos na 
arvore brônquica. 
4. Em VA de pequeno calibre: tosse é 
ineficaz na remoção de secreções 
(transporte mucociliar ineficaz). 
5. Infecção e inflamação, levando a 
dano celular. 
6. Prejuízo da motilidade ciliar. 
Classificação: 
Morfologia. 
Localização 
 
 
 
 
 
 
 
Pneumologia – FMBM Pamela Barbieri – T23 
Profª Dra. Juliana 
 
2 
 
Morfologia: 
 
→Cilindrica: interrupção abrupta do brônquio que não diminui de diâmetro progressivamente. 
→Varicosa: regiões de dilatação e estreitamento. 
→Sacular: ao final forma uma dilatação sacular com predisposição a infecções. 
 
Localização: 
 
Localizada x difusa. 
Pneumologia – FMBM Pamela Barbieri – T23 
Profª Dra. Juliana 
 
3 
 
Diagnóstico: 
Suspeita: história clínica – tosse, expectoração, dispneia... 
Dx por imagem: TC de tórax de alta resolução. 
→Sintomas: tosse crônica (há mais de 2 meses); episódios frequentes (intervalados) de expectoração. 
Dispneia (de evolução lenta, com perda funcional a longo prazo). Hemoptises. Sibilância durante exacerbações. 
*Sintomas crônicos (mais de 6 meses): maioria dos casos tem evolução lenta. 
→Ao exame físico: estertores finos (localizados ou bilaterais); roncos e sibilos 
(durante as exacerbações); pode haver estertores grossos também; 
Taquipneia. 
*Obs: depende da apresentação da doença: consolidação, impactação de 
pequenas VA com produção de atelectasia de região adjacente... 
→RX de tórax: alguns sinais podem sugerir: 
Brônquios com paredes visíveis formando linhas paralelas – sinal do trilho de 
trem. 
Imagens císticas de paredes finas ou espessas, com ou sem conteúdo e nível 
hidroaéeo. 
Espessamento das paredes brônquicas. 
Atelectasias lineares – obstrui um brônquio e região adjacente atelectasia. 
Imagens císticas de paredes finas ou espessas, com ou sem conteúdo e nível 
hidroaéreo. 
Espessamento de paredes brônquicas. 
Lembrando que não são sinais específicos. 
TCAR: 
Dilatações císticas das paredes 
brônquicas, que únicas formam imagens de ‘cachos de uva’. 
Dilatação da via aérea com perda da forma em funil do brônquio e espessamento 
das paredes brônquicas. 
Pneumologia – FMBM Pamela Barbieri – T23 
Profª Dra. Juliana 
 
4 
 
Áreas de 
atenuação em ‘mosaico’. Áreas de anéis de sinete (brônquio+vaso). 
 
Pequenos pontos: impactação mucoide. Diferença de densidade: parte mais aerada mais escura. 
Consolidações subsegmentares em 
bronquiectasias. Sinal do anel de sinete, dilatações císticas. Impactação mucoide (círculos). 
Pneumologia – FMBM Pamela Barbieri – T23 
Profª Dra. Juliana 
 
5 
 
 
1) CILÍNDRICA 2) VARICOSA 3) CÍSTICA 
 
→Diagnóstico – exacerbação infecciosa: Critérios: 
Caracterizada pela piora de 3 ou mais dos seguintes sintomas por pelo menos 48h: 
1) tosse; 2) volume ou viscosidade do escarro; 3) purulência de escarro; 4) dispneia ou intolerância ao exercício; 5) 
fadiga; 6) hemoptise. 
ATBterapia na bronquiectasia: 
Adm ATB nesses casos. 
Pneumologia – FMBM Pamela Barbieri – T23 
Profª Dra. Juliana 
 
6 
 
 
Exames complementares: 
→Broncofibroscopia: localizar obstrução brônquica, identificar hemoptise, remover e colher secreções, acompanhar 
a colonização das VA. 
→Prova de função pulmonar: acompanhar a evolução da dispneia, evitar evolução para cor pulmonale. Anualmente. 
Diagnóstico etiológico: 
Sinais de acordo com a clínica, pede exames 
relacionados específicos! 
Pneumologia – FMBM Pamela Barbieri – T23 
Profª Dra. Juliana 
 
7 
 
 
 
 
Pneumologia – FMBM Pamela Barbieri – T23 
Profª Dra. Juliana 
 
8 
 
 
Tratamento: clínico (na maioria dos casos); cirúrgico (casos selecionados). 
→Antibióticos – durantes exacerbações. 
→Fisioterapia respiratória/reabilitação pulmonar. 
→Broncodilatadores LD. 
→Corticosteróides inalados (casos selecionados - asma, sibilações ou espirometria com distúrbio obstrutivo 
reversível). 
→Prevenção de infecção (vacina da gripe, vacina anti-pneumocócica). 
→Acetilcisteina – pouco eficiente. 
→Agentes hiperosmolares (inalação com soluções salinas hipertônicas 7%), para escarrar. Há risco de 
broncoespasmo. 
→Macrolídeos como imunomoduladores para pacientes que estão se infectando com grande frequência (3x na 
semana, por 4 meses; há risco de indução de resistência bacteriana). 
 
 
**Obs paciente com DPOC: adm corticoides se asma, sibilações ou espirometria distúrbio obstrutivo reversível. 
Pneumologia – FMBM Pamela Barbieri – T23 
Profª Dra. Juliana 
 
9 
 
 
 
 
→Tratamento cirúrgico: pacientes com doença localizada e sem resposta ao tratamento clínico adequado 
(provocando sintomatologia intensa – supuração crônica). Hemoptise grave (embolização ineficaz). Tto cirúrgico com 
intenção paliativa (doença difusa): presença de áreas abscedadas que não foram responsivas ai tto com 
antimicobrianios.

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