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Resumo Teoria Crítica da Família

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esse grupo?”, a autora afirma que não há e não deve existir uma conceituação de família, assim as pesquisas devem continuar existindo, entretanto deve se pontuar os problemas das pesquisas empíricas, que são abrangentes, entretanto se for levada de forma acrítica, poderá haver enganos. Por isso, a pesquisa antropológica possui uma maior possibilidade de demarcar as redes familiares. As duas formas de pesquisa possuem seus pontos positivos e negativos, assim pode-se combinar os dois procedimentos.
	Para concluir o tópico e o seu artigo, Cristina pontua a família como “unidades de reprodução social [...] inseridas em determinado ponto da estrutura social, definido a partir da inserção de seus provedores na produção”, assim como são “unidades de relações sociais” que são “configuradas como unidades de socialização e de reprodução ideológica”. A família é “um conjunto vivo, contraditório e cambiante de pessoas com sua própria individualidade e personalidade” onde “surgem novas idéias, novos hábitos, novos elementos, através dos quais os membros do grupo questionam a ideologia dominante e criam condições para a lenta e gradativa transformação da sociedade” (p.84-85).