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DESENHO DE PERSPECTIVA Dulce América de Souza Perspectiva geométrica ou linear Objetivos de aprendizagem Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados: � Reconhecer como a perspectiva geométrica foi desenvolvida. � Verificar como realizar a representação gráfica desta técnica. � Identificar a aplicação da perspectiva geométrica no desenho. Introdução O desenho é a principal ferramenta de linguagem para comunicar e expressar ideias em arquitetura. A representação de um projeto se dá por meio do domínio de várias técnicas de desenho, entre as quais a perspectiva se destaca. O conhecimento dos princípios da perspectiva permite que você represente em uma superfície bidimensional — no papel de desenho, por exemplo — uma realidade tridimensional. A perspectiva mostra os objetos como eles aparecem à nossa vista, como um volume, ela nos dá, portanto, a visão de conjunto do objeto em um só desenho. Neste capítulo, você conhecerá os princípios fundamentais para compreensão e representação dos objetos por meio da perspectiva geométrica ou linear. Esse tipo de projeção permite que você desenvolva desenhos com a agilidade e precisão necessárias para representar os seus projetos. Método da perspectiva geométrica ou linear Desde a pré-história, a busca pela representação acompanha a atividade humana. O pintor caçador do paleolítico observava e replicava sua presa nas paredes internas de suas habitações, transpondo para o plano bidimensional uma realidade tridimensional. Nesse primeiro momento, a similaridade ou semelhança a um modelo vivo obedecia a uma certa “ordem mágica”, ainda sem consciência ou intenção puramente plástica ou artística (FISCHER, 2007). A expressão artística na Antiguidade manteve a linguagem do desenho como forma de registro dos rituais e práticas individuais e sociais apenas com noções aproximadas do fenômeno perspectivo, que só será sistema- tizado quase mil anos depois. Destacam-se na Antiguidade Clássica as produções artísticas bidimensionais dos gregos e romanos — estes últimos, herdeiros da arte grega — que podem ser consideradas pré-perspécticas, pois é possível verificar esforços de aproximação da tridimensionalidade na criação de ilusão de profundidade em desenhos e pinturas dos povos greco-romanos. O método adotado nesse período é conhecido como escorço ou falsa perspectiva. Na Idade Média, a arte assumiu um importante papel pedagógico, pois as imagens produzidas serviam à Igreja, tendo como principal objetivo ensinar as sagradas escrituras aos leigos, ou seja, aos fiéis. Nesse período histórico ainda não há dissociação entre as categorias artísticas, ou seja, a pintura, o desenho e a escultura estão diretamente conectadas à arquitetura. É nos interiores das igrejas e palácios que os afrescos se desenvolverão em toda sua magnitude. Os afrescos medievais mais importantes para a compreensão da técnica da perspectiva geométrica foram os produzidos pelo artista italiano de Florença, Giotto di Bondone (1267-1337). As pinturas murais de Giotto antecipam o realismo que se consolidará no Renascimento com genialidade e maestria, criando ilusões de profundidade em superfícies planas. Perspectiva geométrica ou linear2 A Cappella degli Scrovegni, na cidade italiana de Pádua, contém um ciclo de afrescos de Giotto, executados entre 1304 e 1306, que são uma das mais importantes obras-primas da arte ocidental. Ainda sem o conhecimento científico das regras de perspectiva, o artista consegue imprimir a ilusão de profundidade nas composições (Figura 1). Figura 1. Cappella degli Scrovegni. Fonte: vvoe/Shutterstock.com. Afresco é a designação de uma técnica de pintura mural “[...] assim chamados porque tinham que ser pintados na parede enquanto o emboço ainda estava fresco, isto é, úmido” (GOMBRICH, 2000, p. 201). A mais significativa inovação no campo da representação e composição artísticas, que dominará também toda a arte de séculos subsequentes, é a perspectiva científica. A descoberta dos meios técnicos para solucionar o problema da ilusão de profundidade é atribuída a Filippo Brunelleschi (1377-1446), um jovem arquiteto florentino que se dedicou aos estudos 3Perspectiva geométrica ou linear matemáticos da perspectiva linear ou geométrica. Por meio de determinadas regras geométricas de projeção, o arquiteto instituiu as leis matemáticas pelas quais os objetos parecem diminuir de tamanho à medida que se afastam do observador (BENEVOLO, 2014). O arquiteto chegou a essa constatação quando analisou sistematicamente de- senhos de cenas urbanas desenvolvidos até então e verificou que todos distorciam a visão do observador. Dessa forma, detectou o problema: o ponto de vista para a representação de uma cena não é variável, devendo ser sempre um único ponto de vista, que pressupõe um observador estático. Verifique, na Figura 2, que a cena representada sugere o movimento do observador frente à paisagem urbana. Figura 2. Redesenho dos estudos de Brunelleschi. Fonte: Araújo (2016, p. 23). Em linhas gerais, os princípios da perspectiva científica de Brunelleschi consistem em: desenhar uma cena partindo de um ponto de vista (PV) único e fazendo com que as paralelas da cena convirjam para um mesmo ponto de fuga (PF). Esse PF se encontra sobre a linha do horizonte (LH) e coincide com o PV (ou ponto de observação), ou seja, se situa na mesma altura e em frente ao PV de onde se está avistando a cena. É importante observar que a nomen- clatura apresentada pode sofrer pequenas alterações conforme a designação de diferentes autores, mas não há grande divergência quanto a sua essência. O afresco da Capela Sistina “A Entrega das Chaves a São Pedro”, de Pietro Perugino, foi executado segundo os princípios da perspectiva geométrica e Perspectiva geométrica ou linear4 pode ilustrar com clareza a aplicação das regras científicas de projeção, como você pode observar na Figura 3. Figura 3. Esquema visual do sistema perspéctico de Filippo Brunelleschi sobre afresco de Perugino. Fonte: Adaptada de Italian Renaiscence (2012, documento online). A partir da descoberta de Brunelleschi, outros importantes artistas e arqui- tetos do Renascimento aprimoraram as regras científicas da perspectiva, as registrando em célebres publicações e tratados de teoria da arquitetura e da arte. Técnica da perspectiva geométrica ou linear Inicialmente, as formulações das leis da perspectiva pelos renascentistas permitiram a demonstração da profundidade tridimensional em um plano bidimensional. O importante, contudo, é que a partir do conhecimento geo- métrico dessa forma de projeção, o pensar espacial tomou novas dimensões, tonando possível desenhar o pensamento espacial de forma coerente e racional. O método compositivo, desde então, sofisticou-se, permitindo combinações diversas que consideram a visão espacial de um objeto e, até mesmo, de um recorte urbano. É importante ressaltar que a perspectiva é um meio geométrico para alcançar um fim: a melhor representação gráfica em arquitetura, design, urbanismo ou 5Perspectiva geométrica ou linear em produções artísticas de outras ordens. A partir dos conhecimentos básicos postulados pelos renascentistas, você pode elaborar seus espaços e objetos de forma tridimensional, apresentando-os de maneira rápida e didática. As bibliografias recentes sobre perspectiva ampliam as classificações inserindo os fenômenos óticos. O próprio termo ‘perspectiva’ “[...] traz à mente o sistema de desenho de perspectivas cônicas” (CHING, 2012, p. 223). A perspectiva geométrica ou linear é contida no sistema de perspectivas cônicas, que são aquelas em que há um espectador que olha para uma direção específica a partir de um ponto fixo de observação. O termo “perspectiva cônica” é utilizado em alusão ao cone de visão médio de um ser humano, considerando que ele se aproxime a 60° no campo de visão normal. A perspectiva cônica de um objeto em três dimensões é asua projeção sobre um plano (o quadro no qual será desenhada a perspectiva), como demonstrado na Figura 4. Figura 4. Cone de visão. Fonte: Ching (2012, p. 224). Perspectiva geométrica ou linear6 A rigor, as perspectivas cônicas se referem apenas à visão monocular, ou seja, considerando um único olho. Porém, não é dessa maneira que enxergamos. Mesmo com a cabeça fixa, vemos com os dois olhos, que estão constantemente em movimento, examinando objetos e o entorno, alternando sucessivamente os ambientes. Por meio desta constante varredura ocular, construímos dados experimentais que a mente manipula e processa para formar nossa percepção e nosso entendimento do mundo visual. Sendo assim, perspectivas cônicas apenas conseguem se aproximar da maneira complexa como os olhos efeti- vamente funcionam (CHING, 2012, p. 233). Alguns pequenos esquemas gráficos facilitam a compreensão de como se constrói, em nossa retina, o conjunto de elementos que irão configurar um desenho em perspectiva, em especial, o desenho utilizado pelos profissionais. Uma maneira simples de entendimento é aquela que utiliza a metáfora da janela, pois, na terminologia clássica, a palavra ‘perspectiva’ é definida como ‘ver através de...’. “Se você se colocar atrás de uma janela envidraçada e, sem se mover do lugar, riscar no vidro o que está ‘vendo através da janela’, terá feito uma perspectiva” (MONTENEGRO, 2010, p. 12). O PV vai definir o que o desenho vai destacar, assim, o posiciona- mento do espectador ou observador é fundamental para evidenciar um ou outro detalhe mais interessante no desenho, como você pode observar nas Figuras 5a e 5b. Figura 5. a) PV 1. b) PV 2. Fonte: Montenegro (2010, p. 12). 7Perspectiva geométrica ou linear Conforme o observador se movimenta em relação ao objeto a ser desenhado (para cima, para baixo, para a esquerda ou direita, para frente ou para trás), o efeito pictórico e a dimensão do que está sendo observado muda. É impor- tante, antes de começar o desenho, definir a altura do ponto de observação em relação ao objeto a ser representado. Em geral, nas perspectivas geométricas ou lineares, adotam-se três posições em relação à LH: a altura normal de observação (linha dos olhos do observador), vista de cima (ou superior) e vista de baixo (inferior). O plano horizontal, estando no nível do observador, tem a aparência de uma reta, e o observador vê o topo das superfícies que se encontram abaixo e a face inferior das superfícies que se encontram acima, conforme representado nas Figuras 6 e 7. Figura 6. Posicionamento do observador. Fonte: Ching (2012, p. 232). Perspectiva geométrica ou linear8 Figura 7. Faces visíveis. Fonte: Ching (2012, p. 232). A partir de agora, você já pode começar a praticar suas projeções em pers- pectiva geométrica ou linear, atentando para os principais termos encontrados na bibliografia, descritos a seguir. � PV: também conhecido como ponto de observação, trata-se do ponto fixo no espaço que representa o olho do observador. � PF: é o ponto imaginário sobre a linha do horizonte para o qual con- vergem todas as retas paralelas do desenho. � Linha de fuga (LF): também conhecida como linha de chamada, são as linhas paralelas que se dirigem ao PF sobre a LH. � LH: se refere à linha imaginária horizontal que representa a interseção entre o plano do desenho (ou quadro) e o plano horizontal, que passa pelo ponto de observação. � Plano do desenho (PD): também conhecido como quadro, é aquele selecionado pelo cone de visão de 60°, sempre perpendicular ao eixo central de visão. É a “janela” na qual será desenhada a perspectiva, ou seja, é a superfície do desenho. 9Perspectiva geométrica ou linear � Altura do observador (h): é a medida da distância entre o solo (plano de terra) e o olho do observador. � Plano de base (PB): também conhecido como plano de terra, alude ao plano horizontal de referência a partir do qual as alturas podem ser medidas. � Linha de terra (LT): linha horizontal que representa a interseção do PB com o PD (CHING, 2012; MONTENEGRO, 2010). Invariavelmente, na perspectiva geométrica ou linear as linhas horizontais sempre con- vergem para o PF lançado sobre a LH; e as linhas verticais sempre são ortogonais à LH. Aplicação da perspectiva geométrica ou linear A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) editou a norma brasi- leira (NBR) nº 6.492, de 1994, que trata especificamente da representação de projetos de arquitetura. Essa importante norma, seguida em todo o território nacional, sugere fortemente a apresentação de perspectivas na etapa de estudo preliminar dos projetos. As ideias dos arquitetos ou projetistas devem ser exteriorizadas por meio do desenho, o mais eficaz meio de representação arquitetônica. Uma vez que o que antecede o desenho é o pensamento, o desenho tridimensional permite decompor um projeto mental em projeto gráfico, passível de leitura e compreensão pelos leigos interessados nas ideias e soluções arquitetônicas. No sistema de perspectiva geométrica ou linear (ou perspectivas cônicas) há basicamente três tipos de representação em relação ao número de PF do desenho: um PF, dois PF ou três PF (ver Figura 8). Perspectiva geométrica ou linear10 Figura 8. Tipos de perspectiva geométrica ou linear. Fonte: Adaptada de Ching (2012, p. 249). Perspectiva com um ponto de fuga As perspectivas com um PF são utilizadas em larga escala, por serem rápidas na execução, mantendo a eficácia na representação tridimensional. Nelas, o observador está colocado, normalmente, em frente ao objeto, as retas ho- rizontais e verticais mantêm-se paralelas ao PD e a profundidade é dada pelas linhas diagonais traçadas até o PF, conforme demonstrado na Figura 9 (MONTENEGRO, 2010). 11Perspectiva geométrica ou linear Figura 9. Perspectiva com um PF. Fonte: Adaptada de tsxmax/Shutterstock.com. Perspectiva com dois pontos de fuga As perspectivas com dois PF, são igualmente utilizadas, e se referem à situação em que ambos os eixos horizontais são oblíquos ao PD; o eixo vertical se mantém paralelo ao PD. Com esse tipo de projeção conseguimos ampliar as sensações de profundidade no desenho, expandindo a visão de outros lados da cena ou do objeto representado. Adicionando mais um PF sobre a LH, os dois planos dos objetos passam a ser vistos, pois as LF fogem em direção ao horizonte em duas direções opostas (CHING, 2012). Observe o exemplo dessa descrição na Figura 10. Perspectiva geométrica ou linear12 Figura 10. Perspectiva com dois PF. Fonte: Adaptada de Svjatoslav Andreichyn/Shutterstock.com. Perspectiva com três pontos de fuga Nas perspectivas com três PF, os três eixos principais do volume retangular são oblíquos ao PD. Esse é um tipo de perspectiva que produz efeitos visuais mais artísticos, sendo utilizada com maior frequência por ilustradores. Na perspectiva com três PF, suspendemos, de forma imaginária, uma das extre- midades do objeto, assim, os três conjuntos de retas paralelas posicionam-se de forma oblíqua ao PD, como representado na Figura 11. Figura 11. Perspectiva com três PF. Fonte: Albuquerque (2017, documento on-line). 13Perspectiva geométrica ou linear Tanto nas perspectivas com dois ou com três PF, em que o ponto de ob- servação é oblíquo ao PD, a planta baixa do objeto a ser desenhado deve ser posicionada de forma oblíqua ao PD. Esse ângulo pode variar conforme a ênfase desejada para determinados PD. Os mais comuns são 30°, 60° ou 45°, porque são os ângulos existentes nos esquadros utilizados no desenho técnico (CHING, 2012; MONTENEGRO, 2010). As linhas principais podem ser traçadas com régua e esquadros, e o desenho executado à mão livre pode conferir um grau artístico mais atraente na sua perspectiva. Lembre-se sempre de que a prática aprimora o desenho. Um exemplo do uso prático das técnicas de desenho em perspectiva é dado pelos próprios profissionais de arquitetura em uma das maiores plataformas digitais de projetos arquitetônicos,o ArchDaily (um dos sites mais respeitados do mundo), que sugeriu a apresentação dos espaços de trabalho dos arquitetos em forma de desenho de perspectiva. Leia a matéria “42 croquis, desenhos e diagramas de espaços de trabalho de arquitetos”, disponível no site ArchDaily. Acesse o link ou código a seguir. https://goo.gl/FpkCRT Perspectiva geométrica ou linear14 https://goo.gl/FpkCRT 1. A perspectiva científica foi uma importante descoberta renascentista, que consiste em: a) desenhar uma cena a partir de pontos de vista distintos, considerando que o observador se move na linha de terra. b) desenhar uma cena partindo de um PV único, fazendo as paralelas da cena convergirem para um mesmo PF. c) desenhar uma cena criando ilusões de profundidade, método também conhecido como escorço. d) desenhar uma cena com dois PF distribuídos ao longo da LH. e) desenhar uma cena com três PF, um deles posicionado acima da LH. 2. As perspectivas geométricas ou lineares estão contidas no sistema de projeção, também identificado na bibliografia como perspectivas cônicas. O termo “perspectiva cônica” está relacionado: a) ao cone de visão médio de um ser humano, considerado próximo a 60°. b) ao conjunto de retas paralelas que compõem a perspectiva geométrica. c) ao cone médio do campo de visão normal, que se aproxima de 90°. d) à posição do PF em uma perspectiva geométrica ou linear. e) à posição da planta baixa em relação ao PD. 3. A bibliografia referencial para desenhos arquitetônicos, em particular os desenhos em perspectiva, designa os componentes do desenho por meio de terminologias técnicas. Sobre os termos relativos à perspectiva geométrica ou linear, assinale a alternativa correta. a) PV, ponto no espaço, curva náutica, PD, altura do observador, plano inferior e LT. b) PV, ponto de interseção, LT, plano superior, altura do observador e LT. c) Ponto focal, PF, linha solar, PD, altura do observador, PB e LT. d) PV, PF, LH, PD, altura do observador, PB e LT. e) Ponto inicial, PF, LH, plano no espaço, altura do observador, plano superior e LT. 4. No sistema de perspectiva geométrica ou linear (ou perspectivas cônicas) há basicamente três tipos de representação. São eles: a) Perspectiva com três PF, perspectiva com quatro PF e perspectiva com cinco PF. b) Perspectiva cavaleira, perspectiva com um PF e perspectiva com dois PF. c) Perspectiva com um PF, perspectiva aérea e perspectiva com dois PF. d) Perspectiva isométrica, perspectiva com dois PF e perspectiva com três PF. e) Perspectiva com um PF, perspectiva com dois PF e perspectiva com três PF. 5. A posição do objeto a ser representado em relação ao PD e, consequentemente, ao ponto de observação, define o resultado da aparência da volumetria a ser 15Perspectiva geométrica ou linear ALBUQUERQUE, M. Perspectiva (Desenho). 2017. Disponível em: <https://historiaarte- arquitetura.com/2017/04/26/perspectiva/>. Acesso em: 08 maio 2018. ARAÚJO, K. M. L. A perspectiva linear e a eficácia da sua comunicação. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2016. Disponível em: <http://pdf.blucher.com.br.s3-sa-east-1.amazonaws. com/openaccess/9788580391701/completo.pdf>. Acesso em: 08 maio 2018. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6492. Representação de projetos de arquitetura. Rio de Janeiro: ABNT, 1994. BENEVOLO, L. História da arquitetura moderna. São Paulo: Perspectiva, 2014. CHING, F. Desenho para arquitetos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. FISCHER, E. A necessidade da arte. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. ITALIAN RENAISCENCE. Perugino’s Christ Handing the Keys to Saint Peter. 2012. Disponí- vel em: <http://www.italianrenaissance.org/perugino-christ-handing-keys-peter/>. Acesso em: 08 maio 018. MONTENEGRO, G. A perspectiva dos profissionais: sombras, insolação e axonometria. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2010. Leituras recomendadas AD EDITORIAL TEAM. 42 croquis, desenhos e diagramas de espaços de trabalho de arquitetos. ArchDaily Brasil, 05 out. 2016. Disponível em: <https://www.archdaily. com.br/br/796561/42-croquis-desenhos-e-diagramas-de-espacos-de-trabalho-de- arquitetos>. Acesso em: 09 maio 2018. CAPPELLA DEGLI SCROVEGNI. La storia della Cappella degli Scrovegni. 2018. Disponível em: <http://www.cappelladegliscrovegni.it/index.php/it/la-cappella-di-giotto/la- storia-della-cappella-degli-scrovegni>. Acesso em: 09 maio 018. GOMBRICH, E. H. A História da arte. 16. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. representada. Nas perspectivas geométricas ou lineares, quando a planta baixa do objeto a ser desenhado deve ser posicionada de forma oblíqua ao PD? a) Nas perspectivas geométricas com um PF e com dois PF. b) Nas perspectivas geométricas com dois PF e com três PF. c) Nas perspectivas geométricas com três PF e axonométricas. d) Nas perspectivas geométricas com um PF e cavaleiras. e) Nas perspectivas geométricas com dois PF e isométricas. Perspectiva geométrica ou linear16 http://arquitetura.com/2017/04/26/perspectiva/ http://pdf.blucher.com.br.s3-sa-east-1.amazonaws/ http://www.italianrenaissance.org/perugino-christ-handing-keys-peter/ https://www.archdaily/ http://com.br/br/796561/42-croquis-desenhos-e-diagramas-de-espacos-de-trabalho-de- http://www.cappelladegliscrovegni.it/index.php/it/la-cappella-di-giotto/la- Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual da Instituição, você encontra a obra na íntegra.